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> <channel><title>Techbits &#187; tecnologia</title> <atom:link href="http://techbits.com.br/tudo-sobre/tecnologia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://techbits.com.br</link> <description>O Techbits é um blog voltado para discussão de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, segurança e negócios.</description> <lastBuildDate>Thu, 06 Oct 2011 05:55:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>Não vire commodity</title><link>http://techbits.com.br/2007/nao-vire-commodity/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/nao-vire-commodity/#comments</comments> <pubDate>Thu, 22 Nov 2007 18:34:07 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[android]]></category> <category><![CDATA[cérebro]]></category> <category><![CDATA[commodity]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[opensocial]]></category> <category><![CDATA[software]]></category> <category><![CDATA[tecnologia]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/nao-vire-commodity/</guid> <description><![CDATA[Quem mexe com tecnologia sabe que o que era novidade ontem, hoje se transformou em commodity. Um belo exemplo é o hardware. Hardware é commodity pura, tanto que a IBM vendeu sua divisão de desktops e notebooks para a Lenovo, anos atrás. Quando falo que o sistema operacional está perdendo a importância, quero dizer exatamente [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/geek-garbage-flickr.jpg" alt="Commodity" />Quem mexe com tecnologia sabe que o que era novidade ontem, hoje se transformou em <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Commodity" title="commodity" id="bhl6">commodity</a>. Um belo exemplo é o hardware. Hardware é commodity pura, <a
href="http://idgnow.uol.com.br/mercado/2005/05/02/idgnoticia.2006-03-12.0715851131" title="tanto que a IBM vendeu sua divisão de desktops e notebooks para a Lenovo" id="fcb9">tanto que a IBM vendeu sua divisão de desktops e notebooks para a Lenovo</a>, anos atrás. Quando falo que o sistema operacional está perdendo a importância, quero dizer exatamente isso. Já não importa se você é da turma do Linux, do Windows ou do Mac. O que importa é o software que você roda nele. E com softwares cada vez mais atrelados à nuvem da internet, a <a
href="http://techbits.com.br/2007/o-pc-e-um-acessorio-do-firefox/" title="janela do navegador" id="xyle">janela do navegador</a> ou os <a
href="http://techbits.com.br/2007/o-mundo-dos-widgets-na-web/" title="widgets ganham importância" id="irc0">widgets ganham importância</a>.</p><p>Vamos para os últimos lançamentos da Google. OpenSocial e Android OS. <a
href="http://www.readwriteweb.com/archives/why_open_social_matters.php" title="mbos surgem para commoditizar um monte de coisa" id="llo5">Ambos surgem para commoditizar um monte de coisa</a> e tornar o software como algo importante. O OpenSocial pega o fato de todas as redes sociais serem fechadas, cada um com seu <a
href="http://desta.ca/pratica/2007/09/21/o-que-e-grafo-social-e-quem-pode-controla-lo/" title="grafo social" id="b8b4">grafo social</a>, e escancara essa informação. O grafo social vira commodity e as aplicações que você roda na plataforma deles é o que importa, não mais os dados. Esse é o diferencial.</p><p>A mesma coisa com o Android OS. O Google transforma o sistema operacional em commodity, aberto, gratuito, essas coisas. Mas premia quem fizer a melhor aplicação, estilo widget, para a plataforma. O diferencial serão os softwares e não o sistema operacional. Isso também é possível detectar com a vontade da gigante de Montain View de comprar a freqüência de 700 Mhz nos EUA. Vai gastar uns 5 bilhões na licença mais uns 10 bilhões construindo uma rede. Mas a rede será commodity. <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20071116-its-official-google-planning-700mhz-bid.html" title="O que importa são as aplicações que a usarão para se comunicar com a nuvem da internet" id="itnb">O que importa são as aplicações que a usarão para se comunicar com a nuvem da internet</a>. Faz todo sentido com o lobby que a Google fez com a FCC para criar uma rede mais aberta.</p><p>A única coisa que não é commodity neste mundo é o cérebro humano &#8211; ops, quero dizer, há cérebros commodity por aí, aos montes. O resto, hardware, infra-estrutura, serviços, tudo acaba se commoditizando com o tempo. O cérebro humano é o responsável pelas novas idéias e pelo software, por exemplo. Essa é a aposta da Google. Em última instância, <a
