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> <channel><title>Techbits &#187; mídia</title> <atom:link href="http://techbits.com.br/tudo-sobre/midia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://techbits.com.br</link> <description>O Techbits é um blog voltado para discussão de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, segurança e negócios.</description> <lastBuildDate>Thu, 06 Oct 2011 05:55:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>Googlezon toma forma</title><link>http://techbits.com.br/2007/googlezon-toma-forma/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/googlezon-toma-forma/#comments</comments> <pubDate>Thu, 13 Sep 2007 15:31:22 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[busca]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[google-news]]></category> <category><![CDATA[googlezon]]></category> <category><![CDATA[mashup]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/googlezon-toma-forma/</guid> <description><![CDATA[Quem se lembra do &#8220;documentário&#8221; EPIC 2014? Naquele vídeo, bastante interessante na época (2004) o autor previa o surgimento do Googlezon e o fim da mídia tradicional como conhecemos. No vídeo máquinas seriam responsáveis por processar todas as notícias e exibi-las de forma personalizada. Uma coisa que aconteceu duas semanas atrás me fez lembrar do [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googlezon.png" title="[Googlezon] " alt="[Googlezon] " />Quem se lembra do <a
href="http://epic.makingithappen.co.uk/" id="asz9">&#8220;documentário&#8221; EPIC 2014</a>? Naquele vídeo, bastante interessante na época (2004) o autor previa o surgimento do <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Googlezon">Googlezon</a> e o fim da mídia tradicional como conhecemos. No vídeo máquinas seriam responsáveis por processar todas as notícias e exibi-las de forma personalizada.</p><p>Uma coisa que aconteceu duas semanas atrás me fez lembrar do Googlezon. <a
href="http://battellemedia.com/archives/003923.php" id="m6.x" title="O Google News passou a licenciar conteúdo de algumas agências de notícias">O Google News passou a licenciar conteúdo de algumas agências de notícias</a>. Até então o serviço apenas vasculhava a web, criava pesquisas com notícias relevantes e encaminhava os leitores para a fonte do texto. Agora passa também a hospedar conteúdo.</p><p>Essa é uma mudança significativa no modelo de negócios do Google News. <a
href="http://techbits.com.br/2007/a-busca-e-a-prateleira-empoeirada/" id="ocia" title="Muitos editores reclamavam">Alguns editores reclamavam</a> que o Google News os indexava e que isso configuraria pirataria, mas na verdade o que o serviço sempre fez foi levar tráfego para as fontes de informação, sem exibir matérias completas. Agora tudo pode mudar. Ao licenciar conteúdo o Google News pode exibir em seu site as notícias e monetizá-las com anúncios direcionados. Elimina a necessidade de visitarmos o Estadão que tem as mesmas notícias da Folha pois ambas compraram textos da <a
href="http://www.afp.com/portugues/home/">France-Presse</a>, por exemplo.</p><p>Notícia pura e simples é commodity. A previsão do Googlezon de reformatar a informação, pegando pedaços aqui e ali, exibindo-as de forma personalizada é perfeitamente possível dentro deste cenário. Notícia pura e simples é commodity. O Google News deu o primeiro passo. Resta saber se irão <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mashup_%28web_application_hybrid%29">mashup-izar</a> esse conteúdo nos moldes do EPIC 2014.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li> <a
href="http://techbits.com.br/2007/a-busca-e-a-prateleira-empoeirada/">A busca e a prateleira empoeirada</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/googlezon-toma-forma/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>Meme: responsabilidade nos blogs</title><link>http://techbits.com.br/2007/meme-responsabilidade-nos-blogs/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/meme-responsabilidade-nos-blogs/#comments</comments> <pubDate>Mon, 06 Aug 2007 12:17:38 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[blogging]]></category> <category><![CDATA[blogs]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[ética]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <category><![CDATA[responsabilidade]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/meme-responsabilidade-nos-blogs/</guid> <description><![CDATA[Recentemente fui convidado por dois amigos blogueiros &#8211; o Manoel Netto do Tecnocracia e o Wagner Fontoura do Boombust &#8211; a discutir sobre ética e responsabilidade nos blogs. Na medida que os blogs começam a ganhar destaque aqui no Brasil, na medida que somos considerados como fonte de informação para muitas pessoas, surge a necessidade [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/mundopequeno.png" title="[Blogs: teia de relações] " alt="[Blogs: teia de relações] " />Recentemente fui convidado por dois amigos blogueiros &#8211; o <a
href="http://www.tecnocracia.com.br/arquivos/etica-responsabilidade-e-humildade-credibilidade" title="Manoel Neto do Tecnocracia">Manoel Netto do Tecnocracia</a> e o <a
href="http://boombust.blog.br/2007/07/25/falando-de-responsabilidade-social-num-momento-critico-para-os-blogs/" title="Wagner Fontoura do Boombust">Wagner Fontoura do Boombust</a> &#8211; a discutir sobre ética e responsabilidade nos blogs. Na medida que os blogs começam a ganhar destaque aqui no Brasil, na medida que somos considerados como fonte de informação para muitas pessoas, surge a necessidade de um debate mais aprofundado do assunto. Fora do Brasil blogs já são parte do dia-a-dia das pessoas. Aqui, apesar de uma <a
