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> <channel><title>Techbits &#187; software</title> <atom:link href="http://techbits.com.br/tudo-sobre/software/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://techbits.com.br</link> <description>O Techbits é um blog voltado para discussão de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, segurança e negócios.</description> <lastBuildDate>Thu, 06 Oct 2011 05:55:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>Cadê a nuvem que estava aqui?</title><link>http://techbits.com.br/2008/cade-a-nuvem-que-estava-aqui/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/cade-a-nuvem-que-estava-aqui/#comments</comments> <pubDate>Tue, 12 Aug 2008 13:08:12 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[gmail]]></category> <category><![CDATA[nuvem]]></category> <category><![CDATA[software]]></category> <category><![CDATA[webapps]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=353</guid> <description><![CDATA[Várias vezes já falei aqui no Techbits sobre softwares on-line e sua vantagem sobre os tradicionais instalados em desktops. Na maioria das vezes defendi os webapps pois suas vantagens são mais fortes que as desvantagens. Quantas vezes não fui questionado em comentários ou posts em outros blogs que talvez estivesse viajando pois o mercado corporativo [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
title="gmail-fora-do-ar" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/gmail-fora-do-ar.png" alt="Gmail fora do ar" />Várias vezes já <a
id="taz_" title="falei" href="../o-pc-e-um-acessorio-do-firefox/">falei</a> aqui no Techbits sobre softwares on-line e sua vantagem sobre os tradicionais instalados em desktops. Na maioria das vezes defendi os webapps pois suas vantagens são mais fortes que as desvantagens. Quantas vezes não fui questionado em comentários ou posts em outros blogs que talvez estivesse viajando pois o mercado corporativo dificilmente adotaria webapps? A questão é que isso continua sendo uma verdade.</p><p
id="a8d00">Ontem um blecaute de cerca de duas horas no Gmail e Google Apps <a
id="ufm:" title="causou alvoroço pela internet" href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/gmail-fora-do-ar-voce-pira">causou alvoroço pela internet</a>. Milhares de pessoas no Twitter e em blogs ficaram preocupadíssimas com suas preciosas informações armazenadas nos servidores do Google. <a
id="ddls" title="Um problema no sistema de contatos" href="http://gmailblog.blogspot.com/2008/08/we-feel-your-pain-and-were-sorry.html">Um problema no sistema de contatos</a> deixou a inteface gráfica versão ajax fora do ar enquanto quase todas as outras camadas do serviço permaneceram intactas.</p><p
id="a8d01">Webapps têm a desvantagem de só estarem disponíveis quando a internet estiver disponível. Parece óbvio, parece surreal mas não é. Episódios recentes mostram o quanto a infra-estrutura ainda não está preparada para aplicativos hospedados na nuvem. <a
id="v:.i" title="Apagão do Speedy" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2008/07/03/falha-do-speedy-e-evento-tecnico-complexo-e-raro-diz-telefonica/">Apagão do Speedy</a>, alguém?</p><h3 id="a8d02">Na nuvem vs. Local</h3><p
id="a8d03">Bom, a grande vantagem que vejo na nuvem do Google é ela ser em cluster ou mais ou menos isso. Eles usam um tal de <a
id="beer" title="Google File System" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Google_File_System">Google File System</a> (GFS) que espalha arquivos por servidores ao redor do mundo de forma que sempre há replicação dos dados em três ou mais lugares. Se o <a
id="fvgb" title="Big One" href="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL164935-5602,00.html">Big One</a> acontecer, é provável que o sistema GFS ainda opere e os dados não sejam perdidos.</p><p
id="a8d04">Comparando isso com o modo tradicional de armazenagem dos dados, ou seja, localmente, vejo muito mais fragilidade nesta opção. Neste caso temos que fazer backups e mantê-los em lugares fisicamente separados para evitar a <a