href="http://www.bmf.com.br/">que tudo vire commodity</a>, exceto o cérebro humano.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/nao-vire-commodity/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>A Última Hora</title><link>http://techbits.com.br/2007/a-ultima-hora/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/a-ultima-hora/#comments</comments> <pubDate>Wed, 17 Oct 2007 22:13:50 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[a última hora]]></category> <category><![CDATA[blog action day]]></category> <category><![CDATA[carbono zero]]></category> <category><![CDATA[energia]]></category> <category><![CDATA[filme]]></category> <category><![CDATA[meio ambiente]]></category> <category><![CDATA[tecnologia]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/a-ultima-hora/</guid> <description><![CDATA[Isso aqui é um blog de tecnologia, creio que todo mundo aqui usa ou já usou um gadget movido a bateria. Vou pegar como exemplo o seu celular. Imagine que ele esteja totalmente carregado e você vai viajar. Durante a viagem não existem tomadas fáceis e você só tem a possibilidade de carregar a bateria [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/blogactionday.png" alt="[Blog Action Day 2007: meio ambiente] " />Isso aqui é um blog de tecnologia, creio que todo mundo aqui usa ou já usou um gadget movido a bateria. Vou pegar como exemplo o seu celular. Imagine que ele esteja totalmente carregado e você vai viajar. Durante a viagem não existem tomadas fáceis e você só tem a possibilidade de carregar a bateria por 20 minutos a cada 4 horas. Se você usar muito, toda aquela energia da bateria cheia, vai embora, mesmo que a carga de tempos em tempos aumente esse prazo. Se você gasta mais energia que consegue repor, em breve terá um celular morto. Mas que diabos o Fugita está falando? Volto neste assunto daqui a pouco.</p><h3>Blog Action Day e A Última Hora</h3><p>Segunda-feira foi o <a
href="http://blogactionday.org/" id="o8e9" title="Blog Action Day">Blog Action Day</a>, dia que toda a blogosfera mundial &#8211; e isso inclui o Brasil &#8211; trata de um tema específico. Para o ano de 2007 o assunto foi o meio ambiente. Só para lembrar da importância desta discussão, semana passada o <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Al_Gore" id="ve5l" title="Al Gore">Al Gore</a>, ex-vice-presidente dos EUA, e ativista ecológico, ganhou o Prêmio Nobel da Paz. O mundo está atento. E não se trata de salvar as baleias ou as árvores, coisas isoladas. É um problema global,<a
href="http://www.climatecrisis.net/" id="e9t8" title="uma verdade inconveniente">uma verdade inconveniente</a>.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/aultimahora.jpg" alt="[A Última Hora] " />Hoje assisti à pré-estréia de <a
href="http://www2.uol.com.br/mostra/31/p_exib_filme_195.shtml" id="bn0e" title="um filme que estará na 31a. Mostra Internacional de Cinema em São Paulo">um filme que estará na 31a. Mostra Internacional de Cinema em São Paulo</a>. Trata-se do filme-documentário <a
href="http://wwws.br.warnerbros.com/11thhour/" id="yt4b" title="A Última Hora">A Última Hora</a> (The Eleventh Hour), que trata desse assunto delicado que influencia nossas vidas. Uma frase me chamou a atenção e gerou idéias para este post. A última hora que o filme discute é esse último momento da humanidade que ainda dá tempo de fazer algo.</p><h3>Nossa energia vai se esgotar</h3><p>Voltando ao caso da bateria que se esvai de um celular, quero transpor aquele raciocínio ao meio ambiente. Toda a energia da Terra vem do Sol. A energia é armazenada aqui &#8211; enxergue a Terra como uma grande bateria &#8211; através da fotossíntese das plantas, do aquecimento das águas, etc&#8230; Isso vem ocorrendodesde que a Terra existe. A energia acumulada aqui durante esse tempo deixava a &#8220;bateria&#8221; quase sempre carregada no limite.</p><p>Mas aí resolvemos queimar combustíveis fósseis. Resolvemos fazer as revoluções industrial, da informação, e tudo mais. Isso é ótimo para a humanidade, mas estamos gastando a energia acumulada das baterias. Atualmente gastamos mais do que conseguimos repor. É a bateria do celular ficando sem energia. Fácil entender: se gastamos mais do que ganhamos&#8230; um dia acaba.</p><h3>Carbono Zero</h3><p>Por isso <a
href="http://oitopassos.com/2007/10/11/carto-ipiranga-carbono-zero/" id="uffe" title="existem essas campanhas">existem essas campanhas</a> de tentarmos zerar nossa <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Carbon_footprint" id="px20">&#8220;pegada&#8221; de carbono</a>. Se cada indivíduo na Terra conseguir neutralizar a energia que usa diariamente &#8211; isso se calcula no &#8220;gasto&#8221; de carbono &#8211; a bateria da Terra pode aguentar mais. O <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kyoto_Protocol" id="ll51" title="Protocolo de Kyoto">Protocolo de Kyoto</a>, apesar dos falsos-liberais torcerem o nariz, é coisa séria. Vamos diminuir o gasto da bateria da Terra. Você com certeza faria isso pelo seu celular, por que não pela planeta?</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/a-ultima-hora/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>Techbits faz um ano</title><link>http://techbits.com.br/2007/techbits-faz-um-ano/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/techbits-faz-um-ano/#comments</comments> <pubDate>Thu, 02 Aug 2007 07:17:58 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[aniversário]]></category> <category><![CDATA[blogging]]></category> <category><![CDATA[opinião]]></category> <category><![CDATA[techbits]]></category> <category><![CDATA[tecnologia]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/techbits-faz-um-ano/</guid> <description><![CDATA[Hoje faz um ano que o Techbits começou. No final de Julho de 2006 resolvi que iria criar um blog sobre tecnologia. Até então a maioria dos blogs que lia eram estrangeiros. Engadget, Techcrunch, Palm Addicts&#8230; Acompanhava alguns brasileiros também. Garota Sem Fio, Revolução etc, Bruno Torres&#8230; E adorava falar sobre tecnologia com todos que [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/techbits_post.png" title="[Techbits] " alt="[Techbits] " />Hoje faz um ano que o Techbits <a
