<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?> <rss
version="2.0"
xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
> <channel><title>Techbits &#187; youtube</title> <atom:link href="http://techbits.com.br/tudo-sobre/youtube/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://techbits.com.br</link> <description>O Techbits é um blog voltado para discussão de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, segurança e negócios.</description> <lastBuildDate>Thu, 06 Oct 2011 05:55:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>Podemos dizer que TV = internet?</title><link>http://techbits.com.br/2009/tv-internet/</link> <comments>http://techbits.com.br/2009/tv-internet/#comments</comments> <pubDate>Mon, 26 Oct 2009 07:55:59 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[transmissão]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[u2]]></category> <category><![CDATA[u2webcast]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=751</guid> <description><![CDATA[Na madrugada desta segunda-feira a banda irlandesa U2 fez um show que foi transmitido ao vivo pela internet no YouTube (imagem ao lado). Até aí nada demais, todo mundo transmite coisas ao vivo pela internet no Justin.tv ou Qik. O que impressiona no caso é a escala da coisa. É a segunda vez que o [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/10/u2webcast.png"><img
class="alignnone size-full wp-image-752" title="u2webcast" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/10/u2webcast.png" alt="u2webcast" width="250" height="149" /></a>Na madrugada desta segunda-feira a banda irlandesa U2 fez um show <a
id="soma" title="U2 fez um show que foi transmitido ao vivo pela internet no YouTube" href="http://googlediscovery.com/2009/10/25/youtube-ira-transmitir-show-ao-vivo-do-u2/">que foi transmitido ao vivo pela internet no YouTube</a> (imagem ao lado). Até aí nada demais, todo mundo transmite coisas ao vivo pela internet no Justin.tv ou Qik. O que impressiona no caso é a escala da coisa. É a segunda vez que o YouTube faz esse tipo de transmissão ao vivo. Na primeira vez <a
id="v2wc" title="700 mil pessoas acompanharam o streaming do evento" href="http://macmagazine.uol.com.br/2008/11/23/google-contrata-akamai-para-transmissao-do-youtube-live-700-mil-espectadores-simultaneos/">700 mil pessoas acompanharam o streaming do evento</a>. Desta vez foi provavelmente algo bem maior. Daí vem a pergunta&#8230; TV? Pra mim TV já é igual à internet faz um bom tempo.</p><p>Muitos comentários no Twitter durante a transmissão já <a
id="ybr4" title="apontavam para esse fato impressionante" href="http://www.poltrona.tv/u2webcast-e-a-revolucao-no-modo-de-ver-tv/">apontavam para esse fato impressionante</a>. A transmissão de vídeo na internet é bem diferente da transmissão do sinal de TV. Na TV apenas um sinal é transmitido por uma antena e vários aparelhos exibem essa transmissão. Na internet é necessário transmitir um sinal para cada ponto que esteja vendo o vídeo. Imagina 1 milhão ou mais de sinais transmitidos ao mesmo tempo. E o tempo total da transmissão durar duas horas e meia&#8230; <a
id="m63-" title="Impressionante, né?" href="http://twitter.com/fugita/status/5167386996">Impressionante, né?</a></p><p>Se já é possível transmitir pra tanta gente ao mesmo tempo um sinal de TV pela internet, daqui a pouco o sinal do cabo ou do espectro de frequências se tornará obsoleto. Eu, por exemplo, raramente assisto TV de verdade. Tanto que agora nem tenho mais TV à cabo e nem antena de TV normal.</p><p>Quando quero noticiários em vídeo vou ao G1. Quando quero assistir séries, TPB. Se quero ver um programa da TV aberta, YouTube. Um bom exemplo é o caso do Um Contra Cem, programa do Roberto Justus no SBT, só assisto no YouTube.</p><p>Na TV dependemos da grade imposta e programação, na interwebs não. Claro que a transmissão do show do U2 era em um horário pré-definido. Mas logo em seguida aconteceu o re-broadcast e o <a
id="uo4b" title="vídeo ficará disponível para quem quiser assistir" href="http://www.youtube.com/u2">vídeo ficará disponível para quem quiser assistir</a> quando bem entender. Claro que a TV aberta mudou. A Globo e Record transmitem seus noticiários em seus portais de notícias.</p><p>E tudo isso faz parte de uma discussão bem mais ampla que já rendeu muitos posts neste blog. A internet permite a distribuição da informação de forma bem mais barata que os métodos &#8220;convencionais&#8221;. É assim com o jornal de papel, com o DVD de plástico e também para o sinal da TV. <a
id="ely1" title="O suporte físico tem maior percepção de valor" href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/09/25/as-pessoas-pagam-por-papel/">O suporte físico tem maior percepção de valor</a>. Mas acho que no fim os bits do TCP/IP vencem! É a velha escassez vs. abundância.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
id="ndub" title="#U2Webcast e a revolução no modo de ver TV" href="http://www.poltrona.tv/u2webcast-e-a-revolucao-no-modo-de-ver-tv/">#U2Webcast e a revolução no modo de ver TV</a>, via Poltrona TV</li><li><a
id="xv1i" title="TV e YouTube: diametralmente opostos" href="../2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/">TV e YouTube: diametralmente opostos</a>, aqui no Techbits</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2009/tv-internet/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>8</slash:comments> </item> <item><title>Tim e YouTube: cheiro de Net Neutrality</title><link>http://techbits.com.br/2008/tim-e-youtube-cheiro-de-net-neutrality/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/tim-e-youtube-cheiro-de-net-neutrality/#comments</comments> <pubDate>Thu, 31 Jan 2008 12:01:39 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[mobilidade]]></category> <category><![CDATA[net neutrality]]></category> <category><![CDATA[series of tubes]]></category> <category><![CDATA[tim]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2008/tim-e-youtube-cheiro-de-net-neutrality/</guid> <description><![CDATA[Peraí, deixa eu entender&#8230; saiu por toda a mídia tradicional que a Tim e a Google acabaram de fazer um acordo aqui no Brasil para disponibilizar o YouTube mobile para os clientes da operadora&#8230; Ok, tudo bem, nada de mais&#8230; se fosse só isso&#8230; Segundo as matérias que li quem quiser assistir a vídeos do [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/the-internets.gif" alt="The Internets (is a series of tubes) " />Peraí, deixa eu entender&#8230; <a
href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u368029.shtml" title="saiu por toda a mídia tradicional" id="ze2k">saiu por toda a mídia tradicional</a> que a Tim e a Google acabaram de fazer um acordo aqui no Brasil para disponibilizar o YouTube mobile para os clientes da operadora&#8230; Ok, tudo bem, nada de mais&#8230; se fosse só isso&#8230; Segundo as matérias que li quem quiser assistir a vídeos do Iutubiu precisa pagar R$ 2,10 por megabyte. <a
href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/">Cuma?</a> Sim, para assistir ao YouTube via rede celular TIM é necessário pagar dois reais e dez centavos por megabyte de tráfego de dados. WTF!?</p><p>Lembra daquela história de net neutrality, que gerou o termo &#8220;<a
href="http://www.youtube.com/watch?v=BB2Xnu9xQVU" title="a series of tubes" id="jq40">a series of tubes</a>&#8221; quando falávamos das internets? Pois é&#8230; parece que a TIM está promovendo exatamente isso ao cobrar esse trocado por acesso privilegiado a algo que está livremente disponível na web. Mesmo que fosse <a
href="http://clients.arranschlosberg.com/chuck/" title="Chuck Norris" id="tmgo">Chuck Norris</a>, tinha que ser de graça. Sim, estou reclamando de R$ 2,10 por megabyte (<a
href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080130/not_imp117313,0.php" title="R$ 1,50?" id="rji:">R$ 1,50?</a>). Sim, isso é um absurdo, na internet não deveria existir tarifa para tráfego de serviços abertos.</p><p>E, claro, a culpa não é só da operadora de capital italiano. A Google tem sua parcela de culpa, diga-se de passagem, fazendo algo muito feio, bobo e sujo nisso tudo. <a
href="http://www.google.com/help/netneutrality.html" title="Não eram eles, diretamente de Montain View, que lutavam contra a cobrança de pedágio para maiores velocidades de dados nas internets, no case Net Neutrality no Senado americano??" id="n6jk">Não eram eles, diretamente de Montain View, que lutavam contra a cobrança de pedágio para maiores velocidades de dados nas internets, no case Net Neutrality no Senado americano??</a> Cadê a coerência <a
href="http://www.undergoogle.com/blog/2005/09/confirmado-alexandre-hohagen-assume-o.html" title="Hohagem" id="r4xq">Hohagem</a>? Cadê a coerência, Eric Schmidt? Não estou encontrando&#8230; e, teoricamente, o Google é especialista em encontrar coisas&#8230;</p><p>Vamos jogar limpo, Google e TIM. Nós consumidores brasileiros não somos idiotas. Não apliquem aquilo que consideram asqueroso lá fora aqui no nosso país. Sério, confio nas duas empresas, ambas são minhas fornecedoras essenciais em termos de internet e mobilidade. Ausência de net neutrality, tô fora!</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://techbits.com.br/2006/a-internet-e-uma-serie-de-tubos/">A internet é uma série de tubos</a></li><li><a
href="http://techbits.com.br/2007/a-internet-e-uma-serie-de-tubos-parte-65536/">A internet é uma série de tubos, parte 65536</a></li><li><a
href="http://www.undergoogle.com/blog/2008/01/tim-leva-youtube-ao-celular-nao-obrigado.html">Tim leva Youtube ao Celular: Não obrigado!</a>, via UnderGoogle</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/tim-e-youtube-cheiro-de-net-neutrality/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>14</slash:comments> </item> <item><title>TV digital e a distribuição de conteúdo</title><link>http://techbits.com.br/2007/tv-digital-e-a-distribuicao-de-conteudo/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/tv-digital-e-a-distribuicao-de-conteudo/#comments</comments> <pubDate>Tue, 04 Dec 2007 08:19:41 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[abundância]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[escassez]]></category> <category><![CDATA[tv digital]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/tv-digital-e-a-distribuicao-de-conteudo/</guid> <description><![CDATA[Demorei um pouco para escrever este texto, o timing ideal teria sido dois dias atrás, na estréia da TV digital no Brasil. O vídeo de lançamento foi bastante interessante, com um mashup de cenas memoráveis da época analógica. Concordo que a evolução que o novo serviço traz é comparável à transição do preto e branco [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/tvdigital.jpg" alt="TV digital " />Demorei um pouco para escrever este texto, o timing ideal teria sido dois dias atrás, na estréia da TV digital no Brasil. O vídeo de lançamento foi bastante interessante, <a
href="http://youtube.com/watch?v=rz2dOzrOLYc" title="com um mashup de cenas memoráveis da época analógica" id="p9ms">com um mashup de cenas memoráveis da época analógica</a>. Concordo que a evolução que o novo serviço traz é comparável à transição do preto e branco para a TV em cores.</p><p>Fui a uma loja de SP para conferir a tão falada qualidade de imagem digital. O aparelho de TV era um Full HD 1080i, 50 polegadas e o programa, uma novela da Globo. Enquanto a qualidade da imagem é impressionante, não podemos falar o mesmo do programa que estava passando&#8230;</p><p>O grande problema da TV digital é o mesmo da TV analógica e aparentemente continuará assim por muito tempo e se chama <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/" title="distribuição de conteúdo" id="kvdi">distribuição de conteúdo</a>. A mesma restrição de escolha, a mesma restrição de grade de programação, a mesma escassez que essa mídia sempre ofereceu, continua.</p><p>O advento da internet nos acostumou mal, consumimos conteúdo quando, onde e o que quisermos. Nós fazemos as escolhas, temos variedade para selecionar aquilo que nos agrada, essas coisas. Na internet temos abundância e os filtros personalizados, bem diferente da escassez encontrada na forma de distribuição da TV digital ou analógica.</p><p>A qualidade da imagem é o diferencial, <a
