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> <channel><title>Techbits &#187; vídeo</title> <atom:link href="http://techbits.com.br/tudo-sobre/video/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://techbits.com.br</link> <description>O Techbits é um blog voltado para discussão de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, segurança e negócios.</description> <lastBuildDate>Thu, 06 Oct 2011 05:55:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>Fiz: fizeram errado</title><link>http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/#comments</comments> <pubDate>Mon, 26 Mar 2007 13:17:36 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[editora-abril]]></category> <category><![CDATA[fiz]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <category><![CDATA[restrições]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/</guid> <description><![CDATA[O &#8220;Next Big Thing&#8221; da web certamente é o vídeo. O YouTube está aí pra provar, o Joost chega logo mais para quebrar paradigmas e a editora Abril lança o canal Fiz. A proposta do Fiz é, como o próprio nome diz, mostrar vídeos feitos pelo usuário, escolhidos entre aqueles postados no site do serviço. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/fiz_tv.png" alt="[Fiz" title="Fiz TV" />O &#8220;Next Big Thing&#8221; da web certamente é o vídeo. O YouTube está aí pra provar, o <a
href="joost.com">Joost</a> chega logo mais para quebrar paradigmas e a editora Abril lança o canal Fiz. A proposta do Fiz é, como o próprio nome diz, mostrar vídeos feitos pelo usuário, escolhidos entre aqueles postados no site do serviço. O canal será para a TV paga e a programação definida pelo usuário. Deve estrear até o meio deste ano e é uma tentativa de misturar a popularidade do YouTube com a velha mídia chamada de televisão.</p><h3>Restrição não dá certo</h3><p><a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/">O YouTube é diametralmente oposto à  TV</a>. Na TV comum há restrições de horário, grade de programação, variedade de conteúdo e de número de canais. Nada disso existe no YouTube. Você assiste quando quiser, o que quiser, na variedade quase infinita da cauda longa (long tail) dos vídeos. O Fiz tenta fazer uma mistura dos dois modelos mas erra feio exatamente no quesito que o diferencia do YouTube: continua restritivo na distribuição.</p><p>Ao criar um canal de TV paga, o resultado do Fiz será restrito por horários, disponibilidade do espectador, grade, etc&#8230; A única semelhança com o YouTube é a produção do conteúdo, <em>crowdsorcizada</em> para os usuários. O resto não passa da mesma coisa que a decadente TV convencional. Além de tudo isso é TV paga, ou seja, disponível apenas para uma pequena parcela da população.</p><h3>Cauda Longa</h3><p>Não adianta tentar adaptar um serviço de <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">cauda longa</a> que são os vídeos produzidos pelo usuário, para serem massificados através do sinal da TV à  cabo. A cauda longa diz que tudo são pequenos nichos. O Fiz não vai se adaptar a nenhum deles e vai virar um canal de videocassetadas, o popularesco pão e circo que diverte as multidões acéfalas. Nada a ver com o YouTube e muito longe de um concorrente forte. O fato de tentar misturar duas coisas diferentes para tentar criar algo intermediário acaba nivelando o serviço à  sua pior parte que é a restrição do sinal de TV. Nada de assitir ao Tapa na Pantera a hora que você desejar, só no horário nobre. Fala sério.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/">Joost: revolução na TV?</a></li><li><a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">O LOST e o novo paradigma da distribuição de conteúdo</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> <item><title>TV e YouTube: diametralmente opostos</title><link>http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/#comments</comments> <pubDate>Wed, 10 Jan 2007 22:17:34 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[venice-project]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/</guid> <description><![CDATA[Os últimos dias foram agitados e o assunto do momento foi o YouTube e aquela modelo que estragou sua imagem completamente. Mas quais os motivos para YouTube fazer tanto sucesso? Rede social? Vídeos engraçados? Tapa na Pantera? Não, nada disso. A razão do sucesso é que o YouTube é diametralmente oposto ao que chamamos de [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/youtube.png" alt="[YouTube] " title="[YouTube] " />Os últimos dias foram agitados e o assunto do momento foi o <a