href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2007/08/03/idgnoticia.2007-08-04.2771559306/">pesquisa mostrar que somos o 5o. país que mais lê blogs</a>, somos considerados marginais em relação à grande mídia. Aos poucos a visão do público e das empresas está mudando para melhor.</p><h3>Analogia: quanto mais sexo, melhor</h3><p>Estudiosos aplicando teorias econômicas dizem que se você é uma pessoa prevenida, quanto mais sexo você fizer, mesmo que com diferentes parceiros, estará contribuindo para diminuir a incidências de DSTs como um todo. Para entender melhor, leia a seguir a citação do livro de Steven Landsburg, em seu livro <em>More Sex is Safer Sex</em> (Mais sexo é sexo mais seguro, ainda não publicado no Brasil), <a
href="http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2007/06/veja-1-mais-sexo-menos-aids_09.html" title="publicada na revista Veja">retirado da revista Veja</a>:</p><blockquote><p>&#8220;Se você sempre foi cuidadoso e seletivo, poderá elevar a qualidade média do conjunto de parceiros sexuais. Só por entrar no jogo você o torna mais puro. Graças a você, todos os que vão à caça hoje à noite têm uma chance melhor de encontrar alguém saudável.&#8221;</p></blockquote><p>O que isso tem a ver com blogs? O Manoel Netto <a
href="http://www.tecnocracia.com.br/arquivos/etica-responsabilidade-e-humildade-credibilidade">diz em seu texto sobre responsabilidade em blogs</a> que estamos vendo a ascensão de tubérculos e salsichas à blogosfera. Ele se refere às centenas de blogs de conteúdo de baixa qualidade que surgem e morrem todos os dias e que nada acrescentam à discussão.</p><p>Pois a teoria do Steven Landsburg encaixa-se perfeitamente neste contexto. É só nós, que supostamente publicamos conteúdo de qualidade, continuarmos a publicar mais e mais. O fato de publicarmos com qualidade significa que no geral estaremos aumentando a qualidade geral dos textos da blogosfera, mais ou menos como na teoria do &#8220;mais sexo é sexo mais seguro&#8221;.</p><h3>A confiança do público</h3><p>Quando você vai comprar algo ou usufruir de algum serviço novo, nada como um dica de amigo. Se algum conhecido seu recomendar aquele celular, aquela operadora de internet, aquele filme, certamente você será influenciado caso necessite tomar uma decisão de compra. <a
href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/072007/23072007-1.shl" title="Pois os blogs funcionam de maneira similar">Pois os blogs funcionam de maneira similar</a>. Ao permitir discussões, blogueiros se aproximam de seus leitores, coisa que na chamada mídia tradicional não existe. Um ótimo texto do Júlio Daio Borges do Digestivo Cultural, mostra que <a
href="http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2062" title="jornalista tradicional se assusta com blogs">jornalista tradicional se assusta com blogs</a> pois aqui existem leitores, eles reagem aos textos, comentam, questionam.</p><h3>Responsabilidade e opiniões</h3><p>Uma das discussões da blogosfera é em relação ao formato que os blogs assumiram: <a
href="http://www.contraditorium.com/2007/07/30/solucao-para-os-dilemas-eticos-responsabilidade-credibilidade-bla-bla-e-bla/" title="pitadas de opinião mesclada com outras informações">pitadas de opinião mesclada com outras informações</a>. Na mídia tradicional emitir opinião está fora de questão. Só nos editoriais isso é permitido. Diferentemente, o que os leitores de blogs procuram é exatamente a opinião do blogueiro em relação aos assuntos, o que é perfeitamente natural. Também devemos tomar o cuidado de verificar a fundo os fatos, tentar não &#8220;comer bola&#8221; ou falar alguma besteira infundada. Se possível dar uma visão dos dois lados, mesmo que seja favorável a apenas um.</p><p>Agindo assim ganhar credibilidade frente ao público em geral, empresas e mídia tradicional é uma questão de tempo. E finalmente blogs se tornarão cada vez mais primeira fonte de consulta da maioria das pessoas.</p><h4>Leia mais:</h4><ul><li><a
href="http://marcogomes.com/blog/2007/etica-e-responsabilidade-nos-blogs/" title="Ética e responsabilidade nos blogs">Ética e responsabilidade nos blogs</a>, via Marco Gomes</li><li><a
href="http://www.ofimdavarzea.com/responsabilidade-social-e-blogs/" title="Responsabilidade social e blogs">Responsabilidade social e blogs</a>, via O Fim da Várzea</li><li><a
href="http://oitopassos.com/2007/07/24/quanto-a-responsabilidade-dos-blogs/" title="Quanto a responsabilidade dos blogs">Quanto a responsabilidade dos blogs</a>, via Oito Passos</li><li><a
href="http://blog.fabioseixas.com.br/archives/2007/07/a_responsabilidade_de_um_blog.html">A responsabilidade de um blog</a>, via Fabio Seixas</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/meme-responsabilidade-nos-blogs/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>MundoMax: novo anunciante do Techbits</title><link>http://techbits.com.br/2007/mundomax-novo-anunciante-do-techbits/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/mundomax-novo-anunciante-do-techbits/#comments</comments> <pubDate>Sat, 19 May 2007 16:17:51 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[agradecimento]]></category> <category><![CDATA[anunciante]]></category> <category><![CDATA[blogs]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <category><![CDATA[monetizar]]></category> <category><![CDATA[mundomax]]></category> <category><![CDATA[techbits]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/mundomax-novo-anunciante-do-techbits/</guid> <description><![CDATA[Hoje entrou no ar um anunciante fixo aqui no Techbits. Trata-se da loja virtual MundoMax.com.br que está com um banner na parte superior direita do site. A loja vende uma gama variada de produtos que abrange informática, telefonia, segurança, áudio/ vídeo, eletro-portáteis, áudio profissional e instrumentos musicais. Segundo informações disponíveis no site o MundoMax faz parte de um grupo com 40 anos de experiência na venda de eletrônicos. Também há um blog corporativo com algumas novidades em lançamentos.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/mundomax.png" title="[MundoMax] " alt="[MundoMax] " />Hoje entrou no ar um anunciante fixo aqui no Techbits. Trata-se da loja virtual <a