href="http://www.solonbro.com/2007/10/04/proposta/" title="como diria o Solon" id="wmel">como diria o Solon</a>. Mas em termos práticos é só isso que está mudando. O que importa, ou seja, a possibilidade de escolha que a internet nos ensinou, continua restrita à grade imposta pela emissora de TV. Já havia dito isso antes, mas minha TV digital é a internet. <a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-digital-vou-de-youtube/" title="Prefiro mil vezes a variedade e liberdade de escolha de um YouTube" id="ad2d">Prefiro mil vezes a variedade e liberdade de escolha de um YouTube</a>.</p><p><small>(*) imagem deste post, <a
href="http://flickr.com/photos/75724192@N00/64138013/">via Flickr</a></small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/tv-digital-e-a-distribuicao-de-conteudo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>23</slash:comments> </item> <item><title>YouTube, a multidão é incontrolável&#8230;</title><link>http://techbits.com.br/2007/youtube-a-multidao-e-incontrolavel/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/youtube-a-multidao-e-incontrolavel/#comments</comments> <pubDate>Tue, 16 Oct 2007 13:28:43 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[direitos-autorais]]></category> <category><![CDATA[filtro]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/youtube-a-multidao-e-incontrolavel/</guid> <description><![CDATA[Ontem o YouTube, a central de vídeos na internet, finalmente recebeu o filtro de material pirateado que a Google tinha prometido implantar. Por enquanto aparentemente todos estão felizes. As gigantes da mídia aprovaram, os testes foram satisfatórios. Mas isso vai resolver o problema? A grande graça do YouTube é exatamente ter vídeos subidos aleatoriamente pelos [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/youtube.png"  title="[YouTube] " alt="[YouTube] ">Ontem o YouTube, a central de vídeos na internet, <a
href="http://futuro.vc/2007/10/16/youtube-lanca-video-id-e-aperta-pirataria">finalmente recebeu o filtro de material pirateado</a> que a Google tinha prometido implantar. Por enquanto aparentemente todos estão felizes. As gigantes da mídia aprovaram, os testes foram satisfatórios. Mas isso vai resolver o problema?</p ><p>A grande graça do YouTube é exatamente ter vídeos subidos aleatoriamente pelos usuários. Cada um disponibiliza o que acha legal &#8211; <a
href="http://techbits.com.br/2007/lancamento-oficial-do-windows-vista-no-brasil/">até o Techbits já postou coisas lá</a> &#8211; e o complexo sistema de interação social da multidão promove os mais interessantes. Não é por acaso que o <a
href="http://youtube.com/watch?v=dMH0bHeiRNg">Evolution of Dance</a> já foi visto mais de 60 milhões de vezes.</p ><p>O sistema de filtro do VocêTubo exige que o dono do material protegido por direitos autorais faça um upload do conteúdo que quer verificar. O YouTube cria uma impressão digital matemática (hash) desses vídeos e também daqueles retirados por problemas de copyright. Essa técnica parece falha. É só mudar um único bit do vídeo proibido que o sistema não mais reconhece. Acho que perdi algo&#8230;</p ><p>Espero também que os donos do material filtrado deixem ele no ar ao invés de retirá-lo sumariamente e concordem em monetizá-lo através da plataforma do YouTube. Retirar do site de vídeos é ruim como um todo. Quem se lembra do Jon Stewart &#8211; Comedy Central, Viacom &#8211; satirizando o &#8220;Series of Tubes&#8221;? Era impagável&#8230; mas foi retirado&#8230; Infelizmente.</p > ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/youtube-a-multidao-e-incontrolavel/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>10</slash:comments> </item> <item><title>TV digital? Vou de YouTube</title><link>http://techbits.com.br/2007/tv-digital-vou-de-youtube/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/tv-digital-vou-de-youtube/#comments</comments> <pubDate>Wed, 03 Oct 2007 19:35:44 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[abundância]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[escassez]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[tv digital]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=278</guid> <description><![CDATA[Há cinco anos a TV digital era algo legal. Hoje já não parece tão atrativa assim. Ontem finalmente definiram a data de lançamento do sistema no Brasil, que começará progressivamente por São Paulo. A digitalização tem lá suas vantagens, vai permitir interatividade, mais canais por faixa de freqüência, assistir à TV no celular, ver as [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:filmadora digital" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/tvdigital.jpg" alt="[Tv digital] " /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>Há cinco anos a <a
href="http://www.teleco.com.br/tvdigital.asp" id="pgg8" title="TV digital">TV digital</a> era algo legal. Hoje já não parece tão atrativa assim. <a
href="http://idgnow.uol.com.br/telecom/2007/10/02/idgnoticia.2007-09-27.0771115865/" id="rl:0" title="Ontem finalmente definiram a data de lançamento">Ontem finalmente definiram a data de lançamento</a> do sistema no Brasil, que começará progressivamente por São Paulo. A digitalização tem lá suas vantagens, vai permitir interatividade, mais canais por faixa de freqüência, assistir à TV no celular, ver as rugas das atrizes na novela (!)&#8230; Mas tudo isso não serve para nada pois o problema da TV convencional, a restrição e escassez, não são páreos para os os vídeos via internet. Fora que mesmo que feita de zeros e um, a programação dos canais aberto deve continuar o mesmo lixo de sempre.</p><p><small>(*) imagem deste post, <a
href="http://flickr.com/photos/75724192@N00/64138013/">via Flickr</a></small></p><h3>Escassez vs. Abundância</h3><p>Qualquer que seja a grade de programação da TV digital, ela continua a ser exatamente isso, uma grade. Horários definidos pelos exibidores, programação medíocre que faz o país se mobilizar para saber <a
href="http://www.poltrona.tv/quem-matou-tais-globo-anuncia-10-suspeitos/" id="ty5i" title="quem matou a Taís">quem matou a Taís</a> ou quem ganhou o último BBB, <a
href="http://bestblogsbrazil.blogspot.com/" id="zb-f" title="não o dos blogs">não o dos blogs</a>. A TV à cabo, que já é digital, é uma alternativa um pouco mais interessante pois apresenta uma programação bem mais variada, capaz de preencher alguns nichos e não massificar o gado humano. Mas mesmo assim continua com o problema da grade, gerando escassez. <a
href="http://www.viamais.net/blog/?p=64" id="b8fs" title="Isso sem falar do DRM">Isso sem falar do DRM</a>&#8230;</p><p>Daí aparecem uns gênios que criam um site que faz exatamente a mesma coisa que muitos já tentaram &#8211; exibir vídeos na web &#8211; e acertam a mão. O <a
href="http://youtube.com.br" id="vp_8" title="YouTube">YouTube</a> é a verdadeira TV moderna. Não há restrição causada por uma grade de programação escassa. Não existe a imposição de assistir a algo quando bem o dono daquela concessão governamental de TV quiser. Nós fazemos o horário e a programação. Já passei horas vasculhando o YouTube. E foram horas interessantíssimas.</p><p>Outra opção é o <a
href="http://joost.com" id="qmka" title="Joost">Joost</a> que <a
href="http://www.piratadarede.com/blog/?p=1852" id="ysj6" title="finalmente saiu do beta fechado dias atrás">finalmente saiu do beta fechado dias atrás</a> não necessitando mais de convites. Apesar do Joost ainda não ter a abundância de conteúdo de um <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:filmadora digital" class="bbli">YouTube<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> &#8211; e nunca vai ter pois não é voltado para conteúdo gerado pelo usuário &#8211; é muito melhor que a restrição de horários e grade da TV convencional e digital. Outros dizem que o <a
href="http://www.bernabauer.com/joost-e-passado-dnastream-e-o-futuro/" id="r6.8" title="Joost já era e o negócio agora é o DNAStream">Joost já era e o negócio agora é o DNAStream</a>&#8230;</p><h3>700 reais?</h3><p>Uma outra crítica à implantação da TV digital no Brasil é o preço do conversor. Setecentos reais? Fala sério? Na interweb é possível encontrar por meios não exatamente legais, conteúdo digital de alta qualidade, de graça. Outras iniciativas como a o <a
href="http://www.mundorecord.com.br/" id="bt_b" title="Mundo Record">Mundo Record</a> da TV Record, trazem sem custo algum todo o conteúdo de um canal da TV na internet, na hora que quisermos. Canais americanos como a ABC disponibilizam em seus sites algumas das séries mais assistidas, via streaming. <a
href="http://www.i-tecnologia.com/2007/09/brasil-telecon-apresenta-o-videon.html" id="mxh5" title="E a Brasil Telecom acaba de lançar sua IPTV">E a Brasil Telecom acaba de lançar sua IPTV</a>. Minha TV digital definitivamente é a internet.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/tv-digital-vou-de-youtube/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>27</slash:comments> </item> <item><title>Efeito YouTube: HTTP é maior que P2P</title><link>http://techbits.com.br/2007/efeito-youtube-http-e-maior-que-p2p/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/efeito-youtube-http-e-maior-que-p2p/#comments</comments> <pubDate>Thu, 21 Jun 2007 20:17:54 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[http]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[net]]></category> <category><![CDATA[p2p]]></category> <category><![CDATA[tráfego]]></category> <category><![CDATA[traffic-shapping]]></category> <category><![CDATA[virtua]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/efeito-youtube-http-e-maior-que-p2p/</guid> <description><![CDATA[Essa é interessante, os provedores de acesso vão ter que engolir. Uma das práticas-que-ninguém-assume-que-faz, mas todos os provedores de acesso fazem, é o traffic shaping. Bloqueiam o P2P (troca de arquivos como torrent) deixando-o mais lento sob a justificativa que o enorme uso de banda por esse protocolo prejudica toda a rede. Acontece que o [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/youtube.png" title="[YouTube] " alt="[YouTube] " />Essa é interessante, os provedores de acesso vão ter que engolir. Uma das práticas-que-ninguém-assume-que-faz, mas todos os provedores de acesso fazem, é o <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Traffic_shaping" title="traffic shapping">traffic  shaping</a>. Bloqueiam o P2P (troca de  arquivos como torrent) deixando-o mais lento sob a justificativa que o enorme uso de banda por esse protocolo prejudica toda a rede. Acontece que o P2P já não é o maior responsável pelo tráfego de dados na web. Por incrível que pareça esse título agora fica com o HTTP, <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20070619-the-youtube-effect-http-traffic-now-eclipses-p2p.html" title="fato que acontece pela primeira vez esse ano">fato que acontece pela primeira vez esse ano</a>.</p><h3>YouTube é responsável por 10% do tráfego da internet</h3><p>O motivo são os sites de vídeo como o YouTube. Players <span
style="font-style: italic">embed</span> (aqueles que vemos todos os dias nos blogs) nas páginas dos sites representam boa parte do tráfego de dados no protocolo HTTP. Textos, como este que você está lendo, ocupam muito menos espaço que uma imagem, como essa que ilustra esse post (abaixo) ou vídeos. Como é possível notar o protocolo HTTP responde por 46% do tráfego de dados na web. Cerca de 20% desse total é só do YouTube. Ou seja, o YouTube sozinho usa quase 10% de todo o tráfego da internet.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/trafego_internet.png" alt="[Tráfego internet] " class="floatTL"/></p><h3>Traffic shaping</h3><p>O traffic <strike>shapping</strike> shaping é a prática de analisar os pacotes de dados que trafegam pela rede do provedor &#8211; o que por si só levantaria sérios problemas de privacidade &#8211; para determinar que tipo de informação é aquela. Caso seja detectado troca de arquivos P2P (e até VOIP), os provedores costuma limitar a banda daquele pacote, o que tem causado uma série de reclamações por parte de consumidores de banda larga no Brasil e no mundo.</p><p>Vale lembrar que o P2P é usado largamente para troca de conteúdo ilegal. Apesar disso há bastante conteúdo legal circulando por essas redes, ou seja, essa não seria uma justificativa para bloquear tais protocolos. Seria o mesmo que fechar as ruas pois crimes acontecem nela.</p><p>Provedores de acesso à internet como o <a
