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> <channel><title>Techbits &#187; paradigma</title> <atom:link href="http://techbits.com.br/tudo-sobre/paradigma/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://techbits.com.br</link> <description>O Techbits é um blog voltado para discussão de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, segurança e negócios.</description> <lastBuildDate>Thu, 06 Oct 2011 05:55:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>OpenSocial + Facebook + Web 2.0 vs. Desktop, o fim de uma era</title><link>http://techbits.com.br/2007/opensocial-facebook-web-20-vs-desktop-o-fim-de-uma-era/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/opensocial-facebook-web-20-vs-desktop-o-fim-de-uma-era/#comments</comments> <pubDate>Mon, 05 Nov 2007 15:42:18 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[desktop]]></category> <category><![CDATA[facebook]]></category> <category><![CDATA[opensocial]]></category> <category><![CDATA[paradigma]]></category> <category><![CDATA[ria]]></category> <category><![CDATA[tendência]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/opensocial-facebook-web-20-vs-desktop-o-fim-de-uma-era/</guid> <description><![CDATA[Na semana passada uma revolução aconteceu, fiz um preview, mas errei um pouco o que deveria ter entendido na ocasião. O que está em jogo com o OpenSocial é o fim da era desktop e a ascensão da web como plataforma. Ok, você já deve ter lido isso aqui e em outros lugares várias vezes, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/geek-garbage-flickr.jpg" alt="[Geek Garbage, via Flickr] " />Na semana passada uma revolução aconteceu, <a
href="http://techbits.com.br/2007/o-melhor-mesmo-e-agregar/" title="fiz um preview" id="fwg3">fiz um preview</a>, mas errei um pouco o que deveria ter entendido na ocasião. O que está em jogo com o <a
href="http://tomas.wordpress.com/2007/11/03/opensocial-desvelado/">OpenSocial</a> é o fim da era desktop e a ascensão da web como plataforma. Ok, você já deve ter lido isso aqui e em outros lugares várias vezes, está cansado de profetizarem os softwares on-line, mas esse movimento da Google, objetivando a criação de uma plataforma de web services aberta, é uma aposta gigante em tudo isso que estamos ouvindo desde que inventaram o termo web 2.0.</p><p>O Ajax &#8211; eu sei, tudo tecnologia velha, rearranjada de uma maneira diferente &#8211; o SilverLight, o Adobe Flex, todas essas formas de desenvolver <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rich_Internet_Application" title="Rich Internet Applications" id="x6lr">Rich Internet Applications</a> estão na luta para tentar dominar a nova era. Hoje tanto faz o sistema operacional que você roda em sua máquina. Linux, <a
href="http://meiobit.com/apple/leopard_sucesso_de_duas_milh_es_de_c_pias" title="MacOS com o novíssimo Leopard" id="n3dh">MacOS com o novíssimo mega sucesso Leopard</a>, Windows Vista ou XP ou mais antigo&#8230; Que se dane o sistema operacional, <a
href="http://techbits.com.br/2007/o-pc-e-um-acessorio-do-firefox/" title="o PC é um acessório do Firefox" id="u4z3">o PC é um acessório do Firefox</a>. Tudo que precisamos é um navegador web, uma janela para as aplicações on-line, um browser decente.</p><p>A minha preocupação agora é tentar descobrir qual será a nova quebra de paradigma &#8211; <a
href="http://faxinar.marcogomes.com/" title="desculpa aí, Faxinar" id="xoi1">desculpa aí, Faxinar</a> &#8211; a mudar o mundo da tecnologia. E não é a web como plataforma, isso já está virando lugar comum. A IBM teve sua época, a Microsoft também. O Google domina essa era, mas está pra surgir a nova empresa que vai assustar e ao mesmo tempo causar admiração em todos, e deixar a gigante deMontain View para trás. Não, não estou falando da <a
href="http://www.brpoint.net/arquivo/adsense/bolha-do-adsense.html" title="bolha do Adsense" id="g_oc">bolha do Adsense</a>. Estamos na era da web. Qual será a próxima? <a
href="http://www.downloadsquad.com/2007/11/04/microsoft-launches-google-gears-competitor/" title="Web off-line?" id="ohkd">Web off-line?</a> Mobile? <a
href="http://www.news.com/8301-13579_3-9810358-37.html?part=rss&amp;subj=news&amp;tag=2547-1_3-0-20" title="Cadê o Google Phone?" id="v829">Cadê o Google Phone?</a></p><p><small>(*) foto deste post, <a
