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> <channel><title>Techbits &#187; distribuição</title> <atom:link href="http://techbits.com.br/tudo-sobre/distribuicao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://techbits.com.br</link> <description>O Techbits é um blog voltado para discussão de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, segurança e negócios.</description> <lastBuildDate>Thu, 06 Oct 2011 05:55:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>Essa tal da internets&#8230;</title><link>http://techbits.com.br/</link> <comments>http://techbits.com.br/#comments</comments> <pubDate>Mon, 09 Nov 2009 15:59:11 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[uniban]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=783</guid> <description><![CDATA[A internets mudou a forma como a informação é distribuída. Os custos caíram a quase zero. Qualquer um pode ter um blog, twitter e, portanto, voz na multidão. Parece óbvio, ou melhor, é óbvio afirmar tudo isso que disse até agora. Mas nem todos perceberam essacaracterística da internet. Lá no período feudal a distribuição de [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
id="ziac" title="A internets mudou a forma como a informação é distribuída" href="../2007/a-nova-distribuicao-de-conteudo/"><a
href="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/11/series-of-tubes.jpg"><img
class="alignnone size-full wp-image-784" title="series-of-tubes" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/11/series-of-tubes.jpg" alt="series-of-tubes" width="300" height="262" /></a>A internets mudou a forma como a informação é distribuída</a>. Os custos caíram a quase zero. Qualquer um pode ter um blog, twitter e, portanto, voz na multidão. Parece óbvio, ou melhor, é óbvio afirmar tudo isso que disse até agora. Mas nem todos perceberam essacaracterística da internet.</p><p>Lá no período feudal a distribuição de informações era complicada e cara. A igreja católica era uma das poucas instituições que tinha ocacife para bancar pessoas a publicarem conteúdo. Livros e todo o tipo de informação era registrada manualmente por escribas especializadíssimos. O mesmo ocorria em outras culturas como no Egito e outros lugares do planeta.</p><p>Daí veio o <a
id="kkv:" title="Gutenberg" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Johannes_Gutenberg">Gutenberg</a>. Ele pegou várias tecnologias que existiam em sua época e juntou em um invento que chamou de tipo móvel. Revolução! A partir deste ponto a distribuição da informação nunca mais foi a mesma.</p><p>A igreja perdeu seu monopólio pois o tipo móvel permitiu a muito mais gente bancar a distribuição de informações. Essa tecnologia fez surgir editoras de livros, jornais impressos e barateou em muito a distribuição.</p><p>Alguns séculos se passaram e o <a
id="r_1s" title="Vint Cerf" href="http://www.flickr.com/photos/ayfugita/3588699039/">Vint Cerf</a> inventou a internets. Revolução de novo! Esse novo meio aberto permitiu uma série de coisas. Distribuir informação ficou mais barato de novo. Muito barato. Tão barato que permite a qualquer um divulgar suas ideias, textos, fotos, vídeos, etc. E essa é a revolução que hoje chamamos de <a
id="zaod" title="mídias sociais" href="http://twitter.com/fugita/status/5507457496">mídias sociais</a>.</p><p>Daí aparecem aqueles que não sabem que agora todo mundo tem voz na multidão. <a
id="h2x1" title="Vide o caso Uniban" href="http://comfelelimao.wordpress.com/2009/11/09/e-a-uniban-mostra-porque-e-a-uniban/">Vide o caso Uniban</a>, impossível abafar um caso desses em tempos de youtube, twitter, blogs. E foi o que aconteceu.</p><p><small>obs: imagem deste post <a
id="rgzt" title="Series of Tubes" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Series_of_tubes">Series of Tubes</a>, referência à declaração de um senador americano que virou piada nas rodinhas de internets, <a
id="rskj" title="retirada deste blog" href="http://themachineisus.wordpress.com/2008/07/28/the-first-campaign/">retirada deste blog</a>.</small></p><h4>Leitura recomendada:</h4><ul><li><a
id="cszt" title="Uniban e gestão de crises pós-Internet" href="http://www.talk2.com.br/debate/o-que-a-uniban-deveria-saber-sobre-gerenciamento-de-crises-pos-internet/">Uniban e gestão de crises pós-Internet</a>, via Talk:2, texto do Juliano Spyer</li><li><a
id="g6:v" title="O código da discórdia" href="../2007/o-codigo-da-discordia/">O código da discórdia</a>, via Techbits, sobre indústria do DVD vs. Internet</li><li><a
id="bjts" title="Só porque transou na praia quer tampar o sol com a peneira" href="http://www.meiobit.com/meio-bit/internet/so-porque-transou-na-praia-quer-tampar-o-sol-com-a-peneira">Só porque transou na praia quer tampar o sol com a peneira</a>, via Meio Bit, sobre Cicarelli vs. Internet</li><li><a
id="pb53" title="Boteco São Bento (o pior bar do sistema solar)" href="http://www.contraditorium.com/2009/09/29/boteco-sao-bento-o-pior-bar-do-sistema-solar/">Boteco São Bento (o pior bar do sistema solar)</a>, via Contraditorium, sobre o Pior bar do sistema solar vs. Internets</li><li><a
id="juy5" title="Como a campanha &quot;Xô Sarney&quot; se espalhou pela blogosfera" href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/2006/09/03/como_a_campanha_xo_sarney_se_espalhou_pe/">Como a campanha &#8220;Xô Sarney&#8221; se espalhou pela blogosfera</a>, via Pensar Enlouquece, sobre o Coroné vs. Internets</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>6</slash:comments> </item> <item><title>Podemos dizer que TV = internet?</title><link>http://techbits.com.br/2009/tv-internet/</link> <comments>http://techbits.com.br/2009/tv-internet/#comments</comments> <pubDate>Mon, 26 Oct 2009 07:55:59 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[transmissão]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[u2]]></category> <category><![CDATA[u2webcast]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=751</guid> <description><![CDATA[Na madrugada desta segunda-feira a banda irlandesa U2 fez um show que foi transmitido ao vivo pela internet no YouTube (imagem ao lado). Até aí nada demais, todo mundo transmite coisas ao vivo pela internet no Justin.tv ou Qik. O que impressiona no caso é a escala da coisa. É a segunda vez que o [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/10/u2webcast.png"><img
class="alignnone size-full wp-image-752" title="u2webcast" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/10/u2webcast.png" alt="u2webcast" width="250" height="149" /></a>Na madrugada desta segunda-feira a banda irlandesa U2 fez um show <a
id="soma" title="U2 fez um show que foi transmitido ao vivo pela internet no YouTube" href="http://googlediscovery.com/2009/10/25/youtube-ira-transmitir-show-ao-vivo-do-u2/">que foi transmitido ao vivo pela internet no YouTube</a> (imagem ao lado). Até aí nada demais, todo mundo transmite coisas ao vivo pela internet no Justin.tv ou Qik. O que impressiona no caso é a escala da coisa. É a segunda vez que o YouTube faz esse tipo de transmissão ao vivo. Na primeira vez <a
id="v2wc" title="700 mil pessoas acompanharam o streaming do evento" href="http://macmagazine.uol.com.br/2008/11/23/google-contrata-akamai-para-transmissao-do-youtube-live-700-mil-espectadores-simultaneos/">700 mil pessoas acompanharam o streaming do evento</a>. Desta vez foi provavelmente algo bem maior. Daí vem a pergunta&#8230; TV? Pra mim TV já é igual à internet faz um bom tempo.</p><p>Muitos comentários no Twitter durante a transmissão já <a
id="ybr4" title="apontavam para esse fato impressionante" href="http://www.poltrona.tv/u2webcast-e-a-revolucao-no-modo-de-ver-tv/">apontavam para esse fato impressionante</a>. A transmissão de vídeo na internet é bem diferente da transmissão do sinal de TV. Na TV apenas um sinal é transmitido por uma antena e vários aparelhos exibem essa transmissão. Na internet é necessário transmitir um sinal para cada ponto que esteja vendo o vídeo. Imagina 1 milhão ou mais de sinais transmitidos ao mesmo tempo. E o tempo total da transmissão durar duas horas e meia&#8230; <a
id="m63-" title="Impressionante, né?" href="http://twitter.com/fugita/status/5167386996">Impressionante, né?</a></p><p>Se já é possível transmitir pra tanta gente ao mesmo tempo um sinal de TV pela internet, daqui a pouco o sinal do cabo ou do espectro de frequências se tornará obsoleto. Eu, por exemplo, raramente assisto TV de verdade. Tanto que agora nem tenho mais TV à cabo e nem antena de TV normal.</p><p>Quando quero noticiários em vídeo vou ao G1. Quando quero assistir séries, TPB. Se quero ver um programa da TV aberta, YouTube. Um bom exemplo é o caso do Um Contra Cem, programa do Roberto Justus no SBT, só assisto no YouTube.</p><p>Na TV dependemos da grade imposta e programação, na interwebs não. Claro que a transmissão do show do U2 era em um horário pré-definido. Mas logo em seguida aconteceu o re-broadcast e o <a
id="uo4b" title="vídeo ficará disponível para quem quiser assistir" href="http://www.youtube.com/u2">vídeo ficará disponível para quem quiser assistir</a> quando bem entender. Claro que a TV aberta mudou. A Globo e Record transmitem seus noticiários em seus portais de notícias.</p><p>E tudo isso faz parte de uma discussão bem mais ampla que já rendeu muitos posts neste blog. A internet permite a distribuição da informação de forma bem mais barata que os métodos &#8220;convencionais&#8221;. É assim com o jornal de papel, com o DVD de plástico e também para o sinal da TV. <a
id="ely1" title="O suporte físico tem maior percepção de valor" href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/09/25/as-pessoas-pagam-por-papel/">O suporte físico tem maior percepção de valor</a>. Mas acho que no fim os bits do TCP/IP vencem! É a velha escassez vs. abundância.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
id="ndub" title="#U2Webcast e a revolução no modo de ver TV" href="http://www.poltrona.tv/u2webcast-e-a-revolucao-no-modo-de-ver-tv/">#U2Webcast e a revolução no modo de ver TV</a>, via Poltrona TV</li><li><a