href="http://youtube.com/watch?v=K9qdgmy896g" title="Vírtua fazem traffic shapping">Net Vírtua fazem traffic shaping</a> apesar de não admitirem. Sendo agora o HTTP maior que o P2P será que vão finalmente bloquear o nosso acesso à web?</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/efeito-youtube-http-e-maior-que-p2p/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>15</slash:comments> </item> <item><title>YouTube no Brasil. E agora, Fiz?</title><link>http://techbits.com.br/2007/youtube-no-brasil-e-agora-fiz/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/youtube-no-brasil-e-agora-fiz/#comments</comments> <pubDate>Tue, 19 Jun 2007 16:17:34 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[brasil]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[direitos-autorais]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[fiz]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/youtube-no-brasil-e-agora-fiz/</guid> <description><![CDATA[Hoje, lá pelas 3h da manhã, descobri que o site YouTube.com.br estava redirecionando para uma página em português do YouTube. Como os rumores indicavam o lançamento da versão brasileira do serviço, pensei &#8220;vamos ver se já está no ar&#8221;. E estava. Fiz, então, um post para o Meio Bit já que ninguém (*) havia falado [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/youtube_fiz.png" title="[YouTube] " alt="[YouTube] " />Hoje, lá pelas 3h da manhã, descobri que o site <a
href="http://youtube.com.br" title="YouTube.com.br">YouTube.com.br</a> estava redirecionando para uma página em português do YouTube. Como os <a
href="http://futuro.vc/2007/06/14/confirmado-youtube-brasil-em-19-de-junho" title="rumores">rumores</a> indicavam o lançamento da versão brasileira do serviço, pensei &#8220;vamos ver se já está no ar&#8221;. E estava. Fiz, então, <a
href="http://www.meiobit.com/google/youtube_brasil_j_est_no_ar" title="um post para o Meio Bit">um post para o Meio Bit</a> já que ninguém (*) havia falado sobre o site. Sim, fiz. Fiz&#8230; Fiz também é o nome de um YouTube-killer que está pra ser lançado aqui no Brasil. Mas se o Fiz tinha a vantagem de ser em português, com a chegada do YouTube na nossa língua, qual o apelo do site agora?</p><p><small>(*) depois, pesquisando no Technorati, descobri que o <a
href="http://z001.ig.com.br/ig/59/32/896736/blig/tiagodoria/2007_25.html#post_18878907" title="Tiago Dória foi o primeiro a dar a notícia">Tiago Dória foi o primeiro a dar a notícia</a>.</small></p><h3>Da internê para a tevê</h3><p><a
href="http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/" title="A proposta do Fiz">A proposta do Fiz</a> é jogar para um canal de TV convencional o melhor dos <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:filmadora digital" class="bbli">vídeos<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> do site. Essa é a única diferença e ao meu ver, não muito empolgante. Já disse antes, mas ao restringir a cauda longa dos vídeos para o espaço restrito de 24h de grade da programação da TV convencional não dá certo. E nem é TV convencional e sim TV paga, restringindo ainda mais o público consumidor.</p><h3>YouTube vs. direitos autorais</h3><p>O YouTube está para instalar mecanismos de proteção a direitos autorais em seu serviço. Uma &#8220;impressão digital&#8221; de cada vídeo subido no site será comparada com vídeos protegidos. Em caso de violação de copyright, os detentores dos diretos poderão decidir em manter o vídeo no ar ou compartilhar a receita gerada.</p><h3>IUTUBIU</h3><p>O YouTube é relativamente conhecido no Brasil. Somos o segundo país que mais usa o site de vídeos. Mas ainda está longe de todo mundo conhecer. O nome engraçado não ajuda, <a
href="http://www.youtube.com/watch?v=eNR-9C1xF8w" title="a Sonia que o diga">a Sônia que o diga</a>. Talvez essa seja uma vantagem do Fiz: nome simples e fácil de lembrar. Mas assim como tem gente procurando por <a
href="http://techbits.com.br/2007/que-fim-levou-o-utubecom/" title="UTube">UTube</a> na web, vai existir aqueles que tentarão entrar no Fis ao invés de Fiz.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/youtube-no-brasil-e-agora-fiz/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>12</slash:comments> </item> <item><title>Que fim levou o UTube.com?</title><link>http://techbits.com.br/2007/que-fim-levou-o-utubecom/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/que-fim-levou-o-utubecom/#comments</comments> <pubDate>Wed, 16 May 2007 21:17:36 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[busca]]></category> <category><![CDATA[ringtones]]></category> <category><![CDATA[utube]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/que-fim-levou-o-utubecom/</guid> <description><![CDATA[Meses atrás, quando o Google comprou o YouTube, um site chamado UTube.com foi bastante afetado. O nome YouTube pode parecer fácil agora, mas muita gente não sabe como escrever isso. Então iam ao mecanismo de busca mais próximo, ou à barra de endereços e tascavam UTube.com. Não é preciso dizer que acabavam no lugar errado, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/utube_logo.png" title="[UTube.com] " alt="[UTube.com] " />Meses atrás, quando o Google comprou o YouTube, um site chamado <a
href="http://ubute.com" title="UTube.com">UTube.com</a> foi bastante afetado. O nome YouTube pode parecer fácil agora, mas muita gente não sabe como escrever isso. Então iam ao mecanismo de busca mais próximo, ou à barra de endereços e tascavam UTube.com. Não é preciso dizer que acabavam no lugar errado, uma empresa que vende tubos de verdade, <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-internet-e-uma-serie-de-tubos/" title="não os que carregam a internets">não os que carregam a internets</a> . Naquele longínquo Novembro de 2006 o UTube.com entrou com processo contra seu quase homônimo ligeiramente mais famoso <a
href="http://techbits.com.br/2006/finalmente-alguem-processa-o-youtube/" title="exigindo nada menos que mudassem de nome">exigindo nada menos que mudassem de nome</a>. Passada a euforia, que fim levou o UTube?</p><h3>1000 dólares por dia</h3><p><a
href="http://mashable.com/2007/05/16/utube-2/" title="Segundo o Mashable">Segundo o Mashable</a> a visitação continua em alta e o UTube.com, além de manter o tradicional site de venda de tubos, agora é um mecanismo de busca de ringtones. Isso mesmo, ringtones, com direito a anúncios. Aproveitando-se do  fluxo de mais de 2 milhões de visitantes por mês &#8211; antes recebia apenas 1500 clientes no mesmo período &#8211; o UTube deve faturar cerca de mil dólares por dia só com os anúncios exibidos pelo seu mecanismo de busca.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/utube_ringtones.jpg" title="[UTube ringtones] " alt="[UTube ringtones] " class="floatTL"/></p><p>Não é à toa que as pessoas confundem o nome do site. As primeiras vezes que ouvi falar do YouTube, ninguém conhecia e o ao ouvir o pessoal do podcast TWiT   citá-lo, achava que estavam falando daquela banda de rock irlandesa, o U2. Só depois de ouvir umas 10 vezes é que entendi que era YouTube. O nome causou muita estranheza no começo, mas hoje é perfeitamente normal. Outra demonstração dos motivos do UTube.com ser tanto acessado, é só assitir (no YouTube) o <a
href="http://www.youtube.com/watch?v=eNR-9C1xF8w" title="vídeo da Sônia">vídeo da Sônia</a>, que agora tem até <a
href="http://www.lojadasonia.com.br/" title="loja virtual">loja virtual</a>.</p><h4>Leia mais:</h4><ul><li><a
href="http://gattune.blog.br/2007/05/16/youtube-you-tube-utube/" title="YouTube, You Tube, UTube!?">YouTube, You Tube, UTube!?</a>, via Gattune</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/que-fim-levou-o-utubecom/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>Acharam um modelo para distribuição de conteúdo</title><link>http://techbits.com.br/2007/acharam-um-modelo-para-distribuicao-de-conteudo/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/acharam-um-modelo-para-distribuicao-de-conteudo/#comments</comments> <pubDate>Mon, 14 May 2007 23:17:25 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[joost]]></category> <category><![CDATA[p2p]]></category> <category><![CDATA[publicidade]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/acharam-um-modelo-para-distribuicao-de-conteudo/</guid> <description><![CDATA[A Forrester Research, uns caras que são pagos para inventar descobrir tendências, divulgou um relatório que mostra que o mercado de vídeos on-line pagos vai atingir um pico este ano e declinar. A conclusão é que o modelo de negócios que vai funcionar é o da propaganda junto aos vídeos pela internet e não a [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/heroes_helix.jpg" alt="[Heroes] " title="[Heroes] " />A Forrester Research, uns caras que são pagos para <strike>inventar</strike> descobrir tendências, <a
href="http://home.businesswire.com/portal/site/google/index.jsp?ndmViewId=news_view&amp;newsId=20070514005166&amp;newsLang=en" title="divulgaram um relatório">divulgou um relatório</a> que mostra que o mercado de vídeos on-line pagos vai atingir um pico este ano e declinar. A conclusão é que o modelo de negócios que vai funcionar é o da propaganda junto aos vídeos pela internet e não a cobrança pelo conteúdo. <a
href="http://meiobit.com/itunes_morreu_antes_ele_do_que_eu" title="Como notou o Cardoso">Como notou o Cardoso</a>, no Meio Bit, descobriram o óbvio: voltamos às origens de como sempre funcionou o mundo do conteúdo na televisão, rádio e outros meios de comunicação. Segundo a Forrester, o iTunes e outros players estão fadados a desaparecer. Propaganda é,  e continua a ser, a alma do negócio.</p><h3>YouTube</h3><p>O YouTube começou há alguns dias <a
href="http://www.tnow.com.br/negocios/youtube-testa-novos-tipos-de-anuncios/" title="exibir anúncios dentro dos vídeos">exibir anúncios dentro dos vídeos</a>. Não é nada invasivo e ao clicarmos na propaganda somos redirecionados para outro vídeo, do patrocinador. Vale lembrar que nem todos os vídeos do YouTube possuem anúncios e sim alguns selecionados dos produtores de conteúdo original. Além disso alguns usuários do site receberão pelos vídeos postados e vistos milhões de vezes. Assim como o Metacafé, o YouTube agora paga os melhores produtores de conteúdo.</p><h3>Joost</h3><p>No Joost, desde o beta-ultra-fechado-que-ninguém-tinha-acesso, sempre houve propaganda entre os vídeos. Mais  recentemente anunciaram que várias marcas globais estão participando de um teste de modelo de anúncios para os vídeos do serviço. <a
href="http://www.joost.com/press/2007/04/advertising-innovators-embrace-joost.html" title="Entre elas, Coca-Cola, HP, Intel e Nike">Entre elas, Coca-Cola, HP, Intel e Nike</a>. O Joost parece que vai realmente ser um sucesso já que além de cotas de patrocínio, tem assinado muitos contratos de distribuição de conteúdo, incluindo uma gravadora brasileira.</p><h3>P2P</h3><p>Na verdade tudo isso seria a oficialização do que já acontece, com inserção de propaganda. A distribuição de conteúdo por redes de P2P segue firme. Praticamente tudo é ilegal. A indústria, entrando nesse mercado, poderia oficializar os canais de distribuição e inserir propaganda no meio dos vídeos. Torço para que seja assim. Mas temo que nós aqui no Brasil ficaremos privados deste conteúdo gratuito com anúncios: o contrato de propaganda certamente não nos abrangerá&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/acharam-um-modelo-para-distribuicao-de-conteudo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>10</slash:comments> </item> <item><title>Clown co.: o YouTube killer</title><link>http://techbits.com.br/2007/clown-co-o-youtube-killer/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/clown-co-o-youtube-killer/#comments</comments> <pubDate>Fri, 23 Mar 2007 16:17:56 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[clown-co.]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[fox]]></category> <category><![CDATA[killer]]></category> <category><![CDATA[nbc]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/clown-co-o-youtube-killer/</guid> <description><![CDATA[Ontem as redes de TV americanas Fox e NBC anunciaram a criação, para este ano, de mais um YouTube killer. Mas segundo o TechCrunch, há um pequeno problema: o serviço não tem nome e a piada interna dentro do GooTube chama essa associação de Clown co. (palhaço, pra quem não sabe). Por causa disso perderam [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/youtubekiller.png" atl="[YouTube killer] " title="[YouTube killer] "/>Ontem as redes de TV americanas Fox e NBC <a
