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> <channel><title>Techbits &#187; twitter</title> <atom:link href="http://techbits.com.br/tudo-sobre/twitter/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://techbits.com.br</link> <description>O Techbits é um blog voltado para discussão de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, segurança e negócios.</description> <lastBuildDate>Thu, 06 Oct 2011 05:55:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>Os dois lados da moeda</title><link>http://techbits.com.br/2009/os-dois-lados-da-moeda/</link> <comments>http://techbits.com.br/2009/os-dois-lados-da-moeda/#comments</comments> <pubDate>Wed, 11 Nov 2009 12:48:32 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[3g]]></category> <category><![CDATA[apagão]]></category> <category><![CDATA[cobertura]]></category> <category><![CDATA[informação]]></category> <category><![CDATA[jornalismo]]></category> <category><![CDATA[tempo real]]></category> <category><![CDATA[twitter]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=786</guid> <description><![CDATA[Certamente o tuíter será rei de muitos textos do dia de hoje. Tudo por causa de um apagão de quase 4 horas (no meu caso) que o sistema elétrico brasileiro enfrentou no final da noite de ontem e início da madrugada de hoje. Mas não é bem assim, diria a Marion Strecker, diretora de conteúdo [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/11/moedas.jpg"><img
class="alignnone size-full wp-image-787" title="moedas" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/11/moedas.jpg" alt="moedas" width="250" height="188" /></a>Certamente o tuíter será rei de muitos textos do dia de hoje. Tudo por causa de um apagão de quase 4 horas (no meu caso) que o sistema elétrico brasileiro enfrentou no final da noite de ontem e início da madrugada de hoje.</p><p><a
id="zf78" title="Mas não é bem assim" href="http://twitter.com/marionstrecker/status/5607975089">Mas não é bem assim</a>, diria a Marion Strecker, diretora de conteúdo do UOL. Nos portais de notícias houve apuração, entrevistas. Jornalistas foram a coletivas de imprensa para saber o que estava acontecendo. <a
id="ghlw" title="Mas não é bem assim" href="http://twitter.com/fugita/status/5604670881">Mas não é bem assim</a>, diria algum tuiteiro mais exaltado. Então como é que é?</p><p>Recentemente fiz um post sobre &#8220;<a
id="jpso" title="O valor da informação" href="../2009/o-valor-da-informacao/">O valor da informação</a>&#8220;. Nele falo que a notícia, o registro simples e puro de um fato, está virando commodity.  Mas também falo que se a notícia for uma informação em tempo real ela deixa de ser commodity. A cobertura jornalística feita pelos portais da internet, rádios e redes de TV tentaram ser o mais rápidos possível na divulgação de informações. Ótimo! Esse trabalho de apuração é importantíssimo e não será substituído.</p><p>O que acontece é que o Twitter realmente é ótimo para sabermos o que está acontecendo em <a
id="devu" title="tempo real" href="http://peixefresco.net/2009/artigo/a-web-em-tempo-real/">tempo real</a>. A característica caótica das mensagens postadas é suficiente para sabermos o que se passa em vários lugares diferentes. Em menos de 2 minutos percebi que a falta de luz não era do meu bairro, nem da minha cidade, mas muito mais ampla do que isso.</p><p>Já as notícias da grande mídia foram importantíssimas para suprir a minha timeline do Twitter com informações postadas por pessoas de todo o Brasil sobre o que de fato havia acontecido de acordo com informações de fontes confiáveis. E tudo trabalhou em conjunto para que meu vício por informação fosse suprido.</p><h3>3G</h3><p>E se não fosse o 3G e as torres de celular nada disso seria possível. Milhares de pessoas ficaram ligadas nas notícias através de suas conexões 3G dos celulares oumodens para notebook. As torres de celular aguentaram bem o apagão e, pelo menos no meu caso, permitiram navegar na internet, checar o Twitter e sites de notícias. Vitória da tecnologia.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2009/os-dois-lados-da-moeda/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>6</slash:comments> </item> <item><title>O valor da informação</title><link>http://techbits.com.br/2009/o-valor-da-informacao/</link> <comments>http://techbits.com.br/2009/o-valor-da-informacao/#comments</comments> <pubDate>Thu, 10 Sep 2009 10:20:31 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[informação]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[notícia]]></category> <category><![CDATA[opinião]]></category> <category><![CDATA[tempo real]]></category> <category><![CDATA[twitter]]></category> <category><![CDATA[web]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=454</guid> <description><![CDATA[Faz uns três anos que parei de ler diariamente jornal, daqueles impressos. Isso não quer dizer de forma alguma que fiquei sem me informar. Naquela época comecei a notar que a maioria das notícias do jornal acabava lendo no dia anterior na interwebs e que não fazia mais sentido acompanhar o mundo com um dia [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/09/informacao-gratis-estadao.png"><img
class="alignnone size-full wp-image-456" title="Se hoje a informação é de graça..." src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/09/informacao-gratis-estadao.png" alt="Se hoje a informação é de graça..." width="250" height="109" /></a>Faz uns três anos que parei de ler diariamente jornal, daqueles impressos. Isso não quer dizer de forma alguma que fiquei sem me informar. Naquela época comecei a notar que a maioria das notícias do jornal acabava lendo no dia anterior na interwebs e que não fazia mais sentido acompanhar o mundo com um dia de atraso. Hoje enxergo três tipos de informação que consumo: as em tempo real, as opiniões e as notícias. E cada uma tem o seu valor. Neste post vou tentar explicar como enxergo esse valor e o impacto que a internet tem em cada uma delas.</p><h3>Notícias</h3><p>Um <a
id="g_c:" title="jornal impresso" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Newspaper">jornal impresso</a> é repleto de notícias. Tem outras coisas mas o seu principal material são as notícias. Do dia anterior&#8230; quando não tem dois dias de atraso como é o caso do volumoso jornal de domingo. O grande problema é que com a internet a notícia simplesmente virou <a
id="d2-d" title="commodity" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Commodity">commodity</a>. E é isso que tem incomodado os grandes grupos de imprensa do mundo.</p><p>Quando abrimos o <a
id="ia4v" title="Google News" href="http://news.google.com">Google News</a>, por exemplo, vemos lá que o Steve Jobs voltou a apresentar um keynote (imagem abaixo). Ok, notícia interessante, mas onde ler? O Google News dá algumas opções principais e coloca no final um link para mais 171 artigos semelhantes. Praticamente todos eles devem falar quase a mesma coisa: Steve Jobs apareceu, Apple lançou iPod nano que permite filmar e atualizou o sistema do iPhone para versão 3.1. Tanto faz se você ler no <a
