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> <channel><title>Techbits &#187; segurança</title> <atom:link href="http://techbits.com.br/tudo-sobre/seguranca/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://techbits.com.br</link> <description>O Techbits é um blog voltado para discussão de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, segurança e negócios.</description> <lastBuildDate>Thu, 06 Oct 2011 05:55:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>Claro, que genial!</title><link>http://techbits.com.br/2008/claro-iphone-3g/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/claro-iphone-3g/#comments</comments> <pubDate>Thu, 28 Aug 2008 15:12:12 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[3g]]></category> <category><![CDATA[claro]]></category> <category><![CDATA[iphone]]></category> <category><![CDATA[segurança]]></category> <category><![CDATA[telecom]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=373</guid> <description><![CDATA[Como todo mundo nesse Brasil também quero um iPhone 3G. Tanto que me inscrevi no site da Claro para ser avisado das novidades do lançamento pela operadora. Hoje pela manhã recebi uma ligação de um suposto consultor da Claro falando que poderia reservar o objeto de desejo por 100 reais. Até aí, ok, sem problemas. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
id="uepj"><img
title="claro-iphone-3g" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/claro-iphone-3g.jpg" alt="Claro iPhone 3G" />Como todo mundo nesse Brasil também quero um iPhone 3G. Tanto que me inscrevi no site da Claro para ser avisado das novidades do lançamento pela operadora. Hoje pela manhã recebi uma ligação de um suposto consultor da Claro falando que poderia <a
id="w_oa" title="reservar o objeto de desejo por 100 reais" href="http://www.bernabauer.com/reserva-para-iphone-da-claro-sai-por-r100/">reservar o objeto de desejo por 100 reais</a>. Até aí, ok, sem problemas. Podemos considerar isso comum para algo que certamente terá demanda elevada.</p><p
id="uepj0">A conversa continuou e fui informado que só poderia fazer isso por telefone, naquela ligação e teria que passar o meu cartão de crédito para o vendedor. Como? Sim, isso mesmo. Um cara me liga e pede meu cartão de crédito. De imediato neguei a reserva. Não passo nem o nome do meu cachorro por telefone!</p><p
id="uepj1">Concordo que fui eu quem passou as informações de contato para a Claro, ou seja, devo ter concordado em alguma letra minúscula que receberia essa oferta via ligação. Mas considero isso uma falha de segurança incrível.</p><p
id="uepj2">E se alguém mal intencionado resolve ligar aleatoriamente para pessoas dizendo ser da Claro e que para a reserva precisa do cartão de crédito? Não ficaria espantado se muita gente concordasse tamanho o poder de persuasão dos bandidos. Vai ter até gente comprando 100 reais de crédito para pré-pago Claro e passando isso por telefone&#8230; <a
id="oob-" title="Não acredita?" href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/parana/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=699473&amp;tit=">Não acredita?</a></p><h3 id="uepj3">Lição de casa</h3><p
id="uepj4"><a
id="b8o9" title="Como todo blogueiro que se preze, fiz a lição de casa" href="http://www.interney.net/?p=9761731">Como todo blogueiro que se preza, fiz a lição de casa</a>. Liguei para a assessoria de imprensa da Claro e tirei minhas dúvidas em relação a esse procedimento. É isso mesmo, confirmado com a assessoria de imprensa. Questionei a segurança do processo e fui informado que é a mesma coisa que tele-vendas ativo, ou seja, padrão. Informei minha preocupação com golpes e disseram que há todo um protocolo de segurança que é seguido. Ok, mas eu não dou o nome do cachorro por telefone pra ninguém!</p><p
id="uepj5">Quanto a preço e disponibilidade, há vários boatos por aí. Mas a resposta padrão é que não podem informar isso ainda. <a
href="http://macmagazine.com.br/blog/2008/08/27/claro-liga-para-clientes-e-cobra-r100-por-reserva-do-iphone-3g/">Ah, e o boato que não devolverão os 100 reais da reserva, é mentira</a>! Vão devolver sim.</p><p
id="uepj6">No mais é isso. Sinceramente não gostei da forma que estão procedendo na reserva do iPhone. Não sei de quem foi essa idéia genial lá dentro da Claro. O detalhe é que a idéia é idiota&#8230; E daqui a pouco vai virar golpe e sair no <a
id="gdx6" title="Balela.info" href="http://balela.info">Balela.info</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/claro-iphone-3g/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>26</slash:comments> </item> <item><title>Campus Party: falhas, falhas e falhas</title><link>http://techbits.com.br/2008/campus-party-falhas-falhas-e-falhas/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/campus-party-falhas-falhas-e-falhas/#comments</comments> <pubDate>Sat, 16 Feb 2008 17:26:28 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[2008]]></category> <category><![CDATA[campus party]]></category> <category><![CDATA[campusparty]]></category> <category><![CDATA[falhas]]></category> <category><![CDATA[neandertal]]></category> <category><![CDATA[segurança]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2008/campus-party-falhas-falhas-e-falhas/</guid> <description><![CDATA[Olha só que divertido. Resolvi acompanhar a coletiva de imprensa final do Campus Party como blogueiro do Techbits. Depois de muito discurso finalmente chegou o momento das perguntas. Como estava com algo entalado na garganta resolvi levantar a mão para pedir o microfone. A moça que controlava a ordem das perguntas logo chegou questionando se [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/cparty.png" alt="Campus Party 2008 " />Olha só que divertido. Resolvi acompanhar a coletiva de imprensa final do Campus Party como blogueiro do Techbits. Depois de muito discurso finalmente chegou o momento das perguntas. Como estava com algo entalado na garganta resolvi levantar a mão para pedir o microfone. A moça que controlava a ordem das perguntas logo chegou questionando se eu era de algum veículo. Normal, ela nunca deve ter me visto na vida.</p><h3>Falha 1</h3><p>&#8220;Sim, sou do blog Techbits&#8221;, respondi. E ela: &#8220;&#8230; é&#8230; nós estamos dando preferência primeiro para veículos de imprensa. Eu vou lá (<a
href="http://www.brainstorm9.com.br/2008/02/14/campus-party-dinossauro-invade-aquario-dos-jornalistas/" title="apontou para os dinossauros" id="n5lz">apontou para os dinossauros</a>) e se der você pergunta no final.&#8221;. Como? Questionei esse modus operandi, disse que eu sou um veículo como outro qualquer, que história é essa que blogs não podem perguntar na ordem da fila e só se sobrar tempo? Será que ela não viu nenhuma das inúmeras discussões sobre esse assunto que rolaram durante a semana?</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/jornal-neandertal.jpg" alt="Jornal Neandertal " /></p><p>No final consegui meu espaço e, claro, resolvi criticar na frente do trio organizador do evento o que tinha acabado de acontecer. Eu quis enteder por que diabos eles acabaram de se vangloriar de que o Campus Party Brasil teve 70% da banda usada para upload (ou seja, UGC segundo eles) e eu, que faço parte desse fenômeno, tinha que ficar à margem em uma coletiva? Os organizadores ficaram indignados com meu questionamento&#8230; Seriam eles dinossauros disfarçados?</p><h3>Falha 2</h3><p>Pra finalizar, já que estava em poder do microfone, fiz a minha pergunta planejada. Questionei o procedimento de segurança em relação aos nossos notebooks e computadores. Foi sorte não terem roubado nada. Vamos ver se eu entendi&#8230; eu subo à área de computadores com um notebook que ninguém sabe que é meu&#8230; circulo, circulo e na hora de ir embora tenho que provar que é meu&#8230; para provar é só ir aos postos de cadastros que se limitam a colar um adesivo violável com o número do seu RG. Hum&#8230;</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/notebooks-seguranca.jpg" alt="Notebooks inseguros?! " /></p><p>Quer dizer que se eu achar um note por aí sem esse adesivo e reclamar a propriedade, o note passa automaticamente a ser meu? Isso mesmo! Ao invés de cadastrarem nossos gadgets no momento do check-in no evento &#8211; o que seria mais lógico &#8211; cadastram sem critério algum&#8230; é só mostrar e dizer que é seu&#8230; Que lógica é essa? E eles disseram que eu estava ensinando o segredo ao ladrão, insinuando que provavelmente só eu pensei nisso. A informação não é livre? Eles mesmo disseram algo assim 15 minutos antes, na palestra coletiva. Sério, não entendi nada! Será que se eu tivesse me identificado como <a
