<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?> <rss
version="2.0"
xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
> <channel><title>Techbits &#187; negócios</title> <atom:link href="http://techbits.com.br/tudo-sobre/negocios/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://techbits.com.br</link> <description>O Techbits é um blog voltado para discussão de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, segurança e negócios.</description> <lastBuildDate>Thu, 06 Oct 2011 05:55:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>MS &#8211; 44bi + Y! &lt; G</title><link>http://techbits.com.br/2008/microsoft-44-bilhoes-yahoo/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/microsoft-44-bilhoes-yahoo/#comments</comments> <pubDate>Fri, 01 Feb 2008 13:52:23 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[microsoft]]></category> <category><![CDATA[negócios]]></category> <category><![CDATA[oferta]]></category> <category><![CDATA[web]]></category> <category><![CDATA[yahoo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2008/microsoft-44-bilhoes-yahoo/</guid> <description><![CDATA[A véspera do feriadão tem sido quente no mercado de tecnologia, principalmente web. Sim, a Microsoft fez uma oferta de 44 bilhões (62% de ágio) pelo controle da Yahoo!, algo como 27 YouTubes. Eu já estava com o dedo no botão publicar para um outro texto quando alguém gritou no Twitter, parem as impressoras, vamos [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/flickr-bsod.png" alt="Flickr BSOD, by @gravehear"/>A véspera do feriadão tem sido quente no mercado de tecnologia, principalmente web. Sim, a Microsoft fez uma oferta de 44 bilhões (62% de ágio) pelo controle da Yahoo!, <a
href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=44%2C6%2F1%2C65&amp;btnG=Pesquisa+Google&amp;meta=" title="algo como 27 YouTubes" id="hb_6">algo como 27 YouTubes</a>. Eu já estava com o dedo no botão publicar para um outro texto <a
href="http://twitter.com/gfelitti/statuses/665889972" title="quando alguém gritou no Twitter" id="b2zm">quando alguém gritou no Twitter</a>, parem as impressoras, vamos ter que rodar tudo novamente, entrou uma quentíssima.</p><p>Já não é de hoje que a gigante de Redmond mostra interesse no pessoal de Sunnyvale. Muitos rumores já circularam sobre esse possível negócio e sempre com cifras exorbitantes. A Microsoft morre de medo da Google, não há dúvidas agora. Claro, não demorou e no próprio Twitter já começaram as piadas&#8230; <a
href="http://twitter.com/graveheart/statuses/666117412" title="Será que o Flickr agora vai dar BSDO?" id="mbew">Será que o Flickr agora vai dar BSDO?</a>, by <a
href="http://www.guravehaato.info/" title="GuraveHaato desu ka?">GuraveHaato desu ka?</a>.</p><h3>Timing perdido</h3><p>A conta lá no título não fecha. Na verdade o sinal de menor deveria ser maior&#8230; eu sei, <a
href="http://www.contraditorium.com/2006/10/31/rabo-de-arraia-no-dos-outros-refresco/" title="estou explicando a piada" id="gx:z">estou explicando a piada</a>&#8230; Mas não é piada, é a realidade. A Microsoft é um elefante gigante que demora para reagir. Deveria ter comprado o Yahoo! 3 anos atrás. Se fechar o negócio agora, vai ser só pra manter as aparências, pois seu negócio na web não é nada vistoso frente ao pessoal de Montain View.</p><p>Lembrem-se, a Microsoft demorou para acreditar que as internets teriam futuro. É famoso o memo do Bill Gates alertando o board da fabricante do Windows que teriam que prestar atenção nessa tal de internets. Os tubos talvez valham dinheiro, pensaram na época. O consultor deles deve ter sido o Ted Stevens.</p><p>O que será dos ótimos Flickr e Delicious se a negociação se concretizar só o tempo dirá. Só espero que não percam a aura cool e inovadora que por enquanto mantém na web.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/microsoft-44-bilhoes-yahoo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>Modelo de Negócios para documentos on-line</title><link>http://techbits.com.br/2008/modelo-de-negocios-para-documentos-on-line/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/modelo-de-negocios-para-documentos-on-line/#comments</comments> <pubDate>Tue, 29 Jan 2008 12:17:49 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[documentos]]></category> <category><![CDATA[modelo]]></category> <category><![CDATA[negócios]]></category> <category><![CDATA[on-line]]></category> <category><![CDATA[scribd]]></category> <category><![CDATA[slideshare]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2008/modelo-de-negocios-para-documentos-on-line/</guid> <description><![CDATA[Calma pessoal, o Techbits continua aqui. Acontece que no último mês o volume de trabalho triplicou e fiquei sem tempo pra postar. Claro, estou me reestruturando para não deixar o Techbits tanto tempo sem textos, mesmo por que nesta altura do campeonato há toda uma sorte de stakeholders que exigem satisfação, desde os fiéis leitores [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/scribd-slideshare.png" alt="Documentos on-line " />Calma pessoal, o Techbits continua aqui. Acontece que no último mês o volume de trabalho triplicou e fiquei sem tempo pra postar. Claro, estou me reestruturando para não deixar o Techbits tanto tempo sem textos, mesmo por que nesta altura do campeonato há toda uma sorte de stakeholders que exigem satisfação, desde os fiéis leitores a fornecedores. Mas não é sobre isso que estou blogando e sim sobre possíveis modelos de negócios para serviços de documentos on-line.</p><p>Uma das coisas que me chamam atenção são sites que hospedam documentos como o <a
