<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?> <rss
version="2.0"
xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
> <channel><title>Techbits &#187; rede-social</title> <atom:link href="http://techbits.com.br/tudo-sobre/rede-social/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://techbits.com.br</link> <description>O Techbits é um blog voltado para discussão de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, segurança e negócios.</description> <lastBuildDate>Thu, 06 Oct 2011 05:55:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>O melhor mesmo é agregar</title><link>http://techbits.com.br/2007/o-melhor-mesmo-e-agregar/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/o-melhor-mesmo-e-agregar/#comments</comments> <pubDate>Wed, 31 Oct 2007 12:36:41 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[agregador]]></category> <category><![CDATA[big brother]]></category> <category><![CDATA[facebook]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[grafo social]]></category> <category><![CDATA[grande irmão]]></category> <category><![CDATA[integração]]></category> <category><![CDATA[opensocial]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <category><![CDATA[socialstream]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/o-melhor-mesmo-e-agregar/</guid> <description><![CDATA[Um dos grandes problemas das redes sociais é o isolamento que cada uma promove. Não no sentido de ficar longe das pessoas que você conhece e sim, se você faz parte da rede social X e seus amigos, da Y, não existe como conversar um com o outro. Segundo o Techcrunch, esses problemas estão para [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/mundopequeno.png" alt="[Redes Sociais] " />Um dos grandes problemas das redes sociais é o isolamento que cada uma promove. Não no sentido de ficar longe das pessoas que você conhece e sim, se você faz parte da rede social X e seus amigos, da Y, não existe como conversar um com o outro. <a
href="http://www.techcrunch.com/2007/10/30/details-revealed-google-opensocial-to-be-common-apis-for-building-social-apps/" title="Segundo o Techcrunch" id="ns4:">Segundo o Techcrunch</a>, esses problemas estão para acabar com o possível lançamento amanhã do <a
href="http://www.meiobit.com/internet/socialstream_todas_redes_socias_em_um_s_lugar" title="ex-SocialStream" id="xixs">ex-SocialStream</a> e agora chamado OpenSocial, da Google.</p><p>Houve uma época, no estouro do Orkut aqui no Brasil, que chegou-se a falar na extinção do e-mail como forma de comunicação. Alguns até dizem que e-mail é para os dinossauros enquanto que as novas formas de comunicação como IMs e twitters vieram para substituí-lo. Nunca acreditei em nada disso pois o e-mail é uma plataforma universal e pertencer a essa ou aquela rede de comunicação, é moda passageira.</p><h3>E o Facebook?</h3><p>O Facebook foi cotado a ser o grande agregador de redes sociais. Lá, aplicações web de todos os tipos, podem rodar e compartilhar dados através de APIs, tranqüilamente. Muitas redes sociais e serviços web têm sua versão Facebook. Nada mais natural que integremos tudo por lá, usando as características individuais de cada rede. Mas o OpenSocial pode mudar tudo.</p><h3>Medo do Big Brother</h3><p>Assim como o RSS agrega suas leituras, faz todo sentido um sistema que agregue seus perfis sociais por toda a web. O Google, lançando essa ferramenta, vai aumentar sua <a
href="http://techbits.com.br/2007/a-base-de-dados-das-intencoes-ao-quadrado/" title="base de dados das intenções no maior CRM do mundo" id="hc.s">base de dados das intenções no maior CRM do mundo</a>. Informação no século XXI é poder. E o Google armazena muito desse poder em seus servidores. Imagine todo o seu <a
href="http://desta.ca/pratica/2007/09/21/o-que-e-grafo-social-e-quem-pode-controla-lo/">grafo social</a> nas mãos do Grande Irmão. Que medo!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/o-melhor-mesmo-e-agregar/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>16</slash:comments> </item> <item><title>Facebook é a nova web 2.0?</title><link>http://techbits.com.br/2007/facebook-e-a-nova-web-20/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/facebook-e-a-nova-web-20/#comments</comments> <pubDate>Tue, 25 Sep 2007 18:58:54 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[facebook]]></category> <category><![CDATA[plataforma]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <category><![CDATA[software-on-line]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/facebook-e-a-nova-web-20/</guid> <description><![CDATA[Já faz um tempo que estou colecionando artigos sobre o Facebook. Meu interesse surgiu em Maio deste ano quando essa rede social lançou sua plataforma de aplicativos web. O hype ao redor do Facebook que já era grande só tem crescido desde então. O serviço já foi alvo de vários rumores de aquisições e agora [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/facebook.png" alt="[Facebook] " />Já faz um tempo que estou colecionando artigos sobre o <a
href="http://facebook.com" id="ii7b" title="Facebook">Facebook</a>. Meu interesse surgiu em Maio deste ano quando essa rede social lançou sua plataforma de aplicativos web. O hype ao redor do Facebook que já era grande só tem crescido desde então. O serviço já foi alvo de vários rumores de aquisições e agora dizem que <a
href="http://valleywag.com/tech/deals/facebook-now-worth-15-billion-303111.php" id="zym0" title="vale até 15 bilhões de dólares">vale até 15 bilhões de dólares</a> após possíveis conversas com a Microsoft. A grande vantagem do Facebook &#8211; e talvez ao mesmo tempo sua desvantagem &#8211; é que as aplicações web estão todas dentro de um mesmo site. A desvantagem ocorreria no caso de pessoas não usarem seu aplicativo por ele estar preso dentro de outro site.</p><p>Andando pelos aplicativos descobri que alguns que eu já conhecia fora do Facebook rodam também dentro da plataforma. Um exemplo é o <a
href="http://picnik.com" id="nyp0" title="PicNik">PicNik</a>, editor de imagens on-line bastante útil e que já foi usado várias vezes para formatar imagens a serem exibidas no Techbits. Outro é o <a
href="http://stumbleupon.com" id="z7r." title="Stumbleupon">Stumbleupon</a>, serviço de recomendação de sites baseados em suas preferências de navegação. Não vasculhei muito mais do que isso pois a interface de busca e o método de adicionar uma aplicação ao seu Facebook são um tanto complicados, ou seja, são necessários muitos cliques para pouca ação&#8230; Talvez por isso a MS queira comprar sua participação na plataforma&#8230; De qualquer forma a Cynara do MundoTecno compilou uma <a
href="http://mundotecno.blogsome.com/2007/09/20/os-melhores-aplicativos-para-o-facebook/" id="pq99" title="lista dos melhores aplicativos do Facebook">lista  dos melhores aplicativos do Facebook</a>.</p><p>A grande sacada é que agora podemos desenvolver aplicativos web que terão muita visibilidade dentro da plataforma Facebook. Se for algo que realmente chame a atenção <a