id="tfny" title="G1" href="http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1298616-9356,00-STEVE+JOBS+REAPARECE+PARA+LANCAR+NOVIDADES+DA+APPLE.html">G1</a>, <a
id="nffd" title="no Estadão" href="http://www.estadao.com.br/noticias/economia,steve-jobs-reaparece-para-lancar-novidades-da-apple,432001,0.htm">no Estadão</a>, <a
id="wk_:" title="no Terra" href="http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3966273-EI4801,00.html">no Terra</a>, no&#8230; pois é&#8230; em qualquer lugar.</p><p><a
href="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/09/gnews.png"><img
class="alignnone size-full wp-image-455" title="Google News e seus 1758695 links" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/09/gnews.png" alt="Google News e seus 1758695 links" width="399" height="224" /></a></p><p>Como disse a notícia por si só é commodity, tanto faz o lugar que você a está lendo. E isso se for na internet. Imagina esperar para ler só no dia seguinte que é o que um jornal faz. Realmente não dá certo e é esse um dos motivos de eu achar o jornal impresso algo ultrapassado.</p><p>Antes que alguém reclame nos comentários, não estou dizendo que a <a
id="ttk7" title="mídia tradicional morreu" href="http://www.time.com/time/business/article/0,8599,1877191,00.html">mídia tradicional morreu</a> e sim que o formato jornal impresso não é o mais apropriado para esse tipo de informação.</p><h3>Tempo real</h3><p>Um dos grandes benefícios que o Twitter trouxe certamente é a distribuição de informação rapidamente e muitas vezes em tempo real. Um outro é a possibilidade de controlar a taxa de sinal e ruído. O fato do tempo real estar na essência do Twitter torna esse tipo de informação muito valiosa.</p><p>Em geral os acontecimentos em tempo real também são notícias. Tanto é que alguns canais como blogs se utilizam do recurso de live-blogging para narrar acontecimentos como as apresentações do Steve Jobs. Aqui no Brasil o Henrique Martin do Zumo <a
id="gt.t" title="estava em São Francisco fazendo a cobertura" href="http://zumo.uol.com.br/2009/09/09/apple-ao-vivo-de-san-francisco/">estava em São Francisco fazendo a cobertura</a>. E o tradicional Engadget é quase sempre meu ponto de apoio quando <a
id="mqrf" title="quero acompanhar grandes lançamentos e eventos em tempo real" href="http://www.engadget.com/2009/09/09/live-from-apples-its-only-rock-and-roll-event/">quero acompanhar grandes lançamentos e eventos em tempo real</a>.</p><p>Muitos tuiteiros brasileiros quando vão a eventos como um recente, o <a
id="li65" title="Digital Age 2.0" href="http://www.digitalage20.com.br/2009/">Digital Age 2.0</a> ou ainda o <a
id="w16l" title="Blogcamp RJ" href="http://blogcamp.com.br/blogcamp-rj-2009-desconferencias-e-oficinas/">Blogcamp RJ</a>, inundam seus streamings públicos do Twitter com atualizações de quase cada palavra de um palestrante, além de outros detalhes.</p><p>O Read Write Web já fez vários artigos dizendo que o <a
id="oly_" title="real time é o &quot;the next big thing&quot;" href="http://www.readwriteweb.com/archives/the_man_who_made_gmail_says_real-time_conversation.php">real time é o &#8220;the next big thing&#8221;</a>. Até o Google começou a se preocupar com isso pois seu mecanismo de busca sempre foi ótimo para coisas que aconteceram mas muito ruim para coisas que estão acontecendo naquele momento. E <a
id="ai45" title="melhoraram o algoritmo de busca para absorver melhor o tempo real" href="http://www.techcrunch.com/2009/05/12/google-launches-search-options-declares-real-time-search-biggest-challenge/">melhoraram o algoritmo de busca para absorver melhor o tempo real</a>.</p><p>O grande diferencial da notícia ser dada em tempo real é que não deu tempo ainda de ela virar commodity. Mas meia hora depois 3517 links no Google News irão aparecer e daí concorrer a um lugar ao Sol. Mas é sempre bom saber que no Twitter sempre vai ter alguém em todos os lugares, <a
id="lk2h" title="até mesmo quando um avião cai acidentalmente em um rio em Nova York" href="http://www.news.com.au/technology/story/0,28348,24920040-5014239,00.html">até mesmo quando um avião cai por acidente em um rio em Nova York</a>.</p><h3>Opinião</h3><p>Certa vez conversando com o <a
id="lw4t" title="Eric Messa" href="http://twitter.com/ericmessa">Eric Messa</a>, professor da Faap e interneteiro, chegamos ao entendimento que <a
id="l-47" title="para um blogueiro é melhor ser mais parecido com um colunista" href="http://www.messa.com.br/eric/ecode/2009/05/o-blogueiro-e-um-conteudista.html">para um blogueiro é melhor ser mais parecido com um colunista</a> do que um repórter atrás de notícias. Isso por que como já foi discutido neste post a notícia é commodity, e o grande diferencial que alguém pode tratar uma notícia é se divulgá-la em tempo real ou antes de todo mundo. E blogs não tem estrutura para isso. Ou pelo menos a maioria não.</p><p>Então o que resta ao intrépido blogueiro? Opinião. Tá certo que o <a
id="o0ex" title="Andrew Keen já disse" href="http://www.talk2.com.br/geral/andrew-keen-e-o-lado-negro-da-web-dia-22-no-talkshow/">Andrew Keen já disse</a> que qualquer opinião não quer dizer nada e só posso concordar com ele. Mas uma opinião bem fundamentada, daquelas de dissertação da aula de redação do colégio sempre são bem vindas. E é esse o nicho que recomendo aos blogueiros, a parte mais difícil, reservada aos colunistas, que é a opinião.</p><p>Claro, um blog não precisa ser só opinião. É interessante a forma como o <a
id="b8io" title="Tecnoblog tratou a sua reestruturação de conteúdo" href="http://tecnoblog.net/archives/introducing-tecnoblog-2-0.php">Tecnoblog tratou a sua reestruturação de conteúdo</a>, algo que já pensei em fazer no Techbits (ei, <a
id="ip1f" title="Mobilon" href="http://twitter.com/Mobilon">Mobilon</a>, posso copiar a ideia?). Lá existe a home com colunistas e em outra área do blog as notícias sendo alimentadas. Faz todo o sentido para atingir uma grande público.</p><p>Acho que faltou citar aqui neste post coisas como revistas &#8211; boas para reportagens e análises aprofundadas &#8211; e também notícias locais, <a