href="http://techbits.com.br/2007/cicatube-a-novela/">YouTube e aquela modelo que estragou sua imagem completamente</a>. Mas quais os motivos para YouTube fazer tanto sucesso? Rede social? Vídeos engraçados? Tapa na Pantera? Não, nada disso. A razão do sucesso é que o YouTube é diametralmente oposto ao que chamamos de TV convencional. A única semelhança é que ambos passam vídeos. Fora isso, há uma explicação para o sucesso deste site de vídeos: <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">a Cauda Longa</a>.</p><h3>Como funciona a TV convencional?</h3><p>Horários fixos na grade de programação. Programas e assuntos definidos pelo editor. Falta de disponibilidade do telespectador. O primeiro problema pode ser resolvido com aparelhos de gravação (DVD e DVR&#8230; tem um tal de VHS, mas alguém se lembra o que é isto?). O segundo problema é menor na TV a cabo, mas ainda assim conta com variedade pequena. O terceiro só pode ser resolvido se o telespectador puder controlar quando quer ver um programa. Concluindo, a TV convencional restringe por  horários fixos, variedade de programação e disponibilidade de tempo do telespectador.</p><h3>E como funciona o YouTube?</h3><p>É exatamente o inverso da TV convencional. Não há restrições de disponibilidade de tempo (você assiste quando quer) e, em relação à  variedade, praticamente encontra-se de tudo, exceto coisas proibidas pelos termos de uso. Ficamos livres para escolher o conteúdo que queremos, na hora que desejarmos.</p><p>Dito tudo isso, chegamos à  conclusão que o YouTube é a Cauda Longa dos vídeos. Variedade quase infinita (leia <a
href="http://lulileslie.com/blog/?p=287">os problemas das escolhas ilimitadas</a> no blog da <a
href="http://lulileslie.com/">Lulileslie</a>) e  nichos com assuntos muito específicos. Também há a possibilidade de busca do conteúdo através de tags (folksonomia), e mais recentemente <a
href="http://techbits.com.br/2007/podzinger-a-busca-que-faltava-ao-youtube/">busca dentro dos vídeos pela linguagem falada</a>. E na TV convencional, nada disso é possível. Só assistir como o Homer faz, e nada mais. Não é à  toa que o YouTube faça tanto sucesso e já substitui a TV convencional em certas faixas etárias.</p><h3>The Venice Project</h3><p>Bom, o suprassumo da distribuição de conteúdo será o <a
href="http://www.theveniceproject.com/">The Venice Project</a> (<a
href="http://www.techcrunch.com/2006/12/21/venice-project-details-and-screen-shots/">info aqui</a>). Trata-se de uma <em>startup</em> criada pelos fundadores do Skype (lembrem, eles venderam o Skype para o e-Bay por cerca de US$ 2 Bi) que vai revolucionar o vídeo. Com lançamento oficial previsto para ainda este ano, será algo estrondoso, que mudará os fundamentos da indústria de entretenimento. Baseia-se em <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P2P">P2P</a> para distribuir conteúdo de forma rápida e legalizada. Aqui no Techbits recebi um convite para ser beta-tester. Agradeço ao <a
href="http://teseeantitese.wordpress.com">José Moreno do Tese e Antítese</a> pelo convite. Farei os devidos testes e em breve escrevo sobre minhas impressões. Enquanto isso, <a
href="http://techbits.com.br/2007/esqueca-o-youtube-vamos-de-metacafe/">esqueçam o Metacafe, voltemos ao YouTube</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>17</slash:comments> </item> <item><title>Esqueça o YouTube, vamos de Metacafe</title><link>http://techbits.com.br/2007/esqueca-o-youtube-vamos-de-metacafe/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/esqueca-o-youtube-vamos-de-metacafe/#comments</comments> <pubDate>Tue, 09 Jan 2007 05:17:03 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cicatube]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[metacafe]]></category> <category><![CDATA[venice-project]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/esqueca-o-youtube-vamos-de-metacafe/</guid> <description><![CDATA[O YouTube já era. Brasil Telecom, Telefonica, Embratel, todo mundo foi intimado a bloquear o site que faz parte do novo paradigma da distribuição de conteúdo. Talvez neste exato momento o embargo CicaTube esteja em pleno vigor e o YouTube simplesmente não exista para nós brasileiros, fora do ar. Claro, há meios de burlar (1, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/metacafe.gif" title="[Metacafe] " alt="[Metacafe] " />O <a
href="http://youtube.com/">YouTube</a> já era. Brasil Telecom, Telefonica, Embratel, todo mundo foi intimado a bloquear o site que faz parte do novo paradigma da distribuição de conteúdo. Talvez neste exato momento o <a
href="http://techbits.com.br/2007/cicatube-a-novela/">embargo CicaTube</a> esteja em pleno vigor e o<a
href="http://www.meiobit.com/vergonha"> YouTube simplesmente não exista para nós brasileiros</a>, fora do ar. Claro, há meios de burlar (<a
href="http://tecnoblog.net/archives/como-acessar-o-youtube.php">1</a>, <a
href="http://br-linux.org/linux/bloqueio-como-acessar-youtube-censurado">2</a>, <a
href="http://blog.navegantes.org/index.php?title=acessar_youtube_sem_modificar_o_dns_ou_a&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1">3</a>, <a
href="http://www.ofimdavarzea.com/2007/01/07/acesse-o-youtube-em-1-clique/">4</a>, <a
href="http://futilidadepublica.semjuizo.com/09/01/2007/youtube-cicarelli-e-justica/">5</a>, etc&#8230;) essa restrição, mas dá trabalho. Portanto, esqueça o YouTube. Pelo menos por enquanto. Daqui a alguns dias é possível que essa liminar bloqueando a melhor rede social de vídeos da internet caia e tudo volte ao normal, sem antes levar a <a
href="http://www.boicoteacicarelli.com/">Cicarelli ao ostracismo</a>. Bem vindo, <a
href="http://www.metacafe.com/">Metacafe</a>!</p><p><strong> [atualização]:</strong> <a