href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/022008/12022008-8.shl" title="blogueiro de aluguel" id="fsjn">blogueiro de aluguel</a> da Intel o tratamento recebido teria sido diferente? Desculpem-me mas só entro as 16h&#8230;</p><h3>Falha 3</h3><p>Ninguém pode entrar no Campus Party depois da meia-noite. Claro, regras do parque. Mas então, por que diabos fizeram ontem uma festa em uma casa noturna grátis para os participantes? É só pra quem está hospedado em hotel/ mora em SP? Quem estava no prédio da Bienal sabe que se sair não volta&#8230; Regras do parque, tudo bem, mas então que façam a festa aqui dentro!</p><h3>Falha 4</h3><p>São três mil inscritos&#8230; cada um com um só crachá, não? O credenciamento de participantes foi extremamente falho. Um amigo meu está aqui com três crachás, sendo um deles do tipo &#8220;C&#8221;, de colaborador, verde. Mas ele não é colaborador do #cparty mas poderia facilmente colocar quem ele quisesse aqui dentro. Inclusive o ladrão citado pelos organizadores na falha 2. Claro, ele não fez nada disso, mas vi essa dos crachás múltiplos acontecerem com vários conhecidos meus. Espero que no ano que vem (e até 2013) essas e outras falhas sejam sanadas.</p><h3>Falha 5</h3><p>Ah, desisti&#8230; tá ficando um post gigante&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/campus-party-falhas-falhas-e-falhas/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>53</slash:comments> </item> <item><title>Google Apps e a segurança da informação</title><link>http://techbits.com.br/2007/google-apps-e-a-seguranca-da-informacao/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/google-apps-e-a-seguranca-da-informacao/#comments</comments> <pubDate>Tue, 10 Jul 2007 17:17:28 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[boeing]]></category> <category><![CDATA[gfs]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[google-apps]]></category> <category><![CDATA[segurança]]></category> <category><![CDATA[segurança-da-informação]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/google-apps-e-a-seguranca-da-informacao/</guid> <description><![CDATA[O Google fornece para pequenas e médias empresas um pacote chamado de Google Apps, que consiste em gerenciamento de email, documentos, calendário e mensageiro instantâneo. Se o cliente tem poucos usuários (caso do Techbits) o serviço é gratuito. Para operações um pouco maiores custa 50 dólares anuais por usuário, uma barganha (*). O grande problema [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/google.gif" alt="[Google] " />O Google fornece para pequenas e médias empresas um pacote chamado de Google Apps, que consiste em gerenciamento de email, documentos, calendário e mensageiro instantâneo. Se o cliente tem poucos usuários (caso do Techbits) o serviço é gratuito. Para operações um pouco maiores custa 50 dólares anuais por usuário, uma barganha (*). O grande problema é a segurança da informação. Os dados ficam armazenados em servidores do Google, em algum lugar do mundo. Como  convencer os CIOs de que essa é uma solução segura? <a
href="http://www.googlediscovery.com/2007/07/09/google-adquire-postini-por-us625-milhoes/">Ontem foi anunciada a compra da Postini</a>, empresa especializada em segurança online.</p><p>A idéia do Google é convencer grandes empresas a migrar suas plataformas para o Google Apps. Atualmente <a
href="http://gattune.blog.br/2007/07/09/google-pretende-adicionar-jotspot-ao-google-aplicativos/" title="cerca de 1000 pequenas empresas começam a usar o Google Apps todos os dias">cerca de 1000 pequenas empresas começam a usar o Google Apps todos os dias</a>. Mostrar que a plataforma é segura pode facilitar a venda de pacotes pagos. Um dos fatores que fazem a TIC manter os sistemas legados é que conseguem gerenciar razoavelmente bem as regras de negócios. Se o Google mostrar que sua plataforma pode substituir com segurança esses sistemas, está aberta a porta para conquistar fortemente o mercado corporativo.</p><p>O interessante é que o Google não mantém apenas uma cópia ou duas das informações. O sistema deles funciona em uma espécie de grid computing, com sistema de arquivos próprios chamado de GFS (<a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Google_File_System" title="Google File System">Google File System</a>, o que mais poderia ser essa sigla?). Mesmo que um servidor pegue fogo, pife, seja destruído, várias outras cópias dele rodam em outro lugar e assumem imediatamente, sendo totalmente transparente para o usuário.</p><p>Um organização que queira ter um sistema seguro para evitar perda de informações teria que investir milhões e assim mesmo ficaria vulnerável caso mantenha poucas cópias backup, mesmo em lugares distantes. Obviamente não adianta manter o backup no mesmo prédio da cópia principal. E seu datacenter for vítima da <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-sindrome-do-boeing/" title="síndrome do Boeing">síndrome do Boeing</a>? Claro que a solução que o Google implementa <strong>não</strong> é perfeita. Mas possui um ótimo custo-benefício para a maioria das organizações.</p><p><strong>[Atualização]: (*)</strong> O Alex Hubner do <a
href="http://www.cfgigolo.com">CFGigolô</a> informa que o <a
href="http://www.cfgigolo.com/archives/2007/07/google_apps_nao_aceita_pagamentos_do_brasil.html">Google Apps não aceita pagamentos de empresas brasileiras</a>, o que é um problema para a expansão do serviço aqui no Brasil. Assim o Google Apps fica restrito apenas à versão gratuita, ou seja, para microempresas.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/google-apps-e-a-seguranca-da-informacao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>21</slash:comments> </item> <item><title>4 dicas para você blindar sua rede sem-fio</title><link>http://techbits.com.br/2007/4-dicas-para-voce-blindar-sua-rede-sem-fio/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/4-dicas-para-voce-blindar-sua-rede-sem-fio/#comments</comments> <pubDate>Wed, 07 Mar 2007 16:17:07 +0000</pubDate> <dc:creator>Lucas Castro</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[convidado]]></category> <category><![CDATA[dicas]]></category> <category><![CDATA[rede-sem-fio]]></category> <category><![CDATA[segurança]]></category> <category><![CDATA[ssid]]></category> <category><![CDATA[wifi]]></category> <category><![CDATA[wireless]]></category> <category><![CDATA[wpa]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/4-dicas-para-voce-blindar-sua-rede-sem-fio/</guid> <description><![CDATA[Olá, meu nome é Lucas Castro e mantenho o about:blank. Recentemente, fui convidado pelo Fugita para escrever um artigo aqui no Techbits e escolhi escrever sobre como proteger redes Wi-fi. Escolhi isso porque percebo que muitas pessoas possuem redes deste tipo em casa, e por falta de conhecimento acabam por deixá-las completamente sem segurança, permitindo [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:Wi-fi" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/wifizone.png" title="[Wi-fi]" alt="[Wi-fi]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>Olá, meu nome é Lucas Castro e mantenho o <a
href="http://above.semjuizo.com/" title="Lucas Castro">about:blank</a>. Recentemente, fui convidado pelo Fugita para escrever um artigo aqui no Techbits e escolhi escrever sobre como proteger redes Wi-fi. Escolhi isso porque percebo que muitas pessoas possuem redes deste tipo em casa, e por falta de conhecimento acabam por deixá-las completamente sem segurança, permitindo acesso de qualquer pessoa por perto. Seguindo essas 4 simples dicas, você aumentará significativamente a segurança da sua rede.</p><p><small>obs: o Fugita foi convidado para <a
href="http://above.semjuizo.com/2007/03/07/as-vantagens-de-blogar-como-convidado/">escrever sobre como blogar como convidado</a> no about:blank.</small></p><ol><li><strong>Altere a senha de administração</strong>. As senhas padrões de roteadores, access points, appliances, switches são divulgadas através de <a
href="http://www.phenoelit.de/dpl/dpl.html" title="default passwords list">listas   de senhas padrões</a>. Lembre-se de usar uma senha segura &#8211; letras e números alternadamente, sem repetição alguma e maior que 6 caracteres. Não se importe em anotar essa senha em algum papel, apenas lembre-se de guardá-lo em local seguro. Se possível troque a senha periodicamente &#8211; uma vez a cada 3 meses, por exemplo.</li><li><strong>Troque o SSID</strong>. Coloque algo diferente que dificulte a identificação da fonte da rede. Assim, mesmo que eventualmente alguns pacotes da sua rede sejam capturados, não haverá como descobrir da onde eles vêm. Procure sempre usar nomes genéricos como “wifi_jkl”, “default123” e assim por diante.</li><li><strong>Desabilite o “SSID Broadcast”</strong>. Isso evita que dispositivos identifiquem automaticamente a existência da sua rede. A desvantagem é que para conectar, você terá que inserir manualmente o SSID. O que não é exatamente uma grande dificuldade, já que você terá que digitar a senha também.</li><li><strong>Ative <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:criptografia livro " class="bbli">criptografia<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> dos dados</strong>. Para isso, habilite a opção de criptografia WPA/PSK com TKIP. Para gerar a senha (passphrase) utilize o <a
href="https://www.grc.com/passwords.htm" title="gerador de senhas seguras">gerador   de senhas seguras</a> desenvolvido pelo <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Steve_Gibson" title="definição para Steve Gibson">Steve Gibson</a>. Sem criptografia, é possível capturar todas as informações que trafegam na rede como por exemplo: conversas de MSN, logins e senhas em sistemas HTTP, e-mails e etc. Com a criptografia, mesmo que pacotes sejam interceptados, ninguém conseguirá descobrir o conteúdo real deles. Note que a senha terá 63 dígitos, o que torna o ato de digitá-la algo não muito prático. Por isso, recomendo a utilização de um meio seguro para compartilhar a senha com os dispositivos que vão acessar a rede – um pen drive por exemplo. Uma vez digitada, a senha será armazenada na memória interna do computador ou dispositivo e não será necessário redigitá-la.</li></ol><p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:wireles" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/roteadores.jpg" title="[config nos roteadores] " alt="[config nos roteadores] " class="floatTL" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/4-dicas-para-voce-blindar-sua-rede-sem-fio/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>79</slash:comments> </item> <item><title>Problemas de segurança atacam o Google</title><link>http://techbits.com.br/2007/problemas-de-seguranca-atacam-o-google/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/problemas-de-seguranca-atacam-o-google/#comments</comments> <pubDate>Tue, 16 Jan 2007 05:17:40 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[problema]]></category> <category><![CDATA[segurança]]></category> <category><![CDATA[segurança-da-informação]]></category> <category><![CDATA[software-on-line]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/problemas-de-seguranca-atacam-o-google/</guid> <description><![CDATA[[atualizado] Já nem me surpreendo quando descobrem algum problema de segurança em softwares da Microsoft. São vários por mês. Só que a bola da vez agora é o Google. Nos últimos 17 dias, três problemas sérios de segurança foram descobertos. Na medida que softwares estão migrando para a web, ganhando complexidade e mais e mais [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googlebug.png" title="[Google bug, logo modificado via Engadget] " alt="[Google bug, logo modificado via Engadget] " /><strong>[atualizado]</strong> Já nem me surpreendo quando descobrem algum problema de segurança em softwares da Microsoft. São vários por mês. Só que a bola da vez agora é o Google. Nos últimos 17 dias, três problemas sérios de segurança foram descobertos. Na medida que softwares estão migrando para a web, ganhando complexidade e mais e mais usuários se tornam adeptos deles, problemas de segurança podem ser catastróficos. <a
