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> <channel><title>Techbits &#187; google</title> <atom:link href="http://techbits.com.br/tudo-sobre/google/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://techbits.com.br</link> <description>O Techbits é um blog voltado para discussão de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, segurança e negócios.</description> <lastBuildDate>Thu, 06 Oct 2011 05:55:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>Sinais de que Google = Skynet</title><link>http://techbits.com.br/2009/sinais-de-que-google-skynet/</link> <comments>http://techbits.com.br/2009/sinais-de-que-google-skynet/#comments</comments> <pubDate>Thu, 17 Sep 2009 11:43:49 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[busca]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[marissa mayer]]></category> <category><![CDATA[recaptcha]]></category> <category><![CDATA[skynet]]></category> <category><![CDATA[voz]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2009/sinais-de-que-google-skynet/</guid> <description><![CDATA[A mais recente compra do Google é o reCaptcha. O que parece ser uma simples compra de um serviço interessante indica uma tendência que a gigante de Montain View tem de querer fazer as máquinas entenderem o mundo. E é bem diferente da forma como o Wolfram Alpha vem fazendo. Seria tudo isso um protótipo [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/hal9000.png"><img
class="alignnone" title="Google = Skynet = HAL ?" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/hal9000.png" alt="" width="200" height="200" /></a><a
id="h9b4" title="A mais recente compra do Google" href="http://mashable.com/2009/09/16/google-acquires-recaptcha/">A mais recente compra do Google</a> é o <a
id="u9hx" title="reCaptcha" href="http://recaptcha.net/">reCaptcha</a>. O que parece ser uma simples compra de um serviço interessante indica uma tendência que a gigante de Montain View tem de querer fazer as máquinas entenderem o mundo. E é bem diferente da forma como o <a
id="w11-" title="Wolfram Alpha" href="http://www.wolframalpha.com/">Wolfram Alpha</a> vem fazendo. Seria tudo isso um protótipo da <a
id="lc:2" title="Skynet" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Skynet_(Terminator)">Skynet</a>? Acompanhe os sinais desse enigma.</p><h3>ReCaptcha: leitura</h3><p>O ReCaptcha é um serviço que se utiliza do <a
id="n8vu" title="captcha" href="http://en.wikipedia.org/wiki/CAPTCHA">captcha</a> &#8211; aquelas letras tortas ou embaçadas que só um humano consegue entender &#8211; para ajudar no reconhecimento de palavras escaneadas de livros antigos e irreconhecíveis por softwares de OCR (reconhecimento ótico de caracteres).</p><p>É bastante simples e toda vez que é acionado mostra duas palavras &#8220;tortas&#8221;. Uma delas o ReCaptcha sabe qual é e a outra o serviço quer reconhecer. Se você acertar a palavra que eles sabem qual é, possivelmente a palavra não identificada também está correta. Joga-se isso algumas vezes para seres humanos e respostas idênticas indicam mais uma palavra reconhecida.</p><p>É o bom e velho <a
id="x1yg" title="crowdsourcing" href="http://techbits.com.br/2006/esqueca-o-outsourcing-o-negocio-agora-e-o-crowdsourcing/">crowdsourcing</a>. Ou seja, com ajuda de humanos o ReCaptcha permite às máquinas identificarem palavras borradas de livros velhos.</p><h3>Google Voice Search: fonemas</h3><p>A busca por voz que existe no Android e no iPhone, nada mais é do que, além de uma coisa legal para mostrar para os amigos, uma forma de capturar fonemas dos mais variados sotaques, entonações, emoções. Cada busca que alguém faz neste aplicativo móvel ajuda de alguma forma aos computadores do Google a melhorar o reconhecimento da voz humana.</p><p>Um sinal de que esse reconhecimento de voz está muito bom foi o fato do Google, no ano passado, <a
id="ork2" title="ter transcrito discursos dos candidatos à presidência dos EUA no Youtube" href="http://www.undergoogle.com/blog/2008/destaques/qual-sera-o-futuro-das-transcricoes-do-youtube.html">ter transcrito discursos dos candidatos à presidência dos EUA no Youtube</a>. Ou seja, computadores entendendo todos os sotaques e trejeitos da nossa fala.</p><h3>Google Translate: poliglota</h3><p>O tradutor do Google utiliza de um algoritmo matemático poderoso que analisa as palavras em conjunto e tenta mostrar a melhor tradução possível. <a
id="pz5g" title="Claro que comete erros banais" href="http://news.cnet.com/8301-13577_3-9857280-36.html">Claro que comete erros banais</a> mas não deixa de ser interessante que cada vez mais novas línguas são adicionadas. <a
id="zof2" title="Surgiu até um serviço" href="http://translationparty.com/#4223043">Surgiu até um serviço</a> que tenta achar o equilíbrio em uma tradução do Google, do inglês para o japonês e vice-versa. O sistema usa o Google Translator para traduzir uma frase digitada pelo usuário de uma língua para a outra e vice-versa <a
id="bsts" title="até achar o equilíbrio" href="http://googlesystem.blogspot.com/2009/08/google-translate-equilibrium.html">até achar o equilíbrio</a>.</p><p>Mas o que isso tem a ver com a Skynet? Bom, a gigante de Montain View está construindo uma máquina que fala qualquer língua e já implementou no novíssimo Wave permitindo conversas instantâneas entre pessoas que falam idiomas diferentes. Imagina isso junto com o reconhecimento de voz&#8230;</p><h3>Primeiro de Abril?</h3><p>Como de costume o Google fez as suas brincadeiras de primeiro de Abril. E uma delas foi o <a
id="fpz8" title="CADIE" href="http://www.google.com/intl/en_us/landing/cadie/">CADIE</a>, uma máquina que tomou consciência de sua existência e no<a
id="cbbi" title="vídeo que divulga isso" href="http://www.youtube.com/watch?v=vc5GeYxsnYI">vídeo que divulga isso</a> dá um toque de Exterminador do Futuro (<a
id="l1ep" title="Skynet" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Skynet_(Terminator)">Skynet</a>), junto com 2001: Uma Odisséia no Espaço (<a
id="buy-" title="HAL" href="http://en.wikipedia.org/wiki/HAL_9000">HAL</a>) e resolve assumir a direção da empresa, no caso o Google&#8230; Claro que é uma piada mas não seria algum projeto dos 20% que quase escapou do controle? :-)</p><h3>Marissa Mayer</h3><p>A super executiva do Google Marissa Mayer em uma entrevista com o fundador do Digg <a
id="acbm" title="foi perguntada se o Google é a Skynet" href="http://www.youtube.com/watch?v=-LVSnoJZHmM&amp;feature=player_embedded#t=1260">foi perguntada se o Google é a Skynet</a> (sim, link para o vídeo). A resposta foi não, óbvio, as máquinas não deixaram, mas o que ela disse em seguida é interessante. Marissa diz que o Google acredita em fazer os computadores ficarem mais espertos, no sentido de entender o mundo ao nosso redor. Isso dá um basta na questão&#8230; por enquanto!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2009/sinais-de-que-google-skynet/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>A importância do Android</title><link>http://techbits.com.br/2008/a-importancia-do-android/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/a-importancia-do-android/#comments</comments> <pubDate>Fri, 24 Oct 2008 22:57:57 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[android]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[iphone]]></category> <category><![CDATA[nuvem]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=415</guid> <description><![CDATA[Essa semana o tal do G1, da HTC, o primeiro smartphone rodando Android finalmente foi lançado. Esse produto não carrega o mesmo grau de hype que o iPhone teve quando chegou às lojas com malucos pessoas formando filas dias antes do lançamento. Também não tem a interface inovadora do celular da maçã que assombrou o [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
class="alignnone size-full wp-image-416" title="android" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/android.png" alt="Android" />Essa semana o tal do G1, da HTC, o primeiro smartphone rodando Android finalmente foi lançado. Esse produto não carrega o mesmo grau de hype que o iPhone teve quando chegou às lojas com <span
style="text-decoration: line-through;">malucos</span> pessoas <a
href="http://abcnews.go.com/Technology/story?id=3320864&amp;page=1">formando filas</a> dias antes do lançamento. Também não tem a interface inovadora do celular da maçã que <a
href="../iphone-uau/">assombrou o mundo</a> quando foi demonstrado na Mac World. Mas carrega alguns grandes diferenciais.</p><h3>Desenvolvimento</h3><p>Primeiro, o <a
href="http://futuro.vc/2008/08/29/android-market-e-a-app-store-do-google/">Android Market</a> não é restritivo como a loja da Apple. No caso da maçã, todo aplicativo corre o risco de não ser aceito devido a fatores ignorados. Pode acontecer de você criar algo extraordinário como um Napster, <a
href="http://apple20.blogs.fortune.cnn.com/2008/09/14/iphone-big-trouble-in-the-app-store/">e ser colocado no ostracismo</a>. No caso da loja do Google, não existe esse embaraço, desenvolveu, aparece lá.</p><p>Alguns podem dizer que isso vai trazer toda uma leva de softwares ruins&#8230; etc&#8230; sim, com certeza, mas só de ter a garantia que seu software terá uma chance à luz do dia, garante mais gente interessada e essa massacrítica deve levar a grandes criações. Ou não. Mas muito melhor que um sistema mais fechado como o modelo seguido pela Apple.</p><h3>A nuvem na mão</h3><p>A integração com serviços disponíveis na nuvem é outro ponto chave. Engraçado como aqui o conceito do Google em relação aos aplicativos fica muito parecido com o <a
href="http://blogs.msdn.com/stevecla01/archive/2008/09/22/explaining-software-plus-services.aspx">Software + Services</a> que a Microsoft vem pregando para o mundo do desktop.</p><p>Alterou algo no calendário? Já está sincronizado com a versão online. Quer mandar email? A nuvem e o Android se entendem muito bem. Documentos? Não estão nem na sua casa e nem no escritório. Estão em algum servidor na internet.</p><h3>Mashups sociais</h3><p>Como decorrência de ter integração com a nuvem, softwares interessantes com conceitos de mashup podem surgir. Um bom exemplo é o <a
href="http://www.android.com/market/#app=isafe">iSafe</a>, no qual você pode demarcar coisas em um mapa e compartilhar com a multidão. A grande diferença é poder fazer isso usando o GPS e &#8220;inloco ao invés de depender de um desktop como a maioria dos mashups.</p><p>Ou ainda softwares que baseiem seu comportamento dependendo da posição geográfica que o smartphone se encontra como o <a
href="http://www.android.com/market/#app=locale">Locale</a>. Coisas fantásticas surgirão. Daí você vai dizer que tudo isso também é possível no iPhone. Só se a Apple deixar.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/a-importancia-do-android/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>O sistema operacional é um acessório do Chrome</title><link>http://techbits.com.br/2008/o-sistema-operacional-e-um-acessorio-do-chrome/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/o-sistema-operacional-e-um-acessorio-do-chrome/#comments</comments> <pubDate>Tue, 09 Sep 2008 15:37:21 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[android]]></category> <category><![CDATA[chrome]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[navegador]]></category> <category><![CDATA[sistema-operacional]]></category> <category><![CDATA[webapp]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=390</guid> <description><![CDATA[Já escrevi um texto com título muito parecido, só substituí o Firefox pelo Chrome desta vez e o PC pelo S.O. A mensagem é clara. Toda aquela história de que a computação na nuvem é o &#8220;the next big thing&#8221; está se tornando realidade. O movimento da Google na semana passada ao anunciar o navegador Chrome só me dá mais certeza de que [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
id="ur33"><img
class="alignnone size-full wp-image-392" title="speed-limit-google" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/speed-limit-google.png" alt="" width="174" height="288" /><a
href="http://techbits.com.br/o-pc-e-um-acessorio-do-firefox/">Já escrevi um texto com título muito parecido</a>, só substituí o Firefox pelo Chrome desta vez e o PC pelo S.O. A mensagem é clara. Toda aquela história de que a computação na nuvem é o &#8220;the next big thing&#8221; está se tornando realidade. O movimento da Google na semana passada ao anunciar o navegador Chrome só me dá mais certeza de que tudo o que vamos precisar é a janela do browser. Só isso. O hardware, o sistema operacional por trás, tudo será um acessório.</p><p
id="ur332">O Chrome - farei uma análise dele e do IE8 no <a
id="ps2c" title="TechbitsReview.com.br" href="http://techbitsreview.com.br/">TechbitsReview.com.br</a> em breve &#8211; está para o Windows 98 assim como os outros navegadores estão para o Windows 3.1. Explico. Antigamente um crash em um software causava problemas em todo o sistema operacional. Nos browsers anteriores ao Chrome um crash em uma aba fechava todo o navegador. Acho que foi depois do Win98 que as coisas mudaram. Processos separados passaram a cuidar de cada programa aberto.</p><p
id="ur334">Surpreendentemente é assim com o Chrome e IE8. Ambos apresentam processos separados para cada aba. Um site se comportou mal? Só aquela aba fica comprometida. O resto continua rodando tranqüilo. Essa simples mudança é comparável a quando os sistemas operacionais passaram pelo mesmo processo, uma evolução na plataforma que a tornou mais estável. Então oChrome <a
id="w931" title="é o tal do Google OS" href="http://www.readwriteweb.com/archives/googleos_what_to_expect.php">é o tal do Google OS</a> ? Mais ou menos isso&#8230;</p><h3 id="f38e">Android e a estratégia Google</h3><p
id="ur337">Agora tudo faz mais sentido. <a
id="qikb" title="A Google está para lançar o Android, seu sistema operacional móvel" href="http://code.google.com/android/">A Google está para lançar o Android, seu sistema operacional móvel</a>. Lá os serviços serão baseados na nuvem com apoio de aplicações &#8220;normais&#8221;. Todos nós já usamos vários serviços da gigante de Montain View, todos baseados na nuvem. Ontem mesmo me surpreendi com alguém falando do Google Earth&#8230; faz tempo que nem abro esse software pois o Maps (webapp) está tão bom que supre minhas necessidades.</p><p
id="ur338">O Chrome encaixa-se perfeitamente neste cenário. Ao introduzir um engine novo para javascript, <a
id="c6pz" title="o tal do V8" href="http://code.google.com/apis/v8/intro.html">o tal do V8</a>, fez isso com o diferencial correto: velocidade. A grande reclamação dos webapps é que a resposta a um comando é lenta. Com o V8 fica tudo mais rápido, aproximando a responsividade de um aplicativo web ajax ao seu similar desktop.</p><p
id="xckw">O Google que já domina a web expande-se agora para transformar o sistema operacional em <a
id="dvx6" title="commodity" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Commodity">commodity</a>. Eu sei, precisaremos de um sistema operacional para rodar o Chrome. Mas qual deles? <strong>Tanto faz&#8230;</strong> quero dizer&#8230; quando lançarem versões para linux e mac, tanto faz&#8230; ou seja, neste ponto o S.O. será uma verdadeira commodity na qual rodamos os webapps, tanto da Google quanto de outros fornecedores.</p><p
id="nsuk"><a
id="lc1u" title="O PC morreu?" href="http://www.solonbro.com/2006/08/25/mataram-o-pc-de-novo/">O PC morreu?</a> Não sei&#8230; mas está quase lá&#8230;</p><h4>Leia também:</h4><ul
id="v0o_1"><li
id="v0o_2"><a
id="txuq" title="Google Chrome OS" href="http://ptnik.blogspot.com/2008/09/google-chrome-os.html">Google Chrome OS</a>, via Aberto até de Madrugada</li><li
id="y7in"><a
id="qtz5" title="Mozilla: Web apps faster with Firefox 3.1" href="http://news.cnet.com/8301-1001_3-10023723-92.html">Mozilla: Web apps faster with Firefox 3.1</a>, via Cnet Business Tech</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/o-sistema-operacional-e-um-acessorio-do-chrome/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>19</slash:comments> </item> <item><title>Sinal dos tempos</title><link>http://techbits.com.br/2008/sinal-dos-tempos/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/sinal-dos-tempos/#comments</comments> <pubDate>Thu, 04 Sep 2008 14:55:09 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[apple]]></category> <category><![CDATA[blogs]]></category> <category><![CDATA[datasul]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[imprensa]]></category> <category><![CDATA[microsoft]]></category> <category><![CDATA[mídia social]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=380</guid> <description><![CDATA[Esta semana fui a uma coletiva de imprensa da Google. Já fui a muitas coletivas de imprensa, mas foi a primeira vez vi tantos blogueiros misturados a jornalistas, lado a lado. Na semana retrasada o CEO da Datasul também convidou blogueiros para um bate-papo durante um evento da empresa. E a Microsoft tem um relacionamento [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
id="z:-."><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/multidao.png" alt="Multidão" />Esta semana fui a uma coletiva de imprensa da Google. Já fui a muitas coletivas de imprensa, mas foi a primeira vez vi <a
href="http://twitter.com/fugita/statuses/907068571">tantos blogueiros misturados a jornalistas</a>, lado a lado. Na semana retrasada o CEO da Datasul também convidou blogueiros para um bate-papo durante um evento da empresa. E a Microsoft tem um relacionamento estreito com os maiores blogs de tecnologia do país a ponto de mostrar em primeira mão &#8211; com o devido <a
id="zk.n" title="n.d.a." href="http://en.wikipedia.org/wiki/Non-disclosure_agreement">n.d.a.</a> &#8211; funcionalidades do seu novo navegador que só seriam divulgadas no dia seguinte.</p><p>É interessante notar essa mudança de postura das empresas frente ao que chamamos de <a
id="g8qr" title="mídias sociais" href="http://midiasocial.wordpress.com/">mídias sociais</a>. Apesar de acontecerem <a
id="i3re" title="alguns absurdos" href="http://msoma.wordpress.com/2008/02/25/o-inesperado-aconteceu-no-campus-party/">alguns absurdos</a>, os tempos são outros.</p><p
id="z:-.3">Vamos pegar o exemplo do Google. Muitos blogueiros estavam presentes para o anúncio do <a
id="z4mz" title="Google Chrome" href="http://www.google.com/chrome">Google Chrome</a>, notícia que havia <a
id="zjeg" title="vazado" href="http://googlediscovery.com/2008/09/01/google-chrome-e-confirmado-pelo-google-lancamento-oficial-nesta-terca-feira/">vazado</a> na própria blogosfera no dia anterior. Os blogs fizeram perguntas pertinentes e o pessoal do Google sabia o nome de cada um dos blogueiros. Ótimo!</p><p
id="z:-.6">A Datasul também fez seu encontro com blogueiros. E chamou o CEO para falar conosco. O bate-papo está <a
id="k71w" title="disponível em podcast" href="http://www.infopod.com.br/eventos/infopod-09-entrevista-com-jorge-steffens-ceo-da-datasul/">disponível em podcast</a> no blog do Jonny Ken, Infopod e também <a
id="gt1l" title="descrito em detalhes interessantes" href="http://www.infowester.com/blog/?p=741">descrito em detalhes interessantes</a> pelo Infowester, do Emerson Alecrim. O próprio Jorge Steffens deu suas impressões em <a
id="rkuh" title="um texto em seu próprio blog" href="http://datasul.socialmediaclub.com.br/como-foi-o-planeta-datasul/">um texto em seu blog</a>. Vai aqui um &#8220;full disclosure&#8221;: trabalho na Polvora!, empresa que cuida da comunicação em mídias sociais da Datasul.</p><p
id="z:-.10">No caso da gigante de Redmond, o Galileu Vieira, gerente de novas tecnologias da Microsoft, tem feito um trabalho fantástico com blogs de tecnologia. Sempre que precisamos podemos contar com ele lá dentro para nos esclarecer dúvidas. Além disso recebemos sempre convites para eventos e encontros de blogueiros na sede deles aqui de São Paulo. <a
id="s38t" title="Desta vez nos mostraram o IE8 e suas novas funcionalidades" href="http://www.infopod.com.br/review/internet-explorer-8-beta-2-veja-15-novidades-interessantes/">Desta vez nos mostraram o IE8 e suas novas funcionalidades</a>.</p><p
id="z:-.12">Pra finalizar, já que falamos de Google e Microsoft, por que não falar de Apple? Essa semana o Cardoso do <a
id="taf1" title="Meio Bit" href="http://meiobit.pop.com.br/destaque/steve-wozniak-primeiras-impress-es-sim-ele-e-deus-mas-no-bom">Meio Bit</a>, o Nick Ellis do <a
id="nkqh" title="Digital Drops" href="http://digitaldrops.com.br/drops/2008/09/um-encontro-com-o-mestre-steve-wozniak.html">Digital Drops</a> e o Filipe Alvarenga do <a
id="c75w" title="Macmagazine" href="http://macmagazine.com.br/blog/2008/09/02/macmagazine-no-gestao-do-futuro-com-steve-wozniak/">Macmagazine</a> foram para Belo Horizonte conhecer e bater um papo com o Woz, um dos fundadores da Apple. Sinal dos tempos!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/sinal-dos-tempos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>8</slash:comments> </item> <item><title>O que importa é a relevância</title><link>http://techbits.com.br/2008/o-que-importa-e-a-relevancia/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/o-que-importa-e-a-relevancia/#comments</comments> <pubDate>Wed, 28 May 2008 13:16:28 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[busca]]></category> <category><![CDATA[cashback]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[live search]]></category> <category><![CDATA[microsoft]]></category> <category><![CDATA[relevância]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=349</guid> <description><![CDATA[Na semana passada todo mundo estava falando do lançamento Google-killer da Microsoft, o tal de Live Searh Cashback. A gigante de Redmond, em possível desespero, resolveu que o único jeito de ganhar da guerra dos mecanismo de busca é oferecendo uns trocados para quem se arriscar a usar a caixinha de pesquisas deles. Tentaram comprar [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
id="g4m50"><a
href="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/cashback.png"><img
class="alignnone size-full wp-image-350" title="cashback" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/cashback.png" alt="Live Search Cashback " /></a>Na semana passada <a
id="t2ma" title="todo mundo estava falando" href="http://www.winajuda.com/2008/05/21/live-search-cashback-receba-uma-graninha-por-comprar-na-internet/">todo mundo estava falando</a> do lançamento Google-killer da Microsoft, o tal de <a
id="pabq" title="Live Searh Cashback" href="http://search.live.com/cashback">Live Searh Cashback</a>. A gigante de Redmond, em possível desespero, resolveu que o único jeito de ganhar da guerra dos mecanismo de busca é oferecendo uns trocados para quem se arriscar a usar a caixinha de pesquisas deles. Tentaram comprar o Y! algumas vezes e nada. Tentaram melhorar a relevância de seus resultados orgânicos <a
id="yjz7" title="e no máximo perderam mercado" href="http://mashable.com/2008/05/23/latest-comscore-search-stats-google-up-everyone-else-down/">e no máximo perderam mercado</a>. Agora é tudo ou nada.</p><p
id="g4m51">Claro, não podemos confundir as coisas. O que eles estão oferecendo não é um incentivo para você usar a busca orgânica deles e sim clicar nos anúncios e comprar através deles. A busca ainda fica mesmo no Google.Hein? Sim, o que importa é a relevância.</p><p
id="g4m52">Por que todo mundo usa o Google? Relevância, simples assim. Pesquisar lá é mais fácil, encontramos a resposta rapidamente, quase sempre nas primeiras posições não pagas. Depois que você achar o que quer (no Google, claro!), clicar e ler, deve ir aoCashback para receber seus trocados de volta se aparecer o anúncio certo. Simples, não? <a
id="t6e8" title="Não!" href="http://searchengineland.com/080521-133000.php">Não!</a></p><p
id="g4m53">Lembro-me da época áurea do Altavista. Não existia esse conceito de relevância. Ganhava a quantidade então os sites repetiam centenas de vezes as suas palavras-chave na tentativa de ficar em primeiro lugar. O pessoal deMontain View chegou e acabou com isso com seu <a
id="jqi6" title="algoritmo maluco" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PageRank">algoritmo maluco</a> capaz de achar a resposta para quase tudo. Todo mundo mudou de fornecedor para ganhar uma pesquisa mais fácil.</p><p
id="g4m54">A Microsoft, ao mirar em anúncios que dão dinheiro de volta, está errando feio o alvo. Não estou dizendo que não dará certo. Estou apenas dizendo que a relevância, se não existir, para quê alguém vai se mudar para <a
id="yi.k" title="search.live.com" href="http://search.live.com/">search.live.com</a>? Nem os anúncios vão sair corretamente sem relevância. Na era do anúncio ultra customizado do Google, aos olhos do consumidor, achar rapidamente o que procura em um único lugar é o que importa. E não vai ser no Live Search, por enquanto.</p><p>obs: agradeço o leitor J. Netto (<a
href="http://twitter.com/netox">twitter</a> | <a
href="http://sakuxeio.blogspot.com/">blog</a>) por ter pedido para eu falar deste assunto.</p><h4>Leia mais:</h4><ul><li><a
href="http://www.techcrunch.com/2008/05/22/the-empire-strikes-back-our-analysis-of-microsoft-live-search-cashback/">The Empire Strikes Back: Our Analysis Of Microsoft Live Search Cashback</a>, via Techchunch</li><li> <a
href="http://www.techcrunch.com/2008/05/25/the-importance-of-a-competitive-search-market/">The Importance Of A Competitive Search Market</a>, via Techcrunch</li><li> <a
href="http://radar.oreilly.com/archives/2008/05/microhoo-corporate-penis-envy.html">MicroHoo: corporate penis envy?</a>, via O&#8217;Reilly Radar</li><li> <a
href="http://gillmorgang.techcrunch.com/2008/05/22/gillmor-gang-052208/">Podcast GillmorGang sobre o assunto</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/o-que-importa-e-a-relevancia/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> <item><title>MS &#8211; 44bi + Y! &lt; G</title><link>http://techbits.com.br/2008/microsoft-44-bilhoes-yahoo/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/microsoft-44-bilhoes-yahoo/#comments</comments> <pubDate>Fri, 01 Feb 2008 13:52:23 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[microsoft]]></category> <category><![CDATA[negócios]]></category> <category><![CDATA[oferta]]></category> <category><![CDATA[web]]></category> <category><![CDATA[yahoo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2008/microsoft-44-bilhoes-yahoo/</guid> <description><![CDATA[A véspera do feriadão tem sido quente no mercado de tecnologia, principalmente web. Sim, a Microsoft fez uma oferta de 44 bilhões (62% de ágio) pelo controle da Yahoo!, algo como 27 YouTubes. Eu já estava com o dedo no botão publicar para um outro texto quando alguém gritou no Twitter, parem as impressoras, vamos [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/flickr-bsod.png" alt="Flickr BSOD, by @gravehear"/>A véspera do feriadão tem sido quente no mercado de tecnologia, principalmente web. Sim, a Microsoft fez uma oferta de 44 bilhões (62% de ágio) pelo controle da Yahoo!, <a
href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=44%2C6%2F1%2C65&amp;btnG=Pesquisa+Google&amp;meta=" title="algo como 27 YouTubes" id="hb_6">algo como 27 YouTubes</a>. Eu já estava com o dedo no botão publicar para um outro texto <a