href="http://flickr.com/photos/jeko/199644438/">via Flickr</a></small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/opensocial-facebook-web-20-vs-desktop-o-fim-de-uma-era/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>10</slash:comments> </item> <item><title>Em defesa da inovação</title><link>http://techbits.com.br/2007/em-defesa-da-inovacao/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/em-defesa-da-inovacao/#comments</comments> <pubDate>Wed, 14 Mar 2007 00:17:06 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[era-da-informação]]></category> <category><![CDATA[inovação]]></category> <category><![CDATA[paradigma]]></category> <category><![CDATA[viacom]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/em-defesa-da-inovacao/</guid> <description><![CDATA[A notícia está por toda a blogosfera e mídia tradicional: a Viacom está processando o YouTube em 1 bilhão de dólares. A Viacom tem todo direito sobre suas propriedades intelectuais e deve ganhar dinheiro com isso, não há dúvidas. Mas isso só mostra uma coisa que me preocupa mais do que o valor pedido no [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/ideias.jpg" title="[grandes idéias]" alt="[grandes idéias]" />A notícia está por toda a blogosfera e mídia tradicional: a <a
href="http://www.diogoazevedo.com/2007/03/viacom-quer-1-bilhao-do-google/" title="Viacom está processando o YouTube">Viacom está processando o YouTube</a> em 1 bilhão de dólares. A Viacom tem todo direito sobre suas propriedades intelectuais e deve ganhar dinheiro com isso, não há dúvidas. Mas isso só mostra uma coisa que me preocupa mais do que o valor pedido no processo: empresas inovadoras como o Google acabam sofrendo as conseqüências de serem as primeiras a se arriscarem em um novo modelo de negócios. Ok, você vai dizer que quem criou o YouTube não foi o Google. Sim, mas várias outras unidades de negócios da gigante de buscas sofrem com essa mania de inovação.</p><h3> Paradigmas</h3><p>O mundo está vivenciando uma mudança radical na distribuição de conteúdo. Ninguém quer esperar um ano pra assistir à  série preferida quando alguma TV resolver passar por aqui. Ninguém tem mais tempo pra assitir um programa na televisão na hora que a emissora quer passar. Todos queremos que a busca retorne os melhores resultados, onde quer que essa informação esteja. Pode ser em um livro na biblioteca da esquina ou em algum blog perdido na internet.</p><p>Se uma empresa não consegue acompanhar as inovações e as mudanças rápidas que ocorrem na era da informação, que deixemos a seleção natural de Darwin matá-la. A outra opção seria mudar a forma de trabalhar e inovar também. Mas o que está acontecendo é que esse conservadorismo, essa falta de aceitação que novos modelos de negócio existem, as impede de trilhar o mesmo caminho. Preferem processar ao invés de inovar. Essas estão riscadas dos meus links.</p><h4> Leia também:</h4><ul><li> <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/" title="O LOST e o novo paradigma da distribuição de conteúdo">O LOST e o novo paradigma da distribuição de conteúdo</a></li><li> <a
href="http://techbits.com.br/2007/a-busca-e-a-prateleira-empoeirada/" title="A busca e a prateleira empoeirada">A busca e a prateleira empoeirada</a></li><li><a
href="http://meiobit.com/industria/youtube_o_mark_cuban_estava_certo">YouTube: o Mark Cuban estava certo?</a>, via Meio Bit</li><li><a
href="http://blog.navegantes.org/index.php?title=da_para_penalizar_os_sites_colaborativos&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1">Dá para penalizar os sites colaborativos por seu conteúdo?</a>, via Navegantes blog</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/em-defesa-da-inovacao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>6</slash:comments> </item> <item><title>Joost: revolução na TV?</title><link>http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/#comments</comments> <pubDate>Fri, 09 Feb 2007 18:17:07 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[joost]]></category> <category><![CDATA[p2p]]></category> <category><![CDATA[paradigma]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/</guid> <description><![CDATA[[Atualizado] Lembro-me que antigamente vídeos pela internet eram terrivelmente ruins. Aquelas imagens em movimento com resolução 50 x 30 pixels não ajudavam em nada. Os tempos mudaram e veio o YouTube. Felizmente a tecnologia não pára e recentemente surgiu o Joost, uma forma inovadora de TV via internet. A distribuição de conteúdo se dá por [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/joost.png" title="[Joost] " alt="[Joost] " /><strong>[Atualizado]</strong> Lembro-me que antigamente vídeos pela internet eram terrivelmente ruins. Aquelas imagens em movimento com resolução 50 x 30 pixels não ajudavam em nada. Os tempos mudaram e veio o YouTube. Felizmente a tecnologia não pára e recentemente surgiu o <a