href="http://www.readwriteweb.com/archives/bay_partners_appfactory_facebook_seed_fund.php" id="o3nd" title="é possível até conseguir investimentos de VC">é possível até conseguir investimentos de VC</a> para portar seu aplicativo para fora do sistema e começar uma startup. A visibilidade resolve um dos grandes problemas para a maioria dos serviços web 2.0 que surgem todos os dias: a falta de usuários. Será então o Facebook a nova plataforma?</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/facebook-e-a-nova-web-20/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>12</slash:comments> </item> <item><title>Orkut: o maior CRM do Brasil</title><link>http://techbits.com.br/2007/orkut-o-maior-crm-do-brasil/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/orkut-o-maior-crm-do-brasil/#comments</comments> <pubDate>Wed, 11 Apr 2007 23:17:00 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[buyukkokten]]></category> <category><![CDATA[crm]]></category> <category><![CDATA[data-mining]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[orkut]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/orkut-o-maior-crm-do-brasil/</guid> <description><![CDATA[Acompanhei pela internet a palestra do Orkut Buyukkokten no auditório da FEA-USP. A qualidade do &#8220;sinal&#8221; estava muito ruim e o som muito baixo. Mesmo assim absorvi a essência da palestra e das perguntas que se seguiram. O que pude entender é que basicamente o orkut é um CRM gigante do qual o pessoal da [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/orkut.png" alt="[orkut] " title="[orkut] " />Acompanhei pela internet a palestra do Orkut Buyukkokten no auditório da FEA-USP. A qualidade do &#8220;sinal&#8221; estava muito ruim e o som muito baixo. Mesmo assim absorvi a essência da palestra e das perguntas que se seguiram. O que pude entender é que basicamente o orkut é um <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/CRM">CRM</a> gigante do qual o pessoal da gigante de Montain View consegue retirar tendências como no <a
href="http://www.google.com/press/zeitgeist.html">Google Zeitgeist</a> ou na <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Wisdom_of_Crowds">sabedoria das multidões</a>.</p><h3>Gado humano</h3><p>Dentro do <a
href="http://orkut.com">orkut</a> as pessoas se cadastram e colocam em seus profiles tudo quanto é informação. Cada um desses pedaços não tem muita relevância para o Google mas ao juntar as tendências, a robotização de comportamentos, o orkut mostra coisas surpreendentes, com tudo o que qualquer <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:marketing livro" class="bbli">marketeiro<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> gostaria: informações sobre pessoas (consumidores), alimentadas por elas mesmas e em constante evolução.</p><p>Não lembro dos exemplos dados, mas é impressionante as correlações que eles fazem dizendo que pessoas de tal tipo geralmente possuem tais e tais características. Chego à  conclusão de que existe apenas poucos tipos diferentes de pessoas e em cada grupo, todas são iguais à s outras. Tudo gado humano.</p><h3>Crimes no orkut</h3><p>Interessante mesmo foi a pergunta de um estudante de jornalismo da USP sobre a opinião do Sr. Orkut sobre crimes que ocorrem dentro da rede social. Melhor resposta, impossível: existem pessoas boas e pessoas más. Crimes acontecem em todos os lugares, seja na vida real, seja na vida on-line. Como no Brasil boa parte da população está no orkut, acontece de criminosos estarem lá também. Perfeitamente normal. Ponto positivo.</p><p>Mas o Orkut Buyukkokten avisou que o site colabora com o governo brasileiro e que este pode solicitar diretamente a retirada de informações da rede social. Ponto negativo.</p><h3>Monetização</h3><p>Surgiu também a pergunta de como o Google fatura com o orkut. Anúncios, claro. Mas não é tão simples assim. Pegando todas as informações do orkut, juntando seu mecanismo de busca, padrões de comportamente, fica claro que tudo isso é usado para maximizar a venda de anúncios. Sabendo o que o perfil do usuário, seus comportamentos e tudo o mais, fica fácil mostrar anúncios segmentados com maior chance de chamar a atenção.</p><p>A palestra foi interessante, gostaria de ter ido, mas ao ligar para a FEA fui informado que só alunos atuais da universidade poderiam acompanhar. Nada mais natural, estavam lá também pessoas do Google Brasil querendo saber quem quer trabalhar na empresa. E você nem precisa dizer quem você é. Eles já sabem.</p><h4>Veja também:</h4><ul><li><a
href="http://picasaweb.google.com/brasilphotos/">álbum de fotos do Orkut Buyukkokten</a> em sua passagem pelo Brasil</li><li><a
href="http://imezzo.wordpress.com/2007/04/12/sr-orkut-ludico-e-performatico/">Sr. Orkut: lúdico e performático</a>, via Intermezzo</li><li><a
href="http://imezzo.wordpress.com/2007/04/12/tecnicamente-orkut-dissse/">Tecnicamente, Orkut disse…</a>, via Intermezzo</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/orkut-o-maior-crm-do-brasil/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>12</slash:comments> </item> <item><title>Tagged: spam disfarçado de rede social</title><link>http://techbits.com.br/2007/tagged-spam-disfarcado-de-rede-social/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/tagged-spam-disfarcado-de-rede-social/#comments</comments> <pubDate>Wed, 04 Apr 2007 19:17:14 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[apagar]]></category> <category><![CDATA[cancelar]]></category> <category><![CDATA[conta]]></category> <category><![CDATA[privacidade]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <category><![CDATA[spam]]></category> <category><![CDATA[tagged]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/tagged-spam-disfarcado-de-rede-social/</guid> <description><![CDATA[Pragas virtuais existem aos montes, a internet é um lugar perigoso. Uma delas está chamando a atenção pela forma como se espalha. Você recebe um e-mail vindo de alguém que conhece convidando para entrar em uma nova rede social chamada Tagged.com. A mensagem contém um apelo, típico de SPAM, recomendando aceitar o convite sob o [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/tagged.png" alt="[Tagged] " title="[Tagged] " />Pragas virtuais existem aos montes, a internet é um lugar perigoso. <a
href="http://www.interney.net/blogs/marmota/2007/04/04/o_spam_do_tagged_com_nao_entre_nessa/" title="Uma delas   está chamando a atenção pela forma como se espalha">Uma delas está chamando a atenção pela forma como se espalha</a>. Você recebe um e-mail vindo de alguém que conhece convidando para entrar em uma nova rede social chamada Tagged.com. A mensagem contém um apelo, típico de SPAM, recomendando aceitar o convite sob o risco do rementente achar que você disse não. Clicando no botão sim o sistema pede seu endereço de email e sua senha para acessá-lo. Alerta! Alerta! Alerta! Só uma pessoa desatenta &#8211; para não dizer outra palavra &#8211; colocaria seu email e senha neste campo. E acredite, existem pessoas assim às centenas, milhares, talvez milhões. Pronto, você acaba de ajudar o SPAM se espalhar.</p><h3>Convite, convite, convite</h3><p>Não sou tão solicitado quanto o <a
href="http://www.interney.net/blogs/marmota/" title="Marmota">Marmota</a>, que diz ter recebido <a
href="http://www.interney.net/blogs/marmota/2007/04/04/o_spam_do_tagged_com_nao_entre_nessa/" title="dezenas desses convites">dezenas desses convites</a>. Pra falar a verdade não recebi nenhum. Mas pesquisei nos links deixados no texto dele e também no <a
href="http://technorati.com/search/tagged" title="Technorati">Technorati</a>, e o Tagged realmente é o assunto do momento, não por essa característica SPAM e sim pois o povo fica feliz em receber um convite pra uma suposta rede social fechada. Aquela velha história de pertencer a um grupo enquanto os meros mortais lutam para entrar (<a
href="http://www.interney.net/blogs/marmota/2007/03/09/joost_e_a_misteriosa_venda_de_convites" title="vide caso Joost">vide caso Joost</a>).</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/tagged_invite.gif" alt="[Tagged invite] " title="[Tagged invite] " class="floatTL"/></p><p>Segundo o Alexa &#8211; mecanismo que traça o ibope dos sites por aí &#8211; a visitação do Tagged.com está <a