href="http://twitter.com/gfelitti/statuses/665889972" title="quando alguém gritou no Twitter" id="b2zm">quando alguém gritou no Twitter</a>, parem as impressoras, vamos ter que rodar tudo novamente, entrou uma quentíssima.</p><p>Já não é de hoje que a gigante de Redmond mostra interesse no pessoal de Sunnyvale. Muitos rumores já circularam sobre esse possível negócio e sempre com cifras exorbitantes. A Microsoft morre de medo da Google, não há dúvidas agora. Claro, não demorou e no próprio Twitter já começaram as piadas&#8230; <a
href="http://twitter.com/graveheart/statuses/666117412" title="Será que o Flickr agora vai dar BSDO?" id="mbew">Será que o Flickr agora vai dar BSDO?</a>, by <a
href="http://www.guravehaato.info/" title="GuraveHaato desu ka?">GuraveHaato desu ka?</a>.</p><h3>Timing perdido</h3><p>A conta lá no título não fecha. Na verdade o sinal de menor deveria ser maior&#8230; eu sei, <a
href="http://www.contraditorium.com/2006/10/31/rabo-de-arraia-no-dos-outros-refresco/" title="estou explicando a piada" id="gx:z">estou explicando a piada</a>&#8230; Mas não é piada, é a realidade. A Microsoft é um elefante gigante que demora para reagir. Deveria ter comprado o Yahoo! 3 anos atrás. Se fechar o negócio agora, vai ser só pra manter as aparências, pois seu negócio na web não é nada vistoso frente ao pessoal de Montain View.</p><p>Lembrem-se, a Microsoft demorou para acreditar que as internets teriam futuro. É famoso o memo do Bill Gates alertando o board da fabricante do Windows que teriam que prestar atenção nessa tal de internets. Os tubos talvez valham dinheiro, pensaram na época. O consultor deles deve ter sido o Ted Stevens.</p><p>O que será dos ótimos Flickr e Delicious se a negociação se concretizar só o tempo dirá. Só espero que não percam a aura cool e inovadora que por enquanto mantém na web.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/microsoft-44-bilhoes-yahoo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>Testando o Google Maps com o Meu Local</title><link>http://techbits.com.br/2007/testando-o-google-maps-com-o-meu-local/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/testando-o-google-maps-com-o-meu-local/#comments</comments> <pubDate>Sat, 22 Dec 2007 23:24:59 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[erbs]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[lbs]]></category> <category><![CDATA[maps]]></category> <category><![CDATA[meu local]]></category> <category><![CDATA[mobile]]></category> <category><![CDATA[my location]]></category> <category><![CDATA[são-paulo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/testando-o-google-maps-com-o-meu-local/</guid> <description><![CDATA[Já uso o Google Maps Mobile (google.com/gmm) no meu Treo há um bom tempo. Em São Paulo é bastante útil para achar aquela ruazinha perdida no meio das avenidas conhecidas. Fora de São Paulo, já me foi extremamente útil para encontrar o hotel ou o lugar que precisava ir. O problema sempre foi saber onde [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/gmm.png" alt="Google Maps Mobile logo" />Já uso o Google Maps Mobile (<a
href="http://google.com/gmm" title="google.com/gmm" id="pif6">google.com/gmm</a>) no meu Treo há um bom tempo. Em São Paulo é bastante útil para achar aquela ruazinha perdida no meio das avenidas conhecidas. Fora de São Paulo, já me foi extremamente útil para encontrar o hotel ou o lugar que precisava ir. O problema sempre foi saber onde você está inicialmente, para procurar nas redondezas. Claro, um GPS ajudaria, mas o equipamento ainda é caro e eu não tenho.</p><p><a
href="http://googlediscovery.com/2007/11/28/google-maps-mobile-mostra-sua-localizacao-sem-utilizar-gps/" title="Faz cerca de um mês que o Google atualizou o software para a versão 2" id="y:ux">Faz cerca de um mês que o Google atualizou o software para a versão 2</a>, com a funcionalidade de localização baseada em antenas de celular (ERBs), chamada de Meu Local. É como mágica. O aparelho detecta as ERBs próximas, no mínimo três, e calcula a sua posição aproximada. <a
href="http://www.odontopalm.com.br/gsf/arquivo/2007/12/testdrive_do_my.html" title="Imaginei que isso não seria tão preciso" id="jpvw">Imaginei que isso não seria tão preciso</a>, mas por incrível que pareça, é. Na verdade o Google ainda não atualizou o software para o Treo, mas como recebi emprestado um E61i, por estar escrevendo no <a
href="http://www.nokiaintellisync.com.br/" title="blog Nokia Intellisync" id="rx_.">blog Nokia Intellisync</a>, consegui testar.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/gmm-farialima.jpg" alt="Google Maps Mobile em SP" class="floatTL" /></p><p>Funciona razoavelmente bem em São Paulo, na maioria das vezes você está bem próximo do local que o Google Maps aponta no mapa. A <a
href="http://diadefolga.com/" title="Lu Monte" id="jdzx">Lu Monte</a>, de Brasília, disse que lá o sistema não funciona. Tanto em Brasília quanto em São Paulo, testamos na rede da TIM. Então descarta-se a não compatibilidade com a operadora. Aqui em SP também testei com a Claro. O que imagino que seja é que o Google ainda não &#8220;cadastrou&#8221; a posição geográfica das antenas de lá. Não faço a idéia da situação em outras capitais/ cidades &#8211; <a
href="http://nokiabr.blogspot.com/2007/11/google-maps-mobile-20.html" title="no Rio, funciona" id="uh9k">no Rio, funciona</a>.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/gmm-paulista.jpg" alt="Google Maps Mobile em SP " class="floatTL" /></p><h3>Privacidade</h3><p>Para os paranóicos de plantão &#8211; incluindo eu &#8211; sempre surge a questão da privacidade. <a
href="http://mesquita.blog.br/artigo-informacao-google-e-o-olho-do-grande-irmao" title="O Google já sabe o que eu leio, o que eu pesquiso, por onde clico" id="fgf2">O Google já sabe o que eu leio, o que eu pesquiso, por onde clico</a>. Será que agora também vão registrar onde estou? Por via das dúvidas prefiro só ativar esse serviço em caso de necessidade verdadeira, ou para testes, como fiz aqui na última semana em andanças por SP. De qualquer forma, quem não tem GPS, caça com <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Location-based_service" title="LBS" id="hduy">LBS</a>. Quem não tem nenhum dos dois e nem o Google Maps Mobile, fica perdido!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/testando-o-google-maps-com-o-meu-local/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>16</slash:comments> </item> <item><title>O Facebook e a privacidade</title><link>http://techbits.com.br/2007/o-facebook-e-a-privacidade/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/o-facebook-e-a-privacidade/#comments</comments> <pubDate>Wed, 05 Dec 2007 21:19:59 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[beacon]]></category> <category><![CDATA[crm]]></category> <category><![CDATA[demografia]]></category> <category><![CDATA[facebook]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[privacidade]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/o-facebook-e-a-privacidade/</guid> <description><![CDATA[Um dos assuntos que me chamou a atenção nos últimos dias é uma funcionalidade adicionada ao Facebook chamada Beacon, um mês atrás. O Beacon é uma ferramenta de recomendação que analisa os hábitos de navegação dos usuários do Facebook em alguns sites e informa sua rede de amigos sobre suas ações. Mais ou menos um [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/facebook.png" alt="Facebook " />Um dos assuntos que me chamou a atenção nos últimos dias é uma funcionalidade adicionada ao Facebook chamada Beacon, <a
href="http://www.facebook.com/press/releases.php?p=9166" title="Beacon no início do mês passado" id="l4n:">um mês atrás</a>. O Beacon é uma ferramenta de recomendação que analisa os hábitos de navegação dos usuários do Facebook em alguns sites e informa sua rede de amigos sobre suas ações. Mais ou menos um BigBrother das suas andanças pela internet. Tudo isso não teria causado polêmica não fosse o fato do Beacon funcionar sem você solicitar e <a
href="http://gigaom.com/2007/11/06/facebook-beacon-privacy-issues/" title="sem possibilidade de opt-out fácil" id="f2_t">sem possibilidade de opt-out fácil</a>.</p><h3>Demografia</h3><p>A ferramenta é excelente para obter dados demográficos que tanto os sites necessitam. Sem eles fica mais complicado vender anúncios, por exemplo. Blogs e sites em geral podem se beneficiar das informações obtidas. Aqui no Brasil o <a
href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/1-ano-de-tecnocracia-conhecendo-melhor-o-meu-leitor" title="Tecnocracia fez uma pesquisa para obter esses preciosos dados demográficos" id="tnu0">Tecnocracia fez uma pesquisa</a> e o <a
href="http://meiobit.com/concorra_um_ipod_nano" title="Meio Bit faz uma promoção" id="uuxo">Meio Bit faz uma promoção</a> para obter esses preciosos dados demográficos. Até onde sei outros blogs planejam ações semelhantes. O que o Facebook está fazendo é um facilitador para obter essas informações, um CRM dos hábitos de navegação.</p><p>A questão em jogo é como o Facebook está tratando essa vigilância. <a
href="http://www.nytimes.com/2007/11/30/technology/30face.html?em&amp;ex=1196917200&amp;en=6250ca45dfd7451c&amp;ei=5087%0A" title="Foi quase que uma imposição e os usuários se revoltaram" id="x4xx">Foi quase que uma imposição e os usuários se revoltaram</a>. Por causa disso o Beacon <a
href="http://bits.blogs.nytimes.com/2007/11/29/the-evolution-of-facebooks-beacon/?ex=1212037200&amp;en=782ed49c0b909f84&amp;ei=5087&amp;WT.mc_id=TE-D-I-NYT-MOD-MOD-M005-ROS-1107-PH&amp;WT.mc_ev=click&amp;mkt=TE-D-I-NYT-MOD-MOD-M005-ROS-1107-PH" title="estava mutação diariamente" id="ayd1">estava mutação diariamente</a> para tentar se adequar à demanda dos facebookers. Mas, toda essa vigilância sobre o que fazemos não lembra alguém não? Vou dar uma dica, começa com <a
href="http://google.com" title="Goo" id="yewz">Goo</a> e termina com <a
href="http://google.com" title="gle" id="f.6e">gle</a>.</p><h3>Google</h3><p>Sim, o Google há tempos é o <a
href="http://techbits.com.br/2007/orkut-o-maior-crm-do-brasil/" title="maior CRM do mundo" id="emd2">maior CRM do mundo</a>. Aqui no Techbits já até havia questionado se a gigante de Montain View não seria um <a
href="http://techbits.com.br/2007/google-e-um-spyware/" title="spyware disfarçado de mecanismo de busca/ publicidade" id="dq4o">spyware disfarçado de mecanismo de busca/ publicidade</a>. Por que será que o Google oferece o Analytics de graça? Para nós é ótimo saber as estatísticas de visitação de nossos blogs. Para eles é excelente saber os hábitos de navegação de todo mundo e um pouquinho mais. Melhoram sua ferramenta de anúncios possibilitando melhor retorno do investimento.</p><p>O Facebook não está fazendo nada que a Google já não faz ao armazenar nossos hábitos. O grande problema é que está compartilhando com outros usuários essas informações. Esse é o X da questão. Nós não ligamos que alguém nos vigie, desde que não conte pra ninguém o que fazemos. E se você quer se livrar de qualquer mecanismo de vigilância, <a
href="http://www.mvps.org/winhelp2002/hosts.htm" title="aprenda o poder do arquivo Host" id="g8ew">aprenda o poder do arquivo Host</a>. É usado para evitar spywares e bloquear anúncios, mas pode ser adaptado para torná-lo invisível da maioria das formas de tracking da web.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/o-facebook-e-a-privacidade/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>O interesse da Google nos 700 Mhz</title><link>http://techbits.com.br/2007/o-interesse-da-google-nos-700-mhz/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/o-interesse-da-google-nos-700-mhz/#comments</comments> <pubDate>Sat, 01 Dec 2007 05:40:18 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[700 mhz]]></category> <category><![CDATA[android]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[sistema operacional. mobilidade]]></category> <category><![CDATA[widget]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/o-interesse-da-google-nos-700-mhz/</guid> <description><![CDATA[Ontem a Google anunciou oficialmente a intenção de dar um lance no leilão da faixa de 700 Mhz &#8211; liberado pela antiga TV analógica &#8211; para prover acesso móvel à interweb lá nos EUA. Daí vem a pergunta que não quer calar: por que diabos a Google, gigante de buscas e publicidade on-line, teria esse [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/google-phone-os.jpg" alt="700 Mhz " title="700 Mhz " /><a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20071130-really-truly-official-google-to-bid-on-700mhz-spectrum.html">Ontem a Google anunciou oficialmente a intenção de dar um lance no leilão da faixa de 700 Mhz</a> &#8211; liberado pela antiga TV analógica &#8211; para prover acesso móvel à interweb lá nos EUA. Daí vem a pergunta que não quer calar: por que diabos a Google, gigante de buscas e publicidade on-line, teria esse interesse diferente do seu negócio principal? Seria algo pra dominar o mundo ou outra coisa?</p ><p>As razões podem ser variadas, mas o <a
href="http://www.google.com/intl/en/press/pressrel/fccspectrum_20071130.html">press-release</a> desta oficialização dá umas dicas. O Eric Schmidt, CEO da gigante de Montain View, diz que qualquer que seja o resultado do leilão, os consumidores serão beneficiados por uma rede mais aberta, própria para tráfego de dados dos widgets e mashups que caracterizam a web como plataforma.</p ><p>Relacionando o assunto com a controvérsia da <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Network_neutrality">Net Neutrality</a>, as coisas começam a fazer mais sentido. Talvez a Google queira evitar para o mercado de internet móvel uma nova discussão de neutralidade da rede que ameaçou tomar conta da internets e que culminou com a declaração humorística do senador americano Ted Stevens, de que a <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-internet-e-uma-serie-de-tubos/">internets é uma série de tubos</a>. A mobilidade não quer ficar refém dos tubos.</p ><p>E realmente para nós consumidores, toda aquela ladainha de arrepiar os cabelos dos executivos das bells americanas, da Google exigir do FCC que a faixa dos 700	Mhz siga alguns princípios de acesso aberto, traz benefícios. A oferta mínima de US$ 4,6 bi, se atingida por qualquer um (leia-se Google ou concorrentes) garante uma rede móvel aberta. Se ninguém atingir esse valor &#8211; o que duvido muito &#8211; vai haver um segundo leilão no qual os princípios não são garantidos.</p ><p>E aí entra a questão do Android OS e do Open Handset Alliance, como isso se encaixa? Fácil! <a
href="http://techbits.com.br/2007/a-estrategia-movel-da-google/">O Android OS será um sistema operacional para suportar os widgets</a> tanto da Google quanto aqueles feito pela comunidade de desenvolvedores que já se formou (aprenda com isso, Apple!). Provavemente a maioria desses pequenos softwares se comunicarão com a nuvem da internet, seja para obter dados de outros serviços, seja para trocar informações com o resto do mundo.</p ><p>Esse é o pulo do gato. Uma rede 700 Mhz o mais aberta possível para tráfego de dados, junto com um sistema operacional baseado em widgets sedentos por comunicar-se com a nuvem. Tenho muitas razões pra acreditar que tudo isso mudará a forma como interagimos com nossos gadgets, internet e pessoas.</p > ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/o-interesse-da-google-nos-700-mhz/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>8</slash:comments> </item> <item><title>Não vire commodity</title><link>http://techbits.com.br/2007/nao-vire-commodity/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/nao-vire-commodity/#comments</comments> <pubDate>Thu, 22 Nov 2007 18:34:07 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[android]]></category> <category><![CDATA[cérebro]]></category> <category><![CDATA[commodity]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[opensocial]]></category> <category><![CDATA[software]]></category> <category><![CDATA[tecnologia]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/nao-vire-commodity/</guid> <description><![CDATA[Quem mexe com tecnologia sabe que o que era novidade ontem, hoje se transformou em commodity. Um belo exemplo é o hardware. Hardware é commodity pura, tanto que a IBM vendeu sua divisão de desktops e notebooks para a Lenovo, anos atrás. Quando falo que o sistema operacional está perdendo a importância, quero dizer exatamente [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/geek-garbage-flickr.jpg" alt="Commodity" />Quem mexe com tecnologia sabe que o que era novidade ontem, hoje se transformou em <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Commodity" title="commodity" id="bhl6">commodity</a>. Um belo exemplo é o hardware. Hardware é commodity pura, <a
href="http://idgnow.uol.com.br/mercado/2005/05/02/idgnoticia.2006-03-12.0715851131" title="tanto que a IBM vendeu sua divisão de desktops e notebooks para a Lenovo" id="fcb9">tanto que a IBM vendeu sua divisão de desktops e notebooks para a Lenovo</a>, anos atrás. Quando falo que o sistema operacional está perdendo a importância, quero dizer exatamente isso. Já não importa se você é da turma do Linux, do Windows ou do Mac. O que importa é o software que você roda nele. E com softwares cada vez mais atrelados à nuvem da internet, a <a
href="http://techbits.com.br/2007/o-pc-e-um-acessorio-do-firefox/" title="janela do navegador" id="xyle">janela do navegador</a> ou os <a
href="http://techbits.com.br/2007/o-mundo-dos-widgets-na-web/" title="widgets ganham importância" id="irc0">widgets ganham importância</a>.</p><p>Vamos para os últimos lançamentos da Google. OpenSocial e Android OS. <a
href="http://www.readwriteweb.com/archives/why_open_social_matters.php" title="mbos surgem para commoditizar um monte de coisa" id="llo5">Ambos surgem para commoditizar um monte de coisa</a> e tornar o software como algo importante. O OpenSocial pega o fato de todas as redes sociais serem fechadas, cada um com seu <a
href="http://desta.ca/pratica/2007/09/21/o-que-e-grafo-social-e-quem-pode-controla-lo/" title="grafo social" id="b8b4">grafo social</a>, e escancara essa informação. O grafo social vira commodity e as aplicações que você roda na plataforma deles é o que importa, não mais os dados. Esse é o diferencial.</p><p>A mesma coisa com o Android OS. O Google transforma o sistema operacional em commodity, aberto, gratuito, essas coisas. Mas premia quem fizer a melhor aplicação, estilo widget, para a plataforma. O diferencial serão os softwares e não o sistema operacional. Isso também é possível detectar com a vontade da gigante de Montain View de comprar a freqüência de 700 Mhz nos EUA. Vai gastar uns 5 bilhões na licença mais uns 10 bilhões construindo uma rede. Mas a rede será commodity. <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20071116-its-official-google-planning-700mhz-bid.html" title="O que importa são as aplicações que a usarão para se comunicar com a nuvem da internet" id="itnb">O que importa são as aplicações que a usarão para se comunicar com a nuvem da internet</a>. Faz todo sentido com o lobby que a Google fez com a FCC para criar uma rede mais aberta.</p><p>A única coisa que não é commodity neste mundo é o cérebro humano &#8211; ops, quero dizer, há cérebros commodity por aí, aos montes. O resto, hardware, infra-estrutura, serviços, tudo acaba se commoditizando com o tempo. O cérebro humano é o responsável pelas novas idéias e pelo software, por exemplo. Essa é a aposta da Google. Em última instância, <a
href="http://www.bmf.com.br/">que tudo vire commodity</a>, exceto o cérebro humano.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/nao-vire-commodity/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>Google Phone não existe, parte 65536</title><link>http://techbits.com.br/2007/google-phone-nao-existe-parte-65536/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/google-phone-nao-existe-parte-65536/#comments</comments> <pubDate>Mon, 05 Nov 2007 22:01:00 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[android]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[gphone]]></category> <category><![CDATA[linux]]></category> <category><![CDATA[mobilidade]]></category> <category><![CDATA[palm]]></category> <category><![CDATA[phone]]></category> <category><![CDATA[sdk]]></category> <category><![CDATA[sistema-operacional]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/google-phone-nao-existe-parte-65536/</guid> <description><![CDATA[Estou exagerando no número acima, na verdade deveria ser parte 3. É a terceira vez (1, 2) que escrevo um título em um blog dizendo que o gPhone não existe. E não é que acertei? As minhas razões são simples de entender. O Google nunca vendeu, para o consumidor final (*), qualquer tipo de hardware. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/google-phone-os.jpg" alt="[Google Phone? Nhé!] "/>Estou exagerando no número acima, na verdade deveria ser <em>parte 3</em>. É a terceira vez (<a
href="http://www.meiobit.com/google/google_phone_provavelmente_n_o_existe" title="1" id="k8k5">1</a>, <a
href="http://techbits.com.br/2007/gphone-nao-existe/" title="2" id="c-iq">2</a>) que escrevo um título em um blog dizendo que o gPhone não existe. E não é que acertei? As minhas razões são simples de entender. O Google nunca vendeu, <strong>para o consumidor final (*)</strong>, qualquer tipo de hardware. Não faz parte do <em>core business</em> deles. A gigante de Montain View é basicamente uma empresa de software. No começo de 2006, <a
href="http://www.news.com/8301-10784_3-6016810-7.html" title="todo mundo achava que a Google venderia um PC com Google OS" id="cvq2">todo mundo achava que a Google venderia um PC</a> &#8211; notem, hardware &#8211;  com Google OS. Nada feito, lançaram o Google Pack.</p><p><strong><small>(*) leia os comentários números 9 a 15, pelo menos&#8230; :-)<br
/> </small></strong></p><p>Faz todo sentido do mundo que o esperado gPhone seja na verdade um sistema operacional e um <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Software_development_kit" title="SDK" id="ad_p">SDK</a> para dispositivos móveis. E ainda, <a
href="http://2.0.bloguite.com/geral/google-opensocial-se-nao-os-podes-vencer-junta-os-todos.html">com os movimentos da semana passada</a>, de criar uma plataforma de aplicativos web, juntamente com a tendência a transformar tudo em pequenos softwares que interagem com a nuvem da internet (<a
href="http://techbits.com.br/2007/a-estrategia-movel-da-google/" title="widget, alguém?" id="qg28">widgets, alguém?</a>), o círculo se fecha. APIs livres e pululantes, soltando bits pra quem quiser.</p><h3>There is no spoon</h3><p>Já dizia o garotinho prodígio do primeiro Matrix, &#8220;<a
href="http://www.readwriteweb.com/archives/there_is_no_gphone.php" title="there is no spoon, ops, gPhone" id="zo-z">there is no spoon, ops, gPhone</a>&#8220;. O que existe é o Android, um sistema operacional, uma plataforma de desenvolvimento e que vem para tirar a importância do SO dos dispositivos móveis, tal como a Google e toda essa história de web 2.0 fez para com o desktop. Mas como assim, se estão lançando um SO? <a
href="http://googleblog.blogspot.com/2007/11/wheres-my-gphone.html" title="Tudo está explicado no post do blog official da Google" id="dnj9">Tudo está explicado no post do blog official da Google</a>: quem não tiver um dispositivo rodando Android continua a ter todos os serviços Google do seu navegador web mobile preferido. Ou com algumas aplicações multi-plataformas como o Google Maps. <a
href="http://undergoogle.com/blog/2007/08/no-queria-falar-mas-j-tenho-um.html" title="Exatamente o que o Nando do Undergoogle faz" id="wp3d">Exatamente o que o Nando do Undergoogle faz</a>&#8230;</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/gphone-todo-mundo-tem-o-seu.jpg" alt="[Google Phone é de todos!] " class="floatTL"/></p><h3>Palm com Linux? Tsc, tsc&#8230;</h3><p>Quem deve estar comendo o chapéu agora é o pessoal da Palm, que está para lançar um novo sistema operacional baseado em Linux já faz uns&#8230; 5 anos&#8230; nem lembro mais. <a
href="http://blog.palm.com/palm/2007/09/a-message-to-pa.html" title="Depois do fracasso do Foleo" id="djqb">Depois do fracasso do Foleo</a> &#8211; que teria tudo para ser a janela web da máxima &#8220;o PC é um acessório do Firefox&#8221;, agora vem o ataque de gente grande, que entra no jogo para ganhar. Não duvido nada que o PalmOS Linux seja abortado também&#8230; R.I.P.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/google-phone-nao-existe-parte-65536/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>22</slash:comments> </item> <item><title>O melhor mesmo é agregar</title><link>http://techbits.com.br/2007/o-melhor-mesmo-e-agregar/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/o-melhor-mesmo-e-agregar/#comments</comments> <pubDate>Wed, 31 Oct 2007 12:36:41 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[agregador]]></category> <category><![CDATA[big brother]]></category> <category><![CDATA[facebook]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[grafo social]]></category> <category><![CDATA[grande irmão]]></category> <category><![CDATA[integração]]></category> <category><![CDATA[opensocial]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <category><![CDATA[socialstream]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/o-melhor-mesmo-e-agregar/</guid> <description><![CDATA[Um dos grandes problemas das redes sociais é o isolamento que cada uma promove. Não no sentido de ficar longe das pessoas que você conhece e sim, se você faz parte da rede social X e seus amigos, da Y, não existe como conversar um com o outro. Segundo o Techcrunch, esses problemas estão para [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/mundopequeno.png" alt="[Redes Sociais] " />Um dos grandes problemas das redes sociais é o isolamento que cada uma promove. Não no sentido de ficar longe das pessoas que você conhece e sim, se você faz parte da rede social X e seus amigos, da Y, não existe como conversar um com o outro. <a
href="http://www.techcrunch.com/2007/10/30/details-revealed-google-opensocial-to-be-common-apis-for-building-social-apps/" title="Segundo o Techcrunch" id="ns4:">Segundo o Techcrunch</a>, esses problemas estão para acabar com o possível lançamento amanhã do <a
href="http://www.meiobit.com/internet/socialstream_todas_redes_socias_em_um_s_lugar" title="ex-SocialStream" id="xixs">ex-SocialStream</a> e agora chamado OpenSocial, da Google.</p><p>Houve uma época, no estouro do Orkut aqui no Brasil, que chegou-se a falar na extinção do e-mail como forma de comunicação. Alguns até dizem que e-mail é para os dinossauros enquanto que as novas formas de comunicação como IMs e twitters vieram para substituí-lo. Nunca acreditei em nada disso pois o e-mail é uma plataforma universal e pertencer a essa ou aquela rede de comunicação, é moda passageira.</p><h3>E o Facebook?</h3><p>O Facebook foi cotado a ser o grande agregador de redes sociais. Lá, aplicações web de todos os tipos, podem rodar e compartilhar dados através de APIs, tranqüilamente. Muitas redes sociais e serviços web têm sua versão Facebook. Nada mais natural que integremos tudo por lá, usando as características individuais de cada rede. Mas o OpenSocial pode mudar tudo.</p><h3>Medo do Big Brother</h3><p>Assim como o RSS agrega suas leituras, faz todo sentido um sistema que agregue seus perfis sociais por toda a web. O Google, lançando essa ferramenta, vai aumentar sua <a