href="http://techbits.com.br/2006/mais-um-na-multidao/" title="começou">começou</a>. No final de Julho de 2006 resolvi que iria criar um blog sobre tecnologia. Até então a maioria dos blogs que lia eram estrangeiros. <a
href="http://engadget.com/" title="Engadget">Engadget</a>, <a
href="http://techcrunch.com/" title="Techcrunch">Techcrunch</a>, <a
href="http://palmaddict.typepad.com/" title="Palm Addicts">Palm Addicts</a>&#8230; Acompanhava alguns brasileiros também. <a
href="http://www.odontopalm.com.br/gsf/" title="Garota Sem Fio">Garota Sem Fio</a>, <a
href="http://revolucao.etc.br/" title="Revolução etc">Revolução etc</a>, <a
href="http://brunotorres.net/" title="Bruno Torres">Bruno Torres</a>&#8230; E adorava falar sobre tecnologia com todos que encontrava. O problema era exatamente esse. Pouca gente se interessava no meu papo tecnológico&#8230; Então criei o blog para extravasar as idéias.</p><p>Antes de continuar, blogueiro que é blogueiro não pode tirar férias, hehehe! Peço desculpas pelo lapso de mais de uma semana sem posts e respostas aos comentários. Muitas pessoas comentaram isso comigo, seja por email, seja fazendo suposições no último post ou ainda por sinais de fumaça. Vamos considerar que os últimos dias foram algo como umas férias de blog, para refrescar e renovar as energias. Voltando à programação normal, vou comentar um pouco de como foi criar o Techbits um ano atrás. Acompanhem.</p><h3>Escolha do nome</h3><p>A escolha do nome foi complicada. Não sabia como chamar. O <em>brainstorm</em> demorou uma semana. Algo que eu tinha certeza era que o sufixo deveria ser &#8220;bits&#8221;. A inspiração para isso certamente veio do nome &#8220;<a
href="http://meiobit.com/" title="Meio Bit">Meio Bit</a>&#8220;, uma das minhas leituras habituais desde aquela época. A minha primeira idéia era achar um nome que desse a entender que encontraríamos novidades quentes em tecnologia, &#8220;hot&#8221;. Mas usar o termo <em>hot</em> poderia insinuar para o visitante outro tipo de site (pornografia?)&#8230;</p><p>Em japonês a palavra para &#8220;quente&#8221; é &#8220;atsui&#8221;. Então pensei, poderia usar <em>atsui</em> no nome&#8230; Então um dos nomes descartados para o Techbits foi &#8211; acredite se quiser &#8211; <em>Atsui Bits</em>, hehehe! A idéia para o prefixo &#8220;Tech&#8221; deve ter vindo do Techcrunch, outra das minhas leituras básicas desde antes da idéia de criar o próprio blog. Misturando tudo surgiu então o Techbits. Por sorte o nome é fácil de se lembrar e domínio estava livre.</p><h3>Logotipo</h3><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/techbits_original.png" title="[Techbits, logo original] " alt="[Techbits, logo original] " />O primeiro logotipo era muito feio (ao lado). Admito, não tenho qualquer habilidade em design. A inspiração para o primeiro logotipo veio da revista Wired. Lá o logo usava cores chamativas com letras e fundo se alternando em combinações em contraste. Porque não fazer algo assim com o logo do blog recém criado? E lá fui eu criar um logo azul e preto, este que ilustra o início deste parágrafo. O problema é que algumas pessoas diziam que o logo não era lá essas coisas. E eu concordava. Então achei um vídeo no YouTube que ensinava a fazer uns logos no estilo web 2.0. E criei o que está lá em cima até hoje.</p><h3>Notícias ou opinião?</h3><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/multidao.png" title="[multidão] " alt="[multidão] " />No início não havia um foco principal. Não sabia se deveria escrever notícias ou artigos opinativos. Refleti e cheguei à conclusão que não teria como ser um blog de notícias. Concorreria com todo mundo que fornece notícias, do portal gigante como o IDG Now! aos blogs que concorrem por um lugar ao Sol apenas reproduzindo a mesmíssima informação que já li nos meus feeds. Resolvi mesclar então notícias recentes com um pouco de opinião. Faz mais sentido para o modelo de blogs, principalmente quando se é pequeno e necessita diferenciar-se para não ser apenas <a
href="http://techbits.com.br/2006/mais-um-na-multidao/" title="mais um na multidão">mais um na multidão</a>.</p><h3>Futuro</h3><p>Saber como será o futuro não é uma ciência exata. Posso apenas repetir aquilo que disse no último post: dedicar-me mais ao Techbits &#8211; acredite, um texto demanda horas e horas de leitura e reflexão! &#8211; e tentar cumprir algumas metas como mais posts e maior regularidade mantendo a qualidade. Claro, planejo que o Techbits cresça. Não vai ser da forma exponencial como foi nos primeiros meses, mas que seja em uma taxa interessante.</p><p>Por fim, agradeço a todos que sempre apoiaram o Techbits. Seria impossível listá-los aqui. São os leitores do RSS, os leitores que não usam RSS, os amigos e amigas da blogosfera e também os de fora dela, todos que linkaram para o Techbits (<a
href="http://www.technorati.com/blogs/www.techbits.com.br/?reactions" title="veja no Technorati">veja no Technorati</a> | <a
