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> <channel><title>Techbits &#187; conteúdo</title> <atom:link href="http://techbits.com.br/tudo-sobre/conteudo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://techbits.com.br</link> <description>O Techbits é um blog voltado para discussão de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, segurança e negócios.</description> <lastBuildDate>Thu, 06 Oct 2011 05:55:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>Campus Party do conteúdo gerado pelo usuário</title><link>http://techbits.com.br/2008/campus-party-do-conteudo-gerado-pelo-usuario/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/campus-party-do-conteudo-gerado-pelo-usuario/#comments</comments> <pubDate>Tue, 12 Feb 2008 15:26:55 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[2008]]></category> <category><![CDATA[campus party]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[usuário]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2008/campus-party-do-conteudo-gerado-pelo-usuario/</guid> <description><![CDATA[Que o conteúdo gerado pelo usuário está na moda, não há dúvidas. Mas no Campus Party isso ficou evidenciado de forma extrema. Por todos os lugares que passei sempre via um notebook aberto, alguém tirando fotos, fatos sendo postados incessantemente no YouTube, Flickr, Twitter e blogs espalhados por aí. Um exemplo extremo do UGC é [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/cparty.png" alt="Campus Party" />Que o conteúdo gerado pelo usuário está na moda, não há dúvidas. Mas no <a
href="http://www.campus-party.com.br/" title="Campus Party" id="epvj">Campus Party</a> isso ficou evidenciado de forma extrema. Por todos os lugares que passei sempre via um notebook aberto, alguém tirando fotos, fatos sendo postados incessantemente no YouTube, Flickr, Twitter e blogs espalhados por aí.</p><p>Um exemplo extremo do UGC é o <a
href="http://issomesmo.com/" title="Pedro Villalobos" id="qaui">Pedro Villalobos</a> que <a
href="http://ustream.tv/channel/campusblog" title="está transmitindo o evento via streaming ao vivo pelo UStream" id="wxb1">está transmitindo o evento via streaming ao vivo pelo UStream</a>. Para não ficar para trás o <a
href="http://tecnocracia.com.br" title="Manoel Netto" id="ceyw">Manoel Netto</a> também <a
href="http://live.yahoo.com/campuspartybrasil" title="criou sua transmissão alternativa" id="bt:_">criou sua transmissão alternativa</a>, mas não garante transmissão integral. Apesar da banda gigante de 5Gbps fornecida pela Telefónica, <a
href="http://twitter.com/manoelnetto/statuses/703853942" title="aparentemente hoje essa banda gigante está pedindo água" id="o1m4">aparentemente hoje o link está pedindo água</a>&#8230;</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/cparty-ugc.jpg" alt="Câmeras, ação! " class="floatTL" /></p><p>A foto acima foi tirada durante a abertura oficial do Campus Party, com a presença ilustre do hipnótico ministro da cultura, Gilberto Gil. Todo mundo o tempo todo com as câmeras digitais apontadas ora para o palco, <a
href="http://blogs.intel.com/brasildigital/2008/02/campus_party_abertura_ao_ritmo.php" title="ora para as mulatas da Nêne de Vila Matilde" id="g4lp">ora para as mulatas da Nêne de Vila Matilde</a>. Enquanto todos registravam os momentos perdi um tempo tirando umas 20 fotos de pessoas tirando fotos, hehe! Afinal, conteúdo gerado pelo usuário está na moda e os blogs são uma das facetas desta forma de produzir.