id="mv.7" title="síndrome do Boeing" href="../a-sindrome-do-boeing-2/">síndrome do Boeing</a>. Isso tudo custa dinheiro e usar a computação em cluster do Google soa muito mais seguro.</p><p
id="a8d05">Além disso, com o uso de notebooks cada vez mais comum, a perda deste equipamento &#8211; um roubo, por exemplo &#8211; leva todos os dados embora que são a parte mais valiosa da máquina. Desde que comecei a usar o Gmail, em 2004, jamais perdi uma mensagem. Mas só nesse meio tempo deve ter perdido uns dois HDs. Fica a pergunta: <a
id="bsfz" title="a computação na nuvem é segura?" href="http://blogs.zdnet.com/BTL/?p=9646">a computação na nuvem é segura?</a></p><p
id="a8d06"><p
id="a8d08"> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/cade-a-nuvem-que-estava-aqui/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>18</slash:comments> </item> <item><title>Não vire commodity</title><link>http://techbits.com.br/2007/nao-vire-commodity/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/nao-vire-commodity/#comments</comments> <pubDate>Thu, 22 Nov 2007 18:34:07 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[android]]></category> <category><![CDATA[cérebro]]></category> <category><![CDATA[commodity]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[opensocial]]></category> <category><![CDATA[software]]></category> <category><![CDATA[tecnologia]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/nao-vire-commodity/</guid> <description><![CDATA[Quem mexe com tecnologia sabe que o que era novidade ontem, hoje se transformou em commodity. Um belo exemplo é o hardware. Hardware é commodity pura, tanto que a IBM vendeu sua divisão de desktops e notebooks para a Lenovo, anos atrás. Quando falo que o sistema operacional está perdendo a importância, quero dizer exatamente [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/geek-garbage-flickr.jpg" alt="Commodity" />Quem mexe com tecnologia sabe que o que era novidade ontem, hoje se transformou em <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Commodity" title="commodity" id="bhl6">commodity</a>. Um belo exemplo é o hardware. Hardware é commodity pura, <a
href="http://idgnow.uol.com.br/mercado/2005/05/02/idgnoticia.2006-03-12.0715851131" title="tanto que a IBM vendeu sua divisão de desktops e notebooks para a Lenovo" id="fcb9">tanto que a IBM vendeu sua divisão de desktops e notebooks para a Lenovo</a>, anos atrás. Quando falo que o sistema operacional está perdendo a importância, quero dizer exatamente isso. Já não importa se você é da turma do Linux, do Windows ou do Mac. O que importa é o software que você roda nele. E com softwares cada vez mais atrelados à nuvem da internet, a <a
href="http://techbits.com.br/2007/o-pc-e-um-acessorio-do-firefox/" title="janela do navegador" id="xyle">janela do navegador</a> ou os <a
href="http://techbits.com.br/2007/o-mundo-dos-widgets-na-web/" title="widgets ganham importância" id="irc0">widgets ganham importância</a>.</p><p>Vamos para os últimos lançamentos da Google. OpenSocial e Android OS. <a
href="http://www.readwriteweb.com/archives/why_open_social_matters.php" title="mbos surgem para commoditizar um monte de coisa" id="llo5">Ambos surgem para commoditizar um monte de coisa</a> e tornar o software como algo importante. O OpenSocial pega o fato de todas as redes sociais serem fechadas, cada um com seu <a
href="http://desta.ca/pratica/2007/09/21/o-que-e-grafo-social-e-quem-pode-controla-lo/" title="grafo social" id="b8b4">grafo social</a>, e escancara essa informação. O grafo social vira commodity e as aplicações que você roda na plataforma deles é o que importa, não mais os dados. Esse é o diferencial.</p><p>A mesma coisa com o Android OS. O Google transforma o sistema operacional em commodity, aberto, gratuito, essas coisas. Mas premia quem fizer a melhor aplicação, estilo widget, para a plataforma. O diferencial serão os softwares e não o sistema operacional. Isso também é possível detectar com a vontade da gigante de Montain View de comprar a freqüência de 700 Mhz nos EUA. Vai gastar uns 5 bilhões na licença mais uns 10 bilhões construindo uma rede. Mas a rede será commodity. <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20071116-its-official-google-planning-700mhz-bid.html" title="O que importa são as aplicações que a usarão para se comunicar com a nuvem da internet" id="itnb">O que importa são as aplicações que a usarão para se comunicar com a nuvem da internet</a>. Faz todo sentido com o lobby que a Google fez com a FCC para criar uma rede mais aberta.