href="http://www.scribd.com/" title="Scribd" id="ujhx">Scribd</a> e o <a
href="http://www.slideshare.net/" title="Slideshare" id="hbfq">Slideshare</a>. O Scribd, <a
href="http://techbits.com.br/2007/scribd-o-youtube-dos-documentos/" title="creio que a maioria conheça" id="cz5b">creio que a maioria conheça</a>, possibilita upload de PDFs, DOCs, XLSs, etc &#8230; O Slideshare, como o próprio nome indica, é ideal para arquivos PPT. Ambos, a exemplo do YouTube, permitem &#8220;embedar&#8221; tais documentos dentro de simples páginas web.</p><p>Organizar documentos nas empresas é um caos. Coisas se perdem nas complicadas árvores e quem está acostumado com o sistema de tags, estranha a &#8220;old school&#8221; de coisas organizadas em pastas.</p><p>Não seria ótimo se todos os documentos corporativos estivessem <em>embedados</em> em páginas web e buscáveis através de tags, além dos métodos tradicionais? Usar Scribd e Slideshare resolveria o problema&#8230; em termos&#8230; pois a grande maioria desses documentos é confidencial. Nem uma conta corporativa com senha só para os colaboradores resolveria a questão. <a
href="http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/" title="Como confiar em armazenamento on-line de informação sensitiva?" id="zj1j">Como confiar em armazenamento on-line de informação sensitiva?</a></p><p>Uma solução que vejo e empresas vanguardistas certamente adotariam em um piscar de olhos é serviços como o Slideshare e Scribd venderem soluções que rodem localmente. Melhor, venderem o serviço e não o software em si, para ficarem dentro do modelo de SaaS. Você compraria ou sugeriria esta solução para a bagunça que é achar aquele arquivo na rede?</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/modelo-de-negocios-para-documentos-on-line/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>17</slash:comments> </item> <item><title>Quem anunciaria no Twitter?</title><link>http://techbits.com.br/2008/quem-anunciaria-no-twitter/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/quem-anunciaria-no-twitter/#comments</comments> <pubDate>Fri, 04 Jan 2008 09:48:37 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[modelo]]></category> <category><![CDATA[negócios]]></category> <category><![CDATA[twitter]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2008/quem-anunciaria-no-twitter/</guid> <description><![CDATA[Bom, nos últimos dias vi alguns textos em blogs discutindo possíveis modelos de negócios para o Twitter. Como muitas startups, o Twitter surgiu, cresceu como uma febre e todos começaram a questionar como eles vão ganhar dinheiro. É um problema clássico, já enfrentado por gigantes como o YouTube. Duas propostas me chamaram a atenção, uma [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/twitter.png" alt="Twitter " />Bom, nos últimos dias vi alguns textos em blogs discutindo <a
href="http://mashable.com/2008/01/02/twitter-whats-the-best-business-model/" title="possíveis modelos de negócios para o Twitter" id="n9_m">possíveis modelos de negócios para o Twitter</a>. Como muitas startups, o Twitter surgiu, cresceu como uma febre e todos começaram a questionar como eles vão ganhar dinheiro. É um problema clássico, já enfrentado por gigantes como o YouTube.</p><p>Duas propostas me chamaram a atenção, uma delas dizia que ninguém se incomodaria com um anúncio perdido <a
href="http://www.calacanis.com/2008/01/02/the-three-business-models-that-make-twitter-a-billion-dollar-bus/" title="a cada 100 mensagens vistas na plataforma web" id="hx.6">a cada 100 mensagens vistas na plataforma web</a>. A discussão caía no problema de que a maioria dos usuários do Twitter acessa o serviço via API, através de IMs (Gtalk deve ser o mais usado) ou <a
href="http://danielsantos.org/arquivos/2007/11/16/ponto-pro-twitterfox/" title="plugins do Firefox como o TwitterFox" id="f8gj">plugins do Firefox como o TwitterFox</a> . Sim, isso seria um problema, mas possivelmente o serviço atingiria uma massa crítica de anúncios para pelo menos ganhar uns trocados.</p><p>A outra solução seria <a
