<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?> <rss
version="2.0"
xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
> <channel><title>Techbits &#187; nuvem</title> <atom:link href="http://techbits.com.br/tudo-sobre/nuvem/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://techbits.com.br</link> <description>O Techbits é um blog voltado para discussão de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, segurança e negócios.</description> <lastBuildDate>Thu, 06 Oct 2011 05:55:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>A questão da nuvem e o Gmail</title><link>http://techbits.com.br/2009/a-questao-da-nuvem-e-o-gmail/</link> <comments>http://techbits.com.br/2009/a-questao-da-nuvem-e-o-gmail/#comments</comments> <pubDate>Fri, 25 Sep 2009 01:29:38 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[corporativo]]></category> <category><![CDATA[e-mail]]></category> <category><![CDATA[gmail]]></category> <category><![CDATA[nuvem]]></category> <category><![CDATA[tic]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=702</guid> <description><![CDATA[Está virando rotina o Gmail sair do ar e o mundo todo questionar se o serviço é confiável para manter todos os seus e-mails e várias informações importantes em servidores na internet. Principalmente empresas que são o foco do Google Apps e que ao verem notícias deste tipo ficam com um pé atrás em confiar na [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
class="alignnone size-full wp-image-705" title="gmail-logo" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/09/gmail-logo.png" alt="gmail-logo" width="200" height="148" />Está virando rotina o <a
id="c4qq" title="Gmail sair do ar" href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1316728-6174,00-SERVICO+DE+EMAIL+DO+GOOGLE+VOLTA+A+APRESENTAR+PROBLEMAS+DE+INSTABILIDADE.html">Gmail sair do ar</a> e o mundo todo questionar se o serviço é confiável para manter todos os seus e-mails e várias informações importantes em servidores na internet. Principalmente empresas que são o foco do Google Apps e que ao verem notícias deste tipo ficam com um pé atrás em confiar na nuvem.</p><p>O interessante a notar é que essas preocupações são na maioria das vezes exageradas. Sim, o Gmail já chegou a <a
id="ct_8" title="ficar mais de 2 horas fora do ar" href="http://gmailblog.blogspot.com/2009/09/more-on-todays-gmail-issue.html">ficar mais de 2 horas fora do ar</a> no início deste mês &#8211; na verdade foi só a interface web &#8211; mas quantas horas o sistema corporativo de e-mails da sua empresa ficou indisponível no último ano? Certamente muito mais do que isso.</p><p>O que acontece é que a percepção dos problemas no Gmail são amplificadas pelo fato de o tempo todo em todos os lugares do mundo alguém estar usando a interface web do serviço. Somos 150 milhões, e se o Gmail cai um monte de gente percebe em segundos.</p><p>A maioria dos sistemas corporativos não tem tantos olhos atentos assim. Cem, duzentas pessoas. Mil, talvez 5 mil. E se o e-mail dessas pessoas fica inoperante não vira manchete nos portais e blogs. Ou seja, sistemas corporativos de e-mail podem ser bem mais instáveis que um Gmail, por exemplo, mas os departamentos de TI continuam morrendo de medo dessa história de nuvem.</p><p>Além disso a maioria dos ambientes corporativos usa algum tipo de cliente de e-mail, em geral o Outlook da Microsoft. E pelo que notei em praticamente todas as quedas recentes do Gmail o problema sempre foi na interface web e não que usa pop, imap ou exchange no seu cliente de e-mail favorito.</p><p>E esse problema do Gmail me fez lembrar uma conversa que tive com amigos no final de semana. Um deles resolveu que vai começar a usar mais a nuvem para armazenar informações. O motivo foi a recente necessidade de mandar o notebook para a assistência técnica e a preocupação com anos de dados acumulados em seu HD aos olhos de estranhos. Já o outro ainda se diz cético em relação a manter seus dados em um servidor pela internets.</p><p>Claro, cada um faz do jeito que achar melhor. Eu já percebi que desde passei a usar o Gmail em Julho de 2004 &#8211; nossa, tanto tempo assim? &#8211; nunca mais precisei me preocupar com backups de mensagens ou e-mails perdidos. Enquanto isso milhares de HDs de computadores pessoais e notebooks pifaram e pessoas ficaram a ver navios. Pra que usar a nuvem se eu posso me divertir perdendo informações (fotos, emails, música) e fazendo backups?</p><p><strong>Leitura recomendada:</strong></p><ul><li><a
