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> <channel><title>Techbits &#187; internet</title> <atom:link href="http://techbits.com.br/tudo-sobre/internet/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://techbits.com.br</link> <description>O Techbits é um blog voltado para discussão de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, segurança e negócios.</description> <lastBuildDate>Thu, 06 Oct 2011 05:55:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>Essa tal da internets&#8230;</title><link>http://techbits.com.br/</link> <comments>http://techbits.com.br/#comments</comments> <pubDate>Mon, 09 Nov 2009 15:59:11 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[uniban]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=783</guid> <description><![CDATA[A internets mudou a forma como a informação é distribuída. Os custos caíram a quase zero. Qualquer um pode ter um blog, twitter e, portanto, voz na multidão. Parece óbvio, ou melhor, é óbvio afirmar tudo isso que disse até agora. Mas nem todos perceberam essacaracterística da internet. Lá no período feudal a distribuição de [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
id="ziac" title="A internets mudou a forma como a informação é distribuída" href="../2007/a-nova-distribuicao-de-conteudo/"><a
href="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/11/series-of-tubes.jpg"><img
class="alignnone size-full wp-image-784" title="series-of-tubes" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/11/series-of-tubes.jpg" alt="series-of-tubes" width="300" height="262" /></a>A internets mudou a forma como a informação é distribuída</a>. Os custos caíram a quase zero. Qualquer um pode ter um blog, twitter e, portanto, voz na multidão. Parece óbvio, ou melhor, é óbvio afirmar tudo isso que disse até agora. Mas nem todos perceberam essacaracterística da internet.</p><p>Lá no período feudal a distribuição de informações era complicada e cara. A igreja católica era uma das poucas instituições que tinha ocacife para bancar pessoas a publicarem conteúdo. Livros e todo o tipo de informação era registrada manualmente por escribas especializadíssimos. O mesmo ocorria em outras culturas como no Egito e outros lugares do planeta.</p><p>Daí veio o <a
id="kkv:" title="Gutenberg" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Johannes_Gutenberg">Gutenberg</a>. Ele pegou várias tecnologias que existiam em sua época e juntou em um invento que chamou de tipo móvel. Revolução! A partir deste ponto a distribuição da informação nunca mais foi a mesma.</p><p>A igreja perdeu seu monopólio pois o tipo móvel permitiu a muito mais gente bancar a distribuição de informações. Essa tecnologia fez surgir editoras de livros, jornais impressos e barateou em muito a distribuição.</p><p>Alguns séculos se passaram e o <a
id="r_1s" title="Vint Cerf" href="http://www.flickr.com/photos/ayfugita/3588699039/">Vint Cerf</a> inventou a internets. Revolução de novo! Esse novo meio aberto permitiu uma série de coisas. Distribuir informação ficou mais barato de novo. Muito barato. Tão barato que permite a qualquer um divulgar suas ideias, textos, fotos, vídeos, etc. E essa é a revolução que hoje chamamos de <a
id="zaod" title="mídias sociais" href="http://twitter.com/fugita/status/5507457496">mídias sociais</a>.</p><p>Daí aparecem aqueles que não sabem que agora todo mundo tem voz na multidão. <a
id="h2x1" title="Vide o caso Uniban" href="http://comfelelimao.wordpress.com/2009/11/09/e-a-uniban-mostra-porque-e-a-uniban/">Vide o caso Uniban</a>, impossível abafar um caso desses em tempos de youtube, twitter, blogs. E foi o que aconteceu.</p><p><small>obs: imagem deste post <a
id="rgzt" title="Series of Tubes" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Series_of_tubes">Series of Tubes</a>, referência à declaração de um senador americano que virou piada nas rodinhas de internets, <a
id="rskj" title="retirada deste blog" href="http://themachineisus.wordpress.com/2008/07/28/the-first-campaign/">retirada deste blog</a>.</small></p><h4>Leitura recomendada:</h4><ul><li><a
id="cszt" title="Uniban e gestão de crises pós-Internet" href="http://www.talk2.com.br/debate/o-que-a-uniban-deveria-saber-sobre-gerenciamento-de-crises-pos-internet/">Uniban e gestão de crises pós-Internet</a>, via Talk:2, texto do Juliano Spyer</li><li><a
id="g6:v" title="O código da discórdia" href="../2007/o-codigo-da-discordia/">O código da discórdia</a>, via Techbits, sobre indústria do DVD vs. Internet</li><li><a
id="bjts" title="Só porque transou na praia quer tampar o sol com a peneira" href="http://www.meiobit.com/meio-bit/internet/so-porque-transou-na-praia-quer-tampar-o-sol-com-a-peneira">Só porque transou na praia quer tampar o sol com a peneira</a>, via Meio Bit, sobre Cicarelli vs. Internet</li><li><a
id="pb53" title="Boteco São Bento (o pior bar do sistema solar)" href="http://www.contraditorium.com/2009/09/29/boteco-sao-bento-o-pior-bar-do-sistema-solar/">Boteco São Bento (o pior bar do sistema solar)</a>, via Contraditorium, sobre o Pior bar do sistema solar vs. Internets</li><li><a
id="juy5" title="Como a campanha &quot;Xô Sarney&quot; se espalhou pela blogosfera" href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/2006/09/03/como_a_campanha_xo_sarney_se_espalhou_pe/">Como a campanha &#8220;Xô Sarney&#8221; se espalhou pela blogosfera</a>, via Pensar Enlouquece, sobre o Coroné vs. Internets</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>6</slash:comments> </item> <item><title>Podemos dizer que TV = internet?</title><link>http://techbits.com.br/2009/tv-internet/</link> <comments>http://techbits.com.br/2009/tv-internet/#comments</comments> <pubDate>Mon, 26 Oct 2009 07:55:59 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[transmissão]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[u2]]></category> <category><![CDATA[u2webcast]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=751</guid> <description><![CDATA[Na madrugada desta segunda-feira a banda irlandesa U2 fez um show que foi transmitido ao vivo pela internet no YouTube (imagem ao lado). Até aí nada demais, todo mundo transmite coisas ao vivo pela internet no Justin.tv ou Qik. O que impressiona no caso é a escala da coisa. É a segunda vez que o [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/10/u2webcast.png"><img
class="alignnone size-full wp-image-752" title="u2webcast" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/10/u2webcast.png" alt="u2webcast" width="250" height="149" /></a>Na madrugada desta segunda-feira a banda irlandesa U2 fez um show <a
id="soma" title="U2 fez um show que foi transmitido ao vivo pela internet no YouTube" href="http://googlediscovery.com/2009/10/25/youtube-ira-transmitir-show-ao-vivo-do-u2/">que foi transmitido ao vivo pela internet no YouTube</a> (imagem ao lado). Até aí nada demais, todo mundo transmite coisas ao vivo pela internet no Justin.tv ou Qik. O que impressiona no caso é a escala da coisa. É a segunda vez que o YouTube faz esse tipo de transmissão ao vivo. Na primeira vez <a
id="v2wc" title="700 mil pessoas acompanharam o streaming do evento" href="http://macmagazine.uol.com.br/2008/11/23/google-contrata-akamai-para-transmissao-do-youtube-live-700-mil-espectadores-simultaneos/">700 mil pessoas acompanharam o streaming do evento</a>. Desta vez foi provavelmente algo bem maior. Daí vem a pergunta&#8230; TV? Pra mim TV já é igual à internet faz um bom tempo.</p><p>Muitos comentários no Twitter durante a transmissão já <a
id="ybr4" title="apontavam para esse fato impressionante" href="http://www.poltrona.tv/u2webcast-e-a-revolucao-no-modo-de-ver-tv/">apontavam para esse fato impressionante</a>. A transmissão de vídeo na internet é bem diferente da transmissão do sinal de TV. Na TV apenas um sinal é transmitido por uma antena e vários aparelhos exibem essa transmissão. Na internet é necessário transmitir um sinal para cada ponto que esteja vendo o vídeo. Imagina 1 milhão ou mais de sinais transmitidos ao mesmo tempo. E o tempo total da transmissão durar duas horas e meia&#8230; <a
id="m63-" title="Impressionante, né?" href="http://twitter.com/fugita/status/5167386996">Impressionante, né?</a></p><p>Se já é possível transmitir pra tanta gente ao mesmo tempo um sinal de TV pela internet, daqui a pouco o sinal do cabo ou do espectro de frequências se tornará obsoleto. Eu, por exemplo, raramente assisto TV de verdade. Tanto que agora nem tenho mais TV à cabo e nem antena de TV normal.</p><p>Quando quero noticiários em vídeo vou ao G1. Quando quero assistir séries, TPB. Se quero ver um programa da TV aberta, YouTube. Um bom exemplo é o caso do Um Contra Cem, programa do Roberto Justus no SBT, só assisto no YouTube.</p><p>Na TV dependemos da grade imposta e programação, na interwebs não. Claro que a transmissão do show do U2 era em um horário pré-definido. Mas logo em seguida aconteceu o re-broadcast e o <a
id="uo4b" title="vídeo ficará disponível para quem quiser assistir" href="http://www.youtube.com/u2">vídeo ficará disponível para quem quiser assistir</a> quando bem entender. Claro que a TV aberta mudou. A Globo e Record transmitem seus noticiários em seus portais de notícias.</p><p>E tudo isso faz parte de uma discussão bem mais ampla que já rendeu muitos posts neste blog. A internet permite a distribuição da informação de forma bem mais barata que os métodos &#8220;convencionais&#8221;. É assim com o jornal de papel, com o DVD de plástico e também para o sinal da TV. <a
id="ely1" title="O suporte físico tem maior percepção de valor" href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/09/25/as-pessoas-pagam-por-papel/">O suporte físico tem maior percepção de valor</a>. Mas acho que no fim os bits do TCP/IP vencem! É a velha escassez vs. abundância.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
id="ndub" title="#U2Webcast e a revolução no modo de ver TV" href="http://www.poltrona.tv/u2webcast-e-a-revolucao-no-modo-de-ver-tv/">#U2Webcast e a revolução no modo de ver TV</a>, via Poltrona TV</li><li><a
id="xv1i" title="TV e YouTube: diametralmente opostos" href="../2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/">TV e YouTube: diametralmente opostos</a>, aqui no Techbits</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2009/tv-internet/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>8</slash:comments> </item> <item><title>O valor da informação</title><link>http://techbits.com.br/2009/o-valor-da-informacao/</link> <comments>http://techbits.com.br/2009/o-valor-da-informacao/#comments</comments> <pubDate>Thu, 10 Sep 2009 10:20:31 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[informação]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[notícia]]></category> <category><![CDATA[opinião]]></category> <category><![CDATA[tempo real]]></category> <category><![CDATA[twitter]]></category> <category><![CDATA[web]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=454</guid> <description><![CDATA[Faz uns três anos que parei de ler diariamente jornal, daqueles impressos. Isso não quer dizer de forma alguma que fiquei sem me informar. Naquela época comecei a notar que a maioria das notícias do jornal acabava lendo no dia anterior na interwebs e que não fazia mais sentido acompanhar o mundo com um dia [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/09/informacao-gratis-estadao.png"><img
class="alignnone size-full wp-image-456" title="Se hoje a informação é de graça..." src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/09/informacao-gratis-estadao.png" alt="Se hoje a informação é de graça..." width="250" height="109" /></a>Faz uns três anos que parei de ler diariamente jornal, daqueles impressos. Isso não quer dizer de forma alguma que fiquei sem me informar. Naquela época comecei a notar que a maioria das notícias do jornal acabava lendo no dia anterior na interwebs e que não fazia mais sentido acompanhar o mundo com um dia de atraso. Hoje enxergo três tipos de informação que consumo: as em tempo real, as opiniões e as notícias. E cada uma tem o seu valor. Neste post vou tentar explicar como enxergo esse valor e o impacto que a internet tem em cada uma delas.</p><h3>Notícias</h3><p>Um <a
id="g_c:" title="jornal impresso" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Newspaper">jornal impresso</a> é repleto de notícias. Tem outras coisas mas o seu principal material são as notícias. Do dia anterior&#8230; quando não tem dois dias de atraso como é o caso do volumoso jornal de domingo. O grande problema é que com a internet a notícia simplesmente virou <a
id="d2-d" title="commodity" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Commodity">commodity</a>. E é isso que tem incomodado os grandes grupos de imprensa do mundo.</p><p>Quando abrimos o <a
id="ia4v" title="Google News" href="http://news.google.com">Google News</a>, por exemplo, vemos lá que o Steve Jobs voltou a apresentar um keynote (imagem abaixo). Ok, notícia interessante, mas onde ler? O Google News dá algumas opções principais e coloca no final um link para mais 171 artigos semelhantes. Praticamente todos eles devem falar quase a mesma coisa: Steve Jobs apareceu, Apple lançou iPod nano que permite filmar e atualizou o sistema do iPhone para versão 3.1. Tanto faz se você ler no <a
id="tfny" title="G1" href="http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1298616-9356,00-STEVE+JOBS+REAPARECE+PARA+LANCAR+NOVIDADES+DA+APPLE.html">G1</a>, <a
id="nffd" title="no Estadão" href="http://www.estadao.com.br/noticias/economia,steve-jobs-reaparece-para-lancar-novidades-da-apple,432001,0.htm">no Estadão</a>, <a
id="wk_:" title="no Terra" href="http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3966273-EI4801,00.html">no Terra</a>, no&#8230; pois é&#8230; em qualquer lugar.</p><p><a
href="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/09/gnews.png"><img
class="alignnone size-full wp-image-455" title="Google News e seus 1758695 links" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/09/gnews.png" alt="Google News e seus 1758695 links" width="399" height="224" /></a></p><p>Como disse a notícia por si só é commodity, tanto faz o lugar que você a está lendo. E isso se for na internet. Imagina esperar para ler só no dia seguinte que é o que um jornal faz. Realmente não dá certo e é esse um dos motivos de eu achar o jornal impresso algo ultrapassado.</p><p>Antes que alguém reclame nos comentários, não estou dizendo que a <a
id="ttk7" title="mídia tradicional morreu" href="http://www.time.com/time/business/article/0,8599,1877191,00.html">mídia tradicional morreu</a> e sim que o formato jornal impresso não é o mais apropriado para esse tipo de informação.</p><h3>Tempo real</h3><p>Um dos grandes benefícios que o Twitter trouxe certamente é a distribuição de informação rapidamente e muitas vezes em tempo real. Um outro é a possibilidade de controlar a taxa de sinal e ruído. O fato do tempo real estar na essência do Twitter torna esse tipo de informação muito valiosa.</p><p>Em geral os acontecimentos em tempo real também são notícias. Tanto é que alguns canais como blogs se utilizam do recurso de live-blogging para narrar acontecimentos como as apresentações do Steve Jobs. Aqui no Brasil o Henrique Martin do Zumo <a
id="gt.t" title="estava em São Francisco fazendo a cobertura" href="http://zumo.uol.com.br/2009/09/09/apple-ao-vivo-de-san-francisco/">estava em São Francisco fazendo a cobertura</a>. E o tradicional Engadget é quase sempre meu ponto de apoio quando <a
id="mqrf" title="quero acompanhar grandes lançamentos e eventos em tempo real" href="http://www.engadget.com/2009/09/09/live-from-apples-its-only-rock-and-roll-event/">quero acompanhar grandes lançamentos e eventos em tempo real</a>.</p><p>Muitos tuiteiros brasileiros quando vão a eventos como um recente, o <a
id="li65" title="Digital Age 2.0" href="http://www.digitalage20.com.br/2009/">Digital Age 2.0</a> ou ainda o <a
id="w16l" title="Blogcamp RJ" href="http://blogcamp.com.br/blogcamp-rj-2009-desconferencias-e-oficinas/">Blogcamp RJ</a>, inundam seus streamings públicos do Twitter com atualizações de quase cada palavra de um palestrante, além de outros detalhes.</p><p>O Read Write Web já fez vários artigos dizendo que o <a
id="oly_" title="real time é o &quot;the next big thing&quot;" href="http://www.readwriteweb.com/archives/the_man_who_made_gmail_says_real-time_conversation.php">real time é o &#8220;the next big thing&#8221;</a>. Até o Google começou a se preocupar com isso pois seu mecanismo de busca sempre foi ótimo para coisas que aconteceram mas muito ruim para coisas que estão acontecendo naquele momento. E <a