id="gt2c" title="esse que parece ser um nicho interessante a ser explorado" href="http://www.nytimes.com/2009/04/13/technology/start-ups/13hyperlocal.html">um nicho interessante a ser explorado</a>, bem como a personalização das notícias. Mas o texto já está grande demais para discutir mais coisas.</p><p>E pra finalizar, o grande valor da opinião é que ela não vai virar commodity e também não é efêmera quanto a informação em tempo real. E em um mundo de Google News e Twitter essa é a forma que diferencia qualquer um da multidão.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2009/o-valor-da-informacao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>Um bilhão de mensagens no Twitter?</title><link>http://techbits.com.br/2008/um-bilhao-de-mensagens-no-twitter/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/um-bilhao-de-mensagens-no-twitter/#comments</comments> <pubDate>Tue, 11 Nov 2008 14:30:08 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[1 bilhão]]></category> <category><![CDATA[bilionésima]]></category> <category><![CDATA[mensagem]]></category> <category><![CDATA[twitter]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=420</guid> <description><![CDATA[Na madrugada de 11 de Novembro de 2008, ao redor das 3h50 (hora de Brasília, ou 5h50 GMT), alguém mandou a bilionésima mensagem do Twitter desde sua abertura. Eu como bom geek, fiquei acordado até o momento da virada para ver se conseguia mandar a histórica mensagem. Não consegui, minha twittada foi de número 1 [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
title="Twittada do bilhão" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/twittada-do-bilhao.png" alt="Twittada do bilhão" />Na madrugada de 11 de Novembro de 2008, ao redor das 3h50 (hora de Brasília, ou 5h50 GMT), alguém mandou a bilionésima mensagem do Twitter desde sua abertura. Eu como bom geek, fiquei acordado até o momento da virada para ver se conseguia mandar a histórica mensagem. Não consegui, minha twittada foi de número <a
id="q058" title="1 bilhão cento e trinta e três" href="http://twitter.com/fugita/status/1000000133">1 bilhão cento e trinta e três</a>, notem o número na URL. Há <a
id="sbsw" title="controvérsias" href="http://twitter.com/spiceee/status/1000037463">controvérsias</a>, claro, mas é só olhar o <a
id="nxt_" title="public timeline do serviço" href="http://twitter.com/public_timeline">public timeline do serviço</a> que o assunto se esclarece.</p><h3>Twitter mainstream?</h3><p>O Twitter está cada vez mais <a
id="ntey" title="chamando atenção" href="http://blog.twitter.com/2008/11/colbert-and-stewart-talkin-twitter.html">chamando atenção</a> . Nas eleições americanas <a
id="boy3" title="foi fator importante" href="http://latimesblogs.latimes.com/webscout/2008/11/times-twitter-d.html">foi fator importante</a> na distribuição da informação entre eleitores tanto no dia do pleito quanto nos debates presidenciais que passaram na CNN.</p><p>Eventos que afetam muitas pessoas <a
id="a0gm" title="como terremotos" href="http://mashable.com/2007/10/30/california-quake-twitter-first-take-cover-later/">como terremotos</a> costumam ter cobertura em tempo real de cidadãos comuns pela ferramenta. Sem falar de eventos de tecnologia na qual twitteiros estão presentes em massa e você consegue acompanhar os principais acontecimentos sem sair da frente do seu computador. <a
id="dlcx" title="E as palestras nunca mais foram as mesmas" href="../twitter-ferramenta-de-flashmob/">E as palestras nunca mais foram as mesmas</a>&#8230;</p><h3>Comunicação assíncrona</h3><p>Uma das coisas mais interessantes do Twitter é o modo como funciona. À primeira vista parece idiota de tão simples. &#8220;Pra que alguém vai usar isso? Não faz sentido&#8230;&#8221;, é a reação da maioria das pessoas ao ser apresentado à forma mais revolucionária de comunicação dos últimos tempos. É exatamente essa simplicidade que é genial.</p><p>Já dizia o <a
id="zkuf" title="Pedro Markun" href="http://blog.markun.com.br/">Pedro Markun</a> que o fato da comunicação ser assíncrona traz várias vantagens à ferramenta. Primeiro, ao contrário de muitas redes sociais, no Twitter você não está ligado a quem está ligado a você, ou seja, se essa outra pessoa for seu contato você não necessariamente é contato dela. Pode acontecer de ambos escolherem ser amigos mútuos. Só isso já é suficiente para barrar boa parte do ruído, um dos elementos que faz parte <a
id="q0re" title="daquele desenho do que é comunicação entre dois pontos" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Shannon_and_Weaver%27s_model">daquele desenho do que é comunicação entre dois pontos</a>.</p><p>Diferentemente do IM (Gtalk, MSN) não é necessário que as ponta que recebe a mensagem esteja conectada ao mesmo tempo que o emissor. As mensagens são jogadas e você as vê na hora que puder. Toda essa aparente desorganização é que faz da ferramenta algo poderoso de tal forma que o exército americano andou produzindo relatórios sobre a possibilidade de grupos terroristas usarem o Twitter <a
id="hfjf" title="para coordenar ataques" href="http://news.cnet.com/8301-1009_3-10075487-83.html">para coordenar ataques</a>.</p><h3>Memes, virais, etc&#8230;</h3><p>Muita gente percebeu esse poder e está usando a seu favor para divulgar informações na esperança de que se propaguem automaticamente nos canais sociais. Mais ou menos como no conceito de meme. Um bom exemplo disso foi o recente &#8220;<a
id="wvh3" title="Boa tarde Sr. Edney" href="http://www.interney.net/?p=9763100">Boa tarde Sr. Edney</a>&#8221; no qual as pessoas pediram coisas para o Interney de forma bem humorada. Outro exemplo, agora falando da minha pessoa, foram as mensagens divertidas <a
id="kz8v" title="especulando sobre meu novo trabalho" href="http://search.twitter.com/search?q=fugitaenriqueceu">especulando sobre meu novo trabalho</a>.</p><p>Se teve ou não a bilionésima mensagem, não sabemos ao certo por não ter ocorrido um comunicado oficial. Mas especulação correu solta nos cantos obscuros e geeks da web. Vejam alguns links pra finalizar:</p><ul><li><a
id="v87u" title="Billionth tweet on twitter" href="http://s3.amazonaws.com/bk_store/images/photo_object/photos/1/4/1465236/b.png">Billionth tweet on twitter</a></li><li><a
id="hakk" title="Mensagem número 1 bilhão e um" href="http://twitter.com/CrystalLake/status/1000000001">Mensagem número 1 bilhão e um</a></li><li><a
id="an-b" title="Mensagem número 1 bilhão menos 1" href="http://twitter.com/folkhero/status/999999999">Mensagem número 1 bilhão menos 1</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/um-bilhao-de-mensagens-no-twitter/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>35</slash:comments> </item> <item><title>Escassez com abundância</title><link>http://techbits.com.br/2008/escassez-com-abundancia/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/escassez-com-abundancia/#comments</comments> <pubDate>Tue, 30 Sep 2008 13:57:23 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[abundância]]></category> <category><![CDATA[cultura]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[escassez]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[roda viva]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[twitter]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=401</guid> <description><![CDATA[TV engorda. Mas não é sobre isso que vou falar neste post. Participei ontem (29/09) do Roda Viva, na TV Cultura, na condição de twitteiro convidado. A sabatina era com o Wagner Moura, grande ator, que está em cartaz na peça Hamlet em São Paulo. Mas também não estou aqui para falar disso! A grande [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