href="http://www.meiobit.com/comunicacao_digital/desembargador_determina_liberacao_do_youtube">O embargo CicaTube foi suspenso</a>. Voltemos ao YouTube!</p><h3>Metacafe</h3><p>Ok, o nome não é tão legal quanto o do YouTube. Mas o <a
href="http://www.metacafe.com/">Metacafe</a> é um site de vídeos respeitável. Pouco conhecido dos brasileiros, tem aparecido por aí, na blogosfera internacional. Talvez não tenha o mesmo gigantesco conteúdo do YouTube, não tenha a mesma grande comunidade, não tenha várias coisas que estamos acostumados, mas vamos dar uma chance. É uma aposta forte em <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:filmadora digital" class="bbli">vídeos<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>, a grande nova mania da internet. Assim como o YouTube, está enquadrada na chamada <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Web_2">web 2.0</a>, usa <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">conceitos de Cauda Longa</a>, permite a colocação de vídeos em sites e blogs alheios. Ok, ok, não tem o cacife do Google por trás, mas o YouTube quando surgiu também não tinha.</p><p><strong>[atualização]:</strong> bem lembrado pelo <a
href="http://futilidadepublica.semjuizo.com/">Rafael Silva do Futilidade Pública</a>, o Metacafe paga aos diretores de vídeos postados conforme a quantidade de visualizações. <a
href="http://www.metacafe.com/producer_rewards/">20 mil acessos equivalem a 100 dólares</a>.</p><h3>Outras opções</h3><p>Existem outras opções para vídeo na internet. Uma delas, do próprio Google, o <a
href="http://video.google.com/">Google Vídeo</a>. Há também opções pagas como o <a
href="http://www.guba.com/">Guba</a>, ou ainda o <a
href="http://bolt.com/">Bolt</a> e o <a
href="http://grouper.com/">Grouper</a>. Resta apenas saber quem, dentre essas opções substuirá o YouTube se caso CicaTube mostrar mesmo que a China é aqui. Mas de que adianta tudo isso se daqui a meio ano o YouTube da vez vai ser o <a
href="http://www.bernabauer.com/the-venice-project-tv-p2p/">The Venice Project</a>?</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/esqueca-o-youtube-vamos-de-metacafe/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>16</slash:comments> </item> <item><title>CicaTube, a novela</title><link>http://techbits.com.br/2007/cicatube-a-novela/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/cicatube-a-novela/#comments</comments> <pubDate>Sun, 07 Jan 2007 16:17:34 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[bloqueio]]></category> <category><![CDATA[brasil-telecom]]></category> <category><![CDATA[cicarelli]]></category> <category><![CDATA[cicatube]]></category> <category><![CDATA[telecom]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/cicatube-a-novela/</guid> <description><![CDATA[[Várias atualizações, 7 no total] Sinceramente não queria entrar na polêmica do barraco-Cicarelli. Mas agora fui obrigado. Há relatos por toda blogosfera (e também em portais) de que a operadora Brasil Telecom está bloqueando o acesso ao YouTube. De duas, uma: ou a empresa está acatando uma ordem judicial que já foi derrubada, ou está [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/cicatube.jpg" title="[CicaTube, a novela] " alt="[CicaTube, a novela] " class="floatTL" /><strong>[Várias atualizações, 7 no total]</strong> Sinceramente não queria entrar na polêmica do barraco-Cicarelli. Mas agora fui obrigado. <a
href="http://www.undergoogle.com/blog/2007/01/usurios-da-brasil-telecom-esto-sem-o.html">Há relatos por toda blogosfera</a> (e também em <a
href="http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI1334056-EI4802,00.html">portais</a>) de que a operadora Brasil Telecom <a
href="http://www.meiobit.com/o_video_da_cicarelli_pode_fechar_o_youtube">está bloqueando o acesso ao YouTube</a>. De duas, uma: ou a empresa está acatando uma ordem judicial que já foi derrubada, ou está se aproveitando da ingenuidade alheia para diminuir o seu gasto de banda (dizem que bloqueando o YouTube a rede de dados fica bem mais livre), justificando com a primeira hipótese. Uma coisa é certa: os políticos, a justiça e a Daniela Cicarelli não fazem idéia do que seja a internet. Na visão deles, tudo não passa de <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-internet-e-uma-serie-de-tubos/">uma série de tubos</a>.</p><p><strong>[atualização em 8/1/7]</strong>: confirmado pela Garota Sem Fio de que <a
href="http://www.odontopalm.com.br/gsf/arquivo/2007/01/confirmado_bloq.html">trata-se de uma ordem judicial</a>.</p><p><strong>[atualização em 9/1/7]</strong>: Justiça usa bom senso e <a