href="http://www.diogoazevedo.com/2007/03/nbc-e-news-corp-preparam-concorrente-para-o-youtube/" title="anunciaram a criação">anunciaram a criação</a>, para este ano, de mais um YouTube killer. Mas <a
href="http://www.techcrunch.com/2007/03/23/what-we-know-so-far-about-newtube-isnt-good/" title="segundo o TchCrunch,">segundo o TechCrunch,</a> há um pequeno problema: o serviço não tem nome e a piada interna dentro do GooTube chama essa associação de Clown co. (palhaço, pra quem não sabe). Por causa disso perderam várias oportunidades de divulgação e se demorarem muito para escolher um nome correm o risco do Clown co. tornar-se o apelido oficial do site a ser lançado.</p><h3>Um pouco de história</h3><p>Quando o YouTube surgiu todos ficaram maravilhados. Quando o site ficou famoso e os vídeos ilegais fazendo sucesso, as redes de TV ficaram com um pé atrás e preocupadas. Aí o Google comprou e os advogados ficaram atiçados. Alguns fizeram <a
href="http://www.googlediscovery.com/2007/03/google-fecha-acordo-com-bbc-para-exibir.html" title="acordos como a BBC">acordos como a BBC</a> e outros <a
href="http://www.meiobit.com/industria/youtube_o_mark_cuban_estava_certo" title="processaram como a Viacom">processaram como a Viacom</a>. Todas sabem que se não mudarem seu modelo de negócios vão perder dinheiro. Por isso essa idéia do YouTube killer.</p><h3>Distribuição de conteúdo</h3><p>Já falei várias vezes no Techbits e volto a repetir. O atual estado da distribuição de conteúdo não é nada favorável ao consumidor. <a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/" title="O YouTube é o oposto da TV">O YouTube é o oposto da TV</a>, por isso seu sucesso. Além disso as restrições são em parte responsável pelo surgimento do mercado paralelo de pirataria e P2P.</p><p>As criadoras de conteúdo estão preocupadas. Não sabem que direção tomar. O surgimento da Clown co. pode ser a mudança que todos esperamos. Ou não. O fato de somente duas empresas terem feito acordo para criação deste novo serviço pode ser sinal de problemas. Cadê os outros? Será que cada um vai tentar criar seu próprio YouTube killer? A Viacom já fez das suas, criou um site para assistir aos seus programas e tem acordo com o<a
href="http://joost.com" title="Joost"> Joost</a> (<a
href="http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/" title="ver análise do Joost aqui">ver análise do Joost aqui</a>), este sim um candidato fortíssimo a competidor do YouTube.</p><p>Vamos esperar pra ver. E o governo brasileiro ainda insiste em discutir e regulamentar a TV digital&#8230; Pra mim é uma tecnologia que quando surgir já estará morta.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/clown-co-o-youtube-killer/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>YouTube Awards: o Oscar 2.0</title><link>http://techbits.com.br/2007/youtube-awards-o-oscar-20/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/youtube-awards-o-oscar-20/#comments</comments> <pubDate>Tue, 20 Mar 2007 21:17:54 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[oscar]]></category> <category><![CDATA[sabedoria-das-multidões]]></category> <category><![CDATA[video-awards]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/youtube-awards-o-oscar-20/</guid> <description><![CDATA[Desde ontem o YouTube está promovendo o prêmio YouTube Awards. Os vídeos escolhidos estão divididos em sete categorias, entre eles criatividade, série e humor. As votações seguem o mesmo estilo do hotsite especial do SuperBowl, com rounds que duram uma hora. Pelo que entendi, a cada hora é possível votar de novo dentro da mesma [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/youtubevideoawards.gif" alt="[YouTube Video Awards 2006] " title="[YouTube Video Awards 2006] " />Desde ontem o YouTube está promovendo o prêmio <a
href="http://youtube.com/ytawards" title="YouTube Awards">YouTube Awards</a>. Os vídeos escolhidos estão divididos em sete categorias, entre eles criatividade, série e humor. As votações seguem o mesmo estilo do hotsite especial do SuperBowl, com rounds que duram uma hora. Pelo que entendi, a cada hora é possível votar de novo dentro da mesma categoria. Por ser um Oscar 2.0, tudo é feito na mesma página, sem necessidade de refresh. Quer assistir ao vídeo? O tubo do YouTube abre com a mágica do ajax. Para votar é só organizar na ordem preferida os vídeos.</p><h3> Concorrentes</h3><p>Um dos personagens mais famosos do YouTube, o Matt, aquele que aparece <a
href="http://youtube.com/watch?v=bNF_P281Uu4" title="dançando em vários lugares do mundo">dançando em vários lugares do mundo</a>, está concorrendo ao prêmio de mais criativo. A <a
href="http://youtube.com/watch?v=Kd15ku_BVR0" title="LonelyGirl">LonelyGirl</a>, aquela garota aborrescente cheia de problemas com o namorado e os pais, concorre ao prêmio de melhor série. Para os desavisados, a LonelyGirl foi uma jogada publicitária e não uma adolescente real.</p><p>Também está presente a impagável série &#8220;<a
href="http://youtube.com/watch?v=B8H29jU8Wrs" title="Will it Blend?">Will it Blend?</a>&#8221; que já destruiu iPods, pilhas, celulares e tudo mais dentro de um aparelho de liquidificador. Sem falar da famosa <a
href="http://youtube.com/watch?v=ARHyRI9_NB4" title="Terranaomi">Terranaomi</a>, aquela cantora que despontou no YouTube, concorrendo a melhor música. Ou ainda o desenho mais interessante de todos, o <a
href="http://youtube.com/watch?v=sdUUx5FdySs" title="Kiwi">Kiwi</a>, aquele pássaro que só pra&#8230; bom, não vou contar o final.</p><h3> Sabedoria das Multidões</h3><p>O mais divertido de tudo isso é a votação pelos usuários, dentro do esperado para um site que segue a proposta colaborativa. O resultado será definido pela <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Wisdom_of_Crowds" title="sabedoria das multidões">sabedoria das multidões</a>. Se tivesse sido assim no Oscar de verdade, o filme &#8220;Os Infiltrados&#8221; não teria ganho o prêmio máximo da Academia. A participação do usuário na criação de conteúdo está mudando muitas coisas. <a
href="http://www.tnow.com.br/internet/youtube-premia-os-melhores-videos-de-2006/" title="O Oscar que se cuide!">O Oscar que se cuide!</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/youtube-awards-o-oscar-20/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>8</slash:comments> </item> <item><title>Em defesa da inovação</title><link>http://techbits.com.br/2007/em-defesa-da-inovacao/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/em-defesa-da-inovacao/#comments</comments> <pubDate>Wed, 14 Mar 2007 00:17:06 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[era-da-informação]]></category> <category><![CDATA[inovação]]></category> <category><![CDATA[paradigma]]></category> <category><![CDATA[viacom]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/em-defesa-da-inovacao/</guid> <description><![CDATA[A notícia está por toda a blogosfera e mídia tradicional: a Viacom está processando o YouTube em 1 bilhão de dólares. A Viacom tem todo direito sobre suas propriedades intelectuais e deve ganhar dinheiro com isso, não há dúvidas. Mas isso só mostra uma coisa que me preocupa mais do que o valor pedido no [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/ideias.jpg" title="[grandes idéias]" alt="[grandes idéias]" />A notícia está por toda a blogosfera e mídia tradicional: a <a
href="http://www.diogoazevedo.com/2007/03/viacom-quer-1-bilhao-do-google/" title="Viacom está processando o YouTube">Viacom está processando o YouTube</a> em 1 bilhão de dólares. A Viacom tem todo direito sobre suas propriedades intelectuais e deve ganhar dinheiro com isso, não há dúvidas. Mas isso só mostra uma coisa que me preocupa mais do que o valor pedido no processo: empresas inovadoras como o Google acabam sofrendo as conseqüências de serem as primeiras a se arriscarem em um novo modelo de negócios. Ok, você vai dizer que quem criou o YouTube não foi o Google. Sim, mas várias outras unidades de negócios da gigante de buscas sofrem com essa mania de inovação.</p><h3> Paradigmas</h3><p>O mundo está vivenciando uma mudança radical na distribuição de conteúdo. Ninguém quer esperar um ano pra assistir à  série preferida quando alguma TV resolver passar por aqui. Ninguém tem mais tempo pra assitir um programa na televisão na hora que a emissora quer passar. Todos queremos que a busca retorne os melhores resultados, onde quer que essa informação esteja. Pode ser em um livro na biblioteca da esquina ou em algum blog perdido na internet.</p><p>Se uma empresa não consegue acompanhar as inovações e as mudanças rápidas que ocorrem na era da informação, que deixemos a seleção natural de Darwin matá-la. A outra opção seria mudar a forma de trabalhar e inovar também. Mas o que está acontecendo é que esse conservadorismo, essa falta de aceitação que novos modelos de negócio existem, as impede de trilhar o mesmo caminho. Preferem processar ao invés de inovar. Essas estão riscadas dos meus links.</p><h4> Leia também:</h4><ul><li> <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/" title="O LOST e o novo paradigma da distribuição de conteúdo">O LOST e o novo paradigma da distribuição de conteúdo</a></li><li> <a
href="http://techbits.com.br/2007/a-busca-e-a-prateleira-empoeirada/" title="A busca e a prateleira empoeirada">A busca e a prateleira empoeirada</a></li><li><a
href="http://meiobit.com/industria/youtube_o_mark_cuban_estava_certo">YouTube: o Mark Cuban estava certo?</a>, via Meio Bit</li><li><a
href="http://blog.navegantes.org/index.php?title=da_para_penalizar_os_sites_colaborativos&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1">Dá para penalizar os sites colaborativos por seu conteúdo?</a>, via Navegantes blog</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/em-defesa-da-inovacao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>6</slash:comments> </item> <item><title>Joost: revolução na TV?</title><link>http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/#comments</comments> <pubDate>Fri, 09 Feb 2007 18:17:07 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[joost]]></category> <category><![CDATA[p2p]]></category> <category><![CDATA[paradigma]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/</guid> <description><![CDATA[[Atualizado] Lembro-me que antigamente vídeos pela internet eram terrivelmente ruins. Aquelas imagens em movimento com resolução 50 x 30 pixels não ajudavam em nada. Os tempos mudaram e veio o YouTube. Felizmente a tecnologia não pára e recentemente surgiu o Joost, uma forma inovadora de TV via internet. A distribuição de conteúdo se dá por [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/joost.png" title="[Joost] " alt="[Joost] " /><strong>[Atualizado]</strong> Lembro-me que antigamente vídeos pela internet eram terrivelmente ruins. Aquelas imagens em movimento com resolução 50 x 30 pixels não ajudavam em nada. Os tempos mudaram e veio o YouTube. Felizmente a tecnologia não pára e recentemente surgiu o <a
href="http://joost.com/">Joost</a>, uma forma inovadora de TV via internet. A distribuição de conteúdo se dá por P2P (<a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P2P">Peer-to-peer</a>) e o &#8220;sinal&#8221; chega de forma rápida e com boa qualidade. É provável que faça muito sucesso pois tem como criadores os mesmos gênios por trás do <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Skype" class="bbli">Skype<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>. A idéia em si é simples e a implementação, inovadora. Tem tudo para mudar radicalmente a distribuição de conteúdo nos próximos anos e talvez transformar o YouTube em peça de museu.</p><h3>Como o Joost funciona?</h3><p>Primeiro vamos olhar para o YouTube. Lá um vídeo é postado e quando você quer assistí-lo, o &#8220;sinal&#8221; (ou streaming) vem direto dos servidores do YouTube. No ano passado, quando o serviço ficou conhecido do grande público, uma das discussões intermináveis era <a
href="http://belavidabesta.blogspot.com/2006/08/youtube.html">como o YouTube estava pagando suas despesas com gastos de banda</a>, pois os cálculos mostravam números gigantescos. Tempos depois o site foi comprado pela <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Google" class="bbli">Google<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> e esses problemas, minimizados. Mas olhando o funcionamento do YouTube percebemos que quanto mais um vídeo é assistido, mais banda do site é gasta, gerando despesas.</p><p>O Joost (<a
