<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?> <rss
version="2.0"
xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
> <channel><title>Techbits &#187; tv</title> <atom:link href="http://techbits.com.br/tudo-sobre/tv/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://techbits.com.br</link> <description>O Techbits é um blog voltado para discussão de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, segurança e negócios.</description> <lastBuildDate>Thu, 06 Oct 2011 05:55:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>Podemos dizer que TV = internet?</title><link>http://techbits.com.br/2009/tv-internet/</link> <comments>http://techbits.com.br/2009/tv-internet/#comments</comments> <pubDate>Mon, 26 Oct 2009 07:55:59 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[transmissão]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[u2]]></category> <category><![CDATA[u2webcast]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=751</guid> <description><![CDATA[Na madrugada desta segunda-feira a banda irlandesa U2 fez um show que foi transmitido ao vivo pela internet no YouTube (imagem ao lado). Até aí nada demais, todo mundo transmite coisas ao vivo pela internet no Justin.tv ou Qik. O que impressiona no caso é a escala da coisa. É a segunda vez que o [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/10/u2webcast.png"><img
class="alignnone size-full wp-image-752" title="u2webcast" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/10/u2webcast.png" alt="u2webcast" width="250" height="149" /></a>Na madrugada desta segunda-feira a banda irlandesa U2 fez um show <a
id="soma" title="U2 fez um show que foi transmitido ao vivo pela internet no YouTube" href="http://googlediscovery.com/2009/10/25/youtube-ira-transmitir-show-ao-vivo-do-u2/">que foi transmitido ao vivo pela internet no YouTube</a> (imagem ao lado). Até aí nada demais, todo mundo transmite coisas ao vivo pela internet no Justin.tv ou Qik. O que impressiona no caso é a escala da coisa. É a segunda vez que o YouTube faz esse tipo de transmissão ao vivo. Na primeira vez <a
id="v2wc" title="700 mil pessoas acompanharam o streaming do evento" href="http://macmagazine.uol.com.br/2008/11/23/google-contrata-akamai-para-transmissao-do-youtube-live-700-mil-espectadores-simultaneos/">700 mil pessoas acompanharam o streaming do evento</a>. Desta vez foi provavelmente algo bem maior. Daí vem a pergunta&#8230; TV? Pra mim TV já é igual à internet faz um bom tempo.</p><p>Muitos comentários no Twitter durante a transmissão já <a
id="ybr4" title="apontavam para esse fato impressionante" href="http://www.poltrona.tv/u2webcast-e-a-revolucao-no-modo-de-ver-tv/">apontavam para esse fato impressionante</a>. A transmissão de vídeo na internet é bem diferente da transmissão do sinal de TV. Na TV apenas um sinal é transmitido por uma antena e vários aparelhos exibem essa transmissão. Na internet é necessário transmitir um sinal para cada ponto que esteja vendo o vídeo. Imagina 1 milhão ou mais de sinais transmitidos ao mesmo tempo. E o tempo total da transmissão durar duas horas e meia&#8230; <a
id="m63-" title="Impressionante, né?" href="http://twitter.com/fugita/status/5167386996">Impressionante, né?</a></p><p>Se já é possível transmitir pra tanta gente ao mesmo tempo um sinal de TV pela internet, daqui a pouco o sinal do cabo ou do espectro de frequências se tornará obsoleto. Eu, por exemplo, raramente assisto TV de verdade. Tanto que agora nem tenho mais TV à cabo e nem antena de TV normal.</p><p>Quando quero noticiários em vídeo vou ao G1. Quando quero assistir séries, TPB. Se quero ver um programa da TV aberta, YouTube. Um bom exemplo é o caso do Um Contra Cem, programa do Roberto Justus no SBT, só assisto no YouTube.</p><p>Na TV dependemos da grade imposta e programação, na interwebs não. Claro que a transmissão do show do U2 era em um horário pré-definido. Mas logo em seguida aconteceu o re-broadcast e o <a
id="uo4b" title="vídeo ficará disponível para quem quiser assistir" href="http://www.youtube.com/u2">vídeo ficará disponível para quem quiser assistir</a> quando bem entender. Claro que a TV aberta mudou. A Globo e Record transmitem seus noticiários em seus portais de notícias.</p><p>E tudo isso faz parte de uma discussão bem mais ampla que já rendeu muitos posts neste blog. A internet permite a distribuição da informação de forma bem mais barata que os métodos &#8220;convencionais&#8221;. É assim com o jornal de papel, com o DVD de plástico e também para o sinal da TV. <a
id="ely1" title="O suporte físico tem maior percepção de valor" href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/09/25/as-pessoas-pagam-por-papel/">O suporte físico tem maior percepção de valor</a>. Mas acho que no fim os bits do TCP/IP vencem! É a velha escassez vs. abundância.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
id="ndub" title="#U2Webcast e a revolução no modo de ver TV" href="http://www.poltrona.tv/u2webcast-e-a-revolucao-no-modo-de-ver-tv/">#U2Webcast e a revolução no modo de ver TV</a>, via Poltrona TV</li><li><a
id="xv1i" title="TV e YouTube: diametralmente opostos" href="../2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/">TV e YouTube: diametralmente opostos</a>, aqui no Techbits</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2009/tv-internet/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>8</slash:comments> </item> <item><title>Escassez com abundância</title><link>http://techbits.com.br/2008/escassez-com-abundancia/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/escassez-com-abundancia/#comments</comments> <pubDate>Tue, 30 Sep 2008 13:57:23 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[abundância]]></category> <category><![CDATA[cultura]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[escassez]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[roda viva]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[twitter]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=401</guid> <description><![CDATA[TV engorda. Mas não é sobre isso que vou falar neste post. Participei ontem (29/09) do Roda Viva, na TV Cultura, na condição de twitteiro convidado. A sabatina era com o Wagner Moura, grande ator, que está em cartaz na peça Hamlet em São Paulo. Mas também não estou aqui para falar disso! A grande [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
title="Wagner Moura" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/wagnermoura.jpg" alt="Wagner Moura" /><a