id="xv1i" title="TV e YouTube: diametralmente opostos" href="../2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/">TV e YouTube: diametralmente opostos</a>, aqui no Techbits</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2009/tv-internet/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>8</slash:comments> </item> <item><title>Escassez com abundância</title><link>http://techbits.com.br/2008/escassez-com-abundancia/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/escassez-com-abundancia/#comments</comments> <pubDate>Tue, 30 Sep 2008 13:57:23 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[abundância]]></category> <category><![CDATA[cultura]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[escassez]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[roda viva]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[twitter]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=401</guid> <description><![CDATA[TV engorda. Mas não é sobre isso que vou falar neste post. Participei ontem (29/09) do Roda Viva, na TV Cultura, na condição de twitteiro convidado. A sabatina era com o Wagner Moura, grande ator, que está em cartaz na peça Hamlet em São Paulo. Mas também não estou aqui para falar disso! A grande [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
title="Wagner Moura" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/wagnermoura.jpg" alt="Wagner Moura" /><a
id="sbrd" title="TV engorda" href="http://twitter.com/tucahernandes/statuses/939991149">TV engorda</a>. Mas não é sobre isso que vou falar neste post. Participei ontem (29/09) do Roda Viva, na TV Cultura, na condição de twitteiro convidado. A sabatina era com o Wagner Moura, grande ator, que está em cartaz na peça Hamlet em São Paulo. Mas também não estou aqui para falar disso! A grande questão é notar como dois conceitos antagônicos podem ser usadas ao mesmo tempo: abundância vs. escassez, um dos fundamentos da internet vs. velhas mídias. </p><p>A TV é um meio restritivo. Só existem 24 horas na grade de programação. É preciso alocar esse tempo escasso para tudo o que uma emissora quer passar. Um programa só exibe uma câmera por vez, dá atenção a apenas uma coisa em determinado instante. <a
id="n0wa" title="A TV é diametralmente oposta ao YouTube" href="http://techbits.com.br/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/">A TV é diametralmente oposta ao YouTube</a>.</p><p><a
id="h0hv" title="O que a TV Cultura vem fazendo no Roda Viva" href="http://200.136.27.11/rodaviva/">O que a TV Cultura vem fazendo no Roda Viva</a> é experimento realmente fantástico. Mistura o poder da TV com o poder da distribuição por um canal quase sem escassez. Ao mesmo tempo que transmite na sua freqüência concedida, algo caro e complicado de se fazer, tem o streaming pela internet. O mais interessante de tudo é que broadcast na forma de bits <a
id="o8sr" title="não pára nem nos intervalos comerciais" href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/09/23/tv-cultura-faz-1%C2%AA-transmissao-experimental-participativa/">não pára nem nos intervalos comerciais</a>.</p><p>Fora isso, claro, chamaram alguns twitters para cobrir o programa ao vivo. Desta vez fomos eu (<a
id="cac4" title="@fugita" href="http://twitter.com/fugita">@fugita</a>), por causa do <a
id="la06" title="CinemaLido" href="http://www.cinemalido.com.br/">CinemaLido</a>, a Verônica Mambrini (<a
id="y5v_" title="@vmambrini" href="http://twitter.com/vmambrini">@vmambrini</a>), do <a
id="iamx" title="Digestivo Cultural" href="http://www.digestivocultural.com/">Digestivo Cultural&gt;</a> e a Larissa Menon (<a
id="kal1" title="@cinezine" href="http://twitter.com/cinezine">@cinezine</a>), do <a
id="o6d2" title="Cinezine" href="http://cinezine.com.br/">Cinezine</a>, além do Paulo Fehlauer (<a
id="f.dn" title="@fehlauer" href="http://twitter.com/fehlauer">@fehlauer</a>), do <a
id="gz1g" title="Na Rua" href="http://narua.org/new/">Na Rua</a>, que fez a <a
id="fz11" title="cobertura fotográfica no Flickr" href="http://flickr.com/photos/streetlife/sets/72157607584864132/">cobertura fotográfica no Flickr</a>. E todos interagindo em tempo real com os usuários do twitter. Totalmente multimídia.</p><p>Como alguns devem saber, a Rede Cultura mantém outras iniciativas na web muito interessantes. Uma delas é o <a
id="au0l" title="Radar Cultura" href="http://www.radarcultura.com.br/">Radar Cultura</a>, sistema que <a
id="bgih" title="com ajuda da multidão" href="http://www.expressaodeideias.com.br/radar-cultura-am-finalmente-um-projeto-20-de-verdade">com ajuda da multidão</a>, decide que música será tocada no dial. Muito bom saber que uma empresa estatal é antenada em tecnologias inovadoras.</p><h4>Veja mais:</h4><ul><li><a
id="t0yq" title="Perfil dos Twitters presentes no programa" href="http://www.radarcultura.com.br/node/26233">Perfil dos Twitters presentes no programa</a>, via TV Cultura</li><li><a
id="vzht" title="Alegria, Alegria: Roda Viva em nova fase" href="http://www.ladybugbrazil.com/2008/09/29/alegria-alegria-roda-viva-em-nova-fase/">Alegria, Alegria: Roda Viva em nova fase</a>, via LadybugBrazil</li><li><a
id="fmg5" title="TV Cultura faz 1ª transmissão experimental participativa" href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/09/23/tv-cultura-faz-1%C2%AA-transmissao-experimental-participativa/">TV Cultura faz 1ª transmissão experimental participativa</a>, via Tiago Dória Weblog</li><li><a
href="http://boombust.hitechlive.com.br/transmissao-experimental-participativa-e-a-nova-vedete-da-cultura/">Transmissão experimental participativa é a nova vedete da Cultura</a>, via Boombust</li><li><a
href="http://flickr.com/photos/ayfugita/sets/72157607597034696/">Minhas fotos no Flickr</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/escassez-com-abundancia/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>Cinema, aspirinas e distribuição</title><link>http://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-distribuicao/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-distribuicao/#comments</comments> <pubDate>Fri, 07 Dec 2007 20:10:06 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[3 efes]]></category> <category><![CDATA[abundância]]></category> <category><![CDATA[cinema]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[dvd]]></category> <category><![CDATA[escassez]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-distribuicao/</guid> <description><![CDATA[Hoje, sexta-feira, 7 de Dezembro é um dia interessante no que tange à distribuição de conteúdo. Da mesma forma que fez o diretor Steven Soderbergh, em 2005, com seu filme Bubble, um filme nacional chamado 3 Efes estréia ao mesmo tempo em várias mídias. Ao invés de restringir a escolha do espectador à tela do [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/3efes.png" alt="3 Efes - distribuição moderna! " />Hoje, sexta-feira, 7 de Dezembro é um dia interessante no que tange à distribuição de conteúdo. <a
href="http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1986" title="Da mesma forma que fez o diretor Steven Soderbergh em 2005 com seu filme Bubble" id="cp:z">Da mesma forma que fez o diretor Steven Soderbergh</a>, em 2005, com seu filme Bubble, um filme nacional chamado <a
href="http://www.3efes.com.br/" title="3 Efes" id="tj1k">3 Efes</a> estréia ao mesmo tempo em <a
href="http://br.reuters.com/article/entertainmentNews/idBRN0620006120071206" title="3 Efes estréia ao mesmo tempo em várias mídias" id="n38s">várias mídias</a>. Ao invés de restringir a escolha do espectador à tela do cinema, o filme do diretor Gerbase pode ser visto em outros lugares também: na TV (<a
href="http://globosat.globo.com/canalbrasil/" title="Canal Brasil" id="y7_0">Canal Brasil</a>), em DVD e <a
href="http://cinema.terra.com.br/interna/0,,OI2133226-EI1176,00.html" title="pela internet, via Terra" id="wcy1">pela internet, via Terra</a>.</p><p>Já discuti aqui no Techbits que a grande mudança que a internet trouxe para todas as mídias foi a facilidade de distribuição. Hoje não queremos mais esperar para assistir ao último episódio do seriado Heroes quando a AXN ou a Record resolverem passar por aqui. Não queremos aguardar vários meses, de acordo com a estratégia comercial da distribuidora, para termos um filme em DVD. <a
href="http://techbits.com.br/2007/drm-escassez-vs-abundancia/">Não queremos escassez e sim abundância</a>.</p><p>O que o filme Bubble fez foi uma experiência neste sentido agora repetido pelo 3 Efes. Não sei se o filme é bom (isso aqui não é um <a
href="http://www.cinemalido.com.br">blog de cinema</a>!), as críticas falam bem, pretendo assistir assim que possível. Mas que a estratégia de distribuição diferente está chamando a atenção, não há dúvidas.</p><p>Claro que provavelmente estão fazendo assim pois o público que atingiriam na meia dúzia de salas de cinema do país que vão passar o filme, não pagaria a produção. Mas em termos de soltar as amarras da velha forma de distribuir conteúdo, o filme 3 Efes já ganhou um fã. Fora que vem da <a
href="http://www.casacinepoa.com.br/" title="Casa de Cinema de Porto Alegre" id="r-n6">Casa de Cinema de Porto Alegre</a>, deve ser coisa boa!</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-crowdsourcing/">Cinema, aspirinas e crowdsourcing</a></li><li><a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">O LOST e o novo paradigma da distribuição de conteúdo</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-distribuicao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>6</slash:comments> </item> <item><title>TV digital e a distribuição de conteúdo</title><link>http://techbits.com.br/2007/tv-digital-e-a-distribuicao-de-conteudo/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/tv-digital-e-a-distribuicao-de-conteudo/#comments</comments> <pubDate>Tue, 04 Dec 2007 08:19:41 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[abundância]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[escassez]]></category> <category><![CDATA[tv digital]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/tv-digital-e-a-distribuicao-de-conteudo/</guid> <description><![CDATA[Demorei um pouco para escrever este texto, o timing ideal teria sido dois dias atrás, na estréia da TV digital no Brasil. O vídeo de lançamento foi bastante interessante, com um mashup de cenas memoráveis da época analógica. Concordo que a evolução que o novo serviço traz é comparável à transição do preto e branco [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/tvdigital.jpg" alt="TV digital " />Demorei um pouco para escrever este texto, o timing ideal teria sido dois dias atrás, na estréia da TV digital no Brasil. O vídeo de lançamento foi bastante interessante, <a