href="http://www.mundomax.com.br" onclick="javascript:urchinTracker('/mundomax');" title="MundoMax.com.br">MundoMax.com.br</a> que está com um banner na parte superior direita do site. A loja vende uma gama variada de produtos que abrange informática, telefonia, segurança, áudio/ vídeo, eletro-portáteis, áudio profissional e instrumentos musicais. Segundo informações disponíveis no site o MundoMax faz parte de um grupo com 40 anos de experiência na venda de eletrônicos. Também há um <a
href="http://www.mundomax.com.br/blog/" title="blog corporativo">blog corporativo</a> com algumas novidades em lançamentos.</p><h3>Blogs, mídia de credibilidade</h3><p>Essa é a segunda vez que o Techbits tem um anunciante fixo. O primeiro foi para um torneio do <a
href="http://techbits.com.br/2007/techbits-ganha-anuncio-da-google/" title="Google Code Jam">Google Code Jam</a>. No exterior blogs já fazem parte da estratégia de marketing das grandes empresas. Aqui no Brasil a atuação é mais tímida mas as coisas estão mudando. A Microsoft, por exemplo, parece interessada nos blogs. Tanto que chamou alguns blogueiros brasileiros para uma reunião no próximo dia 23, Techbits incluso. Lá fora, a importância dos blogs é tamanha que alguns <a
href="http://gigaom.com/2007/03/17/techcrunch-hardee/" title="chegam a contratar CEOs">chegam a contratar CEOs</a>.</p><p>O que diferencia um blog de uma empresa de mídia tradicional é o fato do blogueiro em geral ser uma pessoa que gosta do assunto que aborda. E como entende muito bem do que está falando, investiga fatos a fundo e <a
href="http://techbits.com.br/2007/blogs-midia-de-credibilidade/" title="ganha credibilidade com os seus leitores">ganha credibilidade com os seus leitores</a>. Deslizes acontecem como o ocorrido com o Engadget. Um post deles sobre rumores da Apple derrubou as ações da empresa em 3% em pouco menos de meia hora. <a
href="http://geek42.org/2007/05/17/o-engano-que-custou-4-bilhoes-de-dolares/" title="Um prejuízo de 4 bilhões de dólares">Um   prejuízo de 4 bilhões de dólares</a>.</p><h3>MundoMax.com.br</h3><p>É isso, o Techbits tem agora um anunciante fixo, espero que seja uma parceria de longo prazo. Este post jabá não faz parte do acordo de divulgação, mas resolvi escrevê-lo em agradecimento ao <a
href="http://www.mundomax.com.br/" onclick="javascript:urchinTracker('/mundomax');" title="MundoMax.com.br">MundoMax.com.br</a>, na cola de blogs estrangeiros que de vez quando fazem <a
href="http://www.readwriteweb.com/archives/thanks_sponsors_21april07.php" title="uma pausa para seus   anunciantes">uma pausa para seus anunciantes</a>. Obrigado pela confiança, MundoMax!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/mundomax-novo-anunciante-do-techbits/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>16</slash:comments> </item> <item><title>Fiz: uma visão geral</title><link>http://techbits.com.br/2007/fiz-uma-visao-geral/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/fiz-uma-visao-geral/#comments</comments> <pubDate>Fri, 27 Apr 2007 20:17:14 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[fiz]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/fiz-uma-visao-geral/</guid> <description><![CDATA[[atualizado em 10/05/2007] Fui convidado esta semana para bater um papo com a equipe do Fiz, aquele canal de TV que a Editora Abril vai lançar em breve. O Fiz é uma tentativa de junção da velha mídia (TV) com a internet. Haverá um site nos moldes do YouTube, uma rede social de vídeos e [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/fiz_tv.png" alt="[Fiz TV] " title="[Fiz TV] " /><strong>[atualizado em 10/05/2007]</strong> Fui convidado esta semana para bater um papo com a equipe do Fiz, aquele canal de TV que a Editora Abril vai lançar em breve. O Fiz é uma tentativa de junção da velha mídia (TV) com a internet. Haverá um site nos moldes do YouTube, uma rede social de vídeos e os melhores vídeos poderão ser promovidos para passarem na TV. No primeiro texto que escrevi sobre eles, <a
href="http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/" title="fiz uma crítica">fiz uma crítica</a> dizendo que a tentativa desta mistura pode resultar em algo que não dará certo. Após conversar com o Marcelo Botta (Gerente de Conteúdo) e a Patrícia Viera (Produtora), pessoas antenadíssimas com as tendências da tecnologia web, e principais responsáveis pelo &#8220;programação&#8221; do canal, tenho que fazer uma revisão daquela opinião.</p><h3>Teaser</h3><p>Essa informação é exclusiva do Techbits. O <a
href="http://www.fiztv.com.br" title="Fiz TV">Fiz TV</a> já tem um site e nele encontramos <a
href="http://www.fiztv.com.br/" title="um teaser com 7 vídeos diferentes">um teaser com 7 vídeos diferentes</a> (imagem abaixo é de um dos teasers) e uma surpresa para quem possui web cam. Por enquanto é possível apenas se inscrever para receber informações em primeira mão do Fiz. <strike>Dentro de alguns dias será</strike> Já é possível fazer uploads de vídeos de até 50 MB que serão guardados para a estréia do site e canal. <strike>Assim que essa funcionalidade ficar disponível faço uma atualização neste post</strike>.</p><p>A equipe do Fiz já está em contato com universidades, bandas e produtores independentes para instigá-los a publicar material próprio no site. Quando estrearem já contarão com uma base interessante de conteúdo.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/fiz_tv_playmobil.jpg" title="[Fiz TV teaser: Playmobil] " alt="[Fiz TV teaser: Playmobil] " class="floatTL"/></p><h3>Canais</h3><p>O Fiz TV terá vários &#8220;canais&#8221;, cada um voltado para um público de nicho diferente. Inicialmente serão Fiz.em casa, Fiz.doc, Fiz.anima, Fiz.curta, Fiz.humor e Fiz.clipe. Cada um desses canais terá um espaço na grade de programação da TV, passando os melhores vídeos seqüencialmente, sejam eles de 30 segundos ou 5 minutos. Por exemplo, no Fiz.humor pode haver 15 vídeos interessantes para passarem na TV, com tempos de duração variável. Já no Fiz.doc, um documentário pode ter quase uma hora, e se for de interesse do público, ganhará seu espaço na telinha.