id="sbrd" title="TV engorda" href="http://twitter.com/tucahernandes/statuses/939991149">TV engorda</a>. Mas não é sobre isso que vou falar neste post. Participei ontem (29/09) do Roda Viva, na TV Cultura, na condição de twitteiro convidado. A sabatina era com o Wagner Moura, grande ator, que está em cartaz na peça Hamlet em São Paulo. Mas também não estou aqui para falar disso! A grande questão é notar como dois conceitos antagônicos podem ser usadas ao mesmo tempo: abundância vs. escassez, um dos fundamentos da internet vs. velhas mídias. </p><p>A TV é um meio restritivo. Só existem 24 horas na grade de programação. É preciso alocar esse tempo escasso para tudo o que uma emissora quer passar. Um programa só exibe uma câmera por vez, dá atenção a apenas uma coisa em determinado instante. <a
id="n0wa" title="A TV é diametralmente oposta ao YouTube" href="http://techbits.com.br/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/">A TV é diametralmente oposta ao YouTube</a>.</p><p><a
id="h0hv" title="O que a TV Cultura vem fazendo no Roda Viva" href="http://200.136.27.11/rodaviva/">O que a TV Cultura vem fazendo no Roda Viva</a> é experimento realmente fantástico. Mistura o poder da TV com o poder da distribuição por um canal quase sem escassez. Ao mesmo tempo que transmite na sua freqüência concedida, algo caro e complicado de se fazer, tem o streaming pela internet. O mais interessante de tudo é que broadcast na forma de bits <a
id="o8sr" title="não pára nem nos intervalos comerciais" href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/09/23/tv-cultura-faz-1%C2%AA-transmissao-experimental-participativa/">não pára nem nos intervalos comerciais</a>.</p><p>Fora isso, claro, chamaram alguns twitters para cobrir o programa ao vivo. Desta vez fomos eu (<a
id="cac4" title="@fugita" href="http://twitter.com/fugita">@fugita</a>), por causa do <a
id="la06" title="CinemaLido" href="http://www.cinemalido.com.br/">CinemaLido</a>, a Verônica Mambrini (<a
id="y5v_" title="@vmambrini" href="http://twitter.com/vmambrini">@vmambrini</a>), do <a
id="iamx" title="Digestivo Cultural" href="http://www.digestivocultural.com/">Digestivo Cultural&gt;</a> e a Larissa Menon (<a
id="kal1" title="@cinezine" href="http://twitter.com/cinezine">@cinezine</a>), do <a
id="o6d2" title="Cinezine" href="http://cinezine.com.br/">Cinezine</a>, além do Paulo Fehlauer (<a
id="f.dn" title="@fehlauer" href="http://twitter.com/fehlauer">@fehlauer</a>), do <a
id="gz1g" title="Na Rua" href="http://narua.org/new/">Na Rua</a>, que fez a <a
id="fz11" title="cobertura fotográfica no Flickr" href="http://flickr.com/photos/streetlife/sets/72157607584864132/">cobertura fotográfica no Flickr</a>. E todos interagindo em tempo real com os usuários do twitter. Totalmente multimídia.</p><p>Como alguns devem saber, a Rede Cultura mantém outras iniciativas na web muito interessantes. Uma delas é o <a
id="au0l" title="Radar Cultura" href="http://www.radarcultura.com.br/">Radar Cultura</a>, sistema que <a
id="bgih" title="com ajuda da multidão" href="http://www.expressaodeideias.com.br/radar-cultura-am-finalmente-um-projeto-20-de-verdade">com ajuda da multidão</a>, decide que música será tocada no dial. Muito bom saber que uma empresa estatal é antenada em tecnologias inovadoras.</p><h4>Veja mais:</h4><ul><li><a
id="t0yq" title="Perfil dos Twitters presentes no programa" href="http://www.radarcultura.com.br/node/26233">Perfil dos Twitters presentes no programa</a>, via TV Cultura</li><li><a
id="vzht" title="Alegria, Alegria: Roda Viva em nova fase" href="http://www.ladybugbrazil.com/2008/09/29/alegria-alegria-roda-viva-em-nova-fase/">Alegria, Alegria: Roda Viva em nova fase</a>, via LadybugBrazil</li><li><a
id="fmg5" title="TV Cultura faz 1ª transmissão experimental participativa" href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/09/23/tv-cultura-faz-1%C2%AA-transmissao-experimental-participativa/">TV Cultura faz 1ª transmissão experimental participativa</a>, via Tiago Dória Weblog</li><li><a
href="http://boombust.hitechlive.com.br/transmissao-experimental-participativa-e-a-nova-vedete-da-cultura/">Transmissão experimental participativa é a nova vedete da Cultura</a>, via Boombust</li><li><a
href="http://flickr.com/photos/ayfugita/sets/72157607597034696/">Minhas fotos no Flickr</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/escassez-com-abundancia/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>Cinema, aspirinas e distribuição</title><link>http://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-distribuicao/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-distribuicao/#comments</comments> <pubDate>Fri, 07 Dec 2007 20:10:06 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[3 efes]]></category> <category><![CDATA[abundância]]></category> <category><![CDATA[cinema]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[dvd]]></category> <category><![CDATA[escassez]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-distribuicao/</guid> <description><![CDATA[Hoje, sexta-feira, 7 de Dezembro é um dia interessante no que tange à distribuição de conteúdo. Da mesma forma que fez o diretor Steven Soderbergh, em 2005, com seu filme Bubble, um filme nacional chamado 3 Efes estréia ao mesmo tempo em várias mídias. Ao invés de restringir a escolha do espectador à tela do [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/3efes.png" alt="3 Efes - distribuição moderna! " />Hoje, sexta-feira, 7 de Dezembro é um dia interessante no que tange à distribuição de conteúdo. <a
href="http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1986" title="Da mesma forma que fez o diretor Steven Soderbergh em 2005 com seu filme Bubble" id="cp:z">Da mesma forma que fez o diretor Steven Soderbergh</a>, em 2005, com seu filme Bubble, um filme nacional chamado <a
href="http://www.3efes.com.br/" title="3 Efes" id="tj1k">3 Efes</a> estréia ao mesmo tempo em <a
href="http://br.reuters.com/article/entertainmentNews/idBRN0620006120071206" title="3 Efes estréia ao mesmo tempo em várias mídias" id="n38s">várias mídias</a>. Ao invés de restringir a escolha do espectador à tela do cinema, o filme do diretor Gerbase pode ser visto em outros lugares também: na TV (<a
href="http://globosat.globo.com/canalbrasil/" title="Canal Brasil" id="y7_0">Canal Brasil</a>), em DVD e <a
