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> <channel><title>Techbits &#187; web-2.0</title> <atom:link href="http://techbits.com.br/tudo-sobre/web-20/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://techbits.com.br</link> <description>O Techbits é um blog voltado para discussão de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, segurança e negócios.</description> <lastBuildDate>Thu, 06 Oct 2011 05:55:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>OpenSocial + Facebook + Web 2.0 vs. Desktop, o fim de uma era</title><link>http://techbits.com.br/2007/opensocial-facebook-web-20-vs-desktop-o-fim-de-uma-era/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/opensocial-facebook-web-20-vs-desktop-o-fim-de-uma-era/#comments</comments> <pubDate>Mon, 05 Nov 2007 15:42:18 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[desktop]]></category> <category><![CDATA[facebook]]></category> <category><![CDATA[opensocial]]></category> <category><![CDATA[paradigma]]></category> <category><![CDATA[ria]]></category> <category><![CDATA[tendência]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/opensocial-facebook-web-20-vs-desktop-o-fim-de-uma-era/</guid> <description><![CDATA[Na semana passada uma revolução aconteceu, fiz um preview, mas errei um pouco o que deveria ter entendido na ocasião. O que está em jogo com o OpenSocial é o fim da era desktop e a ascensão da web como plataforma. Ok, você já deve ter lido isso aqui e em outros lugares várias vezes, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/geek-garbage-flickr.jpg" alt="[Geek Garbage, via Flickr] " />Na semana passada uma revolução aconteceu, <a
href="http://techbits.com.br/2007/o-melhor-mesmo-e-agregar/" title="fiz um preview" id="fwg3">fiz um preview</a>, mas errei um pouco o que deveria ter entendido na ocasião. O que está em jogo com o <a
href="http://tomas.wordpress.com/2007/11/03/opensocial-desvelado/">OpenSocial</a> é o fim da era desktop e a ascensão da web como plataforma. Ok, você já deve ter lido isso aqui e em outros lugares várias vezes, está cansado de profetizarem os softwares on-line, mas esse movimento da Google, objetivando a criação de uma plataforma de web services aberta, é uma aposta gigante em tudo isso que estamos ouvindo desde que inventaram o termo web 2.0.</p><p>O Ajax &#8211; eu sei, tudo tecnologia velha, rearranjada de uma maneira diferente &#8211; o SilverLight, o Adobe Flex, todas essas formas de desenvolver <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rich_Internet_Application" title="Rich Internet Applications" id="x6lr">Rich Internet Applications</a> estão na luta para tentar dominar a nova era. Hoje tanto faz o sistema operacional que você roda em sua máquina. Linux, <a
href="http://meiobit.com/apple/leopard_sucesso_de_duas_milh_es_de_c_pias" title="MacOS com o novíssimo Leopard" id="n3dh">MacOS com o novíssimo mega sucesso Leopard</a>, Windows Vista ou XP ou mais antigo&#8230; Que se dane o sistema operacional, <a
href="http://techbits.com.br/2007/o-pc-e-um-acessorio-do-firefox/" title="o PC é um acessório do Firefox" id="u4z3">o PC é um acessório do Firefox</a>. Tudo que precisamos é um navegador web, uma janela para as aplicações on-line, um browser decente.</p><p>A minha preocupação agora é tentar descobrir qual será a nova quebra de paradigma &#8211; <a
href="http://faxinar.marcogomes.com/" title="desculpa aí, Faxinar" id="xoi1">desculpa aí, Faxinar</a> &#8211; a mudar o mundo da tecnologia. E não é a web como plataforma, isso já está virando lugar comum. A IBM teve sua época, a Microsoft também. O Google domina essa era, mas está pra surgir a nova empresa que vai assustar e ao mesmo tempo causar admiração em todos, e deixar a gigante deMontain View para trás. Não, não estou falando da <a
href="http://www.brpoint.net/arquivo/adsense/bolha-do-adsense.html" title="bolha do Adsense" id="g_oc">bolha do Adsense</a>. Estamos na era da web. Qual será a próxima? <a
href="http://www.downloadsquad.com/2007/11/04/microsoft-launches-google-gears-competitor/" title="Web off-line?" id="ohkd">Web off-line?</a> Mobile? <a
href="http://www.news.com/8301-13579_3-9810358-37.html?part=rss&amp;subj=news&amp;tag=2547-1_3-0-20" title="Cadê o Google Phone?" id="v829">Cadê o Google Phone?</a></p><p><small>(*) foto deste post, <a
href="http://flickr.com/photos/jeko/199644438/">via Flickr</a></small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/opensocial-facebook-web-20-vs-desktop-o-fim-de-uma-era/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>10</slash:comments> </item> <item><title>O poder do consumidor 2.0</title><link>http://techbits.com.br/2007/o-poder-do-consumidor-20/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/o-poder-do-consumidor-20/#comments</comments> <pubDate>Sun, 14 Oct 2007 15:49:03 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[blog-corporativo]]></category> <category><![CDATA[blogs]]></category> <category><![CDATA[consumidor 2.0]]></category> <category><![CDATA[época negócios]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/o-poder-do-consumidor-20/</guid> <description><![CDATA[Este é um quase-ego-post, pule se preferir. Enquanto existe aquela polêmica de qual blogueira irá sair em uma revista (Playboy), um blogueiro saiu em outra revista, no caso a Época Negócios. Fui &#8220;entrevistado&#8221; (foto acima) para uma matéria que estavam fazendo sobre &#8220;O Poder do consumidor no mundo digital&#8220;. A reportagem tem cerca de 20 [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:blogosfera" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/techbits-na-epoca-negocios.jpg" alt="[Techbits na Época Negócios] " title="[Techbits na Época Negócios] " class="floatTL" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>Este é um quase-ego-post, pule se preferir. Enquanto existe aquela polêmica de qual <a
href="http://www.interney.net/blogs/enloucrescendo/2007/09/26/quem_quer_dinheiro/" id="uog0" title="blogueira irá sair em uma revista">blogueira irá sair em uma revista</a> (Playboy), um blogueiro saiu em outra revista, no caso a Época Negócios. Fui &#8220;entrevistado&#8221; (foto acima) para uma matéria que estavam fazendo sobre &#8220;<a
href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG79423-8382-8-1,00.html" id="ze2v" title="O Poder do consumidor no mundo digital">O Poder do consumidor no mundo digital</a>&#8220;. A reportagem tem cerca de 20 páginas e conta também com a presença de outra blogueira, a Patrícia Müller, do <a
href="http://www.sinestesia.co.uk/blog/" id="ftap" title="Sinestesia">Sinestesia</a>.</p><p>O texto é interessante, vale a leitura. O objetivo é abrir para o leitor da publicação &#8211; executivos e pessoas interessadas em negócios &#8211; esse mundo novo que é a web colaborativa, redes sociais, blogs, que se convencionou chamar de web 2.0. Aquele personagem polêmico, o <a
href="http://www.interney.net/?p=9759807" id="zo5-" title="Andrew QUEM?">Andrew QUEM?</a>, autor do &#8220;The Cult of Amateur&#8221;, crítico feroz de toda essa <a
href="http://idgnow.uol.com.br/internet/blog_dos_blogs/archive/2007/10/05/to-bolha-or-not-to-bolha/" id="bp:_" title="bolha 2.0">bolha 2.0</a>, tem também seu espaço.</p><p>O caso Estadão é citado algumas vezes. O Rodrigo Lara Mesquita, acionista do jornal, figura na reportagem devido ao <a
href="http://www.peabirus.com.br/redes/form/post?topico_id=5619" id="wkbn" title="seu texto pró-blogueiros">seu texto pró-blogueiros</a> publicado na <a
href="http://www.peabirus.com.br/" id="ttoi" title="Peabirus">Peabirus</a>, sua <em>startup</em>. Outro caso discutido é o do Boticário, que entrou em contato com uma consumidora-blogueira, a Patrícia, <a
href="http://www.sinestesia.co.uk/blog/?p=613">depois dela ter postado</a> sobre uma linha de produtos que só era vendida em uma certa época do ano. Também fala-se da <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:Microsoft software" class="bbli">Microsoft<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>, que <a
href="http://techbits.com.br/2007/microsoft-blogueiros-sao-importantes/">convidou blogueiros</a> para uma aproximação meses atrás.</p><p>Lá quase no final da matéria, a Época traz um guia para executivos se aventurarem no mundo dos blogs. <a
href="http://www.meiobit.com/blogging/conduzindo_um_blog_corporativo" id="jm_w" title="Nada de press-releases, nada de marketing gratuito">Nada de press-releases, nada de marketing gratuito</a>. A conclusão é seja honesto e transparente, interaja com os leitores-consumidores e torne-se um executivo-blogueiro respeitado. As vendas agradecem.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/o-poder-do-consumidor-20/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>43</slash:comments> </item> <item><title>Facebook é a nova web 2.0?</title><link>http://techbits.com.br/2007/facebook-e-a-nova-web-20/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/facebook-e-a-nova-web-20/#comments</comments> <pubDate>Tue, 25 Sep 2007 18:58:54 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[facebook]]></category> <category><![CDATA[plataforma]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <category><![CDATA[software-on-line]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/facebook-e-a-nova-web-20/</guid> <description><![CDATA[Já faz um tempo que estou colecionando artigos sobre o Facebook. Meu interesse surgiu em Maio deste ano quando essa rede social lançou sua plataforma de aplicativos web. O hype ao redor do Facebook que já era grande só tem crescido desde então. O serviço já foi alvo de vários rumores de aquisições e agora [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/facebook.png" alt="[Facebook] " />Já faz um tempo que estou colecionando artigos sobre o <a
href="http://facebook.com" id="ii7b" title="Facebook">Facebook</a>. Meu interesse surgiu em Maio deste ano quando essa rede social lançou sua plataforma de aplicativos web. O hype ao redor do Facebook que já era grande só tem crescido desde então. O serviço já foi alvo de vários rumores de aquisições e agora dizem que <a
href="http://valleywag.com/tech/deals/facebook-now-worth-15-billion-303111.php" id="zym0" title="vale até 15 bilhões de dólares">vale até 15 bilhões de dólares</a> após possíveis conversas com a Microsoft. A grande vantagem do Facebook &#8211; e talvez ao mesmo tempo sua desvantagem &#8211; é que as aplicações web estão todas dentro de um mesmo site. A desvantagem ocorreria no caso de pessoas não usarem seu aplicativo por ele estar preso dentro de outro site.</p><p>Andando pelos aplicativos descobri que alguns que eu já conhecia fora do Facebook rodam também dentro da plataforma. Um exemplo é o <a
href="http://picnik.com" id="nyp0" title="PicNik">PicNik</a>, editor de imagens on-line bastante útil e que já foi usado várias vezes para formatar imagens a serem exibidas no Techbits. Outro é o <a