href="http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/">Você confiaria seus dados ao Google?</a></p><h3>Os problemas</h3><p>No último dia de 2006, foi descoberta uma vulnerabilidade que permitia a <a
href="http://cyber-knowledge.net/blog/2007/01/02/gmails-flaw-is-now-fixed/">visualização dos contatos do Gmail</a>. No último dia 12, descobriu-se uma forma de copiar os cookies dos serviços do Google tornando possível <a
href="http://blog.outer-court.com/archive/2007-01-12-n73.html">invadir qualquer serviço que o visitante tivesse registrado</a> com a possibilidade de acesso a e-mails, documentos de texto e planilhas, etc&#8230;<a
href="http://blog.outer-court.com/archive/2007-01-16-n24.html"> O último, recém-descoberto</a> (16/01/2006), <strike>ainda está sem correção e não se divulgaram detalhes</strike>, foi corrigido em poucas horas.</p><p>Na verdade esses problemas são provas de conceito, ou seja, foram feitos experimentalmente e imediatamente reportadas à  empresa de Montain View assim que descobertos. A gigante da internet agiu rapidamente e corrigiu os problemas de segurança. Só depois das correções é que os &#8220;descobridores&#8221; divulgaram a natureza dos experimentos que realizaram, mas aí não havia mais perigo. As falhas não ficaram exposta aos hackers de plantão para serem explorados. E todos necessitavam a visitação de sites com código malicioso ao mesmo tempo que você estivesse logado a algum serviço do Google.</p><p>Provavelmente não relacionado a este assunto, mas só para deixar registrado, tivemos ainda o <a
href="http://www.solonbro.com/?p=168">caso dos emails apagados do Gmail</a>, que afetou ao redor de 60 usuários do serviço.</p><h3>Software on-line vs. Software off-line</h3><p>Algo que preocupa ao usarmos muitos softwares on-line, é a segurança das informações. Eu uso processador de textos, planilha, calendário, webmail, estatísticas, leitor de RSS, mensageiro instantâneo, etc&#8230; Tudo on-line. Se alguém conseguir invadir ou descobrir minha senha, corro o risco de perder todos os dados. Por outro lado, usando somente softwares off-line (de desktop) seria mais complicado alguém invadir essas informações (colega da mesa ao lado quando vou buscar um café? hacker entrando pela conexão da internet?).</p><p>Quando uma empresa de software para desktops libera uma correção de segurança, é necessário a ação pró-ativa do usuário, do departamento de TI ou do sistema operacional na atualização. Se isso não ocorrer, o buraco de segurança fica descoberto. Em softwares on-line, quando a fornecedora do software libera a correção, essa passa imediatamente a valer para todos os usuários, nada de downloads e atualizações. Claro, há sempre o risco  se um problema desses cai na mão de pessoas mal intencionadas.</p><p>No caso do Google apresentaram correções rapidamente para os problemas verificados. A Microsoft, sabemos, <a
href="http://techbits.com.br/2006/microsoft-seguranca-nao-e-assim-tao-importante/">fica até 30 dias com falhas abertas</a> e, quando soltam a correção, muita gente demora para atualizar seus sistemas e acaba sendo vítima de problemas já solucionados. Colocando tudo na balança, quer saber, continuo com os softwares on-line.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/problemas-de-seguranca-atacam-o-google/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>18</slash:comments> </item> <item><title>IE inseguro por 284 dias em 2006</title><link>http://techbits.com.br/2007/ie-inseguro-por-284-dias-em-2006/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/ie-inseguro-por-284-dias-em-2006/#comments</comments> <pubDate>Fri, 05 Jan 2007 11:17:02 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[engenharia-social]]></category> <category><![CDATA[internet-explorer]]></category> <category><![CDATA[navegador]]></category> <category><![CDATA[patch-tuesday]]></category> <category><![CDATA[segurança]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/ie-inseguro-por-284-dias-em-2006/</guid> <description><![CDATA[Na minha batalha diária pela adoção do uso do Firefox, tento convencer os usuários do Internet Explorer de que usam um navegador inseguro. Toda segunda terça-feira do mês a Microsoft libera correções para o Windows, em sua maioria corrigindo problemas do IE. Como o Internet Explorer 6 é um software antigo e cheio de falhas, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/ie.jpg" alt="[Internet Explorer] " title="[Internet Explorer] " />Na minha batalha diária pela adoção do uso do Firefox, tento convencer os usuários do Internet Explorer de que usam um navegador inseguro. Toda segunda terça-feira do mês a Microsoft libera correções para o Windows, em sua maioria corrigindo problemas do IE. Como o Internet Explorer 6 é um software antigo e cheio de falhas, muitas vezes <a
href="http://techbits.com.br/2006/por-isso-nao-uso-o-internet-explorer/">no dia seguinte às correções novos problemas são detectados</a>. É o chamado <em>Zero Day Exploit</em>. A correção, quando vem, demora pelo menos 30 dias. Uma empresa chamada Security Fix, pesquisando o tempo que leva para fornecedores de software corrigirem falhas conhecidas, concluiu que no ano de 2006 o <a
href="http://blog.washingtonpost.com/securityfix/2007/01/internet_explorer_unsafe_for_2.html">Internet Explorer ficou exposto por 284 dias em um total de 365</a>, ou seja, quase 80% do ano (<a
href="http://www.washingtonpost.com/wp-srv/technology/daily/graphics/index20070104.html">ver gráfico</a>). Se eu fosse você, trocaria agora de navegador.</p><h3>Atirando a esmo, acertando em cheio</h3><p>Acredito que boa parte dos leitores assíduos do Techbits têm cuidados de segurança acima da média dos internautas. Devem usar um anti-vírus, um firewall, talvez um roteador, não clicam em links suspeitos, baixam as últimas correções do Windows quase que imediatamente quando disponíveis no <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Patch_Tuesday"><em>patch tuesday</em></a>. Vocês estão a salvo de problemas. Mas existem milhões de usuários do Windows espalhados pelo mundo. E com certeza a maioria deles não segue esses procedimentos de segurança em seu uso diário.</p><p>No momento em que esses milhões de usuários leigos navegam pela internet, entram em sites aqui e acolá, certamente muitos deles cairão em armadilhas. E realmente caem. <a
href="http://techbits.com.br/2006/sexta-feira-13-cade-o-virus/">Acabam fazendo parte de <em>botnets</em></a> sem nem imaginar o que é isso, e ligam correndo para aquele amigo <em>geek</em> que sabe tudo de informática quando seu computador começa a se comportar de forma estranha. E aí fazemos as recomendações de sempre. Depois ficamos imaginando como isso pode ainda acontecer com as pessoas? Todos os dias milhares de novos internautas caem na rede. <a
href="http://techbits.com.br/2007/o-banco-do-brasil-nao-foi-hackeado/">A Engenharia Social conta com a ingenuidade destes novatos</a> para faturar uns trocados.</p><h3>Existe um browser totalmente seguro?</h3><p>Não. Nem o idolatrado Firefox escapa dos bugs de segurança. Você pode argumentar então que não faz sentido mudar para ele se vou trocar gato (IE6) por lebre (Firefox). Bom, em geral o Firefox exibe muito menos problemas do que seu concorrente do logotipo azul. E quando surgem falhas de segurança, logo são corrigidos. Não se fica 80% do ano exposto. Outra alternativa é atualizar para o Internet Explorer 7, supostamente mais seguro. Aqui atualizei há tempos, até fiz um review. Mas sinceramente, fico ainda com o Firefox.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://techbits.com.br/2006/uma-analise-do-firefox-20/">Uma análise do Firefox 2.0</a></li><li><a
href="http://techbits.com.br/2006/uma-analise-do-internet-explorer-7-por-um-usuario-do-firefox/">Uma análise do Internet Explorer 7 por um usuário do Firefox</a></li></ul><p><small>Obs: o próximo patch tuesday ocorre no dia 09 de Janeiro de 2007</small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/ie-inseguro-por-284-dias-em-2006/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>17</slash:comments> </item> <item><title>O Banco do Brasil não foi hackeado</title><link>http://techbits.com.br/2007/o-banco-do-brasil-nao-foi-hackeado/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/o-banco-do-brasil-nao-foi-hackeado/#comments</comments> <pubDate>Wed, 03 Jan 2007 21:17:35 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[banco-do-brasil]]></category> <category><![CDATA[engenharia-social]]></category> <category><![CDATA[marketing]]></category> <category><![CDATA[phishing]]></category> <category><![CDATA[segurança]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/o-banco-do-brasil-nao-foi-hackeado/</guid> <description><![CDATA[O Banco do Brasil lançou uma campanha de publicitária interessantíssima agora no começo de 2007. Com o intuito de dar um ar mais pessoal no relacionamento dos clientes com o banco, os marketeiros alteram o nome do BB para &#8220;Banco do Fulano&#8221;. É possível ver isso nas agências e também no home banking da internet [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/bancodoalexandre.png" alt="[Banco do Alexandre - BB] " title="[Banco do Alexandre - BB] " class="floatTL"/>O Banco do Brasil lançou uma campanha de publicitária interessantíssima agora no começo de 2007. Com o intuito de dar um ar mais pessoal no relacionamento dos clientes com o banco, os marketeiros alteram o nome do BB para &#8220;Banco do Fulano&#8221;. É possível ver isso nas agências e também no home banking da internet (imagem acima). <a