href="http://techbits.com.br/2007/a-base-de-dados-das-intencoes-ao-quadrado/" title="base de dados das intenções no maior CRM do mundo" id="hc.s">base de dados das intenções no maior CRM do mundo</a>. Informação no século XXI é poder. E o Google armazena muito desse poder em seus servidores. Imagine todo o seu <a
href="http://desta.ca/pratica/2007/09/21/o-que-e-grafo-social-e-quem-pode-controla-lo/">grafo social</a> nas mãos do Grande Irmão. Que medo!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/o-melhor-mesmo-e-agregar/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>16</slash:comments> </item> <item><title>Apertem os cintos, o Google Docs sumiu!</title><link>http://techbits.com.br/2007/apertem-os-cintos-o-google-docs-sumiu/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/apertem-os-cintos-o-google-docs-sumiu/#comments</comments> <pubDate>Wed, 10 Oct 2007 10:45:40 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[aplicativo web]]></category> <category><![CDATA[docs]]></category> <category><![CDATA[gears]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[sla]]></category> <category><![CDATA[software-on-line]]></category> <category><![CDATA[uptime]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/apertem-os-cintos-o-google-docs-sumiu/</guid> <description><![CDATA[No último ano acostumei a usar o editor de textos on-line Google Docs (Textos no Brasil). Acontece que hoje, 6h40 da manhã, ao tentar abri-lo para editar um texto, o serviço retornou “erro 404”, quando logado. Para quem não sabe, erro 404 significa que aquela página não existe naquele servidor. Minutos mais tarde a interface [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googledocs-plain-english.jpg" alt="[Google Docs in Plain English] " title="[Google Docs in Plain English] "/>No último ano acostumei a usar o editor de textos on-line <a
href="http://docs.google.com">Google Docs</a> (Textos no Brasil). Acontece que hoje, 6h40 da manhã, ao tentar abri-lo para editar um texto, o serviço retornou “<a
href="http://www.flickr.com/photos/jkenning/464845773/in/set-72157600078099414" title="Essa foto é de matar!">erro </a><st1:metricconverter productid="404”" w:st="on"><a
href="http://www.flickr.com/photos/jkenning/464845773/in/set-72157600078099414" title="Essa foto é de matar!">404</a>”</st1:metricconverter>, quando logado. Para quem não sabe, erro 404 significa que aquela página não existe naquele servidor. Minutos mais tarde a interface entrou mas todos os documentos tinham sumido. Dez minutos depois, devido à mágica do ajax, tudo voltou ao normal e os documentos apareceram automaticamente. Mas se um aplicativo web importante para seu negócio some, do nada, resta perguntar, <a
href="http://hem.com.np/2007/10/10/is-the-google-docs-in-beta/">e agora?</a></p><p><small>(*) imagem acima veio do vídeo &#8220;<a
href="http://www.youtube.com/watch?v=eRqUE6IHTEA">Google Docs in plain English</a>&#8220;, que explica as <a
href="http://techbits.com.br/2007/re-fw-res-en-ultima-versao-do-projetodoc/">vantagens da plataforma</a>.</small></p><p><a
href="http://hem.com.np/2007/10/10/is-the-google-docs-in-beta/"></a></p><h3>Software on-line e os SLAs</h3><p
class="MsoNormal">Uma das grandes críticas ao software on-line é a sua dependência de fatores externos à sua máquina para ser utilizado. A sua conexão com a internet precisa estar ok. O link do seu provedor de acesso precisa estar operando. O servidor do aplicativo web tem que estar no ar&#8230; de modo geral são vários fatores que influenciam na disponibilidade do serviço.</p><p
class="MsoNormal">Para empresas, um <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Service_Level_Agreement">SLA</a> de 99% de uptime é insuficiente. Tudo que fizer parte da missão crítica de uma organização precisa rodar 110% do tempo. Alguns minutos podem representar milhares de dinheiros de prejuízo. Assinar um web service sem garantia mínima de disponibilidade é fatal.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googledocs-fora-do-ar.png" alt="[Google Docs outage] " title="[Google Docs outage] " class="floatTL"/></p><h3>Google Apps, alguém?</h3><p
class="MsoNormal">Pois é&#8230; O Techbits usa Google Apps, aquelas aplicações web da Google para gerenciar várias coisas, de e-mail a planilha eletrônica, de calendário a editor de textos. Aparentemente a Google tem conseguido vender essa suíte de produtividade para <a
href="http://www.itwire.com.au/content/view/9889/53/1/1/">pequenos negócios</a>, universidades e muitos blogs.</p><p
class="MsoNormal">Pode ser que 1 hora fora do ar não seja lá grande coisa, o SLA do serviço <a
href="http://www.nouptime.com/">garante 99,9% de uptime</a>, mas a Google, se quer vender esse serviço para grandes empresas não pode deixá-las na mão por tanto tempo. Continuo usando pois atende perfeitamente às minhas necessidades. Mas deslizes como esse podem colocar os planos da Google, no terreno de aplicações web, a perder. <a
href="http://techbits.com.br/2007/google-gears-o-primeiro-passo-para-aplicativos-web-off-line/">A versão off-line usando o Google Gears</a> está demorando&#8230; Enquanto isso a busca da gigante de Montain View, no Brasil, <a
href="http://www.tnow.com.br/internet/googlecombr-passou-apenas-3-minutos-fora-do-ar-no-ultimo-ano/">ficou fora do ar só 3 minutos no ano passado</a>&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/apertem-os-cintos-o-google-docs-sumiu/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>A estratégia móvel da Google</title><link>http://techbits.com.br/2007/a-estrategia-movel-da-google/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/a-estrategia-movel-da-google/#comments</comments> <pubDate>Mon, 08 Oct 2007 17:18:12 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[gphone]]></category> <category><![CDATA[sistema-operacional]]></category> <category><![CDATA[smartphone]]></category> <category><![CDATA[widget]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/a-estrategia-movel-da-google/</guid> <description><![CDATA[O Google Phone não existe, não na forma de hardware. Essa informação especulativa acaba de ser confirmada pelo New York Times. A Google nunca fez qualquer tipo de hardware para o público final, é de se esperar que dessa vez também continue fora desse negócio. Na verdade toda a estratégia da gigante de Montain View [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/google-phone-os.jpg" alt="[Google Phone é widget] " title="[Google Phone é widget] " />O Google Phone não existe, não na forma de hardware. Essa informação especulativa <a
href="http://www.nytimes.com/2007/10/08/business/media/08googlephone.html?_r=2&amp;hp&amp;oref=slogin&amp;oref=slogin">acaba de ser confirmada pelo New York Times</a>. A Google nunca fez qualquer tipo de hardware para o público final, é de se esperar que dessa vez também continue fora desse negócio. Na verdade toda a estratégia da gigante de Montain View está baseada no software.</p><h3>Widget phone</h3><p>O NYT diz que a Google estaria criando um sistema operacional opensource &#8211; baseado em Linux &#8211; para rodar em diferentes hardwares de diferentes fabricantes. Com base nisso é provável que a estratégia dos softwares para o sistema esteja baseado em <a
href="http://techbits.com.br/2007/o-mundo-dos-widgets-na-web/">widgets com total integração às APIs da internet</a>, principalmente da própria Google.</p><p>Não é à toa que a <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20071004-google-attacks-verizons-attempt-to-water-down-700mhz-open-access-rules.html">Google está interessada na faixa de freqüência de 700 Mhz</a> que está para ser leiloada nos EUA no começo do próximo ano. O interesse real é garantir que seus aplicativos widgets rodem sem problemas interagindo com a nuvem da internet. Nada de <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Network_neutrality">net neutrality para redes móveis</a>.</p><p>O que precisamos saber agora é se o sistema será aberto o suficiente para garantir a criação de softwares pela comunidade desenvolvedores ou teremos que ficar brincando de <a
href="http://blogs.business2.com/apple/2007/09/apple-iphone-un.html">hacker gato e rato</a> como no caso do iPhone.</p><p><small>(*) imagem deste post via <a
href="http://palmaddict.typepad.com/palmaddicts/2007/10/nyt-confirms-no.html">PalmAddict</a>, com ajuda remota &#8211; estou publicando isso direto do Treo -do <a
href="http://www.googlediscovery.com">Google Discovery</a>.</small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/a-estrategia-movel-da-google/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>16</slash:comments> </item> <item><title>A Microsoft, o Google e os nomes</title><link>http://techbits.com.br/2007/a-microsoft-o-google-e-os-nomes/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/a-microsoft-o-google-e-os-nomes/#comments</comments> <pubDate>Mon, 01 Oct 2007 23:17:44 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[agenda]]></category> <category><![CDATA[calendar]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[live]]></category> <category><![CDATA[microsoft]]></category> <category><![CDATA[msn]]></category> <category><![CDATA[web]]></category> <category><![CDATA[workspace]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/a-microsoft-o-google-e-os-nomes/</guid> <description><![CDATA[Talvez seja só eu, mas a nomenclatura de serviços na web está me deixando confuso. Não estou falando dos nomes esquisitos da chamada web 2.0. Estes, depois do estranhamento inicial, soam familiares. O que me preocupa é como as gigantes usam seus nomes. Tanto a Microsoft quanto a Google apresentam inconsistências. Quem perde é o [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/nomesgooglems.png" alt="[Google Microsoft] " title="[Google Microsoft] " class="floatTL"/>Talvez seja só eu, mas a nomenclatura de serviços na web está me deixando confuso. Não estou falando dos <a
href="http://www.readwriteweb.com/archives/top_10_worst_web_app_names.php" id="q96h" title="nomes esquisitos da chamada web 2.0">nomes esquisitos da chamada web 2.0</a>. Estes, depois do estranhamento inicial, soam familiares. O que me preocupa é como as gigantes usam seus nomes. Tanto a Microsoft quanto a Google apresentam inconsistências. Quem perde é o consumidor. Enquanto uma peca pelos nomes longos e complicados, a outra peca por traduzir os nomes reduzindo o impacto da marca. Qual será a melhor equação?</p><h3>Microsoft</h3><p>Cada vez que a Microsoft cria um novo serviço, lança um nome mais comprido, principalmente em sua estratégia voltada para a internet. Há coisas que ganham o sufixo Live. Outras o nome MSN. Algumas ganham os dois como o MSN Hotmail Live. Essa confusão de nomes faz com que eu nunca entenda nada do que está acontecendo com os produtos web da gigante de Redmond. Por exemplo, a busca da Microsoft é MSN Search ou Live Search? Ou MSN Live Search?</p><p>Talvez seja falta de costume pois praticamente não uso qualquer produto online com a grife MS. <a
href="http://www.meiobit.com/computacao_movel/office_live">Ontem lançaram um tal de Office Live Workspace</a>. Até onde me lembro, já existia algum Live Office, mas que de online não tinha nada. Agora acrescentaram o Workspace que significa armazenamento de arquivos online,  colaboração e sincronia para trabalhos em equipe, mais ou menos como fazemos no Google Apps. <a
href="http://www.microsoft.com/presspass/features/2007/sep07/09-30raikesqa.mspx" id="s-4s" title="No press-release do lançamento">No press-release do lançamento</a> citam duas linhas de serviços: Live e OnLine. Opa, OnLine? Mais um sufixo?</p><h3>Google</h3><p>A nomenclatura dos serviços da Google são um pouco mais simples. Docs, para textos. Spreadsheets para planilhas. Calendar para uma agenda. Reader para o RSS. Isso se você mora em um país que fala inglês. Para outros países como o Brasil os mesmos produtos ganham nomes locais traduzidos. Ok, fica simples de entender e os nacionalistas adoram. Mas a consistência da marca se perde. Quando cito o Google Docs, prefiro chamá-lo pelo nome original do que o traduzido para o português. O Calendar é Agenda no Brasil e Kalender na Alemanha.</p><p>Para a gigante de Montain View seria melhor manter um nome só para seu produto, qualquer que seja o país. Neste caso a recomendação é seguir o exemplo da Microsoft. O Word da não se chama Palavra aqui no Brasil e nem Wort na Alemanha. É só tomar o cuidado para não colocar dezenas de prefixos&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/a-microsoft-o-google-e-os-nomes/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>8</slash:comments> </item> <item><title>Fique bem na foto pois ela sempre vai existir</title><link>http://techbits.com.br/2007/fique-bem-na-foto-pois-ela-sempre-vai-existir/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/fique-bem-na-foto-pois-ela-sempre-vai-existir/#comments</comments> <pubDate>Mon, 24 Sep 2007 10:14:23 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[data-mining]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[piada]]></category> <category><![CDATA[privacidade]]></category> <category><![CDATA[processo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/fique-bem-na-foto-pois-ela-sempre-vai-existir/</guid> <description><![CDATA[Um sujeito resolveu processar o Google em 5 bilhões de dólares. Para você ter uma idéia esse valor equivale a 3 YouTubes. Pelo que pude entender, o processo se deve a possíveis problemas de privacidade. O número de social security do cidadão está exposto no nome do Google quando o logo é virado de cabeça [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/blog_peppers-techbits.jpg" title="[blog peppers] " alt="[blog peppers] " class="floatTL"/><a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20070923-feeling-tinfoilish-5-billion-suit-against-google-over-privacy-terrorism.html" id="b:04" title="Um sujeito resolveu processar o Google em 5 bilhões de dólares"></a></p><p><a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20070923-feeling-tinfoilish-5-billion-suit-against-google-over-privacy-terrorism.html" id="b:04" title="Um sujeito resolveu processar o Google em 5 bilhões de dólares">Um sujeito resolveu processar o Google em 5 bilhões de dólares</a>. Para você ter uma idéia esse valor equivale a 3 YouTubes. Pelo que pude entender, o processo se deve a possíveis problemas de privacidade. O número de social security do cidadão está exposto no nome do Google quando o logo é virado de cabeça para baixo. O quebra-cabeça matemático é tão complexo que é necessário evocar o time da sua cidade, o 76ers. Juntando os números invertidos obtidos com o nome da Google mais o número 76, em um combinação arbitrária, obtemos o social security do sujeito&#8230; Devido a essa exposição, o Google está sendo processado por 5 bilhões de dólares&#8230; O ponto central de tudo é a privacidade exposta.</p><p>obs: imagem do começo deste post veio do <a
href="http://www.jonnyken.com/infoblog/">Infoblog</a>, do amigo-blogueiro de longa data Jonny Ken, licença Creative Commons by-nc-sa, no post <a
href="http://www.jonnyken.com/infoblog/2007/09/11/blogger-peppers/">Blogger Peppers</a>.</p><h3>Organizar toda informação do mundo e torná-la disponível</h3><p>O pessoal da Google leva sua missão muito a sério. Mas o grande benefício que os mecanismos de busca trouxeram para a humanidade foi a redução drástica nos custos na procura por informações. Hoje, para a maioria dos assuntos, conseguimos achar informação na internet sempre começando por aquela caixinha enigmática em branco que espera pelos nossos mais profundos questionamentos&#8230;, por exemplo, <a
href="http://www.seriguela.com/quem-matou-tais-grimaldi" id="nv::" title="quem matou a Taís?">quem matou a Taís?</a></p><p>O fato é, qualquer informação nossa que estiver exposta de alguma forma em algum site pela internet, certamente será indexada pelo Google ou outros mecanismos de busca. Caiu na rede, é peixe, isso é <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Robots.txt" id="ilqz" title="quase inevitável">quase inevitável</a>. Mas e quando o site que divulga uma informação sua não está no seu controle? Por exemplo, um jornal. Ele pode chamá-lo de macaco algo que provavelmente você não concorda. Como fazer para eles tirarem essa informação da internet? Não dá.</p><p>Um amigo certa vez me questionou&#8230; Um professor da faculdade colocou as notas da turma na internet para facilitar a consulta. Vamos supor que aquela nota em específico não seja favorável a você. O RH do emprego dos seus sonhos certamente vai vasculhar seu nome no Google, Orkut e todos lugares possíveis. De repente encontra aquela nota ruim que pode lhe prejudicar em um desempate. Quem errou? O Google ao indexar o conteúdo ou o professor ao disponibilizar informação sensível na rede? Fico com a segunda opção e concluo: uma vez indexado, já era. Nossa única arma é ficar bem na foto. A foto, não tem jeito, ela sempre vai existir&#8230;</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/76ers.png" title="[Fala sériio...] " alt="[Fala sériio...] " class="floatTL"/></p><p>Já o cara do processo dos 5 bilhões que me desculpe. Veja acima o raciocínio de gênio para que tenha concluído que o nome Google é uma ameaça à sua privacidade. Piada? Não, é verdade&#8230; Só que como em um mundo digital de zeros e uns tudo vai parar na interweb, inclusive cópias de processos judiciais (sim, tribunais possuem web sites!), no final <a
href="http://dockets.justia.com/docket/court-pamdce/case_no-3:2007cv01677/case_id-69169/" id="gqus" title="o sujeito acabou expondo outras informações pessoais">o sujeito acabou expondo outras informações pessoais</a> como data de nascimento e endereço que antes não figuravam na grande rede&#8230; E agora, vai processar o tribunal?</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/fique-bem-na-foto-pois-ela-sempre-vai-existir/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>8</slash:comments> </item> <item><title>Google bombing e os senadores</title><link>http://techbits.com.br/2007/google-bombing-e-os-senadores/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/google-bombing-e-os-senadores/#comments</comments> <pubDate>Fri, 14 Sep 2007 17:33:45 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[bombing]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[políticos]]></category> <category><![CDATA[renan-calheiros]]></category> <category><![CDATA[senado]]></category> <category><![CDATA[vergonha-nacional]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/google-bombing-e-os-senadores/</guid> <description><![CDATA[Sempre quis falar aqui do Google bombing. Para quem não sabe, Google bombing é a prática de tentar influenciar os resultados do Google através de linkagem coletiva de determinada palavra a um site ou página web. Finalmente uma nova oportunidade surgiu já que os senadores brasileiros resolveram cometer suicídio político, absolvendo o colega Renan Calheiros. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/congresso.jpg" title="[Congresso da vergonha] " alt="[Congresso da vergonha] " class="floatTL"/>Sempre quis falar aqui do <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Google_bomb" id="wy.r" title="Google bombing">Google bombing</a>. Para quem não sabe, Google bombing é a prática de tentar influenciar os resultados do Google através de linkagem coletiva de determinada palavra a um site ou página web. Finalmente uma nova oportunidade surgiu já que os senadores brasileiros resolveram cometer suicídio político, absolvendo o colega Renan Calheiros. <a
href="http://www.senado.gov.br" id="vkeg" title="Foi uma vergonha nacional">Foi uma vergonha nacional</a>.</p><p><a
href="http://www.andersoncosta.org/labs/2007/09/14/google-bomb-a-subversao-do-oraculo/" id="csxq" title="Não sei sesde quando este Google bombing está funcionando">Não sei</a> desde <a
href="http://stulzer.net/blog/2007/09/12/o-senado-e-a-vergonha-nacional">quando</a> este Google bombing <a
href="http://www.benderblog.com/2007/09/13/o-senado-tambem-e-a-nossa-vergonha-nacional/">está funcionando</a> e também não há garantias que continuará assim pelos próximos dias. O que acontece é que quando você <a
href="http://www.google.com/search?q=vergonha+nacional&amp;hl=pt-BR&amp;ie=ISO-8859-1&amp;btnG=Google" id="yt0i" title="procura por ">procura por &#8220;vergonha nacional&#8221; no Google</a>, o primeiro resultado cai no site do Senado Federal. O Google pontua as páginas através de algoritmos malucos e determina, seguindo mais ou menos a sabedoria das multidões, qual é o conteúdo mais relevante para cada termo pesquisado. Se muitas pessoas dizem que &#8220;vergonha nacional&#8221; representa os senadores brasileiros, então o Google vai apontá-los ao procurarmos por estas palavras.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/vergonha-nacional.png" title="[Google Bombing: malditos senadores!] " alt="[Google Bombing: malditos senadores!] " class="floatTL"/></p><p>Outros já foram vítimas do Google bombing. Um dos mais famosos é o atual presidente dos EUA, George W. Bush. Tempos atrás, quando pesquisávamos por &#8220;miserable failure&#8221; (falha miserável) o Google apontava como primeiro resultado sua biografia pessoal. De lá pra cá a gigante de Montain View <a
href="http://searchengineland.com/070125-230048.php" id="u.7t" title="tomou medidas para evitar a ocorrência de Google bombing">tomou medidas para evitar a ocorrência de Google bombing</a> pois muitos acreditavam que os resultados refletiam o pensamento da empresa sobre determinados assuntos, o que não é necessariamente verdade. De uma forma ou de outra, os senadores pediram e a bomba foi armada.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/google-bombing-e-os-senadores/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>14</slash:comments> </item> <item><title>Googlezon toma forma</title><link>http://techbits.com.br/2007/googlezon-toma-forma/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/googlezon-toma-forma/#comments</comments> <pubDate>Thu, 13 Sep 2007 15:31:22 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[busca]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[google-news]]></category> <category><![CDATA[googlezon]]></category> <category><![CDATA[mashup]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/googlezon-toma-forma/</guid> <description><![CDATA[Quem se lembra do &#8220;documentário&#8221; EPIC 2014? Naquele vídeo, bastante interessante na época (2004) o autor previa o surgimento do Googlezon e o fim da mídia tradicional como conhecemos. No vídeo máquinas seriam responsáveis por processar todas as notícias e exibi-las de forma personalizada. Uma coisa que aconteceu duas semanas atrás me fez lembrar do [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googlezon.png" title="[Googlezon] " alt="[Googlezon] " />Quem se lembra do <a
href="http://epic.makingithappen.co.uk/" id="asz9">&#8220;documentário&#8221; EPIC 2014</a>? Naquele vídeo, bastante interessante na época (2004) o autor previa o surgimento do <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Googlezon">Googlezon</a> e o fim da mídia tradicional como conhecemos. No vídeo máquinas seriam responsáveis por processar todas as notícias e exibi-las de forma personalizada.</p><p>Uma coisa que aconteceu duas semanas atrás me fez lembrar do Googlezon. <a
href="http://battellemedia.com/archives/003923.php" id="m6.x" title="O Google News passou a licenciar conteúdo de algumas agências de notícias">O Google News passou a licenciar conteúdo de algumas agências de notícias</a>. Até então o serviço apenas vasculhava a web, criava pesquisas com notícias relevantes e encaminhava os leitores para a fonte do texto. Agora passa também a hospedar conteúdo.</p><p>Essa é uma mudança significativa no modelo de negócios do Google News. <a
href="http://techbits.com.br/2007/a-busca-e-a-prateleira-empoeirada/" id="ocia" title="Muitos editores reclamavam">Alguns editores reclamavam</a> que o Google News os indexava e que isso configuraria pirataria, mas na verdade o que o serviço sempre fez foi levar tráfego para as fontes de informação, sem exibir matérias completas. Agora tudo pode mudar. Ao licenciar conteúdo o Google News pode exibir em seu site as notícias e monetizá-las com anúncios direcionados. Elimina a necessidade de visitarmos o Estadão que tem as mesmas notícias da Folha pois ambas compraram textos da <a
href="http://www.afp.com/portugues/home/">France-Presse</a>, por exemplo.</p><p>Notícia pura e simples é commodity. A previsão do Googlezon de reformatar a informação, pegando pedaços aqui e ali, exibindo-as de forma personalizada é perfeitamente possível dentro deste cenário. Notícia pura e simples é commodity. O Google News deu o primeiro passo. Resta saber se irão <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mashup_%28web_application_hybrid%29">mashup-izar</a> esse conteúdo nos moldes do EPIC 2014.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li> <a
href="http://techbits.com.br/2007/a-busca-e-a-prateleira-empoeirada/">A busca e a prateleira empoeirada</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/googlezon-toma-forma/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>gPhone não existe</title><link>http://techbits.com.br/2007/gphone-nao-existe/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/gphone-nao-existe/#comments</comments> <pubDate>Tue, 04 Sep 2007 22:18:08 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[gphone]]></category> <category><![CDATA[sistema-operacional]]></category> <category><![CDATA[smartphone]]></category> <category><![CDATA[software-on-line]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/gphone-nao-existe/</guid> <description><![CDATA[Estou correndo sério risco de ter que me retratar daqui alguns dias sobre esse mesmo assunto. Mas pouca coisa me leva a crer que a Google esteja realmente criando um celular/ smartphone. Essa histeria toda lembra a CES de 2006 quando Larry Page e Sergey Brin tinham um keynote no evento e os rumores apontavam [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googlemaps_treo_techbits.jpg" title="[Google Maps no Treo] " alt="[Google Maps no Treo] " class="floatTL"/>Estou correndo sério risco de ter que me retratar daqui alguns dias sobre esse mesmo assunto. Mas pouca coisa me leva a crer que a Google esteja realmente criando um celular/ smartphone. Essa histeria toda lembra a CES de 2006 quando Larry Page e Sergey Brin tinham um keynote no evento e os rumores apontavam para o lançamento de um <a
href="http://news.com.com/8301-10784_3-6016810-7.html" id="euf6" title="Google Cube">Google Cube</a>, algo assim, um PC da Google, rodando GoogleOS, etc&#8230; No final nada disso foi lançado. O keynote (<a