href="http://cinema.terra.com.br/interna/0,,OI2133226-EI1176,00.html" title="pela internet, via Terra" id="wcy1">pela internet, via Terra</a>.</p><p>Já discuti aqui no Techbits que a grande mudança que a internet trouxe para todas as mídias foi a facilidade de distribuição. Hoje não queremos mais esperar para assistir ao último episódio do seriado Heroes quando a AXN ou a Record resolverem passar por aqui. Não queremos aguardar vários meses, de acordo com a estratégia comercial da distribuidora, para termos um filme em DVD. <a
href="http://techbits.com.br/2007/drm-escassez-vs-abundancia/">Não queremos escassez e sim abundância</a>.</p><p>O que o filme Bubble fez foi uma experiência neste sentido agora repetido pelo 3 Efes. Não sei se o filme é bom (isso aqui não é um <a
href="http://www.cinemalido.com.br">blog de cinema</a>!), as críticas falam bem, pretendo assistir assim que possível. Mas que a estratégia de distribuição diferente está chamando a atenção, não há dúvidas.</p><p>Claro que provavelmente estão fazendo assim pois o público que atingiriam na meia dúzia de salas de cinema do país que vão passar o filme, não pagaria a produção. Mas em termos de soltar as amarras da velha forma de distribuir conteúdo, o filme 3 Efes já ganhou um fã. Fora que vem da <a
href="http://www.casacinepoa.com.br/" title="Casa de Cinema de Porto Alegre" id="r-n6">Casa de Cinema de Porto Alegre</a>, deve ser coisa boa!</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-crowdsourcing/">Cinema, aspirinas e crowdsourcing</a></li><li><a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">O LOST e o novo paradigma da distribuição de conteúdo</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-distribuicao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>6</slash:comments> </item> <item><title>TV digital? Vou de YouTube</title><link>http://techbits.com.br/2007/tv-digital-vou-de-youtube/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/tv-digital-vou-de-youtube/#comments</comments> <pubDate>Wed, 03 Oct 2007 19:35:44 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[abundância]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[escassez]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[tv digital]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=278</guid> <description><![CDATA[Há cinco anos a TV digital era algo legal. Hoje já não parece tão atrativa assim. Ontem finalmente definiram a data de lançamento do sistema no Brasil, que começará progressivamente por São Paulo. A digitalização tem lá suas vantagens, vai permitir interatividade, mais canais por faixa de freqüência, assistir à TV no celular, ver as [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:filmadora digital" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/tvdigital.jpg" alt="[Tv digital] " /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>Há cinco anos a <a
href="http://www.teleco.com.br/tvdigital.asp" id="pgg8" title="TV digital">TV digital</a> era algo legal. Hoje já não parece tão atrativa assim. <a
href="http://idgnow.uol.com.br/telecom/2007/10/02/idgnoticia.2007-09-27.0771115865/" id="rl:0" title="Ontem finalmente definiram a data de lançamento">Ontem finalmente definiram a data de lançamento</a> do sistema no Brasil, que começará progressivamente por São Paulo. A digitalização tem lá suas vantagens, vai permitir interatividade, mais canais por faixa de freqüência, assistir à TV no celular, ver as rugas das atrizes na novela (!)&#8230; Mas tudo isso não serve para nada pois o problema da TV convencional, a restrição e escassez, não são páreos para os os vídeos via internet. Fora que mesmo que feita de zeros e um, a programação dos canais aberto deve continuar o mesmo lixo de sempre.</p><p><small>(*) imagem deste post, <a
href="http://flickr.com/photos/75724192@N00/64138013/">via Flickr</a></small></p><h3>Escassez vs. Abundância</h3><p>Qualquer que seja a grade de programação da TV digital, ela continua a ser exatamente isso, uma grade. Horários definidos pelos exibidores, programação medíocre que faz o país se mobilizar para saber <a
href="http://www.poltrona.tv/quem-matou-tais-globo-anuncia-10-suspeitos/" id="ty5i" title="quem matou a Taís">quem matou a Taís</a> ou quem ganhou o último BBB, <a
href="http://bestblogsbrazil.blogspot.com/" id="zb-f" title="não o dos blogs">não o dos blogs</a>. A TV à cabo, que já é digital, é uma alternativa um pouco mais interessante pois apresenta uma programação bem mais variada, capaz de preencher alguns nichos e não massificar o gado humano. Mas mesmo assim continua com o problema da grade, gerando escassez. <a
href="http://www.viamais.net/blog/?p=64" id="b8fs" title="Isso sem falar do DRM">Isso sem falar do DRM</a>&#8230;</p><p>Daí aparecem uns gênios que criam um site que faz exatamente a mesma coisa que muitos já tentaram &#8211; exibir vídeos na web &#8211; e acertam a mão. O <a
href="http://youtube.com.br" id="vp_8" title="YouTube">YouTube</a> é a verdadeira TV moderna. Não há restrição causada por uma grade de programação escassa. Não existe a imposição de assistir a algo quando bem o dono daquela concessão governamental de TV quiser. Nós fazemos o horário e a programação. Já passei horas vasculhando o YouTube. E foram horas interessantíssimas.</p><p>Outra opção é o <a
href="http://joost.com" id="qmka" title="Joost">Joost</a> que <a
href="http://www.piratadarede.com/blog/?p=1852" id="ysj6" title="finalmente saiu do beta fechado dias atrás">finalmente saiu do beta fechado dias atrás</a> não necessitando mais de convites. Apesar do Joost ainda não ter a abundância de conteúdo de um <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:filmadora digital" class="bbli">YouTube<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> &#8211; e nunca vai ter pois não é voltado para conteúdo gerado pelo usuário &#8211; é muito melhor que a restrição de horários e grade da TV convencional e digital. Outros dizem que o <a
href="http://www.bernabauer.com/joost-e-passado-dnastream-e-o-futuro/" id="r6.8" title="Joost já era e o negócio agora é o DNAStream">Joost já era e o negócio agora é o DNAStream</a>&#8230;</p><h3>700 reais?</h3><p>Uma outra crítica à implantação da TV digital no Brasil é o preço do conversor. Setecentos reais? Fala sério? Na interweb é possível encontrar por meios não exatamente legais, conteúdo digital de alta qualidade, de graça. Outras iniciativas como a o <a