href="http://stumbleupon.com" id="z7r." title="Stumbleupon">Stumbleupon</a>, serviço de recomendação de sites baseados em suas preferências de navegação. Não vasculhei muito mais do que isso pois a interface de busca e o método de adicionar uma aplicação ao seu Facebook são um tanto complicados, ou seja, são necessários muitos cliques para pouca ação&#8230; Talvez por isso a MS queira comprar sua participação na plataforma&#8230; De qualquer forma a Cynara do MundoTecno compilou uma <a
href="http://mundotecno.blogsome.com/2007/09/20/os-melhores-aplicativos-para-o-facebook/" id="pq99" title="lista dos melhores aplicativos do Facebook">lista  dos melhores aplicativos do Facebook</a>.</p><p>A grande sacada é que agora podemos desenvolver aplicativos web que terão muita visibilidade dentro da plataforma Facebook. Se for algo que realmente chame a atenção <a
href="http://www.readwriteweb.com/archives/bay_partners_appfactory_facebook_seed_fund.php" id="o3nd" title="é possível até conseguir investimentos de VC">é possível até conseguir investimentos de VC</a> para portar seu aplicativo para fora do sistema e começar uma startup. A visibilidade resolve um dos grandes problemas para a maioria dos serviços web 2.0 que surgem todos os dias: a falta de usuários. Será então o Facebook a nova plataforma?</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/facebook-e-a-nova-web-20/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>12</slash:comments> </item> <item><title>Aplicações web nacionais em competição internacional</title><link>http://techbits.com.br/2007/aplicacoes-web-nacionais-em-competicao-internacional/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/aplicacoes-web-nacionais-em-competicao-internacional/#comments</comments> <pubDate>Wed, 19 Sep 2007 06:27:07 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[pagestackr]]></category> <category><![CDATA[rails-rumble]]></category> <category><![CDATA[ruby-on-rails]]></category> <category><![CDATA[software-on-line]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/aplicacoes-web-nacionais-em-competicao-internacional/</guid> <description><![CDATA[A linguagem da moda para criação de aplicativos web é com certeza o Ruby on Rails. Dias atrás aconteceu uma competição de programação chamada Rails Rumble na qual equipes tinham que criar, do zero, uma aplicação web em Rails no prazo de 48h. Algumas equipes brasileiras participaram e entre elas uma está se destacando nesta [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/railsrumble.png" title="[Rails Rumble] " alt="[Rails Rumble] " />A linguagem da moda para criação de aplicativos web é com certeza o Ruby on Rails. Dias atrás aconteceu uma competição de programação chamada <a
href="http://railsrumble.com" id="saqe" title="Rails Rumble">Rails Rumble</a> na qual equipes tinham que criar, do zero, uma aplicação web em Rails no prazo de 48h. Algumas equipes brasileiras participaram e entre elas uma está se destacando nesta fase final, que é a da votação do público, em primeiro lugar! Só o fato de termos desenvolvedores brasileiros criando aplicações web (2.0) já é algo para comemorar. Mas uma equipe brasileira recebendo o primeiro prêmio seria ótimo para mercado tupiniquim.</p><h3>Pagestackr</h3><p>O <a
href="http://pagestackr.com/" id="phja" title="Pagestackr">Pagestackr</a> é um serviço de bookmark social no estilo do delicious, com um grande diferencial. Ao invés de salvar apenas as tags relacionadas a uma URL, o serviço indexa a página inteira para facilitar uma posterior busca por aquele texto que você leu, mas não lembra que tags usou. Bastante útil para quem tem mais de 2000 links salvos no delicious (é possível importar seus bookmarks) como eu, ou boa parte dos heavy-users do serviço. Foi desenvolvida por <a
href="http://georgeguimaraes.blogspot.com/2007/09/pagestackr-bookmark-inteligente.html" id="be9g" title="George Guimarães">George Guimarães</a>, Mário Nogueira, Hugo Baraúna e Jose Valim, que fazem parte da equipe Area42.</p><p>Dentre as 92 aplicações concorrentes, o Pagestackr está se sobressaindo, chamando a atenção. Desde o dia 14 de Setembro quando foi aberta a votação do público pela melhor aplicação, o Pagestackr tem se mantido entre as primeiras posições, quase sempre em primeiro lugar. Se você gostou e quer ajudar essa aplicação a vencer a competição, <a
href="http://vote.railsrumble.com/teams/71/visit" id="hoif" title="vote aqui">vote aqui</a>.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/pagestackr-screenshot.png" title="[pagestackr] " alt="[pagestackr] " class="floatTL"/></p><h3>Demais aplicações brasileiras</h3><p>O <a
href="http://www.urubatan.com.br/2007/09/13/esta-comecando-a-avaliacao-das-aplicacoes-do-rails-rumble/" id="vzxh" title="Urubatan">Urubatan</a> desenvolveu um sistema chamado <a
href="http://kyourclient.railsrumble.com/" id="np.f" title="Know Your Client">Know Your Client</a> que permite a criação de questionários para serem enviados aos seus clientes, leitores, stakeholders, etc. O diferencial é a análise estatística das respostas. Caso tenha interessado, <a
href="http://kyourclient.vote.railsrumble.com/" id="p0h." title="vote aqui">vote aqui</a>.</p><p>O Nando Vieira do <a
href="http://simplesideias.com.br/rails-rumble-e-as-licoes-aprendidas/" id="i2oe" title="Simples Idéias">Simples Idéias</a> e <a
href="http://spesa.com.br/" id="xnbn" title="Spesa">Spesa</a> desenvolveu o <a
href="http://releasednow.railsrumble.com/" id="pycd" title="ReleasedNow">ReleasedNow</a>. Deveria ser um aplicativo para ficar sabendo dos últimos lançamentos musicais dos seus artistas preferidos, por exemplo, dos cadastrados no seu Last.FM. Mas não consegui testar pois a aplicação estava fora do ar. Talvez tenha voltado quando você estiver lendo este texto. De qualquer forma, <a
href="http://releasednow.vote.railsrumble.com/" id="fmvu" title="vote aqui.">vote aqui</a>.</p><p>O <a
href="http://tudoquequerosaber.com/?p=43" id="s5n_" title="Eduardo Fiorezi">Eduardo Fiorezi</a> criou o interessante (para desenvolvedores) <a
href="http://refactoringgame.railsrumble.com/" id="a5eb" title="Refactoring Game">Refactoring Game</a>. A intenção é usar a colaboração da web para ajudar os outros a criarem códigos Ruby on Rails limpos. Você joga o seu <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Spaghetti_code" id="oix-" title="spaguetti">spaghetti</a> lá na esperança que alguém lhe dê umas dicas de como melhorar. <a
href="http://vote.railsrumble.com/teams/refactoringgame/visit" id="dulw" title="Vote aqui">Vote aqui</a>.</p><p>E finalmente o <a
href="http://www.arthurgeek.net/" id="hak7" title="Arthur Zapparoli">Arthur Zapparoli</a> desenvolveu o <a
href="http://tumbber.railsrumble.com/" id="csec" title="Tumbber">Tumbber</a>, que permite postagens no <a
href="http://www.tumblr.com/" id="zive" title="tumblr">tumblr</a> diretamente do seu mensageiro instantâneo compatível com o Jabber (ex: GTalk). Gostou? <a
href="http://vote.railsrumble.com/teams/tumbber/visit" id="c.ff" title="Vote aqui">Vote aqui</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/aplicacoes-web-nacionais-em-competicao-internacional/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>18</slash:comments> </item> <item><title>Techbits no Digital Age 2.0</title><link>http://techbits.com.br/2007/techbits-no-digital-age-20/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/techbits-no-digital-age-20/#comments</comments> <pubDate>Wed, 08 Aug 2007 16:17:15 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[digital-age-2.0]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[web]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/techbits-no-digital-age-20/</guid> <description><![CDATA[Nesta quinta e sexta acontece em São Paulo o Digital Age 2.0, evento que discutirá as mudanças no negócios on-line. Entre os palestrantes está o John Battelle, que escreveu o ótimo livro &#8220;The Search&#8221; (A Busca), leitura obrigatória para quem quer entender de internet, mercado de buscas e bastidores da Google. Além disso Battelle é [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/digitalage20_gde.png" title="[Digital Age 2.0] " alt="[Digital Age 2.0] " class="floatTL"/>Nesta quinta e sexta acontece em São Paulo o <a
href="http://www.digitalage20.com.br" title="Digital Age 2.0">Digital Age  2.0</a>, evento que discutirá as mudanças no negócios on-line. Entre os  palestrantes está o John Battelle, que escreveu o ótimo livro &#8220;The Search&#8221; (A Busca), leitura obrigatória para quem quer entender de internet, mercado de buscas e bastidores da Google. Além disso Battelle é editor da <a
href="http://www.wired.com/wired/" title="revista Wired">revista Wired</a> e chairman da <a
href="http://www.federatedmedia.net" title="Federated Media">Federated Media</a>. A agenda completa está <a
href="http://www.digitalage20.com.br/agenda" title="disponível aqui">disponível aqui</a>.</p><p>Vou tentar &#8211; não posso prometer &#8211; fazer uma cobertura aqui no Techbits, o mais live-blogging possível. Talvez tente fazer live-blogging estilo Engadget na palestra do Battelle. Será interessante para os leitores do Techbits. Se for este o caso, avisarei por meio de um post o horário de início da apresentação, que será por volta das 11h00 de amanhã (dia 9/8).</p><p>Pra finalizar, agradecimento ao amigo <a
href="http://georgeguimaraes.blogspot.com/">blogueiro e startupeiro George Guimarães</a>, que me avisou do Digital Age e sugeriu que tentasse o credenciamento como imprensa. E fui aceito. Só espero que exista alguma tomada dando sopa por lá. Assim poderei abusar do live-blogging pois não tenho ainda baterias de plutônio.</p><p>obs: descobri que o Manoel Netto do <a
href="http://www.tecnocracia.com.br">Tecnocracia</a> e o <a
href="http://marcogomes.com">Marco Gomes</a> do <a
href="http://boo-box.com">boo-box</a> também estarão por lá. Acompanhem neles e aqui!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/techbits-no-digital-age-20/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>6</slash:comments> </item> <item><title>Google Gears: o primeiro passo para aplicativos web off-line</title><link>http://techbits.com.br/2007/google-gears-o-primeiro-passo-para-aplicativos-web-off-line/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/google-gears-o-primeiro-passo-para-aplicativos-web-off-line/#comments</comments> <pubDate>Mon, 04 Jun 2007 18:17:48 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[gear]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[off-line]]></category> <category><![CDATA[reader]]></category> <category><![CDATA[software-on-line]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <category><![CDATA[web-services]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/google-gears-o-primeiro-passo-para-aplicativos-web-off-line/</guid> <description><![CDATA[Aplicativos web estão se tornando realidade mas têm um grave problema: só são úteis quando estamos conectados à internet. Isso está para mudar e um dos passos foi dado pelo Google na semana passada ao lançar o Gears, uma API que permite criar aplicativos web que funcionam off-line. E o primeiro desses aplicativos já saiu [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/web20.png" title="[Web 2.0 off-line] " alt="[Web 2.0 off-line] " class="floatTL" />Aplicativos web estão se tornando realidade mas têm um grave problema: só são úteis quando estamos conectados à internet. Isso está para mudar e um dos passos foi dado pelo Google na semana passada ao lançar o Gears, uma API que permite criar aplicativos web que funcionam off-line. E o primeiro desses aplicativos já saiu e se materializou no <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Google" class="bbli">Google<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> Reader, permitindo leitura de feeds quando off-line.</p><p>Ao instalarmos o Google Gear em um PC, um servidor local, um banco de dados e um sistema que executa requisições assíncronas entra em operação permitindo que aplicações web compatíveis armazenem informações e rodem off-line. Uma das desvantagens dos aplicativos web está caindo. É provável que muitas pessoas que antes olhavam desconfiadas para softwares on-line passem a testá-los. <a