</p><p>O problema da grade de programação fixa será resolvido com reprises em horários e dias diferentes e também com a possível escolha pela audiência de qual horário é melhor para cada programa. Isso é uma solução intermediária já que o ideal seria escolhermos nossos próprios horários para assistir ao que quisermos. Nada impede, claro, de extrapolarmos essas limitações no site do Fiz, escolhendo nossa própria programação.</p><h3>Datas</h3><p>O teaser já está no ar, o recebimento de vídeos deve começar em breve, o site passará a funcionar efetivamente a partir de 1o. de junho e o canal estréia na TVA em 30 de julho.</p><h3>Idéias, idéias</h3><p>As idéias da equipe do Fiz não param. Há muita coisa interessante que discutimos na reunião. Vi uma apresentação com os moldes do Fiz, algumas vinhetas do canal e uma idéia geral de como funcionará o serviço. Na verdade o Fiz acaba agregando conceitos da web 2.0, cauda longa, <a
href="http://techbits.com.br/2006/esqueca-o-outsourcing-o-negocio-agora-e-o-crowdsourcing/" title="crowdsourcing">crowdsourcing</a>, rede social, social media, entre outros. Essa mistura deve resultar em um serviço interessante. Pelo menos na web.</p><p>O grande problema que ainda vejo é a distribuição na telinha da TV. Não há como evitar as restrições impostas pela escassez de espaço disponível. 24h de TV podem não ser suficientes para alocar toda a quantidade de conteúdo que o serviço pretende atingir. E também limitar pela grade da programação fixa soa século XX, coisas da mídia antiga. Como disse antes sempre existe a opção de esquecer o canal da TV e ficar só com o site da internet. Mas que sair na TV chama atenção, chama.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/" title="TV e YouTube: diametralmente opostos">TV e YouTube: diametralmente opostos</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/fiz-uma-visao-geral/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>22</slash:comments> </item> <item><title>Google: máquina de publicidade</title><link>http://techbits.com.br/2007/google-maquina-de-publicidade/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/google-maquina-de-publicidade/#comments</comments> <pubDate>Mon, 16 Apr 2007 21:17:38 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[doubleclick]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[microsoft]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <category><![CDATA[monopólio]]></category> <category><![CDATA[publicidade]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/google-maquina-de-publicidade/</guid> <description><![CDATA[Muita gente que converso não faz idéia de como o Google ganha dinheiro. Sempre faço a piada &#8211; sem graça, por sinal &#8211; perguntando se eles não pagam mensalidade para usar os serviços do Google. As pessoas ficam confusas&#8230; Aí explico que a busca, juntamente com algoritmos que traçam o perfil das pessoas, mais localização [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/google.gif" title="[Google] " alt="[Google] " />Muita gente que converso não faz idéia de como o Google ganha dinheiro. Sempre faço a piada &#8211; sem graça, por sinal &#8211; perguntando se eles não pagam mensalidade para usar os serviços do Google. As pessoas ficam confusas&#8230; Aí explico que a busca, juntamente com algoritmos que traçam o perfil das pessoas, mais localização geográfica e outras variáveis são usados pelo Google para mostrar anúncios direcionados, com grande chance de atingir seu objetivo. E todos ficam maravilhados. Pois é, o <a
href="http://techbits.com.br/2007/orkut-o-maior-crm-do-brasil/" title="Google é um CRM gigante">Google é um CRM gigante</a> que vende anúncios.</p><h3>Google e DoubleClick</h3><p>A notícia do fim de semana foi a compra da <a
href="http://www.meiobit.com/google/google_compra_doubleclick_por_us_3_1_bilh_es" title="DoubleClick pelo Google pelo preço de dois YouTubes">DoubleClick pelo Google pelo preço de dois YouTubes</a>. A DoubleClick representa tudo que o Google nunca quis ser em termos de publicidade on-line. Com anúncios intrusivos, pouco relevantes, surpreende o acordo de 3,1 bilhões de dólares por uma empresa de publicidade on-line das antigas que fatura cerca de 10% disso por ano. O segredo está na aposta para o futuro e também no fortalecimento do Google em uma de suas competência principais: vender anúncios. Ao mesmo tempo evita que concorrentes como a Microsoft ou o Yahoo! se aproximem de seu domínio.</p><h3>Monopólio</h3><p>Agora surge a história de que a <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20070416-irony-alert-microsoft-att-oppose-googledoubleclick-merger-on-antitrust-grounds.html" title="Microsoft está preocupada com o possível monopólio do Google">Microsoft está preocupada com o possível monopólio do Google</a> quando falamos de publicidade on-line. Toda ironia vem do fato de que a Microsoft é uma gigante que sempre negou ter monopólio apesar de estar presente em quase todos os PCs do mundo. O mercado de sistemas operacionais é praticamente impenetrável, mas como os softwares estão migrando para a web o jogo está mudando rapidamente de lado. Com a emergência de gigantes da internet quem reclama agora de monopólio nas concorrentes é a própria Microsoft.</p><h3>Diversificação</h3><p>Mas o Google não está contente só com a web. Que anunciar em todos os lugares. Na TV, nos jornais, rádio, etc&#8230; Hoje mesmo acaba de anunciar uma <a