href="http://blogblogs.com.br/blogs/links/87284" title="veja no Blogblogs">veja no Blogblogs</a>) e todos que receberam links do Techbits, aqueles que mandam emails com dicas, aqueles que trocaram idéias via mensageiro instantâneo, etc, etc, etc&#8230; &#8220;Tá, que frio esse parágrafo&#8230; nem pra me citar&#8221;, alguns devem ter pensado, hehehe! Em suma, a todo mundo que um dia já passou por esta URL, obrigado!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/techbits-faz-um-ano/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>35</slash:comments> </item> <item><title>Web 2.0 não é uma besteira sem tamanho</title><link>http://techbits.com.br/2007/web-20-nao-e-uma-besteira-sem-tamanho/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/web-20-nao-e-uma-besteira-sem-tamanho/#comments</comments> <pubDate>Fri, 19 Jan 2007 16:17:51 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[empreendedorismo]]></category> <category><![CDATA[evolução]]></category> <category><![CDATA[inovação]]></category> <category><![CDATA[paradigma]]></category> <category><![CDATA[tecnologia]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/web-20-nao-e-uma-besteira-sem-tamanho/</guid> <description><![CDATA[A chamada web 2.0 tem seus críticos e adoradores. Os críticos dizem que web 2.0 não significa nada. Provam dizendo que todas as tecnologias usadas já existiam previamente ou ainda que a única diferença para a web 1.0 é a maior quantidade de pessoas acessando a rede. Por sua vez, os entusiastas idolatram serviços na [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
alt="[Web 2.0, fonte: http://hello.eboy.com/eboy/shop/] " title="[Web 2.0, fonte: http://hello.eboy.com/eboy/shop/] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/web20.png" class="floatTL"/>A chamada <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Web_2">web 2.0</a> tem seus críticos e adoradores. Os críticos dizem que web 2.0 não significa nada. Provam dizendo que todas as tecnologias usadas já existiam previamente ou ainda que a única diferença para a web 1.0 é a maior quantidade de pessoas acessando a rede. Por sua vez, os entusiastas idolatram serviços na web, mágicas com <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/AJAX_(programa%C3%A7%C3%A3o)">Ajax</a> e querem tudo on-line. As tecnologias todas realmente já existiam. Mas é necessário aquele estalo de criatividade para compreender, juntá-las e criar todo um novo modelo de negócios.</p><h3>Web 2.0, tecnologias antigas</h3><p>Um texto criticando a web 2.0 no Webinsider, <a
href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/01/18/web-20-e-uma-revolucao-entao-me-deixem-criticar/">&#8220;Web 2.0 é uma revolução? Então me deixem criticar&#8221;</a>, chamou a atenção. É uma leitura interessante, mas a idéia de criticar a web 2.0 não é nova e <a
href="http://www.revolucao.etc.br/archives/web-20-nao-significa-nada-me-desculpe/">já tinha sido feita pelo blog Revolução Etc</a> um ano atrás. A crítica principal do Webinsider é que todas essas tecnologias já existiam.</p><p>Segundo o texto, a colaboração já ocorria nos tempos de <em>newsgroups</em>. Sim, verdade: evoluíram para fóruns, listas de discussão e mais recentemente tomaram conta da internet. Um bom exemplo de colaboração na divulgação de conteúdo são sites como o Digg ou a Wikipédia, coisas bem diferentes de um <em>newsgroup</em>. No mesmo texto fala-se da inteligência coletiva, também chamada de sabedoria das multidões. Diz que isso já existia e cita como exemplo antigo a Amazon que, não por acaso, tornou-se um dos expoentes da chamada web 2.0.</p><p>Discutindo sobre a web como plataforma, as críticas relembram que o <a
href="http://blogs.sun.com/jonathan/entry/the_network_is_the_computer">conceito foi desenvolvido na década de 90</a>. Sim, mas naquela época não era possível a criação de tudo isso pois não existia uma rede forte e rápida como encontramos hoje. Ajax e <a
href="http://techbits.com.br/2006/rss-que-diabos-e-isso/">RSS</a> são tecnologias derivadas de outras que já existiam. Também é verdade, mas foi só recentemente que começaram a ser usadas de forma útil. Propaganda por links patrocinados não foram inventados pelo Google mas foi essa empresa que, desenvolvendo a idéia, tornou esse mercado possível.</p><h3>Idéias sem rumo</h3><p>Certa vez li em um clássico da literatura (seria Machado de Assis?) que uma laranja só passa a existir a partir do momento que alguém a encontra e colhe da árvore. Fazendo uma analogia com as idéias discutidas aqui, pergunto: se já sabíamos que tudo isso existia, por que não fizemos nada para ganhar rios de dinheiro no desenvolvimento da agora chamada web 2.0?</p><p>Uma idéia, um conceito, precisam de um visionário que enxergue além do que os outros. A maioria de nós não possui esta dádiva, e ficamos achando que só porque algo já existia mas era visto de outra forma, o desenvolvimento daqueles conceitos em coisas úteis não valem nada. Pra mim a web 2.0 é alguma coisa, é a realização de uma visão de empreendedores. E também não existe outra <em>buzzword</em> melhor para nos referirmos a essa &#8220;tecnologia&#8221;.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://mugnatto.blogspot.com/2007/01/resposta-ao-texto-do-alex-hubner-sobre.html">A resposta ao texto do Webinsider</a>, por Marco Mugnatto</li><li><a
href="http://brunotorres.net/web-01">Web 0.1 alpha</a>, por Bruno Torres</li><li><a