href="http://video.google.com/videoplay?docid=-594779305713074829&amp;q=google+keynote+ces&amp;total=12&amp;start=0&amp;num=10&amp;so=0&amp;type=search&amp;plindex=0" id="st96" title="veja no Google Video">veja no Google Video</a>) foi uma extravagância de uma empresa de software em um evento de produtos eletrônicos.</p><h3>Google já está em nossos celulares</h3><p>Quem tem um celular mais moderno ou um smartphone <a
href="http://www.undergoogle.com/blog/2007/08/no-queria-falar-mas-j-tenho-um.html">sabe que já existem softwares da Google para seu aparelho</a>. O mais evidente deles é o Google Maps, aplicativo fantástico que nos possibilita procurar ruas, CEPs, mapas, rotas e várias outras coisas nas telas minúsculas de nossos gadgets.</p><p>Quem tem planos de dados via rede celular consegue usar o Gmail, o Google Reader, o Calendário, tudo no formato mobile. Novamente, repetindo aquele mantra já muito batido aqui no Techbits, por estarem on-line essas aplicações estão sempre sincronizadas qualquer que seja sua forma de acesso: celular, desktop, em casa, no escritório, sinais de fumaça, etc&#8230;</p><h3>O que pode acontecer?</h3><p>Quem tem o domínio do sistema operacional geralmente consegue vantagem sobre os demais concorrentes na hora de impor seu software. Vide caso do Internet Explorer da Microsoft. Os <a
href="http://www.tnow.com.br/negocios/gphone-o-telefone-do-google-pode-ser-lancado-na-proxima-semana/" id="sc83" title="rumores do gPhone">rumores do gPhone</a> talvez estejam baseados nesta premissa. Se o Google for o dono da plataforma poderá impor seus softwares móveis para seus usuários.</p><p>O que imagino que esteja acontecendo é o Google criar outros softwares, estilo widgets, talvez até um sistema operacional, mas não lançar um gPhone com sua marca como foi feito pela Apple. Pode ser que eu esteja redondamente enganado   (bastante provável) e realmente exista um gPhone. De qualquer forma o título  deste texto não está errado no momento da publicação do post pois até agora realmente o gPhone não existe&#8230;</p><h4>Leia também:</h4><ul><li> <a
href="http://www.undergoogle.com/blog/2007/08/no-queria-falar-mas-j-tenho-um.html">OK, Já tenho um GooglePhone!</a>, via UnderGoogle</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/gphone-nao-existe/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>18</slash:comments> </item> <item><title>Google é um spyware?</title><link>http://techbits.com.br/2007/google-e-um-spyware/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/google-e-um-spyware/#comments</comments> <pubDate>Mon, 03 Sep 2007 16:22:30 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[data-mining]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[malware]]></category> <category><![CDATA[privacidade]]></category> <category><![CDATA[spyware]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/google-e-um-spyware/</guid> <description><![CDATA[Faz tempo que quero escrever este texto. Mas sempre achei que seria um pouco exagerado comparar a Google com um spyware. Mas a matéria que saiu na capa da The Economist essa semana me convenceu de que deveria escrever este texto. Muitos afirmam que o Google é o Grande Irmão, por vigiar todos nossos passos. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/google_evento_adsense_techbits.jpg" title="[Google, evento Adsense] " alt="[Google, evento Adsense] " class="floatTL"/>Faz tempo que quero escrever este texto. Mas sempre achei que seria um pouco exagerado comparar a Google com um spyware. <a
href="http://www.economist.com/opinion/displaystory.cfm?story_id=9719610" id="ie0q" title="Mas a matéria que saiu na capa da The Economist">Mas a matéria que saiu na capa da The Economist</a> essa semana me convenceu de que deveria escrever este texto. Muitos afirmam que o Google é o Grande Irmão, por vigiar todos nossos passos. Ou ainda o <a
href="http://google.com" id="e7qn" title="Oráculo">Oráculo</a>, por saber a resposta para tudo. Ou ainda o Google seria a nova Microsoft, que todos adoravam antigamente mas acabou virando &#8220;inimiga&#8221;. De todas as teorias malucas, prefiro dizer que está mais para um spyware que todos concordam em usar.</p><h3>Google vs. Spyware</h3><p>Um <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Spyware" id="jzsx" title="spyware">spyware</a> analisa os seus passos na web e manda para um servidor central. O Google analisa seus passos na web e manda para um servidor central. Um spyware usa as informações obtidas com essa vigilância para vender anúncios ou determinar comportamentos. O Google usa as informações obtidas com essa vigilância para vender anúncios ou determinar comportamentos. Um spyware&#8230;</p><h3>Diferença fundamental</h3><p>Bom, a forma das duas entidades em agir é aproximadamente a mesma. A única diferença é que um spyware está lá sem nosso consentimento enquanto o Google faz exatamente a mesma coisa só que com a nossa ciência dos fatos. No final o objetivo é determinar padrões para ganhar dinheiro. Essa é uma diferença fundamental. Nós concordamos com essa vigilância do Google. Além disso, o Google não vende os dados para terceiros, algo que é nato nos spywares.</p><p>Na essência, todo o poder da Google está exatamente em toda essa informação que obtém de nós. Sem isso não teria como vender anúncios direcionados que é <a
href="http://www.undergoogle.com/blog/2007/09/google-pode-falir.html" id="b-nb" title="a base de toda a sua receita">a base de toda a sua receita</a>. Talvez o Google seja, na verdade, a evolução do spyware, um CRM consentido de milhões de pessoas.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/google-e-um-spyware/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>19</slash:comments> </item> <item><title>Um dia sem o Google</title><link>http://techbits.com.br/2007/um-dia-sem-o-google/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/um-dia-sem-o-google/#comments</comments> <pubDate>Wed, 18 Jul 2007 19:17:54 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[desafio]]></category> <category><![CDATA[dia-sem-google]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[googleless]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/um-dia-sem-o-google/</guid> <description><![CDATA[É complicado passar um dia inteiro sem usar qualquer dispositivo movido a eletricidade. Fazendo uma analogia com o internet, podemos dizer que é complicado usar a grande rede sem tocar qualquer serviço provido pelo Google. Para testar isso o Calebe Aires do blog Gattune lançou o desafio de passar 24h sem usar serviços da gigante [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googleless.jpg" title="[Googleless, logo modificado do Google via Substantivolátil, link abaixo] " alt="[Googleless, logo modificado do Google via Substantivolátil, link abaixo] " />É complicado passar um dia inteiro sem usar qualquer dispositivo movido a eletricidade. Fazendo uma analogia com o internet, podemos dizer que é complicado usar a grande rede sem tocar qualquer serviço provido pelo Google. Para testar isso o <a
href="http://gattune.blog.br/" title="Calebe Aires do blog Gattune">Calebe Aires do blog Gattune</a> lançou o <a
href="http://gattune.blog.br/2007/07/13/um-dia-sem-google-versao-brasil/" title="desafio de passar 24h sem usar serviços da gigante de Montain View">desafio de passar 24h sem usar serviços da gigante de Montain View</a>, semelhante a um <a
href="http://altsearchengines.com/2007/06/10/a-day-without-google/" title="movimento feito na blogosfera americana tempos atrás">movimento feito na blogosfera americana tempos atrás</a>. Resolvi participar apesar do pouco tempo que tive para me preparar. Realmente é um pouco complicado usar a web sem o Google. Por pelo menos 3 vezes, sem querer, entrei na busca do Google para fazer uma pesquisa e só notei minutos mais tarde, após ter achado o que queria e a ficha caído, lembrando-me que estava no dia Googleless.</p><p>obs: <a
href="http://substantivolatil.com/archives/google-nao-nao-pode-nao.php">logo modificado do Google via Substantivolátil</a>.</p><h3>Email</h3><p>Na verdade o dia Googleless foi basicamente um dia sem internet. Fiquei boa parte do dia off-line, mas precisei achar soluções para contornar oGrande Irmão nas 24h propostas. A primeira coisa que fiz foi redirecionar meu email pessoal para uma conta do <a
href="http://hotmail.com" title="Hotmail">Hotmail</a> e o email do Techbits para uma conta do <a
href="http://mail.yahoo.com.br" title="Yahoo!">Yahoo! Mail</a>. O Techbits utiliza o Google Apps e portanto todo email é gerenciado pelo Google. No final, por estar totalmente desacostumado com as interfaces de ambos os serviços, acabei nem lendo meus emails durante do dia sem o Google. Só reparei uma coisa interessante no Yahoo! Mail: a sessão expira de tempos em tempos, algo útil para os que esquecem de dar logout em seus emails em computadores usados por outras pessoas. Ao mesmo tempo essa característica pode ser irritante pois é necessário fazer o login de a cada X minutos.</p><h3>Office e leitor de RSS</h3><p>Para escrever este texto, comecei usando o <a
href="http://thinkfree.com" title="Think Free">Think Free</a>, suíte on-line bastante completa e que possui até um software para apresentações tipo Powerpoint. Na verdade escrevi uns quatro parágrafos lá e fechei a aplicação. Imaginei que o sistema salvaria automaticamente os documentos gerados. Ledo engano, ao voltar lá para recuperar o texto e continuar o relato, tudo que eu havia escrito desapareceu. Não há gravação automática dos documentos como ocorre no Google Docs, aplicação de uso diário no Techbits.</p><p>Quanto à leitura dos feeds RSS, simplesmente deixei de lado. Também sou usuário do <a
href="http://bloglines.com">Bloglines</a>, mas lá mantenho pouquíssimos feeds assinados, menos de 10. Não compensaria assinar todos os mais de trezentos feeds que leio via Google Reader no Bloglines para usar apenas um dia. Optei por visitar individualmente uns 5 sites principais de notícias (na verdade blogs) que acompanho. Sei que é uma perda de tempo visitar os sites via web e não RSS, mas foi a melhor solução que encontrei.</p><h3>A Busca</h3><p>Fiz algumas pesquisas na web. Como já costumo usar o <a
href="http://technorati.com" title="Technorati">Technorati</a> e o <a
href="http://blogblogs.com.br" title="BlogBlogs">BlogBlogs</a> em proporção quase igual ao Google, só depender dessas ferramentas quase supriria todas as minhas necessidades. Mas ambos são sistemas de busca vertical para blogs e não uma ferramenta geral como o Google. Por isso testei o <a
href="http://yahoo.com.br" title="Yahoo!">Yahoo!</a> e o <a
href="http://search.msn.com/" title="Live Seach">Live Search</a>. Pra falar a verdade não lembro da última vez que utilizei qualquer um desses serviços. Gostei do Yahoo! Search, achei o que desejava. Já o Live Search parece não ter regionalização para o Brasil. Todos os resultados foram em inglês e nada relevantes quando o que eu procurava eram sites em português.</p><h3>Techbits</h3><p>O Techbits utiliza vários serviços do Google quando on-line. Para estatísticas, Google Analytics. Não desativei. Para o fornecer RSS, Feedburner. Também não desativei, isso iria prejudicar os leitores do Techbits de forma tão profunda que não faria sentido desativar. A única coisa que desliguei foram os anúncios do Adsense por 24h. A receita do Techbits vai ficar prejudicada em 1/30 do total, o que é aceitável e por isso nem me importei. Claro, vou ter que cancelar a balada do fim de semana por causa desse dia a menos de rendimento. :-)</p><h3>Conclusão</h3><p>É possível (mas complicado) viver sem o Google. Não fiz um teste profundo pois fiquei boa parte do dia off-line. O Google é tão sinônimo de internet que mesmo assim aqui e ali esbarrei com anúncios do Google, caixas de buscas em alguns sites e notícias vindas de Montain View. Uma coisa é certa, se o Google desaparecesse hoje, seria um caos. Os serviços substitutos que encontrei não estiveram à altura em termos de funcionalidade e utilidade para aquilo que espero deles. Ainda bem que as 24h passaram  rapidinho.</p><h4>Leia mais:</h4><ul><li><a
href="http://blogblogs.com.br/search/search?query=dia+sem+google&amp;scope=posts">Vários posts sobre o dia sem o Google</a>, via BlogBlogs</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/um-dia-sem-o-google/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>18</slash:comments> </item> <item><title>Google Maps: cada vez mais parecido com o Earth</title><link>http://techbits.com.br/2007/google-maps-cada-vez-mais-parecido-com-o-earth/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/google-maps-cada-vez-mais-parecido-com-o-earth/#comments</comments> <pubDate>Thu, 12 Jul 2007 22:17:02 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[api]]></category> <category><![CDATA[cloud]]></category> <category><![CDATA[earth]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[mapplets]]></category> <category><![CDATA[maps]]></category> <category><![CDATA[mashup]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/google-maps-cada-vez-mais-parecido-com-o-earth/</guid> <description><![CDATA[O Google Maps está evoluindo com o passar do tempo. Funcionalidades antes só presentes no Google Earth, são incorporadas ao Maps. A última delas foram os Mapplets, informações úteis, externas, tipo widgets, que flutuam sobre os mapas. Por exemplo, há uma camada do Panorâmio, velho conhecido de que usa o Earth. Fotos de vários pontos [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Google livro" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/mapplets.jpg" alt="[Mapplets Google Maps] " class="floatTL" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>O Google Maps está evoluindo com o passar do tempo. Funcionalidades antes só presentes no Google Earth, são incorporadas ao Maps. <a
href="http://www.searchenginejournal.com/introducing-google-mapplets-a-mashup-of-mashups-on-google-maps/5297/" title="A última delas foram os Mapplets">A última delas foram os Mapplets</a>, informações úteis, externas, tipo widgets,   que flutuam sobre os mapas. Por exemplo, há uma camada do Panorâmio, velho conhecido de que usa o Earth. <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:câmera digital" class="bbli">Fotos<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> de vários pontos do planeta, colocadas por usuários, retratam cantos conhecidos das cidades, incluindo o Brasil. Um Mapplet curioso é a coleção de &#8220;crop circles&#8221;, aqueles desenhos feitos por ETs no meio das plantações (imagem acima). O <a
href="http://maps.google.com/">Google Maps</a> vai substituir o <a
href="http://earth.google.com/">Google Earth</a>?</p><h3>Cloud-centric</h3><p>Todos sabem, o Google constrói sua base de software na internet. A web é o sistema operacional. E não está errada na sua escolha de plataforma. A internet é universal, compatível com <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Linux livro " class="bbli">Linux<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>, Windows, Mac, Palm, Symbian, etc&#8230; As <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Application_programming_interface">APIs</a> fazem a integração entre os diversos serviços através da nuvem da internet. Até o pessoal de Redmond <a
href="http://news.com.com/Microsofts+Cloud+OS+takes+shape/2100-1007-6196152.html?part=dht&amp;tag=nl.e703" title="tem seus planos nesta área">tem seus planos nesta área</a>.</p><p>Dados estão em algum servidor perdido na nuvem. Uma aplicação web, um cliente de desktop ou mesmo o seu <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:smartphone Treo 680" class="bbli">smartphone<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>, buscam nesses lugares as informações que necessitam para rodar. É o conceito de rede expandido para englobar toda a internet. Parece óbvio, mas é mais ou menos isso.</p><h3>Maps vs Earth</h3><p>No <a
href="http://code.google.com/events/developerday/br-home.html" title="Google Developer Day">Google Developer Day</a>, a aplicação do Google com as APIs mais desenvolvidas foi certamente o Maps. Não é à toa que, como se fosse um &#8220;Hello World&#8221;, quase todo mundo acaba criando uma mashup que envolva o Google Maps. Além disso, como já foi dito, a cada dia novas funcionalidades poderosas são implementadas a essa plataforma. Chega ao ponto de ficar tão parecida com o Earth que este perde a razão de ser.</p><p>Uma das perguntas que fiz a um dos especialistas em Earth no Google Developer Day foi se um dia o Google Earth acabaria. Minha argumentação é que vemos o Maps evoluindo com uma rapidez impressionante, além da ótima integração para criação de mashups, enquanto o Earth parece ter parado no tempo. Claro, foi negado, e certamente é verdade. O Earth ainda tem funcionalidades não mimetizáveis por um web service. Mas que o Maps está chegando lá, está.</p><h3>Mashups</h3><p><a
href="http://webvapors.betterlabs.net/?p=127" title="Alguns desenvolvedores estão preocupados">Alguns  desenvolvedores estão preocupados</a> com as bilhões de funcionalidades que o Google está incluindo no Maps. Pra quê desenvolver para essa plataforma se logo mais sua incrível criação terá algo similar do próprio Google? Acho que esses desenvolvedores estão chorando à toa. Cada vez que uma funcionalidade nova é implementada no Google Maps, novas  oportunidades surgem para mashups interessantes. É só ter criatividade.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/google-maps-cada-vez-mais-parecido-com-o-earth/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>21</slash:comments> </item> <item><title>Google Apps e a segurança da informação</title><link>http://techbits.com.br/2007/google-apps-e-a-seguranca-da-informacao/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/google-apps-e-a-seguranca-da-informacao/#comments</comments> <pubDate>Tue, 10 Jul 2007 17:17:28 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[boeing]]></category> <category><![CDATA[gfs]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[google-apps]]></category> <category><![CDATA[segurança]]></category> <category><![CDATA[segurança-da-informação]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/google-apps-e-a-seguranca-da-informacao/</guid> <description><![CDATA[O Google fornece para pequenas e médias empresas um pacote chamado de Google Apps, que consiste em gerenciamento de email, documentos, calendário e mensageiro instantâneo. Se o cliente tem poucos usuários (caso do Techbits) o serviço é gratuito. Para operações um pouco maiores custa 50 dólares anuais por usuário, uma barganha (*). O grande problema [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/google.gif" alt="[Google] " />O Google fornece para pequenas e médias empresas um pacote chamado de Google Apps, que consiste em gerenciamento de email, documentos, calendário e mensageiro instantâneo. Se o cliente tem poucos usuários (caso do Techbits) o serviço é gratuito. Para operações um pouco maiores custa 50 dólares anuais por usuário, uma barganha (*). O grande problema é a segurança da informação. Os dados ficam armazenados em servidores do Google, em algum lugar do mundo. Como  convencer os CIOs de que essa é uma solução segura? <a
href="http://www.googlediscovery.com/2007/07/09/google-adquire-postini-por-us625-milhoes/">Ontem foi anunciada a compra da Postini</a>, empresa especializada em segurança online.</p><p>A idéia do Google é convencer grandes empresas a migrar suas plataformas para o Google Apps. Atualmente <a
href="http://gattune.blog.br/2007/07/09/google-pretende-adicionar-jotspot-ao-google-aplicativos/" title="cerca de 1000 pequenas empresas começam a usar o Google Apps todos os dias">cerca de 1000 pequenas empresas começam a usar o Google Apps todos os dias</a>. Mostrar que a plataforma é segura pode facilitar a venda de pacotes pagos. Um dos fatores que fazem a TIC manter os sistemas legados é que conseguem gerenciar razoavelmente bem as regras de negócios. Se o Google mostrar que sua plataforma pode substituir com segurança esses sistemas, está aberta a porta para conquistar fortemente o mercado corporativo.</p><p>O interessante é que o Google não mantém apenas uma cópia ou duas das informações. O sistema deles funciona em uma espécie de grid computing, com sistema de arquivos próprios chamado de GFS (<a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Google_File_System" title="Google File System">Google File System</a>, o que mais poderia ser essa sigla?). Mesmo que um servidor pegue fogo, pife, seja destruído, várias outras cópias dele rodam em outro lugar e assumem imediatamente, sendo totalmente transparente para o usuário.</p><p>Um organização que queira ter um sistema seguro para evitar perda de informações teria que investir milhões e assim mesmo ficaria vulnerável caso mantenha poucas cópias backup, mesmo em lugares distantes. Obviamente não adianta manter o backup no mesmo prédio da cópia principal. E seu datacenter for vítima da <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-sindrome-do-boeing/" title="síndrome do Boeing">síndrome do Boeing</a>? Claro que a solução que o Google implementa <strong>não</strong> é perfeita. Mas possui um ótimo custo-benefício para a maioria das organizações.</p><p><strong>[Atualização]: (*)</strong> O Alex Hubner do <a
href="http://www.cfgigolo.com">CFGigolô</a> informa que o <a
href="http://www.cfgigolo.com/archives/2007/07/google_apps_nao_aceita_pagamentos_do_brasil.html">Google Apps não aceita pagamentos de empresas brasileiras</a>, o que é um problema para a expansão do serviço aqui no Brasil. Assim o Google Apps fica restrito apenas à versão gratuita, ou seja, para microempresas.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/google-apps-e-a-seguranca-da-informacao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>21</slash:comments> </item> <item><title>O Google e a privacidade</title><link>http://techbits.com.br/2007/o-google-e-a-privacidade/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/o-google-e-a-privacidade/#comments</comments> <pubDate>Wed, 13 Jun 2007 01:17:38 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[privacidade]]></category> <category><![CDATA[privacy-international]]></category> <category><![CDATA[relatório]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/o-google-e-a-privacidade/</guid> <description><![CDATA[Um relatório divulgado dias atrás aponta o Google como a pior das piores empresas quando o assunto é privacidade. Li o longuíssimo relatório, o PDF com os resultados e vários outros posts sobre o assunto e posso dizer que a Privacy International, entidade que divulgou esse estudo preliminar (a versão final só sai em Setembro), [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/google_street_view_robots_txt.jpg" title="[Google Street View Robots.txt] " alt="[Google Street View Robots.txt] " class="floatTL"/><a
href="http://www.googlediscovery.com/2007/06/11/google-lidera-lista-de-violacao-a-privacidade/" title="Um relatório divulgado dias atrás">Um relatório divulgado dias atrás</a> aponta o Google como a pior das piores empresas quando o assunto é privacidade. Li o <a
href="http://www.privacyinternational.org/article.shtml?cmd%5B347%5D=x-347-553961" title="longuíssimo relatório">longuíssimo relatório</a>, o <a
href="http://www.privacyinternational.org/issues/internet/interimrankings.pdf" title="PDF com os resultados">PDF com os resultados</a> e vários outros posts sobre o assunto e posso dizer que a Privacy International, entidade que divulgou esse estudo preliminar (a versão final só sai em Setembro), exagerou. Claro que o Google, por armazenar tanta informação sobre nós, pode representar uma séria ameaça à privacidade. Tanto que certa vez falei que o <a
href="http://techbits.com.br/2007/orkut-o-maior-crm-do-brasil/" title="orkut é o maior CRM do Brasil">orkut é o maior CRM do Brasil</a> e poderia estender essa afirmação para o Google como um todo.</p><p><small>(*) imagem que ilustra este texto foi retirado do <a
href="http://www.guiabuscadores.com/blog/2007/117/">guiabuscadores</a>. </small></p><h3>Intriga</h3><p>Quase que simultaneamente à divulgação do relatório a <a
href="http://www.privacyinternational.org/article.shtml?cmd%5B347%5D=x-347-553964" title="Privacy International publicou uma carta aberta ao CEO da Google">Privacy International publicou uma carta aberta ao CEO da Google</a> dizendo que a gigante de Mountain View estava manipulando jornalistas a acreditarem que a entidade está ligada à Microsoft. De fato, uma de suas cadeiras é preenchida por um funcionário da empresa de Redmond. Como o relatório analisa a MS também, além de outras várias empresas, não seria certo ter em seus quadros representantes de cada uma delas ou, melhor, de nenhuma? Conflito de interesses.</p><h3>Subpoena (*) do Departamento de Justiça</h3><p>O relatório omite o fato de que no ano passado, ao serem questionadas pelo governo americano a fornecer resultados de buscas, a Microsoft e a Yahoo! prontamente atenderam esse pedido, sem reclamar. Se você não percebeu, vazaram informações de busca para o governo americano simplesmente porque eles pediram. <a
href="http://www.eff.org/news/archives/2006_01.php#004328" title="O Google não se curvou e não atendeu ao pedido do governo">O Google não se curvou e não atendeu ao pedido do governo</a>, protegendo os dados de seus usuários.</p><p>O Google é a única das empresas de busca que divulgou sua política para manter anônimos os termos de buscas pesquisados. <a
href="http://googleblog.blogspot.com/2007/06/how-long-should-google-remember.html" title="Após 18 meses os dados não serão mais relacionados a um usuário específico">Após  18 meses os dados não serão mais relacionados a um usuário específico</a>. As outras empresas não possuem políticas neste sentido e por isso o relatório da Privacy International, dá o benefício da dúvida e não as pontua negativamente. Como?</p><p><small>(*) não sei traduzir este termo. Algum advogado por aí? <strong>[atualização]</strong>: o <a
href="http://www.solutio360.com/">Danilo</a> diz nos comentários que subpoena é intimação.</small></p><h3>Você confiaria seus dados ao Google?</h3><p><a
href="http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/" title="Esse é um assunto que já discuti aqui no Techbits">Esse é um assunto que já discuti aqui no Techbits</a>. Com o crescimento de softwares on-line, mais e mais de nossas informações importantes estão on-line. Uso para o Techbits o Google Textos e Planilhas (Docs &amp; Spreadsheets). Todos os textos que escrevo aqui e no Meio Bit são feitos através desta plataforma. Algumas planilhas com informações sensíveis estão armazenados neste sistema. Todo meu e-mail é gerenciado pelo Gmail ou Google Apps.</p><p>Não é muito diferente de usar o cartão de crédito para pagar por produtos e serviços ou o celular para fazer ligações. Sua operadora de cartão sabe tudo o que você compra, os horários, os valores. Pode até correlacionar você a alguma pessoa se vocês sempre almoçam juntos e cada um paga com seu cartão. Hum&#8230; esses dois sempre consomem coisas no estabelecimento X, no mesmo horário&#8230; hum&#8230; O mesmo vale para sua operadora de celular. Sabem para quem você liga, quem liga para você e até sua posição geográfica aproximada. E ninguém levanta as armas contra elas.</p><p>Se os dados são manipulados por máquinas, não vejo problema algum de privacidade. O que não pode acontecer é isso vazar para pessoas como a <a