id="ai45" title="melhoraram o algoritmo de busca para absorver melhor o tempo real" href="http://www.techcrunch.com/2009/05/12/google-launches-search-options-declares-real-time-search-biggest-challenge/">melhoraram o algoritmo de busca para absorver melhor o tempo real</a>.</p><p>O grande diferencial da notícia ser dada em tempo real é que não deu tempo ainda de ela virar commodity. Mas meia hora depois 3517 links no Google News irão aparecer e daí concorrer a um lugar ao Sol. Mas é sempre bom saber que no Twitter sempre vai ter alguém em todos os lugares, <a
id="lk2h" title="até mesmo quando um avião cai acidentalmente em um rio em Nova York" href="http://www.news.com.au/technology/story/0,28348,24920040-5014239,00.html">até mesmo quando um avião cai por acidente em um rio em Nova York</a>.</p><h3>Opinião</h3><p>Certa vez conversando com o <a
id="lw4t" title="Eric Messa" href="http://twitter.com/ericmessa">Eric Messa</a>, professor da Faap e interneteiro, chegamos ao entendimento que <a
id="l-47" title="para um blogueiro é melhor ser mais parecido com um colunista" href="http://www.messa.com.br/eric/ecode/2009/05/o-blogueiro-e-um-conteudista.html">para um blogueiro é melhor ser mais parecido com um colunista</a> do que um repórter atrás de notícias. Isso por que como já foi discutido neste post a notícia é commodity, e o grande diferencial que alguém pode tratar uma notícia é se divulgá-la em tempo real ou antes de todo mundo. E blogs não tem estrutura para isso. Ou pelo menos a maioria não.</p><p>Então o que resta ao intrépido blogueiro? Opinião. Tá certo que o <a
id="o0ex" title="Andrew Keen já disse" href="http://www.talk2.com.br/geral/andrew-keen-e-o-lado-negro-da-web-dia-22-no-talkshow/">Andrew Keen já disse</a> que qualquer opinião não quer dizer nada e só posso concordar com ele. Mas uma opinião bem fundamentada, daquelas de dissertação da aula de redação do colégio sempre são bem vindas. E é esse o nicho que recomendo aos blogueiros, a parte mais difícil, reservada aos colunistas, que é a opinião.</p><p>Claro, um blog não precisa ser só opinião. É interessante a forma como o <a
id="b8io" title="Tecnoblog tratou a sua reestruturação de conteúdo" href="http://tecnoblog.net/archives/introducing-tecnoblog-2-0.php">Tecnoblog tratou a sua reestruturação de conteúdo</a>, algo que já pensei em fazer no Techbits (ei, <a
id="ip1f" title="Mobilon" href="http://twitter.com/Mobilon">Mobilon</a>, posso copiar a ideia?). Lá existe a home com colunistas e em outra área do blog as notícias sendo alimentadas. Faz todo o sentido para atingir uma grande público.</p><p>Acho que faltou citar aqui neste post coisas como revistas &#8211; boas para reportagens e análises aprofundadas &#8211; e também notícias locais, <a
id="gt2c" title="esse que parece ser um nicho interessante a ser explorado" href="http://www.nytimes.com/2009/04/13/technology/start-ups/13hyperlocal.html">um nicho interessante a ser explorado</a>, bem como a personalização das notícias. Mas o texto já está grande demais para discutir mais coisas.</p><p>E pra finalizar, o grande valor da opinião é que ela não vai virar commodity e também não é efêmera quanto a informação em tempo real. E em um mundo de Google News e Twitter essa é a forma que diferencia qualquer um da multidão.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2009/o-valor-da-informacao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>A importância do Android</title><link>http://techbits.com.br/2008/a-importancia-do-android/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/a-importancia-do-android/#comments</comments> <pubDate>Fri, 24 Oct 2008 22:57:57 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[android]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[iphone]]></category> <category><![CDATA[nuvem]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=415</guid> <description><![CDATA[Essa semana o tal do G1, da HTC, o primeiro smartphone rodando Android finalmente foi lançado. Esse produto não carrega o mesmo grau de hype que o iPhone teve quando chegou às lojas com malucos pessoas formando filas dias antes do lançamento. Também não tem a interface inovadora do celular da maçã que assombrou o [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
class="alignnone size-full wp-image-416" title="android" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/android.png" alt="Android" />Essa semana o tal do G1, da HTC, o primeiro smartphone rodando Android finalmente foi lançado. Esse produto não carrega o mesmo grau de hype que o iPhone teve quando chegou às lojas com <span
style="text-decoration: line-through;">malucos</span> pessoas <a
href="http://abcnews.go.com/Technology/story?id=3320864&amp;page=1">formando filas</a> dias antes do lançamento. Também não tem a interface inovadora do celular da maçã que <a
href="../iphone-uau/">assombrou o mundo</a> quando foi demonstrado na Mac World. Mas carrega alguns grandes diferenciais.</p><h3>Desenvolvimento</h3><p>Primeiro, o <a
href="http://futuro.vc/2008/08/29/android-market-e-a-app-store-do-google/">Android Market</a> não é restritivo como a loja da Apple. No caso da maçã, todo aplicativo corre o risco de não ser aceito devido a fatores ignorados. Pode acontecer de você criar algo extraordinário como um Napster, <a
href="http://apple20.blogs.fortune.cnn.com/2008/09/14/iphone-big-trouble-in-the-app-store/">e ser colocado no ostracismo</a>. No caso da loja do Google, não existe esse embaraço, desenvolveu, aparece lá.</p><p>Alguns podem dizer que isso vai trazer toda uma leva de softwares ruins&#8230; etc&#8230; sim, com certeza, mas só de ter a garantia que seu software terá uma chance à luz do dia, garante mais gente interessada e essa massacrítica deve levar a grandes criações. Ou não. Mas muito melhor que um sistema mais fechado como o modelo seguido pela Apple.</p><h3>A nuvem na mão</h3><p>A integração com serviços disponíveis na nuvem é outro ponto chave. Engraçado como aqui o conceito do Google em relação aos aplicativos fica muito parecido com o <a
href="http://blogs.msdn.com/stevecla01/archive/2008/09/22/explaining-software-plus-services.aspx">Software + Services</a> que a Microsoft vem pregando para o mundo do desktop.</p><p>Alterou algo no calendário? Já está sincronizado com a versão online. Quer mandar email? A nuvem e o Android se entendem muito bem. Documentos? Não estão nem na sua casa e nem no escritório. Estão em algum servidor na internet.</p><h3>Mashups sociais</h3><p>Como decorrência de ter integração com a nuvem, softwares interessantes com conceitos de mashup podem surgir. Um bom exemplo é o <a
href="http://www.android.com/market/#app=isafe">iSafe</a>, no qual você pode demarcar coisas em um mapa e compartilhar com a multidão. A grande diferença é poder fazer isso usando o GPS e &#8220;inloco ao invés de depender de um desktop como a maioria dos mashups.</p><p>Ou ainda softwares que baseiem seu comportamento dependendo da posição geográfica que o smartphone se encontra como o <a
href="http://www.android.com/market/#app=locale">Locale</a>. Coisas fantásticas surgirão. Daí você vai dizer que tudo isso também é possível no iPhone. Só se a Apple deixar.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/a-importancia-do-android/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>Em busca do sinal perdido</title><link>http://techbits.com.br/2008/em-busca-do-sinal-perdido/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/em-busca-do-sinal-perdido/#comments</comments> <pubDate>Tue, 03 Jun 2008 17:22:21 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[3g]]></category> <category><![CDATA[celular]]></category> <category><![CDATA[claro]]></category> <category><![CDATA[gsm]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[metrô]]></category> <category><![CDATA[mobilidade]]></category> <category><![CDATA[são-paulo]]></category> <category><![CDATA[tim]]></category> <category><![CDATA[vivo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=351</guid> <description><![CDATA[Quando o Metrô de São Paulo anunciou que celulares passariam a funcionar em Maio de 2008 na linha verde (Paulista) em São Paulo, fiquei empolgado. Como usuário de muitos anos do sistema, algo que sempre sentia falta era sinal de celular nos subterrâneos. Quantas vezes peguei só ônibus (e demorei mais para chegar ao destino) [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
id="g6dd0"><img
class="alignnone size-full wp-image-352" title="metro-celular" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/metro-celular.jpg" alt="Olha a antena na estação!" /><br
/> <a
id="oqmi" title="Quando o Metrô de São Paulo anunciou" href="http://www.metro.sp.gov.br/aplicacoes/news/tenoticiasview.asp?id=656502139L&amp;categoria=6561F2&amp;idioma=PO">Quando o Metrô de São Paulo anunciou</a> que celulares passariam a funcionar em Maio de 2008 na linha verde (Paulista) em São Paulo, fiquei empolgado. Como usuário de muitos anos do sistema, algo que sempre sentia falta era sinal de celular nos subterrâneos. Quantas vezes peguei só ônibus (e demorei mais para chegar ao destino) só para ficar o tempo todo sob cobertura celular quando precisava receber um chamado importante?</p><p
id="g6dd1">Sexta-feira fui lá e, <a
id="ygq3" title="enquanto a mídia tradicional anunciava" href="http://idgnow.uol.com.br/telecom/2008/05/30/celulares-comecam-a-funcionar-em-linha-do-metro-de-sao-paulo/">enquanto a mídia tradicional anunciava</a> o celular no Metrô, eu descobria que não era bem assim e <a
id="u3xp" title="divulgava no Twitter" href="http://twitter.com/fugita/statuses/823305374">divulgava no Twitter</a>. No final das contas parece que a estréia na sexta falhou e o <a
id="f5rd" title="Metrô divulgou nota culpando as operadoras" href="http://www.metro.sp.gov.br/aplicacoes/news/tenoticiasview.asp?id=65651657J9&amp;categoria=6561F2&amp;idioma=PO">Metrô divulgou nota culpando as operadoras</a>, eximindo-se de responsabilidade. Típico empurra-empurra brasileiro.</p><p>obs: foto acima é de uma antena na estação Chácara Klabin.</p><h3 id="g6dd2">Celular no Metrô: onde funciona?</h3><p
id="g6dd3">Ontem resolvi novamente colocar o serviço à prova.<a
id="qjsl" title="O que descobri?" href="http://twemes.com/twittandodometro">O que descobri?</a> Teoricamente o sinal de celular deveria ser captado desde a estação Paraíso até a Alto do Ipiranga, exceto Ana Rosa (4 estações). Ontem, efetivamente, só funcionou na Chácara Klabin (1 estação). Era o único lugar em que antenas estavam disponíveis e ativas. Não dá pra colocar na conta a estação Imigrantes, que sempre funcionou celular, por ser na superfície.</p><p
id="g6dd4">Na estação Paraíso não existem antenas. O sinal pega em uma área restrita da estação próxima à uma abertura de ventilação para o mundo externo, lugar que todo usuário do sistema já sabia que tinha sinal de celular desde sempre. Teoricamente estão certos em anunciar que funciona nesta estação. Esqueceram de dizer que só naquele cantinho escondido que sempre funcionou.</p><p
id="g6dd5">A estação Alto do Ipiranga é um caso à parte. Ontem havia antenas instaladas e conectadas, mas nada de sinal. Hoje pela manhã, alguém resolveu ligar as coisas na tomada e foi possível usar o celular da plataforma.</p><h3 id="g6dd6">Só GSM</h3><p
id="g6dd7">Quando existe serviço, ele é ok. <a
id="m7y9" title="Fiz uma ligação e a qualidade de voz foi ótima." href="http://twitter.com/garciasales/statuses/825628829">Fiz uma ligação e a qualidade de voz foi ótima</a>. Recebi SMS e enviei alguns, nenhum problema. Também naveguei na internet e tudo foi normal. O detalhe é que a implantação contou com o que as três operadoras de SP têm em comum: tecnologia GSM. Ou seja, os antigos terminais CDMA da Vivo não funcionam. E se alguém ainda tiver algum TDMA ou ainda AMPS, duvido que funcionem. Não tenho modem 3G e nem celular com tal tecnologia de forma que não pude testar tal funcionalidade.</p><h3 id="g6dd8">Futuro</h3><p
id="g6dd9">Em outras cidades como o Rio de Janeiro, o celular já funciona faz tempo no Metrô. <a
id="efpf" title="Quando estive por lá para o BLS" href="http://www.digitaldrops.com.br/drops/2007/07/bls_primeiro_encontro_de_blogu.html">Quando estive por lá para o BLS</a>, fiz questão de testar o serviço. Aqui em São Paulo a implantação será gradativa. Primeiro nas estações, depois nos túneis, e assim vai expandindo pela rede. Vai ser ótimo para geeks como eu que gostam de estar conectados à internet o tempo todo. Vai ser péssimo para o <a
id="f5ei" title="convívio com desconhecidos mal-educados" href="http://idgnow.uol.com.br/telecom/2007/04/18/idgnoticia.2007-04-18.3191146142/">convívio com desconhecidos mal-educados</a> que ficarão falando alto pelo telefone. Ah, e quando liberarem celular nos aviões aqui no Brasil, juro que compro uma passagem só para testar o serviço!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/em-busca-do-sinal-perdido/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>38</slash:comments> </item> <item><title>Tim e YouTube: cheiro de Net Neutrality</title><link>http://techbits.com.br/2008/tim-e-youtube-cheiro-de-net-neutrality/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/tim-e-youtube-cheiro-de-net-neutrality/#comments</comments> <pubDate>Thu, 31 Jan 2008 12:01:39 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[mobilidade]]></category> <category><![CDATA[net neutrality]]></category> <category><![CDATA[series of tubes]]></category> <category><![CDATA[tim]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2008/tim-e-youtube-cheiro-de-net-neutrality/</guid> <description><![CDATA[Peraí, deixa eu entender&#8230; saiu por toda a mídia tradicional que a Tim e a Google acabaram de fazer um acordo aqui no Brasil para disponibilizar o YouTube mobile para os clientes da operadora&#8230; Ok, tudo bem, nada de mais&#8230; se fosse só isso&#8230; Segundo as matérias que li quem quiser assistir a vídeos do [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/the-internets.gif" alt="The Internets (is a series of tubes) " />Peraí, deixa eu entender&#8230; <a
href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u368029.shtml" title="saiu por toda a mídia tradicional" id="ze2k">saiu por toda a mídia tradicional</a> que a Tim e a Google acabaram de fazer um acordo aqui no Brasil para disponibilizar o YouTube mobile para os clientes da operadora&#8230; Ok, tudo bem, nada de mais&#8230; se fosse só isso&#8230; Segundo as matérias que li quem quiser assistir a vídeos do Iutubiu precisa pagar R$ 2,10 por megabyte. <a
href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/">Cuma?</a> Sim, para assistir ao YouTube via rede celular TIM é necessário pagar dois reais e dez centavos por megabyte de tráfego de dados. WTF!?</p><p>Lembra daquela história de net neutrality, que gerou o termo &#8220;<a
href="http://www.youtube.com/watch?v=BB2Xnu9xQVU" title="a series of tubes" id="jq40">a series of tubes</a>&#8221; quando falávamos das internets? Pois é&#8230; parece que a TIM está promovendo exatamente isso ao cobrar esse trocado por acesso privilegiado a algo que está livremente disponível na web. Mesmo que fosse <a
href="http://clients.arranschlosberg.com/chuck/" title="Chuck Norris" id="tmgo">Chuck Norris</a>, tinha que ser de graça. Sim, estou reclamando de R$ 2,10 por megabyte (<a
href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080130/not_imp117313,0.php" title="R$ 1,50?" id="rji:">R$ 1,50?</a>). Sim, isso é um absurdo, na internet não deveria existir tarifa para tráfego de serviços abertos.</p><p>E, claro, a culpa não é só da operadora de capital italiano. A Google tem sua parcela de culpa, diga-se de passagem, fazendo algo muito feio, bobo e sujo nisso tudo. <a
href="http://www.google.com/help/netneutrality.html" title="Não eram eles, diretamente de Montain View, que lutavam contra a cobrança de pedágio para maiores velocidades de dados nas internets, no case Net Neutrality no Senado americano??" id="n6jk">Não eram eles, diretamente de Montain View, que lutavam contra a cobrança de pedágio para maiores velocidades de dados nas internets, no case Net Neutrality no Senado americano??</a> Cadê a coerência <a
href="http://www.undergoogle.com/blog/2005/09/confirmado-alexandre-hohagen-assume-o.html" title="Hohagem" id="r4xq">Hohagem</a>? Cadê a coerência, Eric Schmidt? Não estou encontrando&#8230; e, teoricamente, o Google é especialista em encontrar coisas&#8230;</p><p>Vamos jogar limpo, Google e TIM. Nós consumidores brasileiros não somos idiotas. Não apliquem aquilo que consideram asqueroso lá fora aqui no nosso país. Sério, confio nas duas empresas, ambas são minhas fornecedoras essenciais em termos de internet e mobilidade. Ausência de net neutrality, tô fora!</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://techbits.com.br/2006/a-internet-e-uma-serie-de-tubos/">A internet é uma série de tubos</a></li><li><a