href="http://horizontal.wordpress.com/2007/01/22/125/">ex-Venice Project</a>) adota uma forma diferente, mais eficiente em termos de gastos de banda, dividindo entre seus usuários esta carga. Como? Vem aí a &#8220;mágica&#8221; do P2P. Ao mesmo tempo que um telespectador do Joost recebe e consome megabytes de vídeo, está enviando outros tantos megabytes para os demais usuários. É mais ou menos o mesmo princípio de funcionamento do torrent. Para se ter uma idéia, uma hora de Joost <a
href="http://www.joost.com/blog/2007/01/venice-s-bandwidth-usage.html">consome entre 220 e 425 MB de banda</a>, contando download e upload, dependendo da qualidade do vídeo. É uma quantidade enorme de dados, compensadas com a qualidade relativamente boa da transmissão.</p><h3>Usando o Joost</h3><p>Atualmente estão disponíveis 22 canais contendo 422 programas de TV, o que dá uma média de 19 atrações por canal. A duração de cada programa varia bastante, desde 3 minutos, chegando até quase 90 minutos. Há algumas propagandas, coisa de 2 segundos, só mostrando a logomarca do patrocinador. A transição entre um programa e outro demora alguns segundos, típico de transmissões digitais.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/joost_telas.jpg" title="[Telas do Joost] " alt="[Telas do Joost] " class="floatTL" /></p><p>A variedade de assuntos vai de documentários, clipes musicais, desenhos, esportes com carros, mais clipes e desenhos&#8230; Por estar em teste beta, a variedade não é o forte. Creio que seja possível gastar umas 48h direto assistindo a todos os programas seqüencialmente, mas está longe do ideal. É bem provável que quando lançado oficialmente muito mais conteúdo esteja disponível.<img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/joost_plugin.jpg" title="[Plugin Joost] " alt="[Plugin Joost] " class="floatTL" /></p><h3>O futuro da TV</h3><p>Certamente o futuro da TV não está no VHF ou UHF. Nem na TV à  cabo. Tudo será transportado pela internet. Problemas antes insolúveis como os gastos com banda acharam uma solução. A multidão pede programas via internet, vide o sucesso do YouTube e de downloads do Lost nas redes de bittorrent. Talvez o Joost represente <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">a revolução que a TV necessita</a>, uma quebra de paradigmas, sei lá. Vamos aguardar para assistir.</p><h3>Requisitos mínimos</h3><p>Seguindo sugestão do <a
href="http://sergioflima.pro.br/blog/blogs">Sérgio Lima</a> (comentário #6, abaixo), acrescento os <a
href="http://www.joostfan.com/2007/02/01/joost-system-requirements/">requisitos mínimos</a> de hardware. Por enquanto só funciona na plataforma <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:Windows software" class="bbli">Windows<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>. Mac e Linux estão em desenvolvimento.</p><ul><li>Windows XP SP2</li><li>Pentium 4, 1GHz, 512 MB RAM</li><li>Placa de Vídeo com 32 MB e que suporte DirectX 9.0c</li><li>500 MB livres no HD</li><li>Banda Larga de 1 Mbit/s de download e 512 kbit/s de upload</li></ul><h3></h3><h4>Leia mais em:</h4><ul><li><a
href="http://mvmr.wordpress.com/2007/01/30/joost-seu-tv-agora-e-no-pc/">Joost: Sua TV agora é no PC</a>, via <a
href="http://mvmr.wordpress.com/">Mundo Virtual Mundo Real</a></li><li><a
href="http://www.tnow.com.br/negocios/joost-sera-o-mais-novo-rival-das-emissoras-de-televisao/">Joost será o mais novo rival das emissoras de televisão</a>, via <a
href="http://www.tnow.com.br">TNow</a></li><li><a
href="http://www.nerdgames.net/blog/conheca-melhor-como-funciona-o-joost/">Conheça melhor como funciona o Joost</a>, via <a
href="http://www.nerdgames.net">NerdGames</a></li><li><a
href="http://www.undergoogle.com/blog/2007/02/google-descarta-tv-na-web-para-alegria.html">Google descarta TV na web, para alegria das operadoras</a>, via <a
href="http://www.undergoogle.com/blog/">UnderGoogle</a></li><li><a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/">TV e YouTube: diametralmente opostos</a>, via Techbits</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>468</slash:comments> </item> <item><title>Orkut em evolução</title><link>http://techbits.com.br/2007/orkut-em-evolucao/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/orkut-em-evolucao/#comments</comments> <pubDate>Wed, 31 Jan 2007 15:17:26 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[claro]]></category> <category><![CDATA[gtalk]]></category> <category><![CDATA[integração]]></category> <category><![CDATA[orkut]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <category><![CDATA[sms]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/orkut-em-evolucao/</guid> <description><![CDATA[Não costumo falar muito bem do Orkut aqui no Techbits, mas vou abrir uma exceção. Antes abandonado ao bel prazer de seus usuários, a Google resolveu recentemente investir na maior rede social brasileira (58% dos usuários são brasileiros). O serviço só faz sucesso no Brasil e em alguns poucos países perdidos ao redor do globo. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/orkut.png" title="[orkut] " alt="[orkut] " />Não costumo falar muito bem do Orkut aqui no Techbits, mas vou abrir uma exceção. Antes abandonado ao bel prazer de seus usuários, a Google resolveu recentemente investir na maior rede social brasileira (58% dos usuários são brasileiros). O serviço só faz sucesso no Brasil e em alguns poucos países perdidos ao redor do globo. Nos EUA o Orkut é praticamente irrelevante. Isso nunca estimulou a empresa de Mountain View a investir seriamente no site. Mas tudo mudou e novos recursos foram adicionados nos últimos tempos como Gtalk, SMS e finalmente o YouTube.</p><h3>GTalk: fim do MSN?</h3><p>Claro, estou exagerando. Mas com a <a
href="http://jacquelinelafloufa.wordpress.com/2006/11/13/integrando-orkut-e-gtalk-adeus-msn/">inclusão do Gtalk no Orkut</a> creio que muitos começaram a usar e conhecer o serviço. O GTalk saiu do ostracismo e passou a fazer parte de uma massa de curiosos que passam o dia inteiro pendurados na rede social. Mas ninguém vai substituir o MSN pois lá é possível mandar aquelas mensagens bonitinhas, cheias de recursos (perceberam o sarcasmo aqui?).</p><h3>SMS: olha a conta do celular!</h3><p>A Claro passou a oferecer dias atrás a possibilidade de recebimento e envio de scraps por SMS. O serviço é cobrado nas duas direções e, como o orkutianos não sabem o que é e-mail,  e trocam todo tipo de mensagem via scrap, <a
href="http://www.meiobit.com/orkut_celulares_parceria_do_demo">quem arquitetou esse serviço deveria ser condecorado</a> por conseguir aumentar substancialmente a receita de SMS da operadora.</p><h3>YouTube</h3><p>Agora é possível usar o <a
href="http://www.doufer.com.br/2007/01/31/orkut-com-videos-do-youtube/">YouTube para deixar um vídeo no seu perfil do Orkut</a>, o que é muito interessante e mostra o interesse da <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Google livro" class="bbli">Google<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> na integração de seus serviços. Só espero que os usuários tenham bom senso e não façam vídeos no estilo &#8220;Nem Big, Nem Brother&#8221;, dos candidatos a quase famosos do Big Brother Brasil (sim, isso é pra atrair paraquedistas).</p><h3>Orkut, 3 anos</h3><p>Segundo o blog de Guerrilha, ontem <a
href="http://www.blogdeguerrilha.com.br/archives/2007/01/parabens_ao_orkut_e_a_quem_faz.php">o Orkut fez 3 anos</a>. Parabéns! No texto, além de falar um pouco de estatísticas da rede social, o blog de Guerrilha fala sobre o preconceito que empresas tem em fazer campanhas dentro do Orkut. Só pra registrar, lembrem-se que recentemente uma <a
href="http://brazilbusiness.biz/2007/01/15/comunidade-brasileira-eu-amo-floripa-e-vendida-no-orkut/">comunidade virtual foi comprada para promover Florianópolis</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/orkut-em-evolucao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>TV e YouTube: diametralmente opostos</title><link>http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/#comments</comments> <pubDate>Wed, 10 Jan 2007 22:17:34 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[venice-project]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/</guid> <description><![CDATA[Os últimos dias foram agitados e o assunto do momento foi o YouTube e aquela modelo que estragou sua imagem completamente. Mas quais os motivos para YouTube fazer tanto sucesso? Rede social? Vídeos engraçados? Tapa na Pantera? Não, nada disso. A razão do sucesso é que o YouTube é diametralmente oposto ao que chamamos de [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/youtube.png" alt="[YouTube] " title="[YouTube] " />Os últimos dias foram agitados e o assunto do momento foi o <a
href="http://techbits.com.br/2007/cicatube-a-novela/">YouTube e aquela modelo que estragou sua imagem completamente</a>. Mas quais os motivos para YouTube fazer tanto sucesso? Rede social? Vídeos engraçados? Tapa na Pantera? Não, nada disso. A razão do sucesso é que o YouTube é diametralmente oposto ao que chamamos de TV convencional. A única semelhança é que ambos passam vídeos. Fora isso, há uma explicação para o sucesso deste site de vídeos: <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">a Cauda Longa</a>.</p><h3>Como funciona a TV convencional?</h3><p>Horários fixos na grade de programação. Programas e assuntos definidos pelo editor. Falta de disponibilidade do telespectador. O primeiro problema pode ser resolvido com aparelhos de gravação (DVD e DVR&#8230; tem um tal de VHS, mas alguém se lembra o que é isto?). O segundo problema é menor na TV a cabo, mas ainda assim conta com variedade pequena. O terceiro só pode ser resolvido se o telespectador puder controlar quando quer ver um programa. Concluindo, a TV convencional restringe por  horários fixos, variedade de programação e disponibilidade de tempo do telespectador.</p><h3>E como funciona o YouTube?</h3><p>É exatamente o inverso da TV convencional. Não há restrições de disponibilidade de tempo (você assiste quando quer) e, em relação à  variedade, praticamente encontra-se de tudo, exceto coisas proibidas pelos termos de uso. Ficamos livres para escolher o conteúdo que queremos, na hora que desejarmos.</p><p>Dito tudo isso, chegamos à  conclusão que o YouTube é a Cauda Longa dos vídeos. Variedade quase infinita (leia <a
href="http://lulileslie.com/blog/?p=287">os problemas das escolhas ilimitadas</a> no blog da <a
href="http://lulileslie.com/">Lulileslie</a>) e  nichos com assuntos muito específicos. Também há a possibilidade de busca do conteúdo através de tags (folksonomia), e mais recentemente <a
href="http://techbits.com.br/2007/podzinger-a-busca-que-faltava-ao-youtube/">busca dentro dos vídeos pela linguagem falada</a>. E na TV convencional, nada disso é possível. Só assistir como o Homer faz, e nada mais. Não é à  toa que o YouTube faça tanto sucesso e já substitui a TV convencional em certas faixas etárias.</p><h3>The Venice Project</h3><p>Bom, o suprassumo da distribuição de conteúdo será o <a
href="http://www.theveniceproject.com/">The Venice Project</a> (<a
href="http://www.techcrunch.com/2006/12/21/venice-project-details-and-screen-shots/">info aqui</a>). Trata-se de uma <em>startup</em> criada pelos fundadores do Skype (lembrem, eles venderam o Skype para o e-Bay por cerca de US$ 2 Bi) que vai revolucionar o vídeo. Com lançamento oficial previsto para ainda este ano, será algo estrondoso, que mudará os fundamentos da indústria de entretenimento. Baseia-se em <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P2P">P2P</a> para distribuir conteúdo de forma rápida e legalizada. Aqui no Techbits recebi um convite para ser beta-tester. Agradeço ao <a
href="http://teseeantitese.wordpress.com">José Moreno do Tese e Antítese</a> pelo convite. Farei os devidos testes e em breve escrevo sobre minhas impressões. Enquanto isso, <a
