Entrevista com co-fundador do Rec6, Renato Shirakashi

por Alexandre Fugita

[Rec6] Hoje o Rec6 saiu do beta alpha. Para quem não conheçe o Rec6 é um site no estilo do Digg, de notícias colaborativas na qual o controle editorial está nas mãos dos usuários, através da interação entre eles. O serviço pertentece à Via Syxt, rede social fundada por Renato Shirakashi e Diego Monteiro em 2005 com foco em networking profissional. O Techbits entrevistou por email Renato Shirakashi de Sousa, Diretor de TI, e sócio fundador do empreendimento. Blogosfera, preparem-se para o efeito Rec6.

[Capa do Rec6]

O que é o Rec6 e de onde surgiu a idéia?

O Rec6 é um site de notícias colaborativas. Ao contrário de outros sites do gênero, no Rec6 os próprios usuário enviam links para notícias e decidem, através de votação, quais são os melhores links para publicação na capa do site. Não há intervenção editorial e isso é o que torna o conteúdo tão especial. A notícias estão ali na capa pois os leitores assim escolheram e não um grupo editorial.

O modelo é o mesmo usado pelo digg.com, site de muito sucesso nos EUA. A idéia inicial desse tipo de site veio muito tempo antes, através de iniciativas como o slashdot.com. A diferença é que o Digg faz muito mais sucesso hoje do que todos aqueles que o precederam. E isso tem uma razão. É porque é simples. Simplicidade é tudo. E esse é um dos cernes da filosofia do Rec6.

Vocês já oferecem desde o ano passado o Via Syxt, uma rede social voltada para networking profissional. Surge agora o Rec6. Colaboração, esta é a chave?

Desde o início acreditamos muito na colaboração. Além disso, que a colaboração poderia ser usada para construir algo de relevância e utilidade para todos, além do entretenimento comum. Um grande exemplo disso é a Wikipédia, que é fantástica.

A Via Syxt, nossa empreeitada, que depois agregou um novo serviço, o Rec6, baseia-se totalmente nesse conceito. Os usuários são os grandes responsáveis pela comunidade. Colaboração com certeza é a chave do nosso negócio.

Nota-se que no Rec6 as notícias são promovidas de acordo com um algoritmo bem diferente de outros sites de noticícias colaborativas. Quais são os principais critérios levados em conta nesta promoção?

O algoritmo do Rec6 é diferente dos demais pois leva em conta também o tempo em que a notícia é relevante. Na maioria dos outros mecanismos, uma vez na capa a notícia está fadada a desaparecer, assim que aparecerem novas notícias promovidas. O Rec6 respeita as notícias que continuam recebendo votações para continuar na capa e as mantêm ali. É claro que em algum momento essa notícia deixará de ser relevante e dará espaço para outras.

Além disso, nossos esforços estão voltados para personalização. Através de diversos critérios verificamos as notícias mais relevantes para o perfil de cada usuário. Nesse sentido, usuários do Rec6 também cadastrados na comunidade Via Syxt têm vantagens, já que podem nos dar mais informações, através de seu perfil, para que possamos encontrar notícias cada vez mais relevantes para ele.

Agora que o Rec6 saiu do beta alpha, como será feita a monetização do serviço?

Através de publicidade, principalmente.

E as novidades que foram / serão lançadas?

Nós da Via Syxt trabalhamos com o conceito de lançar pequenas atualizações constantemente ao invés de grandes mudanças em períodos de tempos mais espaçados. Isso nos dá maior flexibilidade. Por isso, novidade é algo que sempre se encontrará em nossos produtos. Quando colocamos no ar o rec6 pela primeira vez, as atualizações eram quase diárias.

Quanto ao que está por vir no Rec6, posso dizer que abrangem, principalmente, integração com a comunidade virtual, sistemas para aumentar a relevância das notícias para cada usuário e ferramentas para bloggers, como os famosos widgets.

Startups brasileiras são raras. Há investidores interessados no nosso mercado? Que recomendações você daria a novos empreendedores?