href="http://www.tnow.com.br/software/google-gears-quer-redefinir-conceito-de-offline/" title="Os limites entre o on-line e o off-line serão extintos">Os limites entre o on-line e o off-line serão extintos</a>.</p><p>Testei o <a
href="http://google.com/reader" title="Google Reader off-line">Google Reader off-line</a> e funcionou muito bem. Ele faz o download dos últimos 2000 textos para seu computador e conseguimos ler tudo off-line. Quando a conexão volta é só apertar um botão e tudo é sincronizado. Fiz inclusive um teste fechando o navegador e abrindo de novo. O Google Reader entra normalmente, off-line, como se etivéssemos conectado. Incrível. O único porém é que as imagens dos posts não são exibidas. Pudera, não dá pra armazena localmente imagens de 2000 textos.</p><p>A grande vantagem de uma aplicação on-line é ser acessível de qualquer lugar que possua acesso à internet. A vantagem do off-line é ser acessível quando não temos a grade rede, mas ficamos presos a uma única máquina. A mistura de ambos os ambientes é uma das barreiras que se precisa atravessar para a ampla utilização de web services.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://code.google.com/apis/gears/architecture.html">Choosing an Offline Application Architecture</a>, via Google Gear API Developer&#8217;s Guide</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/google-gears-o-primeiro-passo-para-aplicativos-web-off-line/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>28</slash:comments> </item> <item><title>O Vale do Silício é aqui</title><link>http://techbits.com.br/2007/o-vale-do-silicio-e-aqui/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/o-vale-do-silicio-e-aqui/#comments</comments> <pubDate>Wed, 14 Mar 2007 20:17:50 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[brasil]]></category> <category><![CDATA[capital-de-risco]]></category> <category><![CDATA[rec6]]></category> <category><![CDATA[startup]]></category> <category><![CDATA[vale-do-silício]]></category> <category><![CDATA[via6]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/o-vale-do-silicio-e-aqui/</guid> <description><![CDATA[Essa notícia é pra comemorar. O Via6, rede social voltado ao mercado corporativo, e o Rec6, site de notícias colaborativas, receberam há cerca de 1 mês um aporte de capital da Confrapar, investidora de capital de risco. Segundo matéria do IDGNow!, o valor do investimento não foi revelado mas trata-se de um dos primeiros investimentos [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/circuito.jpg" alt="[Circuito integrado] " title="[Circuito integrado] " />Essa notícia é pra comemorar. O <a
href="http://www.via6.com/" title="Via6">Via6</a>, rede social voltado ao mercado corporativo, e o <a
href="http://rec6.via6.com/" title="Rec6">Rec6</a>, site de notícias colaborativas, receberam há cerca de 1 mês um aporte de capital da <a
href="http://www.confrapar.com.br/" title="Confrapar">Confrapar</a>, investidora de capital de risco. <a
href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2007/03/14/idgnoticia.2007-03-14.2220324170/IDGNoticia_view" title="Segundo matéria do IDGNow!">Segundo matéria do IDGNow!</a>, o valor do investimento não foi revelado mas trata-se de um dos primeiros investimentos de VC em empreendimentos da web 2.0 brasileira. Aqui no Brasil há investidores de capital de risco, mas em geral colocam seu dinheiro em empresas &#8220;de verdade&#8221;, não virtuais. Será esse aporte um sinal de mudanças no cenário brasileiro?</p><h3> Capital de risco</h3><p>Nos EUA temos o Vale do Silício onde várias empresas de capital de risco investem pesado, esperando retornos extraordinários ou tombos espetaculares. Na média geral ganham um bom dinheiro. O Google surgiu assim e faz parte do grupo dos que deram certo.</p><p>Ultimamente com a moda da web 2.0 inúmeras startups inventam rede social para tudo, <a
href="http://techbits.com.br/2007/scribd-o-youtube-dos-documentos/" title="incluindo aí documentos">incluindo aí documentos</a>. E claro, partem à  procura de um <strike>maluco</strike> investidor para realizarem sua visão. Muitas conseguem, algumas vingam e outra parte é comprada por alguma gigante com bastante dinheiro.</p><p>Talvez no Brasil até exista essa cultura. O problema é a falta de boas idéias ou de boa implementação. Vários serviços se destacam na <a
href="http://lista2.0br.com.br/" title="nuvem de startups tupiniquins">nuvem de startups tupiniquins</a>, alguns deles com idéias muito boas. Resta saber se existem interessados em investir, correr o risco e quem sabe ganhar muito dinheiro com isso.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://desta.ca/pratica/2007/03/15/via-6-o-risco-do-capital-de-risco/">Via 6 | O risco do capital de risco</a>, via desta.ca/ prática</li><li><a
href="http://techbits.com.br/2006/entrevista-com-co-fundador-do-rec6-renato-shirakashi/">Entrevista com co-fundador do Rec6, Renato Shirakashi</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/o-vale-do-silicio-e-aqui/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>23</slash:comments> </item> <item><title>Web 3.0 = 4C + P + PV</title><link>http://techbits.com.br/2007/web-30-4c-p-pv/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/web-30-4c-p-pv/#comments</comments> <pubDate>Fri, 09 Mar 2007 13:17:23 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[contexto]]></category> <category><![CDATA[personalização]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <category><![CDATA[web-3.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/web-30-4c-p-pv/</guid> <description><![CDATA[Já estou ouvindo as pedradas, mas vamos lá. O termo web 2.0 não é o que podemos chamar de unanimidade na blogosfera, imagine então começarmos a falar de web 3.0. E primeira vidraça foi quebrada. O ótimo Read/ Write Web publicou no mês passado um post explicando o que seria essa fórmula do título. Conteúdo, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/web20.png" title="[Web 3.0] " alt="[Web 3.0] " class="floatTL"/><br
/> Já estou ouvindo as pedradas, mas vamos lá. O termo web 2.0 não é o que podemos chamar de unanimidade na blogosfera, imagine então começarmos a falar de web 3.0. E primeira vidraça foi quebrada. O ótimo <a
href="http://www.readwriteweb.com/archives/web_30_4cpvs.php" title="Read/ Write Web publicou no mês passado">Read/ Write Web publicou no mês passado</a> um post explicando o que seria essa fórmula do título.</p><h3>Conteúdo, Comunidade e Comércio</h3><p>A tônica da web 2.0 tem sido conteúdo e comunidade. Está na moda o usuário criar o conteúdo, seja em redes sociais ou blogs. Exemplos de comunidades não faltam: Orkut, YouTube, Flickr, blogosfera&#8230; Todos eles orbitam na chamada web 2.0.</p><p>A web 1.0, anterior ao que temos hoje, era centrada no comércio. Exemplos são a Amazon, E-bay, Submarino&#8230; Todas elas evoluíram de alguma forma para a web 2.0, algumas mais que outras. Já temos então 3Cs.</p><h3>Personalização e Contexto</h3><p>A personalização é algo extremamente complicado. Nem o Google, com sua <a
href="http://www.marketingdebusca.com.br/buscas-podem-prever-o-futuro/" title="base de dados das intenções">base de dados das intenções</a>, consegue trazer resultados personalizados de busca. Por outro lado a empresa de Montain View é craque em exibir anúncios personalizados. Páginas iniciais como o Netvibes ou Pageflakes são tentativas de personalização, mas feita pelo usuário. A <a
href="http://blog.fabioseixas.com.br/archives/2006/11/sabe_programar_ganhe_1_milhao_de_dolares.html" title="Netflix vai dar 1 milhão de dólares">Netflix vai dar 1 milhão de dólares</a> para quem conseguir desenvolver um algoritmo de sugestão de filmes melhor do que existe hoje. A personalização é um diferencial que as empresas podem oferecer neste mundo massificado de hoje (<a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/" title="Cauda Longa">Cauda Longa</a>).</p><p>Junto com isso chega o contexto. Não adianta nada oferecer anúncios de janelas em um site que fala sobre Windows. Os entusiastas da web semântica &#8211; aquela que nós taggeamos a informação com outra informação &#8211; acreditam que todos os desenvolvedores de sites irão, por boa vontade, usar meta-informações em seu código. Esquecem que ainda hoje encontramos sites que não usam CSS, imagina <a
href="http://www.revolucao.etc.br/archives/microformats/" title="microformatos">microformatos</a>. Vai ser difícil fazer as máquinas entenderem o contexto das coisas. Quem sabe com o advento da <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-singularidade-esta-proxima/" title="singularidade">singularidade</a>&#8230;</p><h3> Pesquisa Vertical</h3><p>Esse é um nicho com enorme potencial. Ao invés de ser generalista como um Google ou Yahoo!, a pesquisa vertical foca em um único mercado. O Buscapé é um exemplo disso, com comparação de preços em lojas virtuais. É uma forma de filtro no mar de informações que crescem a largos passos e que atingiram <a
href="http://omundogira.com/2007/03/08/nao-vai-faltar-espaco-no-hd-vai-sobrar-sobrar-tecnologia/" title="161 Hexabytes no ano passado">161 Hexabytes no ano passado</a>.</p><h3> Imagine</h3><p>Bom, aqui vou reproduzir o exemplo retirado diretamente do Read/ Write Web, em inglês:</p><blockquote><ul><li> I am a petite woman, dark skinned, dark haired, brown eyed. I have a distinct personal style, and only certain designers resonate with it (Context).</li><li> I want my personal <a
href="http://www.saks.com/">SAKS Fifth Avenue</a> which carries clothes by those designers, in my size (Commerce).</li><li> I want my personal <a