href="http://www.meiobit.com/comunicacao_digital/desembargador_determina_liberacao_do_youtube">suspende bloqueio ao YouTube</a>.</p><h3>Vídeo da Cicarelli Transando</h3><p>Você, incauto internauta, que caiu aqui procurando o vídeo da Cicarelli transando no mar, não vai achar. Não há link algum para o vídeo da Cicarrelli. <strong>Aliás, se você é leitor assíduo deste blog, pule este parágrafo</strong>. Vou ficar repetindo aqui que ninguém vai encontrar o vídeo da Cicareli através desta página. Mesmo por quê eu não sei o link para o vídeo da Cicarelle. Mas pode ter certeza que vi o vídeo da Cicarrelli. E sim, no vídeo da Cicareli ela está transando. Não há dúvidas disso, assista o vídeo da Sicarelli para comprovar isso. Mas o vídeo da Sicarrelli não será encontrado aqui&#8230; já disse isso, né? Mas vou repetir pra você não ter dúvidas: o vídeo da Sicareli não está nos links deste site. Acho que o &#8220;vídeo da Cicarele&#8221; é a expressão que usei com mais freqüência em toda história do Techbits. Boa sorte para encontrar o vídeo da Daniela Sicarreli.</p><h3>A China é aqui</h3><p>Primeiro, não dá pra <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:ética internet livro" class="bbli">bloquear<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> o acesso ao YouTube. Mesmo que a Brasil Telecom tenha feito isso de propósito, já há na internet dezenas de sites dedicados a <a
href="http://br-linux.org/linux/bloqueio-como-acessar-youtube-censurado">explicar como burlar tal bloqueio</a> (outro <a
href="http://blog.navegantes.org/index.php?title=acessar_youtube_sem_modificar_o_dns_ou_a&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1">aqui</a>, e <a
href="http://www.ofimdavarzea.com/2007/01/07/acesse-o-youtube-em-1-clique/">aqui</a>). Esse bloqueio do YouTube chega ao extremo do absurdo. A China, reconhecidamente autoritária no que se refere à  internet, diria que o Brasil não está &#8220;fazendo feio&#8221;. Aplaudiriam, até. Fora que blogs de direito estão dizendo que <a
href="http://direitoetrabalho.blogspot.com/2007/01/bloqueio-do-sitio-do-youtube-pela.html">isso é ilegal</a>.</p><p>A nossa querida <a
href="http://www.odontopalm.com.br/gsf/arquivo/2007/01/exclusivo_brasi.html">Bia Kunze, a Garota Sem Fio</a>, diretamente de Curitiba e usuária da Brasil Telecom confirmou &#8220;in loco&#8221; o bloqueio. Além disso conseguiu falar com alguém da empresa e tirou a seguinte declaração:</p><blockquote><p>O pessoal da Brasil Telecom, que antes desconhecia o bloqueio, agora me confirma: eles estão cientes do não-acesso específico ao site YouTube. Contudo eles não têm mais dados a passar e pedem que aguardem uma nota oficial. A empresa deverá se pronunciar a respeito.</p></blockquote><p>O Cardoso, do Contraditorium, <a
href="http://www.contraditorium.com/2007/01/06/dani-parabns-de-hype-agora-voc-meme/">conseguiu provar de uma vez por todas que a atitude da Dani</a> (ele é íntimo, a viu transando&#8230; mas não sei se posso dizer o mesmo da <a
href="http://www.contraditorium.com/">Luciana Vendramini</a>) foi benéfica a ela, já que o assunto estava morrendo e ela reacendeu o pavio, tornando-se um <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Meme">meme</a>, uma idéia com vida própria que viverá pela eternidade nos recantos obscuros da web. Se a Dani queria acabar de vez com essa história, conseguiu exatamente o oposto. Bocão, você realmente sabe fazer <a
href="http://www.blogdeguerrilha.com.br/">marketing de guerrilha</a>.</p><p><strong>[atualização 1]</strong>: leiam também o excelente post do <a
href="http://www.solonbro.com/">Solon</a> sobre o assunto, mostrando que talvez os blogs tenham exagerado desta vez: <a
href="http://www.solonbro.com/?p=173">os blogueiros hiperbólicos</a></p><p><strong>[atualização 2]</strong>: <a
href="http://www.cbncuritiba.com.br/index.php?pag=noticia&amp;id_noticia=7730&amp;id_menu=136&amp;PHPSESSID=d18da5f11fc369d8544b802791b9ec06">Bia Kunze comenta na rádio CBN de Curitiba</a> sobre o caso CicaTube. Aúdio de aprox. 4 minutos.</p><p><strong>[atualização 3]</strong>: Gráfico de humor e texto ensinado geografia e globalização com base no caso CicaTube: <a
href="http://novo-mundo.org/log/2007/01/08/globalizacao-aprenda-com-o-video-da-cicarele/">GLOBALIZAÇÃO: Aprenda com o vídeo da cicarele!</a></p><p><strong>[atualização 4]</strong>: <a
href="http://www.arcanjo.org/">Rafael Arcanjo</a> ligou para a BrT durante a vigência do bloqueio e <a
href="http://www.arcanjo.org/blog/youtube-bloqueado-na-brasil-telecom-reclame-com-o-google/">a atendente mandou ligar para o Google</a>. Tsc, tsc&#8230; Coisa de tele-atendimento&#8230;</p><p><strong>[atualização 5]</strong>: Vídeo com Marcelo Madureira (Casseta e, segundo o vídeo, engenheiro), de humor, <a
href="http://video.google.com/videoplay?docid=-3186661158043161140">calculando o valor de cada foda da Cicarelli com o Ronaldo</a>. Gráficos, equaçoes e tudo mais. Hilário!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/cicatube-a-novela/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>28</slash:comments> </item> <item><title>Finalmente alguém processa o YouTube</title><link>http://techbits.com.br/2006/finalmente-alguem-processa-o-youtube/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/finalmente-alguem-processa-o-youtube/#comments</comments> <pubDate>Thu, 02 Nov 2006 04:17:17 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[ddos]]></category> <category><![CDATA[domínios]]></category> <category><![CDATA[processo]]></category> <category><![CDATA[utube]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/finalmente-alguem-processa-o-youtube/</guid> <description><![CDATA[Música de fundo, trechos de filmes ou programas de TV. Todos sabem que no YouTube boa parte do material publicado pelos usuários fere de alguma forma direitos autorais. Mas até agora ninguém processou o site por causa disso. Muito pelo contrário, as empresas de mídia e conteúdo fecharam acordos com o YouTube para não ficar [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/youtube.png" title="[YouTube] " alt="[YouTube] "/>Música de fundo, trechos de filmes ou programas de TV. Todos sabem que no YouTube boa parte do material publicado pelos usuários fere de alguma forma direitos autorais. Mas até agora <a