href="http://twitter.com/Scobleizer/statuses/555769612" title="cobrar de usuários que quisessem um serviço Premium" id="ell6">cobrar de usuários que quisessem um serviço Premium</a> enquanto a maior parte da base continuaria não pagando nada, aquele esquema conhecido como Freemium. Os usuários pagantes teriam serviços adicionais além de garantia de uptime altíssima, ou seja, serviço no ar 99,9999999 e lá vai noves porcento&#8230; Claro, quanto mais noves, mais caro é manter a infra, algo logarítimico, imagino&#8230;</p><p>Daí fiquei pensando em quem se interessaria por anunciar no Twitter. Um dos grandes interessados, a meu ver, seriam as operadoras e/ ou fabricantes de celular. Como assim? Já vi mais de uma pessoa interessada em comprar um celular (ou smartphone) capaz de acessar a internet só para twittar. Parece exagero?</p><p>O Twitter só faz esse sucesso pois oferece possibilidade de ser usado de forma móvel facilmente. Concorrentes como o Pownce <a
href="http://2.0.bloguite.com/noticias/pownce-mobile-mais-vale-tarde-do-que-nunca-ou-tarde-piaste.html" title="só adotaram essa possibilidade recentemente" id="wwc6">só adotaram essa possibilidade recentemente</a> e aquele nacional, o <a
href="http://www.gozub.com" title="Gozub" id="o9k-">Gozub</a>, não tem essa funcionalidade. Parte da graça de <a
href="http://raquelcamargo.blogspot.com/2007/11/primeiro-meme-do-twitter.html" title="twittar é" id="vo52">twittar é</a> fazê-lo de qualquer lugar e não apenas do seu computador no trabalho ou em casa.</p><p>Na época de ouro do orkut aqui no Brasil vi casos similares de pessoas comprando um PC, endividando-se no limite, apenas para poder gerenciar o perfil no orkut de casa. Ou seja, a realidade de mais e mais pessoas entrarem no mundo da internet móvel só por causa do Twitter não é tão viajante assim. E levam de brinde várias outros serviços on-line.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/quem-anunciaria-no-twitter/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>16</slash:comments> </item> <item><title>Empreendedorismo: seja inquieto</title><link>http://techbits.com.br/2007/empreendedorismo-seja-inquieto/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/empreendedorismo-seja-inquieto/#comments</comments> <pubDate>Sun, 11 Nov 2007 21:36:10 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[camp]]></category> <category><![CDATA[empreendedorismo]]></category> <category><![CDATA[gafanhoto]]></category> <category><![CDATA[inovação]]></category> <category><![CDATA[negócios]]></category> <category><![CDATA[networking]]></category> <category><![CDATA[startup]]></category> <category><![CDATA[vale-do-silício]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/empreendedorismo-seja-inquieto/</guid> <description><![CDATA[Estive no StartupCamp neste fim de semana e assisti a diversas mini palestras de empreendedores e investidores. Foi bastante interessante, pude conhecer muita gente, pessoas que estão mudando a internet no Brasil, e saí com uma ótima impressão dessa geração de empreendedores que faz aflorar, em terras tupiniquins, esse espírito de Vale do Silício. Claro, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/startupcamp.png" alt="StartupCamp 2007" />Estive no <a
href="http://startupcamp.com.br/" title="StartupCamp" id="mibc">StartupCamp</a> neste fim de semana e assisti a diversas mini palestras de empreendedores e investidores. Foi bastante interessante, pude conhecer muita gente, pessoas que estão mudando a internet no Brasil, e saí com uma ótima impressão dessa geração de empreendedores que faz aflorar, em terras tupiniquins, esse espírito de Vale do Silício. Claro, lá fora há mais capital de risco disponível, existe muito mais <em>startups</em> procurando seu lugar ao Sol, <a
href="http://blog.fabioseixas.com.br/archives/2007/09/techcrunch40_e_o_mercado_americano_de_web_20.html">o mercado é muito maior.</a> Mas o Brasil está criando este ambiente de inovação, de empreendedorismo, o que é saudável.</p><p>O que notei de interessante é que quem tem no sangue essa vontade de mudar o mundo, de criar coisas inovadoras, de surpreender a cada novidade, possui um perfil muito parecido. Costumam ser gênios incompreendidos, que não estão a fim de um trabalho formal de assalariado, e que preferem arriscar tudo por um sonho, um ideal. Não querem prestar concurso, querem ser donos do próprio nariz. Lógico, quebram a cara muitas vezes, alternam idéias brilhantes com coisas nada a ver, e certamente querem ganhar muito dinheiro. <a
href="http://www.interney.net/?p=9761159" title="Mas não adianta só ter " id="h8re">Mas não adianta só ter &#8220;A Idéia&#8221;. É preciso saber colocá-la em prática.</a></p><p>Um dos mantras mais repetidos nas várias palestras, foi de que o empreendedor precisa ter aquela inquietude no espírito. Precisa querer aquilo, acreditar no negócio, arriscar e inovar. Isso vindo pessoas como o Carlos Guillaume (<a
href="http://www.confrapar.com.br" title="Confrapar" id="yw_j">Confrapar</a>), Marcelo Ballona (um dos fundadores do Submarino), Fabio Ingel e Carlo Dapuzzo (<a