href="http://joost.com/">Joost</a>, uma forma inovadora de TV via internet. A distribuição de conteúdo se dá por P2P (<a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P2P">Peer-to-peer</a>) e o &#8220;sinal&#8221; chega de forma rápida e com boa qualidade. É provável que faça muito sucesso pois tem como criadores os mesmos gênios por trás do <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Skype" class="bbli">Skype<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>. A idéia em si é simples e a implementação, inovadora. Tem tudo para mudar radicalmente a distribuição de conteúdo nos próximos anos e talvez transformar o YouTube em peça de museu.</p><h3>Como o Joost funciona?</h3><p>Primeiro vamos olhar para o YouTube. Lá um vídeo é postado e quando você quer assistí-lo, o &#8220;sinal&#8221; (ou streaming) vem direto dos servidores do YouTube. No ano passado, quando o serviço ficou conhecido do grande público, uma das discussões intermináveis era <a
href="http://belavidabesta.blogspot.com/2006/08/youtube.html">como o YouTube estava pagando suas despesas com gastos de banda</a>, pois os cálculos mostravam números gigantescos. Tempos depois o site foi comprado pela <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Google" class="bbli">Google<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> e esses problemas, minimizados. Mas olhando o funcionamento do YouTube percebemos que quanto mais um vídeo é assistido, mais banda do site é gasta, gerando despesas.</p><p>O Joost (<a
href="http://horizontal.wordpress.com/2007/01/22/125/">ex-Venice Project</a>) adota uma forma diferente, mais eficiente em termos de gastos de banda, dividindo entre seus usuários esta carga. Como? Vem aí a &#8220;mágica&#8221; do P2P. Ao mesmo tempo que um telespectador do Joost recebe e consome megabytes de vídeo, está enviando outros tantos megabytes para os demais usuários. É mais ou menos o mesmo princípio de funcionamento do torrent. Para se ter uma idéia, uma hora de Joost <a
href="http://www.joost.com/blog/2007/01/venice-s-bandwidth-usage.html">consome entre 220 e 425 MB de banda</a>, contando download e upload, dependendo da qualidade do vídeo. É uma quantidade enorme de dados, compensadas com a qualidade relativamente boa da transmissão.</p><h3>Usando o Joost</h3><p>Atualmente estão disponíveis 22 canais contendo 422 programas de TV, o que dá uma média de 19 atrações por canal. A duração de cada programa varia bastante, desde 3 minutos, chegando até quase 90 minutos. Há algumas propagandas, coisa de 2 segundos, só mostrando a logomarca do patrocinador. A transição entre um programa e outro demora alguns segundos, típico de transmissões digitais.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/joost_telas.jpg" title="[Telas do Joost] " alt="[Telas do Joost] " class="floatTL" /></p><p>A variedade de assuntos vai de documentários, clipes musicais, desenhos, esportes com carros, mais clipes e desenhos&#8230; Por estar em teste beta, a variedade não é o forte. Creio que seja possível gastar umas 48h direto assistindo a todos os programas seqüencialmente, mas está longe do ideal. É bem provável que quando lançado oficialmente muito mais conteúdo esteja disponível.<img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/joost_plugin.jpg" title="[Plugin Joost] " alt="[Plugin Joost] " class="floatTL" /></p><h3>O futuro da TV</h3><p>Certamente o futuro da TV não está no VHF ou UHF. Nem na TV à  cabo. Tudo será transportado pela internet. Problemas antes insolúveis como os gastos com banda acharam uma solução. A multidão pede programas via internet, vide o sucesso do YouTube e de downloads do Lost nas redes de bittorrent. Talvez o Joost represente <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">a revolução que a TV necessita</a>, uma quebra de paradigmas, sei lá. Vamos aguardar para assistir.</p><h3>Requisitos mínimos</h3><p>Seguindo sugestão do <a
href="http://sergioflima.pro.br/blog/blogs">Sérgio Lima</a> (comentário #6, abaixo), acrescento os <a
href="http://www.joostfan.com/2007/02/01/joost-system-requirements/">requisitos mínimos</a> de hardware. Por enquanto só funciona na plataforma <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:Windows software" class="bbli">Windows<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>. Mac e Linux estão em desenvolvimento.</p><ul><li>Windows XP SP2</li><li>Pentium 4, 1GHz, 512 MB RAM</li><li>Placa de Vídeo com 32 MB e que suporte DirectX 9.0c</li><li>500 MB livres no HD</li><li>Banda Larga de 1 Mbit/s de download e 512 kbit/s de upload</li></ul><h3></h3><h4>Leia mais em:</h4><ul><li><a
href="http://mvmr.wordpress.com/2007/01/30/joost-seu-tv-agora-e-no-pc/">Joost: Sua TV agora é no PC</a>, via <a
href="http://mvmr.wordpress.com/">Mundo Virtual Mundo Real</a></li><li><a
href="http://www.tnow.com.br/negocios/joost-sera-o-mais-novo-rival-das-emissoras-de-televisao/">Joost será o mais novo rival das emissoras de televisão</a>, via <a