href="http://www.mundorecord.com.br/" id="bt_b" title="Mundo Record">Mundo Record</a> da TV Record, trazem sem custo algum todo o conteúdo de um canal da TV na internet, na hora que quisermos. Canais americanos como a ABC disponibilizam em seus sites algumas das séries mais assistidas, via streaming. <a
href="http://www.i-tecnologia.com/2007/09/brasil-telecon-apresenta-o-videon.html" id="mxh5" title="E a Brasil Telecom acaba de lançar sua IPTV">E a Brasil Telecom acaba de lançar sua IPTV</a>. Minha TV digital definitivamente é a internet.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/tv-digital-vou-de-youtube/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>27</slash:comments> </item> <item><title>Publicidade 2.0: o fim do comercial de 30 segundos?</title><link>http://techbits.com.br/2007/publicidade-20-o-fim-do-comercial-de-30-segundos/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/publicidade-20-o-fim-do-comercial-de-30-segundos/#comments</comments> <pubDate>Thu, 09 Aug 2007 23:05:12 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[digital-age-2.0]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[publicidade-2.0]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/publicidade-20-o-fim-do-comercial-de-30-segundos/</guid> <description><![CDATA[O último painel do dia, sobre as conseqüências da internet para o mercado publicitário foi o mais agitado. A discussão ficou quente entre Luis Grottera, presidente da TBWA Brasil e Suzana Apelbaum, sócia da Hello, agência especializada em internet e também com passagem pela África e Click. É possível perceber claramente que Grottera é conservador, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/digitalage.png" title="[Digital Age] " alt="[Digital Age] " />O último painel do dia, sobre as conseqüências da internet para o mercado publicitário foi o mais agitado. <a
href="http://www.tecnocracia.com.br/arquivos/digital-age-20-os-dinassauros-que-me-perdoem-mas">A discussão ficou  quente entre</a> Luis Grottera, presidente da TBWA Brasil e Suzana Apelbaum, sócia da Hello, agência especializada em internet e também com passagem pela África e Click.</p><p>É possível perceber claramente que Grottera é conservador, estilo antigo e a Suzana mais antenada nas novas tecnologias. Em uma discussão que perguntava se o comercial de 30 segundos da TV estaria com os dias contados, Groterra defendeu que uma campanha na TV gera recall (lembrança por parte dos consumidores) ao redor de 20 a 30%. Então se você investir 10 milhões de reais, 8 milhões foram jogados fora, mas 2 milhões aproveitados. E, segundo ele, essa é uma boa média. Ainda segundo o Grottera, vale mais investir na TV do que na internet, mídia que ficará cara tanto quanto a TV daqui alguns anos.</p><p>Peraí&#8230; acho que ele não leu a <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a>. Peraí&#8230; 8 milhões jogados fora e somente 2 aproveitados? Peraí&#8230; Claro, já entendi. Ele está defendendo o seu peixe.</p><p>Já a Suzana Apelbaum defendeu a internet. Não sei como não saiu uma briga mais feia, hehe! Na internet é possível direcionar totalmente os esforços publicitários. Cem mil reais investidos no Google dão retorno de porcentagem muito maior. Não há desperdício com o ruído como o fato dos consumidores zapearem entre os canais.</p><p>Anúncios como o vencedor do <a
href="http://www.brainstorm9.com.br/archives/2007/06/cannes_lions_2007_cyber_grand_prix.html">Gran Prix Cyber em Cannes</a>, o comercial da Dove, em vídeo, mas jamais exibido na TV, é algo a ser estudado. O vencedor da categoria Cyber (internet) foi um filme! Viral está na moda. Comercial na TV está acabado.</p><p><a
href="http://techbits.com.br/2007/mediaon-visoes-antagonicas/">Assim como a Márion Strecker do UOL</a>, aparentemente o Grottera não agradou com esse discurso retrógado para uma platéia selecionadíssima de CIOs, CEOs, empresários e tudo mais. Muitos que conversei acharam que a vitória do debate foi da Suzana. Ponto para a nova mídia que é a internet.</p><h4>Acompanhe também:</h4><ul><li><a
href="http://tecnocracia.com.br">Tecnocracia</a></li><li><a
href="http://marcogomes.com">Marco Gomes</a></li><li><a
href="http://idgnow.uol.com.br/especiais/digital_age20/">IDGNow!</a></li><li><a
href="http://www.flickr.com/photos/7212275@N05/sets/72157601324876350/">Fotos do evento, via Flickr</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/publicidade-20-o-fim-do-comercial-de-30-segundos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>Fiz TV: uma análise</title><link>http://techbits.com.br/2007/fiz-tv-uma-analise/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/fiz-tv-uma-analise/#comments</comments> <pubDate>Sun, 15 Jul 2007 13:17:01 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[análise]]></category> <category><![CDATA[canal]]></category> <category><![CDATA[fiz]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/fiz-tv-uma-analise/</guid> <description><![CDATA[O Fiz.TV é um projeto da grupo Abril que mistura site de vídeos feito pelos usuários e canal de televisão. O blog do Fiz já está no ar faz duas semanas e traz posts diários com dicas de vídeos e coisas que estão acontecendo no serviço. O site de vídeos começou a funcionar faz uma [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/fiz_tv.png" alt="[Fiz TV] " />O <a
href="http://fiztv.abril.com.br/tv/" title="Fiz.TV">Fiz.TV</a> é um projeto da grupo Abril que mistura <a
href="http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/" title="site de vídeos feito pelos usuários e canal de televisão">site de vídeos feito pelos usuários e canal de televisão</a>. O blog do Fiz já está no ar faz duas semanas e traz posts diários com dicas de vídeos e coisas que estão acontecendo no serviço. O site de vídeos começou a funcionar faz uma semana. E o canal da TV deve estrear em 1o. de Agosto. A proposta é interessante, de maneira geral gostei da idéia, com ressalvas.</p><h3>Blog do Fiz</h3><p>Ao digitar <a
href="http://fiztv.com.br" title="fiztv.com.br">fiztv.com.br</a> no seu navegador, você cairá no blog do Fiz.TV, escrito pelo Fábio que também atua como ator nos vídeos que aparecem no cabeçalho do blog. Os posts são interessantes e curtos. Muitos deles possuem vídeos, como a conversa de duas japinhas fazendo <a