href="http://techbits.com.br/2007/a-internet-e-uma-serie-de-tubos-parte-65536/">A internet é uma série de tubos, parte 65536</a></li><li><a
href="http://www.undergoogle.com/blog/2008/01/tim-leva-youtube-ao-celular-nao-obrigado.html">Tim leva Youtube ao Celular: Não obrigado!</a>, via UnderGoogle</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/tim-e-youtube-cheiro-de-net-neutrality/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>14</slash:comments> </item> <item><title>Cinema, aspirinas e distribuição</title><link>http://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-distribuicao/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-distribuicao/#comments</comments> <pubDate>Fri, 07 Dec 2007 20:10:06 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[3 efes]]></category> <category><![CDATA[abundância]]></category> <category><![CDATA[cinema]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[dvd]]></category> <category><![CDATA[escassez]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-distribuicao/</guid> <description><![CDATA[Hoje, sexta-feira, 7 de Dezembro é um dia interessante no que tange à distribuição de conteúdo. Da mesma forma que fez o diretor Steven Soderbergh, em 2005, com seu filme Bubble, um filme nacional chamado 3 Efes estréia ao mesmo tempo em várias mídias. Ao invés de restringir a escolha do espectador à tela do [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/3efes.png" alt="3 Efes - distribuição moderna! " />Hoje, sexta-feira, 7 de Dezembro é um dia interessante no que tange à distribuição de conteúdo. <a
href="http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1986" title="Da mesma forma que fez o diretor Steven Soderbergh em 2005 com seu filme Bubble" id="cp:z">Da mesma forma que fez o diretor Steven Soderbergh</a>, em 2005, com seu filme Bubble, um filme nacional chamado <a
href="http://www.3efes.com.br/" title="3 Efes" id="tj1k">3 Efes</a> estréia ao mesmo tempo em <a
href="http://br.reuters.com/article/entertainmentNews/idBRN0620006120071206" title="3 Efes estréia ao mesmo tempo em várias mídias" id="n38s">várias mídias</a>. Ao invés de restringir a escolha do espectador à tela do cinema, o filme do diretor Gerbase pode ser visto em outros lugares também: na TV (<a
href="http://globosat.globo.com/canalbrasil/" title="Canal Brasil" id="y7_0">Canal Brasil</a>), em DVD e <a
href="http://cinema.terra.com.br/interna/0,,OI2133226-EI1176,00.html" title="pela internet, via Terra" id="wcy1">pela internet, via Terra</a>.</p><p>Já discuti aqui no Techbits que a grande mudança que a internet trouxe para todas as mídias foi a facilidade de distribuição. Hoje não queremos mais esperar para assistir ao último episódio do seriado Heroes quando a AXN ou a Record resolverem passar por aqui. Não queremos aguardar vários meses, de acordo com a estratégia comercial da distribuidora, para termos um filme em DVD. <a
href="http://techbits.com.br/2007/drm-escassez-vs-abundancia/">Não queremos escassez e sim abundância</a>.</p><p>O que o filme Bubble fez foi uma experiência neste sentido agora repetido pelo 3 Efes. Não sei se o filme é bom (isso aqui não é um <a
href="http://www.cinemalido.com.br">blog de cinema</a>!), as críticas falam bem, pretendo assistir assim que possível. Mas que a estratégia de distribuição diferente está chamando a atenção, não há dúvidas.</p><p>Claro que provavelmente estão fazendo assim pois o público que atingiriam na meia dúzia de salas de cinema do país que vão passar o filme, não pagaria a produção. Mas em termos de soltar as amarras da velha forma de distribuir conteúdo, o filme 3 Efes já ganhou um fã. Fora que vem da <a
href="http://www.casacinepoa.com.br/" title="Casa de Cinema de Porto Alegre" id="r-n6">Casa de Cinema de Porto Alegre</a>, deve ser coisa boa!</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-crowdsourcing/">Cinema, aspirinas e crowdsourcing</a></li><li><a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">O LOST e o novo paradigma da distribuição de conteúdo</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-distribuicao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>6</slash:comments> </item> <item><title>A utopia do wi-fi municipal</title><link>http://techbits.com.br/2007/a-utopia-do-wi-fi-municipal/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/a-utopia-do-wi-fi-municipal/#comments</comments> <pubDate>Tue, 27 Nov 2007 20:40:36 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[mobilidade]]></category> <category><![CDATA[municipal]]></category> <category><![CDATA[rede-celular]]></category> <category><![CDATA[wi-fi]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/a-utopia-do-wi-fi-municipal/</guid> <description><![CDATA[A revista Veja da semana passada trouxe uma matéria que falava da implantação de redes wi-fi em cidades (só para assinantes, infelizmente), por toda sua extensão, para acesso gratuito à internet. Uma das capitais que terá essa tecnologia já em 2008 será Belo Horizonte, Minas Gerais. Ao mesmo tempo que acho essas iniciativas de facilitar [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/wifizone.png" alt="Wi-fi " />A revista Veja da semana passada trouxe uma matéria que falava da <a
href="http://veja.abril.com.br/211107/p_122.shtml" title="implantação de redes wi-fi em cidades" id="mv1d">implantação de redes wi-fi em cidades</a> (só para assinantes, infelizmente), por toda sua extensão, para acesso gratuito à internet. Uma das capitais que terá essa tecnologia já em 2008 será Belo Horizonte, Minas Gerais. Ao mesmo tempo que acho essas iniciativas de facilitar o acesso móvel à internet interessantes, tenho uma crítica mostrando que essa idéia de rede wi-fi municipal é uma utopia que jamais será atingida.</p><p>Quem usa internet móvel sabe, rede de dados via celular é mais útil do que wi-fi quando falamos de mobilidade. Defendo isso desde antes de baratearem os preços &#8211; ainda caros &#8211; do acesso via celular. E conheci pessoas que pensam da mesma forma como a Lu Monte, do <a
href="http://diadefolga.com" title="Dia de Folga" id="nh7e">Dia de Folga</a>, de Brasília. Claro, sei que existem cidades no Brasil como <a
href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/022005/09022005-16.shl" title="Sud Menuci que tem rede municipal sem fio" id="xsic">Sud Menuci que tem rede municipal sem fio</a>, ou ainda lá em Montain View, com rede fornecida pela Google, que parece que teve o projeto paralisado.</p><p><a
href="http://techbits.com.br/2007/smartphone-e-internet-movel/" title="A grande vantagem da rede celular para acesso à internet" id="dbjj">A grande vantagem da rede celular para acesso à internet</a> é a disponibilidade da mesma. Não preciso caçar redes wireless (wi-fi) pelos hotspots da vida. Não preciso tomar um cafezinho naquele bar que oferece o serviço gratuitamente para os clientes. <a
href="http://odontopalm.com.br/psf/arquivo/2007/06/podsemfio_n45_-.html" title="Não fico dependente do humor da Vex" id="kni0">Não fico dependente do humor da Vex</a>, que teima em não funcionar na maioria dos lugares.</p><p>Além disso, uma rede wi-fi é restrita ao hotspot. Não sei como funcionaria em uma rede municipal. Seria mesh, com possibilidade de transferência automática entre os hotspots? Lembre-se que cada hotspot tem no máximo uns 50 metros de raio. Impossível ser móvel deste jeito. Eu que uso smartphone, sei que o poder da internet está em usar continuamente, independentemente de região, sem interrupções, em movimento. De que adianta wi-fi municipal se eu preciso ficar parado em um lugar para acessar a grande rede.</p><p><a
href="http://techbits.com.br/2007/notinhas-sobre-a-rede-3g-da-claro/" title="A rede 3G da Claro está chegando" id="depi">A rede 3G da Claro está chegando</a>, outras operadoras já fornecem <a
href="http://techbits.com.br/2007/tim-web-a-melhor-solucao-para-internet-movel/" title="outras operadoras já fornecem soluções sem fio com preços razoáveis" id="oqtk">soluções sem fio com preços razoáveis</a>, pra quê achar ainda que wi-fi é internet móvel? Não é! Serve para usar em casa e no trabalho. Vez ou outra em um hotspot perdido por aí. Mas por ironia do destino, estou postando esse texto de um hotspot da Vex&#8230; de propósito&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/a-utopia-do-wi-fi-municipal/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>23</slash:comments> </item> <item><title>Notinhas sobre a rede 3G da Claro</title><link>http://techbits.com.br/2007/notinhas-sobre-a-rede-3g-da-claro/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/notinhas-sobre-a-rede-3g-da-claro/#comments</comments> <pubDate>Thu, 15 Nov 2007 03:46:49 +0000</pubDate> <dc:creator>Cesar Cardoso</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[3g]]></category> <category><![CDATA[850 mhz]]></category> <category><![CDATA[banda larga]]></category> <category><![CDATA[claro]]></category> <category><![CDATA[hspda]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[mobilidade]]></category> <category><![CDATA[modem]]></category> <category><![CDATA[telecom]]></category> <category><![CDATA[umts]]></category> <category><![CDATA[web]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/notinhas-sobre-a-rede-3g-da-claro/</guid> <description><![CDATA[Ontem oficialmente foi o primeiro dia da rede UMTS/HSDPA 850 da Claro, e como Brasília foi uma das cidades escolhidas, não pude resistir a dar uma volta numa loja da operadora e, como diz a gíria, “ver de qual é”. Estavam expostos dois modems, um PCMCIA e um USB, e quatro telefones, o LG MU500, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:claro aparelho celular" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/claro-3g.png" alt="Claro 3G " title="Claro 3G " /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script><a
href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u345279.shtml">Ontem oficialmente foi o primeiro dia</a> da rede <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/UMTS">UMTS</a>/HSDPA 850 da Claro, e como Brasília foi uma das cidades escolhidas, não pude resistir a dar uma volta numa loja da operadora e, como diz a gíria, “ver de qual é”.</p><p>Estavam expostos dois modems, um PCMCIA e um USB, e quatro telefones, o <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:LG MU500 celular" class="bbli">LG MU500<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>, o Samsung A706, o Palm Treo 750 e o Nokia 6120 Classic. O MU500 e o A706 se parecem demais e têm cara de mid-end demais; o Treo 750 e o <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:Nokia 6120 Classic celular" class="bbli">Nokia 6120<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> Classic são boas opções, mas penso que a Claro deveria aproveitar a vantagem de mindshare de lançar uma rede 3GSM antes da concorrência e vir com um telefone com &#8220;mais personalidade&#8221;, quem sabe um N95-3 ou um HTC high-end para atrair os tecnófilos, talvez um RAZR2 V9 para atrair os fashionistas, etc e tal.</p><h3>Loja da Claro em Recife  &#8211; fachada(*)</h3><p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:claro aparelho celular" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/claro-recife-vitrine.jpg" alt="Loja da Claro em Recife" class="floatTL" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script></p><h3>Loja da Claro em Recife &#8211; celulares (*)</h3><p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:Samsung A706 celular" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/claro-recife-celulares.jpg" alt="Loja da Claro em Recife" class="floatTL" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script></p><p>(*) fotos do leitor José, de Recife, veja mais no comentário #9. Muito obrigado!</p><p>Apesar de falar nela na propaganda, e ao contrário do que fez a Telemig Celular, a Claro não enfatiza muito a videochamada; os planos pós-pagos de 3G, inclusive, são pouco generosos com relação a isso. Com isso, a Claro perde pouco quando os marqueteiros chegarem à conclusão de que a videochamada fracassou, como fracassou, fracassa e fracassará em todo o resto do mundo, pelo menos enquanto não arrumarem uma maneira de facilitarem a &#8220;putaria amadora&#8221; via videochamada (que tal um apoio para o celular ficar fixo enquanto a pessoa se masturba?).</p><h3>Plano de dados</h3><p>A grande força de propaganda do 3G Claro, na prática, são mesmo os dados. <a
href="http://www.claro.com.br/portal/planoinside.do?method=showDados3G">Os planos de banda larga 3G da Claro estão bem competitivos</a>; R$99,90 por um plano de velocidade de 1 Mbps com franquia de dados de 10 GB é provavelmente o melhor no custo-benefício pra quem vive de mobilidade, com o bônus de não ter que virar <a
href="http://odontopalm.com.br/psf/arquivo/2007/06/podsemfio_n45_-.html">refém da Vex</a> quando precisar passar a terceira marcha.</p><h3>TV no celular?</h3><p>Mas como nenhuma operadora do mundo consegue ser lógica 100% do tempo, a Claro insiste em sua <a
href="http://midiasdigitais-infnet.blogspot.com/2007/07/claro-idias-tv.html">Idéias TV,</a> agora turbinada via <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/HSPDA">HSDPA</a>, achando que alguém vá achar boa a idéia de ver qualquer imagem que se mova em telinhas ridículas de 2&#8243; com <a
href="http://www.guiadohardware.net/termos/qvga">resolução QVGA</a>. Alô Claro, vamos combinar uma coisa? Quando vocês tiverem celulares com telas como a 480 x 854 x 3,5&#8243; do Panasonic P905iTV (vendido só no Japão, claro) a gente conversa sobre  Idéias TV.</p><p>Não testei a velocidade, mas meus testes informais foram muito bem sucedidos; um vídeo no YouTube, por exemplo, rodava sem grandes saltos.</p><p>Pois bem, é isso. É claro que a prova de fogo do Claro 3G vai ser quando chegar aí por São Paulo e Rio, mas por enquanto a Claro vai se dando bem.</p><h4>Sobre o autor</h4><p><strong>Cesar Cardoso</strong>, do <a
href="http://zyakannazio.eti.br/fudeblog/">Fudeblog by Cesar Cardoso</a>, não consegue resistir a lançamentos de redes celulares e foi o convidado especial, diretamente de Brasília, para este post exclusivo.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/notinhas-sobre-a-rede-3g-da-claro/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>834</slash:comments> </item> <item><title>TV digital? Vou de YouTube</title><link>http://techbits.com.br/2007/tv-digital-vou-de-youtube/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/tv-digital-vou-de-youtube/#comments</comments> <pubDate>Wed, 03 Oct 2007 19:35:44 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[abundância]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[escassez]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[tv digital]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=278</guid> <description><![CDATA[Há cinco anos a TV digital era algo legal. Hoje já não parece tão atrativa assim. Ontem finalmente definiram a data de lançamento do sistema no Brasil, que começará progressivamente por São Paulo. A digitalização tem lá suas vantagens, vai permitir interatividade, mais canais por faixa de freqüência, assistir à TV no celular, ver as [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:filmadora digital" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/tvdigital.jpg" alt="[Tv digital] " /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>Há cinco anos a <a
href="http://www.teleco.com.br/tvdigital.asp" id="pgg8" title="TV digital">TV digital</a> era algo legal. Hoje já não parece tão atrativa assim. <a
href="http://idgnow.uol.com.br/telecom/2007/10/02/idgnoticia.2007-09-27.0771115865/" id="rl:0" title="Ontem finalmente definiram a data de lançamento">Ontem finalmente definiram a data de lançamento</a> do sistema no Brasil, que começará progressivamente por São Paulo. A digitalização tem lá suas vantagens, vai permitir interatividade, mais canais por faixa de freqüência, assistir à TV no celular, ver as rugas das atrizes na novela (!)&#8230; Mas tudo isso não serve para nada pois o problema da TV convencional, a restrição e escassez, não são páreos para os os vídeos via internet. Fora que mesmo que feita de zeros e um, a programação dos canais aberto deve continuar o mesmo lixo de sempre.</p><p><small>(*) imagem deste post, <a