href="http://www.undergoogle.com/blog/2007/04/google-adsense-para-rdios.html" title="parceria para anúncios em rádio com a Clear Channel">parceria para anúncios em rádio com a Clear Channel</a>, maior rede de rádios dos EUA. Se o Google conseguir criar formas de anúncio altamente relevantes em outras mídias, certamente não só empresas de publicidade on-line é que devem se preocupar e sim o mercado como um todo.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/google-maquina-de-publicidade/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> <item><title>Faça como a Folha, leia o Techbits</title><link>http://techbits.com.br/2007/faca-como-a-folha-leia-o-techbits/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/faca-como-a-folha-leia-o-techbits/#comments</comments> <pubDate>Wed, 28 Mar 2007 17:17:03 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[citação]]></category> <category><![CDATA[folha]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <category><![CDATA[nelson-de-sá]]></category> <category><![CDATA[techbits]]></category> <category><![CDATA[toda-mídia]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/faca-como-a-folha-leia-o-techbits/</guid> <description><![CDATA[Ok, esse é um egopost, pode pular se quiser. Esta semana o Techbits foi citado pelo jornal Folha de S.Paulo, não uma, mas três vezes, em dois dias diferentes. Uau! Tudo começou na segunda-feira pela manhã, bem cedinho, quando notei que nas estatísticas do blog algumas visitas estavam vindo do site da Folha On-line. O [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/folhadespaulo.png" alt="[Folha de S.Paulo] " title="[Folha de S.Paulo] " />Ok, esse é um egopost, pode pular se quiser. Esta semana o Techbits foi citado pelo jornal <a
href="http://www.folha.uol.com.br/">Folha de S.Paulo</a>, não uma, mas três vezes, em dois dias diferentes. Uau! Tudo começou na segunda-feira pela manhã, bem cedinho, quando notei que nas estatísticas do blog algumas visitas estavam vindo do site da Folha On-line. O problema é que o conteúdo é fechado para assinantes então tive que recorrer a um amigo para saber os motivos do link. Surpresa foi a minha ao descobrir que nada mais, nada menos, era o colunista Nelson de Sá meu leitor em um dos maiores jornais do país. Uau de novo! Bom, isso mostra que o trabalho que realizo aqui no Techbits chama a atenção, se diferencia da multidão, e conquista leitores qualificados. Muito obrigado, Nelson de Sá!</p><h3>Toda Mídia</h3><p>Na coluna diária Toda Mídia, Nelson de Sá faz uma passagem geral por vários lugares, de jornais a blogs, de revistas à  TV. Retira desses lugares informações pontuais e relevantes que explicam o mundo atual. Na segunda-feira, ao falar do BarCamp, citou o Edney como celebridade da blogosfera e colocou um link para meu texto sobre a (1) <a
href="http://techbits.com.br/2007/barcamp-startups/">desconferência das startups</a> no evento. Já na terça-feira, novamente fui brindado pela Folha. O mesmo Nelson de Sá, comentando sobre os vídeos on-line como &#8220;A Próxima Grande Coisa&#8221;, citou dois textos meus: (2) <a
href="http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/">um sobre o Fiz</a>, aquele canal que a editora Abril pretende lançar e (3) <a
href="http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/">minha análise do Joost</a>, que tem atraído muitos pedintes de convites.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/recortes_folhadesp.jpg" alt="[Recortes de jornal] " title="[Recortes de jornal] " class="floatTL"/></p><p>Criar um blog é fácil. O custo para se divulgar conteúdo caiu drasticamente com o advento da internet. Mantê-lo mais do que três meses é um desafio, a maioria fica pelo caminho. Monetizar o conteúdo é mais difícil ainda, estou no caminho certo. Sair na Folha de S.Paulo dois dias seguidos, não tem preço. Mas&#8230; cadê minha citação de hoje? hehehe!</p><h4>Links: (só para assinantes da Folha)</h4><ul><li><a
href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2603200714.htm">&#8220;Startups&#8221;</a>, coluna Toda Mídia, Nelson de Sá, Folha de S.Paulo</li><li><a
href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2703200727.htm">A próxima grande coisa</a>, coluna Toda Mídia, Nelson de Sá, Folha de S.Paulo</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/faca-como-a-folha-leia-o-techbits/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>27</slash:comments> </item> <item><title>Fiz: fizeram errado</title><link>http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/#comments</comments> <pubDate>Mon, 26 Mar 2007 13:17:36 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[editora-abril]]></category> <category><![CDATA[fiz]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <category><![CDATA[restrições]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/</guid> <description><![CDATA[O &#8220;Next Big Thing&#8221; da web certamente é o vídeo. O YouTube está aí pra provar, o Joost chega logo mais para quebrar paradigmas e a editora Abril lança o canal Fiz. A proposta do Fiz é, como o próprio nome diz, mostrar vídeos feitos pelo usuário, escolhidos entre aqueles postados no site do serviço. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/fiz_tv.png" alt="[Fiz" title="Fiz TV" />O &#8220;Next Big Thing&#8221; da web certamente é o vídeo. O YouTube está aí pra provar, o <a