href="http://fiztv.abril.com.br/fiz/site/listarBlogXML.htm?blogId=31" title="um jogo da verdade e andando pelo largo de Pinheiros em SP">um jogo da verdade e andando pelo largo de Pinheiros em SP</a>. Encontrei dois problemas que me incomodaram no blog do Fiz: não existe RSS. Sem RSS eu não acompanho e sei que um monte de gente antenada também não. E é esse o público que eles querem atingir inicialmente. Outra coisa são os comentários. Seu e-mail fica lá, exposto no link para os robôs de spam fazerem a festa.</p><h3>Site do Fiz.TV</h3><p>O site de vídeos propriamente dito é feito em flash. Interessante, dá uma funcionalidade extra ao Fiz.TV, mas evita que os mecanismos de busca como o Google consigam indexar o conteúdo, <a
href="http://techbits.com.br/2007/a-busca-e-a-prateleira-empoeirada/" title="o que pode ser um sério problema">o que pode ser um sério problema</a>. Pra falar a verdade não acho que tenha sido uma boa escolha. Se fosse só player em flash, tudo bem. Mas o site inteiro não ajuda em várias coisas. É possível comentar individualmente em um vídeo e também enviar scraps para a pessoa que fez o upload dele. Claro, é preciso estar cadastrado e logado no Fiz para isso.</p><p>O cadastro exige muitas informações. Do CPF ao seu endereço. De um telefone, à obrigação de ter um avatar. Complicado demais, vai afastar muita gente. Além disso, se você estiver logado e abrir outra aba ou janela com o Fiz.TV, o sistema não percebe que você já está logado, ou seja, precisa entrar de novo com login e senha para comentar, por exemplo. O interessante é que nós como usuários da comunidade ganhamos patentes dentro do site, dependendo do grau participação. Começamos como telespectador, subimos para contra-regra, logo em seguida figurante, protagonista, diretor e, o supra-sumo de todos as patentes, <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chuck_Norris" title="Chuck Norris">Chuck Norris</a>.</p><p>A qualidade dos vídeos é boa. Não estou falando da resolução da imagem e sim do conteúdo. Muito bom, material de alta qualidade. Clipes, curtas, documentários, humor e animação são os tipos de vídeos que temos para assistir. Por enquanto não há quantidade e são poucos os views de cada vídeo. Até a estréia da TV ninguém vai ficar famoso como às vezes acontece no YouTube. É possível colocar um vídeo embed em um site (mas não redimensioná-lo), como demonstro a seguir com o curta <a
href="http://fiztv.abril.com.br/tv/?areaAtualId=2&amp;videoId=171" title="Matrix baixo orçamento">Matrix baixo orçamento</a> feito pelos alunos da ECA-USP.</p><p><object
width='498' height='263' id='320x240' align='middle'><param
name='movie' value='http://fiztv.abril.com.br/fiztv/jsp/swf/320x240.swf?vI=171' /><param
name='bgcolor' value='#ffffff' /><embed
src='http://fiztv.abril.com.br/fiztv/jsp/swf/320x240.swf?vI=171' Flashvars='vI=171' quality='high' bgcolor='#ffffff' width='498' height='263' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' ></embed></object></p><h3>Direitos autorais</h3><p>O YouTube já enfrentou uma série de problemas por causa de material protegido por direitos autorais. Certamente o Fiz vai encarar o mesmo tipo de dificuldade. Mas eles têm uma carta na manga. Se for detectado um vídeo que contenha imagens ou música protegidas, uma equipe vai tentar entrar em contato  com os detentores dos direitos autorais para licenciá-lo. Ótimo, via ser  interessante. E se tiverem sucesso na maioria das tentativas, está aí um modelo de negócios bom para todas as partes.</p><h3>Fiz.Social</h3><p>O Fiz é uma startup antenada, ligada na blogosfera. No mesmo dia do lançamento do iPhone fizeram um evento para blogueiros na casinha do Fiz. 20 blogueiros selecionados por algum critério misterioso tiveram o privilégio de conhecer os bastidores do Fiz.TV e seu funcionamento. Eu estava lá, assim como várias outras URLs, ops, blogueiros. No encontro teve pizza e cerveja e conheci várias pessoas como o Renê Fraga (<a
href="http://www.googlediscovery.com/2007/06/30/google-discovery-no-pre-lancamento-do-fiztv/" title="Google Discovery">Google Discovery</a>), o Carlos Merigo (<a
href="http://www.brainstorm9.com.br/archives/2007/07/fiztv.html" title="Brainstorm #9">Brainstorm #9</a>), a Bruna Calheiros (<a
href="http://www.sedentario.org/" title="Sedentário e Hiperativo">Sedentário e Hiperativo</a> ), a Rosana Hermann (<a
href="http://queridoleitor.zip.net/arch2007-06-24_2007-06-30.html#2007_06-29_23_35_16-2561397-0" title="Querido Leitor">Querido Leitor</a>), a Clara McFly  (<a
href="http://garotasquedizemni.ig.com.br" title="Garotas que dizem ni">Garotas  que dizem ni</a>), o Ale Rocha (<a
href="http://www.poltrona.tv" title="Poltrona TV">Poltrona TV</a>), e a Renata Honorato (<a
href="http://sampaist.com/2007/06/30/convergencia_e.php" title="Sampaist">Sampaist</a>).</p><p>Também reencontrei outros que já conhecia anteriormente como a Marisa Ematoma (<a
href="http://www.objetosdedesejo.com" title="Objetos de desejo">Objetos de desejo</a>), o Tiago Dória (<a
href="http://z001.ig.com.br/ig/59/32/896736/blig/tiagodoria/2007_26.html#post_18888918" title="Tiago Dória weblog">Tiago Dória weblog</a>), o André Marmota (<a
href="http://www.interney.net/blogs/marmota/2007/07/05/fiz_e_agora/" title="Marmota">Marmota</a>), Alexandre Inagaki (<a
href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/2007/07/05/fiz_tv_e_weshow/" title="Pensar Enlouquece">Pensar Enlouquece</a>), Gustavo Jreige (<a
href="http://www.outrosolhos.com.br/2007/07/04/fiz-tv-conheca-o-canal-de-tv-interativa-do-grupo-abril/" title="Outros Olhos">Outros Olhos</a>) e Carlos Cardoso (<a
href="http://www.contraditorium.com/2007/07/03/fiztv-como-vender-seu-peixe-para-blogueiros-importantes-e-ate-pra-mim/" title="Contraditorium">Contraditorium</a>).</p><p>Outros bloggers presentes foram o Fred Leal e o Rafael Spoladore (<a
href="http://www.badtrip.com.br/tamarindo/" title="Senhor Tempo Bom">Senhor Tempo Bom</a>), Ian Black (<a
href="http://www.interney.net/blogs/enloucrescendo/" title="Enloucrescendo">Enloucrescendo</a>), Luiz Biajoni (<a
href="http://www.verbeat.org/blogs/biajoni/" title="Biajoni">Biajoni</a>), Luiz Jeronimo (<a
href="http://www.tarjapreta.org/blog/?p=442" title="Tarja Preta">Tarja Preta</a>),  Patricia Barcelos e Caio Castro (<a
href="http://updateordie.com/updates/geral/2007/07/fiztv/" title="Update or Die">Update  or Die</a>), Ricardo Lacerda (<a
href="http://thecurtoegrosso.blogspot.com/" title="The Curto e Grosso">The Curto e Grosso</a>) e Phelipe Cruz (<a