href="http://flickr.com/photos/75724192@N00/64138013/">via Flickr</a></small></p><h3>Escassez vs. Abundância</h3><p>Qualquer que seja a grade de programação da TV digital, ela continua a ser exatamente isso, uma grade. Horários definidos pelos exibidores, programação medíocre que faz o país se mobilizar para saber <a
href="http://www.poltrona.tv/quem-matou-tais-globo-anuncia-10-suspeitos/" id="ty5i" title="quem matou a Taís">quem matou a Taís</a> ou quem ganhou o último BBB, <a
href="http://bestblogsbrazil.blogspot.com/" id="zb-f" title="não o dos blogs">não o dos blogs</a>. A TV à cabo, que já é digital, é uma alternativa um pouco mais interessante pois apresenta uma programação bem mais variada, capaz de preencher alguns nichos e não massificar o gado humano. Mas mesmo assim continua com o problema da grade, gerando escassez. <a
href="http://www.viamais.net/blog/?p=64" id="b8fs" title="Isso sem falar do DRM">Isso sem falar do DRM</a>&#8230;</p><p>Daí aparecem uns gênios que criam um site que faz exatamente a mesma coisa que muitos já tentaram &#8211; exibir vídeos na web &#8211; e acertam a mão. O <a
href="http://youtube.com.br" id="vp_8" title="YouTube">YouTube</a> é a verdadeira TV moderna. Não há restrição causada por uma grade de programação escassa. Não existe a imposição de assistir a algo quando bem o dono daquela concessão governamental de TV quiser. Nós fazemos o horário e a programação. Já passei horas vasculhando o YouTube. E foram horas interessantíssimas.</p><p>Outra opção é o <a
href="http://joost.com" id="qmka" title="Joost">Joost</a> que <a
href="http://www.piratadarede.com/blog/?p=1852" id="ysj6" title="finalmente saiu do beta fechado dias atrás">finalmente saiu do beta fechado dias atrás</a> não necessitando mais de convites. Apesar do Joost ainda não ter a abundância de conteúdo de um <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:filmadora digital" class="bbli">YouTube<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> &#8211; e nunca vai ter pois não é voltado para conteúdo gerado pelo usuário &#8211; é muito melhor que a restrição de horários e grade da TV convencional e digital. Outros dizem que o <a
href="http://www.bernabauer.com/joost-e-passado-dnastream-e-o-futuro/" id="r6.8" title="Joost já era e o negócio agora é o DNAStream">Joost já era e o negócio agora é o DNAStream</a>&#8230;</p><h3>700 reais?</h3><p>Uma outra crítica à implantação da TV digital no Brasil é o preço do conversor. Setecentos reais? Fala sério? Na interweb é possível encontrar por meios não exatamente legais, conteúdo digital de alta qualidade, de graça. Outras iniciativas como a o <a
href="http://www.mundorecord.com.br/" id="bt_b" title="Mundo Record">Mundo Record</a> da TV Record, trazem sem custo algum todo o conteúdo de um canal da TV na internet, na hora que quisermos. Canais americanos como a ABC disponibilizam em seus sites algumas das séries mais assistidas, via streaming. <a
href="http://www.i-tecnologia.com/2007/09/brasil-telecon-apresenta-o-videon.html" id="mxh5" title="E a Brasil Telecom acaba de lançar sua IPTV">E a Brasil Telecom acaba de lançar sua IPTV</a>. Minha TV digital definitivamente é a internet.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/tv-digital-vou-de-youtube/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>27</slash:comments> </item> <item><title>A burocracia do registro de domínios no Brasil</title><link>http://techbits.com.br/2007/a-burocracia-do-registro-de-dominios-no-brasil/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/a-burocracia-do-registro-de-dominios-no-brasil/#comments</comments> <pubDate>Tue, 02 Oct 2007 10:00:17 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[brasil]]></category> <category><![CDATA[burocracia]]></category> <category><![CDATA[domínios]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[processo de liberação]]></category> <category><![CDATA[regulamentação]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/a-burocracia-do-registro-de-dominios-no-brasil/</guid> <description><![CDATA[Ontem o Registro.br, órgão que faz parte das incontáveis entidades que cuidam da gestão da internet no Brasil, liberou uma lista com 78860 domínios que podem ser novamente registrados após passar um período no ostracismo, na geladeira. Há de tudo um pouco, muitos nomes que remetem a sexo, nome de tudo quanto é profissão ou [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/wwwbr.png" alt="[burocracia ponto com ponto br] " />Ontem o <a
href="http://registro.br" id="oxwu" title="Registro.br">Registro.br</a>, órgão que faz parte das incontáveis entidades que cuidam da gestão da internet no Brasil, liberou <a
href="http://registro.br/info/proclib-l.html" id="hw-_" title="uma lista com 78860 domínios">uma lista com 78860 domínios</a> que podem ser novamente registrados após passar um período no ostracismo, na geladeira. Há de tudo um pouco, muitos nomes que remetem a sexo, nome de tudo quanto é profissão ou tipo de negócio e domínios parecidos com sites conhecidos mas escritos de forma ligeiramente errada. Por exemplo, um dos domínios liberados é o <strong>0rkut.com.br</strong>, com um zero no lugar da letra &#8220;o&#8221;.</p><p>O problema é alguns desses domínios <a
href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2004/10/09/dominios-abandonados-mas-irregistraveis/" id="ixyy" title="tendem a nunca mais serem registrados">tendem a nunca mais serem registrados</a> depois que caem nesta lista do chamado processo de liberação. Tudo culpa de uma particularidade da regra que envolve o processo. Qualquer pessoa apta pode requer registro dos domínios liberados ontem. Mas se duas ou mais pessoas quiserem registrar o mesmo domínio, ninguém leva e o nome volta para a lista, aguardando um próximo processo de liberação. Seu sonho de ser dono do domínio <strong>youtubu.com.br</strong> e receber milhares de visitas por engano de quem procura pelo site de vídeos, jamais vai acontecer.</p><p>O mais estranho de tudo é como um nome vai parar nesta lista. Em algum momento alguém registrou os domínios que hoje estão presos neste beco sem saída.  Passado um ano, que é o período mínimo de registro, esse alguém deixou de pagar o Registro.br para manter a propriedade.</p><p>Seria de se esperar que órgão regulador, ao notar a inadimplência, liberasse o site para outros registrarem, como acontece em qualquer país que não seja o Brasil. Mas não é esse o procedimento, o domínio fica congelado&#8230; por até 6 processos de liberação&#8230; algo que acontece umas duas ou três vezes por ano&#8230; até finalmente o Registro.br ter certeza que o antigo dono perdeu o interesse&#8230; (e todo mundo mais).</p><p>E aí esse nome cai no processo de liberação&#8230; Se for um domínio disputado pode ficar preso para sempre nesta lista. Ah, só para constar: se você quer um desses domínios da lista, <a
href="http://registro.br/info/proclib.html" id="i730" title="faça a requisição">faça a requisição</a> <strike>em 50 formulários preenchidos à máquina</strike> via internet entre os dias 6 e 21 de Outubro de 2007.</p><h3>Burocracia ponto com ponto bê-erre</h3><p>No nosso país só existe um órgão que pode registrar domínios, não há concorrência. Fora do Brasil, <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Domain_name_registrar" id="cwk6" title="várias empresas disputam esse concorrido   mercado">várias empresas disputam esse concorrido mercado</a>. Por conta disso um registro nos EUA, por exemplo, pode sair por cerca de dois dólares. A média é um pouco mais alta, ao redor de 7 dólares, mas mesmo assim é menos da metade que pagamos no Brasil &#8211; trinta reais.</p><p>Fora essa diferença de preços, no exterior é também menos burocrático. Ninguém precisa ter CNPJ para registrar um domínio. Não precisamos sequer morar nos EUA para fazer o registro. Basta pagar e escolher o nome. Aqui no Brasil, não. É necessário uma pessoa física e uma pessoa jurídica para registrar um simples domínio (*). <a
href="http://techbits.com.br/2006/um-milhao-de-dominios-br-e-a-burocracia-continua-em-alta/">E dá-lhe complicação</a>.</p><p><small>(*) domínios <strong>.com.br</strong>.; pessoas físicas podem registrar <strong>.nom.br</strong>, <a
href="http://www.tnow.com.br/negocios/dominio-nombr-custara-r-10/">agora mais barato</a>, ou outras combinações&#8230; mas todo mundo quer mesmo é PONTO COM PONTO BR&#8230;</small></p><p><a
href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u21706.shtml" id="is3a" title="No país que mais horas usa de internet no mundo">No país que mais horas usa de internet no mundo</a>, abrir um simples site é uma via crucis. Enquanto o poder de registrar domínios continuar na mão de um monopólio estatal negócios pela internet ficam engessados. Milagreiros são aqueles que conseguem empreender em um país tão travado como este.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/a-burocracia-do-registro-de-dominios-no-brasil/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>21</slash:comments> </item> <item><title>Publicidade 2.0: o fim do comercial de 30 segundos?</title><link>http://techbits.com.br/2007/publicidade-20-o-fim-do-comercial-de-30-segundos/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/publicidade-20-o-fim-do-comercial-de-30-segundos/#comments</comments> <pubDate>Thu, 09 Aug 2007 23:05:12 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[digital-age-2.0]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[publicidade-2.0]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/publicidade-20-o-fim-do-comercial-de-30-segundos/</guid> <description><![CDATA[O último painel do dia, sobre as conseqüências da internet para o mercado publicitário foi o mais agitado. A discussão ficou quente entre Luis Grottera, presidente da TBWA Brasil e Suzana Apelbaum, sócia da Hello, agência especializada em internet e também com passagem pela África e Click. É possível perceber claramente que Grottera é conservador, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/digitalage.png" title="[Digital Age] " alt="[Digital Age] " />O último painel do dia, sobre as conseqüências da internet para o mercado publicitário foi o mais agitado. <a
href="http://www.tecnocracia.com.br/arquivos/digital-age-20-os-dinassauros-que-me-perdoem-mas">A discussão ficou  quente entre</a> Luis Grottera, presidente da TBWA Brasil e Suzana Apelbaum, sócia da Hello, agência especializada em internet e também com passagem pela África e Click.</p><p>É possível perceber claramente que Grottera é conservador, estilo antigo e a Suzana mais antenada nas novas tecnologias. Em uma discussão que perguntava se o comercial de 30 segundos da TV estaria com os dias contados, Groterra defendeu que uma campanha na TV gera recall (lembrança por parte dos consumidores) ao redor de 20 a 30%. Então se você investir 10 milhões de reais, 8 milhões foram jogados fora, mas 2 milhões aproveitados. E, segundo ele, essa é uma boa média. Ainda segundo o Grottera, vale mais investir na TV do que na internet, mídia que ficará cara tanto quanto a TV daqui alguns anos.</p><p>Peraí&#8230; acho que ele não leu a <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a>. Peraí&#8230; 8 milhões jogados fora e somente 2 aproveitados? Peraí&#8230; Claro, já entendi. Ele está defendendo o seu peixe.</p><p>Já a Suzana Apelbaum defendeu a internet. Não sei como não saiu uma briga mais feia, hehe! Na internet é possível direcionar totalmente os esforços publicitários. Cem mil reais investidos no Google dão retorno de porcentagem muito maior. Não há desperdício com o ruído como o fato dos consumidores zapearem entre os canais.</p><p>Anúncios como o vencedor do <a
href="http://www.brainstorm9.com.br/archives/2007/06/cannes_lions_2007_cyber_grand_prix.html">Gran Prix Cyber em Cannes</a>, o comercial da Dove, em vídeo, mas jamais exibido na TV, é algo a ser estudado. O vencedor da categoria Cyber (internet) foi um filme! Viral está na moda. Comercial na TV está acabado.</p><p><a
href="http://techbits.com.br/2007/mediaon-visoes-antagonicas/">Assim como a Márion Strecker do UOL</a>, aparentemente o Grottera não agradou com esse discurso retrógado para uma platéia selecionadíssima de CIOs, CEOs, empresários e tudo mais. Muitos que conversei acharam que a vitória do debate foi da Suzana. Ponto para a nova mídia que é a internet.</p><h4>Acompanhe também:</h4><ul><li><a
href="http://tecnocracia.com.br">Tecnocracia</a></li><li><a
href="http://marcogomes.com">Marco Gomes</a></li><li><a
href="http://idgnow.uol.com.br/especiais/digital_age20/">IDGNow!</a></li><li><a
href="http://www.flickr.com/photos/7212275@N05/sets/72157601324876350/">Fotos do evento, via Flickr</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/publicidade-20-o-fim-do-comercial-de-30-segundos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>Techbits no Digital Age 2.0</title><link>http://techbits.com.br/2007/techbits-no-digital-age-20/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/techbits-no-digital-age-20/#comments</comments> <pubDate>Wed, 08 Aug 2007 16:17:15 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[digital-age-2.0]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[web]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/techbits-no-digital-age-20/</guid> <description><![CDATA[Nesta quinta e sexta acontece em São Paulo o Digital Age 2.0, evento que discutirá as mudanças no negócios on-line. Entre os palestrantes está o John Battelle, que escreveu o ótimo livro &#8220;The Search&#8221; (A Busca), leitura obrigatória para quem quer entender de internet, mercado de buscas e bastidores da Google. Além disso Battelle é [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/digitalage20_gde.png" title="[Digital Age 2.0] " alt="[Digital Age 2.0] " class="floatTL"/>Nesta quinta e sexta acontece em São Paulo o <a
href="http://www.digitalage20.com.br" title="Digital Age 2.0">Digital Age  2.0</a>, evento que discutirá as mudanças no negócios on-line. Entre os  palestrantes está o John Battelle, que escreveu o ótimo livro &#8220;The Search&#8221; (A Busca), leitura obrigatória para quem quer entender de internet, mercado de buscas e bastidores da Google. Além disso Battelle é editor da <a
href="http://www.wired.com/wired/" title="revista Wired">revista Wired</a> e chairman da <a
href="http://www.federatedmedia.net" title="Federated Media">Federated Media</a>. A agenda completa está <a
href="http://www.digitalage20.com.br/agenda" title="disponível aqui">disponível aqui</a>.</p><p>Vou tentar &#8211; não posso prometer &#8211; fazer uma cobertura aqui no Techbits, o mais live-blogging possível. Talvez tente fazer live-blogging estilo Engadget na palestra do Battelle. Será interessante para os leitores do Techbits. Se for este o caso, avisarei por meio de um post o horário de início da apresentação, que será por volta das 11h00 de amanhã (dia 9/8).</p><p>Pra finalizar, agradecimento ao amigo <a
href="http://georgeguimaraes.blogspot.com/">blogueiro e startupeiro George Guimarães</a>, que me avisou do Digital Age e sugeriu que tentasse o credenciamento como imprensa. E fui aceito. Só espero que exista alguma tomada dando sopa por lá. Assim poderei abusar do live-blogging pois não tenho ainda baterias de plutônio.</p><p>obs: descobri que o Manoel Netto do <a
href="http://www.tecnocracia.com.br">Tecnocracia</a> e o <a
href="http://marcogomes.com">Marco Gomes</a> do <a
href="http://boo-box.com">boo-box</a> também estarão por lá. Acompanhem neles e aqui!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/techbits-no-digital-age-20/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>6</slash:comments> </item> <item><title>TIM Web: a melhor solução para internet móvel</title><link>http://techbits.com.br/2007/tim-web-a-melhor-solucao-para-internet-movel/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/tim-web-a-melhor-solucao-para-internet-movel/#comments</comments> <pubDate>Fri, 20 Jul 2007 16:38:43 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[edge]]></category> <category><![CDATA[gprs]]></category> <category><![CDATA[gsm]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[mobilidade]]></category> <category><![CDATA[móvel]]></category> <category><![CDATA[tim]]></category> <category><![CDATA[tim-web]]></category> <category><![CDATA[vivo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/tim-web-a-melhor-solucao-para-internet-movel/</guid> <description><![CDATA[Um dos grandes problemas da internet móvel é o preço. As operadoras de celular costumam cobrar caríssimo pelo tráfego de dados. Para se ter uma idéia, a média é de 6 reais por megabyte trafegado. Ou seja, só para abrir a home do Techbits você gastaria uns 3 reais em tarifas de dados. Usar rede [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:tim celulares" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/tim_logo.png" title="[Tim web] " alt="[Tim web] " /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>Um dos grandes problemas da internet móvel é o preço. As operadoras de celular costumam cobrar caríssimo pelo tráfego de dados. Para se ter uma idéia, a  média é de 6 reais por megabyte trafegado. Ou seja, só para abrir a home do  Techbits você gastaria uns 3 reais em tarifas de dados. Usar rede wi-fi está fora de questão pois não há mobilidade alguma em ter que procurar o hotspot mais próximo para conseguir conexão. <a