href="http://blog.elcio.com.br/?p=3082">Web 2.0 pé no chão</a>, via fechaTag</li><li><a
href="http://www.leohackin.com.br/index.php?post=49">Cabeças 2.0</a>, via leohackin 0.1a</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/web-20-nao-e-uma-besteira-sem-tamanho/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>22</slash:comments> </item> <item><title>A Singularidade está próxima</title><link>http://techbits.com.br/2006/a-singularidade-esta-proxima/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/a-singularidade-esta-proxima/#comments</comments> <pubDate>Mon, 13 Nov 2006 12:17:53 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[evolução]]></category> <category><![CDATA[inteligência-artificial]]></category> <category><![CDATA[ray-kurzweil]]></category> <category><![CDATA[singularidade]]></category> <category><![CDATA[tecnologia]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/a-singularidade-esta-proxima/</guid> <description><![CDATA[Acabo de descobrir que Ray Kurzweil fez uma palestra virtual semana passada no Brasil. Para quem não sabe Kurzweil é autor de vários livros que tratam da evolução da tecnologia. Sua última obra &#8211; que há meses procuro nas livrarias mas ainda não foi lançada no Brasil &#8211; é The Singularity is Near (A Singularidade [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/evolucao.jpg" alt="[Evolução para singularidade?] " title="[Evolução para singularidade?] " class="floatTL" />Acabo de descobrir que <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ray_Kurzweil">Ray Kurzweil</a> fez uma palestra virtual semana passada no Brasil. Para quem não sabe Kurzweil é autor de vários livros que tratam da evolução da tecnologia. Sua última obra &#8211; que há meses procuro nas livrarias mas ainda não foi lançada no Brasil &#8211; é <em>The Singularity is Near</em> (A Singularidade está próxima) <a
href="http://techbits.com.br/2006/as-tecnologias-mortas-de-2006/">citada recentemente</a> no post que falei das tecnologias que estão morrendo. A <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Technological_singularity">Singularidade Tecnológica</a> é o ponto a partir do qual a evolução da tecnologia ocorrerá de forma tão rápida, o impacto será tão marcante, que transformará a vida humana de forma irreversível.</p><h3>A Singularidade Tecnológica</h3><p>Em 1965, <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/I._J._Good">Irving J. Good</a> descreveu algo muito parecido com o atual conceito da Singularidade Tecnológica. Ele previu que se em algum momento a inteligência artificial atingir equivalência à  inteligência humana, as máquinas pensantes superarão rapidamente seus criadores. A tradução do conceito descrito por Good pode ser lido abaixo:</p><blockquote><p>&#8220;Vamos definir uma máquina ultra-inteligente como uma máquina que pode superar de longe todas as atividades intelectuais de qualquer humano reconhecidamente inteligente. Como a criação de máquinas é uma dessas atividades intelectuais, uma máquina ultra-inteligente pode desenhar máquinas ainda melhores; haverá uma inquestionável &#8216;explosão de inteligência&#8217;, e a inteligência humana será deixada para trás. Ou seja, a primeira máquina ultra-inteligente será a última invenção feita pelo homem.&#8221;</p></blockquote><h3>Ficção Científica</h3><p>Essa descrição parece exatamente o roteiro de muitos filmes. Desde o <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Exterminador do Futuro" class="bbli">Exterminador do Futuro<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>, passando por Matrix, incluindo aí o Eu, Robô, baseado na obra de <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Isaac_Asimov">Isaac Asimov</a>. Provavelmente os roteiristas de Hollywood tiveram inspiração nessa teoria que deu origem ao conceito de Singularidade Tecnológica.</p><p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:[HAL 9000] " class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/hal9000.png" title="[HAL 9000] " alt="[HAL 9000] " /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>Para quem não lembra, no <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Terminator">Exterminador do Futuro</a>, em 9 de Setembro de 1999 a Skynet torna-se operacional e começa a pensar por si própria, decidindo eliminar a raça humana. No filme <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Matrix">Matrix</a> a transição do domínio das máquinas é nebuloso mas no final os seres humanos são transformados em pilhas para fornecer energia aos robôs (quem analisar direito perceberá uma falha grave nesse argumento). Em <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/I%2C_Robot_%28film%29">Eu, Robô</a>, o computador vilão entende que o único jeito de garantir as <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%AAs_Leis_da_Rob%C3%B3tica">Três Leis da Robótica</a> é eliminando a maioria dos seres humanos.</p><p>E claro, não poderia deixar de citar o filme <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/2001:_A_Space_Odyssey_%28film%29">2001: Uma odisséia no espaço</a>, clássico da ficção, na qual o computador de bordo de uma nave, o <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/HAL_9000">HAL-9000</a> (foto do parágrafo acima) fica maluco e resolve conspirar contra a tripulação.