Sim, há investidores. Claramente, a quantidade é bem menor que no mercado americano, mas existem sim e estão buscando bons projetos. Acho que faltam mais bons empreendimentos do que investidores, especificamente no mercado do Internet.

E vejo dessa maneira porque o Brasil é um país sem uma cultura empreendedora, totalmente ao contrário do que ocorre nos EUA. E também existe a imagem de que bons projetos vêm de boas idéias, o que é uma mentira. Bons projetos vêm de boas implementações. Uma idéia por si só não é nada.

Em defesa do feed completo

por Alexandre Fugita

[Campanha Feed Completo] [Atualizado] Você sabe o que é um feed RSS? É a forma mais rápida e fácil de procurar, descobrir e adquirir informações na internet que conheço. Quando, há 3 meses, coloquei o Techbits no ar um dos requisitos básico foi disponibilizar um feed RSS. Comecei com um feed resumido que incluía um trecho inicial do artigo com 100 palavras (configuração padrão do WordPress). Depois de um tempo, aprendendo um pouco mais a arte de controlar o feed, comecei a divulgar apenas o primeiro parágrafo. Finalmente há cerca de três semanas passei a disponibilizá-lo na íntegra. Agora, participo da campanha deflagrada pelo blogueiro amigo Rafael Arcanjo por um feed completo.

Os motivos para publicar o feed completo

Ao invés de ficar escrevendo linhas e linhas tentando convencê-lo, vou usar frases de outros blogs que aderiram à campanha. Vamos lá, ordenados aleatoriamente (os links levam aos posts dos quais as referências foram tiradas; vale a leitura):

  • Inicio aqui uma campanha pela disponibilização do seu feed de forma completa, para o bem do seu blog e do seu leitor.”, Rafael Arcanjo
  • “Ser assinante de um feed deve trazer benefícios, já que estes são leitores fiéis e antenados. Ter que ficar visitando o blog a cada novo post, sem dar a eles a possibilidade de ler seus textos através do agregador, não é um benefício, mas sim um martírio!”, Rodrigo Ghedin
  • Eu troco 1000 leitores pára-quedas por um leitor por RSS“, Glaydison Lima
  • “Ao resumir seu feed, você anula a função primordial do leitor de feeds, e torna seu próprio feed uma coisa sem propósito.”, Nospheratt
  • “Muitos ainda fornecem os feeds parciais levados pelo ledo engano de aumentar visitas e pageviews.”, Aldemir Silva
  • Eu me recuso a assinar um feed caso ele não seja completo“, Diego Xavier
  • “Google Discovery apóia: Disponibilize seu Feed COMPLETO!”, Renê Fraga
  • “Acho um saco aqueles blogs que não disponibilizam os artigos por completo para nós leitores.”, Tiago Celestino
  • Se o conteúdo é bom o leitor voltará. Se o feed é bom, o leitor visitará. Se a experiência ao visitar o blog é boa, o visitante clicará e comprará. Rárárá!“, Bernabauer
  • “Todos aqueles que assinam meus feeds não serão obrigados a visitarem o site toda vez que se interessarem por um artigo, mas espero que continuem visitando para postarem comentários, opiniões e para partilharmos informações.”, Flávio Kaminisse
  • Os blogs que apresentam feeds incompletos, são sempre os primeiros a dançar quando faço qualquer tipo de limpeza.“, Bruno Alves
  • “Mesmo o seu leitor não visitando seu site toda vez que você disponibilizar um novo post, ele vai lê-lo completo, e não o sumário.”, Julio Greff
  • E você, já disponibiliza os feeds completos do seu Blogue?“, Sérgio Lima
  • “Acredite que este assinante faz mais pelo seu blog que visitantes esporádicos.”, Vilela
  • “Porque oferecer o feed completo? Simples, (…) quem lê por RSS é leitor VIP, merece privilégios, não prejuízos…“, FelipeCN
  • “Disponibilizar não um resumo, sumário ou apenas o título dos artigos, mas sim os textos completos!”, Neto Cury
  • “Muitas pesquisas (…) mostram que muitos deixam de entrar, de ler tal publicação caso o conteúdo não seja publicado totalmente, mostrando somente um resumo.”, Bruno Dulcetti
  • Visitas e pageviews são pura besteira se comparados ao número de leitores de feeds, o segundo pode estar associado à sua credibilidade com os leitores, enquanto que o primeiro pode indicar apenas que seu site está bem indexado nos sistemas de busca e possui conteudo polêmico.”, Thiago Mobilon
  • “Campanha iniciada pelo Rafael Arcanjo com o apoio do Cópia Carbono, que já disponibiliza o conteúdo completo em RSS há muito tempo…”, Copiador Descarado