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/campus-party-do-conteudo-gerado-pelo-usuario/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>7</slash:comments> </item> <item><title>Você é meu filtro</title><link>http://techbits.com.br/2008/voce-e-meu-filtro/</link> <comments>http://techbits.com.br/2008/voce-e-meu-filtro/#comments</comments> <pubDate>Wed, 09 Jan 2008 22:15:21 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[eyeballs]]></category> <category><![CDATA[filtro]]></category> <category><![CDATA[informação]]></category> <category><![CDATA[leituras]]></category> <category><![CDATA[pessoas]]></category> <category><![CDATA[rss]]></category> <category><![CDATA[sabedoria-das-multidões]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2008/voce-e-meu-filtro/</guid> <description><![CDATA[Já faz um tempo que o Google Reader começou a exibir as leituras compartilhadas de quem está na minha lista de contatos. Filtro! Vira e mexe recebemos dicas no Twitter de assuntos interessantes e por vezes inéditos. Filtro! No Via6 é possível não só compartilhar suas leituras em tempo real como enviar dicas aos amigos. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/filtro.jpg" alt="Filtro " />Já faz um tempo que o Google Reader começou a exibir as <a
href="http://googlediscovery.com/2007/12/15/google-reader-compartilha-feeds-com-contatos-do-google-talk/" title="leituras compartilhadas de quem está na minha lista de contatos" id="rj12">leituras compartilhadas de quem está na minha lista de contatos</a>. Filtro! Vira e mexe recebemos dicas no Twitter de assuntos interessantes e por vezes inéditos. Filtro! No Via6 é possível não só <a
href="http://blog6.via6.com/acoes-externas-divulgue-atraves-dos-contatos-da-via6/" title="compartilhar suas leituras em tempo real" id="j5wx">compartilhar suas leituras em tempo real</a> como enviar dicas aos amigos. Com tantos filtros assim, não preciso mais de rss.</p><p>Na era da informação, do conteúdo gerado pelo usuário, a quantidade de textos que surgem para ler todos o dias ultrapassa o limite do tempo que nossas eyeballs podem se dedicar a cada item. Filtrar de maneira eficiente é imprescindível. Mais ainda, saber usar a informação é imprescindível.Quando comecei a usar o RSS imaginei que seria uma ótima forma de ficar por dentro dos assuntos. E é! Mas é necessário filtrar apenas o que é relevante e nem sempre temos disponibilidade para essa tarefa.</p><p>Filtros como as leituras compartilhadas do Google Reader ou dicas de leituras do <a
href="http://www.stumbleupon.com/" title="StumbleUpon" id="hy1t">StumbleUpon</a> tornam-se valiosas no sentido de economizar tempo. Claro, não vamos desassinar todos os RSS, mas usar ferramentas complementares para otimizar o tempo.</p><p>Para leigos o RSS parece não fazer sentido. Mas o formato não se resume a um mero suporte para distribuir a informação, é muito mais do que isso. É quase a essência por trás da web hoje. Informações trafegam mais facilmente, são misturadas no liquidificador, enfim, ficam mais fáceis de serem digeridas.</p><p>Os filtros humanos &#8211; seus amigos &#8211; ajudam cada vez mais encontrarmos o que é relevante na web. Como sempre, é a <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Wisdom_of_Crowds" title="sabedoria das multidões" id="r1v_">sabedoria das multidões</a> que resolve os problemas da web. Não vou mais assinar feed de sites, vou assinar os amigos.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2008/voce-e-meu-filtro/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>18</slash:comments> </item> <item><title>Cinema, aspirinas e distribuição</title><link>http://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-distribuicao/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-distribuicao/#comments</comments> <pubDate>Fri, 07 Dec 2007 20:10:06 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[3 efes]]></category> <category><![CDATA[abundância]]></category> <category><![CDATA[cinema]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[dvd]]></category> <category><![CDATA[escassez]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-distribuicao/</guid> <description><![CDATA[Hoje, sexta-feira, 7 de Dezembro é um dia interessante no que tange à distribuição de conteúdo. Da mesma forma que fez o diretor Steven Soderbergh, em 2005, com seu filme Bubble, um filme nacional chamado 3 Efes estréia ao mesmo tempo em várias mídias. Ao invés de restringir a escolha do espectador à tela do [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/3efes.png" alt="3 Efes - distribuição moderna! " />Hoje, sexta-feira, 7 de Dezembro é um dia interessante no que tange à distribuição de conteúdo. <a