href="http://youtube.com/watch?v=rz2dOzrOLYc" title="com um mashup de cenas memoráveis da época analógica" id="p9ms">com um mashup de cenas memoráveis da época analógica</a>. Concordo que a evolução que o novo serviço traz é comparável à transição do preto e branco para a TV em cores.</p><p>Fui a uma loja de SP para conferir a tão falada qualidade de imagem digital. O aparelho de TV era um Full HD 1080i, 50 polegadas e o programa, uma novela da Globo. Enquanto a qualidade da imagem é impressionante, não podemos falar o mesmo do programa que estava passando&#8230;</p><p>O grande problema da TV digital é o mesmo da TV analógica e aparentemente continuará assim por muito tempo e se chama <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/" title="distribuição de conteúdo" id="kvdi">distribuição de conteúdo</a>. A mesma restrição de escolha, a mesma restrição de grade de programação, a mesma escassez que essa mídia sempre ofereceu, continua.</p><p>O advento da internet nos acostumou mal, consumimos conteúdo quando, onde e o que quisermos. Nós fazemos as escolhas, temos variedade para selecionar aquilo que nos agrada, essas coisas. Na internet temos abundância e os filtros personalizados, bem diferente da escassez encontrada na forma de distribuição da TV digital ou analógica.</p><p>A qualidade da imagem é o diferencial, <a
href="http://www.solonbro.com/2007/10/04/proposta/" title="como diria o Solon" id="wmel">como diria o Solon</a>. Mas em termos práticos é só isso que está mudando. O que importa, ou seja, a possibilidade de escolha que a internet nos ensinou, continua restrita à grade imposta pela emissora de TV. Já havia dito isso antes, mas minha TV digital é a internet. <a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-digital-vou-de-youtube/" title="Prefiro mil vezes a variedade e liberdade de escolha de um YouTube" id="ad2d">Prefiro mil vezes a variedade e liberdade de escolha de um YouTube</a>.</p><p><small>(*) imagem deste post, <a
href="http://flickr.com/photos/75724192@N00/64138013/">via Flickr</a></small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/tv-digital-e-a-distribuicao-de-conteudo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>23</slash:comments> </item> <item><title>A nova distribuição de conteúdo</title><link>http://techbits.com.br/2007/a-nova-distribuicao-de-conteudo/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/a-nova-distribuicao-de-conteudo/#comments</comments> <pubDate>Thu, 11 Oct 2007 20:08:16 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[live nation]]></category> <category><![CDATA[madonna]]></category> <category><![CDATA[música]]></category> <category><![CDATA[radiohead]]></category> <category><![CDATA[tropa de elite]]></category> <category><![CDATA[warner]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/a-nova-distribuicao-de-conteudo/</guid> <description><![CDATA[Dias atrás, quando defendi o YouTube frente à TV digital, alguns não entenderam que a minha crítica ia para a forma de distribuição de conteúdo. Não acho que os tradicionais produtores de conteúdo vão deixar de existir. Acho que terão de formular uma nova forma de distribuição. O Tiago Dória, comentando o caso da Madonna [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/tvdigital.jpg" alt="[Distribuição de conteúdo na forma de bits e bytes] " />Dias atrás, <a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-digital-vou-de-youtube/">quando defendi</a> o YouTube frente à TV digital, <a
href="http://www.solonbro.com/?p=239">alguns não entenderam</a> que a minha crítica ia para a forma de distribuição de conteúdo. Não acho que os tradicionais produtores de conteúdo vão deixar de existir. Acho que terão de formular uma nova forma de distribuição. O Tiago Dória, comentando o caso da Madonna <a
href="http://online.wsj.com/article/SB119205443638155166.html" id="okv9" title="que vai abandonar a tradicional Warner pela Live Nation">que vai abandonar a tradicional Warner pela Live Nation</a>, tirou as palavras do meu teclado:</p><blockquote><p>&#8220;(&#8230;) na parte de distribuição [as gravadoras], já perderam o bonde da história para a internet &#8211; já não têm controle sobre como e onde o seu conteúdo será distribuído. Aliás, o que a internet vem mudando é muito mais a indústria da distribuição do que a de produção de conteúdo.&#8221;, <a
href="http://z001.ig.com.br/ig/59/32/896736/blig/tiagodoria/2007_41.html#post_18974428" id="copg" title="Tiago Dória">Tiago  Dória</a></p></blockquote><h3>Somos ladrões?</h3><p>A indústria de entretenimento considera seus consumidores ladrões. Processam pessoas que querem seu produto, mas que estão cansadas da mídia física, que exige, por exemplo, comprar várias músicas ruins quando só queremos uma única faixa. Quando colocam em lojas virtuais como a iTunes, enchem o arquivo de DRM. Ao invés de confiar naqueles que geram sua receita, desconfiam. <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20071004-verdict-is-in.html" id="ssb6" title="Sua incompetência em entender que o mundo mudou é trasnformada em processos">Sua incompetência em entender que o mundo mudou é transformada em processos</a>.  Não é à toa que a troca ilegal de arquivos pela internet corre solta.</p><p>O blog Torrent Freak diz que <a
href="http://torrentfreak.com/steal-our-album-bury-the-label-071009/" id="w_w2" title="uma banda de rock propôs que todos nós roubemos mesmo música das gravadoras">uma banda de rock propôs que todos nós roubemos mesmo música das gravadoras</a>, pois para a banda, dinheiro da venda de CDs nunca aparece. A idéia é mais ou menos essa: se algum fã quer mesmo que o dinheiro chegue ao artista, roube música das gravadoras para acabar de vez com elas, vá aos shows, compre uma camiseta e entoe a canção. Pelo menos o dinheiro entra.</p><p>A mensagem é clara: a distribuição de conteúdo, do jeito que está hoje, não funciona mais como modelo de negócios. <a
href="http://meiobit.com/industria/lembram_do_radiohead_pois_funcionou" id="g6wk" title="Radiohead sabe muito bem disso e publicou seu último albúm somente on-line">Radiohead sabe muito bem disso</a> e publicou seu último álbum somente on-line. <a
href="http://www.messa.com.br/eric/ecode/2007/10/sobre-pirataria-e-um-pouco-de-radiohead.html">Sem falar do caso &#8220;Tropa de Elite&#8221;</a>, que ia cobrir aqui, mas acabou ficando para trás.</p><h3>Barateamento dos meios de distribuição</h3><p>Antes só a <a
href="http://acompanhia.blogarium.net/" id="ejn3" title="Big-Company-Inc-S.A">Big-Company-Inc-S.A.</a> tinha dinheiro para bancar a distribuição de informação, seja ela um texto, uma música ou um filme. Todo mundo está cansado de ouvir, hoje todos podem ter um blog, distribuir músicas, fotos, vídeos. Ficou barato.</p><p>O meio internet, os bits e bytes da grande rede, transformaram a distribuição em <em>commodity</em>, algo que a indústria custa a aceitar. Não é à toa que minha TV, meu jukebox, meu livro, meu jornal, todos são a internet. Continuo aceitando pagar para receber conteúdo como filmes, livros, etc&#8230; Mas prefiro a internet como meio. Ponto final.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">O LOST e o novo paradigma da distribuição de conteúdo</a></li><li><a
href="http://meiobit.com/audio_video_fotografia/caso_madonna_extin_o_ou_evolu_o">Caso Madonna: Extinção ou Evolução?</a>, via Meio Bit</li><li><a
href="http://z001.ig.com.br/ig/59/32/896736/blig/tiagodoria/2007_41.html#post_18974428">Madonna já sabe o que fazer com as gravadoras</a>, via Tiago Dória</li><li><a
href="http://online.wsj.com/article/SB119205443638155166.html">Madonna Heads for Virgin Territory</a>, via The Wall Street Journal</li></ul><p><small>(*) imagem deste post, <a
href="http://flickr.com/photos/75724192@N00/64138013/">via Flickr</a></small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/a-nova-distribuicao-de-conteudo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>8</slash:comments> </item> <item><title>Conteúdo na web: aberto ou fechado?</title><link>http://techbits.com.br/2007/conteudo-na-web-aberto-ou-fechado/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/conteudo-na-web-aberto-ou-fechado/#comments</comments> <pubDate>Mon, 08 Oct 2007 11:58:25 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[aberto]]></category> <category><![CDATA[blogs]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[fechado]]></category> <category><![CDATA[uol]]></category> <category><![CDATA[web]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=287</guid> <description><![CDATA[Essa discussão deve ser antiga&#8230; Um dos maiores portais de informação do Brasil, o UOL, possui inúmeros canais de conteúdo fechado. Só pode ter acesso quem assina o provedor ou o conteúdo em questão. Essa é uma das grandes razões para que eu passe longe do UOL, por melhor que seja seu conteúdo. Encontro a [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/login-uol.png" alt="[Login UOL, bah!] " />Essa discussão deve ser antiga&#8230; Um dos maiores portais de informação do Brasil, o <a
href="http://www.uol.com.br" id="fsv2" title="UOL">UOL</a>, possui inúmeros canais de conteúdo fechado. Só pode ter acesso quem assina o provedor ou o conteúdo em questão. Essa é uma das grandes razões para que eu passe longe do UOL, por melhor que seja seu conteúdo. Encontro a mesma coisa em outros lugares, sem essa restrição. E mesmo textos que tenho acesso por ser assinante pago &#8211; como o da revista Veja &#8211; prefiro não ler na web como faria com qualquer outro assunto.</p><p><a
href="http://techboogie.blogspot.com/2007/08/o-contedo-rei.html" id="fj2k" title="O conteúdo é o rei">O conteúdo é o rei</a>, pelo menos é isso que 11 em cada 10 blogs repetem como mantra. O UOL não está errado em querer ser um portal de conteúdo. Isso traz tráfego, receita, etc. Só que ao dificultar as coisas &#8211; ok, uma caixinha de senha não é tão difícil assim &#8211; perde leitores&#8230; e receita&#8230; e tráfego&#8230; e relevância&#8230; e&#8230; Hoje, quanto mais fácil acessar um conteúdo, quanto mais &#8220;achável&#8221; ele estiver para um mecanismo de busca, <a