href="joost.com">Joost</a> chega logo mais para quebrar paradigmas e a editora Abril lança o canal Fiz. A proposta do Fiz é, como o próprio nome diz, mostrar vídeos feitos pelo usuário, escolhidos entre aqueles postados no site do serviço. O canal será para a TV paga e a programação definida pelo usuário. Deve estrear até o meio deste ano e é uma tentativa de misturar a popularidade do YouTube com a velha mídia chamada de televisão.</p><h3>Restrição não dá certo</h3><p><a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/">O YouTube é diametralmente oposto à  TV</a>. Na TV comum há restrições de horário, grade de programação, variedade de conteúdo e de número de canais. Nada disso existe no YouTube. Você assiste quando quiser, o que quiser, na variedade quase infinita da cauda longa (long tail) dos vídeos. O Fiz tenta fazer uma mistura dos dois modelos mas erra feio exatamente no quesito que o diferencia do YouTube: continua restritivo na distribuição.</p><p>Ao criar um canal de TV paga, o resultado do Fiz será restrito por horários, disponibilidade do espectador, grade, etc&#8230; A única semelhança com o YouTube é a produção do conteúdo, <em>crowdsorcizada</em> para os usuários. O resto não passa da mesma coisa que a decadente TV convencional. Além de tudo isso é TV paga, ou seja, disponível apenas para uma pequena parcela da população.</p><h3>Cauda Longa</h3><p>Não adianta tentar adaptar um serviço de <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">cauda longa</a> que são os vídeos produzidos pelo usuário, para serem massificados através do sinal da TV à  cabo. A cauda longa diz que tudo são pequenos nichos. O Fiz não vai se adaptar a nenhum deles e vai virar um canal de videocassetadas, o popularesco pão e circo que diverte as multidões acéfalas. Nada a ver com o YouTube e muito longe de um concorrente forte. O fato de tentar misturar duas coisas diferentes para tentar criar algo intermediário acaba nivelando o serviço à  sua pior parte que é a restrição do sinal de TV. Nada de assitir ao Tapa na Pantera a hora que você desejar, só no horário nobre. Fala sério.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/">Joost: revolução na TV?</a></li><li><a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">O LOST e o novo paradigma da distribuição de conteúdo</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> <item><title>A multidão faz a notícia</title><link>http://techbits.com.br/2006/a-multidao-faz-a-noticia/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/a-multidao-faz-a-noticia/#comments</comments> <pubDate>Wed, 11 Oct 2006 22:17:05 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[acidente]]></category> <category><![CDATA[blogosfera]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[flickr]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[quinto-poder]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/a-multidao-faz-a-noticia/</guid> <description><![CDATA[Hoje aconteceu um acidente em Nova York. Um avião de pequeno porte chocou-se com um prédio residencial em Manhattan. É provavelmente um Cirrus SR-20 que não conta com o TCAS de aeronaves maiores. Como aconteceu nos atentados a Londres em 2005, pessoas por toda Nova York, testemunhas oculares dos acontecimentos, estão publicando fotos na internet [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
title="[foto retirada do Flickr] " alt="[foto retirada do Flickr] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/aviaonyc.jpg" class="floatTL"/>Hoje aconteceu um acidente em Nova York. Um avião de pequeno porte chocou-se com um prédio residencial em Manhattan. É provavelmente um Cirrus SR-20 que não conta com o <a
href="http://techbits.com.br/2006/tcas-sistema-que-evita-a-colisao-entre-avioes/">TCAS de aeronaves</a> maiores. Como aconteceu nos atentados a Londres em 2005, pessoas por toda Nova York, testemunhas oculares dos acontecimentos, estão publicando fotos na internet (acima, <a
href="http://www.flickr.com/photos/83369484@N00/267217423/">via Flickr</a>) quase que imediatamente após o clique. É a multidão fazendo a notícia e gerando o conteúdo.</p><h3>Flickr</h3><p><img
alt="[Flickr] " title="[Flickr] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/flickr.gif" />Um dos lugares que <a
href="http://www.flickr.com/search/?q=crash+plane+nyc&#038;m=text">fotos começaram a aparecer</a> logo após o acidente foi no Flickr. O <a
href="http://flickr.com">Flickr</a> é a rede social da fotografia. Comprada pela Yahoo! no início de 2005, possui uma grande base de fotos amadoras colocadas pelos próprios usuários. O interessante é que cada foto é etiquetada com tags o que facilita a busca pelo que procuramos. As tags são definidas pelos usuários, em qualquer ordem, com qualquer nome. A massa de tags define as tendências e os assuntos mais postados. Faz parte da essência da web 2.0.</p><p>Ah, claro, a Wikipédia, outro lugar que a multidão publica coisas, já tem <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/October_11%2C_2006_New_York_City_plane_crash">um artigo dedicado ao fato</a>. E quer saber, é o melhor lugar para conseguir as informações mais consistentes e atualizadas.</p><h3>A grande mídia e a multidão</h3><p>A CNN está dando uma grande cobertura para o caso neste momento. É interessante que algumas das imagens exibidas foram enviadas por espectadores do canal de notícias. A CNN possui o <a
href="http://edition.cnn.com/exchange/">i-Report</a>, uma forma de pessoas comuns enviarem material jornalístico como fotos e vídeos para exibição na TV ou site.</p><p><img
alt="[Foto Repórter] " title="[Foto Repórter] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/fotoreporter.gif" />No Brasil o jornal O Estado de S.Paulo foi pioneiro nessa integração da grande mídia com a multidão. A iniciativa do <a
href="http://www5.estadao.com.br/fotoreporter/index.htm">Foto Repórter</a> surgiu exatamente para explorar a tendência observada nos atentados de Londres quando passageiros do metrô, munidos de celulares com câmeras, tiraram fotos exclusivas do que havia acontecido nos subterrâneos. No caso do Estadão, qualquer pessoa que tenha uma foto recente com conteúdo jornalístico pode enviá-la ao jornal.</p><h3>Blogs, o quinto poder</h3><p>A imprensa é conhecida como o quarto poder. O motivo do nome é a força que possui para influenciar a política das nações. Alguns chamam a <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-quinto-poder/">blogosfera de o quinto poder</a>. Um exemplo recente foi a campanha feita por um blog <a