href="http://www.alexa.com/data/details/traffic_details?q=www.tagged.com&amp;url=www.tagged.com">crescendo em progressão geométrica desde outubro de 2006</a> (selecione visualização de 3 anos para enxergar a curva), quando começou essa fase de recrutamento SPAM-like. Como a maioria das pessoas não sabe o que é privacidade e clica loucamente em qualquer link que apareça na tela, o serviço está crescendo da pior forma.</p><p>Ao se cadastrar e dar sua senha do serviço de webmail preferido, o Tagged entra em sua conta, suga todos os endereços de email e envia um convite em seu nome&#8230; Milhões foram cooptados sem saber que participam do novo neologismo da internet: <a
href="http://www.istokpavlovic.com/blog/?p=5" title="SPAM 2.0, cunhado por uma das vítimas do serviço em seu blog">SPAM   2.0, cunhado por uma das vítimas do serviço em seu blog</a>. Isso lembra aquele SMS.ac que todo mundo se cadastrou mas ninguém jamais conseguiu mandar uma mensagem de texto grátis.</p><p>Para mim, esse tipo de e-mail não faz diferença. Assim como as correntes e hoax que recebo, vai direto para o lixo, sem ao menos abrir a mensagem. Se pedir minha senha então? Dou uma bela de uma risada&#8230; mas tem gente que leva a sério, e vira spammer.</p><h3>Como cancelar o Tagged</h3><p>O leitor do Techbits Douglas (comentário #33) dá a dica de como sair do Tagged. Siga as instruções:</p><ol><li>Vá à  página <a
href="http://www.tagged.com/account_cancel.html">Cancelar Conta;</a></li><li>Selecione &#8220;YES, &#8230;&#8221;;</li><li>Aperte o botão &#8220;Submit&#8221;;</li><li>Digite a senha;</li><li>Pronto, acaba de se livrar de uma fria;</li></ol><p>Dica inserida no dia 07/05/2007, valeu Douglas!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/tagged-spam-disfarcado-de-rede-social/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>104</slash:comments> </item> <item><title>Scribd: o YouTube dos documentos</title><link>http://techbits.com.br/2007/scribd-o-youtube-dos-documentos/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/scribd-o-youtube-dos-documentos/#comments</comments> <pubDate>Wed, 07 Mar 2007 13:17:35 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[compartilhar]]></category> <category><![CDATA[documentos]]></category> <category><![CDATA[livro]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <category><![CDATA[scribd]]></category> <category><![CDATA[shelfari]]></category> <category><![CDATA[textos]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/scribd-o-youtube-dos-documentos/</guid> <description><![CDATA[Pois é&#8230; Quando achava que não poderia mais surgir alguma idéia para redes sociais, descubro no Techcrunch que existe uma para documentos .doc, .xls, .pdf, etc&#8230; Depois dessa acho que qualquer coisa pode virar rede social. O serviço chama-se Scribd, é interessante, está na estrada há algum tempo e tem razoável conteúdo enviado pelos usuários. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/scribd.png" title="[Scribd] " alt="[Scribd] " /> Pois é&#8230; Quando achava que não poderia mais surgir alguma idéia para redes   sociais, <a
href="http://www.techcrunch.com/2007/03/06/scribd-youtube-for-text-gets-300k/" title="descubro no Techcrunch">descubro   no Techcrunch</a> que existe uma para documentos .doc, .xls, .pdf, etc&#8230; Depois dessa acho que qualquer coisa pode virar rede social. O serviço chama-se <a
href="http://www.scribd.com/" title="Scribd">Scribd</a>, é interessante, está na estrada há algum tempo e tem razoável conteúdo enviado pelos usuários. Há livros, textos, tabelas, etc&#8230; Assim como no YouTube é possível colocar um documento &#8220;embedded&#8221; em uma página html, usar <a
href="http://above.semjuizo.com/2007/03/05/organizando-a-folksonomia/">tags</a> para classificar o material, fazer download do arquivo em vários formatos. Uma coisa interessante é a possibilidade de ouvir um audio ditado do documento, feito por uma máquina, o que significa uma voz muito estranha. O serviço chamou a atenção inclusive de um VC e recebeu essa semana investimentos de capital de risco.</p><h3>Compartilhar</h3><p>A idéia de toda rede social é o compartilhamento de informações e a interação entre os usuários. Em termos de interação, há um sistema de votos para indicar que você gostou daquele texto. No caso de compartilhar um livro ou texto, é interessante, mas isso será feito publicamente. Há outras formas de fazer sua equipe ter acesso a um mesmo documento, via web, sem se expor ao público. Um grande exemplo disso é o Google Documentos e Planilhas.</p><p>Um dos problemas que vi no Scribd é que há material protegido por direitos autorais. Uma rápida pesquisa mostrou que um dos campeões de venda do ano passado, o Freakonomics, <a
href="http://www.scribd.com/doc/2301/Freakonomics-Steven-Levitt" title="está na íntegra disponível no site">está   na íntegra disponível no site</a>.</p><h3>Shelfari</h3><p>Uma outra rede social de livros, mas desta vez sem nenhum conteúdo disponível na internet, é o <a
href="http://www.shelfari.com/" title="Shelfari">Shelfari</a>. Trata-se de uma estante virtual na qual você pode catalogar sua biblioteca, compartilhar a lista de livros com amigos, sugerir e receber sugestões para leitura. Bastante interessante.</p><h4>Leia mais:</h4><p><a
href="http://futuro.vc/2007/03/07/o-youtube-dos-textos">O YouTube dos textos</a>, via futuro.vc</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/scribd-o-youtube-dos-documentos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>Orkut em evolução</title><link>http://techbits.com.br/2007/orkut-em-evolucao/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/orkut-em-evolucao/#comments</comments> <pubDate>Wed, 31 Jan 2007 15:17:26 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[claro]]></category> <category><![CDATA[gtalk]]></category> <category><![CDATA[integração]]></category> <category><![CDATA[orkut]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <category><![CDATA[sms]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/orkut-em-evolucao/</guid> <description><![CDATA[Não costumo falar muito bem do Orkut aqui no Techbits, mas vou abrir uma exceção. Antes abandonado ao bel prazer de seus usuários, a Google resolveu recentemente investir na maior rede social brasileira (58% dos usuários são brasileiros). O serviço só faz sucesso no Brasil e em alguns poucos países perdidos ao redor do globo. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/orkut.png" title="[orkut] " alt="[orkut] " />Não costumo falar muito bem do Orkut aqui no Techbits, mas vou abrir uma exceção. Antes abandonado ao bel prazer de seus usuários, a Google resolveu recentemente investir na maior rede social brasileira (58% dos usuários são brasileiros). O serviço só faz sucesso no Brasil e em alguns poucos países perdidos ao redor do globo. Nos EUA o Orkut é praticamente irrelevante. Isso nunca estimulou a empresa de Mountain View a investir seriamente no site. Mas tudo mudou e novos recursos foram adicionados nos últimos tempos como Gtalk, SMS e finalmente o YouTube.</p><h3>GTalk: fim do MSN?</h3><p>Claro, estou exagerando. Mas com a <a
