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> <channel><title>Techbits &#187; mashup</title> <atom:link href="http://techbits.com.br/tudo-sobre/mashup/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://techbits.com.br</link> <description>O Techbits é um blog voltado para discussão de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, segurança e negócios.</description> <lastBuildDate>Thu, 06 Oct 2011 05:55:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>Parte da web semântica já existe</title><link>http://techbits.com.br/2007/parte-da-web-semantica-ja-existe/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/parte-da-web-semantica-ja-existe/#comments</comments> <pubDate>Thu, 27 Sep 2007 17:32:55 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[api]]></category> <category><![CDATA[mashup]]></category> <category><![CDATA[microformatos]]></category> <category><![CDATA[web-semântica]]></category> <category><![CDATA[xml]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/parte-da-web-semantica-ja-existe/</guid> <description><![CDATA[Em teoria a web semântica é fantástica, ou seja, redescrever toda a informação que já existe na web na tentativa de fazer os computadores entenderem o significado das coisas. Em poucas palavras, seria uma camada a mais na web com meta-informações sobre a informação. A busca seria beneficiada pelo uso da linguagem natural. Mas se [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/mundopequeno.png" alt="[Conversa das APIs] " title="[Conversa das APIs] " />Em teoria a <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Semantic_Web" id="wkml" title="web semântica">web semântica</a> é fantástica, ou seja, redescrever toda a informação que já existe na web na tentativa de fazer os computadores entenderem o significado das coisas. Em poucas palavras, seria uma camada a mais na web com meta-informações sobre a informação. A busca seria beneficiada pelo uso da linguagem natural. Mas se a intenção da web semântica é fazer computadores conversarem entre si e se entenderem um com os outros, isso já está acontecendo e se chama <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mashup_%28web_application_hybrid%29" id="r87." title="mashup">mashup</a>.</p><h3>Como seria essa tal de web semântica&#8230;</h3><p>Quando entramos em uma página web prontamente entendemos os seus elementos. Reconhecemos um texto, absorvemos as informações contidas nele, fazemos relações e depois da leitura talvez um conceito novo ou informação começe a fazer parte de nosso repertório. Se essa página for de uma loja virtual nosso cérebro é capaz de localizar o preço de um produto, sua foto, suas especificações, prazo de entrega, etc&#8230;</p><p>Já um computador, por exemplo, o robô de um mecanismo de busca, teoricamente não distingue nada disso. Para ele tudo não passa de um monte de caracteres organizados em uma certa seqüência. É aí que entra a web semântica. Através de tags é possível descrever que aqueles números são o preço, que aquele monte de letras é o nome do produto, que aquele outro conjunto de informações representam o prazo de entrega.</p><p>Ou seja, para a web semântica existir, teríamos que redescrever toda a informação da web com essas tags de <a
href="http://revolucao.etc.br/archives/microformats/" id="xf7." title="microformatos">microformatos</a>. No mínimo isso parece inviável. E não é possível ser feita automaticamente por um software. Se esse software existisse na verdade não precisaríamos descrever a informação com tags, o problema já estaria resolvido.</p><h3>APIs, mashups e os dados semânticos</h3><p>Uma coisa que está acontecendo é a transformação da web em real plataforma. As <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/API" id="y1um" title="APIs">APIs</a>, antes escondidas nos recantos dos sistemas operacionais, agora estão livres destas amarras, acessíveis pela internet. Serviços web conseguem se comunicar entre si, trocar informações e gerar novas e excelentes aplicações. O vídeo abaixo, <a
href="http://blog.fabioseixas.com.br/archives/2007/04/o_que_e_um_mashup.html" id="a01q" title="que circulou">que circulou</a> tempos atrás pelos blogs, explica muito bem o que quero dizer.</p><p><iframe
title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/U9sENSA_sjI" frameborder="0" allowFullScreen="true"> </iframe></p><p><small><a