title="Wagner Moura" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/wagnermoura.jpg" alt="Wagner Moura" /><a
id="sbrd" title="TV engorda" href="http://twitter.com/tucahernandes/statuses/939991149">TV engorda</a>. Mas não é sobre isso que vou falar neste post. Participei ontem (29/09) do Roda Viva, na TV Cultura, na condição de twitteiro convidado. A sabatina era com o Wagner Moura, grande ator, que está em cartaz na peça Hamlet em São Paulo. Mas também não estou aqui para falar disso! A grande questão é notar como dois conceitos antagônicos podem ser usadas ao mesmo tempo: abundância vs. escassez, um dos fundamentos da internet vs. velhas mídias. </p><p>A TV é um meio restritivo. Só existem 24 horas na grade de programação. É preciso alocar esse tempo escasso para tudo o que uma emissora quer passar. Um programa só exibe uma câmera por vez, dá atenção a apenas uma coisa em determinado instante. <a
id="n0wa" title="A TV é diametralmente oposta ao YouTube" href="http://techbits.com.br/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/">A TV é diametralmente oposta ao YouTube</a>.</p><p><a
id="h0hv" title="O que a TV Cultura vem fazendo no Roda Viva" href="http://200.136.27.11/rodaviva/">O que a TV Cultura vem fazendo no Roda Viva</a> é experimento realmente fantástico. Mistura o poder da TV com o poder da distribuição por um canal quase sem escassez. Ao mesmo tempo que transmite na sua freqüência concedida, algo caro e complicado de se fazer, tem o streaming pela internet. O mais interessante de tudo é que broadcast na forma de bits <a
id="o8sr" title="não pára nem nos intervalos comerciais" href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/09/23/tv-cultura-faz-1%C2%AA-transmissao-experimental-participativa/">não pára nem nos intervalos comerciais</a>.</p><p>Fora isso, claro, chamaram alguns twitters para cobrir o programa ao vivo. Desta vez fomos eu (<a
id="cac4" title="@fugita" href="http://twitter.com/fugita">@fugita</a>), por causa do <a
id="la06" title="CinemaLido" href="http://www.cinemalido.com.br/">CinemaLido</a>, a Verônica Mambrini (<a
id="y5v_" title="@vmambrini" href="http://twitter.com/vmambrini">@vmambrini</a>), do <a
id="iamx" title="Digestivo Cultural" href="http://www.digestivocultural.com/">Digestivo Cultural&gt;</a> e a Larissa Menon (<a
id="kal1" title="@cinezine" href="http://twitter.com/cinezine">@cinezine</a>), do <a
id="o6d2" title="Cinezine" href="http://cinezine.com.br/">Cinezine</a>, além do Paulo Fehlauer (<a
id="f.dn" title="@fehlauer" href="http://twitter.com/fehlauer">@fehlauer</a>), do <a
id="gz1g" title="Na Rua" href="http://narua.org/new/">Na Rua</a>, que fez a <a
id="fz11" title="cobertura fotográfica no Flickr" href="http://flickr.com/photos/streetlife/sets/72157607584864132/">cobertura fotográfica no Flickr</a>. E todos interagindo em tempo real com os usuários do twitter. Totalmente multimídia.</p><p>Como alguns devem saber, a Rede Cultura mantém outras iniciativas na web muito interessantes. Uma delas é o <a
id="au0l" title="Radar Cultura" href="http://www.radarcultura.com.br/">Radar Cultura</a>, sistema que <a
id="bgih" title="com ajuda da multidão" href="http://www.expressaodeideias.com.br/radar-cultura-am-finalmente-um-projeto-20-de-verdade">com ajuda da multidão</a>, decide que música será tocada no dial. Muito bom saber que uma empresa estatal é antenada em tecnologias inovadoras.</p><h4>Veja mais:</h4><ul><li><a
id="t0yq" title="Perfil dos Twitters presentes no programa" href="http://www.radarcultura.com.br/node/26233">Perfil dos Twitters presentes no programa</a>, via TV Cultura</li><li><a
id="vzht" title="Alegria, Alegria: Roda Viva em nova fase" href="http://www.ladybugbrazil.com/2008/09/29/alegria-alegria-roda-viva-em-nova-fase/">Alegria, Alegria: Roda Viva em nova fase</a>, via LadybugBrazil</li><li><a
id="fmg5" title="TV Cultura faz 1ª transmissão experimental participativa" href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/09/23/tv-cultura-faz-1%C2%AA-transmissao-experimental-participativa/">TV Cultura faz 1ª transmissão experimental participativa</a>, via Tiago Dória Weblog</li><li><a
href="http://boombust.hitechlive.com.br/transmissao-experimental-participativa-e-a-nova-vedete-da-cultura/">Transmissão experimental participativa é a nova vedete da Cultura</a>, via Boombust</li><li><a
href="http://flickr.com/photos/ayfugita/sets/72157607597034696/">Minhas fotos no Flickr</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/escassez-com-abundancia/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>Voltei #voltaablogarfugita</title><link>http://techbits.com.br/2008/voltei-voltaablogarfugita/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/voltei-voltaablogarfugita/#comments</comments> <pubDate>Wed, 28 May 2008 00:57:54 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[blogging]]></category> <category><![CDATA[comportamento]]></category> <category><![CDATA[meme]]></category> <category><![CDATA[mídia social]]></category> <category><![CDATA[techbits]]></category> <category><![CDATA[twitter]]></category> <category><![CDATA[voltaablogarfugita]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=348</guid> <description><![CDATA[Estou com vergonha, de verdade. Nem sei como recomeçar. São tantos dias sem escrever aqui no Techbits que é como se fosse um blog novo, zerado. Quase 3 meses na internet é uma verdadeira eternidade. Neste meio tempo planejei vários posts mas não consegui completar nenhum. Queria ter falado sobre um monte de outras coisas, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><object
classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="540" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param
name="flashvars" value="intl_lang=pt-br&amp;photo_secret=597c6217b6&amp;photo_id=2506413022" /><param
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type="application/x-shockwave-flash" width="540" height="405" src="http://www.flickr.com/apps/video/stewart.swf?v=49235" allowfullscreen="true" bgcolor="#000000" flashvars="intl_lang=pt-br&amp;photo_secret=597c6217b6&amp;photo_id=2506413022"></embed></object></p><p
id="uo4v0">Estou com vergonha, de verdade. Nem sei como recomeçar. São tantos dias sem escrever aqui no Techbits que é como se fosse um blog novo, zerado. Quase 3 meses na internet é uma verdadeira eternidade. Neste meio tempo planejei vários posts mas não consegui completar nenhum. Queria ter falado sobre um monte de outras coisas, mas não vou escrever outro &#8220;<a
id="hvpt" title="Textos que não escrevi" href="../2008/03/06/textos-que-nao-escrevi/">Textos que não escrevi</a> parte II&#8221;. Seria desastroso.</p><p
id="uo4v1"><a
id="mggn" title="Como disse ao Feed-se" href="http://www.feed-se.com.br/edicoes/feed-se-ano-1-edicao-1.html">Como disse ao Feed-se</a>, demoro algumas horas para escrever um texto. Claro, isso tudo pois tento sempre escrever coisas que ficarão na memória das pessoas por um longo tempo. E funciona: ainda recebo muitas citações em posts antigos.</p><p