href="http://techbits.com.br/2007/esqueca-o-youtube-vamos-de-metacafe/">esqueçam o Metacafe, voltemos ao YouTube</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>17</slash:comments> </item> <item><title>Esqueça o YouTube, vamos de Metacafe</title><link>http://techbits.com.br/2007/esqueca-o-youtube-vamos-de-metacafe/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/esqueca-o-youtube-vamos-de-metacafe/#comments</comments> <pubDate>Tue, 09 Jan 2007 05:17:03 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cicatube]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[metacafe]]></category> <category><![CDATA[venice-project]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/esqueca-o-youtube-vamos-de-metacafe/</guid> <description><![CDATA[O YouTube já era. Brasil Telecom, Telefonica, Embratel, todo mundo foi intimado a bloquear o site que faz parte do novo paradigma da distribuição de conteúdo. Talvez neste exato momento o embargo CicaTube esteja em pleno vigor e o YouTube simplesmente não exista para nós brasileiros, fora do ar. Claro, há meios de burlar (1, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/metacafe.gif" title="[Metacafe] " alt="[Metacafe] " />O <a
href="http://youtube.com/">YouTube</a> já era. Brasil Telecom, Telefonica, Embratel, todo mundo foi intimado a bloquear o site que faz parte do novo paradigma da distribuição de conteúdo. Talvez neste exato momento o <a
href="http://techbits.com.br/2007/cicatube-a-novela/">embargo CicaTube</a> esteja em pleno vigor e o<a
href="http://www.meiobit.com/vergonha"> YouTube simplesmente não exista para nós brasileiros</a>, fora do ar. Claro, há meios de burlar (<a
href="http://tecnoblog.net/archives/como-acessar-o-youtube.php">1</a>, <a
href="http://br-linux.org/linux/bloqueio-como-acessar-youtube-censurado">2</a>, <a
href="http://blog.navegantes.org/index.php?title=acessar_youtube_sem_modificar_o_dns_ou_a&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1">3</a>, <a
href="http://www.ofimdavarzea.com/2007/01/07/acesse-o-youtube-em-1-clique/">4</a>, <a
href="http://futilidadepublica.semjuizo.com/09/01/2007/youtube-cicarelli-e-justica/">5</a>, etc&#8230;) essa restrição, mas dá trabalho. Portanto, esqueça o YouTube. Pelo menos por enquanto. Daqui a alguns dias é possível que essa liminar bloqueando a melhor rede social de vídeos da internet caia e tudo volte ao normal, sem antes levar a <a
href="http://www.boicoteacicarelli.com/">Cicarelli ao ostracismo</a>. Bem vindo, <a
href="http://www.metacafe.com/">Metacafe</a>!</p><p><strong> [atualização]:</strong> <a
href="http://www.meiobit.com/comunicacao_digital/desembargador_determina_liberacao_do_youtube">O embargo CicaTube foi suspenso</a>. Voltemos ao YouTube!</p><h3>Metacafe</h3><p>Ok, o nome não é tão legal quanto o do YouTube. Mas o <a
href="http://www.metacafe.com/">Metacafe</a> é um site de vídeos respeitável. Pouco conhecido dos brasileiros, tem aparecido por aí, na blogosfera internacional. Talvez não tenha o mesmo gigantesco conteúdo do YouTube, não tenha a mesma grande comunidade, não tenha várias coisas que estamos acostumados, mas vamos dar uma chance. É uma aposta forte em <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:filmadora digital" class="bbli">vídeos<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>, a grande nova mania da internet. Assim como o YouTube, está enquadrada na chamada <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Web_2">web 2.0</a>, usa <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">conceitos de Cauda Longa</a>, permite a colocação de vídeos em sites e blogs alheios. Ok, ok, não tem o cacife do Google por trás, mas o YouTube quando surgiu também não tinha.</p><p><strong>[atualização]:</strong> bem lembrado pelo <a
href="http://futilidadepublica.semjuizo.com/">Rafael Silva do Futilidade Pública</a>, o Metacafe paga aos diretores de vídeos postados conforme a quantidade de visualizações. <a
href="http://www.metacafe.com/producer_rewards/">20 mil acessos equivalem a 100 dólares</a>.</p><h3>Outras opções</h3><p>Existem outras opções para vídeo na internet. Uma delas, do próprio Google, o <a
href="http://video.google.com/">Google Vídeo</a>. Há também opções pagas como o <a
href="http://www.guba.com/">Guba</a>, ou ainda o <a
href="http://bolt.com/">Bolt</a> e o <a
href="http://grouper.com/">Grouper</a>. Resta apenas saber quem, dentre essas opções substuirá o YouTube se caso CicaTube mostrar mesmo que a China é aqui. Mas de que adianta tudo isso se daqui a meio ano o YouTube da vez vai ser o <a
href="http://www.bernabauer.com/the-venice-project-tv-p2p/">The Venice Project</a>?</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/esqueca-o-youtube-vamos-de-metacafe/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>16</slash:comments> </item> <item><title>CicaTube, a novela</title><link>http://techbits.com.br/2007/cicatube-a-novela/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/cicatube-a-novela/#comments</comments> <pubDate>Sun, 07 Jan 2007 16:17:34 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[bloqueio]]></category> <category><![CDATA[brasil-telecom]]></category> <category><![CDATA[cicarelli]]></category> <category><![CDATA[cicatube]]></category> <category><![CDATA[telecom]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/cicatube-a-novela/</guid> <description><![CDATA[[Várias atualizações, 7 no total] Sinceramente não queria entrar na polêmica do barraco-Cicarelli. Mas agora fui obrigado. Há relatos por toda blogosfera (e também em portais) de que a operadora Brasil Telecom está bloqueando o acesso ao YouTube. De duas, uma: ou a empresa está acatando uma ordem judicial que já foi derrubada, ou está [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/cicatube.jpg" title="[CicaTube, a novela] " alt="[CicaTube, a novela] " class="floatTL" /><strong>[Várias atualizações, 7 no total]</strong> Sinceramente não queria entrar na polêmica do barraco-Cicarelli. Mas agora fui obrigado. <a
href="http://www.undergoogle.com/blog/2007/01/usurios-da-brasil-telecom-esto-sem-o.html">Há relatos por toda blogosfera</a> (e também em <a
href="http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI1334056-EI4802,00.html">portais</a>) de que a operadora Brasil Telecom <a
href="http://www.meiobit.com/o_video_da_cicarelli_pode_fechar_o_youtube">está bloqueando o acesso ao YouTube</a>. De duas, uma: ou a empresa está acatando uma ordem judicial que já foi derrubada, ou está se aproveitando da ingenuidade alheia para diminuir o seu gasto de banda (dizem que bloqueando o YouTube a rede de dados fica bem mais livre), justificando com a primeira hipótese. Uma coisa é certa: os políticos, a justiça e a Daniela Cicarelli não fazem idéia do que seja a internet. Na visão deles, tudo não passa de <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-internet-e-uma-serie-de-tubos/">uma série de tubos</a>.</p><p><strong>[atualização em 8/1/7]</strong>: confirmado pela Garota Sem Fio de que <a
href="http://www.odontopalm.com.br/gsf/arquivo/2007/01/confirmado_bloq.html">trata-se de uma ordem judicial</a>.</p><p><strong>[atualização em 9/1/7]</strong>: Justiça usa bom senso e <a
href="http://www.meiobit.com/comunicacao_digital/desembargador_determina_liberacao_do_youtube">suspende bloqueio ao YouTube</a>.</p><h3>Vídeo da Cicarelli Transando</h3><p>Você, incauto internauta, que caiu aqui procurando o vídeo da Cicarelli transando no mar, não vai achar. Não há link algum para o vídeo da Cicarrelli. <strong>Aliás, se você é leitor assíduo deste blog, pule este parágrafo</strong>. Vou ficar repetindo aqui que ninguém vai encontrar o vídeo da Cicareli através desta página. Mesmo por quê eu não sei o link para o vídeo da Cicarelle. Mas pode ter certeza que vi o vídeo da Cicarrelli. E sim, no vídeo da Cicareli ela está transando. Não há dúvidas disso, assista o vídeo da Sicarelli para comprovar isso. Mas o vídeo da Sicarrelli não será encontrado aqui&#8230; já disse isso, né? Mas vou repetir pra você não ter dúvidas: o vídeo da Sicareli não está nos links deste site. Acho que o &#8220;vídeo da Cicarele&#8221; é a expressão que usei com mais freqüência em toda história do Techbits. Boa sorte para encontrar o vídeo da Daniela Sicarreli.</p><h3>A China é aqui</h3><p>Primeiro, não dá pra <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:ética internet livro" class="bbli">bloquear<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> o acesso ao YouTube. Mesmo que a Brasil Telecom tenha feito isso de propósito, já há na internet dezenas de sites dedicados a <a
href="http://br-linux.org/linux/bloqueio-como-acessar-youtube-censurado">explicar como burlar tal bloqueio</a> (outro <a
href="http://blog.navegantes.org/index.php?title=acessar_youtube_sem_modificar_o_dns_ou_a&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1">aqui</a>, e <a
href="http://www.ofimdavarzea.com/2007/01/07/acesse-o-youtube-em-1-clique/">aqui</a>). Esse bloqueio do YouTube chega ao extremo do absurdo. A China, reconhecidamente autoritária no que se refere à  internet, diria que o Brasil não está &#8220;fazendo feio&#8221;. Aplaudiriam, até. Fora que blogs de direito estão dizendo que <a
href="http://direitoetrabalho.blogspot.com/2007/01/bloqueio-do-sitio-do-youtube-pela.html">isso é ilegal</a>.</p><p>A nossa querida <a
href="http://www.odontopalm.com.br/gsf/arquivo/2007/01/exclusivo_brasi.html">Bia Kunze, a Garota Sem Fio</a>, diretamente de Curitiba e usuária da Brasil Telecom confirmou &#8220;in loco&#8221; o bloqueio. Além disso conseguiu falar com alguém da empresa e tirou a seguinte declaração:</p><blockquote><p>O pessoal da Brasil Telecom, que antes desconhecia o bloqueio, agora me confirma: eles estão cientes do não-acesso específico ao site YouTube. Contudo eles não têm mais dados a passar e pedem que aguardem uma nota oficial. A empresa deverá se pronunciar a respeito.</p></blockquote><p>O Cardoso, do Contraditorium, <a
href="http://www.contraditorium.com/2007/01/06/dani-parabns-de-hype-agora-voc-meme/">conseguiu provar de uma vez por todas que a atitude da Dani</a> (ele é íntimo, a viu transando&#8230; mas não sei se posso dizer o mesmo da <a
href="http://www.contraditorium.com/">Luciana Vendramini</a>) foi benéfica a ela, já que o assunto estava morrendo e ela reacendeu o pavio, tornando-se um <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Meme">meme</a>, uma idéia com vida própria que viverá pela eternidade nos recantos obscuros da web. Se a Dani queria acabar de vez com essa história, conseguiu exatamente o oposto. Bocão, você realmente sabe fazer <a
href="http://www.blogdeguerrilha.com.br/">marketing de guerrilha</a>.</p><p><strong>[atualização 1]</strong>: leiam também o excelente post do <a
href="http://www.solonbro.com/">Solon</a> sobre o assunto, mostrando que talvez os blogs tenham exagerado desta vez: <a
href="http://www.solonbro.com/?p=173">os blogueiros hiperbólicos</a></p><p><strong>[atualização 2]</strong>: <a
href="http://www.cbncuritiba.com.br/index.php?pag=noticia&amp;id_noticia=7730&amp;id_menu=136&amp;PHPSESSID=d18da5f11fc369d8544b802791b9ec06">Bia Kunze comenta na rádio CBN de Curitiba</a> sobre o caso CicaTube. Aúdio de aprox. 4 minutos.</p><p><strong>[atualização 3]</strong>: Gráfico de humor e texto ensinado geografia e globalização com base no caso CicaTube: <a
href="http://novo-mundo.org/log/2007/01/08/globalizacao-aprenda-com-o-video-da-cicarele/">GLOBALIZAÇÃO: Aprenda com o vídeo da cicarele!</a></p><p><strong>[atualização 4]</strong>: <a
href="http://www.arcanjo.org/">Rafael Arcanjo</a> ligou para a BrT durante a vigência do bloqueio e <a
href="http://www.arcanjo.org/blog/youtube-bloqueado-na-brasil-telecom-reclame-com-o-google/">a atendente mandou ligar para o Google</a>. Tsc, tsc&#8230; Coisa de tele-atendimento&#8230;</p><p><strong>[atualização 5]</strong>: Vídeo com Marcelo Madureira (Casseta e, segundo o vídeo, engenheiro), de humor, <a
href="http://video.google.com/videoplay?docid=-3186661158043161140">calculando o valor de cada foda da Cicarelli com o Ronaldo</a>. Gráficos, equaçoes e tudo mais. Hilário!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/cicatube-a-novela/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>28</slash:comments> </item> <item><title>Podzinger: a busca que faltava ao YouTube</title><link>http://techbits.com.br/2007/podzinger-a-busca-que-faltava-ao-youtube/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/podzinger-a-busca-que-faltava-ao-youtube/#comments</comments> <pubDate>Fri, 05 Jan 2007 14:17:51 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[busca]]></category> <category><![CDATA[cicarelli]]></category> <category><![CDATA[hack]]></category> <category><![CDATA[podzinger]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/podzinger-a-busca-que-faltava-ao-youtube/</guid> <description><![CDATA[Um dos serviços web mais impressionantes voltados para os podcasts é o Podzinger. A busca por textos é relativamente simples. Vá ao Google e comprove. Pesquisar imagens, vídeos ou áudio é um pouco mais complicado. O advento das tags facilitou esse trabalho, mas é longe do ideal. O que o Podzinger faz é traduzir a [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/podzingertube.png" title="[Podzinger Tube]" alt="[Podzinger Tube]" class="floatTL"/>Um dos serviços web mais impressionantes voltados para os podcasts é o <a