href="http://techbits.com.br/2006/e-a-privacidade-foi-pro-brejo/" title="AOL fez estupidamente no final do ano passado">AOL fez estupidamente no final do ano passado</a>.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://searchengineland.com/070610-100246.php" title="Google Bad On Privacy? Maybe It's Privacy International's Report That Sucks">Google Bad On Privacy? Maybe It&#8217;s Privacy International&#8217;s Report That Sucks</a>, via Seach Engine Land</li><li><a
href="http://blogs.zdnet.com/Google/?p=604" title="Close all Google accounts: Google doesn’t care about privacy">Close all Google accounts: Google doesn’t care about privacy</a>, via Googling Google</li><li><a
href="http://www.mattcutts.com/blog/privacy-international-loses-all-credibility/" title="Why I disagree with Privacy International">Why I disagree with Privacy International</a>, via Matt Cutts</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/o-google-e-a-privacidade/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>21</slash:comments> </item> <item><title>Google Gears: o primeiro passo para aplicativos web off-line</title><link>http://techbits.com.br/2007/google-gears-o-primeiro-passo-para-aplicativos-web-off-line/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/google-gears-o-primeiro-passo-para-aplicativos-web-off-line/#comments</comments> <pubDate>Mon, 04 Jun 2007 18:17:48 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[gear]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[off-line]]></category> <category><![CDATA[reader]]></category> <category><![CDATA[software-on-line]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <category><![CDATA[web-services]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/google-gears-o-primeiro-passo-para-aplicativos-web-off-line/</guid> <description><![CDATA[Aplicativos web estão se tornando realidade mas têm um grave problema: só são úteis quando estamos conectados à internet. Isso está para mudar e um dos passos foi dado pelo Google na semana passada ao lançar o Gears, uma API que permite criar aplicativos web que funcionam off-line. E o primeiro desses aplicativos já saiu [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/web20.png" title="[Web 2.0 off-line] " alt="[Web 2.0 off-line] " class="floatTL" />Aplicativos web estão se tornando realidade mas têm um grave problema: só são úteis quando estamos conectados à internet. Isso está para mudar e um dos passos foi dado pelo Google na semana passada ao lançar o Gears, uma API que permite criar aplicativos web que funcionam off-line. E o primeiro desses aplicativos já saiu e se materializou no <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Google" class="bbli">Google<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> Reader, permitindo leitura de feeds quando off-line.</p><p>Ao instalarmos o Google Gear em um PC, um servidor local, um banco de dados e um sistema que executa requisições assíncronas entra em operação permitindo que aplicações web compatíveis armazenem informações e rodem off-line. Uma das desvantagens dos aplicativos web está caindo. É provável que muitas pessoas que antes olhavam desconfiadas para softwares on-line passem a testá-los. <a
href="http://www.tnow.com.br/software/google-gears-quer-redefinir-conceito-de-offline/" title="Os limites entre o on-line e o off-line serão extintos">Os limites entre o on-line e o off-line serão extintos</a>.</p><p>Testei o <a
href="http://google.com/reader" title="Google Reader off-line">Google Reader off-line</a> e funcionou muito bem. Ele faz o download dos últimos 2000 textos para seu computador e conseguimos ler tudo off-line. Quando a conexão volta é só apertar um botão e tudo é sincronizado. Fiz inclusive um teste fechando o navegador e abrindo de novo. O Google Reader entra normalmente, off-line, como se etivéssemos conectado. Incrível. O único porém é que as imagens dos posts não são exibidas. Pudera, não dá pra armazena localmente imagens de 2000 textos.</p><p>A grande vantagem de uma aplicação on-line é ser acessível de qualquer lugar que possua acesso à internet. A vantagem do off-line é ser acessível quando não temos a grade rede, mas ficamos presos a uma única máquina. A mistura de ambos os ambientes é uma das barreiras que se precisa atravessar para a ampla utilização de web services.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://code.google.com/apis/gears/architecture.html">Choosing an Offline Application Architecture</a>, via Google Gear API Developer&#8217;s Guide</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/google-gears-o-primeiro-passo-para-aplicativos-web-off-line/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>28</slash:comments> </item> <item><title>A importância do Feedburner para o Google</title><link>http://techbits.com.br/2007/a-importancia-do-feedburner-para-o-google/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/a-importancia-do-feedburner-para-o-google/#comments</comments> <pubDate>Sat, 02 Jun 2007 03:17:57 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[feed]]></category> <category><![CDATA[feedburner]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[mashup]]></category> <category><![CDATA[rss]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/a-importancia-do-feedburner-para-o-google/</guid> <description><![CDATA[Toda semana o Google compra alguma empresa. A bola da vez é o Feedburner. Após os rumores da semana passada, foi anunciado oficialmente que o Feedburner é do Google. Não há informação de valores mas o mercado estima que a compra foi feita por 100 milhões de dólares. Para quem não sabe, o Feedburner é [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/google_feedburner.png" title="[Google Feedburner] " alt="[Google Feedburner] " />Toda semana o Google compra alguma empresa. A bola da vez é o <a
href="http://feedburner.com" title="Feedburner">Feedburner</a>. Após os rumores da semana passada, foi anunciado oficialmente que o <a
href="http://www.googlediscovery.com/2007/06/01/google-finaliza-a-compra-do-feedburner/" title="Feedburner é do Google">Feedburner é do Google</a>. Não há informação de valores mas o mercado estima que a compra foi feita por 100 milhões de dólares. Para quem não sabe, o Feedburner é o maior sistema gerenciador de feeds RSS do mundo. É utilizado pela maioria dos blogs &#8211; incluindo o Techbits &#8211; e <a
href="http://marshallk.com/why-buying-feedburner-is-really-smart-of-google" title="muitos sites grandes como PC World e Reuters">muitos sites grandes como PC World e Reuters</a>. Tecnicamente nenhum site precisaria do Feedburner para gerenciar seu RSS. Sistemas de gestão de conteúdo como o WordPress ou Drupal criam seus feeds automaticamente. Mas queimar o feed no Feedburner traz uma série de benefícios para leitores e publicadores. É isso que o Google está comprando.</p><h3>Leitor de feeds é leitor VIP</h3><p>O leitor do seu site que o acompanha através de feed RSS é VIP. Ao assiná-lo esse usuário está dizendo que gosta do seu conteúdo, aprecia as informações e opiniões que passa, está atento ao que é publicado. São leitores fiéis que quando você os encontra, lembram direitinho de um post antigo seu sobre determinado assunto. Ah, e preferem o <a
href="http://arcanjo.org/disponibilize-seu-feed-completo/" title="feed completo">feed completo</a>.</p><p>Em resumo, são leitores que estão realmente interessados em seu conteúdo. Dito isso, vem a pergunta: o que o Google tem a ver com isso? Tudo! Eles estão no negócio de vender anúncios. Faturaram cerca de 10 bilhões de dólares fazendo isso no ano passado. Publicar anúncios para esse público antenado significa atingir em cheio os alvos importantes. Anúncio direcionado para o leitor antenado, simples assim. O potencial é enorme.</p><h3>Distribuição de conteúdo</h3><p>Hoje é impossível manter-se informado tendo que entrar em cada um dos sites que você conhece para obter informação. O negócio é usar RSS para otimizar o tempo e maximizar a absorção de conhecimento. A web continua lá pois é o meio pelo qual sites e blogs são encontráveis, onde a estrutura de hyperlinks funciona e você vê e é visto. Mas a função de distribuir informação de forma eficiente está com o feed RSS.</p><p>Essa aquisição mostra como os feeds estão se tornando parte importante da distribuição de conteúdo. O surgimento de serviços que misturam os feeds (<a
href="http://techbits.com.br/2007/yahoo-pipes-a-web-como-um-banco-de-dados/">Pipes</a>, <a
href="http://techbits.com.br/2007/mashup-para-as-massas/">PopFly</a>) é outro sinal desta importância. A web é a janela para o mundo. O feed é onde você o acompanha.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/a-importancia-do-feedburner-para-o-google/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>14</slash:comments> </item> <item><title>Efeito DoubleClick</title><link>http://techbits.com.br/2007/efeito-doubleclick/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/efeito-doubleclick/#comments</comments> <pubDate>Tue, 01 May 2007 05:17:28 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[microsoft]]></category> <category><![CDATA[publicidade]]></category> <category><![CDATA[rightmedia]]></category> <category><![CDATA[yahoo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/efeito-doubleclick/</guid> <description><![CDATA[Pouco mais de duas semanas após a aquisição da DoubleClick pela Google, a Yahoo! mostra suas garras e anuncia a compra dos 80% da RightMedia que ainda não era dona. A RightMedia é uma empresa de publicidade on-line e vem a se juntar ao projeto Panama, sistema de anúncios da Yahoo! em andamento há pouco [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/yahoo.png" title="[Yahoo!] " alt="[Yahoo!] " />Pouco mais de duas semanas após a <a
href="http://meiobit.com/google/google_compra_doubleclick_por_us_3_1_bilh_es" title="aquisição da DoubleClick pela Google">aquisição da DoubleClick pela Google</a>, a Yahoo! mostra suas garras e anuncia a compra dos 80% da RightMedia que ainda não era dona. A RightMedia é uma empresa de publicidade on-line e vem a se juntar ao projeto Panama, sistema de anúncios da Yahoo! em andamento há pouco tempo. A aquisição faz sentido já que a RightMedia atua na mesma área da DoubleClick. O curioso é que a publicidade on-line parece cansada da cauda longa (links patrocinados) e voltando para um modelo de negócios dito do século passado (banners). Vai entender&#8230;</p><h3>Yahoo!: novo CEO?</h3><p>A Yahoo! tem decepcionado os investidores nos últimos tempos. Tanto que alguns especulam que <a
href="http://www.businessweek.com/technology/content/apr2007/tc20070418_147492.htm?chan=technology_technology+index+page_top+stories" title="está na hora de trocar de CEO">está na hora de trocar de CEO</a>. Na divulgação dos resultados do último trimestre ficou 11% abaixo do que os analistas previam enquanto a Google e a Microsoft supreenderam com crescimento acima do esperado. Apesar da crise, um dos comentários no post em que Terry Semel anuncia a compra da RighMedia, um provável funcionário da empresa <a
href="http://www.valleywag.com/tech/yahoo/terry-we-have-complete-faith-in-your-leadership-256591.php" title="diz confiar totalmente em sua liderança">diz confiar totalmente em sua liderança</a> e pede para ficar pelo menos mais 5 anos.</p><p>O projeto Panama levou muito tempo para entrar efetivamente no ar. A Yahoo! está em crise já faz um tempo e esse projeto seria a salvação para sua receita que não cresce. Além disso, o fortalecimento do Google na publicidade on-line tem sido uma pedra no sapato do, outrora, mecanismo de busca dominante.</p><h3>Microsoft</h3><p>As más línguas dizem que a Microsoft não perdeu o leilão pela DoubleClick e <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20070422-doubleclick-may-have-spurned-offer-from-microsoft.html" title="sim foi preterida em favor do Google">sim foi preterida em favor do Google</a>. Todo dinheiro de Redmond não foi suficiente para vencer o pessoal de Montain View. Agora é esperar que a Microsoft faça algum movimento dentro do mercado de publicidade on-line, ramo no qual tem apresentado resultados pífios frente às rivais. Esse assunto está ficando cada vez mais interessante!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/efeito-doubleclick/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>7</slash:comments> </item> <item><title>A base de dados das intenções ao quadrado</title><link>http://techbits.com.br/2007/a-base-de-dados-das-intencoes-ao-quadrado/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/a-base-de-dados-das-intencoes-ao-quadrado/#comments</comments> <pubDate>Mon, 23 Apr 2007 13:17:37 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[base-de-dados-das-intenções]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[privacidade]]></category> <category><![CDATA[web-history]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/a-base-de-dados-das-intencoes-ao-quadrado/</guid> <description><![CDATA[Todos sabem que o Google tudo sabe. Onde você faz suas buscas? Google. Onde você lê seu email? Gmail. Onde você se relaciona virtualmente com as pessoas? Orkut. Qual o leitor de RSS dominante? Google Reader. Qual sistema de anúncios que retira o contexto de um texto para atingir melhor o alvo? Adwords/ Adsense&#8230; Tudo [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/google.gif" title="[Google] " alt="[Google] " />Todos sabem que o Google tudo sabe. Onde você faz suas buscas? Google. Onde você lê seu email? Gmail. Onde você se relaciona virtualmente com as pessoas? Orkut. Qual o leitor de RSS dominante? Google Reader. Qual sistema de anúncios que retira o contexto de um texto para atingir melhor o alvo? Adwords/ Adsense&#8230; Tudo que o Google faz o tempo todo é analisar o comportamento on-line das pessoas e transformar isso em estatísticas ou melhorias em seus algoritmos. Na semana passada <a
href="http://www.googlediscovery.com/2007/04/19/google-web-history/" title="a gigante de Montain View anunciou o Web history">a gigante de Montain View anunciou o Web History</a>, mais um desses serviços que junta dados sobre pessoas. Já se foi o tempo em que você sabia mais sobre você mesmo do que o próprio Google.</p><h3>Web History</h3><p>Até então já existia seu histórico de pesquisas na web, por meio do qual, acabo de descobrir que neste ano de 2007 só não pesquisei uma palavra no Google em 17 dos 113 dias decorridos até hoje. Mas agora isso foi englobado pelo <a
href="http://www.google.com/history/" title="Web History">Web History</a>, que grava todas as URLs visitadas, com data, hora, número de visualizações&#8230; Claro, você é que opta por instalar o software que permite isso. E também opta por deixar a funcionalidade ativa. Eu que sempre apaguei os cookies do browser, jamais deixei rastros dos sites que visitei, dá um nó no cérebro pensar que acabo de ativar tal serviço no Google para testes. E pretendo mantê-lo, explico no final do post o porquê.</p><h3>Base de dados das Intenções</h3><p>Quem leu o ótimo livro A Busca, do <a
href="http://battellemedia.com/">John Battelle</a>, sabe do que estou falando. O primeiro capítulo é dedicado à <a
href="http://battellemedia.com/archives/000063.php" title="base de dados das intenções">base de dados das intenções</a>. É assim que Battelle define a gigante de Montain View. O autor percebeu isso ao analisar o <a
href="http://http://www.google.com/press/zeitgeist.html" title="Google Zeitgeist">Google Zeitgeist</a> e segundo o livro, a base de dados das intenções&#8230;</p><blockquote><p>&#8220;(&#8230;) é constituída simplesmente pelos resultados agregados de todas as buscas já feitas, todas as listas de resultados já oferecidas e todos os caminhos tomados em conseqüência delas. (&#8230;) Em conjunto estas informações representam a história em tempo real da cultura pós-Web &#8211; uma enorme base de dados de desejos, necessidades, vontades e preferências que podem ser descobertas, citadas, arquivadas, seguidas e exploradas para todos os fins.&#8221;</p></blockquote><p>Ou seja, aquela caixinha de busca do Google sabe o que você quer, sabe o que você clicou, sabe o que você leu. Genial e ao mesmo tempo assustador&#8230;</p><h3>Privacidade</h3><p>O que o Google faz ao armazenar tanta informação sobre nós? Tem alguém lá lendo tudo que pesquisamos na web ou nossos emails? Creio que não. O Google manipula os dados eletronicamente. Não há pessoas envolvidas e sim máquinas traçando tendências, tipos de comportamento, essas coisas. Se as informações não são usadas por um ser humano, não configura invasão de privacidade.</p><p>É isso que me deixa tranqüilo em usar uma funcionalidade que grava tudo que visito no Firefox. Prefiro deixar assim, protegido por senha, ou seja, só eu tenho acesso, do que deixar histórico no navegador, que outras pessoas podem ter acesso.</p><h4>Leia mais:</h4><ul><li><a
href="http://searchengineland.com/070419-181618.php">Google Search History Expands, Becomes Web History</a>, via Search Engine Land</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/a-base-de-dados-das-intencoes-ao-quadrado/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>20</slash:comments> </item> <item><title>Google: máquina de publicidade</title><link>http://techbits.com.br/2007/google-maquina-de-publicidade/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/google-maquina-de-publicidade/#comments</comments> <pubDate>Mon, 16 Apr 2007 21:17:38 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[doubleclick]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[microsoft]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <category><![CDATA[monopólio]]></category> <category><![CDATA[publicidade]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/google-maquina-de-publicidade/</guid> <description><![CDATA[Muita gente que converso não faz idéia de como o Google ganha dinheiro. Sempre faço a piada &#8211; sem graça, por sinal &#8211; perguntando se eles não pagam mensalidade para usar os serviços do Google. As pessoas ficam confusas&#8230; Aí explico que a busca, juntamente com algoritmos que traçam o perfil das pessoas, mais localização [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/google.gif" title="[Google] " alt="[Google] " />Muita gente que converso não faz idéia de como o Google ganha dinheiro. Sempre faço a piada &#8211; sem graça, por sinal &#8211; perguntando se eles não pagam mensalidade para usar os serviços do Google. As pessoas ficam confusas&#8230; Aí explico que a busca, juntamente com algoritmos que traçam o perfil das pessoas, mais localização geográfica e outras variáveis são usados pelo Google para mostrar anúncios direcionados, com grande chance de atingir seu objetivo. E todos ficam maravilhados. Pois é, o <a
href="http://techbits.com.br/2007/orkut-o-maior-crm-do-brasil/" title="Google é um CRM gigante">Google é um CRM gigante</a> que vende anúncios.</p><h3>Google e DoubleClick</h3><p>A notícia do fim de semana foi a compra da <a
href="http://www.meiobit.com/google/google_compra_doubleclick_por_us_3_1_bilh_es" title="DoubleClick pelo Google pelo preço de dois YouTubes">DoubleClick pelo Google pelo preço de dois YouTubes</a>. A DoubleClick representa tudo que o Google nunca quis ser em termos de publicidade on-line. Com anúncios intrusivos, pouco relevantes, surpreende o acordo de 3,1 bilhões de dólares por uma empresa de publicidade on-line das antigas que fatura cerca de 10% disso por ano. O segredo está na aposta para o futuro e também no fortalecimento do Google em uma de suas competência principais: vender anúncios. Ao mesmo tempo evita que concorrentes como a Microsoft ou o Yahoo! se aproximem de seu domínio.</p><h3>Monopólio</h3><p>Agora surge a história de que a <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20070416-irony-alert-microsoft-att-oppose-googledoubleclick-merger-on-antitrust-grounds.html" title="Microsoft está preocupada com o possível monopólio do Google">Microsoft está preocupada com o possível monopólio do Google</a> quando falamos de publicidade on-line. Toda ironia vem do fato de que a Microsoft é uma gigante que sempre negou ter monopólio apesar de estar presente em quase todos os PCs do mundo. O mercado de sistemas operacionais é praticamente impenetrável, mas como os softwares estão migrando para a web o jogo está mudando rapidamente de lado. Com a emergência de gigantes da internet quem reclama agora de monopólio nas concorrentes é a própria Microsoft.</p><h3>Diversificação</h3><p>Mas o Google não está contente só com a web. Que anunciar em todos os lugares. Na TV, nos jornais, rádio, etc&#8230; Hoje mesmo acaba de anunciar uma <a
href="http://www.undergoogle.com/blog/2007/04/google-adsense-para-rdios.html" title="parceria para anúncios em rádio com a Clear Channel">parceria para anúncios em rádio com a Clear Channel</a>, maior rede de rádios dos EUA. Se o Google conseguir criar formas de anúncio altamente relevantes em outras mídias, certamente não só empresas de publicidade on-line é que devem se preocupar e sim o mercado como um todo.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/google-maquina-de-publicidade/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> <item><title>Orkut: o maior CRM do Brasil</title><link>http://techbits.com.br/2007/orkut-o-maior-crm-do-brasil/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/orkut-o-maior-crm-do-brasil/#comments</comments> <pubDate>Wed, 11 Apr 2007 23:17:00 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[buyukkokten]]></category> <category><![CDATA[crm]]></category> <category><![CDATA[data-mining]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[orkut]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/orkut-o-maior-crm-do-brasil/</guid> <description><![CDATA[Acompanhei pela internet a palestra do Orkut Buyukkokten no auditório da FEA-USP. A qualidade do &#8220;sinal&#8221; estava muito ruim e o som muito baixo. Mesmo assim absorvi a essência da palestra e das perguntas que se seguiram. O que pude entender é que basicamente o orkut é um CRM gigante do qual o pessoal da [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/orkut.png" alt="[orkut] " title="[orkut] " />Acompanhei pela internet a palestra do Orkut Buyukkokten no auditório da FEA-USP. A qualidade do &#8220;sinal&#8221; estava muito ruim e o som muito baixo. Mesmo assim absorvi a essência da palestra e das perguntas que se seguiram. O que pude entender é que basicamente o orkut é um <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/CRM">CRM</a> gigante do qual o pessoal da gigante de Montain View consegue retirar tendências como no <a
href="http://www.google.com/press/zeitgeist.html">Google Zeitgeist</a> ou na <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Wisdom_of_Crowds">sabedoria das multidões</a>.</p><h3>Gado humano</h3><p>Dentro do <a
href="http://orkut.com">orkut</a> as pessoas se cadastram e colocam em seus profiles tudo quanto é informação. Cada um desses pedaços não tem muita relevância para o Google mas ao juntar as tendências, a robotização de comportamentos, o orkut mostra coisas surpreendentes, com tudo o que qualquer <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:marketing livro" class="bbli">marketeiro<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> gostaria: informações sobre pessoas (consumidores), alimentadas por elas mesmas e em constante evolução.</p><p>Não lembro dos exemplos dados, mas é impressionante as correlações que eles fazem dizendo que pessoas de tal tipo geralmente possuem tais e tais características. Chego à  conclusão de que existe apenas poucos tipos diferentes de pessoas e em cada grupo, todas são iguais à s outras. Tudo gado humano.</p><h3>Crimes no orkut</h3><p>Interessante mesmo foi a pergunta de um estudante de jornalismo da USP sobre a opinião do Sr. Orkut sobre crimes que ocorrem dentro da rede social. Melhor resposta, impossível: existem pessoas boas e pessoas más. Crimes acontecem em todos os lugares, seja na vida real, seja na vida on-line. Como no Brasil boa parte da população está no orkut, acontece de criminosos estarem lá também. Perfeitamente normal. Ponto positivo.</p><p>Mas o Orkut Buyukkokten avisou que o site colabora com o governo brasileiro e que este pode solicitar diretamente a retirada de informações da rede social. Ponto negativo.</p><h3>Monetização</h3><p>Surgiu também a pergunta de como o Google fatura com o orkut. Anúncios, claro. Mas não é tão simples assim. Pegando todas as informações do orkut, juntando seu mecanismo de busca, padrões de comportamente, fica claro que tudo isso é usado para maximizar a venda de anúncios. Sabendo o que o perfil do usuário, seus comportamentos e tudo o mais, fica fácil mostrar anúncios segmentados com maior chance de chamar a atenção.</p><p>A palestra foi interessante, gostaria de ter ido, mas ao ligar para a FEA fui informado que só alunos atuais da universidade poderiam acompanhar. Nada mais natural, estavam lá também pessoas do Google Brasil querendo saber quem quer trabalhar na empresa. E você nem precisa dizer quem você é. Eles já sabem.</p><h4>Veja também:</h4><ul><li><a
href="http://picasaweb.google.com/brasilphotos/">álbum de fotos do Orkut Buyukkokten</a> em sua passagem pelo Brasil</li><li><a
href="http://imezzo.wordpress.com/2007/04/12/sr-orkut-ludico-e-performatico/">Sr. Orkut: lúdico e performático</a>, via Intermezzo</li><li><a
href="http://imezzo.wordpress.com/2007/04/12/tecnicamente-orkut-dissse/">Tecnicamente, Orkut disse…</a>, via Intermezzo</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/orkut-o-maior-crm-do-brasil/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>12</slash:comments> </item> <item><title>Easter Eggs na web</title><link>http://techbits.com.br/2007/easter-eggs-na-web/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/easter-eggs-na-web/#comments</comments> <pubDate>Sun, 08 Apr 2007 13:17:01 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[easter-egg]]></category> <category><![CDATA[firefox]]></category> <category><![CDATA[geek]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[ovos-de-páscoa]]></category> <category><![CDATA[web]]></category> <category><![CDATA[wordpress]]></category> <category><![CDATA[yahoo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/easter-eggs-na-web/</guid> <description><![CDATA[Domingo de Páscoa, Pessah. Muita gente ganha ovos de chocolate&#8230; Enquanto isso geeks se divertem com outros ovos de Páscoa, conhecidos pelo seu nome em inglês Easter Eggs. Muitos softwares possuem easter eggs escondidos em seus códigos e que se revelam após a execução de algum comando ou uma seqüência deles. São brincadeiras escondidas e [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/ovos_de_pascoa.jpg" title="[Ovos de Páscoa, via Flickr, CC] " alt="[Ovos de Páscoa, via Flickr, CC] " />Domingo de Páscoa, <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pessach">Pessah</a>. Muita gente ganha ovos de chocolate&#8230; Enquanto isso geeks se divertem com outros ovos de Páscoa, conhecidos pelo seu nome em inglês Easter Eggs. Muitos softwares possuem easter eggs escondidos em seus códigos e que se revelam após a execução de algum comando ou uma seqüência deles. São brincadeiras escondidas e na maioria das vezes, diversão garantida. Para geeks, claro! Não conheço muitos easter eggs relacionados à  web &#8211; e nem todos os que vou mostrar são genuinamente da web &#8211; mas vou descrever alguns deles aqui.</p><h3>Yahoooooooooo!</h3><p>Esse é simples e interessante. Tudo o que você precisa é ir à  página do <a