href="http://www.monashees.com.br/" title="Monashees Capital" id="lp5c">Monashees Capital</a>), Fábio Seixas (<a
href="http://www.camiseteria.com.br" title="Camiseteria" id="o2u.">Camiseteria</a> e <a
href="http://www.weshow.com/br/index">WeShow</a>), Tanaka (<a
href="http://boo-box.com" title="boo-box" id="g7qd">boo-box</a>), Manoel Lemos, (<a
href="http://blogblogs.com.br" title="BlogBlogs" id="l49p">BlogBlogs</a>) e o pessoal da <a
href="http://aprex.com.br" title="Aprex" id="b9gn">Aprex</a>, vale ouro. O público, formado por empreendedores e interessados no assunto &#8211; todo mundo tem uma <em>startup</em> na manga &#8211; aprendeu bastante.</p><p>Para finalizar, acho que todos precisam agradecer ao Cazé Peçanha, dono do <a
href="http://www.gafanhoto.com.br/" title="Espaço Gafanhoto" id="uy7v">Espaço Gafanhoto</a> e do portal de mesmo nome. Como sempre, a estrutura cedida foi fantástica, tudo funcionou perfeitamente. Além de devastar culturas, o Espaço Gafalhoto se consolida como local em que o <em>networking</em> rola solto e de eventos interessantíssimos. Tenho certeza que muitas parcerias já foram traçadas em seus eventos, desde as sessões YouTube a desconferências de todo tipo. Além de, claro, agradecer à boo-box, <a
href="http://www.flickr.com/photos/29223353@N00/1983683927/in/set-72157603113305481/" title="confeitaria lá da esquina" id="ek:p">confeitaria lá da esquina</a>, que tem patrocinado <em>coffee-breaks</em> cada vez melhores.</p><h4>Algumas das apresentações, via SlideShare:</h4><ul><li><a
href="http://www.slideshare.net/cdapuzzo/intro-startupcamp-brazil-web">Apresentação do StartupCamp Brazil</a></li><li><a
href="http://www.slideshare.net/cdapuzzo/preparando-um-pitch-para-investidores">Preparando um pitch para investidores</a></li><li><a
href="http://www.slideshare.net/cdapuzzo/microempreendedorismo">Micro-empreendedorismo na Internet</a></li></ul><h4>Leia mais:</h4><ul><li><a
href="http://sikora.poraki.com.br/2007/money/startupcamp-e-gafanhoto-diretamente-de-sp/">StartupCamp e Gafanhoto &#8211; diretamente de SP</a>, via Thoughs of a dreamer</li><li><a
href="http://www.nossavia.com.br/negocios-e-financas/startupcamp-brasil-empreender-para-ficar-rico">StartupCamp Brasil &#8211; Empreender para ficar rico?</a>, via Nossa Via</li><li><a
href="http://www.meiobit.com/internet/o_fim_do_plano_de_neg_cio">O fim do plano de negócio?</a>, via Meio Bit</li><li><a
href="http://www.primeiromilhao.com/startupcamp-brazil-o-dia-seguinte/">StartupCamp Brazil. O dia seguinte.</a>, via Em bu$ca do primeiro milhão</li><li><a
href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/startupcamp-brazil-web-o-primeiro-de-muitos">StartupCamp Brazil Web &#8211; o primeiro de muitos</a>, via Tecnocracia</li><li><a
href="http://www.flickr.com/photos/29223353@N00/sets/72157603113305481/">Fotos no Flickr do StartupCamp Brasil</a></li><li><a
href="http://startupcampbrazil.blogspot.com/">blog do StartupCamp Brasil</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/empreendedorismo-seja-inquieto/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>15</slash:comments> </item> <item><title>Do you Yahoo?</title><link>http://techbits.com.br/2006/do-you-yahoo/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/do-you-yahoo/#comments</comments> <pubDate>Mon, 20 Nov 2006 16:17:17 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[delicious]]></category> <category><![CDATA[flickr]]></category> <category><![CDATA[negócios]]></category> <category><![CDATA[web]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <category><![CDATA[yahoo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/do-you-yahoo/</guid> <description><![CDATA[O Yahoo! está em crise. Isso todos já sabiam há algum tempo. O novo projeto de propaganda atrasou e os lucros estão diminuido. Mas o buraco é mais embaixo: estão perdidos, não sabem que direção tomar, o que comprar, o que fazer com os diversos serviços conflitantes que possuem. Tudo isso era apenas especulação da [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/yahoo.png" title="[Do you Yahoo!?] " alt="[Do you Yahoo!?] " />O Yahoo! está em crise. Isso todos já sabiam há algum tempo. O novo projeto de propaganda atrasou e os lucros estão diminuido. Mas o buraco é mais embaixo: estão perdidos, não sabem que direção tomar, o que comprar, o que fazer com os diversos serviços conflitantes que possuem. Tudo isso era apenas especulação da blogosfera e da mídia mas parece que é pra valer. Há alguns dias &#8220;vazou&#8221; um <a
href="http://paul.kedrosky.com/archives/2006/11/18/yahoos_peanut_b.html">memorando interno do Yahoo!</a> detalhando pontos de preocupação de um VP Senior da empresa, e lá dizia: precisamos mudar!</p><h3>Web 2.0 vs. Web 1.0</h3><p>O Yahoo! tem feito várias aquisições de serviços da chamada Web 2.0. Entre as mais importantes podemos citar o <a
href="http://flickr.com/">Flickr</a> e o <a