href="http://www.podzinger.com">Podzinger</a>. A busca por textos é relativamente simples. Vá ao Google e comprove. Pesquisar imagens, vídeos ou áudio é um pouco mais complicado. <a
href="http://www.revolucao.etc.br/archives/folksonomia-e-a-maneira-com-que-nos-colocamos-ordem-nas-coisas/">O advento das tags facilitou esse trabalho</a>, mas é longe do ideal. O que o Podzinger faz é traduzir a linguagem falada para a linguagem escrita. Transforma podcasts (audio) em textos, tudo automático. Tecnologia de ponta. Agora adicionaram o YouTube à  sua base de dados. Se funcionar a contendo, é simplesmente impressionante.</p><h3>Hack para funcionar no Brasil</h3><p>Tentei usar o Podzinger mas é necessário um hack para a busca no YouTube funcionar no Brasil. Por algum bug interno, se o sistema detecta que o navegador é em português, não acha nada. Faça o seguinte:</p><ol><li>Entre no <a
href="http://www.podzinger.com/">Podzinger</a> e faça uma pesquisa na aba YouTube. O resultado será uma página de erro;</li><li>Altere a última parte da URL de: <strong><span
class="ped">&amp;</span>il=pt<span
class="ped">&amp;</span>col=pt-all-youtube-ep</strong> para <strong><span
class="ped">&amp;</span>il=en<span
class="ped">&amp;</span>col=en-all-youtube-ep</strong></li><li>Pronto! O que fizemos foi &#8220;enganar&#8221; o Podzinger dizendo que nosso navegador é em inglês, trocando o <strong>pt</strong> por <strong>en</strong>;</li><li>O resultado da pesquisa por &#8220;<a
href="http://www.podzinger.com/results.jsp?q=series+of+tubes&amp;sort=rel&amp;start=0&amp;num=10&amp;col=en-all-youtube-ep&amp;filter=1&amp;scol=youtube&amp;il=en">series of tubes</a>&#8221; &#8211; homenagem à <a
href="http://www.solonbro.com/?p=171">justiça brasileira que não sabe o que é internet</a> e quer fechar o YouTube &#8211; pode ser visto no screenshot abaixo:</li></ol><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/podzinger_series_of_tubes%20copy.png" title="[Podzinger Series of Tubes] " alt="[Podzinger Series of Tubes] " class="floatTL"/></p><h3>A Busca como o centro da web</h3><p><a
href="http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-busca/">Uma das coisas mais importantes da web é, sem dúvida alguma, a busca</a>. Antes tínhamos prateleiras empoeiradas com os livros, os vídeos, as músicas. Hoje existe a busca e tudo está ao alcance de algumas tecladas. A busca pela linguagem falada é complexa. Não é a mesma coisa que indexar simples textos. O Podzinger existe para mudar tudo isso. Apostaria até que deve ser adquirida por alguma gigante da internet em breve.</p><p>Já fiz muitas buscas no Podzinger. Ouço vários podcasts, ou seja, muita informação. Como escrevo um blog sobre tecnologia às vezes lembro que ouvi tal coisa no podcast <a
href="http://www.grc.com/securitynow">Security Now!</a>, por exemplo. Mas não lembro o episódio. Podzinger nele! Só torço para a <a
href="http://www.bernabauer.com/cicarelli-vai-tirar-youtube-do-ar-atraves-do-tj-sp/">Cicarelli não querer fechar</a> o Podzinger também por causa de uns gemidos <strike>perdidos</strike> transcritos&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/podzinger-a-busca-que-faltava-ao-youtube/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>Finalmente alguém processa o YouTube</title><link>http://techbits.com.br/2006/finalmente-alguem-processa-o-youtube/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/finalmente-alguem-processa-o-youtube/#comments</comments> <pubDate>Thu, 02 Nov 2006 04:17:17 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[ddos]]></category> <category><![CDATA[domínios]]></category> <category><![CDATA[processo]]></category> <category><![CDATA[utube]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/finalmente-alguem-processa-o-youtube/</guid> <description><![CDATA[Música de fundo, trechos de filmes ou programas de TV. Todos sabem que no YouTube boa parte do material publicado pelos usuários fere de alguma forma direitos autorais. Mas até agora ninguém processou o site por causa disso. Muito pelo contrário, as empresas de mídia e conteúdo fecharam acordos com o YouTube para não ficar [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/youtube.png" title="[YouTube] " alt="[YouTube] "/>Música de fundo, trechos de filmes ou programas de TV. Todos sabem que no YouTube boa parte do material publicado pelos usuários fere de alguma forma direitos autorais. Mas até agora <a
href="http://techbits.com.br/2006/ninguem-vai-processar-o-youtube/">ninguém processou</a> o site por causa disso. Muito pelo contrário, as empresas de mídia e conteúdo fecharam acordos com o YouTube para não ficar de fora do hit do momento. Só que finalmente alguém resolveu  processar o YouTube e, surpreendentemente, não é por causa de direitos autorais.</p><p><strong>[atualização em 8/1/7]</strong>: leia também sobre o <a
href="http://techbits.com.br/2007/cicatube-a-novela/">YouTube e o caso Cicarelli</a></p><h3>UTube.com</h3><p>A Universal Tube é uma empresa que fabrica tubos, canos e outros equipamentos, cujo site <a
href="http://utube.com">UTube.com</a> está recebendo uma quantidade enorme de visitantes que o confundem com o seu quase homônimo e ligeiramente mais famoso <a
href="http://youtube.com">YouTube.com</a>. A empresa tem 22 anos de mercado e seu site está no ar desde 1994. Mas desde a <a
href="http://techbits.com.br/2006/confirmado-google-compra-youtube-por-us-165-bilhao/">venda do YouTube para o Google</a>, constantemente o UTube.com fica fora do ar devido à  quantidade enorme de acessos em uma espécie de <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DDoS">DDoS</a> involuntário por parte dos internautas.<br
/> <img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/utube.png" title="[utube.com] " alt="[utube.com] " class="floatTL"/>Só pra ter uma idéia antes recebiam 1500 visitantes únicos por mês. <a
href="http://mashable.com/2006/11/01/breaking-utube-sues-youtube/">Agora esse número subiu para 2 milhões</a>. É o sonho de qualquer site mas uma verdadeira dor de cabeça para uma empresa que negocia basicamente pela internet e está perdendo clientes com um site fora do ar. A Universal Tube diz que já teve que mudar de servidor 5 vezes e que o custo com o tráfego aumentou 100 vezes.</p><p>No processo a UTube.com exige que o YouTube mude de nome para evitar ser confundido com fabricante de canos. Também deve aproveitar para tirar uns trocados do site famoso.</p><h3>YouTube e os vídeos fora do ar</h3><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/comedycentral.gif" alt="[Comedy Central] " title="[Comedy Central] " />Mesmo antes da venda para o Google, o YouTube já retirava vídeos com material ilegal do seu site. Bastava os donos do conteúdo solicitarem. Eu já havia me deparado com uma mensagem informando que determinado vídeo não estava disponível por problemas de direito autoral. Mas isso nunca foi notícia&#8230; pelo menos antes da venda.</p><p>Agora, qualquer vídeo retirado vira notícia. Tivemos o caso dos vídeos de canais de TV japoneses retirados do ar que <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20061020-8038.html">gerou especulações sobre o começo do fim do YouTube</a>. E mais recentemente vídeos do Comedy Central, canal humorístico da TV americana que também saíram do ar e foram parar nas manchetes por toda a web. Neste último caso um acordo fez <a
href="http://www.diogoazevedo.com/2006/11/comedy-central-de-volta-ao-youtube/">tudo voltar à  normalidade</a>.</p><p>Torço para que todos os vídeos continuem no YouTube e que essa seja a <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">revolução que nós consumidores desejamos</a> quando se fala de distribuição de conteúdo.</p><p><strong>[atualização em 8/1/7]</strong>: leia também sobre o <a
href="http://techbits.com.br/2007/cicatube-a-novela/">YouTube e o caso Cicarelli</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/finalmente-alguem-processa-o-youtube/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>18</slash:comments> </item> <item><title>Ninguém vai processar o YouTube?</title><link>http://techbits.com.br/2006/ninguem-vai-processar-o-youtube/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/ninguem-vai-processar-o-youtube/#comments</comments> <pubDate>Wed, 18 Oct 2006 20:17:44 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[bolt]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[grouper]]></category> <category><![CDATA[processo]]></category> <category><![CDATA[universal]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/ninguem-vai-processar-o-youtube/</guid> <description><![CDATA[A história que todos esperavam ver essa semana era alguma grande empresa de mídia processando o YouTube. Afinal, após sua compra pelo Google, deve haver dinheiro em caixa. Mas isso não aconteceu e parece que não acontecerá. Por outro lado, a Universal Music abriu processo contra dois sites pouco conhecidos de compartilhamento de vídeos: Grouper [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
title="[Universal Tube Bolt Grouper]  " alt="[Universal Tube Bolt Grouper]  " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/universaltubeboltgrouper.gif" />A história que todos esperavam ver essa semana era alguma grande empresa de mídia processando o YouTube. Afinal, <a
href="http://techbits.com.br/2006/confirmado-google-compra-youtube-por-us-165-bilhao/">após sua compra pelo Google</a>, deve haver dinheiro em caixa. Mas isso não aconteceu e parece que não acontecerá. Por outro lado, <a
href="http://mashable.com/2006/10/17/universal-music-sues-grouper-and-boltcom-youtube-escapes/">a Universal Music abriu processo</a> contra dois sites pouco conhecidos de compartilhamento de vídeos: <a
href="http://grouper.com/">Grouper</a> e <a
href="http://bolt.com">Bolt</a>. Seria isso uma forma de pressionar por acordos?</p><h3>Os acordos do YouTube</h3><p>No mesmo dia que foi vendido o YouTube anunciou <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20061009-7935.html">uma série de acordos com a indústria de mídia</a>. Esse foi um sinal de que as negociações estavam caminhando muito bem e que uma solução para o problema dos direitos autorais está a caminho. Antes disso havia sempre a ameaça de processo, principalmente por parte da Universal, mas isso nunca aconteceu. Foi uma forma de pressionar o YouTube a ficar de olho em material postado ilegalmente. De qualquer forma o site sempre tirou vídeos do ar quando foi solicitado.</p><h3>Grouper e Bolt.com</h3><p>Aparentemente tanto o Grouper quanto o Bolt <a
href="http://www.techcrunch.com/2006/10/17/universal-music-files-suit-against-grouper-boltcom/">viraram bode expiatório</a>. Há outros sites de compartilhamento de vídeos nos mesmos moldes deles e que não tiveram problemas. São eles o <a
href="http://www.guba.com">Guba</a> e o <a
href="http://www.metacafe.com">Metacafe</a>, só pra ficar em dois exemplos. O fato é que nenhum desses sites estimula o conteúdo ilegal, mas qualquer serviço de compartilhamento de vídeos que tenha um público mínimo enfrenta problemas de uploads de material que infringe direitos autorais.</p><p>É complicado controlar a multidão. Enquanto isso o YouTube se safa com muito dinheiro no bolso e bons advogados do Google de plantão&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/ninguem-vai-processar-o-youtube/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>Confirmado: Google compra YouTube por US$ 1,65 bilhão</title><link>http://techbits.com.br/2006/confirmado-google-compra-youtube-por-us-165-bilhao/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/confirmado-google-compra-youtube-por-us-165-bilhao/#comments</comments> <pubDate>Mon, 09 Oct 2006 21:17:26 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[compra]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/confirmado-google-compra-youtube-por-us-165-bilhao/</guid> <description><![CDATA[Na sexta-feira isso era apenas um forte rumor. Alguns até duvidaram dizendo que a fonte do rumor era um blog. Mas era verdade. O Google acaba de anunciar aquisição do YouTube. As notícias do dia já mostravam essa tendência. Pela manhã tanto o Google quanto o YouTube anunciaram separadamente uma série de parcerias com a [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