</p><h3>2045, o ano da Singularidade Tecnológica</h3><p>O gráfico abaixo mostra que a tecnologia evolui de forma exponencial. A cada grande mudança de paradigma, menos tempo entre elas. A previsão de Kurzweil aponta que a Singularidade deve ocorrer ao redor do ano de 2045. Sua teoria é uma extrapolação da <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Moore_Law">Lei de Moore</a> (a cada 18 meses dobra o poder de processamento dos computadores), juntamente com a sua <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Law_of_Accelerating_Returns">teoria das mudanças aceleradas</a>. De acordo com as previsões de Kurzweil a máquina tornará-se mais inteligente que o ser humano, surgirão organismos bio-cibernéticos e a evolução tecnológica ocorrerá muito rapidamente, em proporções inimagináveis.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/singularidade.png" title="[A Singularidade está próxima] " alt="[A Singularidade está próxima] " class="floatTL" /></p><h3>Teste de Turing</h3><p>O <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Turing_test">teste de Turing</a> foi criado em 1950 por Alan Turing em seu ensaio <a
href="http://www.abelard.org/turpap/turpap.htm">Computing machinery and intelligence</a>. Trata-se de um teste para determinar se uma máquina consegue manter uma conversação enganando um ser humano de que está conversando com uma pessoa. Até hoje nenhum computador passou no teste de Turing mas robôs de chat como a <a
href="http://www.alicebot.org/">A.L.I.C.E</a>. já enganaram muitas pessoas ao fingirem serem humanos. Kurzweil prevê que neste século computadores conseguirão passar pelo teste de Turing pela primeira vez.</p><h3>Conclusão</h3><p>A tecnologia vai mudar radicalmente nas próximas décadas, talvez antes. Segundo Kurzweil, a Singularidade está próxima. Precisamos ficar preparados para as mudanças que estão por vir para não ficarmos para trás. Aprender e <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-sociedade-do-excesso-de-informacao/">saber buscar informação</a> é a chave para continuar na vanguarda. Mas não espere nada desastroso como nos filmes de ficção. Eles são exatamente isso: ficção.</p><p>[Atualização] <strong>Leitura interessante:</strong> <a
href="http://thingson.blogspot.com/2006/11/hoje-vamos-falar-sobre-singularidade.html">Hoje vamos falar sobre: Singularidade Tecnológica</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/a-singularidade-esta-proxima/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>40</slash:comments> </item> <item><title>As tecnologias mortas de 2006</title><link>http://techbits.com.br/2006/as-tecnologias-mortas-de-2006/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/as-tecnologias-mortas-de-2006/#comments</comments> <pubDate>Thu, 02 Nov 2006 17:17:52 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[decadência]]></category> <category><![CDATA[finados]]></category> <category><![CDATA[inovação]]></category> <category><![CDATA[paradigma]]></category> <category><![CDATA[tecnologia]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/as-tecnologias-mortas-de-2006/</guid> <description><![CDATA[Feriado de Finados. Nada mais relevante do que falar dos mortos. A tecnologia avança a passos largos. A toda hora inovações surgem substituindo o que era insubstituível. O ciclo de vida dos produtos está cada vez menor. Alguns prevêem inclusive a chegada da singularidade tecnológica, mas isso é assunto para outro post. A seguir acompanhe [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/rip.png" alt="[R.I.P.] " title="[R.I.P.] " />Feriado de Finados. Nada mais relevante do que falar dos mortos. A tecnologia avança a passos largos. A toda hora inovações surgem substituindo o que era insubstituível. O ciclo de vida dos produtos está cada vez menor. Alguns prevêem inclusive a chegada da <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Technological_singularity">singularidade tecnológica</a>, mas isso é assunto para outro post. A seguir acompanhe uma análise do que está para virar peça de museu.</p><h3>HD-DVD, BluRay e as emissoras de TV</h3><p>Nem bem foram lançados mas o <a
href="http://techbits.com.br/2006/blu-ray-vs-hd-dvd-quem-se-importa/">HD-DVD e o BluRay</a> estão com os dias contados. Mídias físicas serão substituídas por distribuição pela internet. A Amazon Unbox e a iTunes, entre outras, já descobriram o filão. Consumidores já sabiam disso faz tempo pois trocam arquivos via bit torrent ou outras redes P2P. O sucesso de sites como o YouTube é outra prova que queremos disponibilidade de conteúdo e não restrições e mais restrições como o DRM e mídias físicas.</p><p>Emissoras de TV convencionais também estão entre as tecnologias decadentes. <a
href="http://techbits.com.br/2006/pirataria-como-modelo-de-negocios/">Uma executiva da Disney/ ABC admitiu isso</a> ao descobrir que 15 minutos após um programa passar em sua rede, já estava disponível ilegalmente para download na internet. Quem não mudar o modelo de negócios rapidamente vai virar dinossauro nos próximos anos.</p><h3>PDA</h3><p>Há tempos dizem assistente pessoal digital, mais conhecido como PDA, está morto. Na verdade evoluiu para uma integração com o celular surgindo daí um <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-era-dos-smartphones/">híbrido chamado smartphone</a>. Faz tempo que não vejo grandes lançamentos no mercado de PDAs e essa é a tendência: trata-se de um mercado em forte declínio.</p><h3>Telefone fixo</h3><p>O crescimento da telefonia fixa é pífio comparado às celulares. Quem quer um telefone que fica preso a um fio e que só dá pra atender se você estiver na mesma localidade que a linha está instalada? A mobilidade está aí e os celulares dominam o cenário (<a