href="http://www.odontopalm.com.br/gsf/arquivo/2007/07/review_tim_web_1.html" title="Com sorte a Vex funcionará. Muita sorte, aliás">Com sorte a Vex funcionará. Muita sorte, aliás</a>. Mas finalmente uma operadora de celular resolveu criar um plano de dados que agrada o bolso dos profissionais móveis que necessitam de internet na ponta dos dedos.</p><h3>Plano de dados</h3><p>É incrível que as operadoras de celular só possuam planos de voz. Se você quer dados, contrate à parte. Isso não é interessante para quem usa muito pouco celular para voz como é meu caso. Até hoje teria que assinar no mínimo uma assinatura de voz e integrar um plano de dados não muito barato. Pois a <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:celulares TIM" class="bbli">TIM<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> inovou ao criar planos de dados com possibilidade para usar voz. Você paga a assinatura para usar dados e se falar é cobrado uma tarifa por minuto tranqüila de aceitar. Há pacotes de 40 MB (R$9,90), 250 MB (R$19) e 1GB (R$49). Você pode adquirir junto um modem (USB ou PCMCIA) ou não. No pacote de 1GB o modem é grátis e nos outros dois você recebe um desconto.</p><p>A grande vantagem do modem é que funciona no <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:Windows software" class="bbli">Windows<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>, <a
href="http://www.odontopalm.com.br/gsf/arquivo/2007/07/review_tim_web_1.html" title="Mac">Mac</a> e <a
href="http://sergioflima.pro.br/blog/blogs/index.php/sergio_blog/2007/07/19/tim_web_no_ubuntu_acer_travelmate" title="Linux">Linux</a>. A desvantagem é que provavelmente é bloqueado para a TIM. Acabei assinando um dos planos de dados, sem atrelar a qualquer pacote de voz e não peguei o modem. O meu uso principal é em um smartphone Treo 680. Se precisar ligar no notebook, o Treo funciona perfeitamente como modem.</p><h3>Velocidade</h3><p>Fazendo testes em um notebook consegui cerca de 15 KB/s (120 kbps) em downloads, aproximadamente a velocidade que obtinha em uma linha Vivo GSM. É lento, mas resolve bem a necessidade de internet móvel em qualquer lugar, seja no meio do nada, seja em lugares que supostamente deveriam ter wi-fi mas ele é inexistente. Como o uso básico é em um smartphone, tela menor, menos dados transferidos, a velocidade está ok.</p><p>A latência da rede da TIM é muito menor que no Vivo GSM, o que é muito bom. Na Vivo, por algum motivo, todo o tráfego precisa passar por um proxy deles o que deve prejudicar a latência da rede e o tráfego de dados. Essa história do proxy é um complicador a mais. Se você usa seu <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:notebook" class="bbli">notebook<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> via celular em certos momentos e com conexão banda larga em outros, precisa ficar mudando a configuração do proxy a cada troca de rede.</p><h3>Substituto para banda larga?</h3><p>Não, certamente não. O preço é convidativo, muitas pessoas que não entendem muito de tráfego de dados <a
href="http://www.odontopalm.com.br/gsf/arquivo/2007/07/quanto_voc_gast.html" title="vão achar que 1GB é bastante">vão achar que 1GB é bastante</a> e querer contratar esse plano para usar só em casa. Não, para uso intensivo da internet esses planos não são viáveis. O TIM Web é bom para profissionais móveis que precisam acessar a internet em trânsito para checar emails e resolver algumas coisas. Para usar em casa nada substitui a velha e boa banda larga.</p><h4>Leia mais:</h4><ul><li><a
href="http://www.odontopalm.com.br/gsf/arquivo/2007/07/review_tim_web_1.html" title="Review: TIM Web Móvel">Review: TIM Web Móvel</a>, via Garota Sem Fio</li><li><a
href="http://sergioflima.pro.br/blog/blogs/index.php/sergio_blog/2007/07/19/tim_web_no_ubuntu_acer_travelmate" title="TIM WEB no Ubuntu - Acer TravelMate">TIM WEB no Ubuntu &#8211; Acer TravelMate</a>, via Sérgio Blog 2.3</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/tim-web-a-melhor-solucao-para-internet-movel/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>362</slash:comments> </item> <item><title>A internet é uma série de tubos, parte 65536</title><link>http://techbits.com.br/2007/a-internet-e-uma-serie-de-tubos-parte-65536/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/a-internet-e-uma-serie-de-tubos-parte-65536/#comments</comments> <pubDate>Mon, 09 Jul 2007 11:17:19 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[email]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[políticos]]></category> <category><![CDATA[série-de-tubos]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/a-internet-e-uma-serie-de-tubos-parte-65536/</guid> <description><![CDATA[Na semana passada descobri no blog do Alessandro Martins que o email do governador do Paraná, Roberto Requião, estava retornando respostas mal educadas. Um eleitor enviou uma reclamação para o email oficial do governador do Paraná e recebeu de volta, como resposta, uma só palavra: &#8220;Imbecil&#8221;. Isso foi no dia 2 de julho. Resolvi fazer [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/congresso.jpg" title="[Série de tubos] " alt="[Série de tubos] " class="floatTL"/>Na semana passada <a
href="http://www.alessandromartins.com/2007/07/03/eleitor-e-chamado-de-imbecil-atraves-do-email-do-governador-roberto-requiao/" title="descobri no blog do Alessandro Martins">descobri no blog do Alessandro Martins</a> que o email do governador do Paraná, Roberto Requião, estava retornando respostas mal educadas. <a
href="http://filosofiadevida.marcocarvalho.com/index.php/2007/07/02/13/">Um eleitor enviou uma reclamação</a> para o email oficial do governador do Paraná e recebeu de volta, como resposta, uma só palavra: &#8220;Imbecil&#8221;. Isso foi no dia 2 de julho. Resolvi fazer um teste no dia 5 de julho, dei o benefício da dúvida, vai que no dia 2 de julho o email do governador do Paraná estava hackeado. Surpreendentemente respostas mal educadas aconteceram novamente. Uma coisa é certa: não importa quem esteja respondendo, seja um assessor, seja um hacker, isso é inadmissível vindo de um email do tipo <strong>governador@pr.gov.br</strong>. Duvido que tenha sido o próprio Requião a responder esses emails, <a
href="http://www.youtube.com/watch?v=C_L-_x_QP3Y" title="não seria tão sem descuidado assim">não seria tão descuidado assim</a>. A dúvida persiste: o governo do Paraná foi hackeado ou a <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-internet-e-uma-serie-de-tubos/" title="internet é uma série de tubo">internet é uma série de tubos</a>?</p><h3>molequinho safado.bobinho procurando promocao com estripulia.</h3><p>Sim, esse subtítulo acima foi uma das respostas que recebi do email oficial do governador do Estado do Paraná. Em seguida liguei para o gabinete do governo do Paraná e fui atendido por duas moças simpáticas e que prometeram averiguar minha hipótese de hacker na linha. Disseram que retornariam a ligação. Estou esperando desde quinta-feira. Já que estava com espírito investigativo, recrutei dois bloggers-amigos para me ajudarem a decifrar algumas coisas. Pedi para que cada um deles enviasse um email para o mesmo endereço que eu havia escrito antes. Um deles enviou uma solicitação de esclarecimento sobre mensagens mal educadas. O outro enviou um elogio. O pedido de esclarecimento foi respondido, negando qualquer conhecimento sobre o assunto. O elogio não foi respondido. Confesso que <a
href="http://news.google.com.br/news?hl=pt-BR&amp;ned=pt-BR_br&amp;q=roberto+requi%C3%A3o&amp;btnG=Pesquisar+not%C3%ADcias">foi difícil</a> encontrar algo a elogiar.</p><p>Curiosamente a mensagem respondida possui endereço IP quase idêntico a de uma das respostas mal educadas que recebi. Só difere no último número. Ao invés de .50, é .49, ou seja, ali do lado&#8230; A assinatura de ambos os emails é idêntica e revela que quem responde é um orgulhoso dono de um Blackberry. Um outro email que recebi vindo dos endereços oficiais do governo do Paraná aparentemente foi respondido de um desktop pois usa IPs e assinaturas diferentes, mas mesmo assim são provenientes de servidores de dentro do governo do Paraná. <a
href="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/emails_governo_pr.txt" rel="nofollow">Deixo aqui cópias em texto dos headers originais</a> (com rotas IPs, etc.) dos emails recebidos para análise de quem quiser. Tirem suas próprias conclusões.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/email_governo_pr.png" title="[Emails] " alt="[Emails] " class="floatTL"/></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/a-internet-e-uma-serie-de-tubos-parte-65536/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>21</slash:comments> </item> <item><title>O problema do live-blogging</title><link>http://techbits.com.br/2007/o-problema-do-live-blogging/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/o-problema-do-live-blogging/#comments</comments> <pubDate>Tue, 03 Jul 2007 19:17:13 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[blogging]]></category> <category><![CDATA[infra-estrutura]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[live-blogging]]></category> <category><![CDATA[rede-celular]]></category> <category><![CDATA[wifi]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/o-problema-do-live-blogging/</guid> <description><![CDATA[Na semana passada fiquei boa parte da quarta, quinta e sexta-feiras longe do meu PC usado para blogar. Fui a diversos eventos como o lançamento da Eonde, encontro da Mozilla, Microsoft Remix e lançamento do Fiz.TV blog. Mas mesmo assim consegui postar textos no Techbits e Meio Bit desses lugares. Vários complicadores surgiram no meio [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/teclado.jpg" title="[Teclado] " alt="[Teclado] " class="floatTL"/>Na semana passada fiquei boa parte da quarta, quinta e sexta-feiras longe do meu PC usado para blogar. Fui a diversos eventos como o lançamento da Eonde, encontro da Mozilla, Microsoft Remix e lançamento do Fiz.TV blog. Mas mesmo assim consegui postar textos no Techbits e Meio Bit desses lugares. Vários complicadores surgiram no meio do caminho. E todos tem a ver com a falta de infra-estrutura nesses locais para permitir acesso contínuo à internet.</p><h3>Ematoma na Eonde</h3><p>Eu e a <a
href="http://www.objetosdedesejo.com">Marisa Ematoma</a> éramos os únicos bloggers no lançamento da <a
href="http://www.eonde.com">Eonde</a>. Os dois levaram o notebook, ela um Mac e eu um PC. O evento aconteceu no prédio da Microsoft, no andar destinado a coletivas de imprensa e outros eventos. Infelizmente não há rede wi-fi aberta para os visitantes no local. O Galileu, nosso contato na gigante de Redmond, emprestou seu notebook para a Marisa e eu fiquei dependente da rede celular usando meu Treo como modem.</p><p>A Marisa estava empolgada, <a
href="http://www.digitaldrops.com.br/drops/2007/06/eonde_entretenimento_ondemand.html">escreveu um compêndio sobre a Eonde</a>. Perto do momento em que iria postar, a bateria do notebook morreu. Depois disso minutos de desespero se seguiram pois não havia cópia daquele texto em qualquer lugar se não na página do Movable Type aberta no finado laptop. Até este momento eu havia escrito apenas 2 linhas sobre o mesmo assunto. No final, com ajuda da rede celular e do notebook com bateria suficiente, consegui postar no Meio Bit antes da Marisa, hehehe!</p><h3>Meio Bit no Remix</h3><p>Eu e o <a
href="http://contraditorium.com">Cardoso</a> fomos ao MS Remix 07, em São Paulo. <a
href="http://www.meiobit.com/microsoft_remix_o_que_n_o_funcionou">A briga por uma conexão lá estava complicada</a>. No primeiro dia ocorreram momentos de instabilidade no qual o sinal era cortado e depois restaurado. A casa que abrigou o evento não queria liberar o wi-fi para seus visitantes. No meio da tarde do primeiro dia alguém conseguiu convencê-los de que wi-fi era algo importante.</p><p>Mas no segundo dia o wi-fi foi simplesmente cortado, sem esperança alguma de voltar. Até uma das palestras sofreu com problemas de internet quando a demostração precisou da rede e nada de funcionar. Ainda bem que eu estava lá com um Treo atuando de modem e pude fazer uns posts aqui e no <a
href="http://meiobit.com">Meio Bit</a>.</p><h3>Tiago Dória no Fiz.TV</h3><p>O Tiago Dória é o mestre do live-blogging aqui no Brasil. <a
href="http://www.tiagodoria.com.br/barcamp/">Durante o BarCamp postou ao vivo</a> sobre todas as discussões interessantes que presenciou. Lá tinha rede wi-fi liberada para os participantes. Na noite da última sexta-feira <a
href="http://www.googlediscovery.com/2007/06/30/google-discovery-no-pre-lancamento-do-fiztv/">20 blogueiros foram convidados</a> pelo <a
href="http://fiztv.com.br">Fiz.TV</a> para um bate-papo e conhecer esse projeto da Editora Abril. Como todos estavam preocupados com o social, não vi um blogueiro sequer com pretensões de live-blogging. Pudera, a pizza e a cerveja estavam muito boas e os papos também.</p><p>Lá pelas tantas fui perguntar ao Dória se ele já tinha blogado, ao vivo, sobre o Fiz.TV. E o pior que tinha mesmo! Na verdade não fez um post no seu blog e sim atualizou seus leitores através do <a
href="http://twitter.com">Twitter</a>, provavelmente usando rede celular. Legal, Tiago Dória é o mestre do live-blogging no Brasil. Não podemos esquecer, claro, da Bia Kunze, a <a
href="http://odontopalm.com.br/gsf">Garota Sem Fio</a>, pioneira em moblog e na divulgação desta tecnologia.</p><h3>MediaOn desconectado</h3><p>Semanas antes eu havia comparecido a um evento de jornalismo on-line, o MediaOn. Incrivelmente não havia sequer a possibilidade de blogar ao vivo do auditório do Itaú Cultural já que rede wi-fi deve soar como palavrão por lá, assim como alguns acham as <a
href="http://techbits.com.br/2007/mediaon-visoes-antagonicas/">redes colaborativas uma aberração</a>. O evento era patrocinado pelo Terra, grande portal da internet brasileira. Jornalismo on-line, só off-line mesmo.</p><h3>Enquanto isso lá nos EUA&#8230;</h3><p>O que vemos nos EUA é totalmente diferente. Lá quando há um lançamento importante, um keynote imperdível, uma simples coletiva de imprensa, vemos os bloggers postando direto do local. O <a
href="http://engadget.com">Engadget</a> faz isso com maestria, seu site tem picos de audiência exatamente no momento dos keynotes mais importantes. É possível saber via Engadget do lançamento que aconteceu menos de um minuto antes. Tudo graças ao live-blogging e à infra-estrutura montada para quem cobre esses eventos.</p><p>Aqui no Brasil é complicado. Não existe rede wi-fi (aberta ou fechada) em lugar algum ou ainda uma tomada para os gadgets sedentos por energia. Internet em eventos deveria ser como água, item básico. A graça do live-blogging está exatamente em fazer tudo ao vivo. Se for pra postar depois, quando todo mundo já leu os press-releases e a novidade já é história velha, melhor trabalhar em um jornal.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/o-problema-do-live-blogging/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>15</slash:comments> </item> <item><title>Smartphone é internet móvel</title><link>http://techbits.com.br/2007/smartphone-e-internet-movel/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/smartphone-e-internet-movel/#comments</comments> <pubDate>Mon, 25 Jun 2007 12:17:32 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[mobilidade]]></category> <category><![CDATA[smartphone]]></category> <category><![CDATA[treo-680]]></category> <category><![CDATA[web]]></category> <category><![CDATA[web-móvel]]></category> <category><![CDATA[wifi]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/smartphone-e-internet-movel/</guid> <description><![CDATA[Meses atrás escrevi um post dizendo que wi-fi não era a internet móvel. Agora escrevo o texto complementar, dizendo que o smartphone é a internet móvel. Comprei recentemente um Palm Treo 680 e estou usando muito o acesso à web e internet via rede celular, para uma série de tarefas. Você pode perguntar, mas não [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:Smartphone Treo 680" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/treo680coloridos.jpg" alt="[Smartphone Treo 680] " /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>Meses atrás escrevi um post dizendo que <a