href="http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1986" title="Da mesma forma que fez o diretor Steven Soderbergh em 2005 com seu filme Bubble" id="cp:z">Da mesma forma que fez o diretor Steven Soderbergh</a>, em 2005, com seu filme Bubble, um filme nacional chamado <a
href="http://www.3efes.com.br/" title="3 Efes" id="tj1k">3 Efes</a> estréia ao mesmo tempo em <a
href="http://br.reuters.com/article/entertainmentNews/idBRN0620006120071206" title="3 Efes estréia ao mesmo tempo em várias mídias" id="n38s">várias mídias</a>. Ao invés de restringir a escolha do espectador à tela do cinema, o filme do diretor Gerbase pode ser visto em outros lugares também: na TV (<a
href="http://globosat.globo.com/canalbrasil/" title="Canal Brasil" id="y7_0">Canal Brasil</a>), em DVD e <a
href="http://cinema.terra.com.br/interna/0,,OI2133226-EI1176,00.html" title="pela internet, via Terra" id="wcy1">pela internet, via Terra</a>.</p><p>Já discuti aqui no Techbits que a grande mudança que a internet trouxe para todas as mídias foi a facilidade de distribuição. Hoje não queremos mais esperar para assistir ao último episódio do seriado Heroes quando a AXN ou a Record resolverem passar por aqui. Não queremos aguardar vários meses, de acordo com a estratégia comercial da distribuidora, para termos um filme em DVD. <a
href="http://techbits.com.br/2007/drm-escassez-vs-abundancia/">Não queremos escassez e sim abundância</a>.</p><p>O que o filme Bubble fez foi uma experiência neste sentido agora repetido pelo 3 Efes. Não sei se o filme é bom (isso aqui não é um <a
href="http://www.cinemalido.com.br">blog de cinema</a>!), as críticas falam bem, pretendo assistir assim que possível. Mas que a estratégia de distribuição diferente está chamando a atenção, não há dúvidas.</p><p>Claro que provavelmente estão fazendo assim pois o público que atingiriam na meia dúzia de salas de cinema do país que vão passar o filme, não pagaria a produção. Mas em termos de soltar as amarras da velha forma de distribuir conteúdo, o filme 3 Efes já ganhou um fã. Fora que vem da <a
href="http://www.casacinepoa.com.br/" title="Casa de Cinema de Porto Alegre" id="r-n6">Casa de Cinema de Porto Alegre</a>, deve ser coisa boa!</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-crowdsourcing/">Cinema, aspirinas e crowdsourcing</a></li><li><a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">O LOST e o novo paradigma da distribuição de conteúdo</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-distribuicao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>6</slash:comments> </item> <item><title>WordPress, A plataforma de publicação</title><link>http://techbits.com.br/2007/wordpress-a-plataforma-de-publicacao/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/wordpress-a-plataforma-de-publicacao/#comments</comments> <pubDate>Thu, 06 Dec 2007 14:13:21 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[b2 evolution]]></category> <category><![CDATA[blogs]]></category> <category><![CDATA[cms]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[drupal]]></category> <category><![CDATA[ferramenta]]></category> <category><![CDATA[gerenciador]]></category> <category><![CDATA[movable type]]></category> <category><![CDATA[wordpress]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/wordpress-a-plataforma-de-publicacao/</guid> <description><![CDATA[Acabei de ler no IDG Now! que o WordPress tem crescido bastante no Brasil e pode começar a ameaçar a ferramenta dominante, o ruim Blogspot/ Blogger, da Google. Essa é uma ótima notícia e melhora ainda mais quando descobrimos como foi feita a medição. Os dados são do IBOPE/ NetRatings e levam em conta o [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/wordpress.png" alt="Wordpress " />Acabei de ler no IDG Now! que o <a