href="http://www.youtube.com/watch?v=U9sENSA_sjI">Veja esse vídeo direto no YouTube.</a></small></p><p><a
href="http://www.sciam.com/article.cfm?articleID=00048144-10D2-1C70-84A9809EC588EF21" id="oisn" title="Aquela visão do Tim Bernes-Lee do software semântico">Aquela visão do Tim Bernes-Lee do software semântico</a> que conseguiria marcar uma consulta médica e ao mesmo tempo agendar uma viagem de negócios cuidando sozinho da logística praticamente já é possível. Mas esses serviços não dependem exatamente das páginas web serem semânticas e sim da semântica que existe no formato XML (para troca de informações), algo previsto na teoria da web semântica. Isso sim faz sentido, troca de dados entre aplicações. Mas transformar páginas de conteúdo em algo inteligível por máquinas está longe de acontecer. <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-singularidade-esta-proxima/" id="c-ub" title="Será mesmo?">Será mesmo?</a></p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://www.readwriteweb.com/archives/semantic_web_difficulties_with_classic_approach.php">Semantic Web: Difficulties with the Classic Approach</a>, via Read Write Web</li><li><a
href="http://www.readwriteweb.com/archives/the_top-down_semantic_web.php">Top-Down: A New Approach to the Semantic Web</a>, via Read Write Web</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/parte-da-web-semantica-ja-existe/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>12</slash:comments> </item> <item><title>Mashups com crowdsourcing</title><link>http://techbits.com.br/2007/mashups-com-crowdsourcing/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/mashups-com-crowdsourcing/#comments</comments> <pubDate>Fri, 14 Sep 2007 10:46:37 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[crowdsourcing]]></category> <category><![CDATA[mapmixer]]></category> <category><![CDATA[mashup]]></category> <category><![CDATA[yahoo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/mashups-com-crowdsourcing/</guid> <description><![CDATA[Uma das coisas mais interessantes da web certamente são os mashups. Boa parte deles utiliza mapas como parte da mistura de informações. Alguns até previram que mashups usando o Google Maps tenderiam a acabar pois a cada atualização do serviço, boas idéias são incorporadas. Não acredito nisso pois a criatividade da multidão faz surgir grandes [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/mapmixer.png" title="[MapMixer] " alt="[MapMixer] " class="floatTL"/>Uma das coisas mais interessantes da web certamente são os <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mashup_%28web_application_hybrid%29">mashups</a>. Boa parte deles utiliza mapas como parte da mistura de informações. Alguns até previram que <a
href="http://gigaom.com/2007/04/04/google-mymaps/" id="uxqf" title="mashups usando o Google Maps tenderiam a acabar">mashups usando o Google Maps tenderiam a acabar</a> pois a cada atualização do serviço, boas idéias são incorporadas. Não acredito nisso pois a criatividade da multidão faz surgir grandes novidades todo dia. Mas a multidão também pode ser usada para outras coisas, como <strike>trabalhar de graça</strike> <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing">crowdsourcing</a>. O exemplo mais recente deste fenômeno é o <a
href="http://maps.yahoo.com/mapmixer" id="y25l" title="MapMixer">MapMixer</a> (<strike>o mapa acima é interativo, tente!</strike> achei melhor substituir por uma imagem fixa&#8230;), mashup baseada no Yahoo! Maps.</p><p>Como a própria descrição do serviço informa, o mundo é um lugar muito grande. Então, para ajudar a descrever locais que você conhece bem, que tal criar seu mapa e incluí-lo no serviço como uma camada? É isso que o MapMixer faz. Nós podemos incluir um mapa de uma determinada região no mashup, melhorando a informação disponível para todos. Um exemplo similar é a Wikimapia, mas neste caso nós colocamos informações relevantes, <a
href="http://arcanjo.org/adote-sua-cidade-ou-bairro-no-wikimapia-vamos-descrever-o-mundo-inteiro/" id="fq5z" title="na forma de artigo">na forma de artigo</a>, de cada ponto do planeta.</p><p>O MapMixer está totalmente dentro da essência colaborativa da chamada web 2.0, nos quais os <a