href="http://techbits.com.br/2006/ninguem-vai-processar-o-youtube/">ninguém processou</a> o site por causa disso. Muito pelo contrário, as empresas de mídia e conteúdo fecharam acordos com o YouTube para não ficar de fora do hit do momento. Só que finalmente alguém resolveu  processar o YouTube e, surpreendentemente, não é por causa de direitos autorais.</p><p><strong>[atualização em 8/1/7]</strong>: leia também sobre o <a
href="http://techbits.com.br/2007/cicatube-a-novela/">YouTube e o caso Cicarelli</a></p><h3>UTube.com</h3><p>A Universal Tube é uma empresa que fabrica tubos, canos e outros equipamentos, cujo site <a
href="http://utube.com">UTube.com</a> está recebendo uma quantidade enorme de visitantes que o confundem com o seu quase homônimo e ligeiramente mais famoso <a
href="http://youtube.com">YouTube.com</a>. A empresa tem 22 anos de mercado e seu site está no ar desde 1994. Mas desde a <a
href="http://techbits.com.br/2006/confirmado-google-compra-youtube-por-us-165-bilhao/">venda do YouTube para o Google</a>, constantemente o UTube.com fica fora do ar devido à  quantidade enorme de acessos em uma espécie de <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DDoS">DDoS</a> involuntário por parte dos internautas.<br
/> <img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/utube.png" title="[utube.com] " alt="[utube.com] " class="floatTL"/>Só pra ter uma idéia antes recebiam 1500 visitantes únicos por mês. <a
href="http://mashable.com/2006/11/01/breaking-utube-sues-youtube/">Agora esse número subiu para 2 milhões</a>. É o sonho de qualquer site mas uma verdadeira dor de cabeça para uma empresa que negocia basicamente pela internet e está perdendo clientes com um site fora do ar. A Universal Tube diz que já teve que mudar de servidor 5 vezes e que o custo com o tráfego aumentou 100 vezes.</p><p>No processo a UTube.com exige que o YouTube mude de nome para evitar ser confundido com fabricante de canos. Também deve aproveitar para tirar uns trocados do site famoso.</p><h3>YouTube e os vídeos fora do ar</h3><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/comedycentral.gif" alt="[Comedy Central] " title="[Comedy Central] " />Mesmo antes da venda para o Google, o YouTube já retirava vídeos com material ilegal do seu site. Bastava os donos do conteúdo solicitarem. Eu já havia me deparado com uma mensagem informando que determinado vídeo não estava disponível por problemas de direito autoral. Mas isso nunca foi notícia&#8230; pelo menos antes da venda.</p><p>Agora, qualquer vídeo retirado vira notícia. Tivemos o caso dos vídeos de canais de TV japoneses retirados do ar que <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20061020-8038.html">gerou especulações sobre o começo do fim do YouTube</a>. E mais recentemente vídeos do Comedy Central, canal humorístico da TV americana que também saíram do ar e foram parar nas manchetes por toda a web. Neste último caso um acordo fez <a
href="http://www.diogoazevedo.com/2006/11/comedy-central-de-volta-ao-youtube/">tudo voltar à  normalidade</a>.</p><p>Torço para que todos os vídeos continuem no YouTube e que essa seja a <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">revolução que nós consumidores desejamos</a> quando se fala de distribuição de conteúdo.</p><p><strong>[atualização em 8/1/7]</strong>: leia também sobre o <a
href="http://techbits.com.br/2007/cicatube-a-novela/">YouTube e o caso Cicarelli</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/finalmente-alguem-processa-o-youtube/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>18</slash:comments> </item> <item><title>Ninguém vai processar o YouTube?</title><link>http://techbits.com.br/2006/ninguem-vai-processar-o-youtube/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/ninguem-vai-processar-o-youtube/#comments</comments> <pubDate>Wed, 18 Oct 2006 20:17:44 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[bolt]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[grouper]]></category> <category><![CDATA[processo]]></category> <category><![CDATA[universal]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/ninguem-vai-processar-o-youtube/</guid> <description><![CDATA[A história que todos esperavam ver essa semana era alguma grande empresa de mídia processando o YouTube. Afinal, após sua compra pelo Google, deve haver dinheiro em caixa. Mas isso não aconteceu e parece que não acontecerá. Por outro lado, a Universal Music abriu processo contra dois sites pouco conhecidos de compartilhamento de vídeos: Grouper [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