href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u111341.shtml">mais de 90 milhões de celulares vs. ao redor de 40 milhões de telefones fixos</a>). Além do que a telefonia sobre IP (VOIP) está crescendo e é muito mais barata que a telefonia fixa convencional.</p><h3>TV de Plasma</h3><p>A TV de plasma foi a campeã de vendas antes da Copa do Mundo de 2006. Passado o encanto inicial e a derrota do Brasil os consumidores descobriram que o plasma não é assim tão bom quanto achavam. Telas com manchas, qualidade sofrível (na verdade por causa da baixa qualidade de transmissão de TV no Brasil), <a
href="http://www.original123.com.br/clipping/?p=526">vários foram os motivos de reclamações e devoluções</a>. A tecnologia que promete mesmo é o LCD.</p><h3>Sistema Operacional</h3><p>Windows? MacOS? Linux? <a
href="http://mugnatto.blogspot.com/2006/09/office-na-web-web-como-plataforma-t.html">Que diferença faz se tudo está migrando para a web?</a> A tecnologia do momento são os browsers e a web 2.0. É claro que ainda não antingimos a maturidade nos web services e os softwares on-line na maioria das vezes são mais fracos que suas versões off-line. Mas eu, sinceramente, já não me importo com qual sistema operacional está por trás do meu navegador preferido. Aparentemente o futuro é a fusão de aplicações web com as desktop.</p><h3>Wi-Fi</h3><p>Quem ainda acha que <a
href="http://techbits.com.br/2006/wi-fi-nao-e-internet-movel/">wi-fi é internet móvel está enganado</a>. O hotspot é móvel? Não. Dá pra acesar o wi-fi de qualquer lugar? Não. Mas com a chegada do Wi-Max e das redes celulares 3G essa discussão estará superada.</p><h3>Conclusão</h3><p>Como sempre, estou exagerando. Nenhuma das tecnologias acima sumiu em 2006. Mas todas estão ou vão entrar em uma fase de decadência acentuada o que pode levar em breve à  sua extinção. Não adianta ficar parado ou entrar na guerra errada. É aquele velho ditado: se não pode lutar contra (a nova tecnologia), junte-se a ela, ou seja, <a
href="http://www.odontopalm.com.br/gsf/arquivo/2006/11/teorizando_os_t.html">mude os conceitos!</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/as-tecnologias-mortas-de-2006/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>A vitória da tecnologia</title><link>http://techbits.com.br/2006/a-vitoria-da-tecnologia/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/a-vitoria-da-tecnologia/#comments</comments> <pubDate>Tue, 31 Oct 2006 20:17:21 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[brasil]]></category> <category><![CDATA[eleição]]></category> <category><![CDATA[segurança]]></category> <category><![CDATA[tecnologia]]></category> <category><![CDATA[urna-eletrônica]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/a-vitoria-da-tecnologia/</guid> <description><![CDATA[Lembro que antigamente as eleições eram mais emocionantes. Pelo menos a apuração. Levava dias para se confirmar a vitória de um ou outro candidato. Era divertido. Todos os dias acompanhávamos as porcentagens variando dependendo da região do Brasil que as urnas eram abertas. Mais recentemente o Brasil adotou as urnas eletrônicas. O que levava muitos [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/urna.png" alt="[Urna eletrônica] " title="[Urna eletrônica] " />Lembro que antigamente as eleições eram mais emocionantes. Pelo menos a apuração. Levava dias para se confirmar a vitória de um ou outro candidato. Era divertido. Todos os dias acompanhávamos as porcentagens variando dependendo da região do Brasil que as urnas eram abertas. Mais recentemente o Brasil adotou as urnas eletrônicas. O que levava muitos dias passou a no máximo dois dias. Ainda existia um pouco de emoção na contagem dos votos. Mas no último domingo toda essa magia acabou. Mal começaram a divulgar os números já tínhamos um vitorioso e 70% dos votos apurados. O romantismo de antigamente foi substituído pela eficiência da tecnologia.</p><h3>Segurança da Urna Eletrônica</h3><p>A urna eletrônica tem lá seus críticos. O código de programação pode ser alterado? O voto pode ser lido e alterado pelo mesário? O disquete (sim, usam disquete!) é seguro? O título de eleitor não tem foto? Eu, por exemplo, votei no primeiro turno com cédulas de papel pois a urna eletrônica da minha seção havia quebrado. Achei mais inseguro do que apertar uns botões grandões e ouvir aquele som característico da finalização do voto.</p><p>De acordo com a <a
href="http://www.tre-sp.gov.br/legislacao/lei_10740.htm">legislação eleitoral</a> o código de programação da urna é aberta aos partidos interessados, o que evitaria a inclusão de software que altera o resultado. A legislação aponta ainda que o registro do voto é anônimo e que os dados são sempre criptografados. Tendo os partidos acesso ao código-fonte, ou seja, a possibilidade de analisá-lo, creio que qualquer problema em relação à  integridade da informação está  resolvido.</p><h3>Bits a toda velocidade</h3><p>Agora vamos falar do que impressionou nessa eleição. Não, não foi nenhum candidato em especial e sim a velocidade da apuração. O Brasil, com suas dimensões continentais, <a