href="http://papelpop.com/chipmunk-no-msn-cheerleader-safadinha-a-estreia-do-fiz-e-mais/" title="Papel Pop">Papel Pop</a>). Foi divertido encontrar esse pessoal e trocar várias idéias. Ah, e os links de cada um deles leva respectivo texto sobre o Fiz, se existir, em cada um dos blogs.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/fiz-tv-uma-analise/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>8</slash:comments> </item> <item><title>YouTube no Brasil. E agora, Fiz?</title><link>http://techbits.com.br/2007/youtube-no-brasil-e-agora-fiz/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/youtube-no-brasil-e-agora-fiz/#comments</comments> <pubDate>Tue, 19 Jun 2007 16:17:34 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[brasil]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[direitos-autorais]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[fiz]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/youtube-no-brasil-e-agora-fiz/</guid> <description><![CDATA[Hoje, lá pelas 3h da manhã, descobri que o site YouTube.com.br estava redirecionando para uma página em português do YouTube. Como os rumores indicavam o lançamento da versão brasileira do serviço, pensei &#8220;vamos ver se já está no ar&#8221;. E estava. Fiz, então, um post para o Meio Bit já que ninguém (*) havia falado [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/youtube_fiz.png" title="[YouTube] " alt="[YouTube] " />Hoje, lá pelas 3h da manhã, descobri que o site <a
href="http://youtube.com.br" title="YouTube.com.br">YouTube.com.br</a> estava redirecionando para uma página em português do YouTube. Como os <a
href="http://futuro.vc/2007/06/14/confirmado-youtube-brasil-em-19-de-junho" title="rumores">rumores</a> indicavam o lançamento da versão brasileira do serviço, pensei &#8220;vamos ver se já está no ar&#8221;. E estava. Fiz, então, <a
href="http://www.meiobit.com/google/youtube_brasil_j_est_no_ar" title="um post para o Meio Bit">um post para o Meio Bit</a> já que ninguém (*) havia falado sobre o site. Sim, fiz. Fiz&#8230; Fiz também é o nome de um YouTube-killer que está pra ser lançado aqui no Brasil. Mas se o Fiz tinha a vantagem de ser em português, com a chegada do YouTube na nossa língua, qual o apelo do site agora?</p><p><small>(*) depois, pesquisando no Technorati, descobri que o <a
href="http://z001.ig.com.br/ig/59/32/896736/blig/tiagodoria/2007_25.html#post_18878907" title="Tiago Dória foi o primeiro a dar a notícia">Tiago Dória foi o primeiro a dar a notícia</a>.</small></p><h3>Da internê para a tevê</h3><p><a
href="http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/" title="A proposta do Fiz">A proposta do Fiz</a> é jogar para um canal de TV convencional o melhor dos <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:filmadora digital" class="bbli">vídeos<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> do site. Essa é a única diferença e ao meu ver, não muito empolgante. Já disse antes, mas ao restringir a cauda longa dos vídeos para o espaço restrito de 24h de grade da programação da TV convencional não dá certo. E nem é TV convencional e sim TV paga, restringindo ainda mais o público consumidor.</p><h3>YouTube vs. direitos autorais</h3><p>O YouTube está para instalar mecanismos de proteção a direitos autorais em seu serviço. Uma &#8220;impressão digital&#8221; de cada vídeo subido no site será comparada com vídeos protegidos. Em caso de violação de copyright, os detentores dos diretos poderão decidir em manter o vídeo no ar ou compartilhar a receita gerada.</p><h3>IUTUBIU</h3><p>O YouTube é relativamente conhecido no Brasil. Somos o segundo país que mais usa o site de vídeos. Mas ainda está longe de todo mundo conhecer. O nome engraçado não ajuda, <a
href="http://www.youtube.com/watch?v=eNR-9C1xF8w" title="a Sonia que o diga">a Sônia que o diga</a>. Talvez essa seja uma vantagem do Fiz: nome simples e fácil de lembrar. Mas assim como tem gente procurando por <a
href="http://techbits.com.br/2007/que-fim-levou-o-utubecom/" title="UTube">UTube</a> na web, vai existir aqueles que tentarão entrar no Fis ao invés de Fiz.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/youtube-no-brasil-e-agora-fiz/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>12</slash:comments> </item> <item><title>Fiz: uma visão geral</title><link>http://techbits.com.br/2007/fiz-uma-visao-geral/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/fiz-uma-visao-geral/#comments</comments> <pubDate>Fri, 27 Apr 2007 20:17:14 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[fiz]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/fiz-uma-visao-geral/</guid> <description><![CDATA[[atualizado em 10/05/2007] Fui convidado esta semana para bater um papo com a equipe do Fiz, aquele canal de TV que a Editora Abril vai lançar em breve. O Fiz é uma tentativa de junção da velha mídia (TV) com a internet. Haverá um site nos moldes do YouTube, uma rede social de vídeos e [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/fiz_tv.png" alt="[Fiz TV] " title="[Fiz TV] " /><strong>[atualizado em 10/05/2007]</strong> Fui convidado esta semana para bater um papo com a equipe do Fiz, aquele canal de TV que a Editora Abril vai lançar em breve. O Fiz é uma tentativa de junção da velha mídia (TV) com a internet. Haverá um site nos moldes do YouTube, uma rede social de vídeos e os melhores vídeos poderão ser promovidos para passarem na TV. No primeiro texto que escrevi sobre eles, <a
href="http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/" title="fiz uma crítica">fiz uma crítica</a> dizendo que a tentativa desta mistura pode resultar em algo que não dará certo. Após conversar com o Marcelo Botta (Gerente de Conteúdo) e a Patrícia Viera (Produtora), pessoas antenadíssimas com as tendências da tecnologia web, e principais responsáveis pelo &#8220;programação&#8221; do canal, tenho que fazer uma revisão daquela opinião.</p><h3>Teaser</h3><p>Essa informação é exclusiva do Techbits. O <a
href="http://www.fiztv.com.br" title="Fiz TV">Fiz TV</a> já tem um site e nele encontramos <a