title="[Universal Tube Bolt Grouper]  " alt="[Universal Tube Bolt Grouper]  " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/universaltubeboltgrouper.gif" />A história que todos esperavam ver essa semana era alguma grande empresa de mídia processando o YouTube. Afinal, <a
href="http://techbits.com.br/2006/confirmado-google-compra-youtube-por-us-165-bilhao/">após sua compra pelo Google</a>, deve haver dinheiro em caixa. Mas isso não aconteceu e parece que não acontecerá. Por outro lado, <a
href="http://mashable.com/2006/10/17/universal-music-sues-grouper-and-boltcom-youtube-escapes/">a Universal Music abriu processo</a> contra dois sites pouco conhecidos de compartilhamento de vídeos: <a
href="http://grouper.com/">Grouper</a> e <a
href="http://bolt.com">Bolt</a>. Seria isso uma forma de pressionar por acordos?</p><h3>Os acordos do YouTube</h3><p>No mesmo dia que foi vendido o YouTube anunciou <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20061009-7935.html">uma série de acordos com a indústria de mídia</a>. Esse foi um sinal de que as negociações estavam caminhando muito bem e que uma solução para o problema dos direitos autorais está a caminho. Antes disso havia sempre a ameaça de processo, principalmente por parte da Universal, mas isso nunca aconteceu. Foi uma forma de pressionar o YouTube a ficar de olho em material postado ilegalmente. De qualquer forma o site sempre tirou vídeos do ar quando foi solicitado.</p><h3>Grouper e Bolt.com</h3><p>Aparentemente tanto o Grouper quanto o Bolt <a
href="http://www.techcrunch.com/2006/10/17/universal-music-files-suit-against-grouper-boltcom/">viraram bode expiatório</a>. Há outros sites de compartilhamento de vídeos nos mesmos moldes deles e que não tiveram problemas. São eles o <a
href="http://www.guba.com">Guba</a> e o <a
href="http://www.metacafe.com">Metacafe</a>, só pra ficar em dois exemplos. O fato é que nenhum desses sites estimula o conteúdo ilegal, mas qualquer serviço de compartilhamento de vídeos que tenha um público mínimo enfrenta problemas de uploads de material que infringe direitos autorais.</p><p>É complicado controlar a multidão. Enquanto isso o YouTube se safa com muito dinheiro no bolso e bons advogados do Google de plantão&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/ninguem-vai-processar-o-youtube/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>O LOST e o novo paradigma da distribuição de conteúdo</title><link>http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/#comments</comments> <pubDate>Wed, 04 Oct 2006 17:17:02 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[blu-ray]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[hd-dvd]]></category> <category><![CDATA[lost]]></category> <category><![CDATA[paradigma]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/</guid> <description><![CDATA[Hoje estréia nos EUA a terceira temporada da série Lost. O que isso tem a ver com tecnologia? Fora o fato de todos os geeks assistirem, a pergunta é: como esses geeks vão assistir se a temporada, como já disse, estréia nos EUA e não no Brasil&#8230;? Fácil: BitTorrent. Pra quem não sabe o BitTorrent [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/lost.jpg" alt="[Lost] " title="[Lost] " class="floatTL"/>Hoje estréia nos EUA a terceira temporada da <a
href="http://www.lostcast.com.br/">série Lost</a>. O que isso tem a ver com tecnologia? Fora o fato de todos os geeks assistirem, a pergunta é: como esses geeks vão assistir se a temporada, como já disse, estréia nos EUA e não no Brasil&#8230;? Fácil: BitTorrent. Pra quem não sabe o <a
href="http://www.wired.com/wired/archive/13.01/bittorrent.html?pg=1&amp;topic=bittorrent&amp;topic_set=">BitTorrent é uma forma rápida de compartilhar arquivos</a>. Claro, a indústria de filmes, músicas e seriados enxerga essa tecnologia como o inimigo. Mas chegou a hora de eles entenderem que o <a
href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2005/05/25/nao-vi-na-tv-a-cabo-preferi-baixar-pela-internet/">modo tradicional que usam para distribuir conteúdo precisa de uma reviravolta urgente</a> pois estão sendo atropelados pela tecnologia.</p><h3>O novo broadcast</h3><p>As formas tradicionais de distribuição estão com os dias contados. Nos dias atuais ser fã de um programa de TV é um problemão pois o tempo é escasso e nem sempre estamos disponíveis para ver a transmissão. As emissoras de TV e rádio também sofrem do mesmo problema pois o tempo disponível em suas grades de programação limita-se às 24 horas do dia. Ok, existe o videocassete pra gravar tudo isso. Existe? Atualmente aqui no Brasil as TVs a cabo distribuem conversores digitais que, entre outras funções, também gravam programas. Uma espécie de <a