href="http://techbits.com.br/2007/a-busca-e-a-prateleira-empoeirada/">melhor</a>. E a desculpa que só com assinantes é que se ganha dinheiro, está ficando ultrapassada na web.</p><p>Claro, nem todo conteúdo do UOL é assim. Mas o fato de eu já ter ficado frustrado várias vezes por querer ler algo e cair em uma página dizendo que só assinantes tem acesso, criou involuntariamente um mecanismo de defesa. Ou seja, automaticamente, evito passar pelo UOL e <a
href="http://www.readwriteweb.com/archives/dear_new_york_times_tear_down_the_registration_wall.php" id="m05x" title="qualquer outro site de conteúdo que exija login para ler um mísero texto">qualquer outro site de conteúdo que exija login para ler um mísero texto</a>.</p><p>Pessoas já me disseram que existem milhares de métodos escusos para conseguir uma senha &#8220;pirateada&#8221; que dê acesso a qualquer um desses sites. Mas sério mesmo, se esses sites não querem que eu leia facilmente seu conteúdo, prefiro mesmo não ler e procurar em outro lugar &#8211; <a
href="http://blogblogs.com.br" id="aafl" title="blogs, por exemplo">blogs, por exemplo</a> &#8211; que muitas vezes oferecem textos melhores, mais informativos e, abertos, sem login e senha, do jeito que é mais fácil para o leitor.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/conteudo-na-web-aberto-ou-fechado/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>19</slash:comments> </item> <item><title>Minority Report chegou</title><link>http://techbits.com.br/2007/minority-report-chegou/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/minority-report-chegou/#comments</comments> <pubDate>Thu, 06 Sep 2007 19:04:51 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[apple]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[itms]]></category> <category><![CDATA[itunes]]></category> <category><![CDATA[starbucks]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/minority-report-chegou/</guid> <description><![CDATA[Quem assistiu ao filme Minority Report deve se lembrar das cenas de propaganda personalizada quando o personagem de Tom Cruise passava próximo aos outdoors. Personalização é uma das tendências quentes da web mostrada no Read Write/ Web. Acabei de assistir ao keynote de ontem do Steve Jobs e, fora as notícias que todo mundo publicou, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/apple-starbucks-techbits.png" title="[Apple Starbucks] " alt="[Apple Starbucks] " />Quem assistiu ao filme Minority Report deve se lembrar das cenas de propaganda personalizada quando o personagem de Tom Cruise passava próximo aos outdoors. Personalização é uma das <a
href="http://www.readwriteweb.com/archives/10_future_web_trends.php" id="u2.l" title="tendências quentes da web mostrada no Read Write/ Web">tendências quentes da web</a> mostrada no Read Write/ Web. Acabei de assistir ao <a
href="http://events.apple.com.edgesuite.net/s83522y/event/index.html?internal=g4h5jl83a" id="dasx" title="keynote de ontem do Steve Jobs">keynote de ontem do Steve Jobs</a> e, fora as notícias que <a
href="http://www.objetosdedesejo.com/2007/conheca-os-novos-ipods-qual-deles-e-a-sua-cara/" id="q:0y" title="todo mundo publicou">todo mundo publicou</a>, algo me chamou a atenção mais do que tudo. A Starbucks e a iTunes fizeram um acordo e quando adentrarmos uma loja da rede nos EUA será possível comprar a música ambiente que está tocando no momento e as 10 anteriores através do iPod touch e iPhone. Idéia genial.</p><p>Toda vez que vamos a algum evento, lugar, etc&#8230; e uma música legal toca ao fundo, ficamos curiosos para saber o nome, o artista, essa informações. Certamente ao chegarmos em casa iremos googlar parte da letra na esperança de descobrir a música. Com essa nova funcionalidade do iPod touch e iPhone as coisas ficaram mais simples. E imagino que a Apple pretenda expandir essa forma de comprar música para mais e mais estabelecimentos/ eventos/ shows, etc. É o <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Minority_Report_(film)">Minority Report</a> tornando-se realidade.</p><h3>Enquanto isso na NBC&#8230;</h3><p>Em mais um movimento típico da indústria-que-teima-em-ficar-no-século-XX, na semana passada ficamos sabendo que a <a
href="http://macmagazine.com.br/blog/2007/08/31/nbc-universal-decide-nao-renovar-acordo-com-apple-na-itunes-store/" id="tqwo" title="NBC e a Apple não renovaram contrato de venda de séries via iTunes">NBC e a Apple não renovaram contrato de venda de séries via iTunes</a>. É possível entender perfeitamente os motivos da NBC de querer aumentar os preços. Seus seriados fazem um tremendo sucesso na loja virtual e portanto caberia um reajuste de preços para melhor ajustar o gráfico oferta e demanda. Mas a Apple disse não. A saída da NBC da iTunes é uma grande perda tanto para os fãs (<a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BitTorrent" id="mu:u" title="será mesmo?">será mesmo?</a>) quanto para a própria NBC.</p><p>Claro, existe toda aquela questão do DRM e do fato de ao comprarmos música na iTunes talvez ficaremos preso a ela para sempre. Mas essa altura do campeonato, na qual a iTunes é a maior vendedora de mídia digital do mundo, e terceira maior vendedora de música dos EUA, é uma idiotice ficar fora dela. <a
href="http://techbits.com.br/2007/a-busca-e-a-prateleira-empoeirada/" id="qe:j" title="Mas tem gente que prefere a prateleira empoeirada">Tem gente que prefere a prateleira empoeirada</a>&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/minority-report-chegou/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>10</slash:comments> </item> <item><title>YouTube no Brasil. E agora, Fiz?</title><link>http://techbits.com.br/2007/youtube-no-brasil-e-agora-fiz/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/youtube-no-brasil-e-agora-fiz/#comments</comments> <pubDate>Tue, 19 Jun 2007 16:17:34 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[brasil]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[direitos-autorais]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[fiz]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/youtube-no-brasil-e-agora-fiz/</guid> <description><![CDATA[Hoje, lá pelas 3h da manhã, descobri que o site YouTube.com.br estava redirecionando para uma página em português do YouTube. Como os rumores indicavam o lançamento da versão brasileira do serviço, pensei &#8220;vamos ver se já está no ar&#8221;. E estava. Fiz, então, um post para o Meio Bit já que ninguém (*) havia falado [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/youtube_fiz.png" title="[YouTube] " alt="[YouTube] " />Hoje, lá pelas 3h da manhã, descobri que o site <a
href="http://youtube.com.br" title="YouTube.com.br">YouTube.com.br</a> estava redirecionando para uma página em português do YouTube. Como os <a
href="http://futuro.vc/2007/06/14/confirmado-youtube-brasil-em-19-de-junho" title="rumores">rumores</a> indicavam o lançamento da versão brasileira do serviço, pensei &#8220;vamos ver se já está no ar&#8221;. E estava. Fiz, então, <a
href="http://www.meiobit.com/google/youtube_brasil_j_est_no_ar" title="um post para o Meio Bit">um post para o Meio Bit</a> já que ninguém (*) havia falado sobre o site. Sim, fiz. Fiz&#8230; Fiz também é o nome de um YouTube-killer que está pra ser lançado aqui no Brasil. Mas se o Fiz tinha a vantagem de ser em português, com a chegada do YouTube na nossa língua, qual o apelo do site agora?</p><p><small>(*) depois, pesquisando no Technorati, descobri que o <a
href="http://z001.ig.com.br/ig/59/32/896736/blig/tiagodoria/2007_25.html#post_18878907" title="Tiago Dória foi o primeiro a dar a notícia">Tiago Dória foi o primeiro a dar a notícia</a>.</small></p><h3>Da internê para a tevê</h3><p><a
href="http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/" title="A proposta do Fiz">A proposta do Fiz</a> é jogar para um canal de TV convencional o melhor dos <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:filmadora digital" class="bbli">vídeos<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> do site. Essa é a única diferença e ao meu ver, não muito empolgante. Já disse antes, mas ao restringir a cauda longa dos vídeos para o espaço restrito de 24h de grade da programação da TV convencional não dá certo. E nem é TV convencional e sim TV paga, restringindo ainda mais o público consumidor.</p><h3>YouTube vs. direitos autorais</h3><p>O YouTube está para instalar mecanismos de proteção a direitos autorais em seu serviço. Uma &#8220;impressão digital&#8221; de cada vídeo subido no site será comparada com vídeos protegidos. Em caso de violação de copyright, os detentores dos diretos poderão decidir em manter o vídeo no ar ou compartilhar a receita gerada.</p><h3>IUTUBIU</h3><p>O YouTube é relativamente conhecido no Brasil. Somos o segundo país que mais usa o site de vídeos. Mas ainda está longe de todo mundo conhecer. O nome engraçado não ajuda, <a
href="http://www.youtube.com/watch?v=eNR-9C1xF8w" title="a Sonia que o diga">a Sônia que o diga</a>. Talvez essa seja uma vantagem do Fiz: nome simples e fácil de lembrar. Mas assim como tem gente procurando por <a
href="http://techbits.com.br/2007/que-fim-levou-o-utubecom/" title="UTube">UTube</a> na web, vai existir aqueles que tentarão entrar no Fis ao invés de Fiz.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/youtube-no-brasil-e-agora-fiz/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>12</slash:comments> </item> <item><title>MediaOn: visões antagônicas</title><link>http://techbits.com.br/2007/mediaon-visoes-antagonicas/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/mediaon-visoes-antagonicas/#comments</comments> <pubDate>Thu, 14 Jun 2007 11:17:46 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[jornalismo-participativo]]></category> <category><![CDATA[mediaon]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/mediaon-visoes-antagonicas/</guid> <description><![CDATA[Termina hoje em São Paulo o Media On, 1o. Seminário de Jornalismo Online. E como não poderia deixar de ser, há transmissão em tempo real dos painéis pela internet, coisas que só a mídia digital permite. Acompanhei algumas discussões de ontem e ao mesmo tempo que fiquei entusiasmado com alguns dos participantes, assustei-me com a [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/mediaon.png" title="[MediaOn] " alt="[MediaOn] " />Termina hoje em São Paulo o <a