href="http://www.fiztv.com.br/" title="um teaser com 7 vídeos diferentes">um teaser com 7 vídeos diferentes</a> (imagem abaixo é de um dos teasers) e uma surpresa para quem possui web cam. Por enquanto é possível apenas se inscrever para receber informações em primeira mão do Fiz. <strike>Dentro de alguns dias será</strike> Já é possível fazer uploads de vídeos de até 50 MB que serão guardados para a estréia do site e canal. <strike>Assim que essa funcionalidade ficar disponível faço uma atualização neste post</strike>.</p><p>A equipe do Fiz já está em contato com universidades, bandas e produtores independentes para instigá-los a publicar material próprio no site. Quando estrearem já contarão com uma base interessante de conteúdo.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/fiz_tv_playmobil.jpg" title="[Fiz TV teaser: Playmobil] " alt="[Fiz TV teaser: Playmobil] " class="floatTL"/></p><h3>Canais</h3><p>O Fiz TV terá vários &#8220;canais&#8221;, cada um voltado para um público de nicho diferente. Inicialmente serão Fiz.em casa, Fiz.doc, Fiz.anima, Fiz.curta, Fiz.humor e Fiz.clipe. Cada um desses canais terá um espaço na grade de programação da TV, passando os melhores vídeos seqüencialmente, sejam eles de 30 segundos ou 5 minutos. Por exemplo, no Fiz.humor pode haver 15 vídeos interessantes para passarem na TV, com tempos de duração variável. Já no Fiz.doc, um documentário pode ter quase uma hora, e se for de interesse do público, ganhará seu espaço na telinha.</p><p>O problema da grade de programação fixa será resolvido com reprises em horários e dias diferentes e também com a possível escolha pela audiência de qual horário é melhor para cada programa. Isso é uma solução intermediária já que o ideal seria escolhermos nossos próprios horários para assistir ao que quisermos. Nada impede, claro, de extrapolarmos essas limitações no site do Fiz, escolhendo nossa própria programação.</p><h3>Datas</h3><p>O teaser já está no ar, o recebimento de vídeos deve começar em breve, o site passará a funcionar efetivamente a partir de 1o. de junho e o canal estréia na TVA em 30 de julho.</p><h3>Idéias, idéias</h3><p>As idéias da equipe do Fiz não param. Há muita coisa interessante que discutimos na reunião. Vi uma apresentação com os moldes do Fiz, algumas vinhetas do canal e uma idéia geral de como funcionará o serviço. Na verdade o Fiz acaba agregando conceitos da web 2.0, cauda longa, <a
href="http://techbits.com.br/2006/esqueca-o-outsourcing-o-negocio-agora-e-o-crowdsourcing/" title="crowdsourcing">crowdsourcing</a>, rede social, social media, entre outros. Essa mistura deve resultar em um serviço interessante. Pelo menos na web.</p><p>O grande problema que ainda vejo é a distribuição na telinha da TV. Não há como evitar as restrições impostas pela escassez de espaço disponível. 24h de TV podem não ser suficientes para alocar toda a quantidade de conteúdo que o serviço pretende atingir. E também limitar pela grade da programação fixa soa século XX, coisas da mídia antiga. Como disse antes sempre existe a opção de esquecer o canal da TV e ficar só com o site da internet. Mas que sair na TV chama atenção, chama.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/" title="TV e YouTube: diametralmente opostos">TV e YouTube: diametralmente opostos</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/fiz-uma-visao-geral/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>22</slash:comments> </item> <item><title>Fiz: fizeram errado</title><link>http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/#comments</comments> <pubDate>Mon, 26 Mar 2007 13:17:36 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[editora-abril]]></category> <category><![CDATA[fiz]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <category><![CDATA[restrições]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/</guid> <description><![CDATA[O &#8220;Next Big Thing&#8221; da web certamente é o vídeo. O YouTube está aí pra provar, o Joost chega logo mais para quebrar paradigmas e a editora Abril lança o canal Fiz. A proposta do Fiz é, como o próprio nome diz, mostrar vídeos feitos pelo usuário, escolhidos entre aqueles postados no site do serviço. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/fiz_tv.png" alt="[Fiz" title="Fiz TV" />O &#8220;Next Big Thing&#8221; da web certamente é o vídeo. O YouTube está aí pra provar, o <a
href="joost.com">Joost</a> chega logo mais para quebrar paradigmas e a editora Abril lança o canal Fiz. A proposta do Fiz é, como o próprio nome diz, mostrar vídeos feitos pelo usuário, escolhidos entre aqueles postados no site do serviço. O canal será para a TV paga e a programação definida pelo usuário. Deve estrear até o meio deste ano e é uma tentativa de misturar a popularidade do YouTube com a velha mídia chamada de televisão.</p><h3>Restrição não dá certo</h3><p><a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/">O YouTube é diametralmente oposto à  TV</a>. Na TV comum há restrições de horário, grade de programação, variedade de conteúdo e de número de canais. Nada disso existe no YouTube. Você assiste quando quiser, o que quiser, na variedade quase infinita da cauda longa (long tail) dos vídeos. O Fiz tenta fazer uma mistura dos dois modelos mas erra feio exatamente no quesito que o diferencia do YouTube: continua restritivo na distribuição.</p><p>Ao criar um canal de TV paga, o resultado do Fiz será restrito por horários, disponibilidade do espectador, grade, etc&#8230; A única semelhança com o YouTube é a produção do conteúdo, <em>crowdsorcizada</em> para os usuários. O resto não passa da mesma coisa que a decadente TV convencional. Além de tudo isso é TV paga, ou seja, disponível apenas para uma pequena parcela da população.</p><h3>Cauda Longa</h3><p>Não adianta tentar adaptar um serviço de <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">cauda longa</a> que são os vídeos produzidos pelo usuário, para serem massificados através do sinal da TV à  cabo. A cauda longa diz que tudo são pequenos nichos. O Fiz não vai se adaptar a nenhum deles e vai virar um canal de videocassetadas, o popularesco pão e circo que diverte as multidões acéfalas. Nada a ver com o YouTube e muito longe de um concorrente forte. O fato de tentar misturar duas coisas diferentes para tentar criar algo intermediário acaba nivelando o serviço à  sua pior parte que é a restrição do sinal de TV. Nada de assitir ao Tapa na Pantera a hora que você desejar, só no horário nobre. Fala sério.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/">Joost: revolução na TV?</a></li><li><a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">O LOST e o novo paradigma da distribuição de conteúdo</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> <item><title>Joost: revolução na TV?</title><link>http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/#comments</comments> <pubDate>Fri, 09 Feb 2007 18:17:07 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[joost]]></category> <category><![CDATA[p2p]]></category> <category><![CDATA[paradigma]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/</guid> <description><![CDATA[[Atualizado] Lembro-me que antigamente vídeos pela internet eram terrivelmente ruins. Aquelas imagens em movimento com resolução 50 x 30 pixels não ajudavam em nada. Os tempos mudaram e veio o YouTube. Felizmente a tecnologia não pára e recentemente surgiu o Joost, uma forma inovadora de TV via internet. A distribuição de conteúdo se dá por [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/joost.png" title="[Joost] " alt="[Joost] " /><strong>[Atualizado]</strong> Lembro-me que antigamente vídeos pela internet eram terrivelmente ruins. Aquelas imagens em movimento com resolução 50 x 30 pixels não ajudavam em nada. Os tempos mudaram e veio o YouTube. Felizmente a tecnologia não pára e recentemente surgiu o <a