href="http://www.meiobit.com/banco_do_brasil_fora_do_ar_culpa_de_uma_ideia_brilhante">Só que a ótima idéia foi um tiro no pé como mostrou o Meio Bit</a>. Pessoas assustadas com o nome delas aparecendo no lugar do logotipo do banco na página da internet ligaram e congestionaram as centrais de atendimento do BB. Fora isso o site ficou fora do ar ontem em vários momentos e muita gente achou que o BB.com.br estava hackeado. Ledo engano, era só uma campanha de marketing.</p><h3>Engenharia Social</h3><p>Existe um conceito em segurança da informação chamado de engenharia social. Na verdade é uma forma branda de chamar os que roubam informação de outra coisa. Segundo a Wikipedia, a definição de <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Engenharia_social">engenharia social é</a>:</p><blockquote><p>A Engenharia Social é um método utilizado para obter acesso à  informações importantes ou sigilosas em organizações ou sistemas por meio da enganação ou exploração da confiança das pessoas. Para isso, o &#8216;engenheiro&#8217; pode se passar por outra pessoa, assumir outra personalidade, fingir que é um profissional de determinada área, etc.</p></blockquote><p>Basicamente os <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cracker">crackers</a> (hackers &#8220;do mal&#8221;) são os engenheiros sociais. E atacam usuários comuns de várias formas. Uma delas é enviando <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Phishing">Phishing Scam</a>, aqueles e-mails fingindo ser do seu banco ou do SPC dizendo que você possui uma dívida, algo assim. Como mandam isso para milhões de pessoas certamente muitas delas possuem dívidas. Uma pequena porcentagem dos endividados acredita que o e-mail é verdadeiro e clica no link fornecido. Pronto, caiu no golpe.</p><h3>Marketing criativo, usuário leigo</h3><p>É aquela velha história&#8230; Os marketeiros são extremamente criativos. Os anunciantes são um pouco mais conservadores. A população em geral não entende o que está acontecendo. A idéia do Bando do Brasil foi ótima. Os clientes acharam que era obra de hacker.</p><p><a
href="http://www.meiobit.com/banco_do_brasil_fora_do_ar_culpa_de_uma_ideia_brilhante">Segundo o Meio Bit</a> teve gente reclamando de invasão de privacidade por ter o nome exposto no logotipo do banco&#8230; Aqui no Techbits certa vez uma leitora enviou uma mensagem reclamando que seu e-mail estava aparecendo na área de comentários do blog. O que aconteceu foi que o formulário de comentários armazenou em algum cookie o e-mail dela e exibia, só para ela, seu endereço de correio eletrônico. É aquela velha história&#8230; o usuário médio não entende o que está acontecendo.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/o-banco-do-brasil-nao-foi-hackeado/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>A vitória da tecnologia</title><link>http://techbits.com.br/2006/a-vitoria-da-tecnologia/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/a-vitoria-da-tecnologia/#comments</comments> <pubDate>Tue, 31 Oct 2006 20:17:21 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[brasil]]></category> <category><![CDATA[eleição]]></category> <category><![CDATA[segurança]]></category> <category><![CDATA[tecnologia]]></category> <category><![CDATA[urna-eletrônica]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/a-vitoria-da-tecnologia/</guid> <description><![CDATA[Lembro que antigamente as eleições eram mais emocionantes. Pelo menos a apuração. Levava dias para se confirmar a vitória de um ou outro candidato. Era divertido. Todos os dias acompanhávamos as porcentagens variando dependendo da região do Brasil que as urnas eram abertas. Mais recentemente o Brasil adotou as urnas eletrônicas. O que levava muitos [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/urna.png" alt="[Urna eletrônica] " title="[Urna eletrônica] " />Lembro que antigamente as eleições eram mais emocionantes. Pelo menos a apuração. Levava dias para se confirmar a vitória de um ou outro candidato. Era divertido. Todos os dias acompanhávamos as porcentagens variando dependendo da região do Brasil que as urnas eram abertas. Mais recentemente o Brasil adotou as urnas eletrônicas. O que levava muitos dias passou a no máximo dois dias. Ainda existia um pouco de emoção na contagem dos votos. Mas no último domingo toda essa magia acabou. Mal começaram a divulgar os números já tínhamos um vitorioso e 70% dos votos apurados. O romantismo de antigamente foi substituído pela eficiência da tecnologia.</p><h3>Segurança da Urna Eletrônica</h3><p>A urna eletrônica tem lá seus críticos. O código de programação pode ser alterado? O voto pode ser lido e alterado pelo mesário? O disquete (sim, usam disquete!) é seguro? O título de eleitor não tem foto? Eu, por exemplo, votei no primeiro turno com cédulas de papel pois a urna eletrônica da minha seção havia quebrado. Achei mais inseguro do que apertar uns botões grandões e ouvir aquele som característico da finalização do voto.</p><p>De acordo com a <a
href="http://www.tre-sp.gov.br/legislacao/lei_10740.htm">legislação eleitoral</a> o código de programação da urna é aberta aos partidos interessados, o que evitaria a inclusão de software que altera o resultado. A legislação aponta ainda que o registro do voto é anônimo e que os dados são sempre criptografados. Tendo os partidos acesso ao código-fonte, ou seja, a possibilidade de analisá-lo, creio que qualquer problema em relação à  integridade da informação está  resolvido.</p><h3>Bits a toda velocidade</h3><p>Agora vamos falar do que impressionou nessa eleição. Não, não foi nenhum candidato em especial e sim a velocidade da apuração. O Brasil, com suas dimensões continentais, <a
href="http://www.aneel.gov.br/arquivos/gif/Imagem62001.gif">tem 3 fusos horários</a> (achava que eram 4 mas parece que são apenas 3). Por isso apesar da contagem dos votos começar às 17 horas de Brasília em alguns Estados, só pode ser divulgada a partir das 19 horas quando o último eleitor vota lá no Acre.</p><p>Lá pelas 19h30, quando fui acompanhar os primeiros números o resultado já era praticamente final. Fiquei assutado com tamanha velocidade mas ao mesmo tempo feliz com a tecnologia. Não deu tempo nem de torcer pra um ou outro candidato. Que coisa mais sem graça&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/a-vitoria-da-tecnologia/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>O Google e a segurança da informação</title><link>http://techbits.com.br/2006/o-google-e-a-seguranca-da-informacao/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/o-google-e-a-seguranca-da-informacao/#comments</comments> <pubDate>Sat, 21 Oct 2006 17:17:55 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[privacidade]]></category> <category><![CDATA[segurança]]></category> <category><![CDATA[segurança-da-informação]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/o-google-e-a-seguranca-da-informacao/</guid> <description><![CDATA[Há quase dois meses perguntei se você confiaria seus dados ao Google. O motivo era o lançamento do Google Apps for Your Domain, uma suíte destinada às pequenas e médias empresas, que inclui ferramentas básicas de office, calendário e email. O fato desses serviços serem on-line significa manter informações e documentos nos servidores do Google. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/google.gif" title="[Google] " alt="[Google] " />Há quase dois meses perguntei se <a
href="http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/">você confiaria seus dados ao Google</a>. O motivo era o lançamento do <em>Google Apps for Your Domain</em>, uma suíte destinada às pequenas e médias empresas, que inclui ferramentas básicas de office, calendário e email. O fato desses serviços serem on-line significa manter informações e documentos nos servidores do Google. Eis que de lá pra cá algumas coisas aconteceram. Nenhuma relacionada a esses serviços, mas ao <a
href="http://www.blogger.com">Blogger</a>, ferramenta para publicação de blogs da empresa. Portanto a pergunta continua em pé: você confiaria seus dados ao Google?</p><h3>Blogs do Google hackeados</h3><p>No dia 7 de outubro, um Sábado, <a
href="http://www.techcrunch.com/2006/10/07/strange-things-afoot-at-the-google-blog/">um post apareceu no blog official do Google</a>. Dizia que o inovador serviço de anúncios Click-to-Call, em testes, havia sido cancelado. A blogosfera estranhou, fez algumas suposições durante o fim-de-semana, até que no domingo o post foi tirado do ar.</p><p>Este mesmo <a
href="http://googleblog.blogspot.com/">blog oficial do Google</a> foi acidentalmente apagado em março deste ano. Um leitor, ao descobrir que o endereço do blog estava disponível, recadastrou e colocou uma mensagem no ar. Sorte do Google que esse leitor foi simpático e postou uma mensagem alertando a empresa de que algo de errado tinha acontecido com o blog deles. Logo depois o Google recuperou o backup, voltando ao ar com <a
href="http://googleblog.blogspot.com/2006/03/and-were-back.html">uma mensagem explicando o acontecido</a>.</p><p>Essa semana novamente problemas com os blogs oficiais do Google. O <a
href="http://buzz.blogger.com/">Buzz Blogger</a>, blog que fala sobre o serviço Blogger <a