href="http://mediaon.terra.com.br/mediaon/index.php" title="Media On">Media On</a>, 1o. Seminário de Jornalismo Online. E como não poderia deixar de ser, há transmissão em tempo real dos painéis pela internet, coisas que só a mídia digital permite. Acompanhei algumas discussões de ontem e ao mesmo tempo que fiquei entusiasmado com alguns dos participantes, assustei-me com a visão retrógrada de outros. O evento discute várias mudanças que o jornalismo está enfrentando com as mídias digitais. Jornais vendem menos, a TV perde audiência. Pessoas procuram a web para se informar, o YouTube para assitir vídeos. Ou seja, o mundo mudou.</p><h3>UOL</h3><p>“O jornalismo participativo é uma atividade parecida com um show de calouros? Os jornalistas farão o papel de jurados?” &#8211; Márion Strecker, diretora de  Conteúdo do UOL. Segundo ela, &#8220;é preocupante que um veículo que se diz jornalístico ‘terceirize’ a responsabilidade sobre o conteúdo para o leitor&#8221;. Sim, isso mesmo, a diretora de conteúdo do UOL deve viver no século XIX. O conteúdo colaborativo é quase uma doença que precisa ser tratada com muito cuidado. Blogs precisam de responsabilidade, &#8220;chamem os jornalistas&#8221; (*), bradou Bob Fernandes (Terra Magazine), ali ao lado. Márion citou veladamente o caso do Engadget que ao divulgar uma notícia supostamente verdadeira que se mostrou falsa minutos depois, causou uma queda de 4 bilhões de dólares no valor das ações da Apple. E a <a
href="http://www.brainstorm9.com.br/archives/2007/06/noticia_falsa_sobre_asteroide_para_divulgar_citroe.html">propaganda disfarçada de notícia do asteróide Pallas na home do UOL</a>, Estadão e Terra? <a
href="http://www.messa.com.br/eric/ecode/2007/06/teaser-de-impacto-da-citroen.html">Enganou todo mundo e causou tumulto na web</a>.</p><p>Fiquei embasbacado com o discurso da diretora de conteúdo do UOL. Como? Sim, UOL, um dos maiores portais brasileiros de informação. Coisas como o Digg seriam a personificação do demônio para ela. Blogs? Só de jornalistas responsáveis. Vendo que seu discurso não agradava, logo tentou consertar dizendo que o UOL possui espaço para blogs pessoais livres. Sim, livres mas que <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-quinto-poder/" title="aceitam intervenção dos coronéis da república">aceitam intervenção dos <em>coroné</em> da república</a>.</p><p><small>(*) nada contra jornalistas. Uma das minhas melhores amigas é jornalista e leitora do Techbits.</small></p><h3>Rosental</h3><p>O oposto foi o Rosental, professor jornalismo da Universidade do Texas. Esse senhor é revolucionário. Afirmou que o jornalismo deixa de ser monopólio de jornalistas, que o hype atual são as conversações entre blogs e também a <em>social media</em>. Disse que em conversas com outros professores de jornalismo muitos afirmam ter medo de ensinar jornalismo digital pois os alunos invariavelmente sabem mais do que eles. O Rosental foi categórico: pois eu adoro ensinar jornalismo digital, deixo meus alunos terem idéias, sirvo mais como um guia e não aquele que detém a última palavra. Falou de uma frase do <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/" title="Chris Anderson, autor do ótimo A Cauda Longa">Chris Anderson, autor do ótimo A Cauda Longa</a>: &#8220;eu faço o que os estagiários me mandam&#8221;.</p><p>Citou o <a
href="http://techbits.com.br/2006/esqueca-o-outsourcing-o-negocio-agora-e-o-crowdsourcing/" title="crowdsourcing">crowdsourcing</a> como parte fundamental da nova era e a mídia epicêntrica na qual o usuário é que decide quando vai consumir o conteúdo. Nada de grade fixa da TV, isso é coisa de dinossauros. Para o Rosental a revolução que estamos vivendo agora é do mesmo grau que séculos atrás <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Johannes_Gutenberg" title="Gutenberg">Gutenberg</a> fez ao inventar os tipo móveis e baratear os custos de distribuição de conteúdo. A internet derruba novamente estes custos, agora para quase zero. Ao ser questionado por uma estudante de jornalismo sobre o que fazer para ficar por dentro do mercado enquanto estudante, Rosental afirmou: &#8220;crie um blog&#8221;. Fantástico.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/mediaon-visoes-antagonicas/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>20</slash:comments> </item> <item><title>Acharam um modelo para distribuição de conteúdo</title><link>http://techbits.com.br/2007/acharam-um-modelo-para-distribuicao-de-conteudo/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/acharam-um-modelo-para-distribuicao-de-conteudo/#comments</comments> <pubDate>Mon, 14 May 2007 23:17:25 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[joost]]></category> <category><![CDATA[p2p]]></category> <category><![CDATA[publicidade]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/acharam-um-modelo-para-distribuicao-de-conteudo/</guid> <description><![CDATA[A Forrester Research, uns caras que são pagos para inventar descobrir tendências, divulgou um relatório que mostra que o mercado de vídeos on-line pagos vai atingir um pico este ano e declinar. A conclusão é que o modelo de negócios que vai funcionar é o da propaganda junto aos vídeos pela internet e não a [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/heroes_helix.jpg" alt="[Heroes] " title="[Heroes] " />A Forrester Research, uns caras que são pagos para <strike>inventar</strike> descobrir tendências, <a
href="http://home.businesswire.com/portal/site/google/index.jsp?ndmViewId=news_view&amp;newsId=20070514005166&amp;newsLang=en" title="divulgaram um relatório">divulgou um relatório</a> que mostra que o mercado de vídeos on-line pagos vai atingir um pico este ano e declinar. A conclusão é que o modelo de negócios que vai funcionar é o da propaganda junto aos vídeos pela internet e não a cobrança pelo conteúdo. <a
href="http://meiobit.com/itunes_morreu_antes_ele_do_que_eu" title="Como notou o Cardoso">Como notou o Cardoso</a>, no Meio Bit, descobriram o óbvio: voltamos às origens de como sempre funcionou o mundo do conteúdo na televisão, rádio e outros meios de comunicação. Segundo a Forrester, o iTunes e outros players estão fadados a desaparecer. Propaganda é,  e continua a ser, a alma do negócio.</p><h3>YouTube</h3><p>O YouTube começou há alguns dias <a
href="http://www.tnow.com.br/negocios/youtube-testa-novos-tipos-de-anuncios/" title="exibir anúncios dentro dos vídeos">exibir anúncios dentro dos vídeos</a>. Não é nada invasivo e ao clicarmos na propaganda somos redirecionados para outro vídeo, do patrocinador. Vale lembrar que nem todos os vídeos do YouTube possuem anúncios e sim alguns selecionados dos produtores de conteúdo original. Além disso alguns usuários do site receberão pelos vídeos postados e vistos milhões de vezes. Assim como o Metacafé, o YouTube agora paga os melhores produtores de conteúdo.</p><h3>Joost</h3><p>No Joost, desde o beta-ultra-fechado-que-ninguém-tinha-acesso, sempre houve propaganda entre os vídeos. Mais  recentemente anunciaram que várias marcas globais estão participando de um teste de modelo de anúncios para os vídeos do serviço. <a
href="http://www.joost.com/press/2007/04/advertising-innovators-embrace-joost.html" title="Entre elas, Coca-Cola, HP, Intel e Nike">Entre elas, Coca-Cola, HP, Intel e Nike</a>. O Joost parece que vai realmente ser um sucesso já que além de cotas de patrocínio, tem assinado muitos contratos de distribuição de conteúdo, incluindo uma gravadora brasileira.</p><h3>P2P</h3><p>Na verdade tudo isso seria a oficialização do que já acontece, com inserção de propaganda. A distribuição de conteúdo por redes de P2P segue firme. Praticamente tudo é ilegal. A indústria, entrando nesse mercado, poderia oficializar os canais de distribuição e inserir propaganda no meio dos vídeos. Torço para que seja assim. Mas temo que nós aqui no Brasil ficaremos privados deste conteúdo gratuito com anúncios: o contrato de propaganda certamente não nos abrangerá&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/acharam-um-modelo-para-distribuicao-de-conteudo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>10</slash:comments> </item> <item><title>Fiz: uma visão geral</title><link>http://techbits.com.br/2007/fiz-uma-visao-geral/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/fiz-uma-visao-geral/#comments</comments> <pubDate>Fri, 27 Apr 2007 20:17:14 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[fiz]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/fiz-uma-visao-geral/</guid> <description><![CDATA[[atualizado em 10/05/2007] Fui convidado esta semana para bater um papo com a equipe do Fiz, aquele canal de TV que a Editora Abril vai lançar em breve. O Fiz é uma tentativa de junção da velha mídia (TV) com a internet. Haverá um site nos moldes do YouTube, uma rede social de vídeos e [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/fiz_tv.png" alt="[Fiz TV] " title="[Fiz TV] " /><strong>[atualizado em 10/05/2007]</strong> Fui convidado esta semana para bater um papo com a equipe do Fiz, aquele canal de TV que a Editora Abril vai lançar em breve. O Fiz é uma tentativa de junção da velha mídia (TV) com a internet. Haverá um site nos moldes do YouTube, uma rede social de vídeos e os melhores vídeos poderão ser promovidos para passarem na TV. No primeiro texto que escrevi sobre eles, <a
href="http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/" title="fiz uma crítica">fiz uma crítica</a> dizendo que a tentativa desta mistura pode resultar em algo que não dará certo. Após conversar com o Marcelo Botta (Gerente de Conteúdo) e a Patrícia Viera (Produtora), pessoas antenadíssimas com as tendências da tecnologia web, e principais responsáveis pelo &#8220;programação&#8221; do canal, tenho que fazer uma revisão daquela opinião.</p><h3>Teaser</h3><p>Essa informação é exclusiva do Techbits. O <a