href="http://joost.com/">Joost</a>, uma forma inovadora de TV via internet. A distribuição de conteúdo se dá por P2P (<a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P2P">Peer-to-peer</a>) e o &#8220;sinal&#8221; chega de forma rápida e com boa qualidade. É provável que faça muito sucesso pois tem como criadores os mesmos gênios por trás do <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Skype" class="bbli">Skype<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>. A idéia em si é simples e a implementação, inovadora. Tem tudo para mudar radicalmente a distribuição de conteúdo nos próximos anos e talvez transformar o YouTube em peça de museu.</p><h3>Como o Joost funciona?</h3><p>Primeiro vamos olhar para o YouTube. Lá um vídeo é postado e quando você quer assistí-lo, o &#8220;sinal&#8221; (ou streaming) vem direto dos servidores do YouTube. No ano passado, quando o serviço ficou conhecido do grande público, uma das discussões intermináveis era <a
href="http://belavidabesta.blogspot.com/2006/08/youtube.html">como o YouTube estava pagando suas despesas com gastos de banda</a>, pois os cálculos mostravam números gigantescos. Tempos depois o site foi comprado pela <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Google" class="bbli">Google<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> e esses problemas, minimizados. Mas olhando o funcionamento do YouTube percebemos que quanto mais um vídeo é assistido, mais banda do site é gasta, gerando despesas.</p><p>O Joost (<a
href="http://horizontal.wordpress.com/2007/01/22/125/">ex-Venice Project</a>) adota uma forma diferente, mais eficiente em termos de gastos de banda, dividindo entre seus usuários esta carga. Como? Vem aí a &#8220;mágica&#8221; do P2P. Ao mesmo tempo que um telespectador do Joost recebe e consome megabytes de vídeo, está enviando outros tantos megabytes para os demais usuários. É mais ou menos o mesmo princípio de funcionamento do torrent. Para se ter uma idéia, uma hora de Joost <a
href="http://www.joost.com/blog/2007/01/venice-s-bandwidth-usage.html">consome entre 220 e 425 MB de banda</a>, contando download e upload, dependendo da qualidade do vídeo. É uma quantidade enorme de dados, compensadas com a qualidade relativamente boa da transmissão.</p><h3>Usando o Joost</h3><p>Atualmente estão disponíveis 22 canais contendo 422 programas de TV, o que dá uma média de 19 atrações por canal. A duração de cada programa varia bastante, desde 3 minutos, chegando até quase 90 minutos. Há algumas propagandas, coisa de 2 segundos, só mostrando a logomarca do patrocinador. A transição entre um programa e outro demora alguns segundos, típico de transmissões digitais.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/joost_telas.jpg" title="[Telas do Joost] " alt="[Telas do Joost] " class="floatTL" /></p><p>A variedade de assuntos vai de documentários, clipes musicais, desenhos, esportes com carros, mais clipes e desenhos&#8230; Por estar em teste beta, a variedade não é o forte. Creio que seja possível gastar umas 48h direto assistindo a todos os programas seqüencialmente, mas está longe do ideal. É bem provável que quando lançado oficialmente muito mais conteúdo esteja disponível.<img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/joost_plugin.jpg" title="[Plugin Joost] " alt="[Plugin Joost] " class="floatTL" /></p><h3>O futuro da TV</h3><p>Certamente o futuro da TV não está no VHF ou UHF. Nem na TV à  cabo. Tudo será transportado pela internet. Problemas antes insolúveis como os gastos com banda acharam uma solução. A multidão pede programas via internet, vide o sucesso do YouTube e de downloads do Lost nas redes de bittorrent. Talvez o Joost represente <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">a revolução que a TV necessita</a>, uma quebra de paradigmas, sei lá. Vamos aguardar para assistir.</p><h3>Requisitos mínimos</h3><p>Seguindo sugestão do <a
href="http://sergioflima.pro.br/blog/blogs">Sérgio Lima</a> (comentário #6, abaixo), acrescento os <a
href="http://www.joostfan.com/2007/02/01/joost-system-requirements/">requisitos mínimos</a> de hardware. Por enquanto só funciona na plataforma <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:Windows software" class="bbli">Windows<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>. Mac e Linux estão em desenvolvimento.</p><ul><li>Windows XP SP2</li><li>Pentium 4, 1GHz, 512 MB RAM</li><li>Placa de Vídeo com 32 MB e que suporte DirectX 9.0c</li><li>500 MB livres no HD</li><li>Banda Larga de 1 Mbit/s de download e 512 kbit/s de upload</li></ul><h3></h3><h4>Leia mais em:</h4><ul><li><a
href="http://mvmr.wordpress.com/2007/01/30/joost-seu-tv-agora-e-no-pc/">Joost: Sua TV agora é no PC</a>, via <a
href="http://mvmr.wordpress.com/">Mundo Virtual Mundo Real</a></li><li><a
href="http://www.tnow.com.br/negocios/joost-sera-o-mais-novo-rival-das-emissoras-de-televisao/">Joost será o mais novo rival das emissoras de televisão</a>, via <a
href="http://www.tnow.com.br">TNow</a></li><li><a
href="http://www.nerdgames.net/blog/conheca-melhor-como-funciona-o-joost/">Conheça melhor como funciona o Joost</a>, via <a
href="http://www.nerdgames.net">NerdGames</a></li><li><a
href="http://www.undergoogle.com/blog/2007/02/google-descarta-tv-na-web-para-alegria.html">Google descarta TV na web, para alegria das operadoras</a>, via <a
href="http://www.undergoogle.com/blog/">UnderGoogle</a></li><li><a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/">TV e YouTube: diametralmente opostos</a>, via Techbits</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>468</slash:comments> </item> </channel> </rss>