id="uo4v2">Agradeço imensamente a todos que se preocuparam em pedir no Twitter que eu voltasse a blogar. Até onde consegui determinar o movimento <a
id="th.0" title="iniciou-se" href="http://twitter.com/graveheart/statuses/787408884">iniciou-se</a> pelo Graveheart (<a
id="j3w9" title="twitter" href="http://twitter.com/graveheart">twitter</a> | <a
id="y9b-" title="blog" href="http://www.guravehaato.info/">blog</a>) e se espalhou por vários cantos, <a
id="p-5v" title="desde posts em blogs" href="http://raquelcamargo.com/blog/2008/05/direto-do-interminas-volta-a-blogar-fugita/">desde posts</a> em blogs (<a
id="weut" title="outro aqui" href="http://psysapiens.blogspot.com/2008/05/volta-blogar-fugita.html">outro aqui</a>), a pressão ao vivo em eventos para blogueiros <a
id="hsk4" title="e outros lugares" href="http://www.flickr.com/photos/fore/2480998704/">e outros lugares</a>. Até gente <a
id="xta5" title="contando os dias sem post" href="http://twitter.com/Tonobohn/statuses/791771098">contando os dias sem post</a> teve! Sem falar do <a
id="te2a" title="bolão" href="http://twitter.com/mobilon/statuses/790752819">bolão</a>&#8230; Além do <a
id="kl9:" title="vídeo" href="http://www.flickr.com/photos/marcogomes/2506413022/">vídeo</a> feito pelo Marco Gomes (<a
id="bmff" title="twitter" href="http://twitter.com/marcogomes">twitter</a> | <a
id="pwju" title="blog" href="http://marcogomes.com/blog/">blog</a> | <a
id="miy1" title="startup" href="http://boo-box.com/">startup</a>), aquele lá no início do post.</p><h3 id="uo4v2">Meme e as mídias sociais<br
id="fxd60" /></h3><p
id="uo4v2">Para não deixar este texto muito ego-post, resolvi falar um pouco de meme. <a
id="e3tu" title="O conceito de meme diz que" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Meme">O conceito de meme diz que</a> &#8220;consistem em qualquer unidade de informação, como uma idéia, que se espalha de uma mente para outra&#8221;. A tag #voltaablogarfugita pode ser considerada então um meme. Ou um case, como <a
id="t0ri" title="alguém disse" href="http://twitter.com/garciasales/statuses/815170612">alguém disse</a> por aí.</p><p
id="uo4v2">De qualquer forma é interessante notar como as coisas se espalham pelas <a
id="r1gr" title="mídias sociais" href="http://boombust.hitechlive.com.br/a-hora-e-a-vez-das-midias-sociais/">mídias sociais</a>. Não é à toa que agora virou moda (outro meme?) chamar blogueiros para tudo que é evento e até programas naquela <a
id="qlnq" title="antiga caixinha chamada TV" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Televis%C3%A3o">antiga caixinha chamada TV</a>. Neste caso são twitteiros no programa <a
id="repw" title="Roda Viva da TV Cultura" href="http://blog.markun.com.br/post/twitter-no-rodaviva">Roda Viva da TV Cultura</a>.</p><p
id="uo4v2">Mas minha perguta é: qual é o ponto? Causar buzz? Atrair audiência? Não era a Nielsen que dizia que o pageview está morto? <a
id="mn7e" title="pageview morreu" href="http://www.readwriteweb.com/archives/page_view_metric_dying.php">Qual é a métrica agora</a>? Como medir um resultado? Não tenho as respostas para isso.</p><h3 id="uo4v2">Mais posts virão<br
id="hzxa0" /></h3><p
id="uo4v3">Voltando ao voltei&#8230; Agradeço por tudo isso, sério. Saber que o que escrevo é lido significa que o objetivo de um texto foi atingido. <a
id="kzc6" title="Sim, voltei a blogar" href="http://twemes.com/voltaablogarfugita">Sim, voltei a blogar</a>. E o próximo post já está em gestação, sai logo mais. Mesmo! E vamos nessa, go!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/voltei-voltaablogarfugita/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>33</slash:comments> </item> <item><title>A Apple matou a mídia física</title><link>http://techbits.com.br/2008/a-apple-matou-a-midia-fisica/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/a-apple-matou-a-midia-fisica/#comments</comments> <pubDate>Wed, 16 Jan 2008 04:23:35 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[air]]></category> <category><![CDATA[apple]]></category> <category><![CDATA[keynote]]></category> <category><![CDATA[macbook]]></category> <category><![CDATA[mídia física]]></category> <category><![CDATA[steve-jobs]]></category> <category><![CDATA[twitter]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2008/a-apple-matou-a-midia-fisica/</guid> <description><![CDATA[Assisti ao keynote do Steve Jobs na MacWorld (veja o vídeo) e posso dizer, depois de acompanhar tantas apresentações do CEO da Apple, esse não foi dos mais empolgantes. Toda expectativa que se cria ao redor dos lançamentos da maçã fraqueja se a surpresa não for grande o suficiente para causar &#8220;ohhhs&#8221; de admiração. Mas [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/homer-ipod.png" alt="Homer iPod " />Assisti ao keynote do Steve Jobs na MacWorld (<a
href="http://events.apple.com.edgesuite.net/f27853y2/event/index.html?internal=fj2l3s9dm" title="veja o vídeo" id="sr76">veja o vídeo</a>) e posso dizer, depois de acompanhar tantas apresentações do CEO da Apple, esse não foi dos mais empolgantes. Toda expectativa que se cria ao redor dos lançamentos da maçã fraqueja se a surpresa não for grande o suficiente para causar &#8220;ohhhs&#8221; de admiração. Mas como sempre é um prazer assistir, mesmo já sabendo dos principais pontos, pois o Steve é um showman genial.</p><p>A primeira coisa que se nota depois ver o keynote, é que a Apple simplesmente tomou a liderança e acabou com a mídia física. Claro, vai demorar anos até que esses disquinhos de plástico e alumínio realmente sumam de nossas vidas &#8211; como foi com o disquete de 3 1/2 &#8211; mas o primeiro passo foi dado. A iTunes lançou aluguel de filmes de 12 grandes estúdios de Hollywood, praticamente todos os que nos importa, via streaming ou download. O Apple TV não precisa mais de computador e permite a compra e o aluguel de mídia direto do sofá. O novo <a
href="http://www.digitaldrops.com.br/drops/2008/01/macbook_air_o_notebook_mais_fi.html" title="MacBook Air" id="u5h4">MacBook Air</a> não tem drive óptico, ou seja, mídia física já era! Aliás, esse <a
href="http://www.guileite.com/2008/01/15/macbook-air/" title="MacBook Air já deve ter virado sonho de consumo de todo übbergeek" id="p5h_">MacBook Air já deve ter virado sonho de consumo de todo übbergeek</a> do planeta Terra.</p><p>Faz tempo que nem esquento com essa briga que não leva a lugar algum do <a