href="http://idgnow.uol.com.br/10anos/2007/12/06/idgnoticia.2007-12-05.3052782139/" title="Wordpress tem crescido bastante no Brasil" id="s:3g">WordPress tem crescido bastante no Brasil</a> e pode começar a ameaçar a ferramenta dominante, o ruim <a
href="http://blogger.com" title="Blogspot/ Blogger" id="f6oy">Blogspot/ Blogger</a>, da Google. Essa é uma ótima notícia e melhora ainda mais quando descobrimos como foi feita a medição. Os dados são do IBOPE/ NetRatings e levam em conta o domínio visitado, ou seja, o <a
href="http://wordpress.com" title="Wordpress.com" id="f6ck">WordPress.com</a>. Conclusão, todos os blogs hospedados em servidor próprio e que usam o WordPress como ferramenta de CMS não estão contabilizados nesta estatística. E tenho certeza que estes, se adicionados, aumentariam significativamente o marketshare do WordPress.</p><h3>CMS flexível</h3><p>O <a
href="http://wordpress.org" title="Wordpress" id="xg45">WordPress</a> é com certeza um dos CMS (<a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Content_management_system" title="Content Management System" id="kwh.">Content Management System</a>) dos mais flexíveis. Basicamente serve para criar um blog, mas quem tiver criatividade consegue transformar o WordPress em base para qualquer tipo de site. Uma loja virtual? WordPress! Um portfólio? WordPress! Um site de notícias? WordPress! Um &#8220;qualquer coisa&#8221;&#8230; WordPress, nem precisa esperar a resposta. Para se ter uma idéia, o ótimo <a
href="http://webinsider.uol.com.br/" title="Web Insider" id="gltg">Web Insider</a>, roda em WordPress. O gigante blog <a
href="http://techcrunch.com" title="Techcrunch" id="nnrv">Techcrunch</a> também. É a ferramenta de escolha mais usada atualmente.</p><p>Se você está pensando em criar um blog ou um site de outro tipo, não hesite em perguntar para o desenvolvedor se tudo aquilo não poderia rodar em WordPress. Você terá uma ferramenta poderosa e flexível ao seu dispor, com facilidade de atualização das informações e além disso, suporte de uma rede de desenvolvedores que criam plugins para tudo que é funcionalidade e também contribuem para a segurança e melhora da plataforma em velocidades incríveis.</p><p>Só para vocês terem uma ídeia, outro dia expliquei para um colega <a
href="http://www.interney.net/blogfaq.php?p=6490966" title="que diabos é um blog" id="fies">que diabos é um blog</a>, ele ficou impressionado e criou o seu, um tal de <a
href="http://tocomfome.wordpress.com/" title="Tô com fome" id="t0ml">Tô com fome</a>, que pretende concorrer com o <a
href="http://vale9conto.com.br/">Vale 9 Conto</a>. WordPress, claro!</p><h3>Outros CMS</h3><p>Bom, fora o WordPress existem outras ferramentas de CMS gratuitas, baseadas em software livre. Uma delas é o <a
href="http://drupal.org" title="Drupal" id="o-cb">Drupal</a>, usada também por grandes blogs como o <a
href="http://br-linux.org" title="BR-Linux" id="oq_x">BR-Linux</a> ou o <a
href="http://meiobit.com" title="Meio Bit" id="q0pl">Meio Bit</a>. É uma ferramenta bastante poderosa mas ao mesmo tempo mais complicada. Recomendo para usuários avançados.</p><p>Também temos o <a
href="http://www.movabletype.org/" title="Movable Type" id="l6wg">Movable Type</a>, outro mecanismo usado por blogs como o <a
href="http://www.digitaldrops.com.br/drops/" title="Digital Drops" id="h2m:">Digital Drops</a>. Não tenho o que dizer pois na verdade nunca usei, mas creio que seja boa também. Alguns preferem o <a
href="http://b2evolution.net/" title="B2 Evolution" id="cg0x">B2 Evolution</a>, como o <a