href="http://www.aneel.gov.br/arquivos/gif/Imagem62001.gif">tem 3 fusos horários</a> (achava que eram 4 mas parece que são apenas 3). Por isso apesar da contagem dos votos começar às 17 horas de Brasília em alguns Estados, só pode ser divulgada a partir das 19 horas quando o último eleitor vota lá no Acre.</p><p>Lá pelas 19h30, quando fui acompanhar os primeiros números o resultado já era praticamente final. Fiquei assutado com tamanha velocidade mas ao mesmo tempo feliz com a tecnologia. Não deu tempo nem de torcer pra um ou outro candidato. Que coisa mais sem graça&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/a-vitoria-da-tecnologia/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>TCAS: sistema que evita a colisão entre aviões</title><link>http://techbits.com.br/2006/tcas-sistema-que-evita-a-colisao-entre-avioes/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/tcas-sistema-que-evita-a-colisao-entre-avioes/#comments</comments> <pubDate>Sat, 30 Sep 2006 09:17:43 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[acidente]]></category> <category><![CDATA[avião]]></category> <category><![CDATA[boeing]]></category> <category><![CDATA[desastre]]></category> <category><![CDATA[gol]]></category> <category><![CDATA[tcas]]></category> <category><![CDATA[tecnologia]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/tcas-sistema-que-evita-a-colisao-entre-avioes/</guid> <description><![CDATA[Ontem tivemos a triste notícia de que um Boeing 737-800 Next Generation da Gol Linhas Aéreas desapareceu caiu após uma colisão em pleno vôo. Existe um sistema aviônico criado exatamente para evitar colisões entre aeronaves. Ambos os aviões envolvidos no acidente eram de última geração e contavam com o TCAS (Traffic allert and Collision Avoidance [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:trafego aéreo livro" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/gol737ng.png" title="[Gol Boeing 737-800 Next Generation] " alt="[Gol 737-800 New Generation] " class="floatTL" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>Ontem tivemos a <a
href="http://estadao.com.br/ultimas/cidades/noticias/2006/set/29/373.htm">triste notícia</a> de que um Boeing 737-800 Next Generation da <a
href="http://www.voegol.com.br/">Gol Linhas Aéreas</a> <strike>desapareceu</strike> <a
href="http://estadao.com.br/ultimas/cidades/noticias/2006/set/30/30.htm">caiu</a> após uma colisão em pleno vôo. Existe um sistema aviônico criado exatamente para evitar colisões entre aeronaves. Ambos os aviões envolvidos no acidente eram de última geração e contavam com o TCAS (Traffic allert and Collision Avoidance System &#8211; Sistema de alerta de Tráfego e Evitador de Colisão). Dá pra confiar na tecnologia?</p><h3>Subir, Subir&#8230; Descer, Descer</h3><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/tcas.jpg" title="[TCAS] " alt="[TCAS] " />Basicamente o <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/TCAS">TCAS</a> (foto ao lado) de uma aeronave é um radar que se comunica com o TCAS de outras aeronaves e analisa se há rota de colisão entre elas. O raio de ação é definido pelo piloto e varia de no mínimo 4 ao máximo de 48 Km. Ao detectar aviões que podem ser ameaças de colisão é acionado um TA (aviso de tráfego) que emite uma voz dizendo: &#8220;tráfego, tráfego&#8221; (traffic, traffic), sem sugestões de atitudes a tomar. Mas se a situação piora e uma colisão torna-se iminente, o TCAS entra no modo RA (resolução de tráfego) e emite uma voz dizendo &#8220;subir, subir&#8221; (climb, climb) ou &#8220;descer, descer&#8221; (descend, descend) ou ainda &#8220;monitore a velocidade vertical&#8221; (monitor vertical speed), para manter a altitude.</p><p>Na atual versão do TCAS os comandos limitam-se a esses três: subir, descer ou manter. Não existe o &#8220;vire à  direita&#8221; ou &#8220;vire à  esquerda&#8221;. Uma nova versão, ainda em desenvolvimento, contempla essas possibilidades.</p><h3>Dá pra confiar na tecnologia?</h3><p>Essas decisões são tomadas automaticamente pelo sistema, após consulta entre os TCAS das aeronaves, para coordenar o máximo afastamento entre elas. De nada adianta ambos aviões descerem ou subirem ao mesmo tempo. Continuarão em rota de colisão. O sistema coordena para que uma aeronave suba e a outra desça, por exemplo.</p><p>A recomendação é que os pilotos obedeçam à  voz do sistema mesmo que houver conflito com o que um operador humano na torre de controle mais próxima orientar. Desastres deste tipo são raríssimos. Em 2002, <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bashkirian_Airlines_Flight_2937">uma colisão ocorreu</a> após um dos pilotos seguir recomendações da torre de controle e o outro do TCAS. Se ambos tivessem seguido as ordens do sistema eletrônico provavelmente o acidente teria sido evitado.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/tcas-sistema-que-evita-a-colisao-entre-avioes/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>35</slash:comments> </item> </channel> </rss>