href="http://meiobit.com/internet/wikip_dia_ultrapassa_marca_dos_dois_milh_es_de_artigos_em_in" id="v7.g" title="2 milhões de artigos na Wikipédia em inglês">dois milhões de artigos na Wikipédia em inglês</a> são um verdadeiro marco. Usar o <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing">crowdsourcing</a> para alavancar um serviço é muito mais fácil do que contratar mão-de-obra especializada para reformatar a informação. Aparece, então, o questionamento da qualidade do material criado. A grosso modo podemos dizer que a Wikipédia é um bom exemplo de que atingir qualidade é possível. Pessoas gostam de colaborar em troca de reconhecimento da comunidade. É quase um socialismo&#8230; mas na internet isso se chama colaboração.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://techbits.com.br/2006/esqueca-o-outsourcing-o-negocio-agora-e-o-crowdsourcing/">Esqueça o outsourcing. O negócio agora é o crowdsourcing</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/mashups-com-crowdsourcing/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>Googlezon toma forma</title><link>http://techbits.com.br/2007/googlezon-toma-forma/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/googlezon-toma-forma/#comments</comments> <pubDate>Thu, 13 Sep 2007 15:31:22 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[busca]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[google-news]]></category> <category><![CDATA[googlezon]]></category> <category><![CDATA[mashup]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/googlezon-toma-forma/</guid> <description><![CDATA[Quem se lembra do &#8220;documentário&#8221; EPIC 2014? Naquele vídeo, bastante interessante na época (2004) o autor previa o surgimento do Googlezon e o fim da mídia tradicional como conhecemos. No vídeo máquinas seriam responsáveis por processar todas as notícias e exibi-las de forma personalizada. Uma coisa que aconteceu duas semanas atrás me fez lembrar do [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googlezon.png" title="[Googlezon] " alt="[Googlezon] " />Quem se lembra do <a
href="http://epic.makingithappen.co.uk/" id="asz9">&#8220;documentário&#8221; EPIC 2014</a>? Naquele vídeo, bastante interessante na época (2004) o autor previa o surgimento do <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Googlezon">Googlezon</a> e o fim da mídia tradicional como conhecemos. No vídeo máquinas seriam responsáveis por processar todas as notícias e exibi-las de forma personalizada.</p><p>Uma coisa que aconteceu duas semanas atrás me fez lembrar do Googlezon. <a
href="http://battellemedia.com/archives/003923.php" id="m6.x" title="O Google News passou a licenciar conteúdo de algumas agências de notícias">O Google News passou a licenciar conteúdo de algumas agências de notícias</a>. Até então o serviço apenas vasculhava a web, criava pesquisas com notícias relevantes e encaminhava os leitores para a fonte do texto. Agora passa também a hospedar conteúdo.</p><p>Essa é uma mudança significativa no modelo de negócios do Google News. <a
href="http://techbits.com.br/2007/a-busca-e-a-prateleira-empoeirada/" id="ocia" title="Muitos editores reclamavam">Alguns editores reclamavam</a> que o Google News os indexava e que isso configuraria pirataria, mas na verdade o que o serviço sempre fez foi levar tráfego para as fontes de informação, sem exibir matérias completas. Agora tudo pode mudar. Ao licenciar conteúdo o Google News pode exibir em seu site as notícias e monetizá-las com anúncios direcionados. Elimina a necessidade de visitarmos o Estadão que tem as mesmas notícias da Folha pois ambas compraram textos da <a
href="http://www.afp.com/portugues/home/">France-Presse</a>, por exemplo.</p><p>Notícia pura e simples é commodity. A previsão do Googlezon de reformatar a informação, pegando pedaços aqui e ali, exibindo-as de forma personalizada é perfeitamente possível dentro deste cenário. Notícia pura e simples é commodity. O Google News deu o primeiro passo. Resta saber se irão <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mashup_%28web_application_hybrid%29">mashup-izar</a> esse conteúdo nos moldes do EPIC 2014.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li> <a