href="http://yahoo.com" title="Yahoo.com">Yahoo.com</a> e clicar no sinal de exclamação &#8220;!&#8221;. Não funciona na página em português, só na do Yahoo americano.</p><h3>A resposta para a vida</h3><p>Douglas Adams escreveu o ótimo &#8220;Guia dos Mochileiros das Galáxias&#8221;. Entre outras coisas, uma piada da obra virou clássica entre geeks. No livro um supercomputador foi criado para responder a maior de todas as questões: &#8220;the answer to life, the universe and everything&#8221; (<a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:Filosofia livro" class="bbli">a resposta para a vida, o universo e tudo mais<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>). Claro, o oráculo responde. <a
href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=the+answer+to+life%2C+the+universe+and+everything&amp;btnG=Pesquisar&amp;meta=" title="É só perguntar">É só perguntar</a>&#8230;</p><h3>Firefox</h3><p>Se você gosta de profecias e usa o Firefox, digite na barra de endereços <a
href="about:mozilla">about:mozilla</a>. Uma profecia tomará sua tela na qual forças do bem vencem o mal&#8230; se é que você me entende.</p><h3>WordPress</h3><p>Para os que tem blog e usam como CMS o WordPress, essa dica é interessante. No editor de textos, pressione ALT + Shift + V. Pronto, surpresa! Isso funciona no Firefox. Se você ainda insiste em usar o Internet Explorer (eca!), <a
href="http://tecnoblog.net/archives/easter-egg-editor-de-texto-avancado.php" title="vá ao Tecnoblog para a dica completa">vá  ao Tecnoblog para a dica completa</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/easter-eggs-na-web/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>17</slash:comments> </item> <item><title>Google compra Microsoft</title><link>http://techbits.com.br/2007/google-compra-microsoft/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/google-compra-microsoft/#comments</comments> <pubDate>Sun, 01 Apr 2007 17:17:19 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[1o.-de-abril]]></category> <category><![CDATA[bill-gates]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[microsoft]]></category> <category><![CDATA[orkut]]></category> <category><![CDATA[piada]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/google-compra-microsoft/</guid> <description><![CDATA[Pois é, aconteceu. O Google quer dominar o mundo e não existe melhor forma de fazer isso do que comprando a Microsoft. Por trocentos ziguilhões de caraminguás a empresa de Montain View comprou a gigante de Redmond. Até então a briga estava crescendo tanto nos setores de busca, quanto de suítes office e mais recentemente [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/google_microsoft.png" title="[Google e Microsoft] " alt="[Google e Microsoft] " />Pois é, aconteceu. O Google quer dominar o mundo e não existe melhor forma de fazer isso do que comprando a Microsoft. Por trocentos ziguilhões de caraminguás a empresa de Montain View comprou a gigante de Redmond. Até então a briga estava crescendo tanto nos setores de busca, quanto de suítes office e mais recentemente no mercado de vídeos. Agora tudo se juntou em um única operação. Aliás foi isso que o <a
href="http://www.undergoogle.com/blog/2007/03/sobre-orkut-buyukkokten-no-brasil.html" title="Sr. Orkut veio ao Brasil anunciar">Sr. Orkut veio ao Brasil anunciar</a>. E do encontro com Michel Levy e Alexandre Hohagen, ficou definido que ambos irão dividir o mesmo escritório como fazem os fundadores do <a
href="http://www.google.com.br" title="oráculo">oráculo</a> lá no Googleplex.</p><h3>Bill Gates</h3><p>Agora sim ficam claros os motivos do Bill Gates se aposentar da Microsoft em 2008. Sua empresa estava em negociação de venda e com o anúncio da aquisição não há mais razões para continuar lá. O único problema que vejo é o Steve Ballmer. O executivo ama tanto a Microsoft que é capaz de pedir o afastamento após as notícias de hoje. É quase certo também que o Google adote algum tipo de sistema de geração própria de energia na sede da Microsoft em Seattle. Mas como lá chove muito, <a
href="http://www.googlediscovery.com/2007/03/26/googleplex-vai-ser-abastecido-com-energia-solar/" title="ao invés de painéis solares">ao invés de painéis solares</a>, farão uma usina hidrelétrica.</p><h3>1o. de Abril</h3><p>Claro, hoje é primeiro de Abril. Boa parte do que você leu é mentira, com fatos reais no meio. Tradicionalmente muitos sites de tecnologia divulgam notícias malucas nesta data. Quem quiser acompanhar mais,<a
href="http://www.googlediscovery.com/2007/04/01/as-noticias-mais-importantes-do-dia/" title="uma boa dica é o Google Discovery">uma boa dica é o Google Discovery</a>, hackeado para Yahoo Discovery no dia de hoje.</p><h4>Leia mais:</h4><ul><li><a
href="http://www.mad4mobilephones.com/news/722/" title="Yahoo! Phone">Yahoo! Phone</a>, esqueça o iPhone</li><li><a
href="http://www.google.com/tisp/" title="Google TiSP">Google TiSP</a>,Toilet Internet Service Provide</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/google-compra-microsoft/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>27</slash:comments> </item> <item><title>Tradução com crowdsourcing</title><link>http://techbits.com.br/2007/traducao-com-crowdsourcing/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/traducao-com-crowdsourcing/#comments</comments> <pubDate>Fri, 02 Mar 2007 13:17:03 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[crowdsourcing]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[sabedoria-das-multidões]]></category> <category><![CDATA[translate]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/traducao-com-crowdsourcing/</guid> <description><![CDATA[Quem se lembra do Babelfish do Altavista para traduzir páginas web? Quando surgiu, muito tempo atrás, as traduções eram sofríveis e creio que melhoraram com o passar do tempo. Ferramentas automáticas dificilmente conseguem fazer um bom trabalho quando se trata de transformar uma língua em outra. O Google, que quer dominar o mundo, naturalmente possui [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/google.gif" title="[Google] " alt="[Google] " /> Quem se lembra do <a
href="http://babelfish.altavista.com/" title="Babelfish do Altavista">Babelfish do Altavista</a> para traduzir páginas web? Quando surgiu, muito tempo atrás, as traduções eram sofríveis e creio que melhoraram com o passar do tempo. Ferramentas automáticas dificilmente conseguem fazer um bom trabalho quando se trata de transformar uma língua em outra. O Google, que quer dominar o mundo, naturalmente possui um <a
href="http://google.com/translate_t?hl=pt">tradutor</a>. Só que agora, se não gostarmos do resultado podemos <a
href="http://googleblog.blogspot.com/2007/03/suggest-better-translation.html" title="sugerir uma melhor tradução">sugerir uma melhor tradução</a>. Não está disponível em todas as combinações de línguas mas, ainda assim, interessante pois esse novo sistema usa conceitos de crowdsourcing e sabedoria das multidões.</p><h3> Inteligência Artificial na infância</h3><p>Apesar de todo desenvolvimento tecnológico, ainda não se conseguiu produzir uma máquina inteligente de verdade. Coisas como tradução de textos e a <a
href="http://techbits.com.br/2006/achei-a-web-semantica/" title="busca semântica">busca semântica</a> não conseguem encontrar nos bits e bytes um sistema ideal. Então precisamos apelar para os humanos. Na medida que o Google classifica as sugestões de tradução enviadas pelos seus milhões de usuários, é possível refinar o mecanismo para dar resultados melhores.</p><p>Isso está na essência do <a
href="http://techbits.com.br/2006/esqueca-o-outsourcing-o-negocio-agora-e-o-crowdsourcing/" title="crowdsourcing">crowdsourcing</a>, pessoas ao redor do mundo disponibilizando parte de seu tempo para executar uma tarefa em conjunto. O resultado &#8211; uma melhor tradução &#8211; pode ser considerado como o que as pessoas acham que está correto e, portanto, enquadra-se perfeitamente na <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Wisdom_of_Crowds" title="sabedoria das multidões">sabedoria das multidões</a>. Enquanto as máquinas continuam burras, nada melhor que um ser humano para cuidar das coisas complexas&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/traducao-com-crowdsourcing/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> <item><title>Google vs. Microsoft</title><link>http://techbits.com.br/2007/google-vs-microsoft/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/google-vs-microsoft/#comments</comments> <pubDate>Sat, 24 Feb 2007 18:17:19 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[exchange]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[google-apps]]></category> <category><![CDATA[live]]></category> <category><![CDATA[microsoft]]></category> <category><![CDATA[office]]></category> <category><![CDATA[vista]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/google-vs-microsoft/</guid> <description><![CDATA[Esse tema sempre gera polêmica. Mas é possível observar claramente a guerra em andamento. Na semana que passou a Google lançou o pacote Premier de sua suíte on-line Google Apps, voltada para pequenos negócios. Ao mesmo tempo dados mostram que o lançamento do Windows Vista teve impacto no uso de serviços on-line tanto da Microsoft [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googlevsmicrosoft.png" title="[Google vs. Microsoft, imagem via GigaOm] " alt="[Google vs. Microsoft, imagem via GigaOm] " />Esse tema sempre gera polêmica. Mas é possível observar claramente a guerra em andamento. Na semana que passou a <a
href="http://www.undergoogle.com/blog/2007/02/novidades-e-verso-paga-no-google-para.html">Google lançou o pacote Premier de sua suíte on-line Google Apps</a>, voltada para pequenos negócios. Ao mesmo tempo dados mostram que o lançamento do Windows Vista teve impacto no uso de serviços on-line tanto da Microsoft quanto da Google. Uma nega que o alvo é a outra. Nenhuma admite que está com medo da rival. Ambas estão em guerra e isso é ótimo para nós, consumidores.</p><h3>Google Apps vs. Microsoft Office e Exchange</h3><p>Um dos grandes trunfos da gigante de Redmond é sua suíte office e seus servidores Exchange. São largamente utilizados por organizações ao redor do globo, grandes ou pequenas e geram enormes lucros à  Microsoft. Daí que a Google resolve entrar neste competitivo mercado. Há alguns meses a empresa de Montain View lançou o <a
href="http://www.google.com/a/">Google Apps</a> que agora ganha uma versão paga que concorre diretamente com os tradicionais produtos da corporação de Bill Gates. O Google Apps possui e-mail (concorre com Exchange e Outlook), documentos de texto e planilhas (concorre com o Office) e <a
href="http://www.infowester.com/blog/?p=352">rumores indicam o lançamento de software similar ao Powerpoint</a>. Cerca de 100 mil pequenos negócios e organizações estão usando a versão beta do sistema. Segundo a Forbes, empresas do porte da General Electric e Procter &amp; Gamble estão realizando testes do serviço para possível adoção em larga escala. Claro, sempre surgem questões se <a
href="http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/">é possível confiar dados estratégicos ao Google</a>.</p><h3>Impacto do lançamento do Windows Vista</h3><p>A busca é o cerne da web. Sem ela tudo ficaria em prateleiras empoeiradas. O Read/ Write Web <a
href="http://www.readwriteweb.com/archives/microsoft_vista_live_impacting_google.php">analisou o tráfego dos serviços de busca Live.com e Google.com</a> após o lançamento do Vista (para empresas no final do ano passado) notou que a Microsoft está se dando bem com a inclusão do seu mecanismo de busca como o padrão no Internet Explorer. O usuário médio não muda &#8211; por preguiça ou desconhecimento &#8211; o sistema de pesquisa que o navegador utiliza. Como o Windows vem com IE7 e este possui uma barra de buscas direcionada para Live.com, o impacto de seu uso por usuários comuns é claramento percebido nos gráficos abaixo. A estratégia de incluir seus produtos nos desktops dos consumidores já deu certo uma vez e talveaz ajude o Live Search a ganhar alguns usuários.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/graficoslivegoogle.png" title="[Gráficos Live.com e Google.com] " alt="[Gráficos Live.com e Google.com] " class="floatTL"/></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/google-vs-microsoft/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>22</slash:comments> </item> <item><title>Efeito Digg, efeito Goobo</title><link>http://techbits.com.br/2007/efeito-digg-efeito-goobo/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/efeito-digg-efeito-goobo/#comments</comments> <pubDate>Wed, 14 Feb 2007 01:17:53 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[efeito-digg]]></category> <category><![CDATA[efeito-rec6]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[second-life]]></category> <category><![CDATA[tv-globo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/efeito-digg-efeito-goobo/</guid> <description><![CDATA[Sites escritos em inglês &#8220;correm o risco&#8221; de serem atacados, de repente, por uma massa de leitores ávidos por um de seus posts. Em geral isso acontece quando um post aparece na primeira página de serviços como o Digg ou Slashdot. Ambos os serviços publicam links interessantes e direcionam bastante tráfego, o suficiente para em [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/goobo.png" title="[Efeito Goobo]" alt="[Efeito Goobo]" />Sites escritos em inglês &#8220;correm o risco&#8221; de serem atacados, de repente, por uma massa de leitores ávidos por um de seus posts. Em geral isso acontece quando um post aparece na primeira página de serviços como o <a
href="http://digg.com/">Digg</a> ou <a
href="http://slashdot.org/">Slashdot</a>. Ambos os serviços publicam links interessantes e direcionam bastante tráfego, o suficiente para em alguns casos tirar um site do ar. O &#8220;ataque&#8221; amigo é conhecido com efeito Digg (antes chamado de efeito Slashdot). No Brasil temos alguns sites similares de notícias colaborativas como o <a
href="http://rec6.via6.com/">Rec6</a>, mas ainda não atingiu uma massa crítica a ponto de <a
href="http://leandrow.net/efeito-rec6-nos-podemos-voce-faz/">causar um efeito Rec6</a>. Mas existe uma instituição (na verdade a combinação de duas) capaz de gerar tráfego bastante direcionado para determinado texto de um site. Trata-se da rede Globo de televisão&#8230; Isso mesmo, a Globo! A Cynara do <a
href="http://mundotecno.blogsome.com/">Mundo Tecno</a> chamou o fenômeno de <a
href="http://mundotecno.blogsome.com/2007/02/12/o-efeito-globo-ainda-e-imbativel/">efeito Globo</a>. Tomo a liberdade de fazer uma reparação e rebatizo de efeito Goobo.</p><h3>O Second Life e o Fantástico</h3><p>No último Domingo o Fantástico falou sobre o <a
href="http://secondlife.com/">Second Life</a> (SL). Pelo menos é o que dizem pois nem lembro a última vez que assisti a tal programa&#8230; Para os que caíram agora de pára-quedas no planeta Terra, saibam que o SL é um jogo do tipo MMOG (<a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Massively_multiplayer_online_game">Massively Multiplayer Online Game</a>), cuja interface é um mundo virtual em três dimensões. Os habitantes (ou jogadores) interagem entre si, fazendo negócios, jogando conversa fora, construindo objetos, etc. Rola de tudo, até sexo. Como bem pontuou o Mundo Tecno, depois que acabou o Fantástico e por toda a segunda-feira, milhares de pessoas que assitiram ao programa dominical da Globo foram para a internet descobrir mais coisas sobre esse jogo maluco. Todos que já falaram sobre o assunto (Techbits incluso, <a
href="http://techbits.com.br/2006/noticias-da-matrix-ops-second-life/">leia meu sobre o Second Life</a>) acabaram se beneficiando de pessoas pesquisando sobre sobre a segunda vida.</p><h3>Google + Globo = Goobo</h3><p>Calma, não é nenhuma fusão. <a
href="http://searchengineland.com/070208-120621.php">Qual é a página inicial da web?</a> O Google, claro. Todos os telespectadores do Fantástico vão ao Google fazer suas pesquisas. A Globo, por sua abrangência, consegue moldar os pensamentos das pessoas. Então, o que as pessoas procuraram no Google? Fácil, Second Life! Isso sempre acontece quando algo é noticiado no canal carioca. Foi assim no acidente do avião da Gol, no caso da cratera do metrô de São Paulo, na morte do ex-ditador iraquiano e mais recentemente no assassinato chocante do menino João arrastado pelas ruas do Rio de Janeiro. <a
href="http://lulileslie.com/blog/?p=326">Na blogosfera há um sentimento de acusação</a> aos que se usaram destes fatos para conseguir visitantes. Tudo isso é resultado do efeito Goobo.</p><p>Até o mais inesperado dos posts pode virar alvo do fenômeno. <a
href="http://www.odontopalm.com.br/gsf/arquivo/2003/08/profiterolis_co.html">Um texto de 2003 da Garota Sem Fio</a>, que citava o doce de profiterólis, começou a receber visitas do Google de forma consistente. A Bia Kunze só foi <a
href="http://www.odontopalm.com.br/gsf/arquivo/2006/11/receita_de_prof.html">descobrir mais tarde</a> que essa sobremesa era citada o tempo todo por um dos personagens principais de uma novela do canal dos Marinhos. Mistério resolvido, coisas que só a Globo e o Google explicam&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/efeito-digg-efeito-goobo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>18</slash:comments> </item> <item><title>A busca e a prateleira empoeirada</title><link>http://techbits.com.br/2007/a-busca-e-a-prateleira-empoeirada/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/a-busca-e-a-prateleira-empoeirada/#comments</comments> <pubDate>Fri, 19 Jan 2007 20:17:04 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[busca]]></category> <category><![CDATA[copiepresse]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[microsoft]]></category> <category><![CDATA[prateleira-empoeirada]]></category> <category><![CDATA[yahoo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/a-busca-e-a-prateleira-empoeirada/</guid> <description><![CDATA[A busca é um dos pilares da web. Com ela, tudo torna-se encontrável. Aquele texto, daquele blog desconhecido (Techbits?) acaba ganhando um lugar ao Sol pois existem mecanismos de busca e pessoas procurando por tudo que você possa e não possa imaginar. Então, segundo essa evidência, a busca é benéfica, certo? Bom, não é o [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
title="[Prateleiras empoeiradas, via Flickr, CC] " alt="[Prateleiras empoeiradas, via Flickr, CC] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/prateleiras_empoeiradas.jpg" />A busca é um dos pilares da web. Com ela, tudo torna-se encontrável. Aquele texto, daquele blog desconhecido (Techbits?) acaba ganhando um lugar ao Sol pois existem mecanismos de busca e pessoas procurando por tudo que você possa e não possa imaginar. Então, segundo essa evidência, a busca é benéfica, certo? Bom, não é o que pensam as autoridades da Bélgica. O país é conhecido pela ótima cerveja, mas também acham que a internet é uma <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-internet-e-uma-serie-de-tubos/">série de tubos</a>. A Copiepresse, associação dos jornais em francês da Bélgica, quer agora que o <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20070119-8660.html">Yahoo! pare de indexar textos de seus afiliados</a>. Pois bem, que esses jornais fiquem esquecidos na prateleira empoeirada.</p><h3>Bélgica vs. Yahoo!, Google, Microsoft</h3><p>Não é a primeira vez que a Copiepresse requisita a um mecanismo de buscas para não ser achado. Aqui no Techbits <a
href="http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-busca/">já falei</a> sobre o caso envolvendo a mesma instituição e o Google. Aparentemente a busca da Microsoft, o MSN, <a
href="http://news.yahoo.com/s/afp/20070118/tc_afp/belgiuminternetpressindustrycopyrightcompanyyahoo">também sofreu do mesmo problema</a>. A questão que reclamam é válida: como os mecanismos de busca necessitam fazer cópias do conteúdo de um site para depois poder localizá-lo e enviar leitores, a Copiepresse diz que isso é uma violação de direitos autorais. Em sua defesa os mecanismos de busca dizem que só usam as cópias para gerar tráfego para o site indexado e não exibem textos completos como resultado de uma pesquisa. Faz sentido.</p><h3>Livros digitalizados vs. Mecanismos de busca</h3><p>Outra polêmica envolvendo mecanismos de busca são os projetos de digitalização de livros. Começou como o <a
href="http://books.google.com/">Google Livros</a>, mas o Yahoo! e a <a
href="http://w2br.com/2006/12/07/microsoft-corre-atras-do-google-com-nova-busca-para-livros/">Microsoft também</a> entraram neste mercado. As editoras reclamaram, o circo pegou fogo, negociações foram feitas e no final algumas concordaram em serem escaneadas e outras não.</p><p>A todos que querem ficar na prateleira juntando pó, desejo boa sorte. Eu vou continuar a procurar arquivos digitais.</p><p><small>(*) foto deste post, via Flickr (<a
href="http://flickr.com/photos/amin_tabrizi/71954563/">link</a>), sob licença CC (<a
href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.0/deed.pt">link</a>)</small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/a-busca-e-a-prateleira-empoeirada/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>12</slash:comments> </item> <item><title>Problemas de segurança atacam o Google</title><link>http://techbits.com.br/2007/problemas-de-seguranca-atacam-o-google/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/problemas-de-seguranca-atacam-o-google/#comments</comments> <pubDate>Tue, 16 Jan 2007 05:17:40 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[problema]]></category> <category><![CDATA[segurança]]></category> <category><![CDATA[segurança-da-informação]]></category> <category><![CDATA[software-on-line]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/problemas-de-seguranca-atacam-o-google/</guid> <description><![CDATA[[atualizado] Já nem me surpreendo quando descobrem algum problema de segurança em softwares da Microsoft. São vários por mês. Só que a bola da vez agora é o Google. Nos últimos 17 dias, três problemas sérios de segurança foram descobertos. Na medida que softwares estão migrando para a web, ganhando complexidade e mais e mais [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googlebug.png" title="[Google bug, logo modificado via Engadget] " alt="[Google bug, logo modificado via Engadget] " /><strong>[atualizado]</strong> Já nem me surpreendo quando descobrem algum problema de segurança em softwares da Microsoft. São vários por mês. Só que a bola da vez agora é o Google. Nos últimos 17 dias, três problemas sérios de segurança foram descobertos. Na medida que softwares estão migrando para a web, ganhando complexidade e mais e mais usuários se tornam adeptos deles, problemas de segurança podem ser catastróficos. <a
href="http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/">Você confiaria seus dados ao Google?</a></p><h3>Os problemas</h3><p>No último dia de 2006, foi descoberta uma vulnerabilidade que permitia a <a
href="http://cyber-knowledge.net/blog/2007/01/02/gmails-flaw-is-now-fixed/">visualização dos contatos do Gmail</a>. No último dia 12, descobriu-se uma forma de copiar os cookies dos serviços do Google tornando possível <a
href="http://blog.outer-court.com/archive/2007-01-12-n73.html">invadir qualquer serviço que o visitante tivesse registrado</a> com a possibilidade de acesso a e-mails, documentos de texto e planilhas, etc&#8230;<a
href="http://blog.outer-court.com/archive/2007-01-16-n24.html"> O último, recém-descoberto</a> (16/01/2006), <strike>ainda está sem correção e não se divulgaram detalhes</strike>, foi corrigido em poucas horas.</p><p>Na verdade esses problemas são provas de conceito, ou seja, foram feitos experimentalmente e imediatamente reportadas à  empresa de Montain View assim que descobertos. A gigante da internet agiu rapidamente e corrigiu os problemas de segurança. Só depois das correções é que os &#8220;descobridores&#8221; divulgaram a natureza dos experimentos que realizaram, mas aí não havia mais perigo. As falhas não ficaram exposta aos hackers de plantão para serem explorados. E todos necessitavam a visitação de sites com código malicioso ao mesmo tempo que você estivesse logado a algum serviço do Google.</p><p>Provavelmente não relacionado a este assunto, mas só para deixar registrado, tivemos ainda o <a
href="http://www.solonbro.com/?p=168">caso dos emails apagados do Gmail</a>, que afetou ao redor de 60 usuários do serviço.</p><h3>Software on-line vs. Software off-line</h3><p>Algo que preocupa ao usarmos muitos softwares on-line, é a segurança das informações. Eu uso processador de textos, planilha, calendário, webmail, estatísticas, leitor de RSS, mensageiro instantâneo, etc&#8230; Tudo on-line. Se alguém conseguir invadir ou descobrir minha senha, corro o risco de perder todos os dados. Por outro lado, usando somente softwares off-line (de desktop) seria mais complicado alguém invadir essas informações (colega da mesa ao lado quando vou buscar um café? hacker entrando pela conexão da internet?).</p><p>Quando uma empresa de software para desktops libera uma correção de segurança, é necessário a ação pró-ativa do usuário, do departamento de TI ou do sistema operacional na atualização. Se isso não ocorrer, o buraco de segurança fica descoberto. Em softwares on-line, quando a fornecedora do software libera a correção, essa passa imediatamente a valer para todos os usuários, nada de downloads e atualizações. Claro, há sempre o risco  se um problema desses cai na mão de pessoas mal intencionadas.</p><p>No caso do Google apresentaram correções rapidamente para os problemas verificados. A Microsoft, sabemos, <a