href="http://techbits.com.br/2006/blu-ray-vs-hd-dvd-quem-se-importa/" title="HD-DVD vs. Blu-Ray" id="tfs3">HD-DVD vs. Blu-Ray</a>. Cada vez faz menos sentido pensar em adquirir um equipamento desses. Concordo que no Brasil toda essa tecnologia de aluguel on-line de filmes vai demorar um pouco mais para chegar, mas toda essa estratégia faz sentido na direção de finalmente acabar com essa idéia antiga de suporte físico para nossos filmes. O mercado de música digital que o diga, Jobs já vendeu mais de 4 bilhões de faixas na iTMS. Claro, odeio DRM, mas isso é outra história&#8230;</p><h3>Blecaute no Twitter</h3><p>Todo hype e expectativa ao redor do keynote de abertura da MacWorld é exagerado, a ansiedade estraga a surpresa. No mundo conectado de hoje, ficamos sabendo primeiro na blogosfera e twittosfera. A blogosfera se vira bem em atender à demanda por informação. O Engadget faz esse trabalho <a
href="http://www.engadget.com/2008/01/15/live-from-macworld-2008-steve-jobs-keynote/" title="O Engadget faz esse trabalho muito bem" id="oc1_">muito bem</a>, e o <a
href="http://meiobit.com/macworld-2008-ao-vivo" title="Meio Bit também" id="jg:h">Meio Bit também</a>! Mesmo com milhares de hits por segundo em seus posts de <a
href="http://www.mundotecno.info/empresas/macworld-2008-keynote-de-steve-jobs">live-blogging</a>, o site fica no ar e conseguimos acompanhar em tempo quase real tudo que acontece nos principais eventos do mundo. O mesmo não podemos dizer do Twitter&#8230;</p><p>O micro-blogging mais usado do mundo <a
href="http://www.techcrunch.com/2008/01/15/twitter-fails-macworld-keynote-test/" title="não agüentou o tranco logo no início do keynote do Steve Jobs" id="ao1w">não agüentou o tranco logo no início do keynote do Steve Jobs</a>. Esse foi o primeiro keynote da MacWorld que a ferramenta enfrentou depois de sua popularização em Março do ano passado na SFSX, mas não resistiu. Nem a mensagem de que voltava &#8220;in a heartbeat&#8221; apareceu. Para mim o site do Twitter simplesmente ficou fora do ar. <a
href="http://nardy.com.br">Alguns</a> disseram que as APIs funcionaram, mas o serviço deixou a desejar justo na hora que o mundo todo queria <a
href="http://techbits.com.br/2007/twitter-ferramenta-de-flashmob/">ver o seu poder</a> a todo vapor. Vamos lá Twitter, o povo te adora! Não nos deixe na mão&#8230; o concorrente está a apenas um clique&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/a-apple-matou-a-midia-fisica/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>26</slash:comments> </item> <item><title>Quem anunciaria no Twitter?</title><link>http://techbits.com.br/2008/quem-anunciaria-no-twitter/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/quem-anunciaria-no-twitter/#comments</comments> <pubDate>Fri, 04 Jan 2008 09:48:37 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[modelo]]></category> <category><![CDATA[negócios]]></category> <category><![CDATA[twitter]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2008/quem-anunciaria-no-twitter/</guid> <description><![CDATA[Bom, nos últimos dias vi alguns textos em blogs discutindo possíveis modelos de negócios para o Twitter. Como muitas startups, o Twitter surgiu, cresceu como uma febre e todos começaram a questionar como eles vão ganhar dinheiro. É um problema clássico, já enfrentado por gigantes como o YouTube. Duas propostas me chamaram a atenção, uma [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/twitter.png" alt="Twitter " />Bom, nos últimos dias vi alguns textos em blogs discutindo <a
href="http://mashable.com/2008/01/02/twitter-whats-the-best-business-model/" title="possíveis modelos de negócios para o Twitter" id="n9_m">possíveis modelos de negócios para o Twitter</a>. Como muitas startups, o Twitter surgiu, cresceu como uma febre e todos começaram a questionar como eles vão ganhar dinheiro. É um problema clássico, já enfrentado por gigantes como o YouTube.</p><p>Duas propostas me chamaram a atenção, uma delas dizia que ninguém se incomodaria com um anúncio perdido <a
href="http://www.calacanis.com/2008/01/02/the-three-business-models-that-make-twitter-a-billion-dollar-bus/" title="a cada 100 mensagens vistas na plataforma web" id="hx.6">a cada 100 mensagens vistas na plataforma web</a>. A discussão caía no problema de que a maioria dos usuários do Twitter acessa o serviço via API, através de IMs (Gtalk deve ser o mais usado) ou <a
href="http://danielsantos.org/arquivos/2007/11/16/ponto-pro-twitterfox/" title="plugins do Firefox como o TwitterFox" id="f8gj">plugins do Firefox como o TwitterFox</a> . Sim, isso seria um problema, mas possivelmente o serviço atingiria uma massa crítica de anúncios para pelo menos ganhar uns trocados.</p><p>A outra solução seria <a
href="http://twitter.com/Scobleizer/statuses/555769612" title="cobrar de usuários que quisessem um serviço Premium" id="ell6">cobrar de usuários que quisessem um serviço Premium</a> enquanto a maior parte da base continuaria não pagando nada, aquele esquema conhecido como Freemium. Os usuários pagantes teriam serviços adicionais além de garantia de uptime altíssima, ou seja, serviço no ar 99,9999999 e lá vai noves porcento&#8230; Claro, quanto mais noves, mais caro é manter a infra, algo logarítimico, imagino&#8230;</p><p>Daí fiquei pensando em quem se interessaria por anunciar no Twitter. Um dos grandes interessados, a meu ver, seriam as operadoras e/ ou fabricantes de celular. Como assim? Já vi mais de uma pessoa interessada em comprar um celular (ou smartphone) capaz de acessar a internet só para twittar. Parece exagero?</p><p>O Twitter só faz esse sucesso pois oferece possibilidade de ser usado de forma móvel facilmente. Concorrentes como o Pownce <a
href="http://2.0.bloguite.com/noticias/pownce-mobile-mais-vale-tarde-do-que-nunca-ou-tarde-piaste.html" title="só adotaram essa possibilidade recentemente" id="wwc6">só adotaram essa possibilidade recentemente</a> e aquele nacional, o <a
href="http://www.gozub.com" title="Gozub" id="o9k-">Gozub</a>, não tem essa funcionalidade. Parte da graça de <a
href="http://raquelcamargo.blogspot.com/2007/11/primeiro-meme-do-twitter.html" title="twittar é" id="vo52">twittar é</a> fazê-lo de qualquer lugar e não apenas do seu computador no trabalho ou em casa.</p><p>Na época de ouro do orkut aqui no Brasil vi casos similares de pessoas comprando um PC, endividando-se no limite, apenas para poder gerenciar o perfil no orkut de casa. Ou seja, a realidade de mais e mais pessoas entrarem no mundo da internet móvel só por causa do Twitter não é tão viajante assim. E levam de brinde várias outros serviços on-line.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/quem-anunciaria-no-twitter/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>16</slash:comments> </item> <item><title>Radar Cultura e o Twitter</title><link>http://techbits.com.br/2007/radar-cultura-e-o-twitter/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/radar-cultura-e-o-twitter/#comments</comments> <pubDate>Tue, 18 Dec 2007 21:12:42 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[radar cultura]]></category> <category><![CDATA[sabedoria]]></category> <category><![CDATA[twitter]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/radar-cultura-e-o-twitter/</guid> <description><![CDATA[Ontem a noite vários blogueiros foram convidados pela rádio Cultura AM para o lançamento de um novo serviço chamado Radar Cultura. Lembra que antigamente nós ligávamos para a rádio pedindo uma música na tentativa de fazer tocá-la no dial? Pois é, com o Radar Cultura isso foi transferido para a internet, sob a forma de [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/radar-cultura.png" alt="Radar Cultura " />Ontem a noite vários blogueiros foram convidados pela rádio Cultura AM para o lançamento de um novo serviço chamado <a