href="http://techbits.com.br/2007/a-busca-e-a-prateleira-empoeirada/">A busca e a prateleira empoeirada</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/googlezon-toma-forma/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>Google Maps: cada vez mais parecido com o Earth</title><link>http://techbits.com.br/2007/google-maps-cada-vez-mais-parecido-com-o-earth/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/google-maps-cada-vez-mais-parecido-com-o-earth/#comments</comments> <pubDate>Thu, 12 Jul 2007 22:17:02 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[api]]></category> <category><![CDATA[cloud]]></category> <category><![CDATA[earth]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[mapplets]]></category> <category><![CDATA[maps]]></category> <category><![CDATA[mashup]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/google-maps-cada-vez-mais-parecido-com-o-earth/</guid> <description><![CDATA[O Google Maps está evoluindo com o passar do tempo. Funcionalidades antes só presentes no Google Earth, são incorporadas ao Maps. A última delas foram os Mapplets, informações úteis, externas, tipo widgets, que flutuam sobre os mapas. Por exemplo, há uma camada do Panorâmio, velho conhecido de que usa o Earth. Fotos de vários pontos [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Google livro" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/mapplets.jpg" alt="[Mapplets Google Maps] " class="floatTL" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>O Google Maps está evoluindo com o passar do tempo. Funcionalidades antes só presentes no Google Earth, são incorporadas ao Maps. <a
href="http://www.searchenginejournal.com/introducing-google-mapplets-a-mashup-of-mashups-on-google-maps/5297/" title="A última delas foram os Mapplets">A última delas foram os Mapplets</a>, informações úteis, externas, tipo widgets,   que flutuam sobre os mapas. Por exemplo, há uma camada do Panorâmio, velho conhecido de que usa o Earth. <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:câmera digital" class="bbli">Fotos<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> de vários pontos do planeta, colocadas por usuários, retratam cantos conhecidos das cidades, incluindo o Brasil. Um Mapplet curioso é a coleção de &#8220;crop circles&#8221;, aqueles desenhos feitos por ETs no meio das plantações (imagem acima). O <a
href="http://maps.google.com/">Google Maps</a> vai substituir o <a
href="http://earth.google.com/">Google Earth</a>?</p><h3>Cloud-centric</h3><p>Todos sabem, o Google constrói sua base de software na internet. A web é o sistema operacional. E não está errada na sua escolha de plataforma. A internet é universal, compatível com <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Linux livro " class="bbli">Linux<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>, Windows, Mac, Palm, Symbian, etc&#8230; As <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Application_programming_interface">APIs</a> fazem a integração entre os diversos serviços através da nuvem da internet. Até o pessoal de Redmond <a
href="http://news.com.com/Microsofts+Cloud+OS+takes+shape/2100-1007-6196152.html?part=dht&amp;tag=nl.e703" title="tem seus planos nesta área">tem seus planos nesta área</a>.</p><p>Dados estão em algum servidor perdido na nuvem. Uma aplicação web, um cliente de desktop ou mesmo o seu <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:smartphone Treo 680" class="bbli">smartphone<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>, buscam nesses lugares as informações que necessitam para rodar. É o conceito de rede expandido para englobar toda a internet. Parece óbvio, mas é mais ou menos isso.</p><h3>Maps vs Earth</h3><p>No <a
href="http://code.google.com/events/developerday/br-home.html" title="Google Developer Day">Google Developer Day</a>, a aplicação do Google com as APIs mais desenvolvidas foi certamente o Maps. Não é à toa que, como se fosse um &#8220;Hello World&#8221;, quase todo mundo acaba criando uma mashup que envolva o Google Maps. Além disso, como já foi dito, a cada dia novas funcionalidades poderosas são implementadas a essa plataforma. Chega ao ponto de ficar tão parecida com o Earth que este perde a razão de ser.</p><p>Uma das perguntas que fiz a um dos especialistas em Earth no Google Developer Day foi se um dia o Google Earth acabaria. Minha argumentação é que vemos o Maps evoluindo com uma rapidez impressionante, além da ótima integração para criação de mashups, enquanto o Earth parece ter parado no tempo. Claro, foi negado, e certamente é verdade. O Earth ainda tem funcionalidades não mimetizáveis por um web service. Mas que o Maps está chegando lá, está.</p><h3>Mashups</h3><p><a