href="http://www.tnow.com.br">TNow</a></li><li><a
href="http://www.nerdgames.net/blog/conheca-melhor-como-funciona-o-joost/">Conheça melhor como funciona o Joost</a>, via <a
href="http://www.nerdgames.net">NerdGames</a></li><li><a
href="http://www.undergoogle.com/blog/2007/02/google-descarta-tv-na-web-para-alegria.html">Google descarta TV na web, para alegria das operadoras</a>, via <a
href="http://www.undergoogle.com/blog/">UnderGoogle</a></li><li><a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/">TV e YouTube: diametralmente opostos</a>, via Techbits</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>468</slash:comments> </item> <item><title>Web 2.0 não é uma besteira sem tamanho</title><link>http://techbits.com.br/2007/web-20-nao-e-uma-besteira-sem-tamanho/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/web-20-nao-e-uma-besteira-sem-tamanho/#comments</comments> <pubDate>Fri, 19 Jan 2007 16:17:51 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[empreendedorismo]]></category> <category><![CDATA[evolução]]></category> <category><![CDATA[inovação]]></category> <category><![CDATA[paradigma]]></category> <category><![CDATA[tecnologia]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/web-20-nao-e-uma-besteira-sem-tamanho/</guid> <description><![CDATA[A chamada web 2.0 tem seus críticos e adoradores. Os críticos dizem que web 2.0 não significa nada. Provam dizendo que todas as tecnologias usadas já existiam previamente ou ainda que a única diferença para a web 1.0 é a maior quantidade de pessoas acessando a rede. Por sua vez, os entusiastas idolatram serviços na [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
alt="[Web 2.0, fonte: http://hello.eboy.com/eboy/shop/] " title="[Web 2.0, fonte: http://hello.eboy.com/eboy/shop/] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/web20.png" class="floatTL"/>A chamada <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Web_2">web 2.0</a> tem seus críticos e adoradores. Os críticos dizem que web 2.0 não significa nada. Provam dizendo que todas as tecnologias usadas já existiam previamente ou ainda que a única diferença para a web 1.0 é a maior quantidade de pessoas acessando a rede. Por sua vez, os entusiastas idolatram serviços na web, mágicas com <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/AJAX_(programa%C3%A7%C3%A3o)">Ajax</a> e querem tudo on-line. As tecnologias todas realmente já existiam. Mas é necessário aquele estalo de criatividade para compreender, juntá-las e criar todo um novo modelo de negócios.</p><h3>Web 2.0, tecnologias antigas</h3><p>Um texto criticando a web 2.0 no Webinsider, <a
href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/01/18/web-20-e-uma-revolucao-entao-me-deixem-criticar/">&#8220;Web 2.0 é uma revolução? Então me deixem criticar&#8221;</a>, chamou a atenção. É uma leitura interessante, mas a idéia de criticar a web 2.0 não é nova e <a
href="http://www.revolucao.etc.br/archives/web-20-nao-significa-nada-me-desculpe/">já tinha sido feita pelo blog Revolução Etc</a> um ano atrás. A crítica principal do Webinsider é que todas essas tecnologias já existiam.</p><p>Segundo o texto, a colaboração já ocorria nos tempos de <em>newsgroups</em>. Sim, verdade: evoluíram para fóruns, listas de discussão e mais recentemente tomaram conta da internet. Um bom exemplo de colaboração na divulgação de conteúdo são sites como o Digg ou a Wikipédia, coisas bem diferentes de um <em>newsgroup</em>. No mesmo texto fala-se da inteligência coletiva, também chamada de sabedoria das multidões. Diz que isso já existia e cita como exemplo antigo a Amazon que, não por acaso, tornou-se um dos expoentes da chamada web 2.0.</p><p>Discutindo sobre a web como plataforma, as críticas relembram que o <a
href="http://blogs.sun.com/jonathan/entry/the_network_is_the_computer">conceito foi desenvolvido na década de 90</a>. Sim, mas naquela época não era possível a criação de tudo isso pois não existia uma rede forte e rápida como encontramos hoje. Ajax e <a