Campanha de sucesso

A campanha do Rafael Arcanjo foi iniciada no dia 3 de Novembro, sexta-feira pós-feriado prolongado. O Techbits foi um dos primeiros a aderir pois foi consultado previamente pelo Rafael para opinar sobre os banners. Hoje é domingo e mais de 20 blogs já aderiram à campanha. Sucesso total! Você pode encontrar a lista completa e as formas de adesão no blog do Rafael Arcanjo.

[Atualização em 9 nov 2006:]

Feed parcial para dispositivos móveis

A Bia Kunze, conhecida também como a Garota sem Fio, acaba de publicar um ótimo post defendendo, além do feed completo, um feed parcial para leitores de dispositivos móveis. Entre as razões está a ampliação da abrangência de seu site, o alto custo de um KB via rede celular e por fim, pessoas que acessam via dispositivos móveis costumam ter grande poder aquisitivo e é quase certo que são formadoras de opinião, ou seja, são leitores que todo mundo deseja.

Uma outra opção seria usar os agregadores on-line nas suas versões móveis. O Google Reader (versão mobile: http://google.com/reader/m) faz isso perfeitamente e eu tenho usado com freqüência essa versão light do serviço em meu PDA.

A Microsoft não é do mal

por Alexandre Fugita

[Microvell e Nosoft] É lugar comum dizer que a Microsoft é do mal. Centenas de sites e blogs dedicam-se a falar mal da empresa toda vez que surge uma falha no Windows (toda semana?). Mas olhando os últimos movimentos da gigante de Redmond podemos dizer que é uma organização preocupada com os concorrentes e sempre disposta a ajudá-los. O último exemplo foi o acordo com a Novell para dar suporte ao Linux e a ambientes de virtualização usando ambas plataformas. Será mesmo?

Microsoft Open Source

A Microsoft e a Novell acabam de anunciar um acordo inédito contemplando software proprietário e de código aberto. O acordo envolve: a virtualização, ou seja, a melhorias quando se roda Linux e Windows na mesma máquina incluindo aí suporte e sugestão por parte da Microsoft ao pacote SUSE Linux aos seus clientes corporativos; patentes, que significa que a Microsoft não processará desenvolvedores do SUSE Linux por utilizar patentes da empresa; Melhor integração entre pacotes Office usando formatos de documentos compatíveis.

Em outro acordo recente a Microsoft fechou parceria com a Zend Technologies para dar maior suporte e interoperabilidade à linguagem PHP (também código aberto) em seus servidores Windows através de add-on ao IIS.

O caso Firefox

Há alguns meses, ou seja, antes do lançamento dos browsers Internet Explorer 7 e Firefox 2.0, a Microsoft convidou uma equipe de desenvolvedores da fundação Mozilla (que faz o Firefox) para uma visita ao campus de Redmond e troca de informações com o objetivo de tornar o navegador da raposa compatível com o Windows Vista.

Na ocasião do lançamento do Firefox, a equipe de desenvolvedores do IE7 enviou um bolo (não contaminado segundo o blog do Firefox) felicitando pelo milestone. O mesmo fato já havia acontecido, com papéis invertidos, quando a Netscape era líder de mercado (procurei o link mas não achei).

Palm Treo com Windows Mobile

No início de 2006 foi lançado um Palm rodando Windows Mobile. Antes grandes rivais, a Palm e a Microsoft trabalharam juntos para melhorar a usabilidade do Windows Mobile e desde então já lançaram outros Treos rodando o sistema operacional móvel da Microsoft.