href="http://blog.outer-court.com/archive/2006-10-17-n72.html">mostrou uma mensagem um tanto estranha</a> que mais tarde, informaram, foi um engano de algum funcionário da empresa que postou, sem querer, mensagem que deveria ir para o blog pessoal desta pessoa.</p><h3>Segurança da Informação</h3><p>O que houve nos três casos foram falhas na política de segurança da informação do Google. <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Information_security">A definição da segurança da informação diz, segundo a Wikipedia</a>: &#8220;Proteger sistemas de informação contra acesso não autorizado, modificação da informação, tanto no armazenamento, processamento ou manipulação(&#8230;)&#8221;. Fica claro que houve falhas.</p><p>A missão do Google é organizar toda informação do mundo, tornando-a amplamente disponível, algo assim. E nós ajudamos ao usar o Gmail, o serviço de Buscas, os orkut, o Google Docs, o Analytics, etc&#8230; tudo faz parte de um processo maior que é descobrir hábitos das pessoas e lhes oferecer buscas e anúncios mais relevantes. O perigo está em disponibilizar essas informações para o Google e no dia seguinte descobrir que, por falha na segurança da informação, os dados tornaram-se públicos.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/o-google-e-a-seguranca-da-informacao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>7</slash:comments> </item> <item><title>Ganhe um vírus de brinde&#8230;</title><link>http://techbits.com.br/2006/ganhe-um-virus-de-brinde/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/ganhe-um-virus-de-brinde/#comments</comments> <pubDate>Wed, 18 Oct 2006 08:17:31 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[apple]]></category> <category><![CDATA[drm]]></category> <category><![CDATA[ipod]]></category> <category><![CDATA[malware]]></category> <category><![CDATA[mcdonalds]]></category> <category><![CDATA[segurança]]></category> <category><![CDATA[vírus]]></category> <category><![CDATA[windows]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/ganhe-um-virus-de-brinde/</guid> <description><![CDATA[Tempos atrás conheci um senhor que adorava DVD&#8217;s. Na verdade, ele adorava copiá-los em VHS. Mas vivia reclamando que os DVD&#8217;s tinham vírus&#8230; Eu achava engraçado e não entendia o que ele queria dizer, até que um dia descobri: o vírus era na verdade o Macrovision, aquele DRM que evitava cópias de DVD&#8217;s para fitas [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
alt="[Vírus sabor Mp3] " title="[Vírus sabor Mp3] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/mp3virus.jpg" class="floatTL"/>Tempos atrás conheci um senhor que adorava DVD&#8217;s. Na verdade, ele adorava copiá-los em VHS. Mas vivia reclamando que os DVD&#8217;s tinham vírus&#8230; Eu achava engraçado e não entendia o que ele queria dizer, até que um dia descobri: o vírus era na verdade o <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Macrovision">Macrovision</a>, aquele DRM que evitava cópias de DVD&#8217;s para <a
title="O que é isso?" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/VHS">fitas VHS</a>. Expliquei que aquilo não era exatamente um vírus, e sim uma proteção de direitos autorais. Não adiantou, o senhor continuava chamando isso de vírus&#8230; Na minha concepção aquilo jamais poderia ser um vírus pois nunca imaginei que um produto viria de fábrica infectado&#8230; Ledo engano. Exemplos não faltam. Os últimos dois envolvem a Apple e o McDonalds.</p><h3>Apple com vírus de Windows</h3><p>Alguns iPods fabricados em setembro <a
href="http://www.guileite.com/2006/10/17/virus-no-ipod/">saíram infectados com o RavMonE.exe</a>, um vírus (na verdade um trojan) para Windows. A recomendação é usar um anti-vírus para removê-lo do PC e restaurar o iPod usando o iTunes 7. A restauração do iPod vale também para os usuários de Mac, apesar de seus computadores não serem afetados pelo problema. O motivo é que o iPod ainda contém um malware. Até o momento descobriram 25 casos&#8230; Sabemos que a Apple quer entrar na vida dos usuários de Windows. Abriram a porta errada.</p><h3>Brinde do McDonalds com vírus</h3><p>No Japão, uma promoção recente do <a
href="http://4discovery.wordpress.com/2006/10/16/leitores-mp3-da-mcdonalds-infectados-com-virus/">McDonalds e Coca-Cola dava um mp3 player e um vírus de brinde</a>&#8230; Foram distribuídas 10 mil unidades. Aparentemente trata-se de um trojan que rouba dados e senhas dos usuários após contaminar máquinas Windows. Eu não amo nada disso.</p><h3>CDs da Sony com rootkit</h3><p>Ano passado a Sony BMG distribuiu vários CDs que instalavam um software nos PCs dos usuários com a intenção de proteger contra cópias não autorizadas. Especialistas em segurança descobriram que tratava-se na verdade de um <a
href="http://www.securityradio.org/show_text_index.php?id_media=sony_hacker_drm_antipirataria">rootkit</a>, software malicioso que consegue permanecer indetectável. Neste caso foi intencional.</p><p>Acho que aquele senhor que adorava DVD&#8217;s estava certo&#8230; Aquilo não era DRM. Era um vírus&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/ganhe-um-virus-de-brinde/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>10</slash:comments> </item> <item><title>Sexta-feira 13: cadê o vírus?</title><link>http://techbits.com.br/2006/sexta-feira-13-cade-o-virus/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/sexta-feira-13-cade-o-virus/#comments</comments> <pubDate>Fri, 13 Oct 2006 17:17:37 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[botnet]]></category> <category><![CDATA[ddos]]></category> <category><![CDATA[malware]]></category> <category><![CDATA[segurança]]></category> <category><![CDATA[spam]]></category> <category><![CDATA[vírus]]></category> <category><![CDATA[windows]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/sexta-feira-13-cade-o-virus/</guid> <description><![CDATA[Quem é do tempo dos dinossauros, deve se lembrar de um vírus chamado Sexta-feira 13, que atacava exatamente em dias como hoje, sextas que caem no dia 13. Naquela época os vírus de computador preocupavam. Eles simplesmente apagavam o HD ou inutilizavam o micro de alguma forma. Saía até no jornal os dias que não [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/sextafeira13.jpg" title="[Sexta-feira 13] " alt="[Sexta-feira 13] " />Quem é do tempo dos dinossauros, deve se lembrar de um <a
href="http://www.lsi.usp.br/~ricardos/virus.html">vírus chamado Sexta-feira 13</a>, que atacava exatamente em dias como hoje, sextas que caem no dia 13. Naquela época os vírus de computador preocupavam. Eles simplesmente apagavam o HD ou inutilizavam o micro de alguma forma. Saía até no jornal os dias que não deveríamos ligar o PC &#8211; ou pelo menos tomar cuidado &#8211; sob risco de ataque viral. Atualmente a tática dos malwares mudou. Nada de destruir computadores, o negócio é usá-los como robôs para ações coordenadas. Se seu computador está com comportamento estranho, pode ser que esteja contaminado com um spyware.</p><h3>Botnets, as redes robôs</h3><p>Destruir computadores era comum nos malwares de antigamente. Tática burra pois perdia-se um aliado. Atualmente os malwares seqüestram PCs espalhados pelo globo, transformando-os em <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Botnet">robôs controlados remotamente</a>. O mais incrível é a forma de comunicação entre tais máquinas zumbis. Elas entram em <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IRC">chats tipo IRC</a> e ficam aguardando instruções de seus criadores.</p><p>Mas qual a utilidade de tudo isso? Bom, seguindo as ordens de seus &#8220;mestres&#8221; os PCs robôs promovem ataques conjuntos contra sites na tentativa de derrubá-los. É o chamado ataque DDoS (Distributed Denial of Service, <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ddos">ataque de negação de serviço distribuído</a>) na qual um site recebe tantas solicitações que não consegue atender às chamadas legítimas, ou seja, para efeitos práticos fica fora do ar. Outra utilidade é fazer esses robôs enviarem <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Spam">spam</a>, a praga dos emails.</p><h3>Você pode ser um botnet e nem faz idéia</h3><p>Os leitores regulares deste blog provavelmente não sofrem deste mal. Mas é mais comum do que se imagina. O Windows &#8211; sistema operacional dominante &#8211; tem uma série de falhas de segurança descoberta todo mês. <a
href="http://www.itwire.com.au/content/view/6217/53/">A última leva de correções, do dia 10 de outubro, foi recorde: 26 problemas</a>. Navegar por aí usando uma máquina Windows é procurar problemas, principalmente se você usa o Internet Explorer.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/zombieprocess.png" title="[Como funciona uma rede de robôs botnet?] " alt="[Como funciona uma rede de robôs botnet?] " class="floatTL"/>Estimativas mostram que há milhões de computadores zumbis, e o seu pode ser um deles, ou seja, você pode ser um <em>spammer</em> e estar participando de DDoS e nem sabe. Por isso listo abaixo coisas a fazer para evitar ser contaminado:</p><ul><li><strong>mantenha sempre atualizado seu Windows</strong>. Toda segunda terça-feira de cada mês <a
href="http://techbits.com.br/2006/microsoft-seguranca-nao-e-assim-tao-importante/">a Microsoft libera as correções</a> referentes ao período de 30 dias anterior;</li><li><strong>use sempre um software anti-vírus</strong>, anti-spyware, e se possível, um firewall;</li><li><strong>não abra e-mails de desconhecidos</strong>, principalmente se vierem anexos; Aqueles assuntos interessantes como <a
href="http://techbits.com.br/2006/tcas-sistema-que-evita-a-colisao-entre-avioes/">fotos do acidente da Gol</a> ou as últimas peripécias da Cicarelli são fonte corriqueira de malwares, <strong>isso vale também para o orkut</strong>;</li><li><strong>evite usar o Internet Explorer 6</strong>. <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-nova-guerra-dos-browsers/http://www.tableless.com.br/ie7-is-coming-this-monthare-you-ready">A versão nova está pra sair</a> e promete ser mais segura. Existem alternativas como o Firefox;</li><li>se você realmente ficou assustado e não quer problemas, uma dica: <strong>não use a internet</strong>;</li></ul><h3>Mais informações:</h3><ul><li><a