href="http://sergioflima.pro.br/blog/blogs/index.php/sergio_blog" title="Sérgio Lima 2.4" id="o:5.">Sérgio Lima 2.4</a> e a rede <a
href="http://interney.net">Interney Blogs</a>. Se não me engano é parecido com o WordPress, mas tem suas características próprias que angaria fãs. Quanto a outras ferramentas, quem quiser discorrer sobre elas, fique a vontade nos comentários.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/wordpress-a-plataforma-de-publicacao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>30</slash:comments> </item> <item><title>TV digital e a distribuição de conteúdo</title><link>http://techbits.com.br/2007/tv-digital-e-a-distribuicao-de-conteudo/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/tv-digital-e-a-distribuicao-de-conteudo/#comments</comments> <pubDate>Tue, 04 Dec 2007 08:19:41 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[abundância]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[escassez]]></category> <category><![CDATA[tv digital]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/tv-digital-e-a-distribuicao-de-conteudo/</guid> <description><![CDATA[Demorei um pouco para escrever este texto, o timing ideal teria sido dois dias atrás, na estréia da TV digital no Brasil. O vídeo de lançamento foi bastante interessante, com um mashup de cenas memoráveis da época analógica. Concordo que a evolução que o novo serviço traz é comparável à transição do preto e branco [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/tvdigital.jpg" alt="TV digital " />Demorei um pouco para escrever este texto, o timing ideal teria sido dois dias atrás, na estréia da TV digital no Brasil. O vídeo de lançamento foi bastante interessante, <a
href="http://youtube.com/watch?v=rz2dOzrOLYc" title="com um mashup de cenas memoráveis da época analógica" id="p9ms">com um mashup de cenas memoráveis da época analógica</a>. Concordo que a evolução que o novo serviço traz é comparável à transição do preto e branco para a TV em cores.</p><p>Fui a uma loja de SP para conferir a tão falada qualidade de imagem digital. O aparelho de TV era um Full HD 1080i, 50 polegadas e o programa, uma novela da Globo. Enquanto a qualidade da imagem é impressionante, não podemos falar o mesmo do programa que estava passando&#8230;</p><p>O grande problema da TV digital é o mesmo da TV analógica e aparentemente continuará assim por muito tempo e se chama <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/" title="distribuição de conteúdo" id="kvdi">distribuição de conteúdo</a>. A mesma restrição de escolha, a mesma restrição de grade de programação, a mesma escassez que essa mídia sempre ofereceu, continua.</p><p>O advento da internet nos acostumou mal, consumimos conteúdo quando, onde e o que quisermos. Nós fazemos as escolhas, temos variedade para selecionar aquilo que nos agrada, essas coisas. Na internet temos abundância e os filtros personalizados, bem diferente da escassez encontrada na forma de distribuição da TV digital ou analógica.</p><p>A qualidade da imagem é o diferencial, <a
href="http://www.solonbro.com/2007/10/04/proposta/" title="como diria o Solon" id="wmel">como diria o Solon</a>. Mas em termos práticos é só isso que está mudando. O que importa, ou seja, a possibilidade de escolha que a internet nos ensinou, continua restrita à grade imposta pela emissora de TV. Já havia dito isso antes, mas minha TV digital é a internet. <a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-digital-vou-de-youtube/" title="Prefiro mil vezes a variedade e liberdade de escolha de um YouTube" id="ad2d">Prefiro mil vezes a variedade e liberdade de escolha de um YouTube</a>.</p><p><small>(*) imagem deste post, <a