href="http://www.fiztv.com.br" title="Fiz TV">Fiz TV</a> já tem um site e nele encontramos <a
href="http://www.fiztv.com.br/" title="um teaser com 7 vídeos diferentes">um teaser com 7 vídeos diferentes</a> (imagem abaixo é de um dos teasers) e uma surpresa para quem possui web cam. Por enquanto é possível apenas se inscrever para receber informações em primeira mão do Fiz. <strike>Dentro de alguns dias será</strike> Já é possível fazer uploads de vídeos de até 50 MB que serão guardados para a estréia do site e canal. <strike>Assim que essa funcionalidade ficar disponível faço uma atualização neste post</strike>.</p><p>A equipe do Fiz já está em contato com universidades, bandas e produtores independentes para instigá-los a publicar material próprio no site. Quando estrearem já contarão com uma base interessante de conteúdo.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/fiz_tv_playmobil.jpg" title="[Fiz TV teaser: Playmobil] " alt="[Fiz TV teaser: Playmobil] " class="floatTL"/></p><h3>Canais</h3><p>O Fiz TV terá vários &#8220;canais&#8221;, cada um voltado para um público de nicho diferente. Inicialmente serão Fiz.em casa, Fiz.doc, Fiz.anima, Fiz.curta, Fiz.humor e Fiz.clipe. Cada um desses canais terá um espaço na grade de programação da TV, passando os melhores vídeos seqüencialmente, sejam eles de 30 segundos ou 5 minutos. Por exemplo, no Fiz.humor pode haver 15 vídeos interessantes para passarem na TV, com tempos de duração variável. Já no Fiz.doc, um documentário pode ter quase uma hora, e se for de interesse do público, ganhará seu espaço na telinha.</p><p>O problema da grade de programação fixa será resolvido com reprises em horários e dias diferentes e também com a possível escolha pela audiência de qual horário é melhor para cada programa. Isso é uma solução intermediária já que o ideal seria escolhermos nossos próprios horários para assistir ao que quisermos. Nada impede, claro, de extrapolarmos essas limitações no site do Fiz, escolhendo nossa própria programação.</p><h3>Datas</h3><p>O teaser já está no ar, o recebimento de vídeos deve começar em breve, o site passará a funcionar efetivamente a partir de 1o. de junho e o canal estréia na TVA em 30 de julho.</p><h3>Idéias, idéias</h3><p>As idéias da equipe do Fiz não param. Há muita coisa interessante que discutimos na reunião. Vi uma apresentação com os moldes do Fiz, algumas vinhetas do canal e uma idéia geral de como funcionará o serviço. Na verdade o Fiz acaba agregando conceitos da web 2.0, cauda longa, <a
href="http://techbits.com.br/2006/esqueca-o-outsourcing-o-negocio-agora-e-o-crowdsourcing/" title="crowdsourcing">crowdsourcing</a>, rede social, social media, entre outros. Essa mistura deve resultar em um serviço interessante. Pelo menos na web.</p><p>O grande problema que ainda vejo é a distribuição na telinha da TV. Não há como evitar as restrições impostas pela escassez de espaço disponível. 24h de TV podem não ser suficientes para alocar toda a quantidade de conteúdo que o serviço pretende atingir. E também limitar pela grade da programação fixa soa século XX, coisas da mídia antiga. Como disse antes sempre existe a opção de esquecer o canal da TV e ficar só com o site da internet. Mas que sair na TV chama atenção, chama.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/" title="TV e YouTube: diametralmente opostos">TV e YouTube: diametralmente opostos</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/fiz-uma-visao-geral/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>22</slash:comments> </item> <item><title>Wikipédia off-line</title><link>http://techbits.com.br/2007/wikipedia-off-line/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/wikipedia-off-line/#comments</comments> <pubDate>Fri, 20 Apr 2007 16:17:50 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[dvd]]></category> <category><![CDATA[wikipedia]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/wikipedia-off-line/</guid> <description><![CDATA[Calma, não é o site da Wikipédia que está fora do ar, e sim o seu conteúdo que acaba de ser lançado em DVD. Na verdade foram escolhidos cerca de 2000 artigos, selecionados de acordo com alguns critérios de qualidade e importância com ajuda da comunidade wikipediana. Os artigos passaram pelo crivo de um professor [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/wikipediaondvd.jpg" alt="[Wikipédia on a DVD] " title="[Wikipédia on a DVD] " />Calma, não é o site da <a
href="http://wikipedia.org/" title="Wikipédia">Wikipédia</a> que está fora do ar, e sim o seu conteúdo que <a
href="http://www.wikipediaondvd.com/site.php" title="acaba de ser lançado em DVD">acaba de ser lançado em DVD</a>. Na verdade foram escolhidos cerca de 2000 artigos, selecionados de acordo com alguns critérios de qualidade e importância com <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Version_1.0_Editorial_Team" title="ajuda da comunidade wikipediana">ajuda da comunidade wikipediana</a>. Os artigos passaram pelo crivo de um professor da Univ. de Nova York e são, segundo ele, livres de erros, bias, vandalismo ou marketing, coisas comuns em alguns artigos da enciclopédia on-line.</p><h3>Desatualizado</h3><p>O DVD é vendido por 14 dólares mas também é possível baixar a <a
href="http://www.wikipediaondvd.com/site.php?temp=down" title="imagem ISO gratuitamente direto por FTP ou torrent">imagem ISO gratuitamente</a> ou navegar pela <a
href="http://www.wikipediaondvd.com/nav/art/d/w.html" title="versão on-line do disco">versão on-line do disco</a>. Na verdade não entendo o sentido de transformarem uma enciclopédia dinâmica, atualizada constantemente por seus usuários, em algo que necessita de distribuição física como um DVD. Por mais que os artigos escolhidos estejam completos, certamente algumas coisas já estão desatualizadas desde o momento da impressão dos discos.</p><p>Aí entra aquela velha história de que restringir a distribuição de um conteúdo para dentro de uma mídia física implica em perder tudo aquilo que a internet proporciona. Quando na web, a Wikipédia é viva, está disponível em toda sua extensão, ou seja, há uma variedade gigante de artigos e possibilidades e recebe referências de sites externos, aumentando sua visibilidade. Todo esse brilho se perde quando o conteúdo fica preso dentro de um DVD, acumulando poeira na prateleira.</p><p>Para quem simpatiza com a fundação Wikimedia, que recentemente esteve no centro das atenções por uma <a
href="http://br-linux.org/linux/campanha-wikipedia" title="possível falta de fundos">possível falta de fundos</a> (<a
href="http://techbits.com.br/2007/wikipedia-nao-vai-fechar/" title="desmentida">desmentida</a>), é uma forma de contribuir. No mais, trata-se de um DVD com artigos bons mas desatualizados.</p><h4>Leia mais:</h4><ul><li><a
href="http://futuro.vc/2007/04/21/wikipedia-em-dvd">Ótimo artigo no futuro.vc</a> sobre o mesmo assunto</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/wikipedia-off-line/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>14</slash:comments> </item> <item><title>Clown co.: o YouTube killer</title><link>http://techbits.com.br/2007/clown-co-o-youtube-killer/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/clown-co-o-youtube-killer/#comments</comments> <pubDate>Fri, 23 Mar 2007 16:17:56 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[clown-co.]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[fox]]></category> <category><![CDATA[killer]]></category> <category><![CDATA[nbc]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/clown-co-o-youtube-killer/</guid> <description><![CDATA[Ontem as redes de TV americanas Fox e NBC anunciaram a criação, para este ano, de mais um YouTube killer. Mas segundo o TechCrunch, há um pequeno problema: o serviço não tem nome e a piada interna dentro do GooTube chama essa associação de Clown co. (palhaço, pra quem não sabe). Por causa disso perderam [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/youtubekiller.png" atl="[YouTube killer] " title="[YouTube killer] "/>Ontem as redes de TV americanas Fox e NBC <a
href="http://www.diogoazevedo.com/2007/03/nbc-e-news-corp-preparam-concorrente-para-o-youtube/" title="anunciaram a criação">anunciaram a criação</a>, para este ano, de mais um YouTube killer. Mas <a
href="http://www.techcrunch.com/2007/03/23/what-we-know-so-far-about-newtube-isnt-good/" title="segundo o TchCrunch,">segundo o TechCrunch,</a> há um pequeno problema: o serviço não tem nome e a piada interna dentro do GooTube chama essa associação de Clown co. (palhaço, pra quem não sabe). Por causa disso perderam várias oportunidades de divulgação e se demorarem muito para escolher um nome correm o risco do Clown co. tornar-se o apelido oficial do site a ser lançado.</p><h3>Um pouco de história</h3><p>Quando o YouTube surgiu todos ficaram maravilhados. Quando o site ficou famoso e os vídeos ilegais fazendo sucesso, as redes de TV ficaram com um pé atrás e preocupadas. Aí o Google comprou e os advogados ficaram atiçados. Alguns fizeram <a
href="http://www.googlediscovery.com/2007/03/google-fecha-acordo-com-bbc-para-exibir.html" title="acordos como a BBC">acordos como a BBC</a> e outros <a
href="http://www.meiobit.com/industria/youtube_o_mark_cuban_estava_certo" title="processaram como a Viacom">processaram como a Viacom</a>. Todas sabem que se não mudarem seu modelo de negócios vão perder dinheiro. Por isso essa idéia do YouTube killer.</p><h3>Distribuição de conteúdo</h3><p>Já falei várias vezes no Techbits e volto a repetir. O atual estado da distribuição de conteúdo não é nada favorável ao consumidor. <a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/" title="O YouTube é o oposto da TV">O YouTube é o oposto da TV</a>, por isso seu sucesso. Além disso as restrições são em parte responsável pelo surgimento do mercado paralelo de pirataria e P2P.</p><p>As criadoras de conteúdo estão preocupadas. Não sabem que direção tomar. O surgimento da Clown co. pode ser a mudança que todos esperamos. Ou não. O fato de somente duas empresas terem feito acordo para criação deste novo serviço pode ser sinal de problemas. Cadê os outros? Será que cada um vai tentar criar seu próprio YouTube killer? A Viacom já fez das suas, criou um site para assistir aos seus programas e tem acordo com o<a