href="http://webvapors.betterlabs.net/?p=127" title="Alguns desenvolvedores estão preocupados">Alguns  desenvolvedores estão preocupados</a> com as bilhões de funcionalidades que o Google está incluindo no Maps. Pra quê desenvolver para essa plataforma se logo mais sua incrível criação terá algo similar do próprio Google? Acho que esses desenvolvedores estão chorando à toa. Cada vez que uma funcionalidade nova é implementada no Google Maps, novas  oportunidades surgem para mashups interessantes. É só ter criatividade.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/google-maps-cada-vez-mais-parecido-com-o-earth/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>21</slash:comments> </item> <item><title>A importância do Feedburner para o Google</title><link>http://techbits.com.br/2007/a-importancia-do-feedburner-para-o-google/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/a-importancia-do-feedburner-para-o-google/#comments</comments> <pubDate>Sat, 02 Jun 2007 03:17:57 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[feed]]></category> <category><![CDATA[feedburner]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[mashup]]></category> <category><![CDATA[rss]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/a-importancia-do-feedburner-para-o-google/</guid> <description><![CDATA[Toda semana o Google compra alguma empresa. A bola da vez é o Feedburner. Após os rumores da semana passada, foi anunciado oficialmente que o Feedburner é do Google. Não há informação de valores mas o mercado estima que a compra foi feita por 100 milhões de dólares. Para quem não sabe, o Feedburner é [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/google_feedburner.png" title="[Google Feedburner] " alt="[Google Feedburner] " />Toda semana o Google compra alguma empresa. A bola da vez é o <a
href="http://feedburner.com" title="Feedburner">Feedburner</a>. Após os rumores da semana passada, foi anunciado oficialmente que o <a
href="http://www.googlediscovery.com/2007/06/01/google-finaliza-a-compra-do-feedburner/" title="Feedburner é do Google">Feedburner é do Google</a>. Não há informação de valores mas o mercado estima que a compra foi feita por 100 milhões de dólares. Para quem não sabe, o Feedburner é o maior sistema gerenciador de feeds RSS do mundo. É utilizado pela maioria dos blogs &#8211; incluindo o Techbits &#8211; e <a
href="http://marshallk.com/why-buying-feedburner-is-really-smart-of-google" title="muitos sites grandes como PC World e Reuters">muitos sites grandes como PC World e Reuters</a>. Tecnicamente nenhum site precisaria do Feedburner para gerenciar seu RSS. Sistemas de gestão de conteúdo como o WordPress ou Drupal criam seus feeds automaticamente. Mas queimar o feed no Feedburner traz uma série de benefícios para leitores e publicadores. É isso que o Google está comprando.</p><h3>Leitor de feeds é leitor VIP</h3><p>O leitor do seu site que o acompanha através de feed RSS é VIP. Ao assiná-lo esse usuário está dizendo que gosta do seu conteúdo, aprecia as informações e opiniões que passa, está atento ao que é publicado. São leitores fiéis que quando você os encontra, lembram direitinho de um post antigo seu sobre determinado assunto. Ah, e preferem o <a
href="http://arcanjo.org/disponibilize-seu-feed-completo/" title="feed completo">feed completo</a>.</p><p>Em resumo, são leitores que estão realmente interessados em seu conteúdo. Dito isso, vem a pergunta: o que o Google tem a ver com isso? Tudo! Eles estão no negócio de vender anúncios. Faturaram cerca de 10 bilhões de dólares fazendo isso no ano passado. Publicar anúncios para esse público antenado significa atingir em cheio os alvos importantes. Anúncio direcionado para o leitor antenado, simples assim. O potencial é enorme.</p><h3>Distribuição de conteúdo</h3><p>Hoje é impossível manter-se informado tendo que entrar em cada um dos sites que você conhece para obter informação. O negócio é usar RSS para otimizar o tempo e maximizar a absorção de conhecimento. A web continua lá pois é o meio pelo qual sites e blogs são encontráveis, onde a estrutura de hyperlinks funciona e você vê e é visto. Mas a função de distribuir informação de forma eficiente está com o feed RSS.</p><p>Essa aquisição mostra como os feeds estão se tornando parte importante da distribuição de conteúdo. O surgimento de serviços que misturam os feeds (<a
href="http://techbits.com.br/2007/yahoo-pipes-a-web-como-um-banco-de-dados/">Pipes</a>, <a