href="http://www.radarcultura.com.br/" title="Radar Cultura" id="e4ox">Radar Cultura</a>. Lembra que antigamente nós ligávamos para a rádio pedindo uma música na tentativa de fazer tocá-la no dial? Pois é, com o Radar Cultura isso foi transferido para a internet, sob a forma de um serviço tipo Digg no qual votamos nossas preferências musicais &#8211; só música brasileira.</p><p>Quem esteve nos acompanhando via Twitter, percebeu que a interação é em tempo real e que <a
href="http://queridoleitor.zip.net/arch2007-12-16_2007-12-22.html#2007_12-17_20_00_43-2561397-0" title="alguns flashmobs foram possíveis" id="npck">alguns flashmobs foram possíveis</a> para emplacar esta ou aquela música. A música do Tom Zé, Sem a Letra A, foi postada como preferida pela blogueira Lúcia Freitas &#8211; presente no evento &#8211; e divulgada no Twitter. <a
href="http://queridoleitor.zip.net/arch2007-12-16_2007-12-22.html#2007_12-17_20_17_06-2561397-0" title="Em 12 minutos recebeu 27 votos e foi ao ar na rádio Cultura, lá pelas 20h15" id="d99j">Em 12 minutos recebeu 27 votos e foi ao ar na rádio Cultura, lá pelas 20h15</a>. Parecia que estávamos no antigo Você Decide, mas com possibilidade de interação em tempo real com outros usuários via Twitter.</p><p>Pessoas por todo o Brasil, como o <a
href="http://tecnocracia.com.br/" title="Manoel Netto" id="t.8f">Manoel Netto</a> diretamente de Londrina, a <a
href="http://diadefolga.com/" title="Lu Monte" id="cbt9">Lu Monte</a>, de Brasília, e o <a
href="http://www.colmeia.tv/blog/" title="Wagner Tamanaha" id="fe72">Wagner Tamanaha</a>, de São Paulo, participaram votando ou sugerindo músicas. O programa acabou ao redor das 23h e muitas músicas, todas escolhidas pelos internautas, foram ao ar.</p><h3>Jogando com o sistema</h3><p>O Radar Cultura ainda está no começo, achei bem interessante, e ao abrir a possibilidade de votação pela internet, permite que um maior número de usuários tenha poder de decisão. A minha preocupação surge do fato de aparentemente ainda não existir um sistema anti-fraude das votações. Claro que ontem ninguém fraudou o sistema para que a música X ou Y fosse ao ar. Mas tendo em vista que é possível combinar com um monte de gente para votarem todo mundo em uma seqüência combinada de músicas, fica claro que podemos jogar com o sistema.</p><p>A maioria das músicas emplacadas no programa de estréia contou com votos invariavelmente das mesmas pessoas. O Digg, sistema um pouco mais refinado na mensuração da <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Wisdom_of_Crowds" title="sabedoria das multidões" id="x791">sabedoria das multidões</a>, acaba dando peso menor para votos em massa vindos sempre de um mesmo pequeno grupo de pessoas. Com o crescimento do número de usuários na base do serviço, o problema fica minimizado. Mas, claro, a iniciativa é bem vinda!</p><h4>Leia mais:</h4><ul><li><a
href="http://www.sovacodecobra.com.br/2007/12/radar-cultura-e-o-desafio-do-conteudo-colaborativo-na-internet/">Radar Cultura e o desafio do conteúdo colaborativo na internet</a>, via Sovaco de Cobra</li><li><a
href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2007/12/17/lancamento-radar-cultura-2/">Lançamento Radar Cultura</a>, via Tiago Dória</li><li><a
href="http://www.alfarrabio.org/index.php?itemid=2690">Radar Cultura</a>, via Alfarrábio</li><li><a
href="http://www.sedentario.org/musicas/radar-cultura-3401/">#Radar Cultura</a>, via Sedentário e Hiperativo</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/radar-cultura-e-o-twitter/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>6</slash:comments> </item> <item><title>Twitter, ferramenta de flashmob</title><link>http://techbits.com.br/2007/twitter-ferramenta-de-flashmob/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/twitter-ferramenta-de-flashmob/#comments</comments> <pubDate>Mon, 29 Oct 2007 13:43:54 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[2007]]></category> <category><![CDATA[flashmob]]></category> <category><![CDATA[intercon]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[twitter]]></category> <category><![CDATA[twittosfera]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/twitter-ferramenta-de-flashmob/</guid> <description><![CDATA[Alguém se lembra do fenômeno dos flash mobs? Um grupo de desconhecidos surgia do nada, realizavam alguma ação inusitada e dispersavam rapidamente. Isso ainda acontece e os mais interessantes parecem ser nas estações de metrô de Londres. Todos os desconhecidos envolvidos combinavam os flash mobs via SMS ou email. Era um viral e de acordo [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/twitter.png" alt="[Twitter] " />Alguém se lembra do fenômeno dos <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Flash_mob" title="flash mobs" id="b71h">flash mobs</a>? Um grupo de desconhecidos surgia do nada, <a
href="http://youtube.com/watch?v=cPwY_D8yHds">realizavam alguma ação inusitada</a> e dispersavam rapidamente. Isso ainda acontece e os mais interessantes parecem ser nas <a
href="http://youtube.com/watch?v=KwHNLlR9R3M">estações de metrô de Londres</a>. Todos os desconhecidos envolvidos combinavam os flash mobs via SMS ou email. Era um viral e de acordo com a <a
href="http://orkut.com/" title="teoria dos seis graus de separação" id="qbl1">teoria dos seis graus de separação</a>, muita gente ficava sabendo. Pois é, flash mob por SMS está fora de moda. O esquema agora é marcar via <a
href="http://twitter.com/" title="Twitter" id="m085">Twitter</a>.</p><h3>InterCon 2007 e a revolta dos Twitters</h3><p>Quem esteve no InterCon, ou mesmo que não esteve, mas acompanhou via Twitter, <a
href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/intercon-2007-a-desconstrucao-de-um-modelo" title="percebeu o poder da ferramenta" id="q13g">percebeu o poder da ferramenta</a>. Aparentemente aquela pergunta &#8220;O que você está fazendo?&#8221; não faz sentido algum. Mas quando se junta um monte de gente em um mesmo lugar, a resposta é quase um revolução.</p><p><a
href="http://www.messa.com.br/eric/ecode/2007/10/flashes-de-eventos-ajuda-disseminar-o.html">As palestras eram comentadas por uma massa de twitteros em tempo real</a>. Carbono 14 tem a ver com aquecimento global? Não! E lá foi a multidão prontamente protestar contra as palavras vindas de um representante do oráculo. <a