alt="[GoogTube] " title="[GoogTube] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googtube.png" />Na sexta-feira isso era apenas <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-google-vai-dominar-o-mundo/">um forte rumor</a>. Alguns até duvidaram dizendo que a fonte do rumor era um blog. Mas era verdade. <a
href="http://www.techcrunch.com/2006/10/09/google-has-acquired-youtube/">O Google acaba de anunciar aquisição do YouTube</a>. As notícias do dia já mostravam essa tendência. Pela manhã tanto o Google quanto o YouTube anunciaram separadamente uma série de parcerias com a indústria de filmes, músicas e entretenimento. E finalmente aconteceu.</p><h3>Direitos Autorais</h3><p>Um dos grandes problemas que críticos apontavam para uma possível aquisição do YouTube era a questão dos direitos autorais. A maioria dos vídeos do site tinham de alguma forma conteúdo ilegal, seja pela música de fundo, seja por trechos de filmes ou programas de TV. Parte disso foi resolvida hoje com os <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20061009-7935.html">acordos do YouTube com a Sony BMG, Universal e CBS</a>. Os conteúdos delas estarão disponíveis no YouTube de segundo acordo selado pouco antes nesta segunda.</p><h3>Google vs. Yahoo</h3><p>O Techcrunch, o mesmo blog que propagou na sexta-feira os rumores de compra do YouTube pelo Google, informa que o Yahoo! esteve até o último momento dando seus lances para aquisição do maior site de vídeos do mundo. Perdeu para o Google que resolveu bancar US$ 1,65 bilhão.</p><h3>Google Vídeo e YouTube</h3><p>O Google já havia lançado no começo deste ano o Google Vídeo, exatamente para concorrer com o YouTube. As notícias de hoje evidenciavam que algo estava ocorrendo. Tanto o Google Vídeo quanto o YouTube anunciaram parcerias similares em termos de conteúdo. Horas depois foi feito o anúncio da compra. Por enquanto o YouTube continuará como operação separada do Google Vídeo.</p><p>É interessante notar que o YouTube, <em>startup</em> que iniciou suas operações em 2005, não tinha até o momento uma forma de gerar receitas consistentes. Exatamente como era a <em>startup</em> Google anos atrás. A história se repete e provavelmente será de muito sucesso.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/confirmado-google-compra-youtube-por-us-165-bilhao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>8</slash:comments> </item> <item><title>O Google vai dominar o mundo&#8230;</title><link>http://techbits.com.br/2006/o-google-vai-dominar-o-mundo/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/o-google-vai-dominar-o-mundo/#comments</comments> <pubDate>Fri, 06 Oct 2006 21:17:36 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[compra]]></category> <category><![CDATA[direitos-autorais]]></category> <category><![CDATA[dont-be-evil]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[rumor]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/o-google-vai-dominar-o-mundo/</guid> <description><![CDATA[Os rumores mais quentes indicam que o Google pretende comprar o YouTube. Pelo menos é isso que está pipocando pela web nesta sexta-feira. O crescimento surpreendente do Google desde seu surgimento, há 8 anos, é motivo de previsões bem humoradas de fusões, aquisições e domínio dos mercados. Se realmente os rumores se concretizarem, só uma [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
alt="[Google Tube] " title="[Google Tube] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googtube.png" />Os rumores mais quentes indicam que o Google pretende comprar o YouTube. Pelo menos é isso que está pipocando pela web nesta sexta-feira. O crescimento surpreendente do Google desde seu surgimento, há 8 anos, é motivo de previsões bem humoradas de fusões, aquisições e domínio dos mercados. Se realmente os rumores se concretizarem, só uma coisa: <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Don%27t_be_evil">don&#8217;t be evil</a>.</p><h3>GoogTube (Google + YouTube)</h3><p>O TechCrunch, blog voltado para discussão da web 2.0, colocou lenha na fogueira ao dizer que, conversando com empreendedores de capital de risco, <a
href="http://www.techcrunch.com/2006/10/06/completely-unsubstantiated-googleyoutube-rumor/">há indícios do interesse do Google na aquisição do YouTube</a>. Mark Cuban, um investidor bilionário <em>pontocom</em> e que dedica parte de seu tempo a um blog que analisa tecnologia, diz que <a
href="http://news.com.com/2100-1026_3-6121034.html">só um idiota compraria o YouTube</a>. Lista os problemas com direitos autorais e gastos com banda, entre outros. Analistas dizem que se alguém comprar o YouTube, e tirar todo o material que de alguma forma fere direitos autorais, o site ficará sem graça.</p><h3>Gapple (Google + Apple)</h3><p>Virou esporte criar nomes para possíveis associações do Google. Um desses nomes surgiu há pouco mais de um mês quando a Apple anunciou que Eric Schimidt, CEO da Google, <a
href="http://blogs.zdnet.com/Google/?p=310">passaria a integrar o conselho administrativo da empresa da maçã</a>.</p><h3>Googlezon (Google + Amazon)</h3><p><img
alt="[Googlezon] " title="[Googlezon] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googlezon.jpg" />No final de 2004 um vídeo divertido foi divulgado na internet prevendo várias coisas. Entre elas estava a fusão do Google com a Amazon e o fim dos jornais de papel como conhecemos. Assista: EPIC 2014 e 2015 (<a
href="http://epic.makingithappen.co.uk/">original em inglês</a> | <a
href="http://www.youtube.com/watch?v=U2LcBmoE6Ws">dublado para o português</a>)</p><h3>Don&#8217;t Be Evil</h3><p>O grande problema para o Google é crescer e continuar com boa fama. Episódios recentes mostram conflitos com o seu lema interno. <a
href="http://www.ft.com/cms/s/79c01658-8e10-11da-8fda-0000779e2340.html">Aceitaram as condições do governo chinês</a> para atuar naquele mercado (Yahoo! e Microsoft já tinham aceitado as mesmas condições antes), evitam a todo custo <a
href="http://www.estadao.com.br/tecnologia/internet/noticias/2006/set/29/88.htm">colaborar com a justiça brasileira no caso do orkut</a> (parece que o problema está no MP que não sabe fazer as requisições corretas), negaram ao governo americano <a
href="http://www.theregister.co.uk/2006/01/31/google_subpoena_us_government/">o acesso a dados aleatórios e anônimos de buscas</a> feitas por seus usuários.</p><p>O primeiro caso envolve um tipo de censura. <a
href="http://googleblog.blogspot.com/2006/01/google-in-china.html">O Google diz</a> que é melhor os chineses terem acesso a algumas informações do que a nenhuma. Os outros dois casos envolvem a privacidade. E como já disse, <a
href="http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-privacidade/">defendo a privacidade</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/o-google-vai-dominar-o-mundo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>7</slash:comments> </item> <item><title>YouTube: vale US$ 1,5 bilhão?</title><link>http://techbits.com.br/2006/youtube-vale-us-15-bilhao/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/youtube-vale-us-15-bilhao/#comments</comments> <pubDate>Thu, 21 Sep 2006 18:17:36 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[direitos-autorais]]></category> <category><![CDATA[monetizar]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/youtube-vale-us-15-bilhao/</guid> <description><![CDATA[Se você acabou de cair na Terra e nunca ouviu falar do YouTube, pare de ler imediatamente e vá visitar o site. O YouTube é um sucesso. Já passaram por lá Vanucci, Ronaldinho, a novela Páginas da Vida e mais recentemente Cicarelli (*). O grande problema que muitos apontam é que o site, com um [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/youtube.gif" alt="[YouTube] " title="[YouTube] " />Se você acabou de cair na Terra e nunca ouviu falar do <a
href="http://youtube.com">YouTube</a>, pare de ler imediatamente e vá visitar o site. O YouTube é um sucesso. Já passaram por lá <a
href="http://youtube.com/watch?v=kKQAAAmPhtQ">Vanucci</a>, <a
href="http://youtube.com/watch?v=i_hJaSQ5n2o">Ronaldinho</a>, a novela <a
href="http://youtube.com/watch?v=7KxrdNmhMDw">Páginas da Vida</a> e mais recentemente Cicarelli (*). O grande problema que muitos apontam é que o site, com um tráfego imenso, não tem receita suficiente para pagar por seu uso de banda. E o dinheiro recebido de <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Venture_capital">capital de risco</a> no final de 2005, está acabando. Mas isso está para ser resolvido. O NY Post de hoje traz uma matéria que informa que o <a
href="http://www.nypost.com/business/youtubes_got_a_fat_idea_of_itself_business_sam_gustin.htm">valor de venda do site seria de US$ 1,5 bilhão</a>&#8230; e há interessados.</p><h3>100 milhões de vídeos por dia</h3><p>Em julho o YouTube transmitia <a
href="http://news.bbc.co.uk/1/hi/technology/5186618.stm">100 milhões de vídeos por dia</a>. Recentemente estatísticas mostraram que o YouTube já havia passado quase <a
href="http://www.techconsumer.com/2006/08/30/youtube-stats-revealed-total-viewing-time-9305-years/">10 mil anos de vídeos</a>. Essa grande visitação é um ponto forte para a venda do site que poderia ser explorado com anúncios. Hoje há anúncios do Google Adsense. O ideal seria colocar propaganda nos vídeos. Mas como boa parte do material do YouTube infringe leis de direitos autorais (90% segundo estimativas), colocar anúncios dessa forma exige primeiro <a
href="http://www.techcrunch.com/2006/09/21/youtubes-magic-number-15-billion/">regularizar a situação dos vídeos</a>.</p><h3>YouTube com os dias contados</h3><p>Mais polêmico, o blogger Mark Cuban diz que o <a
href="http://www.blogmaverick.com/2006/09/17/the-coming-dramatic-decline-of-youtube/">YouTube está fadado ao fracasso</a>. Aponta duas evidências: primeiro pergunta &#8220;por que usar minha largura de banda para vídeos se posso obter isso de graça?&#8221;. Blogs, sites, emails, qualquer coisa que aceite códigos <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Html">HTML</a> pode ter um vídeo do YouTube sem usar a própria banda. Uma verdadeira torneira aberta que joga custos lá no alto.</p><p>O segundo motivo é o problema de vídeos <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20060716-7273.html">que infringem leis de direitos autorais</a>. O YouTube retira do ar material postado irregularmente após solicitação dos detentores dos direitos legais. Mas por enquanto a maioria das empresas de mídia parece não se preocupar com isso (<a
href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2006/09/15/idgnoticia.2006-09-15.4957464181/IDGNoticia_view">exceto a Universal</a>). Estão esperando para ver no que vai dar. O Google mostrou que a busca aumenta o interesse (e os lucros). Talvez o YouTube prove o mesmo para os vídeos.</p><p>O ValleyWag aponta que o YouTube encontra-se em uma encruzilhada: debatendo o recente acordo do site com a Warner para distribuição de conteúdo, diz &#8220;<a
href="http://www.valleywag.com/tech/youtube/feature-why-youtubes-best-deal-will-be-its-death-201378.php">este acordo é a mudança do YouTube do &#8216;nós adoramos nossos usuários&#8217; para o &#8216;putz, precisamos ter lucro&#8217;</a> &#8220;.</p><h3>O YouTube, a Busca, e a Cauda Longa</h3><p>O sucesso do YouTube está ligado a dois fatores presentes nas organizações de maior sucesso da internet: A <a
href="http://battellemedia.com/">Busca</a> e a <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a>. Por busca entende-se a facilidade de achar vídeos interessantes no site que são <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tag_%28metadata%29">taguizados</a>, característica da web semântica e web 2.0. Quando se trata da Cauda Longa podemos dizer que há mercado para todo tipo de conteúdo e que o barateamento da distribuição permitida pelo YouTube, juntamente com o poder da busca, cria esse que é um dos mais recentes sucessos da web.</p><h4>Leia também:</h4><h3><a
href="http://techbits.com.br/%20Confirmado:%20Google%20compra%20YouTube%20por%20US$%201,65%20bilh%E3o">Confirmado: Google compra YouTube por US$ 1,65 bilhão</a></h3><p><small>(*) fora do ar no YouTube, mas disponível por aí pela internet&#8230;</small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/youtube-vale-us-15-bilhao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> </channel> </rss>