href="http://techbits.com.br/2006/wi-fi-nao-e-internet-movel/" title="wi-fi não era internet móvel">wi-fi não era a internet móvel</a>. Agora escrevo o texto complementar, dizendo que o <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:smartphone Treo 680" class="bbli">smartphone<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> é a internet móvel. Comprei recentemente um Palm Treo 680 e estou usando muito o acesso à web e internet via rede celular, para uma série de tarefas. Você pode perguntar, mas não é caro? Sim, é. Mas para quem depende bastante da internet por causa de um ou mais sites, precisa absorver informação em uma taxa relativamente alta com o menor desperdício de tempo, acesso à internet em qualquer lugar compensa. Até então dependia de wi-fi. E posso dizer&#8230; quase nunca usava fora de casa, ou seja, nada útil pra quem procurava mobilidade.</p><h3>Wi-fi é hype, mas celular é que é internet móvel</h3><p>Quantas vezes você abriu seu notebook no meio da rua para consultar uma informação rapidamente que você sabe que o <a
href="http://google.com.br">oráculo responde</a>? Nenhuma, imagino. Talvez você tenha ido correndo para o hotspot mais próximo, isso se você sabe onde ele está. Com um smartphone na mão é tudo mais fácil. O <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Google livro " class="bbli">Google<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> está a poucos segundos do seus dedos. Seu e-mail está sempre lá, o web RSS é acessível e até conversar via Gtalk ou MSN são coisas triviais. Ontem mesmo, resolvi algumas coisas via IM direto da rua, não importa qual pois isso não faz a menor diferença.</p><h3>Economizando tempo ou trabalhando mais?</h3><p>Ok, você vai dizer: agora está trabalhando mais afinal acessa e-mail dequalquer lugar, pode ler seu RSS no meio da multidão, etc&#8230; etc&#8230; Aí que está, no mundo atual as pessoas gastam algumas horas que poderiam ser melhor aproveitadas. Se você demora 1h do seu trabalho para sua casa, dirigindo, está <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:organize seu tempo livro" class="bbli">perdendo tempo<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>. Não é à toa que grandes executivos andam com motorista. Enquanto se locomovem vão resolvendo dezenas de coisas. Pobres mortais como eu precisam se contentar com o motorista do transporte coletivo. Mas isso também é uma vantagem.</p><p>Ao invés de desperdiçar o precioso tempo sem fazer nada no ônibus, leio meu feed RSS, vejo se tem algum email importante, vou adiantando o trabalho. Com isso acabo economizando tempo. Se dependesse de um notebook com wi-fi não teria condições de fazer isso. Abrir um laptop no ônibus é pedir pra descer com <strike>dois</strike> três. E ainda, quando estiver em um lugar com mesa e sem wi-fi (sim, isso é mais comum do que você imagina!), posso usar o Treo como modem. Wi-fi 0 x 10 Rede celular. Ops, rede celular é nota 7&#8230; o preço ainda é salgado&#8230;</p><h4>Leia mais:</h4><ul><li><a
href="http://techbits.com.br/2007/paradigmas-da-web-movel/">Paradigmas da web móvel</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/smartphone-e-internet-movel/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>49</slash:comments> </item> <item><title>Efeito YouTube: HTTP é maior que P2P</title><link>http://techbits.com.br/2007/efeito-youtube-http-e-maior-que-p2p/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/efeito-youtube-http-e-maior-que-p2p/#comments</comments> <pubDate>Thu, 21 Jun 2007 20:17:54 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[http]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[net]]></category> <category><![CDATA[p2p]]></category> <category><![CDATA[tráfego]]></category> <category><![CDATA[traffic-shapping]]></category> <category><![CDATA[virtua]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/efeito-youtube-http-e-maior-que-p2p/</guid> <description><![CDATA[Essa é interessante, os provedores de acesso vão ter que engolir. Uma das práticas-que-ninguém-assume-que-faz, mas todos os provedores de acesso fazem, é o traffic shaping. Bloqueiam o P2P (troca de arquivos como torrent) deixando-o mais lento sob a justificativa que o enorme uso de banda por esse protocolo prejudica toda a rede. Acontece que o [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/youtube.png" title="[YouTube] " alt="[YouTube] " />Essa é interessante, os provedores de acesso vão ter que engolir. Uma das práticas-que-ninguém-assume-que-faz, mas todos os provedores de acesso fazem, é o <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Traffic_shaping" title="traffic shapping">traffic  shaping</a>. Bloqueiam o P2P (troca de  arquivos como torrent) deixando-o mais lento sob a justificativa que o enorme uso de banda por esse protocolo prejudica toda a rede. Acontece que o P2P já não é o maior responsável pelo tráfego de dados na web. Por incrível que pareça esse título agora fica com o HTTP, <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20070619-the-youtube-effect-http-traffic-now-eclipses-p2p.html" title="fato que acontece pela primeira vez esse ano">fato que acontece pela primeira vez esse ano</a>.</p><h3>YouTube é responsável por 10% do tráfego da internet</h3><p>O motivo são os sites de vídeo como o YouTube. Players <span
style="font-style: italic">embed</span> (aqueles que vemos todos os dias nos blogs) nas páginas dos sites representam boa parte do tráfego de dados no protocolo HTTP. Textos, como este que você está lendo, ocupam muito menos espaço que uma imagem, como essa que ilustra esse post (abaixo) ou vídeos. Como é possível notar o protocolo HTTP responde por 46% do tráfego de dados na web. Cerca de 20% desse total é só do YouTube. Ou seja, o YouTube sozinho usa quase 10% de todo o tráfego da internet.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/trafego_internet.png" alt="[Tráfego internet] " class="floatTL"/></p><h3>Traffic shaping</h3><p>O traffic <strike>shapping</strike> shaping é a prática de analisar os pacotes de dados que trafegam pela rede do provedor &#8211; o que por si só levantaria sérios problemas de privacidade &#8211; para determinar que tipo de informação é aquela. Caso seja detectado troca de arquivos P2P (e até VOIP), os provedores costuma limitar a banda daquele pacote, o que tem causado uma série de reclamações por parte de consumidores de banda larga no Brasil e no mundo.</p><p>Vale lembrar que o P2P é usado largamente para troca de conteúdo ilegal. Apesar disso há bastante conteúdo legal circulando por essas redes, ou seja, essa não seria uma justificativa para bloquear tais protocolos. Seria o mesmo que fechar as ruas pois crimes acontecem nela.</p><p>Provedores de acesso à internet como o <a
href="http://youtube.com/watch?v=K9qdgmy896g" title="Vírtua fazem traffic shapping">Net Vírtua fazem traffic shaping</a> apesar de não admitirem. Sendo agora o HTTP maior que o P2P será que vão finalmente bloquear o nosso acesso à web?</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/efeito-youtube-http-e-maior-que-p2p/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>15</slash:comments> </item> <item><title>O PC é um acessório do Firefox</title><link>http://techbits.com.br/2007/o-pc-e-um-acessorio-do-firefox/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/o-pc-e-um-acessorio-do-firefox/#comments</comments> <pubDate>Sat, 10 Mar 2007 21:17:42 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[firefox]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[portátil]]></category> <category><![CDATA[software-on-line]]></category> <category><![CDATA[web]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/o-pc-e-um-acessorio-do-firefox/</guid> <description><![CDATA[Moro em São Paulo. Aqui o tempo é muito instável a ponto de ocorreram as 4 estações do ano em um único dia. No início da noite da última sexta-feira um temporal elétrico assolou a cidade (ou pelo menos meu bairro). Estava no PC provavelmente fazendo algo para o Techbits ou para o Meio Bit. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/pc.png" title="[PC é acessório] " alt="[PC é acessório] " /> Moro em São Paulo. Aqui o tempo é muito instável a ponto de ocorreram as 4 estações do ano em um único dia. No início da noite da última sexta-feira um temporal elétrico assolou a cidade (ou pelo menos meu bairro). Estava no PC provavelmente fazendo algo para o Techbits ou para o <a
href="http://www.meiobit.com/" title="Meio Bit">Meio Bit</a>. Tive que desligar às pressas pois não queria correr o risco de queimar algum equipamento devido à  intensidade dos raios. Desliguei. A tempestade passou. Ao religar todo o sistema, que inclui um modem e um roteador wi-fi, surpresa, o roteador provavelmente estava queimado. Não tenho certeza ainda, mas acho que o modem também se foi. Ambos ficam sempre conectados ao cabo que provê a internet. Sem acesso à  web, trabalhar nos blogs fica impossível. Nem um mísero discador do iG eu possuía para tentar uma <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linha_discada" title="conexão discada">conexão discada</a>&#8230; Mas e agora?</p><h3>Portable Firefox</h3><p>Ainda bem que existe o <a
href="http://portableapps.com/apps/internet/firefox_portable" title="Portable Firefox">Portable Firefox</a>. Para quem não sabe, é uma versão do navegador da raposa que pode ser instalado em um pen-drive. Sempre rodo o Portable no meu PC pois quando preciso usar todo meu sistema em outro lugar, é só copiar a pasta para o pen-drive e pronto! Fiz a cópia e parti para uma lan-house. E é neste ambiente que, com um pen-drive e uma instalação portátil do Firefox, tenho tudo que preciso. Sou entusiasta do software on-line, então praticamente nenhum documento que preciso no dia a dia está no HD do PC e sim na web.</p><p>Textos para os blogs estão todos no Google Docs. E-mail, tudo via Gmail e Google Apps. Leitura do RSS, tudo via Google Reader. Já entendeu, né? Meu PC pode ser destruído que pra mim não faz diferença alguma. Todo aquele hardware é apenas um acessório para o Firefox. E o Firefox é a janela para a web e boa parte dos softwares que uso.</p><h3>Internet é serviço básico</h3><p>Ok, você vai dizer, se deu mal pois ficou sem internet e por isso não consegue usar softwares on-line. Sim, é verdade. Mas também se todos meus arquivos estivessem armazendos no PC e este tivesse queimado, não teria acesso a nada em lugar algum. Mantendo tudo on-line posso acessar tudo de qualquer lugar, no caso, uma lan-house.</p><p>Então vamos pensar na possibilidade de a internet ficar fora do ar em todos os lugares por um longo período de tempo. Bom, se a internet ficar fora do ar pra todo mundo, não haverá razões para atualizar o Techbits&#8230; e, provavelmente, uma situação dessas pode ter sinal de algo muito mais grave e um PC com todos os documentos no HD não vai servir pra nada.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/o-pc-e-um-acessorio-do-firefox/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>33</slash:comments> </item> <item><title>Carnaval tecnológico</title><link>http://techbits.com.br/2007/carnaval-tecnologico/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/carnaval-tecnologico/#comments</comments> <pubDate>Sun, 18 Feb 2007 16:17:53 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[2007]]></category> <category><![CDATA[anti-vírus]]></category> <category><![CDATA[carnaval]]></category> <category><![CDATA[fotos]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[pirataria]]></category> <category><![CDATA[vida-on-line]]></category> <category><![CDATA[vírus]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/carnaval-tecnologico/</guid> <description><![CDATA[Achava que nunca iria abordar o tema Carnaval no Techbits. Surpresa foi a minha ao assistir aos desfiles do segundo dia do grupo especial de São Paulo e me deparar com citações do mundo da tecnologia. Duas escolas em particular tiveram em seus enredos algum elemento que abrangem os assuntos discutidos neste blog: pirataria, vida [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/carnaval.png" title="[Carnaval] " alt="[Carnaval] " />Achava que nunca iria abordar o tema Carnaval no Techbits. Surpresa foi a minha ao assistir aos desfiles do segundo dia do grupo especial de São Paulo e me deparar com citações do mundo da tecnologia. Duas escolas em particular tiveram em seus enredos algum elemento que abrangem os assuntos discutidos neste blog: pirataria, vida on-line, segurança virtual&#8230; Confira nas fotos exclusivas do Techbits.</p><h3>Pérola Negra aborda pirataria</h3><p>O enredo da escola Pérola Negra era sobre a arte de vender, sobre o comércio. Um dos carros alegóricos (foto abaixo) representava o comércio do mal, os piratas, e vinha com uma série de CDs pendurados em uma clara alusão à  pirataria de músicas, softwares e filmes. Verso do samba: &#8220;Comércio do bem, comércio do mal&#8221;, aka, pirataria.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/pirataria.jpg" title="[Pirataria, olha os CDs] " alt="[Pirataria, olha os CDs] " class="floatTL"/></p><h3>Vai-Vai fala sobre tecnologias do dia-a-dia</h3><p>O enredo da Vai-Vai falava sobre o plástico (chamado de 4o. Reino) e seu impacto em nossas vidas. A primeira parte do desfile mostrou algo aparentemente fora do tema como o vírus e o anti-vírus, o mundo on-line representado pelas baianas e o reino da internet/ mineral, sob a forma de um carro alegórico, este último sem fotos. Verso do samba: &#8220;Em busca do saber eu naveguei&#8221;, aka internet?</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/baiana.jpg" title="[Baiana, mundo on-line]" alt="[Baiana, mundo on-line]" class="floatTL"/></p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/virus.jpg" title="[Vírus e anti-vírus] " alt="[Vírus e anti-vírus] " class="floatTL"/></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/carnaval-tecnologico/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>4</slash:comments> </item> <item><title>A internet é uma série de tubos</title><link>http://techbits.com.br/2006/a-internet-e-uma-serie-de-tubos/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/a-internet-e-uma-serie-de-tubos/#comments</comments> <pubDate>Wed, 08 Nov 2006 01:17:44 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[brasil]]></category> <category><![CDATA[data-mining]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[lei]]></category> <category><![CDATA[privacidade]]></category> <category><![CDATA[regulamentação]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/a-internet-e-uma-serie-de-tubos/</guid> <description><![CDATA[Será Seria (foi adiado) votado nesta quarta-feira no Senado um projeto de lei pra lá de aterrorizante. Eu, que sempre defendi a privacidade como princípio importante, discordo totalmente desse projeto de lei que obriga a identificação dos usuários em qualquer ato ou serviço na internet. Na verdade o que acontece é que políticos não entendem [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/congresso.jpg" title="[Congresso Nacional, via Flickr] " alt="[Congresso Nacional, via Flickr] " class="floatTL"/><strike>Será</strike> Seria (foi adiado) votado nesta quarta-feira no Senado um <a
href="http://www.solonbro.com/?p=121">projeto de lei</a> pra lá de aterrorizante. Eu, que sempre <a
href="http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-privacidade/">defendi a privacidade como princípio importante</a>, discordo totalmente desse projeto de lei que obriga a identificação dos usuários em qualquer ato ou serviço na internet. Na verdade o que acontece é que políticos não entendem do que se trata a internet. Para eles deve ser aquele negócio que fica recebendo mensagens de reclamação, um tal de email. Se os políticos entendessem um pouco de internet saberiam que é um meio que se auto-regula e não precisa de uma lei nesses moldes para tratar do assunto.</p><h3>Uma série de tubos</h3><p>Ficou célebre a frase do senador Ted Stevens (Alaska, EUA) sobre sua explicação do que é a internet, na defesa da <em>Net Neutrality</em>, uma tentativa de pedagiar o tráfego na grande rede. Você pode ver no <a