href="http://jacquelinelafloufa.wordpress.com/2006/11/13/integrando-orkut-e-gtalk-adeus-msn/">inclusão do Gtalk no Orkut</a> creio que muitos começaram a usar e conhecer o serviço. O GTalk saiu do ostracismo e passou a fazer parte de uma massa de curiosos que passam o dia inteiro pendurados na rede social. Mas ninguém vai substituir o MSN pois lá é possível mandar aquelas mensagens bonitinhas, cheias de recursos (perceberam o sarcasmo aqui?).</p><h3>SMS: olha a conta do celular!</h3><p>A Claro passou a oferecer dias atrás a possibilidade de recebimento e envio de scraps por SMS. O serviço é cobrado nas duas direções e, como o orkutianos não sabem o que é e-mail,  e trocam todo tipo de mensagem via scrap, <a
href="http://www.meiobit.com/orkut_celulares_parceria_do_demo">quem arquitetou esse serviço deveria ser condecorado</a> por conseguir aumentar substancialmente a receita de SMS da operadora.</p><h3>YouTube</h3><p>Agora é possível usar o <a
href="http://www.doufer.com.br/2007/01/31/orkut-com-videos-do-youtube/">YouTube para deixar um vídeo no seu perfil do Orkut</a>, o que é muito interessante e mostra o interesse da <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Google livro" class="bbli">Google<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> na integração de seus serviços. Só espero que os usuários tenham bom senso e não façam vídeos no estilo &#8220;Nem Big, Nem Brother&#8221;, dos candidatos a quase famosos do Big Brother Brasil (sim, isso é pra atrair paraquedistas).</p><h3>Orkut, 3 anos</h3><p>Segundo o blog de Guerrilha, ontem <a
href="http://www.blogdeguerrilha.com.br/archives/2007/01/parabens_ao_orkut_e_a_quem_faz.php">o Orkut fez 3 anos</a>. Parabéns! No texto, além de falar um pouco de estatísticas da rede social, o blog de Guerrilha fala sobre o preconceito que empresas tem em fazer campanhas dentro do Orkut. Só pra registrar, lembrem-se que recentemente uma <a
href="http://brazilbusiness.biz/2007/01/15/comunidade-brasileira-eu-amo-floripa-e-vendida-no-orkut/">comunidade virtual foi comprada para promover Florianópolis</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/orkut-em-evolucao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>OutroLado, um Digg mais complicado</title><link>http://techbits.com.br/2007/outrolado-um-digg-mais-complicado/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/outrolado-um-digg-mais-complicado/#comments</comments> <pubDate>Sun, 28 Jan 2007 22:17:19 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[blogs]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[empreendedorismo]]></category> <category><![CDATA[outrolado]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/outrolado-um-digg-mais-complicado/</guid> <description><![CDATA[Nos últimos dias observamos o nascimento de mais um empreendimento na web brasileira que chamou a atenção. Trata-se do OutroLado, site de notícias colaborativas que guarda algumas semelhanças com o Digg e o Rec6. Há um sistema de votação para que artigos mais interessantes ganhem destaque no site, mas a semelhança pára aí. A proposta [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/outrolado.png" title="[OutroLado] " alt="[OutroLado] " />Nos últimos dias observamos o nascimento de mais um empreendimento na web brasileira que chamou a atenção. Trata-se do <a
href="http://www.outrolado.com.br/">OutroLado</a>, site de notícias colaborativas que guarda algumas semelhanças com o <a
href="http://digg.com/">Digg</a> e o <a
href="http://www.syxt.com.br/rec6">Rec6</a>. Há um sistema de votação para que artigos mais interessantes ganhem destaque no site, mas a semelhança pára aí. A proposta do OutroLado é um pouco diferente: você publica seu texto lá e eles ficam com a fama e os anúncios&#8230; Queria ter um blog assim:  quem quiser, pode publicar textos completos, <a
href="http://outrolado.com.br/Artigos/outrolado_voc_publica__eles_lucram">mas a receita de anúncios fica comigo</a>.  Se você gera conteúdo de qualidade melhor ter seu próprio site.</p><h3>Concorrer ou ajudar?</h3><p>Mecanismos de busca como o Google indexam nosso conteúdo mas não os exibem em seus sites. Mostram apenas trechos do texto e um <strong>link direto</strong> ao artigo pesquisado. Sites de notícias colaborativas como o Rec6 e o Digg fazem algo parecido, não exibem todo nosso conteúdo, apenas um resumo e colocam facilmente um <strong>link direto</strong> para o texto original. Todos esses serviços não concorrem diretamente com editores de blogs e mídia tradicional e sim os ajudam, gerando tráfego que pode se converter em leitores qualificados e receita.</p><p>O OutroLado tem uma proposta diferente. <a
href="http://outrolado.com.br/Comofunciona.php">O conteúdo é publicado lá</a>. Claro, ninguém é obrigado a postar, quanto mais colocar um texto completo, além do que há a liberdade de colocar apenas um resumo e um link para a fonte. Mas não é simples como no Digg ou Rec6. Ao clicar no artigo publicado na página principal, vamos a outra página dentro do próprio serviço, com o artigo ou resumo. E se quem publicou quiser, aparece um link para o site original.</p><p>O OutroLado não é assim tão rede social quanto o Digg e Rec6 devido a possíveis problemas de direito autoral. Creio que só publicarão lá os donos do conteúdo e não qualquer pessoa que tenha achado a notícia ou artigo interessante. Mas os donos do conteúdo não irão publicar textos completos pois o interesse deles é gerar tráfego para seus próprios sites. No final o OutroLado vai virar um Rec6 ou Digg mais complicado.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/outroladotela.png" title="[OutroLado, exemplo] " alt="[OutroLado, exemplo] " class="floatTL"/></p><h3>Conclusão</h3><p>Sou grande incentivador de novos empreendimentos na web brasileira. Achei a proposta do site interessante, terão o seu público e torço para que façam sucesso. Mas tendo em vista que criar um blog é fácil e barato (e.g., <a
href="http://wordpress.com/">wordpress.com</a>), e que se você gera conteúdo de qualidade é melhor ter seu próprio site, não há estímulo algum para publicar textos no OutroLado.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://www.tecnocracia.com.br/arquivos/overmundo-da-tecnologia">Overmundo da Tecnologia</a>, via Tecnocracia</li><li><a
href="http://blog.fabioseixas.com.br/archives/2007/01/outrolado_no_ar.html">OutroLado no ar</a>, via {versão txt}</li><li><a
href="http://www.carreirasolo.org/archives/outrolado_e_boobox.html">OutroLado e booBox</a>, via Carreira Solo</li><li><a
href="http://desta.ca/blog/2007/01/15/outrolado/">Outrolado</a>, via desta.ca</li><li><a
href="http://www.livrevsa.com.br/opiniaodigital/2007/01/26/lanado-o-outrolado/">Lançado OutroLado</a>, via Opinião digital</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/outrolado-um-digg-mais-complicado/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>20</slash:comments> </item> <item><title>Vampiros não existem</title><link>http://techbits.com.br/2007/vampiros-nao-existem/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/vampiros-nao-existem/#comments</comments> <pubDate>Thu, 18 Jan 2007 00:17:48 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[oráculo-de-bacon]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <category><![CDATA[seis-graus-de-separação]]></category> <category><![CDATA[vampiros]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/vampiros-nao-existem/</guid> <description><![CDATA[A constatação acima foi uma das &#8220;descobertas científicas&#8221; mais interessantes que li no ano passado. Vampiros alimentam-se de sangue e tornam vampiros as pessoas mordidas. Se cada vampiro &#8220;alimenta-se&#8221; de duas pessoas normais por dia e essas passam, a partir daí, também a transformar outras duas pessoas normais em vampiros a cada noite, depois de [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/mundopequeno.png" title="[Mundo Pequeno, via Wikipedia, CC] " alt="[Mundo Pequeno, via Wikipedia, CC] " />A constatação acima foi uma das &#8220;descobertas científicas&#8221; mais interessantes que li no ano passado. Vampiros alimentam-se de sangue e tornam vampiros as pessoas mordidas. Se cada vampiro &#8220;alimenta-se&#8221; de duas pessoas normais por dia e essas passam, a partir daí, também a transformar outras duas pessoas normais em vampiros a cada noite, depois de poucas interações todos nós seríamos vampiros, o que não é verdade e, portanto, <a