href="http://www.vogue.com/">Vogue</a>, which covers articles about that Style, those Designers, and other emerging ones like them (Content).</li><li> I want to exchange notes with others of my size-shape-style-psychographic and discover what else looks good. I also want the recommendation system tell me what they’re buying (Community).</li><li> There’s also some basic principles of what looks good based on skin tone, body shape, hair color, eye color … I want the search engine to be able to filter and match based on an algorithm that builds in this knowledge base (Personalization, Vertical Search).</li></ul></blockquote><h3> Web 3.0 não existe</h3><p>Antes que os puristas da web resolvam fazer um ataque DDoS ao Techbits, vamos deixar claro: Web 3.0 não existe, web 2.0 não existe e web 1.0 não existe! Tudo isso foi invenção de alguém sem nada pra dizer e que foi lido e espalhado por pessoas sem nada pra fazer.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/web-30-4c-p-pv/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>10</slash:comments> </item> <item><title>iPhone: softwares direto da web</title><link>http://techbits.com.br/2007/iphone-softwares-direto-da-web/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/iphone-softwares-direto-da-web/#comments</comments> <pubDate>Thu, 25 Jan 2007 15:17:09 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[apple]]></category> <category><![CDATA[críticas]]></category> <category><![CDATA[iphone]]></category> <category><![CDATA[safari]]></category> <category><![CDATA[software-on-line]]></category> <category><![CDATA[web]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/iphone-softwares-direto-da-web/</guid> <description><![CDATA[O título é totalmente clichê, mas imagine a seguinte cena: você é um profissional que necessita de mobilidade, mas está cansado de carregar aquele notebook para cima e para baixo. Tudo que você precisa é acesso ao e-mail, o poder de ver e editar documentos office, e claro, alguns joguinhos pois ninguém é ferro. A [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/maquinaescrever_flickr.png" title="[Escritório móvel] " alt="[Escritório móvel] " />O título é totalmente clichê, mas imagine a seguinte cena: você é um <a
href="http://garotasemfio.com.br/">profissional que necessita de mobilidade</a>, mas está cansado de carregar aquele notebook para cima e para baixo. Tudo que você precisa é acesso ao e-mail, o poder de ver e editar documentos office, e claro, alguns joguinhos pois ninguém é ferro. A solução é: compre um <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-era-dos-smartphones/">smartphone</a> e veja se a solução e-mail/ office atende às suas necessidades. Pretendo mostrar uma visão geral de cada uma das quatro principais plataformas, sem me aprofundar pois necessitaria um artigo para cada uma.</p><h3>PalmOS</h3><p>O <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:palm" class="bbli">PalmOS<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> tem uma boa implementação do Office chamada <a
href="http://www.dataviz.com/products/documentstogo/premium/index.html">Documents To Go</a>, que está na versão 9 e tem suporte para visualização e edição nativas de arquivos Word, Excel e Powerpoint. É também um visualizador de arquivos PDF. Esse software não é fabricado pela Palm mas está presente, em nas versões 7 e 8, em quase todos os PDAs e smartphones da empresa atualmente no mercado. Essa última versão inclui uma tecnologia chamada <em>InTact</em> que conserva todas as características originais dos arquivos como macros e outras formatações mesmo após edição <em>on the go</em>. Ah, macros não funcionam no DocsToGo.</p><p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:Palm" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/sheettogo.png" alt="[Documents To Go] " title="[Documents To Go] " class="floatTL" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>Para email existe o Versamail que já vem com os palms ou o <a
href="http://www.snappermail.com">SnapperMail</a>, software de terceiro. É fácil mandar e receber arquivos e emails, e também dá pra sincronizar com o seu desktop. Atualmente há suporte ao Microsoft Exchange, um dos mais usado pelas empresas. Para mensageiro instantâneo temos o <a
href="http://www.verichat.com/verichat/index.html">Verichat</a>, compatível com as redes MSN, ICQ, Yahoo,  entre outras, comprado a parte.</p><h3>Windows Mobile</h3><p>A versão atual chamada de <a
href="http://www.microsoft.com/windowsmobile/5/InstalledFeatures/mobileOffice.mspx">Office Mobile</a> permite visualização e edição de arquivos Word e Excel. Para apresentações Powerpoint, só visualização. Pelo que apurei (corrijam-me se estiver enganado) não há suporte nativo a PDFs, somente com software de terceiros. O Office Mobile vem em todos os equipamentos Windows Mobile e faz parte do pacote mínimo do sistema operacional.</p><p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:windows mobile" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/excelmobile.png" title="[Office Mobile] " alt="[Office Mobile] " class="floatTL" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>Integrado ao WM5 há uma versão do Outlook para emails que permite sincronia com o desktop e com o <a
href="http://www.microsoft.com/exchange">Exchange</a>. É a melhor integração com o PC com o Windows no mercado, e por isso a escolha quando se trata do mundo corporativo. Para manter os contatos através do mensageiro instantâneo o WM5 também possui um MSN menssenger versão mobile, só compatível com o MSN. Mas quem liga? No Brasil o MSN é o padrão dominante.</p><h3>Symbian</h3><p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Nokia E62" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/nokiae62.jpg" alt="[Nokia E62] " title="[Nokia E62] " /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>As versões mais atuais do Office para <a
href="http://www.symbian.com/">Symbian</a> permitem visulização e edição de arquivos Word, Excel e Powerpoint. Infelizmente parece que as formatações originais são perdidas ao se editar um documento em dispositivos Symbian, mas são de grande ajuda quando é necessário conferir um texto ou uma planilha quando estiver na rua. A intenção dos dispositivos móveis não é substituir o desktop e sim servir como um auxiliar.</p><p>Quanto a email e mensageiro instantâneo é bastante versátil. Várias opções disponíveis tanto do próprio sistema operacional quanto de terceiros, atendendo aos mais diversos gostos.</p><h3>BlackBerry</h3><p>O <a
href="http://www.blackberry.com/">Blackberry</a> é uma ótima opção quando se fala de email. Na verdade grande parte do seu sucesso está relacionado ao <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Push_email"><em>push email</em></a>, tecnologia que faz você receber os emails instantaneamente no momento que eles chegam. <a
href="http://www.link.estadao.com.br/index.cfm?id_conteudo=8053">Sem instalar nada é possível visualizar documentos office mas não editá-los</a>. Há programas que permitem editar arquivos Word e Excel, mas são comprados por fora. Pra falar a verdade foi difícil encontrar informações consistentes sobre office no <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Blackberry" class="bbli">Blackberry<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>. Mas imagino que por ser um sucesso no mundo corporativo tenha suporte a essa facilidade.</p><h3>Conclusão</h3><p>Se você é um profissional móvel que precisa apenas consultar documentos quando longe do desktop, qualquer uma das soluções cumprirá o papel em maior ou menor grau. <a
href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2004/12/22/por-uma-computacao-movel-sensata/">A idéia principal do escritório móvel não é</a> ficar editando longos textos, planilhas ou apresentações. Isso você faz no escritório ou na sua casa. Essas soluções móveis são para consulta rápida para tomada de decisões. Portanto o ideal é usá-las em smartphones pois estes possuem conexão constante com a internet, desde que haja rede celular. PDAs, tanto Windows Mobile quanto PalmOS estão em vias de extinção.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/iphone-softwares-direto-da-web/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>15</slash:comments> </item> <item><title>Web 2.0 não é uma besteira sem tamanho</title><link>http://techbits.com.br/2007/web-20-nao-e-uma-besteira-sem-tamanho/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/web-20-nao-e-uma-besteira-sem-tamanho/#comments</comments> <pubDate>Fri, 19 Jan 2007 16:17:51 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[empreendedorismo]]></category> <category><![CDATA[evolução]]></category> <category><![CDATA[inovação]]></category> <category><![CDATA[paradigma]]></category> <category><![CDATA[tecnologia]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/web-20-nao-e-uma-besteira-sem-tamanho/</guid> <description><![CDATA[A chamada web 2.0 tem seus críticos e adoradores. Os críticos dizem que web 2.0 não significa nada. Provam dizendo que todas as tecnologias usadas já existiam previamente ou ainda que a única diferença para a web 1.0 é a maior quantidade de pessoas acessando a rede. Por sua vez, os entusiastas idolatram serviços na [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
alt="[Web 2.0, fonte: http://hello.eboy.com/eboy/shop/] " title="[Web 2.0, fonte: http://hello.eboy.com/eboy/shop/] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/web20.png" class="floatTL"/>A chamada <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Web_2">web 2.0</a> tem seus críticos e adoradores. Os críticos dizem que web 2.0 não significa nada. Provam dizendo que todas as tecnologias usadas já existiam previamente ou ainda que a única diferença para a web 1.0 é a maior quantidade de pessoas acessando a rede. Por sua vez, os entusiastas idolatram serviços na web, mágicas com <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/AJAX_(programa%C3%A7%C3%A3o)">Ajax</a> e querem tudo on-line. As tecnologias todas realmente já existiam. Mas é necessário aquele estalo de criatividade para compreender, juntá-las e criar todo um novo modelo de negócios.</p><h3>Web 2.0, tecnologias antigas</h3><p>Um texto criticando a web 2.0 no Webinsider, <a
href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/01/18/web-20-e-uma-revolucao-entao-me-deixem-criticar/">&#8220;Web 2.0 é uma revolução? Então me deixem criticar&#8221;</a>, chamou a atenção. É uma leitura interessante, mas a idéia de criticar a web 2.0 não é nova e <a
href="http://www.revolucao.etc.br/archives/web-20-nao-significa-nada-me-desculpe/">já tinha sido feita pelo blog Revolução Etc</a> um ano atrás. A crítica principal do Webinsider é que todas essas tecnologias já existiam.</p><p>Segundo o texto, a colaboração já ocorria nos tempos de <em>newsgroups</em>. Sim, verdade: evoluíram para fóruns, listas de discussão e mais recentemente tomaram conta da internet. Um bom exemplo de colaboração na divulgação de conteúdo são sites como o Digg ou a Wikipédia, coisas bem diferentes de um <em>newsgroup</em>. No mesmo texto fala-se da inteligência coletiva, também chamada de sabedoria das multidões. Diz que isso já existia e cita como exemplo antigo a Amazon que, não por acaso, tornou-se um dos expoentes da chamada web 2.0.</p><p>Discutindo sobre a web como plataforma, as críticas relembram que o <a
href="http://blogs.sun.com/jonathan/entry/the_network_is_the_computer">conceito foi desenvolvido na década de 90</a>. Sim, mas naquela época não era possível a criação de tudo isso pois não existia uma rede forte e rápida como encontramos hoje. Ajax e <a