href="http://youtube.com/watch?v=1lYiDo0DjSk">YouTube uma esquete de humor</a> sobre o assunto, com participação do referido senador, mas já lhe adianto o trecho que ficou famoso:</p><blockquote><p>&#8220;A internet não é um lugar onde você simplesmente joga algo dentro. Não é um caminhão grande. É uma série de tubos.&#8221;</p></blockquote><p>Fica evidente que o senador americano não faz a mínima idéia do que seja a internet e tenta legislar sobre o assunto. Virou piada. O que está acontecendo lá em Brasília parece ser similar ao que aconteceu nos EUA. Os senadores estão prestes a discutir algo que não fazem idéia do que se trata. E o tiro pode sair pela culatra, desestimulando o investimento em empresas de internet nacionais, com a migração de serviços para o exterior, e fora que <a
href="http://ecodigital.blogspot.com/2006_11_07_ecodigital_archive.html#116291659496514536">iguala o Brasil a países como a China</a>, reconhecidamente autoritária quando se trata de internet.</p><h3>Privacidade vs. Legalidade</h3><p>Alguns podem dizer que crimes estão ocorrendo na internet e portanto essa lei é importante. Ok, tenho quase certeza que na rua ocorrem mais crimes que na internet. E não é por isso que nós andamos com placas penduradas no pescoço dizendo quem somos ou ainda nos registramos em alguma entidade regulatória toda vez que precisamos sair à  rua. Na internet deveria ser a mesma coisa.</p><p>Para os que defendem a privacidade há uma solução já discutida aqui no Techbits: o <a
href="http://techbits.com.br/2006/torpak-um-navegador-anonimo-de-verdade/">navegador Torpak que garante total anonimato na internet</a>. Não só seu IP será aleatório como será praticamente impossível identificá-lo na internet. Claro, se você estiver usando o Torpak para acessar seu email pessoal ficará evidente que aquele é você. E se você vai usar tal serviço para cometer atos ilegais, a decisão é exclusivamente sua e de mais ninguém. Ou seja, não estou fazendo qualquer tipo de apologia ao crime. Mas pelo menos a pornografia está garantida (*).</p><p>[<strong>Atualização:</strong>] descobri <a
href="http://www.japs.etc.br/2006/11/controle-do-acesso-a-internet/">neste post</a> do site do Japs <a
href="http://d00dz.org/~gwm/internetbr.html">uma sátira sobre o tema</a>, muito engraçada, mostrando a InternetBRAS. Recomendo.</p><p><small>(*) essa última frase é pra atrair usuários pára-quedas do Google. Ou você acha que fico vendo pornografia na internet? :-)</small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/a-internet-e-uma-serie-de-tubos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>26</slash:comments> </item> <item><title>Um milhão de domínios .br; mas a burocracia continua a mesma</title><link>http://techbits.com.br/2006/um-milhao-de-dominios-br-e-a-burocracia-continua-em-alta/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/um-milhao-de-dominios-br-e-a-burocracia-continua-em-alta/#comments</comments> <pubDate>Mon, 23 Oct 2006 18:17:12 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[brasil]]></category> <category><![CDATA[burocracia]]></category> <category><![CDATA[domínios]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[regulamentação]]></category> <category><![CDATA[web]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/um-milhao-de-dominios-br-e-a-burocracia-continua-em-alta/</guid> <description><![CDATA[Uma das notícias que tenho visto nos últimos dias é que o Brasil está prestes a atingir 1 milhão de registros de domínios .br na internet. Ao mesmo tempo que é uma ótima notícia, esconde um problema que é a burocracia para se conseguir um domínio .com.br. Enquanto que nos EUA registrar um domínio .com [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/wwwbr.png" alt="[www.br] " title="[www.br] " />Uma das notícias que tenho visto nos últimos dias é que o Brasil está prestes a atingir <a
href="http://ultimosegundo.ig.com.br/materias/mundovirtual/2565501-2566000/2565711/2565711_1.xml">1 milhão de registros de domínios <em>.br</em></a> na internet. Ao mesmo tempo que é uma ótima notícia, esconde um problema que é a burocracia para se conseguir um domínio <em>.com.br</em>. Enquanto que nos EUA registrar um domínio <em>.com</em> é muito fácil, aqui o órgão regulador complica a vida de todo mundo. Se demoramos 10 anos para atingir a marca de 1 milhão, uma desregulamentação poderia acelerar o processo para chegar aos 2 milhões mais rapidamente.</p><h3>PontoCom</h3><p>Atualmente falar em <em>pontocom</em> é sinônimo de internet. Significa uma empresa na web, um site, algo relacionado a isso. Então, quando alguém necessita montar um site, nada mais natural do que querer que o sufixo seja <em>.com.br</em>. Mas se você não tem CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), nada feito. Uma pessoa física tem que se contentar com as terminações <em>.nom.br </em>ou alguma das reservadas a profissionais liberais como <em>.adv.br</em>, para advogados.</p><p>Recentemente a entidade reguladora no Brasil, a NIC.br, <a
href="http://www.arcanjo.org/blog/?p=56">definiu novo domínios possíveis</a>. Surgiram o <em>.blog.br</em> para blogs, o <em>.vlog.br</em> para blogs de vídeo, o <em>.flog.br</em> para fotos&#8230; Fala sério&#8230; quem vai querer criar um blog com a extensão <em>.blog.br</em>? É preferível registrar o domínio fora do Brasil no estilo <em>.com</em> mesmo. Mais fácil, sem dor de cabeça, talvez não exatamente o que se pretendia no início&#8230;</p><h3>Todos querem .com.br</h3><p><a
href="http://registro.br/estatisticas.html">As estatísticas do próprio órgão regulador</a> mostram que 92% dos registros de domínios no Brasil são <em>.com.br</em>. Pessoas físicas com o <em>.nom.br</em> representam 0,3% e profissionais liberais, menos de 3%. A iniciativa da NIC.br é interessante, dá liberdade de escolha em relação à  extensão do site mas não permite escolher o mais cobiçado de todos.</p><p>Enquanto o Brasil vive defendendo uma <a
href="http://nextmidia.blogspot.com/2005/04/brasil-defende-descentralizao-da-web.html">descentralização do controle da internet</a> mundial, fica controlando a rede dentro do país com mãos de ferro. Talvez a falta de <em>startups</em> tupiniquins tenha um nome: burocracia.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/um-milhao-de-dominios-br-e-a-burocracia-continua-em-alta/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>7</slash:comments> </item> <item><title>Notícias da Matrix, ops, Second Life</title><link>http://techbits.com.br/2006/noticias-da-matrix-ops-second-life/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/noticias-da-matrix-ops-second-life/#comments</comments> <pubDate>Tue, 17 Oct 2006 03:17:11 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[jogo]]></category> <category><![CDATA[mmog]]></category> <category><![CDATA[negócios]]></category> <category><![CDATA[reuters]]></category> <category><![CDATA[second-life]]></category> <category><![CDATA[virtual]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/noticias-da-matrix-ops-second-life/</guid> <description><![CDATA[O MMOG (Massively Multiplayer Online Game) mais quente do momento é o Second Life. No jogo, um mundo virtual 3D, os residentes (jogadores) interagem entre si como se fosse um mundo real realizando negócios, construindo casas, emprendimentos, etc. O interessante é que existe até um dinheiro interno que pode ser trocado por dinheiro de verdade [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/secondlife.png" title="[Second Life] " alt="[Second Life] " />O MMOG (<a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Massively_multiplayer_online_game">Massively Multiplayer Online Game</a>) mais quente do momento é o <a
href="http://secondlife.com">Second Life</a>. No jogo, um <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:jogos de computador 3D" class="bbli">mundo virtual 3D<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>, os residentes (jogadores) interagem entre si como se fosse um mundo real realizando negócios, construindo casas, emprendimentos, etc. O interessante é que existe até um dinheiro interno  que pode ser trocado por dinheiro de verdade e vice-versa. Empresas do mundo real já perceberam o potencial lucrativo deste mundo virtual e começam a entrar no Second Life de olho nos US$ 350 mil de transações diárias. A última tacada é da <a
href="http://reuters.com">Reuters</a>, que abrirá uma agência de notícias  dentro do jogo.</p><p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:jogos de computador 3D" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/secondlife.gif" alt="[Cena do Second Life] " title="[Cena do Second Life] " class="floatTL" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script></p><h3>Reuters</h3><p>A Reuters &#8211; uma das maiores agências de notícias do mundo &#8211; <a
href="http://today.reuters.com/news/articlenews.aspx?type=technologyNews&amp;storyid=2006-10-16T064125Z_01_N15302369_RTRUKOC_0_US-MEDIA-SECONDLIFE-REUTERS.xml&amp;src=rss&amp;rpc=22">vai começa a operar nesta semana dentro do Second Life</a> oferecendo notícias tanto do mundo real quando dos acontecimentos da economia e cultura do jogo virtual. Adam Pasik, repórter da Reuters que encarnará no game o personagem dirigente da agência virtual de notícias, <a
href="http://blogs.reuters.com/2006/10/16/interview-adam-pasick-reuters-virtual-world-bureau-chief/">disse que o mundo do Second Life</a> em nada difere, do ponto de vista jornalístico, do que acontece aqui, fora da Matrix.</p><p>Há fatos, curiosidades, notícias a serem contadas. Uma equipe de jornalistas da Reuters real se dedicará a descobrir essas coisas e publicar no <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:blogs" class="bbli">mundo virtual<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>. Os residentes do Second Life poderão acompanhar as últimas notícias através de um aparelho virtual que poderão carregar dentro do ambiente do jogo. O foco dos assuntos pode ser desde a crescente vida cultural e econômica do Second Life, quanto fatos importantes que estão acontecendo no mundo externo.</p><h3>Economia</h3><p>Várias empresas já estão dentro do jogo. <a
href="http://games.gigaom.com/2006/08/20/adidas-toyota-come-to-second-life/">A Adidas vende tênis esportivo</a> para os residentes. A <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Toyota livro " class="bbli">Toyota<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> vende um modelo de seus carros. Os próprios usuários criam empreendimentos e vendem produtos e serviços. O dinheiro local, chamado de <em>Linden</em> (L$), possui câmbio flutuante  e pode ser trocado por dólares de verdade no mundo real. O fato da maioria dos habitantes do mundo virtual não possuirem fonte de renda dentro do jogo, e sim, colocarem dinheiro de fora, causa alguns fenômenos econômicos estranhos.</p><h3>No Brasil&#8230;</h3><p>Há residentes brasileiros no jogo. São poucos relativamente ao total da população. Mas isso está pra mudar. <a
href="http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,AA1297093-7084,00.html">O jogo chegará oficialmente ao Brasil até o final deste ano</a> e incluirá cenários nacionais como o Pão de Açucar (RJ) ou o Parque do Ibirapuera (SP). Como o brasileiro <a
href="http://orkut.com">adora interagir em comunidades</a>, o Second Life talvez faça muito sucesso por aqui.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/noticias-da-matrix-ops-second-life/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>38</slash:comments> </item> <item><title>Pirataria como modelo de negócios</title><link>http://techbits.com.br/2006/pirataria-como-modelo-de-negocios/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/pirataria-como-modelo-de-negocios/#comments</comments> <pubDate>Sat, 14 Oct 2006 19:17:48 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[disney]]></category> <category><![CDATA[disponibilidade]]></category> <category><![CDATA[entretenimento]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[paradigma]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/pirataria-como-modelo-de-negocios/</guid> <description><![CDATA[Em uma semana que fomos surpreendidos com a venda do YouTube para o Google, e em um mundo em que a distribuição de conteúdo enfrenta novos paradigmas, finalmente veio a declaração que todos esperavam: Anne Sweeney, presidente do grupo de TV Disney-ABC, que faz entre outras a série Lost, reconheceu que a pirataria é um [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
alt="[Pirataria] " title="[Pirataria] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/tpb.jpg" />Em uma semana que fomos surpreendidos com a <a
href="http://techbits.com.br/2006/confirmado-google-compra-youtube-por-us-165-bilhao/">venda do YouTube para o Google</a>, e em um mundo em que a distribuição de conteúdo enfrenta novos paradigmas, finalmente veio a declaração que todos esperavam: Anne Sweeney, presidente do grupo de TV Disney-ABC, que faz entre outras a <a
href="http://www.lostcast.com.br/">série Lost</a>, reconheceu que a pirataria é um modelo de negócios e que compete com os meios tradicionais de distribuição de conteúdo. E a constatação veio da observação de que 15 minutos após o término da transmissão de suas séries pela TV, arquivos digitais de alta qualidade já estavam disponíveis para download na internet.</p><h3>A declaração</h3><p>&#8220;Então, nós entendemos a pirataria como modelo de negócios. Ela existe para suprir uma necessidade do mercado, especificamente para aqueles consumidores que querem conteúdo de TV sob demanda, e compete conosco da mesma forma que fazemos, através de alta qualidade, preço e disponibilidade. Nós não gostamos da pirataria, mas percebemos que se trata de um importante competidor. E nós criamos uma estratégia para contornar esta ameaça com meios atrativos e fáceis dos espectadores conseguirem o conteúdo desejado de nós, legalmente. Em outras palavras, manter pessoas honestas, honestas.&#8221;</p><h3>Disponibilidade de conteúdo</h3><p>A Disney reconheceu que <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">o que o consumidor quer é disponibilidade de conteúdo</a>. Talvez você tenha perdido sua série favorita na TV. Atualmente a Disney-ABC disponibiliza via internet, com propagandas, o mesmo episódio que passou na TV, horas após a transmissão original. A qualidade não é lá essas coisas, não é possível gravar em seu computador, e o serviço está restrito aos EUA. Mas já é um avanço.</p><p>Nas redes de BitTorrent, minutos após a transmissão de séries americanas de TV, já é possível baixá-las para assistir em qualquer lugar do mundo. A disponibilidade é o rei pois é isso que <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20061010-7946.html">os consumidores querem</a>. Ao invés de tratar os fãs como inimigos, que tal se juntar a eles? É isso que indica a nova postura da Disney-ABC. E essa disponibilidade, ao contrário do que se imagina, aumenta a audiência do programa de TV, que por conseqüência aumenta a receita com anúncios, e todo mundo fica satisfeito.</p><p>Só resta saber se essa declaração foi montada para agradar a audiência ou realmente trata-se de uma mudança na postura da indústria.</p><h4>Leia também, assunto relacionado:</h4><p>Blog do Rafael Arcanjo: <a
href="http://www.arcanjo.org/blog/?p=59">Microsoft x SPP + Vista = Tiro no Pé</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/pirataria-como-modelo-de-negocios/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>Wi-fi não é internet móvel</title><link>http://techbits.com.br/2006/wi-fi-nao-e-internet-movel/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/wi-fi-nao-e-internet-movel/#comments</comments> <pubDate>Mon, 18 Sep 2006 19:17:06 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[celular]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[mobilidade]]></category> <category><![CDATA[privacidade]]></category> <category><![CDATA[segurança]]></category> <category><![CDATA[wifi]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/wi-fi-nao-e-internet-movel/</guid> <description><![CDATA[Parece óbvio, mas não é. Vejo pessoas maravilhadas com o wi-fi. Dizem checar e-mails durante o almoço, fazer ligações via Skype lá na cafeteria, milhões de coisas. Dão os créditos à mobilidade que a tecnologia proporciona. Eu também acho interessante e uso esporadicamente redes sem fio espalhadas pela cidade. Só existe um problema: o wi-fi, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:wi-fi" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/wifizone.png" alt="[wifi zone] " title="[wifi zone] " /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>Parece óbvio, mas não é. Vejo pessoas maravilhadas com o wi-fi. <a