href="http://del.icio.us/">Del.ici.ous</a>. O grande problema é no geral os sites comprados <a
href="http://www.readwriteweb.com/archives/yahoo_time_to_kill_off_web20_brands.php">entram em conflito com serviços que o Yahoo! já possui</a>. Como todos sabem o Flickr é o expoente web 2.0 das fotos. Mas o Yahoo! já possui o serviço Fotos versão web 1.0 da mesma idéia. O Del.icio.ous pra quem não sabe é o expoente web 2.0 quando se fala de bookmarking social. Mas o Yahoo! já possui o serviço My Web, novamente a versão web 1.0 da mesma idéia.</p><p>E a lista é grande&#8230; Alguns podem dizer que o público dos serviços web 2.0 é formado por<em> early-adopters</em> (pessoas que adotam primeiro as novas tendências) e que o serviços web 1.0 tem como público a audiência menos antenada da internet e que, portanto, não há conflito. Bom, seria interessante ver características inovadoras entrando nos serviços antigos assim como uma melhor integração entre eles.</p><h3>Comprar ou não comprar, eis a questão</h3><p>Após a aquisição do YouTube pelo Google, os rumores indicavam que o revide da <a
href="http://www.techcrunch.com/2006/09/21/facebook-and-yahoo-in-acquisition-talks-for-1-billion/">Yahoo! seria a compra do Facebook</a>, rede social concorrente do MySpace e, digamos assim, do quase brasileiro orkut. O preço do Facebook foi às alturas e o Yahoo! não pagou pra ver. Alguns disseram que o problema foi que a tomada de decisões no <em>board</em> da Yahoo! é muito lenta e que isso prejudicou as negociações.</p><p>Fora isso a Yahoo! tem comprado propriedades na web de forma agressiva. Só na semana passada <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20061119-8248.html">incorporou o Blix e o MyBlogLogs</a>, mas sofre de problemas internos que dizem, ajudou a perder a oportunidade de comprar o YouTube em uma disputa contra o seu principal inimigo, o Google.</p><h3>Mais recursos, menos produtos</h3><p>Recentemente o Google declarou que precisavam de melhorar e <a
href="http://blog.eucap.com/innovation/google_changes_innovation_appr.html">aumentar os recursos de seus softwares do que ficar lançando novos serviços</a>. O Google é famosos por lançar dezenas de serviços beta, alguns deles tão fracos que mais parecem uma versão alpha. O caminho a ser trilhado agora é melhorar o que já existe.</p><p>O Yahoo! parece que acordou para o mesmo problema. O tal do memorando, chamado de <em>Peanut Butter Manifesto</em> (algo como Manifesto da Pasta de Amendoim &#8211; americanos adoram <em>Amendocrem</em>), descreve que o Yahoo! está espalhando pasta de amendoim por vários e vários serviços sem se preocupar em desenvolvê-los adequadamente. E traça linhas gerais sobre o que deveria ser a nova estratégia da empresa em relação às suas propriedades web. Só espero que o Yahoo! não perca &#8220;a mão&#8221; e simplesmente mate os ótimos Flickr e del.icio.us.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/do-you-yahoo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>14</slash:comments> </item> <item><title>Notícias da Matrix, ops, Second Life</title><link>http://techbits.com.br/2006/noticias-da-matrix-ops-second-life/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/noticias-da-matrix-ops-second-life/#comments</comments> <pubDate>Tue, 17 Oct 2006 03:17:11 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[jogo]]></category> <category><![CDATA[mmog]]></category> <category><![CDATA[negócios]]></category> <category><![CDATA[reuters]]></category> <category><![CDATA[second-life]]></category> <category><![CDATA[virtual]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/noticias-da-matrix-ops-second-life/</guid> <description><![CDATA[O MMOG (Massively Multiplayer Online Game) mais quente do momento é o Second Life. No jogo, um mundo virtual 3D, os residentes (jogadores) interagem entre si como se fosse um mundo real realizando negócios, construindo casas, emprendimentos, etc. O interessante é que existe até um dinheiro interno que pode ser trocado por dinheiro de verdade [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/secondlife.png" title="[Second Life] " alt="[Second Life] " />O MMOG (<a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Massively_multiplayer_online_game">Massively Multiplayer Online Game</a>) mais quente do momento é o <a
href="http://secondlife.com">Second Life</a>. No jogo, um <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:jogos de computador 3D" class="bbli">mundo virtual 3D<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>, os residentes (jogadores) interagem entre si como se fosse um mundo real realizando negócios, construindo casas, emprendimentos, etc. O interessante é que existe até um dinheiro interno  que pode ser trocado por dinheiro de verdade e vice-versa. Empresas do mundo real já perceberam o potencial lucrativo deste mundo virtual e começam a entrar no Second Life de olho nos US$ 350 mil de transações diárias. A última tacada é da <a