</p><p>A única coisa que não é commodity neste mundo é o cérebro humano &#8211; ops, quero dizer, há cérebros commodity por aí, aos montes. O resto, hardware, infra-estrutura, serviços, tudo acaba se commoditizando com o tempo. O cérebro humano é o responsável pelas novas idéias e pelo software, por exemplo. Essa é a aposta da Google. Em última instância, <a
href="http://www.bmf.com.br/">que tudo vire commodity</a>, exceto o cérebro humano.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/nao-vire-commodity/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>iPhone, por um heavy user</title><link>http://techbits.com.br/2007/iphone-por-um-heavy-user/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/iphone-por-um-heavy-user/#comments</comments> <pubDate>Fri, 12 Jan 2007 19:17:51 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[análise]]></category> <category><![CDATA[apple]]></category> <category><![CDATA[chip]]></category> <category><![CDATA[iphone]]></category> <category><![CDATA[multi-touch]]></category> <category><![CDATA[samsung]]></category> <category><![CDATA[software]]></category> <category><![CDATA[usabilidade]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/iphone-por-um-heavy-user/</guid> <description><![CDATA[O lendário iPhone foi lançado esta semana. Na verdade só estará disponível para venda, via Cingular (operadora GSM dos EUA), daqui cerca de meio ano. A Apple preferiu fazer o pré-lançamento antecipado pois não conseguiria esconder o produto até a versão final, pois o processo de regulamentação de um celular novo via FCC é público [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
title="[iphone widescreen] " alt="[iphone widescreen] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/iphone_widescreen.png" class="floatTL"/><a
href="http://techbits.com.br/2007/iphone-uau/">O lendário iPhone foi lançado esta semana</a>. Na verdade só estará disponível para venda, via Cingular (operadora GSM dos EUA), daqui cerca de meio ano. A Apple preferiu fazer o pré-lançamento antecipado pois não conseguiria esconder o produto até a versão final, pois o processo de regulamentação de um celular novo via FCC é público e aberto. Sendo a empresa da maçã cheia de segredos, melhor sabermos do iPhone por ela do que pelo órgão do governo americano. O fator Uau! do aparelho é fantástico. A agitação com o iPhone fez com que a CES, aquela convenção de tecnologia acontecendo em Las Vegas, ficasse em segundo plano. Como <em>heavy user</em> de PDAs e celulares, farei uma análise (*) do iPhone, baseado no que assisti no <em><a
href="http://www.apple.com/iphone/keynote/">keynote</a></em> (vale a pena assistir mesmo que você não entenda inglês) e nas impressões colhidas pela blogosfera.</p><h3>Usabilidade: Zen of Apple</h3><p>A Apple é uma empresa preocupada com usabilidade. Seus produtos como o Mac e o iPod prezam pela facilidade de uso e interface agradável. Não é difícil imaginar que o iPhone também terá ótima usabilidade. Atualmente uso um Palm TX, e posso dizer que a usabilidade é boa. É fácil achar o que preciso, não demora mais do que alguns segundos e poucos cliques. A demonstração do Steve Jobs mostrou que o iPhone adotará formas de interação intuitivas. Fiquei impressinado com o <a
href="http://blogs.msmobiles.com/mobilephonefan/?p=4386"><em>multi-touch</em></a>, idéia simples mas muito bem implementada. Como exemplo Jobs fez zoom em fotos através de dois toques simultâneos com os dedos afastando um do outro. Uau! Também achei interessante a rolagem de tela na pesquisa de contatos, mas acho que uma outra forma de pesquisa, através de partes do nome, deveria ser implementada.</p><p>Há poucos botões: um central chamado Home, outro lateral para volume, mais um para controle de toque (como no Treo) e, por fim, um que ativa e desativa o aparelho. Interessante isso pois todos estamos acostumados a botões físicos para navegar por menus ou selecionar uma opção. Uma questão que surgiu é que atualmente muitos usam celulares como despertador e nessa interação, procuramos um botão para desativar o alarme. <a