href="http://peixefresco.net/2009/artigo/o-quanto-voce-quer-viver-na-nuvem/">O quanto você quer viver na nuvem?</a>, no Peixe Fresco</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2009/a-questao-da-nuvem-e-o-gmail/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> <item><title>A importância do Android</title><link>http://techbits.com.br/2008/a-importancia-do-android/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/a-importancia-do-android/#comments</comments> <pubDate>Fri, 24 Oct 2008 22:57:57 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[android]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[iphone]]></category> <category><![CDATA[nuvem]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=415</guid> <description><![CDATA[Essa semana o tal do G1, da HTC, o primeiro smartphone rodando Android finalmente foi lançado. Esse produto não carrega o mesmo grau de hype que o iPhone teve quando chegou às lojas com malucos pessoas formando filas dias antes do lançamento. Também não tem a interface inovadora do celular da maçã que assombrou o [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
class="alignnone size-full wp-image-416" title="android" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/android.png" alt="Android" />Essa semana o tal do G1, da HTC, o primeiro smartphone rodando Android finalmente foi lançado. Esse produto não carrega o mesmo grau de hype que o iPhone teve quando chegou às lojas com <span
style="text-decoration: line-through;">malucos</span> pessoas <a
href="http://abcnews.go.com/Technology/story?id=3320864&amp;page=1">formando filas</a> dias antes do lançamento. Também não tem a interface inovadora do celular da maçã que <a
href="../iphone-uau/">assombrou o mundo</a> quando foi demonstrado na Mac World. Mas carrega alguns grandes diferenciais.</p><h3>Desenvolvimento</h3><p>Primeiro, o <a
href="http://futuro.vc/2008/08/29/android-market-e-a-app-store-do-google/">Android Market</a> não é restritivo como a loja da Apple. No caso da maçã, todo aplicativo corre o risco de não ser aceito devido a fatores ignorados. Pode acontecer de você criar algo extraordinário como um Napster, <a
href="http://apple20.blogs.fortune.cnn.com/2008/09/14/iphone-big-trouble-in-the-app-store/">e ser colocado no ostracismo</a>. No caso da loja do Google, não existe esse embaraço, desenvolveu, aparece lá.</p><p>Alguns podem dizer que isso vai trazer toda uma leva de softwares ruins&#8230; etc&#8230; sim, com certeza, mas só de ter a garantia que seu software terá uma chance à luz do dia, garante mais gente interessada e essa massacrítica deve levar a grandes criações. Ou não. Mas muito melhor que um sistema mais fechado como o modelo seguido pela Apple.</p><h3>A nuvem na mão</h3><p>A integração com serviços disponíveis na nuvem é outro ponto chave. Engraçado como aqui o conceito do Google em relação aos aplicativos fica muito parecido com o <a
href="http://blogs.msdn.com/stevecla01/archive/2008/09/22/explaining-software-plus-services.aspx">Software + Services</a> que a Microsoft vem pregando para o mundo do desktop.</p><p>Alterou algo no calendário? Já está sincronizado com a versão online. Quer mandar email? A nuvem e o Android se entendem muito bem. Documentos? Não estão nem na sua casa e nem no escritório. Estão em algum servidor na internet.</p><h3>Mashups sociais</h3><p>Como decorrência de ter integração com a nuvem, softwares interessantes com conceitos de mashup podem surgir. Um bom exemplo é o <a
href="http://www.android.com/market/#app=isafe">iSafe</a>, no qual você pode demarcar coisas em um mapa e compartilhar com a multidão. A grande diferença é poder fazer isso usando o GPS e &#8220;inloco ao invés de depender de um desktop como a maioria dos mashups.</p><p>Ou ainda softwares que baseiem seu comportamento dependendo da posição geográfica que o smartphone se encontra como o <a