href="http://techbits.com.br/2006/rss-que-diabos-e-isso/">RSS</a> são tecnologias derivadas de outras que já existiam. Também é verdade, mas foi só recentemente que começaram a ser usadas de forma útil. Propaganda por links patrocinados não foram inventados pelo Google mas foi essa empresa que, desenvolvendo a idéia, tornou esse mercado possível.</p><h3>Idéias sem rumo</h3><p>Certa vez li em um clássico da literatura (seria Machado de Assis?) que uma laranja só passa a existir a partir do momento que alguém a encontra e colhe da árvore. Fazendo uma analogia com as idéias discutidas aqui, pergunto: se já sabíamos que tudo isso existia, por que não fizemos nada para ganhar rios de dinheiro no desenvolvimento da agora chamada web 2.0?</p><p>Uma idéia, um conceito, precisam de um visionário que enxergue além do que os outros. A maioria de nós não possui esta dádiva, e ficamos achando que só porque algo já existia mas era visto de outra forma, o desenvolvimento daqueles conceitos em coisas úteis não valem nada. Pra mim a web 2.0 é alguma coisa, é a realização de uma visão de empreendedores. E também não existe outra <em>buzzword</em> melhor para nos referirmos a essa &#8220;tecnologia&#8221;.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://mugnatto.blogspot.com/2007/01/resposta-ao-texto-do-alex-hubner-sobre.html">A resposta ao texto do Webinsider</a>, por Marco Mugnatto</li><li><a
href="http://brunotorres.net/web-01">Web 0.1 alpha</a>, por Bruno Torres</li><li><a
href="http://blog.elcio.com.br/?p=3082">Web 2.0 pé no chão</a>, via fechaTag</li><li><a
href="http://www.leohackin.com.br/index.php?post=49">Cabeças 2.0</a>, via leohackin 0.1a</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/web-20-nao-e-uma-besteira-sem-tamanho/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>22</slash:comments> </item> <item><title>GoogleOS já existe</title><link>http://techbits.com.br/2006/googleos-ja-existe/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/googleos-ja-existe/#comments</comments> <pubDate>Mon, 11 Dec 2006 18:17:21 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[gmail]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[googleos]]></category> <category><![CDATA[sistema-operacional]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/googleos-ja-existe/</guid> <description><![CDATA[Não é de hoje que dependo mais dos softwares fornecidos pela Google do que aqueles feitos pela Microsoft. Sou um usuário Windows que só usa tal sistema operacional como uma camada para obter os serviços da Google. Ok, ainda instalo programas interessantes no desktop e dependo dele para muitas coisas. Mas tenho notado que boa [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
alt="[Google] " title="[Google] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/google.gif" />Não é de hoje que dependo mais dos softwares fornecidos pela Google do que aqueles feitos pela Microsoft. Sou um usuário Windows que só usa tal sistema operacional como uma camada para obter os serviços da Google. Ok, ainda instalo programas interessantes no desktop e dependo dele para muitas coisas. Mas tenho notado que boa parte do meu uso está dedicada a softwares do Google. Processamento de textos, leitores de RSS, e-mail, busca, calendário&#8230; Agora lançaram mais um serviço útil: o Gmail como cliente de email. Para quem não percebeu o GoogleOS já existe.</p><h3>Gmail ao invés de Outlook</h3><p>Há alguns dias o Gmail passou a oferecer a possibilidade de <a
href="http://www.undergoogle.com/blog/2006/12/contas-externas-no-gmail.html">baixar em sua interface mensagens via POP</a> de outros serviços. Isso não é inovador mas é algo que faltava ao melhor webmail gratuito que existe. Ainda não está disponível para todos mas agora que o Gmail virou cliente POP, pode substituir perfeitamente o Outlook, com uma grande vantagem: e-mail baixado no computador exige manutenção. Explico: quando se troca de PC, de HD, de trabalho, etc&#8230; todos aqueles e-mails e contatos acumulados precisam ser movidos também. Haja trabalho. Com o Gmail agregando todas as suas mensagens, quem precisa do Outlook?</p><h3>GoogleOS</h3><p>Lançar um sistema operacional para ser instalado em computadores não parece uma boa idéia. Já existe por aí há algum tempo o Windows, o MacOs e o Linux para preencher este espaço. Então a grande idéia que sai da onda da web 2.0 é criar um sistema operacional on-line. Você pode dizer que o conceito de sistema operacional não se aplica a um serviço web, mas creio que possa ser expandido para englobar essa modalidade de software. Um webOS não seria exatamente um sistema operacional da forma que conhecemos, mas conteria serviços e softwares úteis que concorrem com as soluções &#8220;verdadeiras&#8221; hoje no mercado.</p><p>Nos últimos dois anos o Google e outras <em>startups</em> têm lançado uma série de serviços intitulados de web 2.0. São softwares on-line que funcionam como alternativas aos softwares instalados em nossas máquinas. A gama de serviços é grande e é possível substituir muitas <a
href="http://techbits.com.br/2006/office-cada-vez-mais-prefiro-o-google-a-microsoft/">aplicações off-line por equivalentes on-line</a>. Nos últimos dois anos a Google lançou, ou comprou, diversos serviços web. Olhando de longe e guardadas as devidas proporções podemos dizer que a união desses serviços é um sistema operacional.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/googleos-ja-existe/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>20</slash:comments> </item> <item><title>O poster da web 2.0</title><link>http://techbits.com.br/2006/o-poster-da-web-20/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/o-poster-da-web-20/#comments</comments> <pubDate>Mon, 04 Dec 2006 08:17:57 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[logotipos]]></category> <category><![CDATA[marcas]]></category> <category><![CDATA[poster]]></category> <category><![CDATA[wally]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/o-poster-da-web-20/</guid> <description><![CDATA[Pra começar a semana se divertindo, nada de textos longos e chatos. Achei no Techcrunch um link para um site russo alemão que vende posters interessantes e entre eles um com vários logos da chamada web 2.0. Ok, alguns vão dizer que web 2.0 não existe, que isso é um nome da moda, etc, etc, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/posterweb20.png" alt="[web 2.0] " title="[web 2.0] " />Pra começar a semana se divertindo, nada de textos longos e chatos. <a
href="http://www.techcrunch.com/2006/12/03/web-20-the-poster/">Achei no Techcrunch um link</a> para um site <strike>russo</strike> alemão que vende posters interessantes e entre eles um com vários logos da chamada <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:web 2.0 livro" class="bbli">web 2.0<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>. Ok, alguns vão dizer que <a
href="http://www.revolucao.etc.br/archives/web-20-nao-significa-nada-me-desculpe/">web 2.0 não existe</a>, que isso é um nome da moda, etc, etc, etc&#8230; De qualquer forma, divirtam-se descobrindo as marcas&#8230; Há mais de 30 logos escondidos, os óbvios são Google, Yahoo!, YouTube e Amazon. Se você não identificar pelo menos mais outros 10 é melhor começar a ler mais sobre esses novos serviços da internet ou ficará para trás. E se você reconhecer todos, até aqueles que ninguém viu, é melhor parar de ler sobre o assunto&#8230;</p><h3>Onde está o Wally?</h3><p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:Onde está o wally livro" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/posterweb20.jpg" alt="[Poster web 2.0] " title="[Poster web 2.0] " class="floatTL" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script></p><h3>Dicas</h3><p>No Flickr <a
href="http://www.flickr.com/photos/orliy1/312853445/">alguém postou todos</a> (ou quase) logos encontrados. Você também pode ir ao <a
href="http://hello.eboy.com/eboy/shop/">site original</a> para ver os outros posters à  venda ou visualizar a imagem acima em <a
href="http://hello.eboy.com/eboy/wp-content/uploads/shop/EBY_FooBar_35t.png">maior resolução</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/o-poster-da-web-20/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>Do you Yahoo?</title><link>http://techbits.com.br/2006/do-you-yahoo/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/do-you-yahoo/#comments</comments> <pubDate>Mon, 20 Nov 2006 16:17:17 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[delicious]]></category> <category><![CDATA[flickr]]></category> <category><![CDATA[negócios]]></category> <category><![CDATA[web]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <category><![CDATA[yahoo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/do-you-yahoo/</guid> <description><![CDATA[O Yahoo! está em crise. Isso todos já sabiam há algum tempo. O novo projeto de propaganda atrasou e os lucros estão diminuido. Mas o buraco é mais embaixo: estão perdidos, não sabem que direção tomar, o que comprar, o que fazer com os diversos serviços conflitantes que possuem. Tudo isso era apenas especulação da [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/yahoo.png" title="[Do you Yahoo!?] " alt="[Do you Yahoo!?] " />O Yahoo! está em crise. Isso todos já sabiam há algum tempo. O novo projeto de propaganda atrasou e os lucros estão diminuido. Mas o buraco é mais embaixo: estão perdidos, não sabem que direção tomar, o que comprar, o que fazer com os diversos serviços conflitantes que possuem. Tudo isso era apenas especulação da blogosfera e da mídia mas parece que é pra valer. Há alguns dias &#8220;vazou&#8221; um <a
href="http://paul.kedrosky.com/archives/2006/11/18/yahoos_peanut_b.html">memorando interno do Yahoo!</a> detalhando pontos de preocupação de um VP Senior da empresa, e lá dizia: precisamos mudar!</p><h3>Web 2.0 vs. Web 1.0</h3><p>O Yahoo! tem feito várias aquisições de serviços da chamada Web 2.0. Entre as mais importantes podemos citar o <a
href="http://flickr.com/">Flickr</a> e o <a
href="http://del.icio.us/">Del.ici.ous</a>. O grande problema é no geral os sites comprados <a
href="http://www.readwriteweb.com/archives/yahoo_time_to_kill_off_web20_brands.php">entram em conflito com serviços que o Yahoo! já possui</a>. Como todos sabem o Flickr é o expoente web 2.0 das fotos. Mas o Yahoo! já possui o serviço Fotos versão web 1.0 da mesma idéia. O Del.icio.ous pra quem não sabe é o expoente web 2.0 quando se fala de bookmarking social. Mas o Yahoo! já possui o serviço My Web, novamente a versão web 1.0 da mesma idéia.</p><p>E a lista é grande&#8230; Alguns podem dizer que o público dos serviços web 2.0 é formado por<em> early-adopters</em> (pessoas que adotam primeiro as novas tendências) e que o serviços web 1.0 tem como público a audiência menos antenada da internet e que, portanto, não há conflito. Bom, seria interessante ver características inovadoras entrando nos serviços antigos assim como uma melhor integração entre eles.</p><h3>Comprar ou não comprar, eis a questão</h3><p>Após a aquisição do YouTube pelo Google, os rumores indicavam que o revide da <a