href="http://www.twit.tv/sn47">Podcast Security Now! #47: Internet Weaponry</a>, em inglês</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/sexta-feira-13-cade-o-virus/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>6</slash:comments> </item> <item><title>Segurança: dá pra confiar na Microsoft?</title><link>http://techbits.com.br/2006/seguranca-da-pra-confiar-na-microsoft/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/seguranca-da-pra-confiar-na-microsoft/#comments</comments> <pubDate>Mon, 09 Oct 2006 20:17:59 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[anti-vírus]]></category> <category><![CDATA[mcafee]]></category> <category><![CDATA[onecare]]></category> <category><![CDATA[segurança]]></category> <category><![CDATA[vista]]></category> <category><![CDATA[windows]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/seguranca-da-pra-confiar-na-microsoft/</guid> <description><![CDATA[Na semana passada o mundo da segurança em desktops entrou em guerra. A McAfee diz que a colaboração da Microsoft na área de segurança mudou e está diminuido. E aponta o motivo: OneCare, serviço de anti-vírus lançado pela gigante de Redmond há alguns meses. A questão que surgiu naquela época e que voltou à tona [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/msmcafee.png" alt="[McAfee vs Microsoft] " title="[McAfee vs Microsoft] " />Na semana passada o mundo da segurança em desktops entrou em guerra. <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20061002-7875.html">A McAfee diz</a> que a colaboração da Microsoft na área de segurança mudou e está diminuido. E aponta o motivo: OneCare, serviço de anti-vírus lançado pela gigante de Redmond há alguns meses. A questão que surgiu naquela época e que voltou à  tona agora é: dá pra confiar a segurança do seu computador à  Microsoft, sabendo que é ela mesma quem produz o Windows cheio de problemas?</p><h3>Windows Vista: mais seguro</h3><p>Uma das fraquezas do Windows XP é no quesito segurança. Somente após o patch SP2 é que a segurança parece ter ficado forte. Faça um teste: coloque uma máquina com o Windows XP recém instalado na internet. Não dá 5 minutos e começam a aparecer estranhas mensagens, sinal de que seu computador foi de alguma forma invadido. E você nem navegou na web. Isso não acontece com o XP SP2, ainda bem.</p><p>No Windows Vista a segurança é prioritária. Talvez isso explique os seguidos atrasos no lançamento do sistema operacional. A característica que a McAfee está reclamando é o acesso ao kernel, algo como o núcleo do sistema operacional. No Vista, a Microsoft fechou esse acesso de tal forma que complicou a vida de concorrentes. Mas faz todo sentido: a segurança aumenta.</p><h3>Segurança fora de vista</h3><p>Em junho deste ano a Microsoft lançou o <a
href="http://www.windowsonecare.com/">OneCare</a>, seu próprio serviço de segurança para o Windows. Na época as discussões giraram em torno da confiança que deveríamos dar ao OneCare, já que foi criado exatamente para proteger o Windows, ambos produtos da mesma empresa. Ou seja, você cria um produto com problemas de segurança e vende a solução para tapar os buracos. Faz sentido? Seria melhor colocar esforços em criar um Windows com menos problemas a vender separadamente uma forma de saná-los.</p><p>O medo da McAfee e outras fornecedoras de anti-vírus e firewalls, é ficar para trás no mercado de segurança. Injustificado. Sempre vai existir mercado para ela. Duvido que o Windows Vista não tenha problemas de segurança e não creio que o OneCare consiga lidar com todos eles. Ah, e dá pra confiar na segurança do Vista? Só o tempo dirá&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/seguranca-da-pra-confiar-na-microsoft/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Wi-fi não é internet móvel</title><link>http://techbits.com.br/2006/wi-fi-nao-e-internet-movel/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/wi-fi-nao-e-internet-movel/#comments</comments> <pubDate>Mon, 18 Sep 2006 19:17:06 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[celular]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[mobilidade]]></category> <category><![CDATA[privacidade]]></category> <category><![CDATA[segurança]]></category> <category><![CDATA[wifi]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/wi-fi-nao-e-internet-movel/</guid> <description><![CDATA[Parece óbvio, mas não é. Vejo pessoas maravilhadas com o wi-fi. Dizem checar e-mails durante o almoço, fazer ligações via Skype lá na cafeteria, milhões de coisas. Dão os créditos à mobilidade que a tecnologia proporciona. Eu também acho interessante e uso esporadicamente redes sem fio espalhadas pela cidade. Só existe um problema: o wi-fi, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:wi-fi" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/wifizone.png" alt="[wifi zone] " title="[wifi zone] " /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>Parece óbvio, mas não é. Vejo pessoas maravilhadas com o wi-fi. <a
href="http://www.link.estadao.com.br/index.cfm?id_conteudo=8685">Dizem checar e-mails</a> durante o almoço, fazer ligações via <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Skype " class="bbli">Skype<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> lá na cafeteria, milhões de coisas. Dão os créditos à  mobilidade que a tecnologia proporciona. Eu também acho interessante e uso esporadicamente redes sem fio espalhadas pela cidade. Só existe um problema: o <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wifi">wi-fi</a>, restrito aos hotspots, não pode ser considerado a verdadeira internet móvel.</p><h3>A mobilidade fixa</h3><p>Os <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hotspot_%28Wi-Fi%29">hotspot</a>s wi-fi (802.11b e g) possuem alcance teórico máximo de 100m de raio ao redor da antena. Na prática, com as paredes e outras influências do ambiente esse raio fica bem menor: em torno de 40 m. Chamo o wi-fi de mobilidade fixa pois o seu equipamento é móvel (<a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:notebook" class="bbli">notebook<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> ou pda) mas o ponto de acesso é fixo e de tamanho limitado. Não dá pra acessar a internet via wi-fi de qualquer lugar. Você precisa se dirigir a um hotspot que , em geral, é pago e fica dentro de um estabelecimento comercial (café, restaurante, bar, universidade, hotel, aeroporto). E para &#8220;não ficar chato&#8221; você acaba consumindo algo, quase que um tipo de venda casada, afinal você já pagou por seu provedor de wi-fi (<a
href="http://www.vexbr.com.br/">Vex</a> ou <a
href="http://www.speedywifi.com.br/">Telefônica</a>).</p><h3>As vantagens da rede celular</h3><p>Imagine dois estabelecimentos próximos que disponibilizam redes sem fio da mesma empresa, por exemplo a Vex. O sinal de um estabelecimento não é captado no interior do outro, mas na rua há um ponto em que se capta ambos os sinais. Vamos supor que você esteja no <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Skype" class="bbli">Skype<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> em seu pda. Está em um dos estabelecimentos e resolve ir ao outro, andando. Apesar de existir uma intersecção válida entre as duas redes, sua conexão cairá. Não existe transição suave mesmo que as redes sejam fornecidas pela mesma Vex. Será necessário logar-se novamente ao chegar ao segundo estabelecimento.</p><p>Isso não ocorre em uma rede celular. Em qualquer lugar que houver sinal contínuo, será possível passear por dezenas de antenas e sua conexão com a internet não cairá. Essas redes wi-fi ainda não possuem uma tecnologia capaz de fazer essa transição suave e transparente. A solução está nas <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wireless_mesh_network">redes sem fio do tipo mesh</a>, que já existem mas são raras.</p><p>Outra vantagem da rede celular é a ampla disponibilidade, ou seja, uma mobilidade móvel. Não é necessário encontrar o hotspot mais próximo. Não é necessário entrar em algum estabelecimento e consumir algo. A internet está disponível até no meio da rua e em qualquer lugar que tenha rede celular compatível. O problema agora seria abrir o notebook e sentar-se na calçada&#8230; (por isso leve sempre um pda no bolso!)</p><h3>Segurança</h3><p>O wi-fi oferecido pela Vex e Telefônica não é <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wi-Fi_Protected_Access">criptografado</a> (rede aberta) e por este motivo, <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:criptografia livro " class="bbli">inseguro<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>. Não há <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Criptografia">criptografia</a> pois seria um complicador a mais para o usuário dos serviços. O tráfego de dados fica exposto. Qualquer um com o software correto consegue &#8220;ver&#8221; o que está passando pela rede. Pode capturar senhas, ler e-mails. Um atentado à  privacidade. Por isso tome cuidado quando for usar wi-fi em redes abertas.</p><p>Já a rede celular é mais segura. &#8220;Invadir&#8221; o sinal para saber o que está trafegando exige muito mais trabalho. Mas mesmo assim todo cuidado é pouco. Sinais de rádio trafegam pelo ar. E o ar, todo mundo sabe, é livre&#8230; o sinal pode ser captado e desembaralhado.