href="http://www.link.estadao.com.br/index.cfm?id_conteudo=8685">Dizem checar e-mails</a> durante o almoço, fazer ligações via <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Skype " class="bbli">Skype<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> lá na cafeteria, milhões de coisas. Dão os créditos à  mobilidade que a tecnologia proporciona. Eu também acho interessante e uso esporadicamente redes sem fio espalhadas pela cidade. Só existe um problema: o <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wifi">wi-fi</a>, restrito aos hotspots, não pode ser considerado a verdadeira internet móvel.</p><h3>A mobilidade fixa</h3><p>Os <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hotspot_%28Wi-Fi%29">hotspot</a>s wi-fi (802.11b e g) possuem alcance teórico máximo de 100m de raio ao redor da antena. Na prática, com as paredes e outras influências do ambiente esse raio fica bem menor: em torno de 40 m. Chamo o wi-fi de mobilidade fixa pois o seu equipamento é móvel (<a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:notebook" class="bbli">notebook<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> ou pda) mas o ponto de acesso é fixo e de tamanho limitado. Não dá pra acessar a internet via wi-fi de qualquer lugar. Você precisa se dirigir a um hotspot que , em geral, é pago e fica dentro de um estabelecimento comercial (café, restaurante, bar, universidade, hotel, aeroporto). E para &#8220;não ficar chato&#8221; você acaba consumindo algo, quase que um tipo de venda casada, afinal você já pagou por seu provedor de wi-fi (<a
href="http://www.vexbr.com.br/">Vex</a> ou <a
href="http://www.speedywifi.com.br/">Telefônica</a>).</p><h3>As vantagens da rede celular</h3><p>Imagine dois estabelecimentos próximos que disponibilizam redes sem fio da mesma empresa, por exemplo a Vex. O sinal de um estabelecimento não é captado no interior do outro, mas na rua há um ponto em que se capta ambos os sinais. Vamos supor que você esteja no <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Skype" class="bbli">Skype<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> em seu pda. Está em um dos estabelecimentos e resolve ir ao outro, andando. Apesar de existir uma intersecção válida entre as duas redes, sua conexão cairá. Não existe transição suave mesmo que as redes sejam fornecidas pela mesma Vex. Será necessário logar-se novamente ao chegar ao segundo estabelecimento.</p><p>Isso não ocorre em uma rede celular. Em qualquer lugar que houver sinal contínuo, será possível passear por dezenas de antenas e sua conexão com a internet não cairá. Essas redes wi-fi ainda não possuem uma tecnologia capaz de fazer essa transição suave e transparente. A solução está nas <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wireless_mesh_network">redes sem fio do tipo mesh</a>, que já existem mas são raras.</p><p>Outra vantagem da rede celular é a ampla disponibilidade, ou seja, uma mobilidade móvel. Não é necessário encontrar o hotspot mais próximo. Não é necessário entrar em algum estabelecimento e consumir algo. A internet está disponível até no meio da rua e em qualquer lugar que tenha rede celular compatível. O problema agora seria abrir o notebook e sentar-se na calçada&#8230; (por isso leve sempre um pda no bolso!)</p><h3>Segurança</h3><p>O wi-fi oferecido pela Vex e Telefônica não é <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wi-Fi_Protected_Access">criptografado</a> (rede aberta) e por este motivo, <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:criptografia livro " class="bbli">inseguro<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>. Não há <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Criptografia">criptografia</a> pois seria um complicador a mais para o usuário dos serviços. O tráfego de dados fica exposto. Qualquer um com o software correto consegue &#8220;ver&#8221; o que está passando pela rede. Pode capturar senhas, ler e-mails. Um atentado à  privacidade. Por isso tome cuidado quando for usar wi-fi em redes abertas.</p><p>Já a rede celular é mais segura. &#8220;Invadir&#8221; o sinal para saber o que está trafegando exige muito mais trabalho. Mas mesmo assim todo cuidado é pouco. Sinais de rádio trafegam pelo ar. E o ar, todo mundo sabe, é livre&#8230; o sinal pode ser captado e desembaralhado.</p><h3>Preço vs. Mobilidade</h3><p>A decisão por qual tecnologia usar leva em conta o equilíbrio entre preço, mobilidade e necessidade. Uma rede celular para acesso à  internet é cara mas ao mesmo tempo, ampla e segura. Uma rede wi-fi é mais barata e restrita a poucos lugares. A sua necessidade é que fará você escolher entre uma ou outra. Na dúvida, use um <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wireless_mesh_network">smartphone</a> com wi-fi. Terá em mãos o <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:smartphone Treo 680" class="bbli">melhor dos dois mundos<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> e viverá conectado. Ou aguarde o <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wimax">WiMax</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/wi-fi-nao-e-internet-movel/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>81</slash:comments> </item> <item><title>Blogs: O quinto poder</title><link>http://techbits.com.br/2006/o-quinto-poder/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/o-quinto-poder/#comments</comments> <pubDate>Fri, 08 Sep 2006 17:17:55 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[blogosfera]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[quinto-poder]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/o-quinto-poder/</guid> <description><![CDATA[Os últimos dias foram agitados na blogosfera brasileira. A multidão se uniu para protestar contra o que está sendo chamado de censura. Tem um senador da república que, achando-se o coroné de seu Estado, mandou fechar um blog que falava mal dele. E tem uma empresinha que ganhou um processo contra um dos blogs interessantes [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
alt="[Xô Sarney] " title="[Xô Sarney] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/xo.jpg" />Os últimos dias foram agitados na blogosfera brasileira. A multidão se uniu para protestar contra o que está sendo chamado de censura. Tem um senador da república que, achando-se o <em>coroné</em> de seu Estado, mandou fechar um blog que falava mal dele. E tem uma empresinha que ganhou um processo contra um dos blogs interessantes do Brasil.</p><h3>Xô Sarney</h3><p>O blog da jornalista Alcinéa Cavalcante <a
href="http://alcineacavalcante.blogspot.com/2006/09/sarney-no-vai-conseguir-me-calar.html">foi tirado do ar pelo UOL</a> após decisão da justiça a favor de um senador. <a
href="http://alcineacavalcante.blogspot.com/">Horas depois já estava on-line de novo</a>, agora hospedado no exterior.</p><h3>Imprensa Marrom</h3><p>Em 2004 um leitor anônimo postou um comentário no blog <a
href="http://imprensamarrom.com.br">Imprensa Marrom</a>, desfavorável a uma empresinha. O site foi processado, saiu do ar, voltou sem o comentário, e agora pode ter que <a
href="http://imprensamarrom.com.br/?p=514">pagar uma indenização</a>.</p><h3>A multidão</h3><p>Político que é político não sabe o que é a internet. Acha que tudo não passa de <a
title="It's a Series of Tubes!" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Series_of_tubes">uma série de tubos</a>. Na verdade a <a
href="http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-privacidade/#multidao">sabedoria das multidões</a> mostra que não adianta processar blogs por aí para melhorar a reputação. Dizem que a imprensa é o quarto poder. A blogosfera está se tornando o quinto.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/o-quinto-poder/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>7</slash:comments> </item> <item><title>Serpentes a Bordo</title><link>http://techbits.com.br/2006/serpentes-a-bordo/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/serpentes-a-bordo/#comments</comments> <pubDate>Thu, 07 Sep 2006 16:17:20 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[filmes]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[marketing-viral]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/serpentes-a-bordo/</guid> <description><![CDATA[O filme Serpentes a Bordo (Snakes on a Plane) estréia hoje em todo o Brasil. Serpentes atacando os passageiros de um avião&#8230; De novo, o que isso tem a ver com tecnologia? O filme é digital? Tem efeitos especiais? Mostra muitos gadgets? (aparece um Treo no meio do filme). Pode até ser que sim, mas [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
title="Snakes on a Plane" alt="Snakes on a Plane" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/soap.png" />O filme Serpentes a Bordo (<a
href="http://www.snakesonaplane.com/">Snakes on a Plane</a>) estréia hoje em todo o Brasil. Serpentes atacando os passageiros de um avião&#8230; De novo, o que isso tem a ver com tecnologia? O filme é digital? Tem efeitos especiais? Mostra muitos gadgets? (aparece um <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Treo_700p">Treo</a> no meio do filme). Pode até ser que sim, mas o motivo principal é que mesmo antes de ser lançado o filme já era um enorme <a
href="http://www.carloscardoso.com/?p=401">sucesso na internet</a>.</p><h3>Marketing viral</h3><p>Há meses ouço falar deste filme, tanto em blogs quanto em podcasts. E estreou somente há 3 semanas nos EUA. Fora a <a
href="http://www.imdb.com/title/tt0185937/">Bruxa de Blair</a> não conheço outro filme que tenha gerado tamanha agitação na internet. Espontaneamente surgiram <a
href="http://youtube.com/results?search_query=snakes+on+a+plane&#038;search=Search">paródias, concursos, vídeos</a> e tudo isso se espalhou rapidamente, com uma base de fãs crescendo sem terem visto o filme. A produtora New Line Cinema até modificou o roteiro com base no feedback dos internautas. É a <a
href="http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-privacidade/#multidao">multidão</a> agindo na criação do <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Viral_marketing">marketing viral</a> do filme.</p><h3>Sinopse</h3><p>O Serpentes a Bordo é um filme trash de ação. Basicamente um criminoso tenta derrubar um avião soltando serpentes em pleno vôo sobre o oceano Pacífico. Para os curiosos, vale a pena conferir <a
href="http://bdodan.blogspot.com/2006/08/mothafuckin-snakes.html">a lista de cobras</a> que participam do filme.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/serpentes-a-bordo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>10</slash:comments> </item> <item><title>A Cauda Longa</title><link>http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/#comments</comments> <pubDate>Mon, 21 Aug 2006 20:17:04 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[amazon]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[negócios]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/</guid> <description><![CDATA[Há cerca de um ano li um artigo chamado The Long Tail que descreve como empresas de internet utilizam o conceito da Cauda Longa para ganhar dinheiro. Entre os exemplos estão: Google, Amazon e iTunes. O artigo se desenvolveu em blog e agora virou o livro A Cauda Longa &#8211; do mercado de massa para [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://afiliados.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1644179&amp;ST=SE&amp;franq=170303"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/livrocaudalonga.jpg" title="Capa do livro A Cauda Longa" alt="[Capa do livro A Cauda Longa]" /></a>Há cerca de um ano li um artigo chamado <a
href="http://www.wired.com/wired/archive/12.10/tail.html" title="Surgia o conceito da Cauda Longa">The Long Tail</a> que descreve como empresas de internet utilizam o conceito da Cauda Longa para ganhar dinheiro. Entre os exemplos estão: Google, Amazon e iTunes. O artigo se desenvolveu em <a
href="http://thelongtail.com/" title="o blog do Long Tail">blog</a> e agora virou o livro <em>A Cauda Longa &#8211; do mercado de massa para o mercado de nicho</em> (<a
href="http://afiliados.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1644179&amp;ST=SE&amp;franq=170303" title="Programa afiliados do Submarino">compre no Submarino</a>), lançado este mês aqui no Brasil.</p><h3>O que é a Cauda Longa?</h3><p>A Cauda Longa é um fenômeno observado em empresas de internet que conseguem faturar com produtos de nicho tanto quanto, ou até mais que os tradicionais arrasa-quarteirão. Isso se tornou viável com o advento da internet já que a inexistência de limitação do espaço físico para exibição de produtos faz com que os mercados de nicho sejam explorados da mesma forma que o mercado de massas.</p><h3 id="prateleira">A prateleira infinita</h3><p>Dizem por aí que a &#8220;<a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pareto_principle" title="Princípio de Pareto: foi determinado empiricamente...">regra dos 80/20</a>&#8221; rege o faturamento das empresas, ou seja, 20% dos produtos representam 80% do faturamento. Se a loja é uma livraria, sabemos que a última aventura do Harry Potter vai vender tanto que representará uma parcela significativa do faturamento. Por este motivo a livraria acaba colocando em suas prateleiras aqueles títulos que têm mais chance de vender. Como o espaço físico de uma loja é limitado e tem um custo, só é possível disponibilizar uma quantidade limitada de títulos diferentes, exatamente aqueles que vendem. Faz sentido? Certamente.</p><p>Na internet tudo isso muda. Uma livraria virtual possui prateleiras de tamanho teoricamente infinito, cuja limitação é a quantidade de títulos oferecidos e não o espaço físico. Ao invés de disponibilizar apenas aqueles &#8220;xis&#8221; mil títulos que são os que mais vendem, é possível ter em catálogo um número muito maior. No livro &#8220;A Cauda Longa&#8221;, o autor Chris Anderson mostra que uma loja física de uma grande livraria nos EUA possui em média 100 mil títulos diferentes disponíveis. Ao mesmo tempo a loja virtual <a
href="http://amazon.com" title="Amazon, a maior loja virtual">Amazon.com</a> possui em suas &#8220;prateleiras&#8221; cerca de 3,7 milhões de livros diferentes. Note que o fato da Amazon possuir o título na &#8220;prateleira&#8221; não significa necessariamente que ele esteja em estoque.</p><p><img
src="/img/ext/caudalonga.png" title="o gráfico da Cauda Longa" alt="[o gráfico da Cauda Longa]" class="floatTL" />A grande descoberta veio da análise das quantidades vendidas dos produtos. Um estudo feito com a Amazon mostrou que, por ter uma &#8220;prateleira&#8221; maior de livros à  venda, o faturamento dos livros menos polulares (fora dos 100 mil principais títulos) representava em torno de um quarto da receita. Analisando o gráfico (acima) temos a impressão de que são produtos que não vale a pena vender. Sim, isso é verdade para uma loja física tracional. No varejo da internet descobriu-se o poder da Cauda Longa e da prateleira de tamanho infinito.</p><h3>O fim da era dos arrasa-quarteirão</h3><p>Na economia da Cauda Longa, o que faz a diferença é a abundância, ao contrário da escassez que existia até então. Em um mercado que predomina a escassez o que faz sentido é explorar aquilo que vende mais, ou seja, os arrasa-quarteirão, os hits. Nesse novo conceito de negócios (a abundância da Cauda Longa) o <a
href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG74764-6012-426,00.html" title="Revista Época">não-hit</a> acaba se tornando uma parcela importante do faturamento e concorre diretamente com os poucos e efêmeros sucessos do momento. Saber explorar isso tem feito empresas como o Google ou Amazon crescerem vertiginosamente, tornando-as gigantes da nova era.</p><p>A ironia é que um livro que analisa, entre outras, <a
href="http://www.brainstorm9.com.br/archives/2006/07/the_long_tail.html" title="O fim está próximo...">o fim da era dos arrasa-quarteirão</a> acabou virando best-seller internacional.</p><p><strong>Na blogosfera:</strong></p><ul><li><a
href="http://brunotorres.net/2006/08/27/revista-epoca-long-tail-e-as-varias-estatisticas-da-amazon">Bruno Torres</a>: Revista época, long tail e as várias estatísticas da Amazon</li><li><a
href="http://www.crisdias.com/2006/08/26/the-long-dong-tail/">Cris Dias</a>: The Long Dong Tail agora em português</li><li><a
href="http://debatebate.blogspot.com/2006/08/long-tail.html">Debate Bate</a>: The Long Tail</li><li><a
href="http://www.brainstorm9.com.br/archives/2006/08/braincast_2_longtail.html">Braincast#9</a>: Podcast: Long Tail</li><li><a
href="http://www.egocheese.com/archives/2006/07/12/a-cauda-longa">Egocheese</a>: A Cauda Longa</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>70</slash:comments> </item> </channel> </rss>