href="http://reuters.com">Reuters</a>, que abrirá uma agência de notícias  dentro do jogo.</p><p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:jogos de computador 3D" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/secondlife.gif" alt="[Cena do Second Life] " title="[Cena do Second Life] " class="floatTL" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script></p><h3>Reuters</h3><p>A Reuters &#8211; uma das maiores agências de notícias do mundo &#8211; <a
href="http://today.reuters.com/news/articlenews.aspx?type=technologyNews&amp;storyid=2006-10-16T064125Z_01_N15302369_RTRUKOC_0_US-MEDIA-SECONDLIFE-REUTERS.xml&amp;src=rss&amp;rpc=22">vai começa a operar nesta semana dentro do Second Life</a> oferecendo notícias tanto do mundo real quando dos acontecimentos da economia e cultura do jogo virtual. Adam Pasik, repórter da Reuters que encarnará no game o personagem dirigente da agência virtual de notícias, <a
href="http://blogs.reuters.com/2006/10/16/interview-adam-pasick-reuters-virtual-world-bureau-chief/">disse que o mundo do Second Life</a> em nada difere, do ponto de vista jornalístico, do que acontece aqui, fora da Matrix.</p><p>Há fatos, curiosidades, notícias a serem contadas. Uma equipe de jornalistas da Reuters real se dedicará a descobrir essas coisas e publicar no <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:blogs" class="bbli">mundo virtual<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>. Os residentes do Second Life poderão acompanhar as últimas notícias através de um aparelho virtual que poderão carregar dentro do ambiente do jogo. O foco dos assuntos pode ser desde a crescente vida cultural e econômica do Second Life, quanto fatos importantes que estão acontecendo no mundo externo.</p><h3>Economia</h3><p>Várias empresas já estão dentro do jogo. <a
href="http://games.gigaom.com/2006/08/20/adidas-toyota-come-to-second-life/">A Adidas vende tênis esportivo</a> para os residentes. A <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Toyota livro " class="bbli">Toyota<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> vende um modelo de seus carros. Os próprios usuários criam empreendimentos e vendem produtos e serviços. O dinheiro local, chamado de <em>Linden</em> (L$), possui câmbio flutuante  e pode ser trocado por dólares de verdade no mundo real. O fato da maioria dos habitantes do mundo virtual não possuirem fonte de renda dentro do jogo, e sim, colocarem dinheiro de fora, causa alguns fenômenos econômicos estranhos.</p><h3>No Brasil&#8230;</h3><p>Há residentes brasileiros no jogo. São poucos relativamente ao total da população. Mas isso está pra mudar. <a
href="http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,AA1297093-7084,00.html">O jogo chegará oficialmente ao Brasil até o final deste ano</a> e incluirá cenários nacionais como o Pão de Açucar (RJ) ou o Parque do Ibirapuera (SP). Como o brasileiro <a
href="http://orkut.com">adora interagir em comunidades</a>, o Second Life talvez faça muito sucesso por aqui.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/noticias-da-matrix-ops-second-life/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>38</slash:comments> </item> <item><title>Esqueça o outsourcing. O negócio agora é o crowdsourcing</title><link>http://techbits.com.br/2006/esqueca-o-outsourcing-o-negocio-agora-e-o-crowdsourcing/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/esqueca-o-outsourcing-o-negocio-agora-e-o-crowdsourcing/#comments</comments> <pubDate>Tue, 03 Oct 2006 10:17:10 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[crowdsourcing]]></category> <category><![CDATA[darpa]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[negócios]]></category> <category><![CDATA[netflix]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/esqueca-o-outsourcing-o-negocio-agora-e-o-crowdsourcing/</guid> <description><![CDATA[Claro, estou exagerando. Há alguns meses um artigo na revista Wired chamado The Rise of Crowdsourcing mostrou como a multidão pode ajudar organizações a completar tarefas e diminuir custos. O crowdsourcing é o &#8220;novo lugar da mão-de-obra barata: pessoas no dia-a-dia usando seus momentos ociosos para criar conteúdo, resolver problemas e até mesmo para pesquisa [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/multidao.png" title="[crowdsourcing ]" alt="[crowdsourcing ]" />Claro, estou exagerando. Há alguns meses um artigo na revista Wired chamado <a
href="http://www.wired.com/wired/archive/14.06/crowds.html">The Rise of Crowdsourcing</a> mostrou como a multidão pode ajudar organizações a completar tarefas e diminuir custos. O crowdsourcing é o &#8220;novo lugar da mão-de-obra barata: pessoas no dia-a-dia usando seus momentos ociosos para criar conteúdo, resolver problemas e até mesmo para pesquisa e desenvolvimento&#8221;.</p><h3>Netflix</h3><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/netflix.png" alt="[Netflix] " title="[Netflix] " />A <a