href="http://www.android.com/market/#app=locale">Locale</a>. Coisas fantásticas surgirão. Daí você vai dizer que tudo isso também é possível no iPhone. Só se a Apple deixar.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/a-importancia-do-android/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>Cadê a nuvem que estava aqui?</title><link>http://techbits.com.br/2008/cade-a-nuvem-que-estava-aqui/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/cade-a-nuvem-que-estava-aqui/#comments</comments> <pubDate>Tue, 12 Aug 2008 13:08:12 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[gmail]]></category> <category><![CDATA[nuvem]]></category> <category><![CDATA[software]]></category> <category><![CDATA[webapps]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=353</guid> <description><![CDATA[Várias vezes já falei aqui no Techbits sobre softwares on-line e sua vantagem sobre os tradicionais instalados em desktops. Na maioria das vezes defendi os webapps pois suas vantagens são mais fortes que as desvantagens. Quantas vezes não fui questionado em comentários ou posts em outros blogs que talvez estivesse viajando pois o mercado corporativo [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
title="gmail-fora-do-ar" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/gmail-fora-do-ar.png" alt="Gmail fora do ar" />Várias vezes já <a
id="taz_" title="falei" href="../o-pc-e-um-acessorio-do-firefox/">falei</a> aqui no Techbits sobre softwares on-line e sua vantagem sobre os tradicionais instalados em desktops. Na maioria das vezes defendi os webapps pois suas vantagens são mais fortes que as desvantagens. Quantas vezes não fui questionado em comentários ou posts em outros blogs que talvez estivesse viajando pois o mercado corporativo dificilmente adotaria webapps? A questão é que isso continua sendo uma verdade.</p><p
id="a8d00">Ontem um blecaute de cerca de duas horas no Gmail e Google Apps <a
id="ufm:" title="causou alvoroço pela internet" href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/gmail-fora-do-ar-voce-pira">causou alvoroço pela internet</a>. Milhares de pessoas no Twitter e em blogs ficaram preocupadíssimas com suas preciosas informações armazenadas nos servidores do Google. <a
id="ddls" title="Um problema no sistema de contatos" href="http://gmailblog.blogspot.com/2008/08/we-feel-your-pain-and-were-sorry.html">Um problema no sistema de contatos</a> deixou a inteface gráfica versão ajax fora do ar enquanto quase todas as outras camadas do serviço permaneceram intactas.</p><p
id="a8d01">Webapps têm a desvantagem de só estarem disponíveis quando a internet estiver disponível. Parece óbvio, parece surreal mas não é. Episódios recentes mostram o quanto a infra-estrutura ainda não está preparada para aplicativos hospedados na nuvem. <a
id="v:.i" title="Apagão do Speedy" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2008/07/03/falha-do-speedy-e-evento-tecnico-complexo-e-raro-diz-telefonica/">Apagão do Speedy</a>, alguém?</p><h3 id="a8d02">Na nuvem vs. Local</h3><p
id="a8d03">Bom, a grande vantagem que vejo na nuvem do Google é ela ser em cluster ou mais ou menos isso. Eles usam um tal de <a
id="beer" title="Google File System" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Google_File_System">Google File System</a> (GFS) que espalha arquivos por servidores ao redor do mundo de forma que sempre há replicação dos dados em três ou mais lugares. Se o <a
id="fvgb" title="Big One" href="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL164935-5602,00.html">Big One</a> acontecer, é provável que o sistema GFS ainda opere e os dados não sejam perdidos.</p><p
id="a8d04">Comparando isso com o modo tradicional de armazenagem dos dados, ou seja, localmente, vejo muito mais fragilidade nesta opção. Neste caso temos que fazer backups e mantê-los em lugares fisicamente separados para evitar a <a
id="mv.7" title="síndrome do Boeing" href="../a-sindrome-do-boeing-2/">síndrome do Boeing</a>. Isso tudo custa dinheiro e usar a computação em cluster do Google soa muito mais seguro.</p><p
id="a8d05">Além disso, com o uso de notebooks cada vez mais comum, a perda deste equipamento &#8211; um roubo, por exemplo &#8211; leva todos os dados embora que são a parte mais valiosa da máquina. Desde que comecei a usar o Gmail, em 2004, jamais perdi uma mensagem. Mas só nesse meio tempo deve ter perdido uns dois HDs. Fica a pergunta: <a
id="bsfz" title="a computação na nuvem é segura?" href="http://blogs.zdnet.com/BTL/?p=9646">a computação na nuvem é segura?</a></p><p
id="a8d06"><p
id="a8d08"> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/cade-a-nuvem-que-estava-aqui/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>18</slash:comments> </item> </channel> </rss>