href="http://1001gatos.org/sobre-vampiros/">vampiros não existem</a>. Mas o que isso tem a ver com tecnologia? Essa explicação dos vampiros é uma progressão geométrica que demonstra que todas as pessoas estão de alguma forma conectadas. Algo que me fascina é a <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Six_degrees_of_separation">teoria dos seis graus de separação</a> (ou do mundo pequeno) que diz que todos nós estamos conectados a qualquer outra pessoa deste planeta por até seis outras pessoas. E a internet tem várias evidências de que isso talvez seja verdade.</p><h3>Oráculo de Bacon</h3><p>O <a
href="http://oracleofbacon.org/">Oráculo de Bacon</a> é um experimento feito pela Universidade da Virgínia (EUA) usando a base de dados do IMDb (<a
href="http://imdb.com/">Internet Movie Data Base</a>). Neste site estão relacionados atores, diretores e todo pessoal que já trabalhou em algum filme. O sistema desenvolvido é centrado no ator Kevin Bacon e a quantos graus de separação todos os outros estão ao redor dele. Neste caso, grau de separação significa quem trabalhou com quem. O interessante é que a grande maioria (mais de 80%, de cerca de 800 mil) dos atores e diretores de cinema <a
href="http://oracleofbacon.org/cgi-bin/oracle/center-cgi?who=Kevin+Bacon">está a até 3 graus de separação</a> de Kevin Bacon.</p><h3>Meme da blogosfera</h3><p>Há cerca de três semanas o <a
href="http://brunoalves.blog.br/arquivo/geral/tag-objetivos-para-2007.html">Bruno Alves iniciou uma tag</a> (ou meme) sobre os objetivos de 2007. Cada blogueiro escrevia os seus e convidava outros cinco para fazer o mesmo. Depois o próprio Bruno Alves constatou ter criado &#8220;<a
href="http://brunoalves.blog.br/arquivo/geek/criei-um-monstro.html">um monstro</a>&#8221; pois aquele post se multiplicou atingindo centenas de blogs, constatados na <a
href="http://techbits.com.br/2007/a-arvore-genealogica-de-um-meme/">árvore genealógica do meme</a> publicada aqui no Techbits (como disse, esse assunto me fascina). Analisando a árvore, nota-se uma série de repetições, mostrando que os blogs estão relacionados em uma espécie de teoria do mundo pequeno.</p><h3>Orkut</h3><p>Talvez alguém devesse entrar no <a
href="http://orkut.com">Orkut</a> e verificar a validade da teoria. Lá com certeza conseguiriam mostrar que o mundo pequeno existe e que nem seis graus de separação são necessários para se chegar a qualquer outra pessoa da comunidade. Na essência toda rede social trabalha sobre essa teoria. Analisar as relações entre usuários, quem conhece quem, etc, deve levar a conclusões próximas à  do Oráculo de Bacon.</p><h3>Rec6</h3><p>Todo esse assunto me levou a tecer uma teoria. Muitos já perguntaram por que será que o <a
href="http://www.syxt.com.br/rec6">Rec6</a> tem esse nome? Alguns já filosofaram dizendo que <a
href="http://brunotorres.net/rec6-sera-que-ele-tem-chance-de-ser-o-nosso-digg">o nome não ajudava em nada </a>pois Digg ou Eu Curti remetem mais à  finalidade do site do que um tal de Rec6 como nome&#8230; O Rec6 faz parte da Syxt, ou seja, o nome desses dois serviços faz alusão ao número seis. O Rec6 e o Syxt são redes sociais. Redes sociais&#8230; Vampiros não existem&#8230; Hum&#8230; Depois de muito pensar cheguei à  conclusão de que o nome tem a ver com a teoria dos seis graus de separação. Acertei?</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/vampiros-nao-existem/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>41</slash:comments> </item> <item><title>Que o ano de 2007 seja fantástico para a blogosfera brasileira</title><link>http://techbits.com.br/2007/que-o-ano-de-2007-seja-fantastico-para-a-blogosfera-brasileira/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/que-o-ano-de-2007-seja-fantastico-para-a-blogosfera-brasileira/#comments</comments> <pubDate>Tue, 02 Jan 2007 01:17:33 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[blogosfera]]></category> <category><![CDATA[brasil]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[monetizar]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <category><![CDATA[você]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/que-o-ano-de-2007-seja-fantastico-para-a-blogosfera-brasileira/</guid> <description><![CDATA[Olá, Feliz 2007! Não preparei um post automático para aparecer nos primeiros minutos de 2007. E também faz tempo que não escrevo&#8230; quase que não lembro mais como se posta algo no WordPress, hehehe! Mas foi uma pausa de final de ano para começar 2007 com toda força! Se a revista Time disse que a [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
title="[2007 estilizado, extraído do Flickr, sem nota de copyright] " alt="[2007 estilizado, extraído do Flickr, sem nota de copyright] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/2007.png" class="floatTL"/>Olá, Feliz 2007! Não preparei um post automático para aparecer nos primeiros minutos de 2007. E também faz tempo que não escrevo&#8230; quase que não lembro mais como se posta algo no WordPress, hehehe! Mas foi uma pausa de final de ano para começar 2007 com toda força! Se a <a
href="http://100nexos.com/arquivo/6">revista Time disse que a personalidade do ano passado foi <strong>Você</strong></a>, isso significa que o conteúdo gerado pelo usuário é a grande tendência da web e os blogueiros estão muito bem inseridos neste cenário.</p><p>No meio de tantas redes sociais como as de notícias (<a
href="http://digg.com/">digg</a>), de música (<a
href="http://pandora.com/">Pandora</a>), de vídeos (<a
href="http://youtube.com/">YouTube</a>), de fotos (<a
href="http://flickr.com/">Flickr</a>), de bookmarks (<a
href="http://del.icio.us/">del.icio.us</a>), de azaração (<a
href="http://orkut.com/">orkut</a>), em 2006 os blogs se destacaram como o melhor em informação especializada, em uma espécie de <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a> muito relevante em cada nicho. Em 2007 essa tendência se consolidará com mais e mais pessoas usando blogs como fonte importante de informação. Hoje não é mais necessário ser um grande portal ou site de notícias importante para ser lido. Se <strong>Você</strong> gera conteúdo interessante e de qualidade será encontrado pelos mecanimos de busca e, conseqüentemente, pelas pessoas.</p><p>A blogosfera brasileira mostrou em 2006 um grande crescimento (minha observação empírica, não peça que eu prove esta afirmação, hehe!). Serviços como o <a
href="http://blogblogs.com.br/">BlogBlogs</a> e o <a
href="http://www.syxt.com.br/rec6">Rec6</a> foram criados de olho neste mercado, o que demonstra amadurecimento. Alguns já começaram a <a