Apple e o pacote office

Há tempos a Microsoft fornece um pacote office aos usuários de MacOS. Na MacWorld 2006, em janeiro, a Microsoft declarou-se o comprometida por pelo menos 5 anos em fornecer tais softwares para a plataforma concorrente. No campo da web, a empresa de Redmond descontinuou o Internet Explorer para MacOS. Sorte dos usuários da Apple…

Windows Vista e as ativações sem restrições

Uma das coisas que estava incomodando pessoas por toda a blogosfera era que o Windows Vista só poderia ser reativado uma única vez após a instalação original. As reclamações partiram de todos os lados e a Microsoft voltou atrás. Agora o número de reativações do Vista será ilimitado como no Windows XP. Claro que você não poderá distribuir sua cópia original para todos os seus amigos. A licença permite apenas uma máquina ativa de cada vez.

Google?

Só falta agora Redmond juntar-se à Montain View. Isso sim seria um acordo inédito. Mas por enquanto, apesar da Microsoft não admitir, o Google é uma grande ameaça como foram todas as outras empresas acima citadas. Espere para o futuro um acordo entre elas.

McAfee e Symantec

A McAfee e a Symantec estão liderando um protesto contra o Windows Vista pois alegam que a Microsoft não colabora com seus esforços de tornar o próximo sistema operacional dominante mais seguro. Opa! Eu estava falando bem da Microsoft… esse parágrafo não deveria ter aparecido por aqui…

As tecnologias mortas de 2006

por Alexandre Fugita

[R.I.P.] Feriado de Finados. Nada mais relevante do que falar dos mortos. A tecnologia avança a passos largos. A toda hora inovações surgem substituindo o que era insubstituível. O ciclo de vida dos produtos está cada vez menor. Alguns prevêem inclusive a chegada da singularidade tecnológica, mas isso é assunto para outro post. A seguir acompanhe uma análise do que está para virar peça de museu.

HD-DVD, BluRay e as emissoras de TV

Nem bem foram lançados mas o HD-DVD e o BluRay estão com os dias contados. Mídias físicas serão substituídas por distribuição pela internet. A Amazon Unbox e a iTunes, entre outras, já descobriram o filão. Consumidores já sabiam disso faz tempo pois trocam arquivos via bit torrent ou outras redes P2P. O sucesso de sites como o YouTube é outra prova que queremos disponibilidade de conteúdo e não restrições e mais restrições como o DRM e mídias físicas.

Emissoras de TV convencionais também estão entre as tecnologias decadentes. Uma executiva da Disney/ ABC admitiu isso ao descobrir que 15 minutos após um programa passar em sua rede, já estava disponível ilegalmente para download na internet. Quem não mudar o modelo de negócios rapidamente vai virar dinossauro nos próximos anos.

PDA

Há tempos dizem assistente pessoal digital, mais conhecido como PDA, está morto. Na verdade evoluiu para uma integração com o celular surgindo daí um híbrido chamado smartphone. Faz tempo que não vejo grandes lançamentos no mercado de PDAs e essa é a tendência: trata-se de um mercado em forte declínio.

Telefone fixo

O crescimento da telefonia fixa é pífio comparado às celulares. Quem quer um telefone que fica preso a um fio e que só dá pra atender se você estiver na mesma localidade que a linha está instalada? A mobilidade está aí e os celulares dominam o cenário (mais de 90 milhões de celulares vs. ao redor de 40 milhões de telefones fixos). Além do que a telefonia sobre IP (VOIP) está crescendo e é muito mais barata que a telefonia fixa convencional.

TV de Plasma

A TV de plasma foi a campeã de vendas antes da Copa do Mundo de 2006. Passado o encanto inicial e a derrota do Brasil os consumidores descobriram que o plasma não é assim tão bom quanto achavam. Telas com manchas, qualidade sofrível (na verdade por causa da baixa qualidade de transmissão de TV no Brasil), vários foram os motivos de reclamações e devoluções. A tecnologia que promete mesmo é o LCD.