href="http://blog.fabioseixas.com.br/archives/2007/10/intercon_2007_1.html" title="Do grego, internet, do francês, interneté" id="hqv7">Do grego, internet, do francês, interneté</a>, e o auditório ovacionou. Lá no twitter, aplausos virtuais. Tudo em tempo real, todo mundo interagindo, mesmo que fosse para conversar com o cara do lado via micro-blogging.</p><p>Uma das palestras não agradou o público mais conectado do InterCon. No Twitter começou a pipocar a palavra desconferência, modelo mais anárquico adorado por geeks. Não deu outra, em 10 minutos <a
href="http://blog.eucrio.com/2007/10/27/intercon-2007-2%c2%ba-dia/" title="uma multidão se reuniu nos puffs do saguão" id="ivus">uma multidão se reuniu nos puffs do saguão</a> e passou a discutir assuntos aleatórios. Não pude comparecer pois estava no palco vendo ensinamentos do que é Wikipédia. Alguém aí sabe? Explique nos comentários.</p><h3>Com quem você está fazendo?</h3><p>O Orkut surgiu com a pergunta &#8220;Quem você conhece?&#8221;. Na vez do Twitter a pergunta mudou para &#8220;O que você está fazendo?&#8221;. Estou esperando para ver uma nova rede social surgindo, com um nome esquisito e uma pergunta bombástica: &#8220;Com quem você está fazendo?&#8221;.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/twitter-ferramenta-de-flashmob/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>30</slash:comments> </item> <item><title>Twitterizando no BlogCamp</title><link>http://techbits.com.br/2007/twitterizando-no-blogcamp/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/twitterizando-no-blogcamp/#comments</comments> <pubDate>Sat, 25 Aug 2007 19:50:48 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[blogcamp]]></category> <category><![CDATA[blogging]]></category> <category><![CDATA[twitter]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/twitterizando-no-blogcamp/</guid> <description><![CDATA[Pelo jeito o Twitter está em alta com os blogueiros. Ao invés de live-blogging a maioria dos blogueiros ficou com seus smartphones ou notebooks postando notas rápidas no Twitter. Todos participaram das discussões e entre uma fala e outra corriam para os smartphones para postar algumas impressões no Twitter. Ocorreram discussões sobre o Wasabi, redes [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/blogcamp2007sp.png" alt="[BçogCamp] " />Pelo jeito o Twitter está em alta com os blogueiros. Ao invés de live-blogging a maioria dos blogueiros ficou com seus smartphones ou notebooks postando   notas rápidas no <a
href="http://twitter.com" id="hagc" title="Twitter">Twitter</a>. Todos participaram das discussões e entre uma fala e outra corriam para os smartphones para postar algumas impressões no Twitter.</p><p>Ocorreram discussões sobre o Wasabi, redes sociais, blogs. Também não poderia faltar o assunto recorrente na blogosfera, monetização. Como sempre as discussões foram interessantes, mas o melhor de tudo é o networking. Conhecer pessoas ligadas à blogosfera, que fazem a diferença e estão transformando essa   mídia em coisa séria, sem tirar o tom informal da ferramenta.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/twitterizando-no-blogcamp/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>Voyeurismo na era da informação</title><link>http://techbits.com.br/2007/voyerismo-na-era-da-informacao/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/voyerismo-na-era-da-informacao/#comments</comments> <pubDate>Wed, 16 May 2007 00:17:56 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[data-mining]]></category> <category><![CDATA[flickrvision]]></category> <category><![CDATA[mashup]]></category> <category><![CDATA[orkurioso]]></category> <category><![CDATA[twitter]]></category> <category><![CDATA[voyeur]]></category> <category><![CDATA[who-is-sick]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/voyerismo-na-era-da-informacao/</guid> <description><![CDATA[Está surgindo o voyeur da era da informação. Através da internet é possível vasculhar pessoas, comportamentos de grupo e o que está acontecendo em tempo real em algumas redes sociais e serviços. Quer saber as fotos que estão sendo publicadas agora no Flickr? Flickrvision. Quer saber o que seus amigos estão fazendo? Twitter. E o [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/flickrvision.jpg" title="[Flickrvision] " alt="[Flickrvision] " class="floatTL"/>Está surgindo o <a
href="http://googlesystem.blogspot.com/2007/05/information-voyeurism.html" title="voyer da era da informação">voyeur da era da informação</a>. Através da internet é possível vasculhar pessoas, comportamentos de grupo e o que está acontecendo em tempo real em algumas redes sociais e serviços. Quer saber as fotos que estão sendo publicadas agora no Flickr? Flickrvision. Quer saber o que seus amigos estão fazendo? Twitter. E o que a multidão está votando no Digg? Digg Stack. Podemos ver tudo em tempo real, na medida que as coisas vão acontecendo. Claro, é uma mera curiosidade. <a
href="http://above.semjuizo.com/2007/05/15/twittervision-e-flickrvision/" title="Mas que é viciante, é">Mas  que é viciante, é</a>&#8230;</p><h3>Flickrvision</h3><p>O <a
href="http://flickrvision.com" title="Flickrvision">Flickrvision</a> (imagem que ilustra o início deste post, acima) é um mashup que mistura o Google Maps com o Flickr e nos permite ver as fotos que estão sendo postadas em tempo real no Flickr e a localização do usuário dentro do mapa-mundi.</p><h3>Twitter</h3><p>Pra quem não sabe o <a
href="http://twitter.com" title="Twitter">Twitter</a> é uma forma de deixar todos informados sobre o que você está fazendo, minuto a minuto. Virou febre há uns dois meses e muita gente passou a blogar direto no serviço todo o seu dia-a-dia. A primeira questão a saber é se <a
href="http://www.msnbc.msn.com/id/18445274/" title="alguém se importa com o que você está fazendo">alguém se importa com o que você está fazendo</a>. Depois, parece que o Twitter é   mais uma forma de falar do seu <a
href="http://mashable.com/2007/03/11/twitter/" title="bichinho de estimação">bichinho de estimação</a>&#8230;</p><h3>Who is Sick?</h3><p>Pois é, cada coisa diferente que existe nessa web&#8230; O <a
href="http://whoissick.org/sickness" title="Who is Sick?">Who is Sick?</a> é outro mashup baseado no Google Maps e que mostra quem está doente &#8211; e com com o quê &#8211; em uma dada região. Dei uma volta por Manhattan e imediações e tem muita gente doente por lá. Deve ser ótimo para estudos de saúde pública.</p><h3>Orkurioso</h3><p>No orkut o voyeurismo corre solto. Não conheço um usuário do site que jamais tenha espiado os scraps alheios em busca de alguma informação. Mas o povo está ficando esperto e agora apaga as mensagens o mais rápido possível. Bom, se você quer ficar de olho nos scraps de alguém, é só usar o <a
href="http://orkurioso.com" title="orkurioso">orkurioso</a> e nenhuma fofoca será perdida.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/voyerismo-na-era-da-informacao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>7</slash:comments> </item> </channel> </rss>