</p><h3>Preço vs. Mobilidade</h3><p>A decisão por qual tecnologia usar leva em conta o equilíbrio entre preço, mobilidade e necessidade. Uma rede celular para acesso à  internet é cara mas ao mesmo tempo, ampla e segura. Uma rede wi-fi é mais barata e restrita a poucos lugares. A sua necessidade é que fará você escolher entre uma ou outra. Na dúvida, use um <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wireless_mesh_network">smartphone</a> com wi-fi. Terá em mãos o <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:smartphone Treo 680" class="bbli">melhor dos dois mundos<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> e viverá conectado. Ou aguarde o <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wimax">WiMax</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/wi-fi-nao-e-internet-movel/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>81</slash:comments> </item> <item><title>Por isso não uso o Internet Explorer</title><link>http://techbits.com.br/2006/por-isso-nao-uso-o-internet-explorer/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/por-isso-nao-uso-o-internet-explorer/#comments</comments> <pubDate>Fri, 15 Sep 2006 10:17:34 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[firefox]]></category> <category><![CDATA[internet-explorer]]></category> <category><![CDATA[malware]]></category> <category><![CDATA[microsoft]]></category> <category><![CDATA[patch-tuesday]]></category> <category><![CDATA[segurança]]></category> <category><![CDATA[windows]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/por-isso-nao-uso-o-internet-explorer/</guid> <description><![CDATA[Nessa semana tivemos a correção mensal de segurança da Microsoft. Isso foi na terça, dia 12. Dois dias depois, na quinta, a Secunia divulgou a descoberta de uma falha extremamente crítica que afeta o Internet Explorer (IE). Novidade&#8230; Muitos conhecidos comentam comigo que o computador deles está estranho. Geralmente é aí que eu pergunto: qual [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
alt="[IE] " title="[IE] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/ie.jpg" />Nessa semana tivemos a correção mensal de segurança da Microsoft. Isso foi na terça, dia 12. Dois dias depois, na quinta, a <a
href="http://secunia.com/advisories/21910/">Secunia divulgou a descoberta de uma falha extremamente crítica</a> que afeta o Internet Explorer (IE). Novidade&#8230; Muitos conhecidos comentam comigo que o computador deles está estranho. Geralmente é aí que eu pergunto: qual programa você usa para navegar na web? Adivinha? Ganha um doce quem<a
href="http://brunotorres.net/2005/03/14/ie-lixo"> descobrir</a>&#8230;</p><h3>Qual o problema do Internet Explorer? <small>(*)</small></h3><p>Há alguns anos, quando o IE ganhou a primeira <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Browser_wars">guerra dos browsers</a>, o seu desenvolvimento parou. Lançaram a última versão há 5 anos. Falhas e mais falhas foram descobertas <a
href="http://www.navegantes.org/b2evolution/blogs/index.php?title=nova_falha_grave_do_internet_explorer&#038;more=1&#038;c=1&#038;tb=1&#038;pb=1">mas nem todas foram corrigidas</a>. Com sorte, as que são sanadas <a
href="http://techbits.com.br/2006/microsoft-seguranca-nao-e-assim-tao-importante/">ficam até  30 dias em aberto</a> (as vezes mais). Isso é tempo suficiente para crackers explorarem o problema e invadir computadores espalhados pela internet. Fora isso, muitas pessoas não atualizam o Windows quando a Microsoft divulga as correções, aumentando assim o tempo de exposição a uma vulnerabilidade. O IE 7 está para sair. Talvez melhore a situação. <a
href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/05/09/10-motivos-para-nao-esperar-o-ie-7/">Mas tenho minhas dúvidas</a>.</p><h3>O Firefox também possui falhas</h3><p>É verdade. Dias atrás as manchetes davam conta de que <a
href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2006/09/08/idgnoticia.2006-09-08.6053482722/IDGNoticia_view">acharam 682 problemas no Firefox</a>. Um robô analisou o código do software e encontrou essa quantidade de falhas. A comunidade (preste atenção, são <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Human_being">seres humanos</a>) open source analisou os problemas apontados e descobriu que efetivamente <a
href="http://weblogs.mozillazine.org/roc/archives/2006/09/static_analysis_and_scary_head.html">apenas 2 ou 3 talvez sejam reais</a>.<br
/> <small>(*) além de ser lento e <a
href="http://www.revolucao.etc.br/archives/o-internet-explorer-e-um-lixo/">não seguir as regras da w3c</a>?</small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/por-isso-nao-uso-o-internet-explorer/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>7</slash:comments> </item> <item><title>Microsoft: segurança não é assim, tão importante&#8230;</title><link>http://techbits.com.br/2006/microsoft-seguranca-nao-e-assim-tao-importante/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/microsoft-seguranca-nao-e-assim-tao-importante/#comments</comments> <pubDate>Sat, 09 Sep 2006 18:17:54 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[drm]]></category> <category><![CDATA[microsoft]]></category> <category><![CDATA[patch-tuesday]]></category> <category><![CDATA[segurança]]></category> <category><![CDATA[windows]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/microsoft-seguranca-nao-e-assim-tao-importante/</guid> <description><![CDATA[Nos dias de hoje navegar pela web com segurança é importante. Por isso toda segunda terça-feira de cada mês temos o &#8220;patch tuesday&#8220;, dia em que a Microsoft libera as correções de segurança para falhas descobertas no mês anterior&#8230; Por um lado isso é bom: nos mantém satisfeitos já que mostram preocupação com o nosso [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/microsoft.png" alt="[Microsoft] " title="[Microsoft] "/>Nos dias de hoje navegar pela web com segurança é importante. Por isso toda segunda terça-feira de cada mês temos o &#8220;<a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Patch_Tuesday">patch tuesday</a>&#8220;, dia em que a Microsoft libera as correções de segurança para falhas descobertas no mês anterior&#8230; Por um lado isso é bom: nos mantém satisfeitos já que mostram preocupação com o nosso Windows XP. Tem também o lado ruim: demoram até 30 dias para corrigir uma falha conhecida. Mas quando se trata de sanar problemas envolvendo direitos autorais, a resposta chega mais rápida e fora da programação normal de correções.</p><h3>DRM é dinheiro</h3><p>Na semana passada três dias após a divulgação de que <a
href="http://techbits.com.br/2006/drm-windows-media-e-itunes-desbloqueados/">alguém burlou o sistema de DRM do Windows Media</a>, a Microsoft divulgou uma correção para o problema. Isso foi 10 vezes mais rápido que o tempo máximo do processo normal. O motivo principal para tamanha agilidade chama-se dinheiro. Nada mais natural. Protegendo o DRM garante-se que as gravadoras parceiras da Microsoft não percam vendas e lucros.</p><p>Muitas empresas não gostam de soltar correções de bugs de seus softwares pois pode ser encarado como uma admissão de que o produto que vendem possui problemas. Disso a Microsoft está livre. Falhas em seus softwares são corrigidas, mas não na freqüência ideal. Ou seja, a segurança dos usuários, que não é assim tão importante, fica para o próximo patch tuesday (*).</p><p><small>(*) que ocorrerá na próxima terça, 12/09.</small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/microsoft-seguranca-nao-e-assim-tao-importante/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>6</slash:comments> </item> <item><title>Você confiaria seus dados estratégicos ao Google?</title><link>http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/#comments</comments> <pubDate>Mon, 28 Aug 2006 21:17:53 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[calendário]]></category> <category><![CDATA[email]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[ibm]]></category> <category><![CDATA[microsoft]]></category> <category><![CDATA[segurança]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/</guid> <description><![CDATA[O Google acaba de lançar um pacote que concorre com soluções vendidas pela Microsoft e IBM. Trata-se do Google Apps for your Domain (aplicativos Google para seu site), que nada mais é do que algumas de suas melhores ferramentas (Gmail, Calendar, Google Talk e Page Creator) integradas para uso corporativo. Deve entrar em breve nesta [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/google.png" title="Google, don't be evil!" alt="[Google, don't be evil!] " />O Google acaba de lançar um pacote que concorre com soluções vendidas pela Microsoft e IBM. Trata-se do <a
href="https://www.google.com/a/" title="Google Apps">Google Apps for your Domain</a> (aplicativos Google para seu site), que nada mais é do que algumas de suas melhores ferramentas (Gmail, Calendar, Google Talk e Page Creator) integradas para uso corporativo. Deve entrar em breve nesta lista o <a
href="http://www.writely.com/">Writely</a> e o <a
href="http://spreadsheet.google.com/">Spreadsheets</a> (editor de textos e planilhas on-line respectivamente). Dentro das organizações esses aplicativos são caminho freqüente de informações estratégicas.</p><h3>O problema</h3><p>A Microsoft e a IBM oferecem soluções corporativas de email, calendário e integração. A grande diferença de ambas para o Google, é que em geral a solução está implantada em servidores próprios das empresas que compraram o produto(*), ou seja, o controle delas sobre as informações é total. O e-mail, parte central da comunicação interna e externa da maioria das organizações, fica vulnerável se estiver em poder de terceiros. O mesmo vale para calendário, planilhas e documentos. Você confiaria seus dados ao Google?</p><h3>Universidades</h3><p>Aparentemente o Google é uma empresa confiável, e seus serviços fazem enorme sucesso entre usuários finais. Internamente o lema corporativo informal é <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Don%27t_be_evil" title="Don't be Evil">Don&#8217;t be evil</a> (não seja mal). O serviço lançado agora é uma extensão do que já existia antes (Gmail for your Domain, desde fevereiro) com a integração de outras ferramentas.</p><p><a