Sistema Operacional

Windows? MacOS? Linux? Que diferença faz se tudo está migrando para a web? A tecnologia do momento são os browsers e a web 2.0. É claro que ainda não antingimos a maturidade nos web services e os softwares on-line na maioria das vezes são mais fracos que suas versões off-line. Mas eu, sinceramente, já não me importo com qual sistema operacional está por trás do meu navegador preferido. Aparentemente o futuro é a fusão de aplicações web com as desktop.

Wi-Fi

Quem ainda acha que wi-fi é internet móvel está enganado. O hotspot é móvel? Não. Dá pra acesar o wi-fi de qualquer lugar? Não. Mas com a chegada do Wi-Max e das redes celulares 3G essa discussão estará superada.

Conclusão

Como sempre, estou exagerando. Nenhuma das tecnologias acima sumiu em 2006. Mas todas estão ou vão entrar em uma fase de decadência acentuada o que pode levar em breve à sua extinção. Não adianta ficar parado ou entrar na guerra errada. É aquele velho ditado: se não pode lutar contra (a nova tecnologia), junte-se a ela, ou seja, mude os conceitos!

Finalmente alguém processa o YouTube

por Alexandre Fugita

[YouTube] Música de fundo, trechos de filmes ou programas de TV. Todos sabem que no YouTube boa parte do material publicado pelos usuários fere de alguma forma direitos autorais. Mas até agora ninguém processou o site por causa disso. Muito pelo contrário, as empresas de mídia e conteúdo fecharam acordos com o YouTube para não ficar de fora do hit do momento. Só que finalmente alguém resolveu processar o YouTube e, surpreendentemente, não é por causa de direitos autorais.

[atualização em 8/1/7]: leia também sobre o YouTube e o caso Cicarelli

UTube.com

A Universal Tube é uma empresa que fabrica tubos, canos e outros equipamentos, cujo site UTube.com está recebendo uma quantidade enorme de visitantes que o confundem com o seu quase homônimo e ligeiramente mais famoso YouTube.com. A empresa tem 22 anos de mercado e seu site está no ar desde 1994. Mas desde a venda do YouTube para o Google, constantemente o UTube.com fica fora do ar devido à quantidade enorme de acessos em uma espécie de DDoS involuntário por parte dos internautas.
[utube.com] Só pra ter uma idéia antes recebiam 1500 visitantes únicos por mês. Agora esse número subiu para 2 milhões. É o sonho de qualquer site mas uma verdadeira dor de cabeça para uma empresa que negocia basicamente pela internet e está perdendo clientes com um site fora do ar. A Universal Tube diz que já teve que mudar de servidor 5 vezes e que o custo com o tráfego aumentou 100 vezes.

No processo a UTube.com exige que o YouTube mude de nome para evitar ser confundido com fabricante de canos. Também deve aproveitar para tirar uns trocados do site famoso.

YouTube e os vídeos fora do ar

[Comedy Central] Mesmo antes da venda para o Google, o YouTube já retirava vídeos com material ilegal do seu site. Bastava os donos do conteúdo solicitarem. Eu já havia me deparado com uma mensagem informando que determinado vídeo não estava disponível por problemas de direito autoral. Mas isso nunca foi notícia… pelo menos antes da venda.

Agora, qualquer vídeo retirado vira notícia. Tivemos o caso dos vídeos de canais de TV japoneses retirados do ar que gerou especulações sobre o começo do fim do YouTube. E mais recentemente vídeos do Comedy Central, canal humorístico da TV americana que também saíram do ar e foram parar nas manchetes por toda a web. Neste último caso um acordo fez tudo voltar à normalidade.

Torço para que todos os vídeos continuem no YouTube e que essa seja a revolução que nós consumidores desejamos quando se fala de distribuição de conteúdo.

[atualização em 8/1/7]: leia também sobre o YouTube e o caso Cicarelli

Siga-nos no Twitter Nossa página no Facebook Assine o RSS Receba os posts pro email