href="http://techbits.com.br/2006/microsoft-seguranca-nao-e-assim-tao-importante/">fica até 30 dias com falhas abertas</a> e, quando soltam a correção, muita gente demora para atualizar seus sistemas e acaba sendo vítima de problemas já solucionados. Colocando tudo na balança, quer saber, continuo com os softwares on-line.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/problemas-de-seguranca-atacam-o-google/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>18</slash:comments> </item> <item><title>Techbits ganha anúncio da Google</title><link>http://techbits.com.br/2007/techbits-ganha-anuncio-da-google/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/techbits-ganha-anuncio-da-google/#comments</comments> <pubDate>Mon, 08 Jan 2007 15:17:47 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[google-code-jam]]></category> <category><![CDATA[monetizar]]></category> <category><![CDATA[problogger]]></category> <category><![CDATA[techbits]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/techbits-ganha-anuncio-da-google/</guid> <description><![CDATA[Não, não é o Adsense. Esse o Techbits já tem faz tempo. Quem visitou este blog nos últimos dias deve ter reparado o surgimento de um banner dizendo &#8220;espaço reservado&#8221;. Na última semana de 2006 fui procurado para veicular anúncio em meu site. Fiquei surpreso e ao mesmo tempo feliz. Consegui chamar a atenção suficiente [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/techbits_post.png" alt="[Techbits] " title="[Techbits] " />Não, não é o <a
href="http://www.google.com/adsense">Adsense</a>. Esse o Techbits já tem faz tempo. Quem visitou este blog nos últimos dias deve ter reparado o surgimento de um banner dizendo &#8220;espaço reservado&#8221;. Na última semana de 2006 fui procurado para veicular anúncio em meu site. Fiquei surpreso e ao mesmo tempo feliz. Consegui chamar a atenção suficiente de alguma empresa para ser procurado para alguém querer anunciar no Techbits? Uau! Talvez meu projeto de se tornar um problogger ganhe mais força agora.</p><p>Trata-se do Google, mais especificamente do <a
href="http://www.google.com/codejamlatinamerica/" onclick="javascript:urchinTracker ('/googlecodejam');" title="Google Code Jam">Google Code Jam Latin America</a>, um &#8220;torneio&#8221; para desenvolvedores mostrarem seus talentos. Falarei mais a respeito em um post provavelmente hoje mesmo. Então é isso: agora o Techbits tem um anunciante direto. Pena que é por tempo limitado. Fiquem tranqüilos que isso não afetará em nada a linha editorial.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/techbits-ganha-anuncio-da-google/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> <item><title>GoogleOS já existe</title><link>http://techbits.com.br/2006/googleos-ja-existe/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/googleos-ja-existe/#comments</comments> <pubDate>Mon, 11 Dec 2006 18:17:21 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[gmail]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[googleos]]></category> <category><![CDATA[sistema-operacional]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/googleos-ja-existe/</guid> <description><![CDATA[Não é de hoje que dependo mais dos softwares fornecidos pela Google do que aqueles feitos pela Microsoft. Sou um usuário Windows que só usa tal sistema operacional como uma camada para obter os serviços da Google. Ok, ainda instalo programas interessantes no desktop e dependo dele para muitas coisas. Mas tenho notado que boa [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
alt="[Google] " title="[Google] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/google.gif" />Não é de hoje que dependo mais dos softwares fornecidos pela Google do que aqueles feitos pela Microsoft. Sou um usuário Windows que só usa tal sistema operacional como uma camada para obter os serviços da Google. Ok, ainda instalo programas interessantes no desktop e dependo dele para muitas coisas. Mas tenho notado que boa parte do meu uso está dedicada a softwares do Google. Processamento de textos, leitores de RSS, e-mail, busca, calendário&#8230; Agora lançaram mais um serviço útil: o Gmail como cliente de email. Para quem não percebeu o GoogleOS já existe.</p><h3>Gmail ao invés de Outlook</h3><p>Há alguns dias o Gmail passou a oferecer a possibilidade de <a
href="http://www.undergoogle.com/blog/2006/12/contas-externas-no-gmail.html">baixar em sua interface mensagens via POP</a> de outros serviços. Isso não é inovador mas é algo que faltava ao melhor webmail gratuito que existe. Ainda não está disponível para todos mas agora que o Gmail virou cliente POP, pode substituir perfeitamente o Outlook, com uma grande vantagem: e-mail baixado no computador exige manutenção. Explico: quando se troca de PC, de HD, de trabalho, etc&#8230; todos aqueles e-mails e contatos acumulados precisam ser movidos também. Haja trabalho. Com o Gmail agregando todas as suas mensagens, quem precisa do Outlook?</p><h3>GoogleOS</h3><p>Lançar um sistema operacional para ser instalado em computadores não parece uma boa idéia. Já existe por aí há algum tempo o Windows, o MacOs e o Linux para preencher este espaço. Então a grande idéia que sai da onda da web 2.0 é criar um sistema operacional on-line. Você pode dizer que o conceito de sistema operacional não se aplica a um serviço web, mas creio que possa ser expandido para englobar essa modalidade de software. Um webOS não seria exatamente um sistema operacional da forma que conhecemos, mas conteria serviços e softwares úteis que concorrem com as soluções &#8220;verdadeiras&#8221; hoje no mercado.</p><p>Nos últimos dois anos o Google e outras <em>startups</em> têm lançado uma série de serviços intitulados de web 2.0. São softwares on-line que funcionam como alternativas aos softwares instalados em nossas máquinas. A gama de serviços é grande e é possível substituir muitas <a
href="http://techbits.com.br/2006/office-cada-vez-mais-prefiro-o-google-a-microsoft/">aplicações off-line por equivalentes on-line</a>. Nos últimos dois anos a Google lançou, ou comprou, diversos serviços web. Olhando de longe e guardadas as devidas proporções podemos dizer que a união desses serviços é um sistema operacional.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/googleos-ja-existe/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>20</slash:comments> </item> <item><title>O Orkut, a Polícia Federal e a privacidade</title><link>http://techbits.com.br/2006/o-orkut-a-policia-federal-e-a-privacidade/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/o-orkut-a-policia-federal-e-a-privacidade/#comments</comments> <pubDate>Tue, 28 Nov 2006 14:17:00 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[data-mining]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[orkut]]></category> <category><![CDATA[polícia-federal]]></category> <category><![CDATA[privacidade]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/o-orkut-a-policia-federal-e-a-privacidade/</guid> <description><![CDATA[Uma notícia que me chamou atenção é que a Polícia Federal ganhou acesso especial ao Orkut. Segundo a matéria da Folha, agora eles podem rastrear IPs, tirar comunidades do ar, enfim, verificar pessoas. Os que me conhecem pessoalmente sabem que sou nada fã do Orkut. Sempre critiquei que lá a privacidade não existe, há muita [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:orkut livro " class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/orkut.png" title="[Orkut] " alt="[Orkut] " /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>Uma notícia que me chamou atenção é que a <a
href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u21063.shtml"><a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Polícia Federal" class="bbli">Polícia Federal<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> ganhou acesso especial ao Orkut</a>. Segundo a matéria da Folha, agora eles podem rastrear IPs, tirar comunidades do ar, enfim, verificar pessoas. Os que me conhecem pessoalmente sabem que sou nada fã do Orkut. Sempre critiquei que lá a privacidade não existe, há muita exposição, essas coisas. Mas mesmo assim <a
href="http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-privacidade/">defendi</a> o site de relacionamentos do ataque do Ministério Público meses atrás. Agora com a PF no Orkut, o melhor a se fazer é sair correndo de lá.</p><h3>Só por curiosidade</h3><p>Se você faz parte do <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Orkut livro" class="bbli">Orkut<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>, que jogue a primeira pedra se nunca (nunca mesmo) vasculhou a vida de outra pessoa &#8220;só por curiosidade&#8221;. Nenhuma pedra será lançada. Faz parte da natureza humana querer saber as últimas fofocas das outras pessoas. Agora, a Polícia Federal tem acesso especial ao Orkut. Ora, agentes da PF são pessoas. Nada impede que &#8220;só por curiosidade&#8221; um agente federal vasculhe a vida de outras pessoas que nada tenham a ver com as investigações em andamento. Como já disse, faz parte da natureza humana.</p><p>O mais grave deste acordo do <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Google" class="bbli">Google<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> com a PF é que o acesso privilegiado não necessita de qualquer tipo de autorização judicial. É só chegar lá e vasculhar a vida de quem os policiais quiserem. Fácil assim. <a
href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u21063.shtml">Abusos serão cometidos</a>.</p><h3>O Brasil, as tecnologias e a privacidade</h3><p>Esse mês foi terrível em termos de atentados à  privacidade por parte de órgãos do governo brasileiro. <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-internet-e-uma-serie-de-tubos/">Um Senador fora de si</a> queria aprovar um projeto de lei obrigando a todos se identificarem na internet, mandando documentos, essas coisas&#8230; <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-chip-nos-carros-e-a-privacidade/">Um órgão fiscalizador</a> resolveu rastrear obrigatoriamente a localização todos os carros deste país. E agora a Polícia Federal tem acesso privilegiado à  maior comunidade virtual do Brasil.</p><p>Não sei quanto à  você, mas esses abusos me preocupam. Se as pessoas querem se interagir em uma comunidade virtual, que deixem elas em paz, nada de Polícia Federal. Se precisam ir a algum lugar com o carro, que ninguém saiba sua localização. Se você quer comentar aqui neste blog, que não necessite de documentação. Pronto, é isso. Mas no andar dos acontecimentos só posso chegar à  conclusão que <a
href="http://techbits.com.br/2006/e-a-privacidade-foi-pro-brejo/">a privacidade foi pro brejo</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/o-orkut-a-policia-federal-e-a-privacidade/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>179</slash:comments> </item> <item><title>O Google e a segurança da informação</title><link>http://techbits.com.br/2006/o-google-e-a-seguranca-da-informacao/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/o-google-e-a-seguranca-da-informacao/#comments</comments> <pubDate>Sat, 21 Oct 2006 17:17:55 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[privacidade]]></category> <category><![CDATA[segurança]]></category> <category><![CDATA[segurança-da-informação]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/o-google-e-a-seguranca-da-informacao/</guid> <description><![CDATA[Há quase dois meses perguntei se você confiaria seus dados ao Google. O motivo era o lançamento do Google Apps for Your Domain, uma suíte destinada às pequenas e médias empresas, que inclui ferramentas básicas de office, calendário e email. O fato desses serviços serem on-line significa manter informações e documentos nos servidores do Google. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/google.gif" title="[Google] " alt="[Google] " />Há quase dois meses perguntei se <a
href="http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/">você confiaria seus dados ao Google</a>. O motivo era o lançamento do <em>Google Apps for Your Domain</em>, uma suíte destinada às pequenas e médias empresas, que inclui ferramentas básicas de office, calendário e email. O fato desses serviços serem on-line significa manter informações e documentos nos servidores do Google. Eis que de lá pra cá algumas coisas aconteceram. Nenhuma relacionada a esses serviços, mas ao <a
href="http://www.blogger.com">Blogger</a>, ferramenta para publicação de blogs da empresa. Portanto a pergunta continua em pé: você confiaria seus dados ao Google?</p><h3>Blogs do Google hackeados</h3><p>No dia 7 de outubro, um Sábado, <a
href="http://www.techcrunch.com/2006/10/07/strange-things-afoot-at-the-google-blog/">um post apareceu no blog official do Google</a>. Dizia que o inovador serviço de anúncios Click-to-Call, em testes, havia sido cancelado. A blogosfera estranhou, fez algumas suposições durante o fim-de-semana, até que no domingo o post foi tirado do ar.</p><p>Este mesmo <a
href="http://googleblog.blogspot.com/">blog oficial do Google</a> foi acidentalmente apagado em março deste ano. Um leitor, ao descobrir que o endereço do blog estava disponível, recadastrou e colocou uma mensagem no ar. Sorte do Google que esse leitor foi simpático e postou uma mensagem alertando a empresa de que algo de errado tinha acontecido com o blog deles. Logo depois o Google recuperou o backup, voltando ao ar com <a
href="http://googleblog.blogspot.com/2006/03/and-were-back.html">uma mensagem explicando o acontecido</a>.</p><p>Essa semana novamente problemas com os blogs oficiais do Google. O <a
href="http://buzz.blogger.com/">Buzz Blogger</a>, blog que fala sobre o serviço Blogger <a
href="http://blog.outer-court.com/archive/2006-10-17-n72.html">mostrou uma mensagem um tanto estranha</a> que mais tarde, informaram, foi um engano de algum funcionário da empresa que postou, sem querer, mensagem que deveria ir para o blog pessoal desta pessoa.</p><h3>Segurança da Informação</h3><p>O que houve nos três casos foram falhas na política de segurança da informação do Google. <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Information_security">A definição da segurança da informação diz, segundo a Wikipedia</a>: &#8220;Proteger sistemas de informação contra acesso não autorizado, modificação da informação, tanto no armazenamento, processamento ou manipulação(&#8230;)&#8221;. Fica claro que houve falhas.</p><p>A missão do Google é organizar toda informação do mundo, tornando-a amplamente disponível, algo assim. E nós ajudamos ao usar o Gmail, o serviço de Buscas, os orkut, o Google Docs, o Analytics, etc&#8230; tudo faz parte de um processo maior que é descobrir hábitos das pessoas e lhes oferecer buscas e anúncios mais relevantes. O perigo está em disponibilizar essas informações para o Google e no dia seguinte descobrir que, por falha na segurança da informação, os dados tornaram-se públicos.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/o-google-e-a-seguranca-da-informacao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>7</slash:comments> </item> <item><title>Ninguém vai processar o YouTube?</title><link>http://techbits.com.br/2006/ninguem-vai-processar-o-youtube/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/ninguem-vai-processar-o-youtube/#comments</comments> <pubDate>Wed, 18 Oct 2006 20:17:44 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[bolt]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[grouper]]></category> <category><![CDATA[processo]]></category> <category><![CDATA[universal]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/ninguem-vai-processar-o-youtube/</guid> <description><![CDATA[A história que todos esperavam ver essa semana era alguma grande empresa de mídia processando o YouTube. Afinal, após sua compra pelo Google, deve haver dinheiro em caixa. Mas isso não aconteceu e parece que não acontecerá. Por outro lado, a Universal Music abriu processo contra dois sites pouco conhecidos de compartilhamento de vídeos: Grouper [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
title="[Universal Tube Bolt Grouper]  " alt="[Universal Tube Bolt Grouper]  " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/universaltubeboltgrouper.gif" />A história que todos esperavam ver essa semana era alguma grande empresa de mídia processando o YouTube. Afinal, <a
href="http://techbits.com.br/2006/confirmado-google-compra-youtube-por-us-165-bilhao/">após sua compra pelo Google</a>, deve haver dinheiro em caixa. Mas isso não aconteceu e parece que não acontecerá. Por outro lado, <a
href="http://mashable.com/2006/10/17/universal-music-sues-grouper-and-boltcom-youtube-escapes/">a Universal Music abriu processo</a> contra dois sites pouco conhecidos de compartilhamento de vídeos: <a
href="http://grouper.com/">Grouper</a> e <a
href="http://bolt.com">Bolt</a>. Seria isso uma forma de pressionar por acordos?</p><h3>Os acordos do YouTube</h3><p>No mesmo dia que foi vendido o YouTube anunciou <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20061009-7935.html">uma série de acordos com a indústria de mídia</a>. Esse foi um sinal de que as negociações estavam caminhando muito bem e que uma solução para o problema dos direitos autorais está a caminho. Antes disso havia sempre a ameaça de processo, principalmente por parte da Universal, mas isso nunca aconteceu. Foi uma forma de pressionar o YouTube a ficar de olho em material postado ilegalmente. De qualquer forma o site sempre tirou vídeos do ar quando foi solicitado.</p><h3>Grouper e Bolt.com</h3><p>Aparentemente tanto o Grouper quanto o Bolt <a
href="http://www.techcrunch.com/2006/10/17/universal-music-files-suit-against-grouper-boltcom/">viraram bode expiatório</a>. Há outros sites de compartilhamento de vídeos nos mesmos moldes deles e que não tiveram problemas. São eles o <a
href="http://www.guba.com">Guba</a> e o <a
href="http://www.metacafe.com">Metacafe</a>, só pra ficar em dois exemplos. O fato é que nenhum desses sites estimula o conteúdo ilegal, mas qualquer serviço de compartilhamento de vídeos que tenha um público mínimo enfrenta problemas de uploads de material que infringe direitos autorais.</p><p>É complicado controlar a multidão. Enquanto isso o YouTube se safa com muito dinheiro no bolso e bons advogados do Google de plantão&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/ninguem-vai-processar-o-youtube/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>Google Docs, o office on-line</title><link>http://techbits.com.br/2006/google-docs-o-office-on-line/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/google-docs-o-office-on-line/#comments</comments> <pubDate>Wed, 11 Oct 2006 06:17:03 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[google-docs]]></category> <category><![CDATA[googleos]]></category> <category><![CDATA[microsoft]]></category> <category><![CDATA[office]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/google-docs-o-office-on-line/</guid> <description><![CDATA[Esqueça o Word, esqueça o Excel. Acaba de entrar no ar o Google Docs. Não é exatamente um lançamento. Trata-se na verdade da integração dos serviços office do Google (Writely + Spreadsheets) em uma única interface. Planilhas, textos, colaboração entre usuários e chat para trocar informações. Tudo simples e eficiente, pois quase ninguém usa mais [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googledocs.gif" alt="[Google Docs &amp; Spreadsheets] " title="[Google Docs &amp; Spreadsheets] " />Esqueça o Word, esqueça o Excel. Acaba de entrar no ar o <a
href="http://docs.google.com">Google Docs</a>. Não é exatamente um lançamento. Trata-se na verdade da integração dos serviços office do Google (Writely + Spreadsheets) em uma única interface. Planilhas, textos, colaboração entre usuários e chat para trocar informações. Tudo simples e eficiente, pois quase ninguém usa mais do que 10% dos recursos do Word ou Excel. Em se tratando de office, <a
href="http://techbits.com.br/2006/office-cada-vez-mais-prefiro-o-google-a-microsoft/">cada vez prefiro mais o Google à  Microsoft</a>.<br
/> <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:google livro" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googledocs1.png" title="[Google Docs] " alt="[Google Docs] " class="floatTL" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script></p><h3>Colaboração on-line</h3><p>Muitos não acreditam mas criar um documento em colaboração é fácil com o Google Docs. Ao mesmo tempo várias pessoas podem atualizar o mesmo documento. E todas elas estão em contato constante via chat (somente no Spreadsheets, por enquanto). Você pode achar que irão ocorrer conflitos, ou seja, duas pessoas tentando editar o mesmo trecho mas, nas raras vezes em que isso acontece, o <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:google livros" class="bbli">Google Docs<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> avisa e solicita escolher entre uma das versões ou voltar ao estado anterior.<br
/> <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:google livro" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googledocs3.png" title="[Colabore no GoogleDocs] " alt="[Colabore no GoogleDocs] " /><a
href="http://googleblog.blogspot.com/2006/10/better-together-docs-spreadsheets.html"></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>Colaborar desta forma é muito melhor</a> do que o método antigo. Nele, ao alterar um texto Word ou planilha Excel era necessário enviar por email a nova versão para todos os interessados. E se alguém também tivesse editado o mesmo arquivo, a confusão estava armada. Agora é diferente: o método do Google Docs elimina totalmente esse problema. A versão que todos têm acesso é sempre a mais recente, não importa se você alterou uma vírgula há apenas 30 segundos. Não há o que me faça voltar ao método antigo.</p><p>Além disso o editor de textos possui suporte a <a
href="http://techbits.com.br/2006/rss-que-diabos-e-isso/">RSS</a>, de forma que seus colaboradores podem acompanhar o andamento dos trabalhos através do agredador de feeds RSS favorito de cada um.</p><h3>Você confia no Google?</h3><p>Uma questão importante que surge com os softwares on-line, <a
href="http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/">é a confiança que depositamos na empresa que guarda essas informações, no caso o Google</a>. Tudo estará acessível com um login e senha, por isso o cuidado é fundamental. Antes de mais nada, use senhas difíceis de serem descobertas. Parece bobagem mas conheço dezenas de pessoas que insistem em usar a data de aniversário ou o nome do cachorro em senhas. Sem comentários. E se a informação é tão confidencial que não pode cair na mãos de ninguém, melhor não colocar on-line, guarde para você mesmo. Quanto à  possibilidade do Google vasculhar seus dados deliberadamente, é improvável, fique tranqüilo.</p><p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:[Google Docs &amp; Spreadsheet] " class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googledocs2.png" title="[Google Docs &amp; Spreadsheet] " alt="[Google Docs &amp; Spreadsheet] " class="floatTL" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script></p><h3>Zoho Virtual Office</h3><p>Entre hoje e amanhã acontece a <a
href="http://office20con.com/">Conferência Office 2.0</a>. Além do Google, uma <em>startup</em> está finalmente integrando seus serviços de escritório on-line. Trata-se do <a
href="http://zoho.com/">Zoho Virtual Office</a>, suíte com vários serviços que incluem calendário, processador de textos, planilhas, apresentações e outras ferramentas de produtividade. A Microsoft que se cuide&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/google-docs-o-office-on-line/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>10</slash:comments> </item> <item><title>Confirmado: Google compra YouTube por US$ 1,65 bilhão</title><link>http://techbits.com.br/2006/confirmado-google-compra-youtube-por-us-165-bilhao/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/confirmado-google-compra-youtube-por-us-165-bilhao/#comments</comments> <pubDate>Mon, 09 Oct 2006 21:17:26 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[compra]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/confirmado-google-compra-youtube-por-us-165-bilhao/</guid> <description><![CDATA[Na sexta-feira isso era apenas um forte rumor. Alguns até duvidaram dizendo que a fonte do rumor era um blog. Mas era verdade. O Google acaba de anunciar aquisição do YouTube. As notícias do dia já mostravam essa tendência. Pela manhã tanto o Google quanto o YouTube anunciaram separadamente uma série de parcerias com a [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
alt="[GoogTube] " title="[GoogTube] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googtube.png" />Na sexta-feira isso era apenas <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-google-vai-dominar-o-mundo/">um forte rumor</a>. Alguns até duvidaram dizendo que a fonte do rumor era um blog. Mas era verdade. <a
href="http://www.techcrunch.com/2006/10/09/google-has-acquired-youtube/">O Google acaba de anunciar aquisição do YouTube</a>. As notícias do dia já mostravam essa tendência. Pela manhã tanto o Google quanto o YouTube anunciaram separadamente uma série de parcerias com a indústria de filmes, músicas e entretenimento. E finalmente aconteceu.</p><h3>Direitos Autorais</h3><p>Um dos grandes problemas que críticos apontavam para uma possível aquisição do YouTube era a questão dos direitos autorais. A maioria dos vídeos do site tinham de alguma forma conteúdo ilegal, seja pela música de fundo, seja por trechos de filmes ou programas de TV. Parte disso foi resolvida hoje com os <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20061009-7935.html">acordos do YouTube com a Sony BMG, Universal e CBS</a>. Os conteúdos delas estarão disponíveis no YouTube de segundo acordo selado pouco antes nesta segunda.</p><h3>Google vs. Yahoo</h3><p>O Techcrunch, o mesmo blog que propagou na sexta-feira os rumores de compra do YouTube pelo Google, informa que o Yahoo! esteve até o último momento dando seus lances para aquisição do maior site de vídeos do mundo. Perdeu para o Google que resolveu bancar US$ 1,65 bilhão.</p><h3>Google Vídeo e YouTube</h3><p>O Google já havia lançado no começo deste ano o Google Vídeo, exatamente para concorrer com o YouTube. As notícias de hoje evidenciavam que algo estava ocorrendo. Tanto o Google Vídeo quanto o YouTube anunciaram parcerias similares em termos de conteúdo. Horas depois foi feito o anúncio da compra. Por enquanto o YouTube continuará como operação separada do Google Vídeo.</p><p>É interessante notar que o YouTube, <em>startup</em> que iniciou suas operações em 2005, não tinha até o momento uma forma de gerar receitas consistentes. Exatamente como era a <em>startup</em> Google anos atrás. A história se repete e provavelmente será de muito sucesso.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/confirmado-google-compra-youtube-por-us-165-bilhao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>8</slash:comments> </item> <item><title>O Google vai dominar o mundo&#8230;</title><link>http://techbits.com.br/2006/o-google-vai-dominar-o-mundo/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/o-google-vai-dominar-o-mundo/#comments</comments> <pubDate>Fri, 06 Oct 2006 21:17:36 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[compra]]></category> <category><![CDATA[direitos-autorais]]></category> <category><![CDATA[dont-be-evil]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[rumor]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/o-google-vai-dominar-o-mundo/</guid> <description><![CDATA[Os rumores mais quentes indicam que o Google pretende comprar o YouTube. Pelo menos é isso que está pipocando pela web nesta sexta-feira. O crescimento surpreendente do Google desde seu surgimento, há 8 anos, é motivo de previsões bem humoradas de fusões, aquisições e domínio dos mercados. Se realmente os rumores se concretizarem, só uma [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