href="http://www.tivo.com">TiVo</a>, muito comum nos EUA. Parte do problema está resolvido.</p><p>Mas vem da internet a solução completa: o tempo não é mais um problema pois assistimos de acordo com nossa disponibilidade e não seguindo as vontades do programador da emissora de TV. O conteúdo pode ser refinado de acordo com os gostos pessoais, ou seja, vamos gastar o tempo disponível apenas com o que realmente  nos interessa. Achar tal conteúdo é facilitado pelos mecanismos de busca. Isso tá com cara de economia da <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a>&#8230;</p><h3>O fim das mídias físicas</h3><p>Ontem mesmo saiu um artigo no qual um <a
href="http://www.gamesindustry.biz/content_page.php?aid=20115">executivo da Sony prevê o fim das mídias físicas no prazo de 5 anos</a>. Estranho&#8230; deixa eu entender: não é a Sony que está gastando bilhões para emplacar o Blu-Ray? Mas então o que esse executivo da Sony está falando? Parece que eles finalmente entenderam que ninguém se importa com a <a
href="http://techbits.com.br/2006/blu-ray-vs-hd-dvd-quem-se-importa/">guerra particular do HD-DVD vs. Blu-Ray</a>. Que as mídias físicas descansem em paz (e se possível levem o DRM junto&#8230;).</p><p>Apesar de já existirem exemplos do novo broadcast (<a
href="http://techbits.com.br/2006/amazon-unbox-filmes-para-download/">Amazon Unbox</a> ou a Apple ITMS, entre outros) a indústria ainda teme entrar de vez neste mercado. Quanto mais demorarem, pior. A estréia da terceira temporada do Lost, que deveria ser restrita aos EUA mas pode ser considerada mundial, é uma prova disso.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>22</slash:comments> </item> <item><title>YouTube: vale US$ 1,5 bilhão?</title><link>http://techbits.com.br/2006/youtube-vale-us-15-bilhao/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/youtube-vale-us-15-bilhao/#comments</comments> <pubDate>Thu, 21 Sep 2006 18:17:36 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[direitos-autorais]]></category> <category><![CDATA[monetizar]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/youtube-vale-us-15-bilhao/</guid> <description><![CDATA[Se você acabou de cair na Terra e nunca ouviu falar do YouTube, pare de ler imediatamente e vá visitar o site. O YouTube é um sucesso. Já passaram por lá Vanucci, Ronaldinho, a novela Páginas da Vida e mais recentemente Cicarelli (*). O grande problema que muitos apontam é que o site, com um [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/youtube.gif" alt="[YouTube] " title="[YouTube] " />Se você acabou de cair na Terra e nunca ouviu falar do <a
href="http://youtube.com">YouTube</a>, pare de ler imediatamente e vá visitar o site. O YouTube é um sucesso. Já passaram por lá <a
href="http://youtube.com/watch?v=kKQAAAmPhtQ">Vanucci</a>, <a
href="http://youtube.com/watch?v=i_hJaSQ5n2o">Ronaldinho</a>, a novela <a
href="http://youtube.com/watch?v=7KxrdNmhMDw">Páginas da Vida</a> e mais recentemente Cicarelli (*). O grande problema que muitos apontam é que o site, com um tráfego imenso, não tem receita suficiente para pagar por seu uso de banda. E o dinheiro recebido de <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Venture_capital">capital de risco</a> no final de 2005, está acabando. Mas isso está para ser resolvido. O NY Post de hoje traz uma matéria que informa que o <a
href="http://www.nypost.com/business/youtubes_got_a_fat_idea_of_itself_business_sam_gustin.htm">valor de venda do site seria de US$ 1,5 bilhão</a>&#8230; e há interessados.</p><h3>100 milhões de vídeos por dia</h3><p>Em julho o YouTube transmitia <a
href="http://news.bbc.co.uk/1/hi/technology/5186618.stm">100 milhões de vídeos por dia</a>. Recentemente estatísticas mostraram que o YouTube já havia passado quase <a
href="http://www.techconsumer.com/2006/08/30/youtube-stats-revealed-total-viewing-time-9305-years/">10 mil anos de vídeos</a>. Essa grande visitação é um ponto forte para a venda do site que poderia ser explorado com anúncios. Hoje há anúncios do Google Adsense. O ideal seria colocar propaganda nos vídeos. Mas como boa parte do material do YouTube infringe leis de direitos autorais (90% segundo estimativas), colocar anúncios dessa forma exige primeiro <a
href="http://www.techcrunch.com/2006/09/21/youtubes-magic-number-15-billion/">regularizar a situação dos vídeos</a>.</p><h3>YouTube com os dias contados</h3><p>Mais polêmico, o blogger Mark Cuban diz que o <a
href="http://www.blogmaverick.com/2006/09/17/the-coming-dramatic-decline-of-youtube/">YouTube está fadado ao fracasso</a>. Aponta duas evidências: primeiro pergunta &#8220;por que usar minha largura de banda para vídeos se posso obter isso de graça?&#8221;. Blogs, sites, emails, qualquer coisa que aceite códigos <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Html">HTML</a> pode ter um vídeo do YouTube sem usar a própria banda. Uma verdadeira torneira aberta que joga custos lá no alto.</p><p>O segundo motivo é o problema de vídeos <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20060716-7273.html">que infringem leis de direitos autorais</a>. O YouTube retira do ar material postado irregularmente após solicitação dos detentores dos direitos legais. Mas por enquanto a maioria das empresas de mídia parece não se preocupar com isso (<a