href="http://techbits.com.br/2007/mashup-para-as-massas/">PopFly</a>) é outro sinal desta importância. A web é a janela para o mundo. O feed é onde você o acompanha.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/a-importancia-do-feedburner-para-o-google/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>14</slash:comments> </item> <item><title>Mashup para as massas</title><link>http://techbits.com.br/2007/mashup-para-as-massas/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/mashup-para-as-massas/#comments</comments> <pubDate>Tue, 22 May 2007 00:17:03 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[mashup]]></category> <category><![CDATA[microsoft]]></category> <category><![CDATA[popfly]]></category> <category><![CDATA[yahoo]]></category> <category><![CDATA[yahoo-pipes]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/mashup-para-as-massas/</guid> <description><![CDATA[A Microsoft lançou esses dias, em alpha, o PopFly. Na verdade não cheguei a testar, precisa de convite, como tudo nesse mundo da web. Mas vi o vídeo de demonstração do serviço. Na cola do Yahoo! Pipes, o PopFly é um construtor de mashups relativamente simples de ser trabalhado. É possível criar mashups sem digitar [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/popfly.png" title="[PopFly] " alt="[PopFly] " />A Microsoft lançou esses dias, em alpha, o <a
href="http://www.popfly.ms/" title="PopFly">PopFly</a>. Na verdade não cheguei a testar, precisa de convite, como tudo nesse mundo da web. Mas vi o <a
href="http://www.popfly.ms/Overview/">vídeo de demonstração do serviço</a>. Na cola do Yahoo! Pipes, o PopFly é um construtor de mashups relativamente simples de ser trabalhado. É possível criar mashups sem digitar uma linha de programação. O visual é mais interessante que o Pipes mas é necessário ter o Silverlight instalado, um software nem de longe popular e conhecido. A operação básica é mais fácil que o Pipes e é uma alternativa para quem quiser criar seu qualquercoisaVision.com.</p><h3>Mashups</h3><p>A internet é o sistema operacional. Um programador, ao invés de criar um software que só interage com o teclado, o monitor, o sistema de som de um computador, pode interagir com vários serviços ao mesmo tempo através de <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/API" title="API">APIs</a>. Pega um mapa do Google Maps, uma foto do Flickr, artigos na Wikipédia e junta tudo montando um guia turístico virtual. Isso é um mashup, uma mistura de várias aplicações web em uma outra totalmente diferente. Claro que os leitores do Techbits já sabiam disso, mas é sempre bom explicar. O <a
href="http://blog.fabioseixas.com.br/" title="Fábio Seixas">Fábio Seixas</a> achou um vídeo do YouTube que explica direitinho estes <a
href="http://blog.fabioseixas.com.br/archives/2007/04/o_que_e_um_mashup.html" title="conceitos de mashup">conceitos de mashup</a>.</p><h3>PopFly</h3><p>A ferramenta é poderosa, há algumas fontes de informação pré-configuradas como o Digg, Flickr e Virtual Earth, mostrando que são abertos a qualquer concorrente que forneça uma API. Os filtros já estão prontos dentro de cada objeto pré-configurado. No Virtual Earth, o Google Earth da Microsoft, é possível retirar sem esforço coordenadas geográficas. Para usuários avançados existe a possibilidade de programar diretamente no código.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/popfly_tela.jpg" title="[Popfly Tela] " alt="[Popfly Tela] " class="floatTL"/></p><h3>Yahoo! Pipes</h3><p>Já havia falado do <a
href="http://pipes.yahoo.com" title="Pipes">Pipes</a>, até criei algo bem simples que filtrava posts de sites de notícias colaborativas em português. Foi pioneiro em dar ferramentas para a fácil criação de mashups, mas olhando agora parece mais complicado que o PopFly da Microsoft. A concorrência aqui é saudável e pode tornar cada vez mais fácil o uso dessas ferramentas para <a
href="http://sergioflima.pro.br/blog/blogs/index.php/escritos/2007/05/21/como_os_blogs_poderiam_ser_mais_relevant_1#comments" title="filtrarmos apenas as informações úteis e interessantes">filtrarmos apenas as informações úteis e interessantes</a> nesse mar que é a web. Se não servir pra isso, todos poderemos pelo menos criar nossos FlickrVisions da vida&#8230;</p><h4>Leia mais:</h4><ul><li><a