href="http://www.techcrunch.com/2006/09/21/facebook-and-yahoo-in-acquisition-talks-for-1-billion/">Yahoo! seria a compra do Facebook</a>, rede social concorrente do MySpace e, digamos assim, do quase brasileiro orkut. O preço do Facebook foi às alturas e o Yahoo! não pagou pra ver. Alguns disseram que o problema foi que a tomada de decisões no <em>board</em> da Yahoo! é muito lenta e que isso prejudicou as negociações.</p><p>Fora isso a Yahoo! tem comprado propriedades na web de forma agressiva. Só na semana passada <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20061119-8248.html">incorporou o Blix e o MyBlogLogs</a>, mas sofre de problemas internos que dizem, ajudou a perder a oportunidade de comprar o YouTube em uma disputa contra o seu principal inimigo, o Google.</p><h3>Mais recursos, menos produtos</h3><p>Recentemente o Google declarou que precisavam de melhorar e <a
href="http://blog.eucap.com/innovation/google_changes_innovation_appr.html">aumentar os recursos de seus softwares do que ficar lançando novos serviços</a>. O Google é famosos por lançar dezenas de serviços beta, alguns deles tão fracos que mais parecem uma versão alpha. O caminho a ser trilhado agora é melhorar o que já existe.</p><p>O Yahoo! parece que acordou para o mesmo problema. O tal do memorando, chamado de <em>Peanut Butter Manifesto</em> (algo como Manifesto da Pasta de Amendoim &#8211; americanos adoram <em>Amendocrem</em>), descreve que o Yahoo! está espalhando pasta de amendoim por vários e vários serviços sem se preocupar em desenvolvê-los adequadamente. E traça linhas gerais sobre o que deveria ser a nova estratégia da empresa em relação às suas propriedades web. Só espero que o Yahoo! não perca &#8220;a mão&#8221; e simplesmente mate os ótimos Flickr e del.icio.us.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/do-you-yahoo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>14</slash:comments> </item> <item><title>Google Docs, o office on-line</title><link>http://techbits.com.br/2006/google-docs-o-office-on-line/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/google-docs-o-office-on-line/#comments</comments> <pubDate>Wed, 11 Oct 2006 06:17:03 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[google-docs]]></category> <category><![CDATA[googleos]]></category> <category><![CDATA[microsoft]]></category> <category><![CDATA[office]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/google-docs-o-office-on-line/</guid> <description><![CDATA[Esqueça o Word, esqueça o Excel. Acaba de entrar no ar o Google Docs. Não é exatamente um lançamento. Trata-se na verdade da integração dos serviços office do Google (Writely + Spreadsheets) em uma única interface. Planilhas, textos, colaboração entre usuários e chat para trocar informações. Tudo simples e eficiente, pois quase ninguém usa mais [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googledocs.gif" alt="[Google Docs &amp; Spreadsheets] " title="[Google Docs &amp; Spreadsheets] " />Esqueça o Word, esqueça o Excel. Acaba de entrar no ar o <a
href="http://docs.google.com">Google Docs</a>. Não é exatamente um lançamento. Trata-se na verdade da integração dos serviços office do Google (Writely + Spreadsheets) em uma única interface. Planilhas, textos, colaboração entre usuários e chat para trocar informações. Tudo simples e eficiente, pois quase ninguém usa mais do que 10% dos recursos do Word ou Excel. Em se tratando de office, <a
href="http://techbits.com.br/2006/office-cada-vez-mais-prefiro-o-google-a-microsoft/">cada vez prefiro mais o Google à  Microsoft</a>.<br
/> <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:google livro" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googledocs1.png" title="[Google Docs] " alt="[Google Docs] " class="floatTL" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script></p><h3>Colaboração on-line</h3><p>Muitos não acreditam mas criar um documento em colaboração é fácil com o Google Docs. Ao mesmo tempo várias pessoas podem atualizar o mesmo documento. E todas elas estão em contato constante via chat (somente no Spreadsheets, por enquanto). Você pode achar que irão ocorrer conflitos, ou seja, duas pessoas tentando editar o mesmo trecho mas, nas raras vezes em que isso acontece, o <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:google livros" class="bbli">Google Docs<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> avisa e solicita escolher entre uma das versões ou voltar ao estado anterior.<br
/> <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:google livro" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googledocs3.png" title="[Colabore no GoogleDocs] " alt="[Colabore no GoogleDocs] " /><a
href="http://googleblog.blogspot.com/2006/10/better-together-docs-spreadsheets.html"></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>Colaborar desta forma é muito melhor</a> do que o método antigo. Nele, ao alterar um texto Word ou planilha Excel era necessário enviar por email a nova versão para todos os interessados. E se alguém também tivesse editado o mesmo arquivo, a confusão estava armada. Agora é diferente: o método do Google Docs elimina totalmente esse problema. A versão que todos têm acesso é sempre a mais recente, não importa se você alterou uma vírgula há apenas 30 segundos. Não há o que me faça voltar ao método antigo.</p><p>Além disso o editor de textos possui suporte a <a
href="http://techbits.com.br/2006/rss-que-diabos-e-isso/">RSS</a>, de forma que seus colaboradores podem acompanhar o andamento dos trabalhos através do agredador de feeds RSS favorito de cada um.</p><h3>Você confia no Google?</h3><p>Uma questão importante que surge com os softwares on-line, <a
href="http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/">é a confiança que depositamos na empresa que guarda essas informações, no caso o Google</a>. Tudo estará acessível com um login e senha, por isso o cuidado é fundamental. Antes de mais nada, use senhas difíceis de serem descobertas. Parece bobagem mas conheço dezenas de pessoas que insistem em usar a data de aniversário ou o nome do cachorro em senhas. Sem comentários. E se a informação é tão confidencial que não pode cair na mãos de ninguém, melhor não colocar on-line, guarde para você mesmo. Quanto à  possibilidade do Google vasculhar seus dados deliberadamente, é improvável, fique tranqüilo.</p><p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:[Google Docs &amp; Spreadsheet] " class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googledocs2.png" title="[Google Docs &amp; Spreadsheet] " alt="[Google Docs &amp; Spreadsheet] " class="floatTL" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script></p><h3>Zoho Virtual Office</h3><p>Entre hoje e amanhã acontece a <a
href="http://office20con.com/">Conferência Office 2.0</a>. Além do Google, uma <em>startup</em> está finalmente integrando seus serviços de escritório on-line. Trata-se do <a
href="http://zoho.com/">Zoho Virtual Office</a>, suíte com vários serviços que incluem calendário, processador de textos, planilhas, apresentações e outras ferramentas de produtividade. A Microsoft que se cuide&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/google-docs-o-office-on-line/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>10</slash:comments> </item> <item><title>Office: cada vez mais prefiro o Google à Microsoft</title><link>http://techbits.com.br/2006/office-cada-vez-mais-prefiro-o-google-a-microsoft/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/office-cada-vez-mais-prefiro-o-google-a-microsoft/#comments</comments> <pubDate>Sat, 23 Sep 2006 17:17:49 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[calendário]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[googleos]]></category> <category><![CDATA[microsoft]]></category> <category><![CDATA[office]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/office-cada-vez-mais-prefiro-o-google-a-microsoft/</guid> <description><![CDATA[Não, não sou ativista contra a Microsoft. Uso diariamente software deles mas encontrei substitutos muito bons para coisas como processador de textos, planilhas e calendário. O conceito de software do Google é bastante diferente daquilo que a Microsoft oferece atualmente. E na minha humilde opinião, melhor. Google vs. Microsoft (ou o novo vs. o antigo) [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googlems.png" alt="[Google vs Microsoft] " title="[Google vs Microsoft] " />Não, não sou ativista contra a <a
href="http://www.microsoft.com/brasil/">Microsoft</a>. Uso diariamente software deles mas encontrei substitutos muito bons para coisas como processador de textos, planilhas e calendário. O conceito de software do <a
href="http://www.google.com.br">Google</a> é bastante diferente daquilo que a Microsoft oferece atualmente. E na minha humilde opinião, melhor.</p><h3>Google vs. Microsoft (ou o novo vs. o antigo)</h3><p>No pacote office da Microsoft precisamos instalar programas no computador. Os documentos gerados são salvos, na maioria das vezes, localmente em sua própria máquina. Ou seja, são acessíveis apenas daquela máquina. No pacote office do Google não precisamos instalar nada. Só há a necessidade de ter um navegador moderno (IE, Firefox, Safari, Opera), algo que a maioria dos computadores já possuem. Os documentos gerados são salvos nos servidores do Google. São acessíveis de qualquer computador que possua acesso à  internet. Viu a diferença?</p><h3>Colaboração, esta é a chave</h3><p>Nos serviços do Google é possível compartilhar os documentos com outras pessoas. E mais, elas podem editar ao mesmo tempo que você os edita. Acredite, isso é uma grande vantagem. Não há necessidade de ficar enviando por email a nova versão do documento para os colaboradores. Com os softwares do Google todos têm acesso ao mesmo tempo à  última versão do documento. Depois de começar a usar algo com esse conceito é quase impossível voltar para o modo antigo. No pacote da Microsoft ao mudar uma vírgula você terá que enviar a nova versão para os colaboradores. E se o outro também mudou suas vírgulas? Aí tudo complica&#8230; Viu a diferença?</p><p>Além disso os arquivos sempre podem ser baixados para seu computador nos formatos padrões do Word (.doc), Excel (.xls) ou ainda em PDF.</p><h3>Writely, o editor de textos on-line</h3><p>O <a
href="http://writely.com/">Writely</a> é um editor de textos on-line com as principais funções de seu equivalente MS Word. Todos os textos deste blog são editados no Writely, desde o começo. O Writely foi comprado pelo Google no início deste ano, tornou-se beta público há cerca de um mês e nesta semana passou a integrar definitivamente os serviços web do Google ao aceitar o Contas Google como forma de login.<img
src="/img/ext/writely.gif" title="[Writely] " alt="[Writely] " class="floatTL"/></p><h3>Spreadsheets, a planilha on-line</h3><p>O <a
href="http://spreadsheet.google.com/">Google Spreadsheets</a> é uma planilha on-line que rivaliza com seu equivalente MS Excel. Possui as funções principais usadas em uma planilha e não decepciona. Permite edição simultânea e também já integra chat para conversar com quem estiver editando o mesmo documento naquele momento. Só não possui ainda suporte a macros. Mas quantos usam isso?<img