href="http://techbits.com.br/2006/rss-que-diabos-e-isso/">RSS</a> são tecnologias derivadas de outras que já existiam. Também é verdade, mas foi só recentemente que começaram a ser usadas de forma útil. Propaganda por links patrocinados não foram inventados pelo Google mas foi essa empresa que, desenvolvendo a idéia, tornou esse mercado possível.</p><h3>Idéias sem rumo</h3><p>Certa vez li em um clássico da literatura (seria Machado de Assis?) que uma laranja só passa a existir a partir do momento que alguém a encontra e colhe da árvore. Fazendo uma analogia com as idéias discutidas aqui, pergunto: se já sabíamos que tudo isso existia, por que não fizemos nada para ganhar rios de dinheiro no desenvolvimento da agora chamada web 2.0?</p><p>Uma idéia, um conceito, precisam de um visionário que enxergue além do que os outros. A maioria de nós não possui esta dádiva, e ficamos achando que só porque algo já existia mas era visto de outra forma, o desenvolvimento daqueles conceitos em coisas úteis não valem nada. Pra mim a web 2.0 é alguma coisa, é a realização de uma visão de empreendedores. E também não existe outra <em>buzzword</em> melhor para nos referirmos a essa &#8220;tecnologia&#8221;.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://mugnatto.blogspot.com/2007/01/resposta-ao-texto-do-alex-hubner-sobre.html">A resposta ao texto do Webinsider</a>, por Marco Mugnatto</li><li><a
href="http://brunotorres.net/web-01">Web 0.1 alpha</a>, por Bruno Torres</li><li><a
href="http://blog.elcio.com.br/?p=3082">Web 2.0 pé no chão</a>, via fechaTag</li><li><a
href="http://www.leohackin.com.br/index.php?post=49">Cabeças 2.0</a>, via leohackin 0.1a</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/web-20-nao-e-uma-besteira-sem-tamanho/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>22</slash:comments> </item> <item><title>As tecnologias mortas de 2006</title><link>http://techbits.com.br/2006/as-tecnologias-mortas-de-2006/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/as-tecnologias-mortas-de-2006/#comments</comments> <pubDate>Thu, 02 Nov 2006 17:17:52 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[decadência]]></category> <category><![CDATA[finados]]></category> <category><![CDATA[inovação]]></category> <category><![CDATA[paradigma]]></category> <category><![CDATA[tecnologia]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/as-tecnologias-mortas-de-2006/</guid> <description><![CDATA[Feriado de Finados. Nada mais relevante do que falar dos mortos. A tecnologia avança a passos largos. A toda hora inovações surgem substituindo o que era insubstituível. O ciclo de vida dos produtos está cada vez menor. Alguns prevêem inclusive a chegada da singularidade tecnológica, mas isso é assunto para outro post. A seguir acompanhe [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/rip.png" alt="[R.I.P.] " title="[R.I.P.] " />Feriado de Finados. Nada mais relevante do que falar dos mortos. A tecnologia avança a passos largos. A toda hora inovações surgem substituindo o que era insubstituível. O ciclo de vida dos produtos está cada vez menor. Alguns prevêem inclusive a chegada da <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Technological_singularity">singularidade tecnológica</a>, mas isso é assunto para outro post. A seguir acompanhe uma análise do que está para virar peça de museu.</p><h3>HD-DVD, BluRay e as emissoras de TV</h3><p>Nem bem foram lançados mas o <a
href="http://techbits.com.br/2006/blu-ray-vs-hd-dvd-quem-se-importa/">HD-DVD e o BluRay</a> estão com os dias contados. Mídias físicas serão substituídas por distribuição pela internet. A Amazon Unbox e a iTunes, entre outras, já descobriram o filão. Consumidores já sabiam disso faz tempo pois trocam arquivos via bit torrent ou outras redes P2P. O sucesso de sites como o YouTube é outra prova que queremos disponibilidade de conteúdo e não restrições e mais restrições como o DRM e mídias físicas.</p><p>Emissoras de TV convencionais também estão entre as tecnologias decadentes. <a
href="http://techbits.com.br/2006/pirataria-como-modelo-de-negocios/">Uma executiva da Disney/ ABC admitiu isso</a> ao descobrir que 15 minutos após um programa passar em sua rede, já estava disponível ilegalmente para download na internet. Quem não mudar o modelo de negócios rapidamente vai virar dinossauro nos próximos anos.</p><h3>PDA</h3><p>Há tempos dizem assistente pessoal digital, mais conhecido como PDA, está morto. Na verdade evoluiu para uma integração com o celular surgindo daí um <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-era-dos-smartphones/">híbrido chamado smartphone</a>. Faz tempo que não vejo grandes lançamentos no mercado de PDAs e essa é a tendência: trata-se de um mercado em forte declínio.</p><h3>Telefone fixo</h3><p>O crescimento da telefonia fixa é pífio comparado às celulares. Quem quer um telefone que fica preso a um fio e que só dá pra atender se você estiver na mesma localidade que a linha está instalada? A mobilidade está aí e os celulares dominam o cenário (<a