href="http://blogs.zdnet.com/microsoft/?p=452" title="Microsoft Popfly: Yahoo Pipes for the rest of us">Microsoft Popfly: Yahoo Pipes for the rest of us</a>, via ZDNet</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/mashup-para-as-massas/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>10</slash:comments> </item> <item><title>Voyeurismo na era da informação</title><link>http://techbits.com.br/2007/voyerismo-na-era-da-informacao/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/voyerismo-na-era-da-informacao/#comments</comments> <pubDate>Wed, 16 May 2007 00:17:56 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[data-mining]]></category> <category><![CDATA[flickrvision]]></category> <category><![CDATA[mashup]]></category> <category><![CDATA[orkurioso]]></category> <category><![CDATA[twitter]]></category> <category><![CDATA[voyeur]]></category> <category><![CDATA[who-is-sick]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/voyerismo-na-era-da-informacao/</guid> <description><![CDATA[Está surgindo o voyeur da era da informação. Através da internet é possível vasculhar pessoas, comportamentos de grupo e o que está acontecendo em tempo real em algumas redes sociais e serviços. Quer saber as fotos que estão sendo publicadas agora no Flickr? Flickrvision. Quer saber o que seus amigos estão fazendo? Twitter. E o [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/flickrvision.jpg" title="[Flickrvision] " alt="[Flickrvision] " class="floatTL"/>Está surgindo o <a
href="http://googlesystem.blogspot.com/2007/05/information-voyeurism.html" title="voyer da era da informação">voyeur da era da informação</a>. Através da internet é possível vasculhar pessoas, comportamentos de grupo e o que está acontecendo em tempo real em algumas redes sociais e serviços. Quer saber as fotos que estão sendo publicadas agora no Flickr? Flickrvision. Quer saber o que seus amigos estão fazendo? Twitter. E o que a multidão está votando no Digg? Digg Stack. Podemos ver tudo em tempo real, na medida que as coisas vão acontecendo. Claro, é uma mera curiosidade. <a
href="http://above.semjuizo.com/2007/05/15/twittervision-e-flickrvision/" title="Mas que é viciante, é">Mas  que é viciante, é</a>&#8230;</p><h3>Flickrvision</h3><p>O <a
href="http://flickrvision.com" title="Flickrvision">Flickrvision</a> (imagem que ilustra o início deste post, acima) é um mashup que mistura o Google Maps com o Flickr e nos permite ver as fotos que estão sendo postadas em tempo real no Flickr e a localização do usuário dentro do mapa-mundi.</p><h3>Twitter</h3><p>Pra quem não sabe o <a
href="http://twitter.com" title="Twitter">Twitter</a> é uma forma de deixar todos informados sobre o que você está fazendo, minuto a minuto. Virou febre há uns dois meses e muita gente passou a blogar direto no serviço todo o seu dia-a-dia. A primeira questão a saber é se <a
href="http://www.msnbc.msn.com/id/18445274/" title="alguém se importa com o que você está fazendo">alguém se importa com o que você está fazendo</a>. Depois, parece que o Twitter é   mais uma forma de falar do seu <a
href="http://mashable.com/2007/03/11/twitter/" title="bichinho de estimação">bichinho de estimação</a>&#8230;</p><h3>Who is Sick?</h3><p>Pois é, cada coisa diferente que existe nessa web&#8230; O <a
href="http://whoissick.org/sickness" title="Who is Sick?">Who is Sick?</a> é outro mashup baseado no Google Maps e que mostra quem está doente &#8211; e com com o quê &#8211; em uma dada região. Dei uma volta por Manhattan e imediações e tem muita gente doente por lá. Deve ser ótimo para estudos de saúde pública.</p><h3>Orkurioso</h3><p>No orkut o voyeurismo corre solto. Não conheço um usuário do site que jamais tenha espiado os scraps alheios em busca de alguma informação. Mas o povo está ficando esperto e agora apaga as mensagens o mais rápido possível. Bom, se você quer ficar de olho nos scraps de alguém, é só usar o <a