href="http://www.contraditorium.com/2006/11/07/esse-google-me-paga/">faturar alto como probloggers</a>. O ano de 2007 promete muita agitação ao redor da esfera brasileira. Tentarei fazer a minha parte. Participe <strong>Você</strong> também!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/que-o-ano-de-2007-seja-fantastico-para-a-blogosfera-brasileira/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>6</slash:comments> </item> <item><title>Entrevista com co-fundador do Rec6, Renato Shirakashi</title><link>http://techbits.com.br/2006/entrevista-com-co-fundador-do-rec6-renato-shirakashi/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/entrevista-com-co-fundador-do-rec6-renato-shirakashi/#comments</comments> <pubDate>Mon, 06 Nov 2006 16:17:00 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[entrevista]]></category> <category><![CDATA[notícias]]></category> <category><![CDATA[rec6]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <category><![CDATA[startup]]></category> <category><![CDATA[syxt]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/entrevista-com-co-fundador-do-rec6-renato-shirakashi/</guid> <description><![CDATA[Hoje o Rec6 saiu do beta alpha. Para quem não conheçe o Rec6 é um site no estilo do Digg, de notícias colaborativas na qual o controle editorial está nas mãos dos usuários, através da interação entre eles. O serviço pertentece à Via Syxt, rede social fundada por Renato Shirakashi e Diego Monteiro em 2005 [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/rec6.png" alt="[Rec6] " title="[Rec6] " />Hoje o <a
href="http://www.syxt.com.br/rec6/">Rec6</a> saiu do <strike>beta</strike> alpha. Para quem não conheçe o Rec6 é um site no estilo do Digg, de notícias colaborativas na qual o controle editorial está nas mãos dos usuários, através da interação entre eles. O serviço pertentece à <a
href="http://www.syxt.com.br/">Via Syxt</a>, rede social fundada por Renato Shirakashi e Diego Monteiro em 2005 com foco em networking profissional. O Techbits entrevistou por email Renato Shirakashi de Sousa, Diretor de TI,  e sócio fundador do empreendimento. Blogosfera, preparem-se para o <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Slashdot_effect">efeito Rec6</a>.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/rec6_site.png" alt="[Capa do Rec6] " title="[Capa do Rec6] " class="floatTL"/></p><h4>O que é o Rec6 e de onde surgiu a idéia?</h4><p>O Rec6 é um site de notícias colaborativas. Ao contrário de outros sites do gênero, no Rec6 os próprios usuário enviam links para notícias e decidem, através de votação, quais são os melhores links para publicação na capa do site. Não há intervenção editorial e isso é o que torna o conteúdo tão especial. A notícias estão ali na capa pois os leitores assim escolheram e não um grupo editorial.</p><p>O modelo é o mesmo usado pelo <a
href="http://digg.com">digg.com</a>, site de muito sucesso nos EUA. A idéia inicial desse tipo de site veio muito tempo antes, através de iniciativas como o <a
href="http://slashdot.com">slashdot.com</a>. A diferença é que o Digg faz muito mais sucesso hoje do que todos aqueles que o precederam. E isso tem uma razão. É porque é simples. Simplicidade é tudo. E esse é um dos cernes da filosofia do Rec6.</p><h4>Vocês já oferecem desde o ano passado o Via Syxt, uma rede social voltada para networking profissional. Surge agora o Rec6. Colaboração, esta é a chave?</h4><p>Desde o início acreditamos muito na colaboração. Além disso, que a colaboração poderia ser usada para construir algo de relevância e utilidade para todos, além do entretenimento comum. Um grande exemplo disso é a <a
href="http://wikipedia.org">Wikipédia</a>, que é fantástica.</p><p>A Via Syxt, nossa empreeitada, que depois agregou um novo serviço, o Rec6, baseia-se totalmente nesse conceito. Os usuários são os grandes responsáveis pela comunidade.  Colaboração com certeza é a chave do nosso negócio.</p><h4>Nota-se que no Rec6 as notícias são promovidas de acordo com um algoritmo bem diferente de outros sites de noticícias colaborativas. Quais são os principais critérios levados em conta nesta promoção?</h4><p>O algoritmo do Rec6 é diferente dos demais pois leva em conta também o tempo em que a notícia é relevante. Na maioria dos outros mecanismos, uma vez na capa a notícia está fadada a desaparecer, assim que aparecerem novas notícias promovidas. O Rec6 respeita as notícias que continuam recebendo votações para continuar na capa e as mantêm ali. É claro que em algum momento essa notícia deixará de ser relevante e dará espaço para outras.</p><p>Além disso, nossos esforços estão voltados para personalização. Através de diversos critérios verificamos as notícias mais relevantes para o perfil de cada usuário. Nesse sentido, usuários do Rec6 também cadastrados na comunidade Via Syxt têm vantagens, já que podem nos dar mais informações, através de seu perfil, para que possamos encontrar notícias cada vez mais relevantes para ele.</p><h4>Agora que o Rec6 saiu do <strike>beta</strike> alpha, como será feita a monetização do serviço?</h4><p>Através de publicidade, principalmente.</p><h4>E as novidades que foram / serão lançadas?</h4><p>Nós da Via Syxt trabalhamos com o conceito de lançar pequenas atualizações constantemente ao invés de grandes mudanças em períodos de tempos mais espaçados. Isso nos dá maior flexibilidade. Por isso, novidade é algo que sempre se encontrará em nossos produtos. Quando colocamos no ar o rec6 pela primeira vez, as atualizações eram quase diárias.</p><p>Quanto ao que está por vir no Rec6, posso dizer que abrangem, principalmente, integração com a comunidade virtual, sistemas para aumentar a relevância das notícias para cada usuário e ferramentas para bloggers, como os famosos widgets.</p><h4>Startups brasileiras são raras. Há investidores interessados no nosso mercado? Que recomendações você daria a novos empreendedores?</h4><p>Sim, há investidores. Claramente, a quantidade é bem menor que no mercado americano, mas existem sim e estão buscando bons projetos. Acho que faltam mais bons empreendimentos do que investidores, especificamente no mercado do Internet.</p><p>E vejo dessa maneira porque o Brasil é um país sem uma cultura empreendedora, totalmente ao contrário do que ocorre nos EUA. E também existe a imagem de que bons projetos vêm de boas idéias, o que é uma mentira. Bons projetos vêm de boas implementações. Uma idéia por si só não é nada.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/entrevista-com-co-fundador-do-rec6-renato-shirakashi/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>16</slash:comments> </item> <item><title>Zune: iPod killer a rede social da música</title><link>http://techbits.com.br/2006/zune-o-ipod-killer-da-vez/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/zune-o-ipod-killer-da-vez/#comments</comments> <pubDate>Thu, 14 Sep 2006 18:17:17 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[ipod]]></category> <category><![CDATA[microsoft]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <category><![CDATA[wifi]]></category> <category><![CDATA[zune]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/zune-o-ipod-killer-da-vez/</guid> <description><![CDATA[De tempos em tempos surge um iPod killer (matador do iPod). Chegou a vez da Microsoft com o Zune. E não é que eles acertaram a mão? O diferencial do produto é a possibilidade de interação entre usuários através de uma rede sem fio. É a nova revolução da música digital. O produto estará a [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
alt="[Zune] " title="[Zune] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/zunelogo.png" />De tempos em tempos surge um iPod killer (matador do iPod). Chegou a vez da Microsoft com o Zune. E não é que eles acertaram a mão? O diferencial do produto é a <a
href="http://www.techcrunch.com/2006/09/14/zune-is-here/">possibilidade de interação entre usuários através de uma rede sem fio</a>. É a nova revolução da música digital. O produto estará a venda para as festas de fim de ano e virá em três cores.</p><h3>Compartilhe</h3><p>O <a