href="http://alcineacavalcante.blogspot.com/2006/09/sarney-no-vai-conseguir-me-calar.html">contra a candidatura de um senador</a> no Amapá. Ganhou adeptos e foi citada até pela imprensa.</p><p>No recente caso da compra do YouTube pelo Google, a primeira fonte do rumor partiu de um blog chamado <a
href="http://techcrunch.com/">TechCrunch</a>. Alguns duvidaram mas até o Wall Street Journal e o New York Times citaram o site como fonte segura. <a
href="http://techbits.com.br/2006/confirmado-google-compra-youtube-por-us-165-bilhao/">No final era tudo verdade</a> como vimos dias atrás. Que a força esteja com os blogs.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/a-multidao-faz-a-noticia/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> <item><title>Em defesa da Busca</title><link>http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-busca/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-busca/#comments</comments> <pubDate>Tue, 26 Sep 2006 10:17:07 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[busca]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <category><![CDATA[seo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-busca/</guid> <description><![CDATA[Desde que o Techbits existe, cerca de 19% dos visitantes vieram do Google. É provável que uma parte deles tenha se tornado leitor regular. Por isso figurar em mecanismos de buscas como o Google ou Yahoo! é um ótimo negócio: ganha-se visibilidade e novos leitores. Mas não é assim que pensa uma associação de jornais [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googlenewsbe.png" alt="[Google News] " title="[Google News] " /><a
href="http://techbits.com.br/2006/mais-um-na-multidao/">Desde que o Techbits existe</a>, cerca de 19% dos visitantes vieram do Google. É provável que uma parte deles tenha se tornado leitor regular. Por isso figurar em mecanismos de buscas como o Google ou Yahoo! é um ótimo negócio: ganha-se visibilidade e novos leitores. <a
href="http://blog.estadao.com.br/blog/anderaos/?title=google_e_proibido_de_publicar_conteudo_d&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1">Mas não é assim que pensa uma associação de jornais da Bélgica</a>. Ganharam na justiça uma ação obrigando o Google a não mais indexar suas páginas. Azar deles.</p><h3>A Busca impulsiona os negócios</h3><p>No livro &#8220;A Busca&#8221; (<a
href="http://submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1069563&amp;ST=SE&amp;franq=170303">compre no Submarino</a>), <a
href="http://battellemedia.com/">John Battelle</a> cita o caso de uma loja de sapatos que, da noite para o dia, viu seu faturamento despencar por ter caído no ranking do Google. A <a
href="http://2bigfeet.com/">loja virtual</a>, que vendia cerca de 40 mil dólares por mês, ficou com estoques encalhados às vésperas do Natal de 2003. A busca impulsiona visitantes, o faturamento e os negócios. Sair da primeira página do Google para outra qualquer fez todos esse índices despencarem.</p><p>Não é à  toa que encontramos pela web empresas vendendo SEO (<a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Seo">Search Engine Optimization</a> &#8211; Otimização em Mecanismos de Busca), muitas delas oferecendo práticas não aceitas pelo Google e, portanto, passíveis de exclusão do mecanismo de busca <a
href="http://news.bbc.co.uk/1/hi/technology/4685750.stm">como ocorreu recentemente com a BMW alemã</a>.</p><h3>Os livros e a prateleira infinita indexável</h3><p>Controvérsia parecida ocorre com as editoras de livros e o Google. O projeto <a
href="http://books.google.com">Google Livros</a> pretende escanear e tornar disponível a busca por todos os livros existentes. <a
href="http://news.com.com/Googles+battle+over+library+books/2100-1025_3-5907506.html">As editoras não gostaram da idéia</a>. Mas como fazer para que aquele livro, perdido em uma estante empoeirada, seja descoberto? Só com a busca na prateleira infinita da <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a>. E isso provavelmente aumentará as vendas.</p><h3>Azar deles</h3><p><a
href="http://hmtk.com/blog/index.php?/archives/45-Google-convicted-in-case-brought-by-Belgian-press.html">Dizem por aí que cerca de 40% das visitas</a> a sites de notícia originam-se de serviços agregadores como o <a
href="http://news.google.com.br/">Google News</a>. Por que então uma empresa de mídia prefere ficar fora do Google? A verdade é que as empresas representadas neste processo querem continuar no Google News, mas exigem pagamento de taxas de direito de uso de trechos de seus textos.</p><p><a
href="http://googleblog.blogspot.com/2006/09/about-google-news-case-in-belgium.html">O Google defende-se</a> dizendo que não fatura em cima do serviço Google News (não há anúncios), e que qualquer site pode se auto excluir de mecanismos de buscas apenas configurando corretamente o <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Robots.txt">robots.txt</a>, arquivo padronizado que alerta robôs de mecanismos de buscas sobre qual conteúdo [não] indexar.</p><p>Só posso entender que os jornais belgas não querem atrair leitores&#8230; azar deles.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-busca/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>6</slash:comments> </item> <item><title>Pagar não rima com cavar</title><link>http://techbits.com.br/2006/pagar-nao-rima-com-cavar/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/pagar-nao-rima-com-cavar/#comments</comments> <pubDate>Thu, 03 Aug 2006 10:17:27 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[digg]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[netscape]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/pagar-combina-com-cavar/</guid> <description><![CDATA[Definitivamente as redes sociais estão na moda. Aqui no Brasil temos o orkut no qual não ter um perfil significa praticamente não existir. Nos EUA temos o MySpace que começa a provocar discussões em torno da privacidade e acesso a menores de idade. Mas será que a única forma de rede social que existe é [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