href="http://orkurioso.com" title="orkurioso">orkurioso</a> e nenhuma fofoca será perdida.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/voyerismo-na-era-da-informacao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>7</slash:comments> </item> <item><title>Yahoo! Pipes: a web como um banco de dados</title><link>http://techbits.com.br/2007/yahoo-pipes-a-web-como-um-banco-de-dados/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/yahoo-pipes-a-web-como-um-banco-de-dados/#comments</comments> <pubDate>Wed, 14 Feb 2007 20:17:35 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[banco-de-dados]]></category> <category><![CDATA[mashup]]></category> <category><![CDATA[web]]></category> <category><![CDATA[yahoo]]></category> <category><![CDATA[yahoo-pipes]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/yahoo-pipes-a-web-como-um-banco-de-dados/</guid> <description><![CDATA[De vez em quando aparecem umas idéias geniais. Todos nós usamos a busca para encontrar coisas no grande mar de informações que é a web. Não dá pra ficar restrito ao Google. Uso o Technorati, o Flickr, o Digg, etc&#8230;, sempre procurando informações relacionadas ao mesmo assunto em cada um deles. Não seria uma boa [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/yahoopipes.png" title="[Yahoo! Pipes] " alt="[Yahoo! Pipes] " />De vez em quando aparecem umas idéias geniais. Todos nós usamos a busca para encontrar coisas no grande mar de informações que é a web. Não dá pra ficar restrito ao Google. Uso o Technorati, o Flickr, o Digg, etc&#8230;, sempre procurando informações relacionadas ao mesmo assunto em cada um deles. Não seria uma boa idéia criar um sistema que fizesse essas buscas para mim, de forma mais fácil? Pois é, essa é a proposta do <a
href="http://pipes.yahoo.com/">Yahoo! Pipes</a>, lançado na semana passada. O serviço encara a web como um grande banco de dados e, através das condições que impomos para refinar uma pesquisa, relaciona informações de várias fontes diferentes. A ferramenta é poderosa, um tipo de <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mashup_%28web_application_hybrid%29"><em>mashup</em></a> de feeds, filtrados de acordo com nossa preferência, com edição visual e entregue na forma de outro <a
href="http://techbits.com.br/2006/rss-que-diabos-e-isso/">feed RSS</a>.</p><h3>Usando o Yahoo! Pipes</h3><p>No Read/Write Web, o autor <a
href="http://www.readwriteweb.com/archives/yahoo_pipes_web_database.php">cita uma possibilidade de uso</a> que seria criar um mecanismo que listasse todos os restaurantes franceses em Chicago e junto mostrasse uma foto do local obtida no Flickr. Realmente seria bastante interessante, mas, devido às  imperfeições na classificação que as pessoas dão às fotos no Flickr (tags), seria impossível garantir que aquela imagem representa o exato local.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/yahoopipes_logica.png" title="[Lógica de um Yahoo! Pipes] " alt="[Lógica de um Yahoo! Pipes] " class="floatTL"/></p><p>Fui testar e <a
href="http://pipes.yahoo.com/pipes/qgG1t0282xGLvC_7fOgC8A">criei um sistema</a> (estrutura acima) que pega as notícias promovidas de alguns sites de notícias colaborativas em português, filtra os repetidos, e fornece um feed RSS do resultado. É algo bem simples, nem sei se funciona direito pois testei por apenas alguns minutos antes de publicar este post. Se funcionar (vou descobrir nos próximos dias) será muito bom pois se você entrar no Rec6, no OutroLado, no Linkk e no EuCurti verá que muitas notícias são repetidas. Um filtro via Yahoo! Pipes resolve a questão.</p><p>É possível criar campos para entrada de dados, filtrar por várias condições, juntar feeds, selecionar sites, etc&#8230; Enfim, criar mashups. É isso aí, brinquem, descubram particularidades e publiquem seus Pipes com as funcionalidades que desejarem. Qualquer coisa coloquem o link nos comentários que, prometo, vou visitar, hehehe!</p><h4>Leia mais:</h4><ul><li><a
href="http://www.meiobit.com/yahoo_lanca_servico_de_manipulacao_de_xml">Yahoo lança servico de manipulação de XML</a>, via Meio Bit</li><li><a
href="http://zyakannazio.eti.br/fudeblog/2007/02/09/a-revolucao-sera-canalizada/">A Revolução será canalizad</a>a, via Fudeblog</li><li><a
href="http://blog.elcio.com.br/yahoo-pipes-criar-mash-ups-e-como-brincar-de-lego/">Yahoo! Pipes: criar mash-ups é como brincar de Lego</a>, via fechaTag</li><li><a
href="http://www.techcrunch.com/2007/02/07/yahoo-launches-pipes/">Yahoo! Launches Pipes</a>, via Techcrunch</li><li><a
href="http://lifehacker.com/software/feeds/geek-to-live--create-your-master-feed-with-yahoo-pipes-235726.php">Geek to Live: Create your master feed with Yahoo! Pipes</a>, via LifeHacker</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/yahoo-pipes-a-web-como-um-banco-de-dados/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>16</slash:comments> </item> </channel> </rss>