href="http://myspace.com/">MySpace</a> é uma rede social que funciona, entre outras, como forma de compartilhar músicas de bandas desconhecidas. O sucesso do mundo virtual foi transportado para o mundo real com o Zune. Através de uma rede wi-fi será possível enviar músicas a seus amigos. Essas músicas poderão ser ouvidas (pelo receptor) por até 3 dias ou no máximo 3 vezes, o que vier primeiro. O objetivo é vender mais músicas. A possibilidade da degustação antes da compra pode fazer as vendas de músicas digitais crescerem. É a rede social dos <em>players</em> de música. Tacada de mestre.</p><h3>Zune e sua loja</h3><p><img
title="[Zune e suas cores] " alt="[Zune e suas cores] " src="/img/ext/zune.png" />Da mesma forma que a Apple, a Microsoft lançará junto ao Zune sua <a
href="http://www.engadget.com/2006/09/14/zune-marketplace-to-keep-your-zune-player-happy/">própria loja de músicas</a>. Essa integração é uma das explicações para o grande sucesso do iPod. A outra explicação é a interface fácil de usar e o design simples e bonito. O desing do Zune é razoável. Só espero que não seja complicado de usar como a Microsoft adora fazer.</p><h4>Na blogosfera:</h4><ul><li><a
href="http://www.digitaldrops.com.br/drops/2006/09/conheca_o_microsoft_zune.html">Digital Drops</a>: Conheça o Microsoft Zune</li><li><a
href="http://tekknoblog.blogspot.com/2006/09/player-digital-zune-da-microsoft-chega.html">NsT</a>: Player digital Zune, da Microsoft, chega para concorrer com iPod.</li><li><a
href="http://blog.estadao.com.br/blog/anderaos/?title=anti_ipod_da_microsoft_e_finalmente_apre&#038;more=1&#038;c=1&#038;tb=1&#038;pb=1">Anderaos Wireless</a>: Anti-iPod da Microsoft é finalmente apresentado</li><li><a
href="http://www.odontopalm.com.br/gsf/arquivo/2006/09/zune_chega_para.html">Garota sem fio</a>: Zune chega para arrebentar</li><li><a
href="http://www.meiobit.com/arq/008537.html">Meio-Bit</a>: Lançado o Microsoft Zune &#8211; com vídeos da interface</li><li><a
href="http://www.techcrunch.com/2006/09/12/ok-heres-what-apple-announced-today/">Techcrunch</a>: Ok, Here’s What Apple Announced Today</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/zune-o-ipod-killer-da-vez/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>4</slash:comments> </item> <item><title>Eu curti. E você?</title><link>http://techbits.com.br/2006/eu-curti-e-voce/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/eu-curti-e-voce/#comments</comments> <pubDate>Thu, 14 Sep 2006 14:17:43 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[digg]]></category> <category><![CDATA[eu-curti]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/eu-curti-e-voce/</guid> <description><![CDATA[Venho acompanhando há algum tempo o site que, parece, tornará-se o Digg brasileiro. O Eu Curti é uma rede social colaborativa de notícias. Exatamente o mesmo conceito que tenho do Digg, com a vantagem de ser em português. São sites que na essência dão o &#8220;controle editorial&#8221; aos usuários ao permitir que enviem notícias (publicadas [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
alt="[Eu curti] " title="[Eu curti] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/eucurti.gif" />Venho acompanhando há algum tempo o site que, parece, tornará-se o Digg brasileiro. O <a
href="http://eucurti.com.br/">Eu Curti</a> é uma rede social colaborativa de notícias. Exatamente o mesmo conceito que tenho do <a
href="http://digg.com/">Digg</a>, com a vantagem de ser em português. São sites que na essência <a
href="http://techbits.com.br/2006/pagar-nao-rima-com-cavar/">dão o &#8220;controle editorial&#8221; aos usuários</a> ao permitir que enviem notícias (publicadas em outros sites), votem nelas (a favor ou contra) e, se a multidão achar relevante, promover para a página principal.</p><p>Explicando melhor: há um algoritimo que mede a intensidade de interesse por determinada notícia de acordo com os votos recebidos e a votação geral do site. Esse algoritimo promove notícias para a página principal ou as mantém no ostracismo. Os <a
href="http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-privacidade/#multidao">desejos da multidão</a> é que decidem.</p><h3>O efeito digg</h3><p>Os sites e blogs escritos em inglês podem sofrer do <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Digg_effect">efeito digg</a> (o novo efeito slashdot). Isso significa que seus posts ganharam a simpatia da multidão e foram parar na página principal. Ou seja, o site foi <em>digged</em>. O fluxo de leitores dispara a níveis astronômicos e, de tantos acessos simultâneos o site pode sair do ar. Quase que um <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DDoS">ataque de negação de serviço</a> (DDoS), mas gerado por sucesso de um post e não por hackers.</p><p>O Eu Curti cresceu bastante de movimento nos últimos dias, após <a
href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2006/09/13/idgnoticia.2006-09-13.5130350098/IDGNoticia_view">publicação de uma matéria no IDGNow</a>. Está ganhando massa crítica com mais notícias sendo postadas e mais pessoas votando. Em breve deve surgir o efeito eu curti. E os sites que sairem do ar poderão dizer: fui curtido.</p><h3>Concorrentes</h3><p>Na onda da web 2.0 brasileira existem vários serviços similares ao Eu Curti. Quem deu a dica foi o <a
href="http://www.diogoazevedo.com/2006/09/voce-conhece-os-diggs-nacionais/">Diogo Azevedo</a>, em uma ótima análise publicada em seu blog recentemente. Entre os concorrentes temos o <a
href="http://www.ouvidizer.com/">Ouvi Dizer</a>, o <a
href="http://www.linkk.com.br/">LinkK</a>, o <a
href="http://www.syxt.com.br/rec6/index.php">rec6</a> e o <a
href="http://www.overmundo.com.br/">Overmundo</a>. Este último é voltado para cultura, ou seja, explora um nicho bem específico e já é bastante conhecido pelos internautas. Dos outros três, o rec6 é o que tem a interface mais com cara de web 2.0. Os três aparentemente não têm o mesmo número de usuários que o Eu Curti, mas estão em busca por um lugar ao Sol.</p><h3>Cauda Longa da notícia</h3><p>Temos um agregador (Eu Curti), uma rede social colaborativa e uma infinidade de blogs e sites na disputa pela atenção do leitor. Um blog de nicho consegue através do Eu Curti atingir um público muito maior, demonstrando que <a
href="http://9rules.com/blog/2006/08/9rules-long-tail/">há demanda para qualquer conteúdo</a>. Não importa qual site que você está lendo e sim se o conteúdo é relevante para seus interesses. Essa é a <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a> da notícia.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/eu-curti-e-voce/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>12</slash:comments> </item> <item><title>Em defesa da privacidade</title><link>http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-privacidade/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-privacidade/#comments</comments> <pubDate>Wed, 23 Aug 2006 15:17:28 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[data-mining]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[orkut]]></category> <category><![CDATA[privacidade]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-privacidade/</guid> <description><![CDATA[O Ministério Público está movendo uma ação contra o Google do Brasil para obter informações de usuários que supostamente cometeram crimes em seu site de relacionamento, o orkut. A ação pode levar à multa e fechamento das operações da empresa no Brasil. O grande problema que vejo aí é a privacidade dos usuários do serviço. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/orkut.png" alt="[Orkut]" title="Orkut" />O Ministério Público está movendo uma ação contra o Google do Brasil para obter informações de usuários que supostamente cometeram crimes em seu site   de relacionamento, o orkut. <a