href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u111341.shtml">mais de 90 milhões de celulares vs. ao redor de 40 milhões de telefones fixos</a>). Além do que a telefonia sobre IP (VOIP) está crescendo e é muito mais barata que a telefonia fixa convencional.</p><h3>TV de Plasma</h3><p>A TV de plasma foi a campeã de vendas antes da Copa do Mundo de 2006. Passado o encanto inicial e a derrota do Brasil os consumidores descobriram que o plasma não é assim tão bom quanto achavam. Telas com manchas, qualidade sofrível (na verdade por causa da baixa qualidade de transmissão de TV no Brasil), <a
href="http://www.original123.com.br/clipping/?p=526">vários foram os motivos de reclamações e devoluções</a>. A tecnologia que promete mesmo é o LCD.</p><h3>Sistema Operacional</h3><p>Windows? MacOS? Linux? <a
href="http://mugnatto.blogspot.com/2006/09/office-na-web-web-como-plataforma-t.html">Que diferença faz se tudo está migrando para a web?</a> A tecnologia do momento são os browsers e a web 2.0. É claro que ainda não antingimos a maturidade nos web services e os softwares on-line na maioria das vezes são mais fracos que suas versões off-line. Mas eu, sinceramente, já não me importo com qual sistema operacional está por trás do meu navegador preferido. Aparentemente o futuro é a fusão de aplicações web com as desktop.</p><h3>Wi-Fi</h3><p>Quem ainda acha que <a
href="http://techbits.com.br/2006/wi-fi-nao-e-internet-movel/">wi-fi é internet móvel está enganado</a>. O hotspot é móvel? Não. Dá pra acesar o wi-fi de qualquer lugar? Não. Mas com a chegada do Wi-Max e das redes celulares 3G essa discussão estará superada.</p><h3>Conclusão</h3><p>Como sempre, estou exagerando. Nenhuma das tecnologias acima sumiu em 2006. Mas todas estão ou vão entrar em uma fase de decadência acentuada o que pode levar em breve à  sua extinção. Não adianta ficar parado ou entrar na guerra errada. É aquele velho ditado: se não pode lutar contra (a nova tecnologia), junte-se a ela, ou seja, <a
href="http://www.odontopalm.com.br/gsf/arquivo/2006/11/teorizando_os_t.html">mude os conceitos!</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/as-tecnologias-mortas-de-2006/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>Pirataria como modelo de negócios</title><link>http://techbits.com.br/2006/pirataria-como-modelo-de-negocios/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/pirataria-como-modelo-de-negocios/#comments</comments> <pubDate>Sat, 14 Oct 2006 19:17:48 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[disney]]></category> <category><![CDATA[disponibilidade]]></category> <category><![CDATA[entretenimento]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[paradigma]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/pirataria-como-modelo-de-negocios/</guid> <description><![CDATA[Em uma semana que fomos surpreendidos com a venda do YouTube para o Google, e em um mundo em que a distribuição de conteúdo enfrenta novos paradigmas, finalmente veio a declaração que todos esperavam: Anne Sweeney, presidente do grupo de TV Disney-ABC, que faz entre outras a série Lost, reconheceu que a pirataria é um [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
alt="[Pirataria] " title="[Pirataria] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/tpb.jpg" />Em uma semana que fomos surpreendidos com a <a
href="http://techbits.com.br/2006/confirmado-google-compra-youtube-por-us-165-bilhao/">venda do YouTube para o Google</a>, e em um mundo em que a distribuição de conteúdo enfrenta novos paradigmas, finalmente veio a declaração que todos esperavam: Anne Sweeney, presidente do grupo de TV Disney-ABC, que faz entre outras a <a
href="http://www.lostcast.com.br/">série Lost</a>, reconheceu que a pirataria é um modelo de negócios e que compete com os meios tradicionais de distribuição de conteúdo. E a constatação veio da observação de que 15 minutos após o término da transmissão de suas séries pela TV, arquivos digitais de alta qualidade já estavam disponíveis para download na internet.</p><h3>A declaração</h3><p>&#8220;Então, nós entendemos a pirataria como modelo de negócios. Ela existe para suprir uma necessidade do mercado, especificamente para aqueles consumidores que querem conteúdo de TV sob demanda, e compete conosco da mesma forma que fazemos, através de alta qualidade, preço e disponibilidade. Nós não gostamos da pirataria, mas percebemos que se trata de um importante competidor. E nós criamos uma estratégia para contornar esta ameaça com meios atrativos e fáceis dos espectadores conseguirem o conteúdo desejado de nós, legalmente. Em outras palavras, manter pessoas honestas, honestas.&#8221;</p><h3>Disponibilidade de conteúdo</h3><p>A Disney reconheceu que <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">o que o consumidor quer é disponibilidade de conteúdo</a>. Talvez você tenha perdido sua série favorita na TV. Atualmente a Disney-ABC disponibiliza via internet, com propagandas, o mesmo episódio que passou na TV, horas após a transmissão original. A qualidade não é lá essas coisas, não é possível gravar em seu computador, e o serviço está restrito aos EUA. Mas já é um avanço.