href="http://joost.com" title="Joost"> Joost</a> (<a
href="http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/" title="ver análise do Joost aqui">ver análise do Joost aqui</a>), este sim um candidato fortíssimo a competidor do YouTube.</p><p>Vamos esperar pra ver. E o governo brasileiro ainda insiste em discutir e regulamentar a TV digital&#8230; Pra mim é uma tecnologia que quando surgir já estará morta.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/clown-co-o-youtube-killer/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>E o Oscar vai para&#8230;</title><link>http://techbits.com.br/2007/e-o-oscar-vai-para/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/e-o-oscar-vai-para/#comments</comments> <pubDate>Mon, 12 Feb 2007 15:17:20 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[bittorrent]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[download]]></category> <category><![CDATA[filmes]]></category> <category><![CDATA[oscar]]></category> <category><![CDATA[oscartorrents]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/e-o-oscar-vai-para/</guid> <description><![CDATA[Daqui duas semanas ocorre a cerimônia de entrega do Oscar. Creio que pouca gente consegue assistir a todos os filmes concorrentes antes da entrega do prêmio, nem o mais cinéfilo dos cinéfilos. Há vários fatores limitantes e o maior deles é a disponibilidade de um filme. No processo atual de distribuição de conteúdo, boa parte [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/oscartorrents.png" alt="[Oscar Torrents] " title="[Oscar Torrents] " />Daqui duas semanas ocorre a cerimônia de entrega do Oscar. Creio que pouca gente consegue assistir a <a
href="http://www.carreirasolo.org/archives/lista_dos_indicados_.html">todos os filmes concorrentes</a> antes da entrega do prêmio, nem o mais cinéfilo dos cinéfilos. Há vários fatores limitantes e o maior deles é a disponibilidade de um filme. No processo atual de distribuição de conteúdo, boa parte dos filmes concorrentes ao Oscar só foi exibida na sala de cinema, nada de DVD, nada de download legal via internet. Somente os sortudos que moram próximos às salas que passaram tais filmes, e conseguiram organizar seu tempo, puderam acompanhar essas manifestações da sétima arte. Mas isso agora é passado, conheça o <a
href="http://oscartorrents.com/">OscarTorrents.com</a>, onde é possível encontrar todos os filmes que concorrem ao prêmio deste ano.</p><h3>A nova distribuição de conteúdo</h3><p>A atual distribuição de conteúdo é péssima. Nos <a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/">restringem</a> por localização geográfica (filmes costumam estrear no exterior antes do que no Brasil), por opções disponíveis (alguns filmes só passam em salas específicas), por falta de escolha (só no cinema, nada de DVD ou download legal pela internet), etc, etc, etc&#8230; Essa é a velha escola, a economia do século XX, coisas da era industrial. Estamos em pleno século XXI na chamada era da informação (ou será que já passamos dela também?). Somos imediatistas e queremos recompensa instantânea. Não dá pra esperar a emissora local resolver passar o <a
href="http://www.lostcast.com.br/">LOST</a> meio ano depois que estreou na TV americana. Não dá pra esperar as distribuidoras resolverem passar um filme do Oscar naquela sala obscura, sabe-se lá quando, em horários rigidamente determinados por um curto período de tempo. Como já disse, somos imediatistas e queremos recompensa instantânea.</p><p>Já que a indústria não nos provê essa possibilidade, uma série de pessoas resolveu agir por conta própria. Dentre eles destaco o <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Shawn_Fanning">Shawn Fanning</a>, o <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dvd_jon">DVD Jon</a> e o <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Muslix64">Mulix64</a>. São quase visionários e arriscaram sua reputação em nome da revolução dos costumes. A indústria de entretenimento sabe do problema que eles causaram e que precisam mudar seus modelos de negócios. Mas são lentas, demoram para absorver novas tecnologias. Pra se ter uma idéia ainda discutem quem vai ganhar a guerra: HD-DVD ou Blu-Ray&#8230; Como? <a
href="http://techbits.com.br/2006/blu-ray-vs-hd-dvd-quem-se-importa/">Mídias físicas estão mortas</a>. Perderam tempo em discussões inúteis que daqui 5 anos serão peças de museu.</p><p>O site OscarTorrents.com é só uma evidência de que a multidão grita por mudanças. A indústria se faz de surda, finge não entender que a realidade do mercado mudou. Arriscam algumas coisas como vender filmes por download no Wal-Mart, Apple ou Amazon, mas continuam com aquela mentalidade de que <a
href="http://www.odontopalm.com.br/gsf/arquivo/2006/08/o_dops_da_msica.html">consumidor é ladrão</a> e tascam DRM. Sonho com o dia que a indústria de entretenimento mudar de visão e se aliar aos consumidores. Será benéfico a todos, com lucros para os estúdios e felicidade para os cinéfilos e audiófilos.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/e-o-oscar-vai-para/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>14</slash:comments> </item> <item><title>Joost: revolução na TV?</title><link>http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/#comments</comments> <pubDate>Fri, 09 Feb 2007 18:17:07 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[joost]]></category> <category><![CDATA[p2p]]></category> <category><![CDATA[paradigma]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/</guid> <description><![CDATA[[Atualizado] Lembro-me que antigamente vídeos pela internet eram terrivelmente ruins. Aquelas imagens em movimento com resolução 50 x 30 pixels não ajudavam em nada. Os tempos mudaram e veio o YouTube. Felizmente a tecnologia não pára e recentemente surgiu o Joost, uma forma inovadora de TV via internet. A distribuição de conteúdo se dá por [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/joost.png" title="[Joost] " alt="[Joost] " /><strong>[Atualizado]</strong> Lembro-me que antigamente vídeos pela internet eram terrivelmente ruins. Aquelas imagens em movimento com resolução 50 x 30 pixels não ajudavam em nada. Os tempos mudaram e veio o YouTube. Felizmente a tecnologia não pára e recentemente surgiu o <a
href="http://joost.com/">Joost</a>, uma forma inovadora de TV via internet. A distribuição de conteúdo se dá por P2P (<a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P2P">Peer-to-peer</a>) e o &#8220;sinal&#8221; chega de forma rápida e com boa qualidade. É provável que faça muito sucesso pois tem como criadores os mesmos gênios por trás do <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Skype" class="bbli">Skype<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>. A idéia em si é simples e a implementação, inovadora. Tem tudo para mudar radicalmente a distribuição de conteúdo nos próximos anos e talvez transformar o YouTube em peça de museu.</p><h3>Como o Joost funciona?</h3><p>Primeiro vamos olhar para o YouTube. Lá um vídeo é postado e quando você quer assistí-lo, o &#8220;sinal&#8221; (ou streaming) vem direto dos servidores do YouTube. No ano passado, quando o serviço ficou conhecido do grande público, uma das discussões intermináveis era <a
href="http://belavidabesta.blogspot.com/2006/08/youtube.html">como o YouTube estava pagando suas despesas com gastos de banda</a>, pois os cálculos mostravam números gigantescos. Tempos depois o site foi comprado pela <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Google" class="bbli">Google<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> e esses problemas, minimizados. Mas olhando o funcionamento do YouTube percebemos que quanto mais um vídeo é assistido, mais banda do site é gasta, gerando despesas.</p><p>O Joost (<a
href="http://horizontal.wordpress.com/2007/01/22/125/">ex-Venice Project</a>) adota uma forma diferente, mais eficiente em termos de gastos de banda, dividindo entre seus usuários esta carga. Como? Vem aí a &#8220;mágica&#8221; do P2P. Ao mesmo tempo que um telespectador do Joost recebe e consome megabytes de vídeo, está enviando outros tantos megabytes para os demais usuários. É mais ou menos o mesmo princípio de funcionamento do torrent. Para se ter uma idéia, uma hora de Joost <a
href="http://www.joost.com/blog/2007/01/venice-s-bandwidth-usage.html">consome entre 220 e 425 MB de banda</a>, contando download e upload, dependendo da qualidade do vídeo. É uma quantidade enorme de dados, compensadas com a qualidade relativamente boa da transmissão.</p><h3>Usando o Joost</h3><p>Atualmente estão disponíveis 22 canais contendo 422 programas de TV, o que dá uma média de 19 atrações por canal. A duração de cada programa varia bastante, desde 3 minutos, chegando até quase 90 minutos. Há algumas propagandas, coisa de 2 segundos, só mostrando a logomarca do patrocinador. A transição entre um programa e outro demora alguns segundos, típico de transmissões digitais.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/joost_telas.jpg" title="[Telas do Joost] " alt="[Telas do Joost] " class="floatTL" /></p><p>A variedade de assuntos vai de documentários, clipes musicais, desenhos, esportes com carros, mais clipes e desenhos&#8230; Por estar em teste beta, a variedade não é o forte. Creio que seja possível gastar umas 48h direto assistindo a todos os programas seqüencialmente, mas está longe do ideal. É bem provável que quando lançado oficialmente muito mais conteúdo esteja disponível.<img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/joost_plugin.jpg" title="[Plugin Joost] " alt="[Plugin Joost] " class="floatTL" /></p><h3>O futuro da TV</h3><p>Certamente o futuro da TV não está no VHF ou UHF. Nem na TV à  cabo. Tudo será transportado pela internet. Problemas antes insolúveis como os gastos com banda acharam uma solução. A multidão pede programas via internet, vide o sucesso do YouTube e de downloads do Lost nas redes de bittorrent. Talvez o Joost represente <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">a revolução que a TV necessita</a>, uma quebra de paradigmas, sei lá. Vamos aguardar para assistir.</p><h3>Requisitos mínimos</h3><p>Seguindo sugestão do <a