title="Digg vs Netscape" alt="[Digg vs Netscape]" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/diggvsnetscape.png" />Definitivamente as redes sociais estão na moda. Aqui no Brasil temos o <a
title="Você não está no orkut?" href="http://www.orkut.com">orkut</a> no qual não ter um perfil  significa praticamente não existir. Nos EUA temos o <a
title="MySpace, o site mais visitado dos EUA" href="http://myspace.com">MySpace</a> que começa a provocar discussões <a
title="MySpace restrito" href="http://news.yahoo.com/s/nf/20060801/bs_nf/45024">em torno da privacidade e acesso a menores de idade</a>. Mas será que a única forma de rede social que existe é essa, na qual as pessoas se expõe para se relacionar? Felizmente a resposta é não!</p><p>Um dos fenômenos mais interessantes das redes sociais está na área de mídia e se chama <a
title="Cave o digg" href="http://digg.com">Digg</a>. É um site que mistura colaboração, rede social, bookmarking e notícias. Como conseqüência torna-se uma fonte de informações quentíssimas.  Não é exagero dizer que mudou os hábitos da web.</p><h3>Cadê os editores?</h3><p>Na verdade o Digg não produz seu próprio conteúdo. Sua página principal exibe resumos de matérias publicadas em sites por toda a internet. A grande novidade é a ausência de editores internos. Tudo depende dos usuários. Todos possuem poder de voto (a favor ou contra) e todos podem postar notícias. As mais relevantes, de acordo com a multidão, saem na página principal. Essa é a essência de uma rede social colaborativa.</p><h3>Digg vs Netscape</h3><p>O sucesso do Digg é tão grande que recentemente <a
title="O clone do Digg" href="http://netscape.com/">surgiu um clone</a> . Estamos falando da Netscape, que já foi <a
title="Foi browser, virou mídia" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2001/06/07/netscape-mais-midia-menos-browser/">um browser de sucesso</a> e hoje cria polêmica oferecendo dinheiro para os melhores usuários do Digg.</p><p>Na essência o pensamento da Netscape é o seguinte: há um grupo de usuários que são os mais ativos do Digg. Por que não recompensá-los financeiramente para postar no Netscape ao invés de no Digg?</p><p><a
title="Digg vs Netscape" href="http://leoville.vox.com/library/post/rose-vs-calacanis.html">A questão é complexa</a> mas parece consenso geral que o pagamento de pessoas para postar no site seria algo como voltar ao tradicional pequeno grupo de editores que definem os assuntos importantes. Aquela história de feedback de uma comunidade que se auto regula, acaba. E tudo volta a ser como era antes.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/pagar-nao-rima-com-cavar/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> <item><title>Firefox: 200 milhões de downloads = 600 mil usuários?</title><link>http://techbits.com.br/2006/firefox-200-milhoes-de-downloads-600-mil-usuarios/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/firefox-200-milhoes-de-downloads-600-mil-usuarios/#comments</comments> <pubDate>Thu, 03 Aug 2006 02:17:49 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[firefox]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <category><![CDATA[navegador]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/firefox-200-milhoes-de-downloads-600-mil-usuarios/</guid> <description><![CDATA[Eu gostaria de saber quais são as fontes de informação dos jornalistas. O Estadão publicou que o navegador da web Firefox atingiu 200 milhões de downloads. A informação está correta. Mas afirma também que o número de usuários é de cerca de 600 mil. Alguma coisa está errada neste número. Significa então que, em média, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
class="img" title="Firefox" alt="[Firefox]" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/firefox.png" />Eu gostaria de saber quais são as fontes de informação dos jornalistas. O <a
title="Estadão, pensa ão mas faz inho..." href="http://www.estadao.com.br/tecnologia/internet/noticias/2006/ago/01/199.htm">Estadão publicou</a> que o navegador da web Firefox atingiu 200 milhões de downloads. A informação está correta. Mas afirma também que o número de usuários é de cerca de 600 mil. Alguma coisa está errada neste número. Significa então que, em média, cada usuário fez 333 downloads do programa? O <a
title="Firefox - Press Release" href="http://www.spreadfirefox.com/node/24503">blog da fundação Mozilla</a>, o mesmo usado como base da notícia do Estadão, não informa o número de usuários. Apenas faz uma ressalva, logo no início, dizendo que são 200 milhões de downloads e um número indefinido de usuários.</p><p>O número mágico &#8220;600 mil&#8221; aparece nos comentários, ou seja, uma dedução de algum leitor com queda por estatísticas. Vamos fazer as contas. Sabemos que a fatia de mercado do Firefox é de aproximadamente <a
title="Firefox domina 13% do mercado!" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2006/07/10/idgnoticia.2006-07-10.4098429910/IDGNoticia_view">13% dos internautas</a> (eu incluso). Se o Firefox é usado por cerca de 600 mil pessoas, então a internet deve ter no máximo 5 milhões de usuários. Estamos falando de 2006? <a
title="694 Million People Currently Use the Internet Worldwide" href="http://www.comscore.com/press/release.asp?press=849">A conta não fecha</a>. Bom, não há qualquer rigor estatístico nesta minha conclusão, mas pode apostar: ninguém sabe ao certo quantos são os usuários do Firefox. Afinal 13% de mercado não significa necessariamente 13% de usuários, e sim a fatia de páginas vistas com o navegador. Só não tenho dúvidas de que esse número é maior do que 600 mil.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/firefox-200-milhoes-de-downloads-600-mil-usuarios/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>7</slash:comments> </item> </channel> </rss>