src="/img/ext/spreadsheets.gif" title="[Spreadsheets] " alt="[Spreadsheets] " class="floatTL"/></p><h3>Agenda, o calendário on-line</h3><p>O nome em inglês do serviço é Calendar. Essa semana foi lançado em português com o nome de <a
href="http://www.google.com/calendar">Agenda</a>. É o melhor gerenciador de agendas que conheço. É possível compartilhar parte dos compromissos com as pessoas que precisam saber (ideal para agenda de negócios ou para casais que querem gerenciar melhor o tempo), entre outras vantagens.<img
src="/img/ext/agenda.jpg" title="[Agenda] " alt="[Agenda] " class="floatTL"/></p><h3>Google em overdrive</h3><p>O <a
href="http://www.solonbro.com/?p=58">Google está em overdrive</a>. Parte desta constatação é que recentemente lançaram o Google Apps for your Domain (Aplicações Google para seu Site). Uma integração de seus melhores serviços destinadas às pequenas e médias organizações. A questão que fica é: <a
href="http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/">você confiaria seus dados ao Google?</a> Eu confio.</p><h4>Leia também:</h4><p><a
href="http://techbits.com.br/2006/google-docs-o-office-on-line/">Google Docs, o office on-line </a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/office-cada-vez-mais-prefiro-o-google-a-microsoft/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>24</slash:comments> </item> <item><title>YouTube: vale US$ 1,5 bilhão?</title><link>http://techbits.com.br/2006/youtube-vale-us-15-bilhao/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/youtube-vale-us-15-bilhao/#comments</comments> <pubDate>Thu, 21 Sep 2006 18:17:36 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[direitos-autorais]]></category> <category><![CDATA[monetizar]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/youtube-vale-us-15-bilhao/</guid> <description><![CDATA[Se você acabou de cair na Terra e nunca ouviu falar do YouTube, pare de ler imediatamente e vá visitar o site. O YouTube é um sucesso. Já passaram por lá Vanucci, Ronaldinho, a novela Páginas da Vida e mais recentemente Cicarelli (*). O grande problema que muitos apontam é que o site, com um [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/youtube.gif" alt="[YouTube] " title="[YouTube] " />Se você acabou de cair na Terra e nunca ouviu falar do <a
href="http://youtube.com">YouTube</a>, pare de ler imediatamente e vá visitar o site. O YouTube é um sucesso. Já passaram por lá <a
href="http://youtube.com/watch?v=kKQAAAmPhtQ">Vanucci</a>, <a
href="http://youtube.com/watch?v=i_hJaSQ5n2o">Ronaldinho</a>, a novela <a
href="http://youtube.com/watch?v=7KxrdNmhMDw">Páginas da Vida</a> e mais recentemente Cicarelli (*). O grande problema que muitos apontam é que o site, com um tráfego imenso, não tem receita suficiente para pagar por seu uso de banda. E o dinheiro recebido de <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Venture_capital">capital de risco</a> no final de 2005, está acabando. Mas isso está para ser resolvido. O NY Post de hoje traz uma matéria que informa que o <a
href="http://www.nypost.com/business/youtubes_got_a_fat_idea_of_itself_business_sam_gustin.htm">valor de venda do site seria de US$ 1,5 bilhão</a>&#8230; e há interessados.</p><h3>100 milhões de vídeos por dia</h3><p>Em julho o YouTube transmitia <a
href="http://news.bbc.co.uk/1/hi/technology/5186618.stm">100 milhões de vídeos por dia</a>. Recentemente estatísticas mostraram que o YouTube já havia passado quase <a
href="http://www.techconsumer.com/2006/08/30/youtube-stats-revealed-total-viewing-time-9305-years/">10 mil anos de vídeos</a>. Essa grande visitação é um ponto forte para a venda do site que poderia ser explorado com anúncios. Hoje há anúncios do Google Adsense. O ideal seria colocar propaganda nos vídeos. Mas como boa parte do material do YouTube infringe leis de direitos autorais (90% segundo estimativas), colocar anúncios dessa forma exige primeiro <a
href="http://www.techcrunch.com/2006/09/21/youtubes-magic-number-15-billion/">regularizar a situação dos vídeos</a>.</p><h3>YouTube com os dias contados</h3><p>Mais polêmico, o blogger Mark Cuban diz que o <a
href="http://www.blogmaverick.com/2006/09/17/the-coming-dramatic-decline-of-youtube/">YouTube está fadado ao fracasso</a>. Aponta duas evidências: primeiro pergunta &#8220;por que usar minha largura de banda para vídeos se posso obter isso de graça?&#8221;. Blogs, sites, emails, qualquer coisa que aceite códigos <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Html">HTML</a> pode ter um vídeo do YouTube sem usar a própria banda. Uma verdadeira torneira aberta que joga custos lá no alto.</p><p>O segundo motivo é o problema de vídeos <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20060716-7273.html">que infringem leis de direitos autorais</a>. O YouTube retira do ar material postado irregularmente após solicitação dos detentores dos direitos legais. Mas por enquanto a maioria das empresas de mídia parece não se preocupar com isso (<a
href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2006/09/15/idgnoticia.2006-09-15.4957464181/IDGNoticia_view">exceto a Universal</a>). Estão esperando para ver no que vai dar. O Google mostrou que a busca aumenta o interesse (e os lucros). Talvez o YouTube prove o mesmo para os vídeos.</p><p>O ValleyWag aponta que o YouTube encontra-se em uma encruzilhada: debatendo o recente acordo do site com a Warner para distribuição de conteúdo, diz &#8220;<a
href="http://www.valleywag.com/tech/youtube/feature-why-youtubes-best-deal-will-be-its-death-201378.php">este acordo é a mudança do YouTube do &#8216;nós adoramos nossos usuários&#8217; para o &#8216;putz, precisamos ter lucro&#8217;</a> &#8220;.</p><h3>O YouTube, a Busca, e a Cauda Longa</h3><p>O sucesso do YouTube está ligado a dois fatores presentes nas organizações de maior sucesso da internet: A <a
href="http://battellemedia.com/">Busca</a> e a <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a>. Por busca entende-se a facilidade de achar vídeos interessantes no site que são <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tag_%28metadata%29">taguizados</a>, característica da web semântica e web 2.0. Quando se trata da Cauda Longa podemos dizer que há mercado para todo tipo de conteúdo e que o barateamento da distribuição permitida pelo YouTube, juntamente com o poder da busca, cria esse que é um dos mais recentes sucessos da web.</p><h4>Leia também:</h4><h3><a
href="http://techbits.com.br/%20Confirmado:%20Google%20compra%20YouTube%20por%20US$%201,65%20bilh%E3o">Confirmado: Google compra YouTube por US$ 1,65 bilhão</a></h3><p><small>(*) fora do ar no YouTube, mas disponível por aí pela internet&#8230;</small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/youtube-vale-us-15-bilhao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> <item><title>meebo: porque hoje é sexta-feira</title><link>http://techbits.com.br/2006/meebo-porque-hoje-e-sexta-feira/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/meebo-porque-hoje-e-sexta-feira/#comments</comments> <pubDate>Fri, 15 Sep 2006 15:17:13 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[meebo]]></category> <category><![CDATA[mensageiro]]></category> <category><![CDATA[msn]]></category> <category><![CDATA[privacidade]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/meebo-porque-hoje-e-sexta-feira/</guid> <description><![CDATA[Imagine a cena: sexta-feira&#8230; depois do almoço&#8230; A essa altura ninguém mais trabalha. A agitação cresce. Todos estão pensando em como &#8220;descansarão&#8221; no exígüo fim de semana que se aproxima. Hoje em dia combinar as atividades com os amigos é tarefa do MSN. E-mail é para os dinossauros&#8230; Aí surge o problema: devido à política [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/meebo.png" title="[meebo] " alt="[meebo] " />Imagine a cena: sexta-feira&#8230; depois do almoço&#8230; A essa altura ninguém mais trabalha. A agitação cresce. Todos estão pensando em como &#8220;<a
href="http://guiasp.com.br">descansarão</a>&#8221; no exígüo fim de semana que se aproxima. Hoje em dia combinar as atividades com os amigos é tarefa do MSN. <a
href="http://www.engadget.com/2004/11/29/in-south-korea-email-is-for-old-people/">E-mail é para os dinossauros</a>&#8230; Aí surge o problema: devido à  política da sua empresa, é proibido o uso de mensageiros instantâneos no ambiente de trabalho&#8230; Mas existe solução fácil, rápida e que não necessita instalação de software.</p><h3>meebo</h3><p>O <a
href="http://meebo.com/">meebo</a> é um mensangeiro instantâneo baseado na web que pode ser usado de qualquer computador com um browser e uma conexão à  internet e não é bloqueado por firewalls. O nome é estranho mas está totalmente dentro do padrão da web 2.0 para nomes esquisitos. A vantagem é que integra vários serviços em uma única interface: MSN, ICQ, Yahoo! Messenger e Google Talk.</p><h3>A questão da privacidade</h3><p>Ao entrar no serviço você terá que digitar seu login e senha&#8230; do MSN&#8230; Se a palavra <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Privacidade">privacidade</a> está no seu dicionário, dá um frio na espinha&#8230;</p><p>O meebo é uma <em>startup</em> que acaba de fazer o primeiro aniversário. Não houve até o momento qualquer tipo de escândalo envolvendo a privacidade dos usuários do serviço, como já ocorreu com a <a
href="http://techbits.com.br/2006/e-a-privacidade-foi-pro-brejo/">AOL</a>. O meebo segue alguns <a
href="http://blog.meebo.com/?page_id=19">princípios de privacidade</a> que aparentam estar corretos. Você usa email? Confia no seu provedor de internet que nada do que passa pela redes dele é interceptado? Tem certeza que nunca ninguém foi &#8220;dar uma olhadinha&#8221; no seu orkut apenas por curiosidade? Falando sério, o meebo, neste caso, deve ser o menor dos problemas&#8230;</p><h3>isolatr</h3><p><img
src="/img/ext/isolatr.png" title="[isolatr] " alt="[isolatr] " />Se você é do tipo anti-social também existe uma solução. Está na moda na web essa história de rede social, colaboração, interação entre desconhecidos&#8230; Se essa não é a sua, vá para o <a
href="http://isolatr.com">isolatr</a>. Não esqueça de consultar o faq deles. É esclarecedor&#8230;</p><h4>Outras alternativas</h4><ul><li><a
href="http://www.imhaha.com/">IM haha</a></li><li><a
href="http://www.ebuddy.com/">e-buddy</a></li><li><a
href="http://www.iloveim.com/">I loveIM</a></li><li><a
href="http://www.koolim.com/">Kool IM</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/meebo-porque-hoje-e-sexta-feira/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>7</slash:comments> </item> <item><title>Eu curti. E você?</title><link>http://techbits.com.br/2006/eu-curti-e-voce/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/eu-curti-e-voce/#comments</comments> <pubDate>Thu, 14 Sep 2006 14:17:43 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[digg]]></category> <category><![CDATA[eu-curti]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/eu-curti-e-voce/</guid> <description><![CDATA[Venho acompanhando há algum tempo o site que, parece, tornará-se o Digg brasileiro. O Eu Curti é uma rede social colaborativa de notícias. Exatamente o mesmo conceito que tenho do Digg, com a vantagem de ser em português. São sites que na essência dão o &#8220;controle editorial&#8221; aos usuários ao permitir que enviem notícias (publicadas [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