href="http://www.netflix.com">Netflix</a> é uma locadora de DVD&#8217;s dos EUA que aluga filmes pela internet e entrega pelos correios. Quebrou paradigmas e fez a Blockbuster rever seu negócio. Mas o que traz a Netflix para este artigo é que <a
href="http://www.diogoazevedo.com/2006/10/netflix-cria-premio-de-1-mi/">acabam de anunciar um prêmio de  US$ 1 milhão</a> a quem (sim, qualquer pessoa) desenvolver um algoritimo 10 % melhor no quesito sugestão de filmes do que o sistema atual deles. Já que exploram a <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a> dos filmes, querem que as sugestões atinjam de forma mais certeira os gostos pessoais de cada um. É a essência do crowdsourcing: colocam a multidão para trabalhar e se alguém conseguir resultados, pagam.</p><h3>Google</h3><p>Recentemente o Google lançou um jogo on-line chamado <a
href="http://images.google.com/imagelabeler/">Google Image Labeler</a>. Um claro exemplo de crowdsourcing. As duplas precisam dar nomes às imagens que vão aparecendo na tela. Ganha-se pontos se os dois (desconhecidos entre si, localizados em diferentes partes da Terra) derem o mesmo nome à  figura. Parece algo idiota mas é na verdade uma grande sacada. Ao invés de contratar pessoas para identificar as imagens, o Google resolveu usar o poder da multidão para completar a tarefa. Pessoas aleatórias ao redor do mundo jogam em duplas e ganham pontos. Essa é a recompensa delas. Dessa forma o <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Google" class="bbli">Google<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> consegue identificar milhões e milhões de imagens de forma rápida e barata.</p><h3>DARPA</h3><p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Inteligência artificial livro" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/stanley.gif" title="[Stanley, o vencedor do DARPA Grand Challenge 2005] " alt="[Stanley, o vencedor do DARPA Grand Challenge 2005] " /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>Não, nada a ver com o <a
href="http://www.lostcast.com.br">seriado Lost</a>. Lá a sigla onipresente é DHARMA. O <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Darpa">DARPA</a> é um órgão militar do governo americano que faz pesquisas. E não é que eles usam o crowdsourcing para melhorar essas pesquisas? Desde 2004 organizam uma competição de carros robôs guiados por inteligência artificial. <a
href="http://www.wired.com/wired/archive/14.01/stanley.html">No ano passado finalmente um carro totalmente controlado por computadores conseguiu terminar a prova realizada no deserto</a>. O próximo desafio é um carro inteligente conseguir trafegar em vias urbanas. Claro, os vencedores ganham um prêmio.</p><h3>Juntando as peças</h3><p>A Netflix e o DARPA procuram soluções para seus problemas. Mas investir internamente ou contratar outra empresa para realizar pesquisas sairia muito caro. A solução encontrada é deixar a multidão pensar. <a
href="http://www.businessweek.com/innovate/content/jul2006/id20060713_755844.htm">Centenas, milhares, talvez milhões de pessoas em um brainstorm</a>. Uma ou outra idéia boa deve surgir, mas quase tudo é lixo. A vantagem: só se paga por resultado, ou seja, o custo pode parecer alto, mas dividido pela quantidade de cérebros envolvidos, acaba sendo um ótimo negócio.</p><p>O Google não paga em dinheiro, e sim em pontos. Dos pontos surge um ranking que gera satisfação para os que lá figuram. Tarefa realizada. E melhor: nada de problemas trabalhistas.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/esqueca-o-outsourcing-o-negocio-agora-e-o-crowdsourcing/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>24</slash:comments> </item> <item><title>A Cauda Longa</title><link>http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/#comments</comments> <pubDate>Mon, 21 Aug 2006 20:17:04 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[amazon]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[negócios]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/</guid> <description><![CDATA[Há cerca de um ano li um artigo chamado The Long Tail que descreve como empresas de internet utilizam o conceito da Cauda Longa para ganhar dinheiro. Entre os exemplos estão: Google, Amazon e iTunes. O artigo se desenvolveu em blog e agora virou o livro A Cauda Longa &#8211; do mercado de massa para [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://afiliados.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1644179&amp;ST=SE&amp;franq=170303"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/livrocaudalonga.jpg" title="Capa do livro A Cauda Longa" alt="[Capa do livro A Cauda Longa]" /></a>Há cerca de um ano li um artigo chamado <a
href="http://www.wired.com/wired/archive/12.10/tail.html" title="Surgia o conceito da Cauda Longa">The Long Tail</a> que descreve como empresas de internet utilizam o conceito da Cauda Longa para ganhar dinheiro. Entre os exemplos estão: Google, Amazon e iTunes. O artigo se desenvolveu em <a