href="http://www.37signals.com/svn/posts/188-iphone-not-touchy-feely">Sem botões, como isso ficaria?</a> Também foi ótima a idéia de abolir a stylus (aquela canetinha). No meu uso do Palm, quase sempre clico com o dedo diretamente na tela. A stylus serve só para escrever no alfabeto <em>Graffitti</em> característica dos PDAs.</p><p>&#8220;Matador&#8221; mesmo foi o rotacionamento automático da tela. Fantástico. Um acelerômetro sente qual a parte que está para baixo e gira a tela conforme a posição espacial do dispositivo. Outra característica interessante é o desligamento automático da tela ao se aproximar do ouvido para atender a uma ligação. Sem contar, é claro, com a regulagem automática de luminosidade para diferentes ambientes.</p><h3>Softwares</h3><p>Segundo o <a
href="http://www.guileite.com">Gui Leite</a>, em podcast com a <a
href="http://www.odontopalm.com.br/gsf">Bia Kunze</a> sobre as novidades da MacWorld, não será possível instalar softwares de terceiros no aparelho (podsemfio <a
href="http://www.odontopalm.com.br/gsf/arquivo/2007/01/podsemfio_n26_e.html">MacWorld I</a> e <a
href="http://www.odontopalm.com.br/gsf/arquivo/2007/01/podsemfio_n27_e.html">MacWorld II</a>).  Isso é ruim pois não apresentaram processador de textos ou agregador de RSS. Acredito que este último é quase essencial para um dispositivo conectado como o iPhone. Processamento de texto sempre é útil para profissionais <em>on the go</em>. O iPhone terá gerenciamento de contatos (PIM), câmera fotográfica de 2 megapixels, SMS em formato de chat, e-mail, navegador de internet e Google Maps.</p><p>Aliás, o navegador merece atenção especial. Um mini Safari estará embutido no iPhone, com zoom através de multi-touch. Com certeza será o melhor browser entre todos os dispositivos móveis que conheço. Quanto ao e-mail, será possível receber push-mail de contas do Yahoo, sem custo algum. Incluso nos softwares está o Google Maps (também disponível para Palm), com funcionalidades incríveis como achar uma cafeteria nas imediações e permitir ligação direta com eles. O Steve Jobs fez uma brincadeira nesta hora, ligou para a Starbucks local e pediu 4 mil cafezinhos&#8230;</p><h3>Chip da Samsung, não Intel</h3><p>Uma das perguntas que estavam no ar era qual o chip que rodava dentro do iPhone. O <a
href="http://arstechnica.com/journals/apple.ars/2007/1/10/6569">ArsTechnica descobriu e trata-se de um Samsung</a>. O motivo seria que chips da Intel demandam muita energia e não agüentariam 5 horas de conversação.</p><h3>Conclusão</h3><p>O aparelho será um sucesso de vendas. Muitos relatam <a
href="http://www.newlaunches.com/archives/top_5_technical_drawbacks_of_the_iphone.php">problemas em algumas áreas</a> mas trata-se de um equipamento em desenvolvimento. Quando do lançamento daqui a alguns meses muitas mudanças terão ocorridas e com certeza será o melhor quase smartphone do mercado, deixando os concorrentes preocupados. Para conferir o que os concorrentes acharam do iPhone, <a
href="http://geek42.org/2007/01/12/iphone-o-que-os-outros-fabricantes-tem-dito/">leia os depoimentos no Geek42</a>. Só não gostei do anúncio da Cingular de que possuem contrato de exclusividade para venda do aparelho por bastante tempo. Nós pobres mortais, sedentos para nos livrarmos de nossos gadgets em favor do iPhone vamos ficar mesmo é no sonho. Ou melhor, iríamos, pois é possível <a
href="http://sergioflima.pro.br/blog/blogs/index.php?blog=1&#038;title=pra_quem_nao_pode_esperar_pelo_iphone&#038;more=1&#038;c=1&#038;tb=1&#038;pb=1">montar seu próprio iPhone</a>.<br
/> <small>(*) isto não é um review completo e sim uma visão geral do iPhone.</small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/iphone-por-um-heavy-user/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>10</slash:comments> </item> </channel> </rss>