alt="[Eu curti] " title="[Eu curti] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/eucurti.gif" />Venho acompanhando há algum tempo o site que, parece, tornará-se o Digg brasileiro. O <a
href="http://eucurti.com.br/">Eu Curti</a> é uma rede social colaborativa de notícias. Exatamente o mesmo conceito que tenho do <a
href="http://digg.com/">Digg</a>, com a vantagem de ser em português. São sites que na essência <a
href="http://techbits.com.br/2006/pagar-nao-rima-com-cavar/">dão o &#8220;controle editorial&#8221; aos usuários</a> ao permitir que enviem notícias (publicadas em outros sites), votem nelas (a favor ou contra) e, se a multidão achar relevante, promover para a página principal.</p><p>Explicando melhor: há um algoritimo que mede a intensidade de interesse por determinada notícia de acordo com os votos recebidos e a votação geral do site. Esse algoritimo promove notícias para a página principal ou as mantém no ostracismo. Os <a
href="http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-privacidade/#multidao">desejos da multidão</a> é que decidem.</p><h3>O efeito digg</h3><p>Os sites e blogs escritos em inglês podem sofrer do <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Digg_effect">efeito digg</a> (o novo efeito slashdot). Isso significa que seus posts ganharam a simpatia da multidão e foram parar na página principal. Ou seja, o site foi <em>digged</em>. O fluxo de leitores dispara a níveis astronômicos e, de tantos acessos simultâneos o site pode sair do ar. Quase que um <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DDoS">ataque de negação de serviço</a> (DDoS), mas gerado por sucesso de um post e não por hackers.</p><p>O Eu Curti cresceu bastante de movimento nos últimos dias, após <a
href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2006/09/13/idgnoticia.2006-09-13.5130350098/IDGNoticia_view">publicação de uma matéria no IDGNow</a>. Está ganhando massa crítica com mais notícias sendo postadas e mais pessoas votando. Em breve deve surgir o efeito eu curti. E os sites que sairem do ar poderão dizer: fui curtido.</p><h3>Concorrentes</h3><p>Na onda da web 2.0 brasileira existem vários serviços similares ao Eu Curti. Quem deu a dica foi o <a
href="http://www.diogoazevedo.com/2006/09/voce-conhece-os-diggs-nacionais/">Diogo Azevedo</a>, em uma ótima análise publicada em seu blog recentemente. Entre os concorrentes temos o <a
href="http://www.ouvidizer.com/">Ouvi Dizer</a>, o <a
href="http://www.linkk.com.br/">LinkK</a>, o <a
href="http://www.syxt.com.br/rec6/index.php">rec6</a> e o <a
href="http://www.overmundo.com.br/">Overmundo</a>. Este último é voltado para cultura, ou seja, explora um nicho bem específico e já é bastante conhecido pelos internautas. Dos outros três, o rec6 é o que tem a interface mais com cara de web 2.0. Os três aparentemente não têm o mesmo número de usuários que o Eu Curti, mas estão em busca por um lugar ao Sol.</p><h3>Cauda Longa da notícia</h3><p>Temos um agregador (Eu Curti), uma rede social colaborativa e uma infinidade de blogs e sites na disputa pela atenção do leitor. Um blog de nicho consegue através do Eu Curti atingir um público muito maior, demonstrando que <a
href="http://9rules.com/blog/2006/08/9rules-long-tail/">há demanda para qualquer conteúdo</a>. Não importa qual site que você está lendo e sim se o conteúdo é relevante para seus interesses. Essa é a <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a> da notícia.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/eu-curti-e-voce/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>12</slash:comments> </item> <item><title>Você confiaria seus dados estratégicos ao Google?</title><link>http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/#comments</comments> <pubDate>Mon, 28 Aug 2006 21:17:53 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[calendário]]></category> <category><![CDATA[email]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[ibm]]></category> <category><![CDATA[microsoft]]></category> <category><![CDATA[segurança]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/</guid> <description><![CDATA[O Google acaba de lançar um pacote que concorre com soluções vendidas pela Microsoft e IBM. Trata-se do Google Apps for your Domain (aplicativos Google para seu site), que nada mais é do que algumas de suas melhores ferramentas (Gmail, Calendar, Google Talk e Page Creator) integradas para uso corporativo. Deve entrar em breve nesta [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/google.png" title="Google, don't be evil!" alt="[Google, don't be evil!] " />O Google acaba de lançar um pacote que concorre com soluções vendidas pela Microsoft e IBM. Trata-se do <a
href="https://www.google.com/a/" title="Google Apps">Google Apps for your Domain</a> (aplicativos Google para seu site), que nada mais é do que algumas de suas melhores ferramentas (Gmail, Calendar, Google Talk e Page Creator) integradas para uso corporativo. Deve entrar em breve nesta lista o <a
href="http://www.writely.com/">Writely</a> e o <a
href="http://spreadsheet.google.com/">Spreadsheets</a> (editor de textos e planilhas on-line respectivamente). Dentro das organizações esses aplicativos são caminho freqüente de informações estratégicas.</p><h3>O problema</h3><p>A Microsoft e a IBM oferecem soluções corporativas de email, calendário e integração. A grande diferença de ambas para o Google, é que em geral a solução está implantada em servidores próprios das empresas que compraram o produto(*), ou seja, o controle delas sobre as informações é total. O e-mail, parte central da comunicação interna e externa da maioria das organizações, fica vulnerável se estiver em poder de terceiros. O mesmo vale para calendário, planilhas e documentos. Você confiaria seus dados ao Google?</p><h3>Universidades</h3><p>Aparentemente o Google é uma empresa confiável, e seus serviços fazem enorme sucesso entre usuários finais. Internamente o lema corporativo informal é <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Don%27t_be_evil" title="Don't be Evil">Don&#8217;t be evil</a> (não seja mal). O serviço lançado agora é uma extensão do que já existia antes (Gmail for your Domain, desde fevereiro) com a integração de outras ferramentas.</p><p><a
href="http://news.com.com/Google+offers+hosted+communications+applications/2100-1032_3-6109823.html" title="Cnet News">Segundo Dave Girouard</a>, VP de negócios corporativos do Google, o Gmail já é utilizado por centenas de universidades para prover email aos seus alunos e colaboradores. Essa é uma forte indicação de que provavelmente não há o que temer em relação à  segurança da informação. Resta ao Google Apps a difícil tarefa de convencer <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chief_Information_Officer" title="Chief Information Officer">CIOs</a> de que sua ferramente é confiável.</p><p><small>(*) a Microsoft possui uma suíte on-line de aplicativos chamada <a
href="http://ideas.live.com">Windows Live</a>.</small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>12</slash:comments> </item> <item><title>Os aniversariantes da semana</title><link>http://techbits.com.br/2006/os-aniversariantes-da-semana/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/os-aniversariantes-da-semana/#comments</comments> <pubDate>Fri, 11 Aug 2006 19:17:59 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[pc]]></category> <category><![CDATA[web]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/os-aniversariantes-da-semana/</guid> <description><![CDATA[Esta semana duas tecnologias que permitem a existência deste e outros blogs fazem aniversário. Há 15 anos a primeira página web tornou-se disponível publicamente. E há 25 anos surgia o PC. PC virou commoditie Os PCs chegaram a tal ponto que hoje podemos considerá-los commodities. Evidência disso é que a IBM, criadora do PC, vendeu [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
title="A web vai tornar o PC algo sem importância?" alt="[A web vai tornar o PC algo sem importância?]" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/bolo.png" />Esta semana duas tecnologias que permitem a existência deste e outros blogs fazem aniversário. Há 15 anos a <a
title="6/8/1991" href="http://www.w3.org/History/19921103-hypertext/hypertext/WWW/TheProject.html">primeira página web</a> tornou-se disponível publicamente. E há 25 anos <a
title="12/8/1981" href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2006/08/11/idgnoticia.2006-08-10.6206860012/IDGNoticia_view">surgia o PC</a>.</p><h3>PC virou commoditie</h3><p>Os PCs chegaram a tal ponto que hoje podemos considerá-los <a
title="tudo aquilo que para ser vendido tem o preço como única vantagem competitiva" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Commodity">commodities</a>. Evidência disso é que a IBM, criadora do PC, vendeu sua divisão de computadores pessoais a uma empresa chinesa (Lenovo) no final de 2004. Preferiu ficar com os serviços, que é onde está o lucro, a competir por preço em um mercado de commodities.</p><h3>Web 2.0</h3><p>A internet superou a primeira bolha e hoje vive uma segunda onda de crescimento, na qual a chamada <a
title="de acordo com a wikipedia... web 2.0 é..." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_2.0">web 2.0</a> (*) é a parte mais inovadora. A web 2.0 é na verdade uma nova forma de encarar os softwares. Ao invés de instalar programas no computador, o negócio é usá-los diretamente na web. Por exemplo: <a
title="O Google vai dominar o mundo?" href="http://spreadsheet.google.com/">Google Spreadsheets</a> (planilhas on-line do Google) vs Microsoft Excel (planilhas off-line da Microsoft).</p><p>A vantagem é que os serviços on-line sempre estarão atualizados na última versão e em geral são ferramentas de colaboração, ou seja, facilitam o trabalho em equipe. A desvantagem é que seus recursos muitas vezes são fracos em relação aos seus equivalentes off-line. Mas quem usa mais do 10% do que o Excel oferece?</p><p><small>(*) a discussão em torno do nome <a
title="web 2.0 não significa nada" href="http://www.revolucao.etc.br/archives/web-20-nao-significa-nada-me-desculpe/">web 2.0 dá “briga”</a>. O fato é que existem novos serviços na internet e <a
title="Tim O'Reilly, que cunhou o termo e tempos depois resolveu patenteá-lo causando polêmica..." href="http://www.oreillynet.com/pub/a/oreilly/tim/news/2005/09/30/what-is-web-20.html">alguém</a> resolveu chamar essa nova onda de web 2.0. O nome pegou e não existe outra forma de se referir a isso.</small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/os-aniversariantes-da-semana/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> </channel> </rss>