href="http://thelongtail.com/" title="o blog do Long Tail">blog</a> e agora virou o livro <em>A Cauda Longa &#8211; do mercado de massa para o mercado de nicho</em> (<a
href="http://afiliados.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1644179&amp;ST=SE&amp;franq=170303" title="Programa afiliados do Submarino">compre no Submarino</a>), lançado este mês aqui no Brasil.</p><h3>O que é a Cauda Longa?</h3><p>A Cauda Longa é um fenômeno observado em empresas de internet que conseguem faturar com produtos de nicho tanto quanto, ou até mais que os tradicionais arrasa-quarteirão. Isso se tornou viável com o advento da internet já que a inexistência de limitação do espaço físico para exibição de produtos faz com que os mercados de nicho sejam explorados da mesma forma que o mercado de massas.</p><h3 id="prateleira">A prateleira infinita</h3><p>Dizem por aí que a &#8220;<a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pareto_principle" title="Princípio de Pareto: foi determinado empiricamente...">regra dos 80/20</a>&#8221; rege o faturamento das empresas, ou seja, 20% dos produtos representam 80% do faturamento. Se a loja é uma livraria, sabemos que a última aventura do Harry Potter vai vender tanto que representará uma parcela significativa do faturamento. Por este motivo a livraria acaba colocando em suas prateleiras aqueles títulos que têm mais chance de vender. Como o espaço físico de uma loja é limitado e tem um custo, só é possível disponibilizar uma quantidade limitada de títulos diferentes, exatamente aqueles que vendem. Faz sentido? Certamente.</p><p>Na internet tudo isso muda. Uma livraria virtual possui prateleiras de tamanho teoricamente infinito, cuja limitação é a quantidade de títulos oferecidos e não o espaço físico. Ao invés de disponibilizar apenas aqueles &#8220;xis&#8221; mil títulos que são os que mais vendem, é possível ter em catálogo um número muito maior. No livro &#8220;A Cauda Longa&#8221;, o autor Chris Anderson mostra que uma loja física de uma grande livraria nos EUA possui em média 100 mil títulos diferentes disponíveis. Ao mesmo tempo a loja virtual <a
href="http://amazon.com" title="Amazon, a maior loja virtual">Amazon.com</a> possui em suas &#8220;prateleiras&#8221; cerca de 3,7 milhões de livros diferentes. Note que o fato da Amazon possuir o título na &#8220;prateleira&#8221; não significa necessariamente que ele esteja em estoque.</p><p><img
src="/img/ext/caudalonga.png" title="o gráfico da Cauda Longa" alt="[o gráfico da Cauda Longa]" class="floatTL" />A grande descoberta veio da análise das quantidades vendidas dos produtos. Um estudo feito com a Amazon mostrou que, por ter uma &#8220;prateleira&#8221; maior de livros à  venda, o faturamento dos livros menos polulares (fora dos 100 mil principais títulos) representava em torno de um quarto da receita. Analisando o gráfico (acima) temos a impressão de que são produtos que não vale a pena vender. Sim, isso é verdade para uma loja física tracional. No varejo da internet descobriu-se o poder da Cauda Longa e da prateleira de tamanho infinito.</p><h3>O fim da era dos arrasa-quarteirão</h3><p>Na economia da Cauda Longa, o que faz a diferença é a abundância, ao contrário da escassez que existia até então. Em um mercado que predomina a escassez o que faz sentido é explorar aquilo que vende mais, ou seja, os arrasa-quarteirão, os hits. Nesse novo conceito de negócios (a abundância da Cauda Longa) o <a
href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG74764-6012-426,00.html" title="Revista Época">não-hit</a> acaba se tornando uma parcela importante do faturamento e concorre diretamente com os poucos e efêmeros sucessos do momento. Saber explorar isso tem feito empresas como o Google ou Amazon crescerem vertiginosamente, tornando-as gigantes da nova era.</p><p>A ironia é que um livro que analisa, entre outras, <a
href="http://www.brainstorm9.com.br/archives/2006/07/the_long_tail.html" title="O fim está próximo...">o fim da era dos arrasa-quarteirão</a> acabou virando best-seller internacional.</p><p><strong>Na blogosfera:</strong></p><ul><li><a
href="http://brunotorres.net/2006/08/27/revista-epoca-long-tail-e-as-varias-estatisticas-da-amazon">Bruno Torres</a>: Revista época, long tail e as várias estatísticas da Amazon</li><li><a
href="http://www.crisdias.com/2006/08/26/the-long-dong-tail/">Cris Dias</a>: The Long Dong Tail agora em português</li><li><a
href="http://debatebate.blogspot.com/2006/08/long-tail.html">Debate Bate</a>: The Long Tail</li><li><a
href="http://www.brainstorm9.com.br/archives/2006/08/braincast_2_longtail.html">Braincast#9</a>: Podcast: Long Tail</li><li><a
href="http://www.egocheese.com/archives/2006/07/12/a-cauda-longa">Egocheese</a>: A Cauda Longa</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>70</slash:comments> </item> </channel> </rss>