</p><p>Nas redes de BitTorrent, minutos após a transmissão de séries americanas de TV, já é possível baixá-las para assistir em qualquer lugar do mundo. A disponibilidade é o rei pois é isso que <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20061010-7946.html">os consumidores querem</a>. Ao invés de tratar os fãs como inimigos, que tal se juntar a eles? É isso que indica a nova postura da Disney-ABC. E essa disponibilidade, ao contrário do que se imagina, aumenta a audiência do programa de TV, que por conseqüência aumenta a receita com anúncios, e todo mundo fica satisfeito.</p><p>Só resta saber se essa declaração foi montada para agradar a audiência ou realmente trata-se de uma mudança na postura da indústria.</p><h4>Leia também, assunto relacionado:</h4><p>Blog do Rafael Arcanjo: <a
href="http://www.arcanjo.org/blog/?p=59">Microsoft x SPP + Vista = Tiro no Pé</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/pirataria-como-modelo-de-negocios/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>O LOST e o novo paradigma da distribuição de conteúdo</title><link>http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/#comments</comments> <pubDate>Wed, 04 Oct 2006 17:17:02 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[blu-ray]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[hd-dvd]]></category> <category><![CDATA[lost]]></category> <category><![CDATA[paradigma]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/</guid> <description><![CDATA[Hoje estréia nos EUA a terceira temporada da série Lost. O que isso tem a ver com tecnologia? Fora o fato de todos os geeks assistirem, a pergunta é: como esses geeks vão assistir se a temporada, como já disse, estréia nos EUA e não no Brasil&#8230;? Fácil: BitTorrent. Pra quem não sabe o BitTorrent [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/lost.jpg" alt="[Lost] " title="[Lost] " class="floatTL"/>Hoje estréia nos EUA a terceira temporada da <a
href="http://www.lostcast.com.br/">série Lost</a>. O que isso tem a ver com tecnologia? Fora o fato de todos os geeks assistirem, a pergunta é: como esses geeks vão assistir se a temporada, como já disse, estréia nos EUA e não no Brasil&#8230;? Fácil: BitTorrent. Pra quem não sabe o <a
href="http://www.wired.com/wired/archive/13.01/bittorrent.html?pg=1&amp;topic=bittorrent&amp;topic_set=">BitTorrent é uma forma rápida de compartilhar arquivos</a>. Claro, a indústria de filmes, músicas e seriados enxerga essa tecnologia como o inimigo. Mas chegou a hora de eles entenderem que o <a
href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2005/05/25/nao-vi-na-tv-a-cabo-preferi-baixar-pela-internet/">modo tradicional que usam para distribuir conteúdo precisa de uma reviravolta urgente</a> pois estão sendo atropelados pela tecnologia.</p><h3>O novo broadcast</h3><p>As formas tradicionais de distribuição estão com os dias contados. Nos dias atuais ser fã de um programa de TV é um problemão pois o tempo é escasso e nem sempre estamos disponíveis para ver a transmissão. As emissoras de TV e rádio também sofrem do mesmo problema pois o tempo disponível em suas grades de programação limita-se às 24 horas do dia. Ok, existe o videocassete pra gravar tudo isso. Existe? Atualmente aqui no Brasil as TVs a cabo distribuem conversores digitais que, entre outras funções, também gravam programas. Uma espécie de <a
href="http://www.tivo.com">TiVo</a>, muito comum nos EUA. Parte do problema está resolvido.</p><p>Mas vem da internet a solução completa: o tempo não é mais um problema pois assistimos de acordo com nossa disponibilidade e não seguindo as vontades do programador da emissora de TV. O conteúdo pode ser refinado de acordo com os gostos pessoais, ou seja, vamos gastar o tempo disponível apenas com o que realmente  nos interessa. Achar tal conteúdo é facilitado pelos mecanismos de busca. Isso tá com cara de economia da <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a>&#8230;</p><h3>O fim das mídias físicas</h3><p>Ontem mesmo saiu um artigo no qual um <a
href="http://www.gamesindustry.biz/content_page.php?aid=20115">executivo da Sony prevê o fim das mídias físicas no prazo de 5 anos</a>. Estranho&#8230; deixa eu entender: não é a Sony que está gastando bilhões para emplacar o Blu-Ray? Mas então o que esse executivo da Sony está falando? Parece que eles finalmente entenderam que ninguém se importa com a <a
href="http://techbits.com.br/2006/blu-ray-vs-hd-dvd-quem-se-importa/">guerra particular do HD-DVD vs. Blu-Ray</a>. Que as mídias físicas descansem em paz (e se possível levem o DRM junto&#8230;).</p><p>Apesar de já existirem exemplos do novo broadcast (<a