alt="[Google Tube] " title="[Google Tube] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googtube.png" />Os rumores mais quentes indicam que o Google pretende comprar o YouTube. Pelo menos é isso que está pipocando pela web nesta sexta-feira. O crescimento surpreendente do Google desde seu surgimento, há 8 anos, é motivo de previsões bem humoradas de fusões, aquisições e domínio dos mercados. Se realmente os rumores se concretizarem, só uma coisa: <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Don%27t_be_evil">don&#8217;t be evil</a>.</p><h3>GoogTube (Google + YouTube)</h3><p>O TechCrunch, blog voltado para discussão da web 2.0, colocou lenha na fogueira ao dizer que, conversando com empreendedores de capital de risco, <a
href="http://www.techcrunch.com/2006/10/06/completely-unsubstantiated-googleyoutube-rumor/">há indícios do interesse do Google na aquisição do YouTube</a>. Mark Cuban, um investidor bilionário <em>pontocom</em> e que dedica parte de seu tempo a um blog que analisa tecnologia, diz que <a
href="http://news.com.com/2100-1026_3-6121034.html">só um idiota compraria o YouTube</a>. Lista os problemas com direitos autorais e gastos com banda, entre outros. Analistas dizem que se alguém comprar o YouTube, e tirar todo o material que de alguma forma fere direitos autorais, o site ficará sem graça.</p><h3>Gapple (Google + Apple)</h3><p>Virou esporte criar nomes para possíveis associações do Google. Um desses nomes surgiu há pouco mais de um mês quando a Apple anunciou que Eric Schimidt, CEO da Google, <a
href="http://blogs.zdnet.com/Google/?p=310">passaria a integrar o conselho administrativo da empresa da maçã</a>.</p><h3>Googlezon (Google + Amazon)</h3><p><img
alt="[Googlezon] " title="[Googlezon] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googlezon.jpg" />No final de 2004 um vídeo divertido foi divulgado na internet prevendo várias coisas. Entre elas estava a fusão do Google com a Amazon e o fim dos jornais de papel como conhecemos. Assista: EPIC 2014 e 2015 (<a
href="http://epic.makingithappen.co.uk/">original em inglês</a> | <a
href="http://www.youtube.com/watch?v=U2LcBmoE6Ws">dublado para o português</a>)</p><h3>Don&#8217;t Be Evil</h3><p>O grande problema para o Google é crescer e continuar com boa fama. Episódios recentes mostram conflitos com o seu lema interno. <a
href="http://www.ft.com/cms/s/79c01658-8e10-11da-8fda-0000779e2340.html">Aceitaram as condições do governo chinês</a> para atuar naquele mercado (Yahoo! e Microsoft já tinham aceitado as mesmas condições antes), evitam a todo custo <a
href="http://www.estadao.com.br/tecnologia/internet/noticias/2006/set/29/88.htm">colaborar com a justiça brasileira no caso do orkut</a> (parece que o problema está no MP que não sabe fazer as requisições corretas), negaram ao governo americano <a
href="http://www.theregister.co.uk/2006/01/31/google_subpoena_us_government/">o acesso a dados aleatórios e anônimos de buscas</a> feitas por seus usuários.</p><p>O primeiro caso envolve um tipo de censura. <a
href="http://googleblog.blogspot.com/2006/01/google-in-china.html">O Google diz</a> que é melhor os chineses terem acesso a algumas informações do que a nenhuma. Os outros dois casos envolvem a privacidade. E como já disse, <a
href="http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-privacidade/">defendo a privacidade</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/o-google-vai-dominar-o-mundo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>7</slash:comments> </item> <item><title>Esqueça o outsourcing. O negócio agora é o crowdsourcing</title><link>http://techbits.com.br/2006/esqueca-o-outsourcing-o-negocio-agora-e-o-crowdsourcing/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/esqueca-o-outsourcing-o-negocio-agora-e-o-crowdsourcing/#comments</comments> <pubDate>Tue, 03 Oct 2006 10:17:10 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[crowdsourcing]]></category> <category><![CDATA[darpa]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[negócios]]></category> <category><![CDATA[netflix]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/esqueca-o-outsourcing-o-negocio-agora-e-o-crowdsourcing/</guid> <description><![CDATA[Claro, estou exagerando. Há alguns meses um artigo na revista Wired chamado The Rise of Crowdsourcing mostrou como a multidão pode ajudar organizações a completar tarefas e diminuir custos. O crowdsourcing é o &#8220;novo lugar da mão-de-obra barata: pessoas no dia-a-dia usando seus momentos ociosos para criar conteúdo, resolver problemas e até mesmo para pesquisa [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/multidao.png" title="[crowdsourcing ]" alt="[crowdsourcing ]" />Claro, estou exagerando. Há alguns meses um artigo na revista Wired chamado <a
href="http://www.wired.com/wired/archive/14.06/crowds.html">The Rise of Crowdsourcing</a> mostrou como a multidão pode ajudar organizações a completar tarefas e diminuir custos. O crowdsourcing é o &#8220;novo lugar da mão-de-obra barata: pessoas no dia-a-dia usando seus momentos ociosos para criar conteúdo, resolver problemas e até mesmo para pesquisa e desenvolvimento&#8221;.</p><h3>Netflix</h3><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/netflix.png" alt="[Netflix] " title="[Netflix] " />A <a
href="http://www.netflix.com">Netflix</a> é uma locadora de DVD&#8217;s dos EUA que aluga filmes pela internet e entrega pelos correios. Quebrou paradigmas e fez a Blockbuster rever seu negócio. Mas o que traz a Netflix para este artigo é que <a
href="http://www.diogoazevedo.com/2006/10/netflix-cria-premio-de-1-mi/">acabam de anunciar um prêmio de  US$ 1 milhão</a> a quem (sim, qualquer pessoa) desenvolver um algoritimo 10 % melhor no quesito sugestão de filmes do que o sistema atual deles. Já que exploram a <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a> dos filmes, querem que as sugestões atinjam de forma mais certeira os gostos pessoais de cada um. É a essência do crowdsourcing: colocam a multidão para trabalhar e se alguém conseguir resultados, pagam.</p><h3>Google</h3><p>Recentemente o Google lançou um jogo on-line chamado <a
href="http://images.google.com/imagelabeler/">Google Image Labeler</a>. Um claro exemplo de crowdsourcing. As duplas precisam dar nomes às imagens que vão aparecendo na tela. Ganha-se pontos se os dois (desconhecidos entre si, localizados em diferentes partes da Terra) derem o mesmo nome à  figura. Parece algo idiota mas é na verdade uma grande sacada. Ao invés de contratar pessoas para identificar as imagens, o Google resolveu usar o poder da multidão para completar a tarefa. Pessoas aleatórias ao redor do mundo jogam em duplas e ganham pontos. Essa é a recompensa delas. Dessa forma o <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Google" class="bbli">Google<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> consegue identificar milhões e milhões de imagens de forma rápida e barata.</p><h3>DARPA</h3><p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Inteligência artificial livro" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/stanley.gif" title="[Stanley, o vencedor do DARPA Grand Challenge 2005] " alt="[Stanley, o vencedor do DARPA Grand Challenge 2005] " /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>Não, nada a ver com o <a
href="http://www.lostcast.com.br">seriado Lost</a>. Lá a sigla onipresente é DHARMA. O <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Darpa">DARPA</a> é um órgão militar do governo americano que faz pesquisas. E não é que eles usam o crowdsourcing para melhorar essas pesquisas? Desde 2004 organizam uma competição de carros robôs guiados por inteligência artificial. <a
href="http://www.wired.com/wired/archive/14.01/stanley.html">No ano passado finalmente um carro totalmente controlado por computadores conseguiu terminar a prova realizada no deserto</a>. O próximo desafio é um carro inteligente conseguir trafegar em vias urbanas. Claro, os vencedores ganham um prêmio.</p><h3>Juntando as peças</h3><p>A Netflix e o DARPA procuram soluções para seus problemas. Mas investir internamente ou contratar outra empresa para realizar pesquisas sairia muito caro. A solução encontrada é deixar a multidão pensar. <a
href="http://www.businessweek.com/innovate/content/jul2006/id20060713_755844.htm">Centenas, milhares, talvez milhões de pessoas em um brainstorm</a>. Uma ou outra idéia boa deve surgir, mas quase tudo é lixo. A vantagem: só se paga por resultado, ou seja, o custo pode parecer alto, mas dividido pela quantidade de cérebros envolvidos, acaba sendo um ótimo negócio.</p><p>O Google não paga em dinheiro, e sim em pontos. Dos pontos surge um ranking que gera satisfação para os que lá figuram. Tarefa realizada. E melhor: nada de problemas trabalhistas.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/esqueca-o-outsourcing-o-negocio-agora-e-o-crowdsourcing/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>24</slash:comments> </item> <item><title>Em defesa da Busca</title><link>http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-busca/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-busca/#comments</comments> <pubDate>Tue, 26 Sep 2006 10:17:07 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[busca]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <category><![CDATA[seo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-busca/</guid> <description><![CDATA[Desde que o Techbits existe, cerca de 19% dos visitantes vieram do Google. É provável que uma parte deles tenha se tornado leitor regular. Por isso figurar em mecanismos de buscas como o Google ou Yahoo! é um ótimo negócio: ganha-se visibilidade e novos leitores. Mas não é assim que pensa uma associação de jornais [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googlenewsbe.png" alt="[Google News] " title="[Google News] " /><a
href="http://techbits.com.br/2006/mais-um-na-multidao/">Desde que o Techbits existe</a>, cerca de 19% dos visitantes vieram do Google. É provável que uma parte deles tenha se tornado leitor regular. Por isso figurar em mecanismos de buscas como o Google ou Yahoo! é um ótimo negócio: ganha-se visibilidade e novos leitores. <a
href="http://blog.estadao.com.br/blog/anderaos/?title=google_e_proibido_de_publicar_conteudo_d&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1">Mas não é assim que pensa uma associação de jornais da Bélgica</a>. Ganharam na justiça uma ação obrigando o Google a não mais indexar suas páginas. Azar deles.</p><h3>A Busca impulsiona os negócios</h3><p>No livro &#8220;A Busca&#8221; (<a
href="http://submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1069563&amp;ST=SE&amp;franq=170303">compre no Submarino</a>), <a
href="http://battellemedia.com/">John Battelle</a> cita o caso de uma loja de sapatos que, da noite para o dia, viu seu faturamento despencar por ter caído no ranking do Google. A <a
href="http://2bigfeet.com/">loja virtual</a>, que vendia cerca de 40 mil dólares por mês, ficou com estoques encalhados às vésperas do Natal de 2003. A busca impulsiona visitantes, o faturamento e os negócios. Sair da primeira página do Google para outra qualquer fez todos esse índices despencarem.</p><p>Não é à  toa que encontramos pela web empresas vendendo SEO (<a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Seo">Search Engine Optimization</a> &#8211; Otimização em Mecanismos de Busca), muitas delas oferecendo práticas não aceitas pelo Google e, portanto, passíveis de exclusão do mecanismo de busca <a
href="http://news.bbc.co.uk/1/hi/technology/4685750.stm">como ocorreu recentemente com a BMW alemã</a>.</p><h3>Os livros e a prateleira infinita indexável</h3><p>Controvérsia parecida ocorre com as editoras de livros e o Google. O projeto <a
href="http://books.google.com">Google Livros</a> pretende escanear e tornar disponível a busca por todos os livros existentes. <a
href="http://news.com.com/Googles+battle+over+library+books/2100-1025_3-5907506.html">As editoras não gostaram da idéia</a>. Mas como fazer para que aquele livro, perdido em uma estante empoeirada, seja descoberto? Só com a busca na prateleira infinita da <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a>. E isso provavelmente aumentará as vendas.</p><h3>Azar deles</h3><p><a
href="http://hmtk.com/blog/index.php?/archives/45-Google-convicted-in-case-brought-by-Belgian-press.html">Dizem por aí que cerca de 40% das visitas</a> a sites de notícia originam-se de serviços agregadores como o <a
href="http://news.google.com.br/">Google News</a>. Por que então uma empresa de mídia prefere ficar fora do Google? A verdade é que as empresas representadas neste processo querem continuar no Google News, mas exigem pagamento de taxas de direito de uso de trechos de seus textos.</p><p><a
href="http://googleblog.blogspot.com/2006/09/about-google-news-case-in-belgium.html">O Google defende-se</a> dizendo que não fatura em cima do serviço Google News (não há anúncios), e que qualquer site pode se auto excluir de mecanismos de buscas apenas configurando corretamente o <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Robots.txt">robots.txt</a>, arquivo padronizado que alerta robôs de mecanismos de buscas sobre qual conteúdo [não] indexar.</p><p>Só posso entender que os jornais belgas não querem atrair leitores&#8230; azar deles.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-busca/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>6</slash:comments> </item> <item><title>Office: cada vez mais prefiro o Google à Microsoft</title><link>http://techbits.com.br/2006/office-cada-vez-mais-prefiro-o-google-a-microsoft/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/office-cada-vez-mais-prefiro-o-google-a-microsoft/#comments</comments> <pubDate>Sat, 23 Sep 2006 17:17:49 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[calendário]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[googleos]]></category> <category><![CDATA[microsoft]]></category> <category><![CDATA[office]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/office-cada-vez-mais-prefiro-o-google-a-microsoft/</guid> <description><![CDATA[Não, não sou ativista contra a Microsoft. Uso diariamente software deles mas encontrei substitutos muito bons para coisas como processador de textos, planilhas e calendário. O conceito de software do Google é bastante diferente daquilo que a Microsoft oferece atualmente. E na minha humilde opinião, melhor. Google vs. Microsoft (ou o novo vs. o antigo) [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googlems.png" alt="[Google vs Microsoft] " title="[Google vs Microsoft] " />Não, não sou ativista contra a <a
href="http://www.microsoft.com/brasil/">Microsoft</a>. Uso diariamente software deles mas encontrei substitutos muito bons para coisas como processador de textos, planilhas e calendário. O conceito de software do <a
href="http://www.google.com.br">Google</a> é bastante diferente daquilo que a Microsoft oferece atualmente. E na minha humilde opinião, melhor.</p><h3>Google vs. Microsoft (ou o novo vs. o antigo)</h3><p>No pacote office da Microsoft precisamos instalar programas no computador. Os documentos gerados são salvos, na maioria das vezes, localmente em sua própria máquina. Ou seja, são acessíveis apenas daquela máquina. No pacote office do Google não precisamos instalar nada. Só há a necessidade de ter um navegador moderno (IE, Firefox, Safari, Opera), algo que a maioria dos computadores já possuem. Os documentos gerados são salvos nos servidores do Google. São acessíveis de qualquer computador que possua acesso à  internet. Viu a diferença?</p><h3>Colaboração, esta é a chave</h3><p>Nos serviços do Google é possível compartilhar os documentos com outras pessoas. E mais, elas podem editar ao mesmo tempo que você os edita. Acredite, isso é uma grande vantagem. Não há necessidade de ficar enviando por email a nova versão do documento para os colaboradores. Com os softwares do Google todos têm acesso ao mesmo tempo à  última versão do documento. Depois de começar a usar algo com esse conceito é quase impossível voltar para o modo antigo. No pacote da Microsoft ao mudar uma vírgula você terá que enviar a nova versão para os colaboradores. E se o outro também mudou suas vírgulas? Aí tudo complica&#8230; Viu a diferença?</p><p>Além disso os arquivos sempre podem ser baixados para seu computador nos formatos padrões do Word (.doc), Excel (.xls) ou ainda em PDF.</p><h3>Writely, o editor de textos on-line</h3><p>O <a
href="http://writely.com/">Writely</a> é um editor de textos on-line com as principais funções de seu equivalente MS Word. Todos os textos deste blog são editados no Writely, desde o começo. O Writely foi comprado pelo Google no início deste ano, tornou-se beta público há cerca de um mês e nesta semana passou a integrar definitivamente os serviços web do Google ao aceitar o Contas Google como forma de login.<img
src="/img/ext/writely.gif" title="[Writely] " alt="[Writely] " class="floatTL"/></p><h3>Spreadsheets, a planilha on-line</h3><p>O <a
href="http://spreadsheet.google.com/">Google Spreadsheets</a> é uma planilha on-line que rivaliza com seu equivalente MS Excel. Possui as funções principais usadas em uma planilha e não decepciona. Permite edição simultânea e também já integra chat para conversar com quem estiver editando o mesmo documento naquele momento. Só não possui ainda suporte a macros. Mas quantos usam isso?<img
src="/img/ext/spreadsheets.gif" title="[Spreadsheets] " alt="[Spreadsheets] " class="floatTL"/></p><h3>Agenda, o calendário on-line</h3><p>O nome em inglês do serviço é Calendar. Essa semana foi lançado em português com o nome de <a
href="http://www.google.com/calendar">Agenda</a>. É o melhor gerenciador de agendas que conheço. É possível compartilhar parte dos compromissos com as pessoas que precisam saber (ideal para agenda de negócios ou para casais que querem gerenciar melhor o tempo), entre outras vantagens.<img
src="/img/ext/agenda.jpg" title="[Agenda] " alt="[Agenda] " class="floatTL"/></p><h3>Google em overdrive</h3><p>O <a
href="http://www.solonbro.com/?p=58">Google está em overdrive</a>. Parte desta constatação é que recentemente lançaram o Google Apps for your Domain (Aplicações Google para seu Site). Uma integração de seus melhores serviços destinadas às pequenas e médias organizações. A questão que fica é: <a
href="http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/">você confiaria seus dados ao Google?</a> Eu confio.</p><h4>Leia também:</h4><p><a
href="http://techbits.com.br/2006/google-docs-o-office-on-line/">Google Docs, o office on-line </a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/office-cada-vez-mais-prefiro-o-google-a-microsoft/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>24</slash:comments> </item> <item><title>Você confiaria seus dados estratégicos ao Google?</title><link>http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/#comments</comments> <pubDate>Mon, 28 Aug 2006 21:17:53 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[calendário]]></category> <category><![CDATA[email]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[ibm]]></category> <category><![CDATA[microsoft]]></category> <category><![CDATA[segurança]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/</guid> <description><![CDATA[O Google acaba de lançar um pacote que concorre com soluções vendidas pela Microsoft e IBM. Trata-se do Google Apps for your Domain (aplicativos Google para seu site), que nada mais é do que algumas de suas melhores ferramentas (Gmail, Calendar, Google Talk e Page Creator) integradas para uso corporativo. Deve entrar em breve nesta [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/google.png" title="Google, don't be evil!" alt="[Google, don't be evil!] " />O Google acaba de lançar um pacote que concorre com soluções vendidas pela Microsoft e IBM. Trata-se do <a
href="https://www.google.com/a/" title="Google Apps">Google Apps for your Domain</a> (aplicativos Google para seu site), que nada mais é do que algumas de suas melhores ferramentas (Gmail, Calendar, Google Talk e Page Creator) integradas para uso corporativo. Deve entrar em breve nesta lista o <a
href="http://www.writely.com/">Writely</a> e o <a
href="http://spreadsheet.google.com/">Spreadsheets</a> (editor de textos e planilhas on-line respectivamente). Dentro das organizações esses aplicativos são caminho freqüente de informações estratégicas.</p><h3>O problema</h3><p>A Microsoft e a IBM oferecem soluções corporativas de email, calendário e integração. A grande diferença de ambas para o Google, é que em geral a solução está implantada em servidores próprios das empresas que compraram o produto(*), ou seja, o controle delas sobre as informações é total. O e-mail, parte central da comunicação interna e externa da maioria das organizações, fica vulnerável se estiver em poder de terceiros. O mesmo vale para calendário, planilhas e documentos. Você confiaria seus dados ao Google?</p><h3>Universidades</h3><p>Aparentemente o Google é uma empresa confiável, e seus serviços fazem enorme sucesso entre usuários finais. Internamente o lema corporativo informal é <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Don%27t_be_evil" title="Don't be Evil">Don&#8217;t be evil</a> (não seja mal). O serviço lançado agora é uma extensão do que já existia antes (Gmail for your Domain, desde fevereiro) com a integração de outras ferramentas.</p><p><a
href="http://news.com.com/Google+offers+hosted+communications+applications/2100-1032_3-6109823.html" title="Cnet News">Segundo Dave Girouard</a>, VP de negócios corporativos do Google, o Gmail já é utilizado por centenas de universidades para prover email aos seus alunos e colaboradores. Essa é uma forte indicação de que provavelmente não há o que temer em relação à  segurança da informação. Resta ao Google Apps a difícil tarefa de convencer <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chief_Information_Officer" title="Chief Information Officer">CIOs</a> de que sua ferramente é confiável.</p><p><small>(*) a Microsoft possui uma suíte on-line de aplicativos chamada <a
href="http://ideas.live.com">Windows Live</a>.</small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>12</slash:comments> </item> <item><title>Em defesa da privacidade</title><link>http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-privacidade/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-privacidade/#comments</comments> <pubDate>Wed, 23 Aug 2006 15:17:28 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[data-mining]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[orkut]]></category> <category><![CDATA[privacidade]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-privacidade/</guid> <description><![CDATA[O Ministério Público está movendo uma ação contra o Google do Brasil para obter informações de usuários que supostamente cometeram crimes em seu site de relacionamento, o orkut. A ação pode levar à multa e fechamento das operações da empresa no Brasil. O grande problema que vejo aí é a privacidade dos usuários do serviço. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/orkut.png" alt="[Orkut]" title="Orkut" />O Ministério Público está movendo uma ação contra o Google do Brasil para obter informações de usuários que supostamente cometeram crimes em seu site   de relacionamento, o orkut. <a
href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2006/08/22/idgnoticia.2006-08-22.0464035906/IDGNoticia_view" title="de que adianta fechar o Google Brasil se o serviço está nos EUA e na internet?">A ação pode levar à  multa e fechamento das   operações da empresa no Brasil</a>. O grande problema que vejo aí é a privacidade   dos usuários do serviço. Se o MP vencer a ação e conseguir acesso às   informações sobre usuários do orkut, abre-se um precedente para que todo tipo   de informação de qualquer pessoa caia nas mãos da justiça.</p><h3>Não à  pedofilia e à  intolerância</h3><p>O alvo da ação do MP são os <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedofilia" title="Segundo a wikipedia...">pedófilos</a> e os que cultivam intolerância às   minorias. Ok, são fora-da-lei. Mas crimes acontecem em todos os   lugares. Alguém já viu a justiça querer fechar ruas de São Paulo pois   cometem-se crimes nestes locais? Não estou defendo os pedófilos e muito menos   os simpatizantes do ódio a qualquer categoria. Cada um tem suas razões para as   coisas que faz e nada tenho a ver com isso.</p><h3>Yahoo! e Microsoft já abriram as pernas</h3><p>Enquanto todos discutem se o Google é &#8220;do bem&#8221; ou &#8220;do mal&#8221; em não permitir   acesso a informações de supostos criminosos, a justiça brasileira já obteve acesso aos   bancos de dados da Yahoo! e da Microsoft. No começo deste ano, lá no norte, o DOJ (algo como o   Ministério Público dos EUA) fez uma solicitação aos   mecanismos de busca para que revelassem informações de pesquisa   de seus usuários. O objetivo era verificar a incidência de pessoas   interessadas em pedofilia, intolerância e assuntos relacionados. Todo mundo   (leia-se Yahoo!, MSN e outros) atendeu. <a
href="http://www.theregister.co.uk/2006/01/31/google_subpoena_us_government/" title="O google diz não ao DOJ...">Exceto o Google</a>. Volto a repetir: não   estou defendendo o crime. Apenas fico com medo que <a
href="http://techbits.com.br/2006/e-a-privacidade-foi-pro-brejo/" title="já não foi?">a   privacidade vá para o brejo</a>.</p><h3 id="multidao">Os desejos da multidão</h3><p>Um termo que ficou famoso na web é &#8220;<a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Wisdom_of_Crowds" title="Os desejos da multidão, CRM, o que vc quiser...">wisdom of crowds</a>&#8220;, algo como o desejo das   multidões. Milhões de pessoas fazem pesquisas na internet diariamente. Se   alguém observar o que estão procurando vai descobrir o desejo das multidões.   Se você costuma procurar por conteúdo obscuro na internet (todos fazem, ninguém admite), pode ser   vítima indireta dessa ação do Ministério Público. Em defesa da privacidade   ainda torço para que a justiça não tenha acesso a esses dados, ou se tiver,   que seja rigorosamente apenas o dos supostos criminosos.</p><p><strong>[Atualização]</strong> O <a
href="http://googleblog.blogspot.com/2006/08/coalition-against-child-pornography.html" title="O Google está preocupado...">blog official do Google</a> informa que acaba de associar-se ao <a
href="http://www.missingkids.com/missingkids/servlet/NewsEventServlet?LanguageCountry=en_US&amp;PageId=2629" title="National Center for Missing &amp; Exploited Children">NCMEC</a>, grupo de combate à  pedofilia. Enquanto isso a Microsoft diz que vai incluir em seu mensageiro instantâneo MSN <a
href="http://www.solonbro.com/wp-trackback.php?p=28" title="Denuncie via MSN">um botão para denunciar pedófilos</a>. Ótimo saber que eles se preocupam com o problema. Péssimo descobrir que o governo tem acesso a todos os seus dados&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-privacidade/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>17</slash:comments> </item> </channel> </rss>