href="http://sergioflima.pro.br/blog/blogs">Sérgio Lima</a> (comentário #6, abaixo), acrescento os <a
href="http://www.joostfan.com/2007/02/01/joost-system-requirements/">requisitos mínimos</a> de hardware. Por enquanto só funciona na plataforma <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:Windows software" class="bbli">Windows<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>. Mac e Linux estão em desenvolvimento.</p><ul><li>Windows XP SP2</li><li>Pentium 4, 1GHz, 512 MB RAM</li><li>Placa de Vídeo com 32 MB e que suporte DirectX 9.0c</li><li>500 MB livres no HD</li><li>Banda Larga de 1 Mbit/s de download e 512 kbit/s de upload</li></ul><h3></h3><h4>Leia mais em:</h4><ul><li><a
href="http://mvmr.wordpress.com/2007/01/30/joost-seu-tv-agora-e-no-pc/">Joost: Sua TV agora é no PC</a>, via <a
href="http://mvmr.wordpress.com/">Mundo Virtual Mundo Real</a></li><li><a
href="http://www.tnow.com.br/negocios/joost-sera-o-mais-novo-rival-das-emissoras-de-televisao/">Joost será o mais novo rival das emissoras de televisão</a>, via <a
href="http://www.tnow.com.br">TNow</a></li><li><a
href="http://www.nerdgames.net/blog/conheca-melhor-como-funciona-o-joost/">Conheça melhor como funciona o Joost</a>, via <a
href="http://www.nerdgames.net">NerdGames</a></li><li><a
href="http://www.undergoogle.com/blog/2007/02/google-descarta-tv-na-web-para-alegria.html">Google descarta TV na web, para alegria das operadoras</a>, via <a
href="http://www.undergoogle.com/blog/">UnderGoogle</a></li><li><a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/">TV e YouTube: diametralmente opostos</a>, via Techbits</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>468</slash:comments> </item> <item><title>DRM: escassez vs. abundância</title><link>http://techbits.com.br/2007/drm-escassez-vs-abundancia/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/drm-escassez-vs-abundancia/#comments</comments> <pubDate>Thu, 08 Feb 2007 17:17:28 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[abundância]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[drm]]></category> <category><![CDATA[escassez]]></category> <category><![CDATA[restrições]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/drm-escassez-vs-abundancia/</guid> <description><![CDATA[O fato é: em um futuro próximo as compras de música e filmes serão feitas, em sua maioria, através de arquivos digitais. Um exemplo da mudança nesta direção é o anúncio da Wal-Mart que agora passará a vender filmes por download ao mesmo tempo que vende em mídias físicas. No mercado de música a Apple [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/antidrm.jpg" title="[Anti-DRM, CC by-nc-sa, http://www.sevensheaven.nl/] " alt="[Anti-DRM, CC by-nc-sa, http://www.sevensheaven.nl/] " />O fato é: em um futuro próximo as compras de música e filmes serão feitas, em sua maioria, através de arquivos digitais. Um exemplo da mudança nesta direção é o anúncio da <a
href="http://www.solonbro.com/?p=206">Wal-Mart que agora passará a vender filmes por download</a> ao mesmo tempo que vende em mídias físicas. No mercado de música a Apple é responsável por boa parte das vendas digitais através da sua loja virtual ITMS. Para se ter uma idéia, já venderam mais de 2 bilhões de músicas (com DRM) através deste sistema. Mas tudo isso traz um problema: antes a escassez era controlada pois era necessário fabricar mídias físicas para vender. Agora, a escassez é gerada artificialmente com o DRM. <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20070115-8616.html">Restringir o uso</a> é a função desta tecnologia. Alguns comentários como a recente carta do Steve Jobs e <a
href="http://aldemirsilva.blogspot.com/2006/12/bill-gates-blogueiros-e-o-futuro-do.html">declaração similar do Bill Gates</a> sinalizam uma mudança da escassez para a abundância. Será o fim do DRM?</p><h3>DRM: inimigo número 1</h3><p>O uso do DRM gera escassez em um ambiente puro de abundância: arquivos digitais. Até outro dia nós consumidores é que éramos contra o DRM. Dizíamos palavras impublicáveis contra essa tecnologia restritiva. Nos últimos tempos os supostos inimigos viraram nossos amigos. Gates e Jobs deram suas visões e ambos, pelo menos em público, são contra o DRM.</p><p><a
href="http://www.apple.com/hotnews/thoughtsonmusic/">A carta aberta do Steve Jobs</a> analisou três cenários futuros. O primeiro seria continuarmos do jeito que está, ou seja, cada mp3 player só toca músicas com DRM compradas da loja virtual correspondente. Nada mais restritivo do que isso. O segundo cenário analisado seria criar um DRM igual para todas as lojas virtuais, uma espécie de abundância controlada. Mas logo descarta essa possibilidade pois assim que alguém conseguir quebrar tal proteção, seria impossível atualizar todos os dispositivos, de todas as licenciadas com um novo DRM até que seja novamente quebrado. Uma briga de gato e rato.</p><p>O último cenário foi o mais discutido na blogosfera (<a
href="http://teknologico.net/2007/02/leitores-mp3/adeus-ao-drm-da-apple/">1</a>, <a
href="http://vidaportatil.com.br/vp/2007/02/07/steve-jobs-critica-o-drm/">2</a>, <a
href="http://www.updateordie.com/tecnologia/2007/02/jobs-e-o-drm/">3</a> e <a
href="http://www.tellesfera.com/?p=230">4</a>) e seria libertar toda indústria do DRM. Jobs exemplificou dizendo que os CDs, em sua maioria, são desprotegidos de DRM e ainda representam boa parte do faturamento da indústria. Essa seria com certeza a melhor opção já que eliminaria as restrições, dando aos consumidores exatamente o que queremos: abundância e possibilidade de escolha na grande variedade de arquivos digitais. Claro, o Steve Jobs está tirando o corpo fora e passando a culpa para os detentores dos direitos autorais. Não sei se isso é um sinal de fim do DRM ou apenas algo para ficar de bem com o público.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/drm-escassez-vs-abundancia/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>TV e YouTube: diametralmente opostos</title><link>http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/#comments</comments> <pubDate>Wed, 10 Jan 2007 22:17:34 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[venice-project]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/</guid> <description><![CDATA[Os últimos dias foram agitados e o assunto do momento foi o YouTube e aquela modelo que estragou sua imagem completamente. Mas quais os motivos para YouTube fazer tanto sucesso? Rede social? Vídeos engraçados? Tapa na Pantera? Não, nada disso. A razão do sucesso é que o YouTube é diametralmente oposto ao que chamamos de [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/youtube.png" alt="[YouTube] " title="[YouTube] " />Os últimos dias foram agitados e o assunto do momento foi o <a
href="http://techbits.com.br/2007/cicatube-a-novela/">YouTube e aquela modelo que estragou sua imagem completamente</a>. Mas quais os motivos para YouTube fazer tanto sucesso? Rede social? Vídeos engraçados? Tapa na Pantera? Não, nada disso. A razão do sucesso é que o YouTube é diametralmente oposto ao que chamamos de TV convencional. A única semelhança é que ambos passam vídeos. Fora isso, há uma explicação para o sucesso deste site de vídeos: <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">a Cauda Longa</a>.</p><h3>Como funciona a TV convencional?</h3><p>Horários fixos na grade de programação. Programas e assuntos definidos pelo editor. Falta de disponibilidade do telespectador. O primeiro problema pode ser resolvido com aparelhos de gravação (DVD e DVR&#8230; tem um tal de VHS, mas alguém se lembra o que é isto?). O segundo problema é menor na TV a cabo, mas ainda assim conta com variedade pequena. O terceiro só pode ser resolvido se o telespectador puder controlar quando quer ver um programa. Concluindo, a TV convencional restringe por  horários fixos, variedade de programação e disponibilidade de tempo do telespectador.</p><h3>E como funciona o YouTube?</h3><p>É exatamente o inverso da TV convencional. Não há restrições de disponibilidade de tempo (você assiste quando quer) e, em relação à  variedade, praticamente encontra-se de tudo, exceto coisas proibidas pelos termos de uso. Ficamos livres para escolher o conteúdo que queremos, na hora que desejarmos.</p><p>Dito tudo isso, chegamos à  conclusão que o YouTube é a Cauda Longa dos vídeos. Variedade quase infinita (leia <a
href="http://lulileslie.com/blog/?p=287">os problemas das escolhas ilimitadas</a> no blog da <a
href="http://lulileslie.com/">Lulileslie</a>) e  nichos com assuntos muito específicos. Também há a possibilidade de busca do conteúdo através de tags (folksonomia), e mais recentemente <a
href="http://techbits.com.br/2007/podzinger-a-busca-que-faltava-ao-youtube/">busca dentro dos vídeos pela linguagem falada</a>. E na TV convencional, nada disso é possível. Só assistir como o Homer faz, e nada mais. Não é à  toa que o YouTube faça tanto sucesso e já substitui a TV convencional em certas faixas etárias.</p><h3>The Venice Project</h3><p>Bom, o suprassumo da distribuição de conteúdo será o <a
href="http://www.theveniceproject.com/">The Venice Project</a> (<a
href="http://www.techcrunch.com/2006/12/21/venice-project-details-and-screen-shots/">info aqui</a>). Trata-se de uma <em>startup</em> criada pelos fundadores do Skype (lembrem, eles venderam o Skype para o e-Bay por cerca de US$ 2 Bi) que vai revolucionar o vídeo. Com lançamento oficial previsto para ainda este ano, será algo estrondoso, que mudará os fundamentos da indústria de entretenimento. Baseia-se em <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P2P">P2P</a> para distribuir conteúdo de forma rápida e legalizada. Aqui no Techbits recebi um convite para ser beta-tester. Agradeço ao <a
href="http://teseeantitese.wordpress.com">José Moreno do Tese e Antítese</a> pelo convite. Farei os devidos testes e em breve escrevo sobre minhas impressões. Enquanto isso, <a
href="http://techbits.com.br/2007/esqueca-o-youtube-vamos-de-metacafe/">esqueçam o Metacafe, voltemos ao YouTube</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>17</slash:comments> </item> </channel> </rss>