href="http://techbits.com.br/2006/amazon-unbox-filmes-para-download/">Amazon Unbox</a> ou a Apple ITMS, entre outros) a indústria ainda teme entrar de vez neste mercado. Quanto mais demorarem, pior. A estréia da terceira temporada do Lost, que deveria ser restrita aos EUA mas pode ser considerada mundial, é uma prova disso.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>22</slash:comments> </item> <item><title>Plutão: Wikipédia 10 x Livros, zero</title><link>http://techbits.com.br/2006/plutao-wikipedia-10-x-livros-zero/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/plutao-wikipedia-10-x-livros-zero/#comments</comments> <pubDate>Fri, 25 Aug 2006 18:17:22 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[livro]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[paradigma]]></category> <category><![CDATA[wikipedia]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/plutao-wikipedia-10-x-livros-zero/</guid> <description><![CDATA[Uma notícia interessante desta semana é que Plutão não é mais um planeta. Foi rebaixado para planeta-anão. Mas o que isso tem a ver com tecnologia? Bom, enquanto na Wikipédia o verbete destinado ao ex-planeta foi alterado horas após o anúncio da nova classificação pela UAI, os livros didáticos brasileiros só serão atualizados em&#8230; 2008. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/wikipedia.png" alt="Wikipédia, A enciclopéia" title="Wikipédia, A enciclopéia" />Uma notícia interessante desta semana é que <a
href="http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/ago/24/104.htm" title="Plutão, anão">Plutão não é mais um planeta</a>. Foi rebaixado para planeta-anão. Mas o que isso tem a ver com tecnologia? Bom, enquanto na Wikipédia o verbete destinado ao ex-planeta <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Plut%C3%A3o" title="Wikipédia = agilidade">foi alterado horas após o anúncio</a> da nova classificação pela UAI, os livros didáticos brasileiros <a
href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u15080.shtml" title="Livros já saem desatualizados">só serão atualizados em&#8230; 2008</a>.</p><h3>O poder da produção colaborativa</h3><p>Para os que não conhecem, a <a
href="http://pt.wikipedia.org" title="Wikipédia em português">Wikipédia</a> é uma enciclopédia colaborativa disponível gratuitamente e on-line. A essência da Wikipédia é a interação entre usuários e sua colaboração na geração de conteúdo. Em uma enciclopédia tradicional cada verbete é submetido a vários especialistas renomados para então se definir o que será publicado. Na Wikipédia qualquer um pode criar ou alterar verbetes. Aparentemente isso poderia causar o caos, mas o fato de milhares de pessoas interagirem fazendo feedback entre elas leva a um conteúdo, se não correto, muito próximo disso.</p><p>É de novo aquela história da <a
href="http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-privacidade/" title="Wisdom of crowds">sabedoria das multidões</a>. O conhecimento agregado de cada pessoa se manifesta em artigos com qualidade comparável às melhores enciclopédias. <a
href="http://www.nature.com/news/2005/051212/full/438900a.html" title="Nature: Wikipedia 4 erros, Britannica 3">A revista Nature fez um estudo e detectou, em média, 4 erros por artigo na Wikipédia contra 3 na Enciclopédia Britannica</a>. Com um diferencial: após a descoberta dos erros a comunidade wikipediana corrigiu-os prontamente&#8230; enquanto isso, na Britannica&#8230; você sabe&#8230; só em um futuro distante&#8230;</p><h3>Os livros estão mortos?</h3><p>Não. Pelo menos por enquanto. Os livros ainda exercem papel fundamental no mundo moderno que é o de guardar informação. O grande problema sempre foi achar essa informação dentro deles. Mas a economia da <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/" title="A Cauda Longa">Cauda Longa</a> ajuda a manter os livros em alta: lojas virtuais como a Amazon permitem buscar palavras no interior de livros e o Google tem um<a
href="http://books.google.com.br" title="Google Books agora em português"> projeto</a> em andamento para digitalizar e, por conseqüência, facilitar a busca no conteúdo de todos os livros existentes. Aquele livro desconhecido, com a exata informação que você procura, não mais ficará perdido em uma prateleira empoeirada. Mas quando, em 2008, Plutão virar planeta-anão nos livros didáticos, pode ser que essa informação já esteja desatualizada.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/plutao-wikipedia-10-x-livros-zero/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>4</slash:comments> </item> </channel> </rss>