href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2006/09/15/idgnoticia.2006-09-15.4957464181/IDGNoticia_view">exceto a Universal</a>). Estão esperando para ver no que vai dar. O Google mostrou que a busca aumenta o interesse (e os lucros). Talvez o YouTube prove o mesmo para os vídeos.</p><p>O ValleyWag aponta que o YouTube encontra-se em uma encruzilhada: debatendo o recente acordo do site com a Warner para distribuição de conteúdo, diz &#8220;<a
href="http://www.valleywag.com/tech/youtube/feature-why-youtubes-best-deal-will-be-its-death-201378.php">este acordo é a mudança do YouTube do &#8216;nós adoramos nossos usuários&#8217; para o &#8216;putz, precisamos ter lucro&#8217;</a> &#8220;.</p><h3>O YouTube, a Busca, e a Cauda Longa</h3><p>O sucesso do YouTube está ligado a dois fatores presentes nas organizações de maior sucesso da internet: A <a
href="http://battellemedia.com/">Busca</a> e a <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a>. Por busca entende-se a facilidade de achar vídeos interessantes no site que são <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tag_%28metadata%29">taguizados</a>, característica da web semântica e web 2.0. Quando se trata da Cauda Longa podemos dizer que há mercado para todo tipo de conteúdo e que o barateamento da distribuição permitida pelo YouTube, juntamente com o poder da busca, cria esse que é um dos mais recentes sucessos da web.</p><h4>Leia também:</h4><h3><a
href="http://techbits.com.br/%20Confirmado:%20Google%20compra%20YouTube%20por%20US$%201,65%20bilh%E3o">Confirmado: Google compra YouTube por US$ 1,65 bilhão</a></h3><p><small>(*) fora do ar no YouTube, mas disponível por aí pela internet&#8230;</small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/youtube-vale-us-15-bilhao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> <item><title>Amazon Unbox: filmes para download</title><link>http://techbits.com.br/2006/amazon-unbox-filmes-para-download/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/amazon-unbox-filmes-para-download/#comments</comments> <pubDate>Fri, 08 Sep 2006 00:17:48 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[amazon]]></category> <category><![CDATA[apple]]></category> <category><![CDATA[blu-ray]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[filmes]]></category> <category><![CDATA[hd-dvd]]></category> <category><![CDATA[itunes]]></category> <category><![CDATA[unbox]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/amazon-unbox-filmes-para-download/</guid> <description><![CDATA[Acaba de entrar no ar o novo serviço de vídeos da Amazon, chamado de Unbox. Como eu já havia dito antes, esqueça Blu-Ray vs. HD-DVD. O pessoal do Caveat Emptor tem lá seus argumentos para a guerra de formatos de discos digitais. Mas a batalha é outra: Amazon Unbox vs. Apple ITMS (iTunes Movie Store). [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/amazonunbox.png" title="Amazon Unbox - o fim das mídias físicas?" alt="Amazon Unbox - o fim das mídias físicas?" />Acaba de entrar no ar o novo serviço de vídeos da Amazon, chamado de <a
href="http://unbox.com/">Unbox</a>. Como eu já havia dito antes, <a
href="http://techbits.com.br/2006/blu-ray-vs-hd-dvd-quem-se-importa/">esqueça Blu-Ray vs. HD-DVD</a>. O pessoal do <a
href="http://www.solonbro.com/?p=57">Caveat Emptor</a> tem lá seus argumentos para a guerra de formatos de discos digitais. Mas a batalha é outra: <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20060906-7677.html">Amazon Unbox vs. Apple ITMS</a> (iTunes Movie Store). E dessa vez, a Amazon saiu na frente. Vamos esperar até a próxima terça (12/09) pra ver se os <a
href="http://techbits.com.br/2006/blu-ray-vs-hd-dvd-quem-se-importa/#itms">rumores da Apple</a> se concretizam.</p><h3>A Cauda Longa e os filmes</h3><p>Até hoje o mercado de filmes foi regido pela escassez. Dos milhares de filmes feitos por ano, pouquíssimos são exibidos em cinemas e uma parte ligeiramente maior sai em DVD. A grande maioria não consegue atingir esses canais de distribuição e ficam restritos a festivais de cinema-cabeça. Podem ser ótimos filmes, mas são vistos por poucas pessoas.</p><p>Com o lançamento do Amazon Unbox entramos finalmente na <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a> dos filmes. Não só sucessos arrasa-quarteirão de <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:DVD" class="bbli">Hollywood<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> serão vendidos, como também filmes obscuros ou de <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bollywood">Bollywood</a> terão sua vez. Vai depender da preferência de cada um. Ningúem mais ficará restrito a assistir apenas os sucessos. Poderá escolher de uma variedade imensa aquilo que agrada.</p><p>Isso só é possível com a economia da Cauda Longa. <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/#prateleira">Prateleiras infinitas</a> para divulgar os filmes. Mecanismos de busca poderosos para filtrar individualmente o que é relevante. Internet e banda larga para distribuir. Abundância de escolhas, custos mais baixos. Sinto muito: adeus Blu-Ray e adeus HD-DVD.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/amazon-unbox-filmes-para-download/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>7</slash:comments> </item> </channel> </rss>