href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2006/08/22/idgnoticia.2006-08-22.0464035906/IDGNoticia_view" title="de que adianta fechar o Google Brasil se o serviço está nos EUA e na internet?">A ação pode levar à  multa e fechamento das   operações da empresa no Brasil</a>. O grande problema que vejo aí é a privacidade   dos usuários do serviço. Se o MP vencer a ação e conseguir acesso às   informações sobre usuários do orkut, abre-se um precedente para que todo tipo   de informação de qualquer pessoa caia nas mãos da justiça.</p><h3>Não à  pedofilia e à  intolerância</h3><p>O alvo da ação do MP são os <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedofilia" title="Segundo a wikipedia...">pedófilos</a> e os que cultivam intolerância às   minorias. Ok, são fora-da-lei. Mas crimes acontecem em todos os   lugares. Alguém já viu a justiça querer fechar ruas de São Paulo pois   cometem-se crimes nestes locais? Não estou defendo os pedófilos e muito menos   os simpatizantes do ódio a qualquer categoria. Cada um tem suas razões para as   coisas que faz e nada tenho a ver com isso.</p><h3>Yahoo! e Microsoft já abriram as pernas</h3><p>Enquanto todos discutem se o Google é &#8220;do bem&#8221; ou &#8220;do mal&#8221; em não permitir   acesso a informações de supostos criminosos, a justiça brasileira já obteve acesso aos   bancos de dados da Yahoo! e da Microsoft. No começo deste ano, lá no norte, o DOJ (algo como o   Ministério Público dos EUA) fez uma solicitação aos   mecanismos de busca para que revelassem informações de pesquisa   de seus usuários. O objetivo era verificar a incidência de pessoas   interessadas em pedofilia, intolerância e assuntos relacionados. Todo mundo   (leia-se Yahoo!, MSN e outros) atendeu. <a
href="http://www.theregister.co.uk/2006/01/31/google_subpoena_us_government/" title="O google diz não ao DOJ...">Exceto o Google</a>. Volto a repetir: não   estou defendendo o crime. Apenas fico com medo que <a
href="http://techbits.com.br/2006/e-a-privacidade-foi-pro-brejo/" title="já não foi?">a   privacidade vá para o brejo</a>.</p><h3 id="multidao">Os desejos da multidão</h3><p>Um termo que ficou famoso na web é &#8220;<a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Wisdom_of_Crowds" title="Os desejos da multidão, CRM, o que vc quiser...">wisdom of crowds</a>&#8220;, algo como o desejo das   multidões. Milhões de pessoas fazem pesquisas na internet diariamente. Se   alguém observar o que estão procurando vai descobrir o desejo das multidões.   Se você costuma procurar por conteúdo obscuro na internet (todos fazem, ninguém admite), pode ser   vítima indireta dessa ação do Ministério Público. Em defesa da privacidade   ainda torço para que a justiça não tenha acesso a esses dados, ou se tiver,   que seja rigorosamente apenas o dos supostos criminosos.</p><p><strong>[Atualização]</strong> O <a
href="http://googleblog.blogspot.com/2006/08/coalition-against-child-pornography.html" title="O Google está preocupado...">blog official do Google</a> informa que acaba de associar-se ao <a
href="http://www.missingkids.com/missingkids/servlet/NewsEventServlet?LanguageCountry=en_US&amp;PageId=2629" title="National Center for Missing &amp; Exploited Children">NCMEC</a>, grupo de combate à  pedofilia. Enquanto isso a Microsoft diz que vai incluir em seu mensageiro instantâneo MSN <a
href="http://www.solonbro.com/wp-trackback.php?p=28" title="Denuncie via MSN">um botão para denunciar pedófilos</a>. Ótimo saber que eles se preocupam com o problema. Péssimo descobrir que o governo tem acesso a todos os seus dados&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-privacidade/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>17</slash:comments> </item> <item><title>Pagar não rima com cavar</title><link>http://techbits.com.br/2006/pagar-nao-rima-com-cavar/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/pagar-nao-rima-com-cavar/#comments</comments> <pubDate>Thu, 03 Aug 2006 10:17:27 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[digg]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[netscape]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/pagar-combina-com-cavar/</guid> <description><![CDATA[Definitivamente as redes sociais estão na moda. Aqui no Brasil temos o orkut no qual não ter um perfil significa praticamente não existir. Nos EUA temos o MySpace que começa a provocar discussões em torno da privacidade e acesso a menores de idade. Mas será que a única forma de rede social que existe é [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
title="Digg vs Netscape" alt="[Digg vs Netscape]" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/diggvsnetscape.png" />Definitivamente as redes sociais estão na moda. Aqui no Brasil temos o <a
title="Você não está no orkut?" href="http://www.orkut.com">orkut</a> no qual não ter um perfil  significa praticamente não existir. Nos EUA temos o <a
title="MySpace, o site mais visitado dos EUA" href="http://myspace.com">MySpace</a> que começa a provocar discussões <a
title="MySpace restrito" href="http://news.yahoo.com/s/nf/20060801/bs_nf/45024">em torno da privacidade e acesso a menores de idade</a>. Mas será que a única forma de rede social que existe é essa, na qual as pessoas se expõe para se relacionar? Felizmente a resposta é não!</p><p>Um dos fenômenos mais interessantes das redes sociais está na área de mídia e se chama <a
title="Cave o digg" href="http://digg.com">Digg</a>. É um site que mistura colaboração, rede social, bookmarking e notícias. Como conseqüência torna-se uma fonte de informações quentíssimas.  Não é exagero dizer que mudou os hábitos da web.</p><h3>Cadê os editores?</h3><p>Na verdade o Digg não produz seu próprio conteúdo. Sua página principal exibe resumos de matérias publicadas em sites por toda a internet. A grande novidade é a ausência de editores internos. Tudo depende dos usuários. Todos possuem poder de voto (a favor ou contra) e todos podem postar notícias. As mais relevantes, de acordo com a multidão, saem na página principal. Essa é a essência de uma rede social colaborativa.</p><h3>Digg vs Netscape</h3><p>O sucesso do Digg é tão grande que recentemente <a
title="O clone do Digg" href="http://netscape.com/">surgiu um clone</a> . Estamos falando da Netscape, que já foi <a
title="Foi browser, virou mídia" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2001/06/07/netscape-mais-midia-menos-browser/">um browser de sucesso</a> e hoje cria polêmica oferecendo dinheiro para os melhores usuários do Digg.</p><p>Na essência o pensamento da Netscape é o seguinte: há um grupo de usuários que são os mais ativos do Digg. Por que não recompensá-los financeiramente para postar no Netscape ao invés de no Digg?</p><p><a
title="Digg vs Netscape" href="http://leoville.vox.com/library/post/rose-vs-calacanis.html">A questão é complexa</a> mas parece consenso geral que o pagamento de pessoas para postar no site seria algo como voltar ao tradicional pequeno grupo de editores que definem os assuntos importantes. Aquela história de feedback de uma comunidade que se auto regula, acaba. E tudo volta a ser como era antes.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/pagar-nao-rima-com-cavar/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> </channel> </rss>