href="http://news.com.com/Google+offers+hosted+communications+applications/2100-1032_3-6109823.html" title="Cnet News">Segundo Dave Girouard</a>, VP de negócios corporativos do Google, o Gmail já é utilizado por centenas de universidades para prover email aos seus alunos e colaboradores. Essa é uma forte indicação de que provavelmente não há o que temer em relação à  segurança da informação. Resta ao Google Apps a difícil tarefa de convencer <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chief_Information_Officer" title="Chief Information Officer">CIOs</a> de que sua ferramente é confiável.</p><p><small>(*) a Microsoft possui uma suíte on-line de aplicativos chamada <a
href="http://ideas.live.com">Windows Live</a>.</small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>12</slash:comments> </item> <item><title>Questão de segurança</title><link>http://techbits.com.br/2006/questao-de-seguranca/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/questao-de-seguranca/#comments</comments> <pubDate>Thu, 24 Aug 2006 16:17:05 +0000</pubDate> <dc:creator>Marco Arribas</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[linux]]></category> <category><![CDATA[mac]]></category> <category><![CDATA[malware]]></category> <category><![CDATA[segurança]]></category> <category><![CDATA[vírus]]></category> <category><![CDATA[windows]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/questao-de-seguranca/</guid> <description><![CDATA[[Original version in English here] Uma idéia corrente hoje em dia é que o Linux é melhor que o Windows em se tratando de ameaças de vírus e spywares. Usuários de Mac OS também dizem o mesmo, apontando duas causas principais: o número de vírus para Windows &#8211; certamente maior &#8211; e o nível de [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
alt="A guerra continua..." title="A guerra continua..." src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/winlinmac.png" /><strong>[Original version in English <a
href="http://techbits.com.br/2006/questao-de-seguranca/#original">here</a>]</strong> Uma idéia corrente hoje em dia é que o <a
title="de acordo com a Wikipedia..." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux">Linux</a> é melhor que o Windows em se tratando de ameaças de vírus e spywares. Usuários de <a
title="Mac OS X" href="http://www.apple.com/macosx/tiger/">Mac OS</a> também dizem o mesmo, apontando duas causas principais: o número de vírus para Windows &#8211; certamente maior &#8211; e o nível de conhecimento de seus usuários. Eu concordo totalmente com o primeiro argumento, já que a maioria absoluta das pessoas usa PCs rodando <a
title="Windows domina o mercado..." href="http://www.microsoft.com/brasil/windows/default.mspx">Windows</a>. Entretanto, o nível de conhecimento dos usuários é realmente importante?</p><h3>Windows vs Mac vs Linux</h3><p>Apesar da análise passional de seus respectivos usuários, não há dúvidas que o Windows é superior ao Linux e Mac OS, inclusive no número de <a
title="De acordo com o Wikipédia..." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Malware">malware</a>. Motivos: popularizou fortemente a utilização de computadores, enquanto o Linux &#8211; uma herança <a
title="Unix" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/UNIX">Unix</a> de geeks (afficionados em tecnologia) sem prentensões de lucro &#8211; e o Mac OS (fácil instalação de software, porém difícil de encontrar um que sirva) ficaram para trás. Gerações de empreendedores e usuários domésticos tiveram fácil acesso a computadores baratos e compatíveis. O Windows também permitiu aos empregadores diminuir custos, já que treinar pessoas para lidar com processadores de textos e planilhas eletrônicas de diferentes plataformas requer dinheiro, assim como paciência dos usuários.</p><h3>Recomendações</h3><p>Voltando ao assunto do nível de conhecimento dos usuários não ser importante, posso dizer que seguindo regras simples é possível reduzir de forma significativa as ameaças de vírus.</p><p>Primeiro, instale um software anti-vírus e depois, sabendo que a maioria dos vírus chegam por e-mail ou de sites suspeitos, preste atenção no que você está baixando. Há vários programas para Windows: se você está inclinado a gastar alguns trocados, <a
title="McAfee" href="http://www.mcafee.com/br/">McAfee</a> e <a
title="Norton" href="http://www.symantec.com/region/br/">Norton</a> são melhores que freewares (softwares gratuitos), como <a
title="AVG anti-vírus" href="http://www.avgbrasil.com.br/">AVG</a> e <a
title="Panda" href="http://www.pandasoftware.com/">Panda</a>. A propósito, usuários de Linux e Mac OS, quantos anti-vírus estão disponíveis para suas plataformas? (ok usuário Mac, que tal QUANTOS são gratuitos?). Hoje em dia não vale a pena acreditar que uma alma malvada não irá criar um vírus para seu sistema só porque você não está protegido.</p><p>Outra dica é manter seu sistema operacional sempre atualizado. E para completar, não se esqueça de checar a extensão do arquivo que você está baixando. Em geral, se você nunca notou, a extensão é formada por aquelas três letras logo depois do ponto em um arquivo de computador.</p><h3>Identifique a ameaça</h3><p>Não faça download de arquivos anexados ao email (nem mesmo se vierem de sua mamãe!) que tenham as seguintes extensões: .EXE, .COM, .BAT, .VBS, .CMD. Elas representam arquivos executáveis, o que significa que podem ser maliciosos. No caso da web, baixe estes tipos de arquivos apenas de sites confiáveis, ou seja, tenha cuidado com sites pornográficos e sempre verifique o endereço da web.</p><p>Bom, você recebeu um arquivo de seu amigo por email. Na maioria das vezes, a única decisão racional que você precisa tomar é se o anexo é uma música, um texto, foto ou vídeo. Isso é fácil:</p><ul><li>músicas: mp3, wma, mid, aac, ogg</li><li>texto: doc (cuidado com vírus de macro), pdf, txt, asc</li><li>fotos: jpg, gif, png, bmp, tif</li><li>vídeo: avi, mpg, mov</li></ul><p>Estes tipos de arquivo você pode baixar sem se preocupar, considerando que não há como eles enviarem instruções para o processador de seu computador(*).</p><p><small>(*) A <a
title="WMF causou problemas no começo de 2006" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Windows_Metafile_vulnerability">vulnerabilidade Windows Metafile</a> descoberta no final de 2005 permitia a uma imagem (extensão .wmf) executar código malicioso no seu computador rodando Windows, mas isso é assunto para outro post.</small></p><h2 id="original">ORIGINAL VERSION in ENGLISH</h2><h2>A security matter</h2><p>A common thought nowadays is that <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux">Linux</a> is better than Windows regarding virus threats. Indeed, <a
href="http://www.apple.com/macosx/tiger/">MacOS</a> users claim the same, pointing out two main causes: the number of Windows viruses – surely much higher – and the level of knowledge of their users. I totally agree with the first argument, since the absolutely majority of people use Windows-based PCs. However, is the level of their users really important?</p><h3>Windows vs Mac vs Linux</h3><p>Windows is by no means inferior to Linux and MacOS about <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Malware">viral infection</a>, despite the passion of their respective users. It also popularized enormously computer utilization, while Linux – a <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/UNIX">Unix</a> heritage of computer geeks with no desire to make a profit – and MacOS (easy to install a software, but hard to find one) were put far behind. Generations of both home users and entrepreneurs were able to have easier access to cheaper and compatible computers. Windows permitted employers to decrease their costs as well, since training people, for instance to deal with a word processor or a spreadsheet program designed for different platforms, requires money as well as patience by the user.</p><h3>Recommendations</h3><p>Back on the issue of why the level of users is not important, I can say that by following simple instructions, it is possible to significantly reduce virus threats.</p><p>First, install any antivirus software, and second, since most virus are downloaded either by email or from malicious sites, pay attention to what you’re downloading. There are several programs for Windows: if you’re willing to spend some money, <a
href="http://www.mcafee.com">McAfee</a> and <a
href="http://www.symantec.com">Norton</a> are better than freewares, like <a
href="http://www.grisoft.com">AVG</a> and <a
href="http://www.pandasoftware.com/">Panda</a>. By the way, Linux and MacOS users, how many antiviruses are available? (ok MacOS users, what about how MANY are free?). It doesn’t pay these days to believe that some evil soul will not make a virus for your system just because you’re not protected.</p><p>Furthermore, don’t forget to check the file extension when you’re downloading a file. File extension is generally the three letters after the last dot of a computer file.</p><h3>Threat identification</h3><p>Do not download files from email (not even from your mamma!) that contain the file extension: .EXE, .COM, .BAT, VBS, CMD. These are all executable files, which means that they might be malicious. In the case of websites, download them only from trusted websites, i.e., be careful with x-rated sites and always check the web address.</p><p>Now, you’ve got a file from your friend by email. Most of times, the only reasonable decision to make is to decide if it’s a song, text, picture or video. Here it goes:</p><ul><li>Songs: mp3, wma, mid, aac, ogg</li><li>Text: doc (but beware of macro viruses),pdf , txt, asc</li><li>Pictures: jpg ,gif ,png ,bmp ,tif</li><li>Video: avi, mpg, mov</li></ul><p>You can download them without being worried, considering that these files cannot send any instructions to your computer processor.</p><p>That’s all folks,</p><p>Marco Arribas</p><p><small>Publicado sob autorização do autor.</small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/questao-de-seguranca/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> </channel> </rss>