href="http://flickr.com/photos/75724192@N00/64138013/">via Flickr</a></small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/tv-digital-e-a-distribuicao-de-conteudo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>23</slash:comments> </item> <item><title>Onde está a maçã verde? O Phil Gomes sabe!</title><link>http://techbits.com.br/2007/onde-esta-a-maca-verde-o-phil-gomes-sabe/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/onde-esta-a-maca-verde-o-phil-gomes-sabe/#comments</comments> <pubDate>Sat, 20 Oct 2007 07:56:18 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[edelman]]></category> <category><![CDATA[maçãs verdes]]></category> <category><![CDATA[phil gomes]]></category> <category><![CDATA[rma]]></category> <category><![CDATA[social media]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/onde-esta-a-maca-verde-o-phil-gomes-sabe/</guid> <description><![CDATA[Dois eventos que participei nos últimos dois dias foram bastante interessantes e discutiram o mesmo assunto, para platéias diferentes. A moda em tecnologia web hoje é falar de social media, blogs, web 2.0, etc&#8230;Empresas estão interessadas nesses assuntos. Executivos estão de olho em como isso muda a organização. O departamento de marketing quer conhecer as [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/rma-macas-verdes.jpg" alt="[Quem mexeu na minha maçã verde?] " title="[Quem mexeu na minha maçã verde?] " class="floatTL"></p><p>Dois eventos que participei nos últimos dois dias foram bastante interessantes e discutiram o mesmo assunto, para platéias diferentes. A moda em tecnologia web hoje é falar de social media, blogs, web 2.0, etc&#8230;Empresas estão interessadas nesses assuntos. Executivos estão de olho em como isso muda a organização. O departamento de marketing quer conhecer as novas formas de interagir com o consumido conectado. Onde está a maçã verde? O Phil Gomes sabe!</p><h3>Maçãs verdes</h3><p>O <a
href="http://www.gruporma.com.br/" title="Grupo RMA" id="e.6o">Grupo RMA</a> promoveu um <a
href="http://macasverdes.wordpress.com/" title="seminário executivo de comunicação e negócios" id="m5.w">seminário executivo de comunicação e negócios</a>, sobre social media, web 2.0, para vários executivos e diretores de empresas, em São Paulo. Aproveitou para convidar alguns blogueiros para fazerem parte do seminário e participar com perguntas no debate. Uma parte do tempo foi usada para mostrar cases da RMA, usando conceitos 2.0, para alavancar grandes empresas brasileiras.</p><p>O Mario Soma, diretor executivo da RMA, veio falar conosco e se mostrou muito entusiasmado em ter blogueiros no seminário.</p><p>É possível perceber que no alto escalão das corporações, todo esse universo novo de conteúdo gerado pelo usuário, colaboração, social media, etc, é quase grego. O ponto positivo é que os executivos estão interessados em absorver essas &#8220;novidades&#8221; e possivelmenteadotá-las em sua organização. Todos querem encontrar a maçã verde.</p><h3>Phil Gomes, VP de me2revolution da Edelman</h3><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/edelman-mashup.jpg" alt="[Mashup da Edelman] " title="[Mashup da Edelman] " />A <a
href="http://www.edelman.com.br/" title="Edelman do Brasil" id="qd8j">Edelman do Brasil</a> convidou alguns blogueiros para uma passeio por São Paulo e um piquenique no Parque do Ibirapuera junto com seu vice-presidente de <a
href="http://www.edelman.com/speak_up/blog/archives/2006/01/the_mea_revolut.html" title="me2revolution" id="i10n">me2revolution</a>, o <a
href="http://philgomes.com/" title="Phil Gomes" id="nda_">Phil Gomes</a>. Figura simpática, teve paciência de nos escutar nos tropeços do inglês, e compartilhou experiências da Edelman no ramo de relações públicas e o mundo 2.0.</p><p>A Thiane Loureiro (Gerente Corporativa, Edelman) nos acompanhou e posteriormente relatou que para eles a experiência foi ótima. Posso dizer que para nós blogueiros, também! O passeio foi interessante, passamos pro vários marcos de São Paulo como o centro histórico e a Av. Paulista, mas o melhor mesmo foram as conversas.</p><h3>Blogosfera Social Networking</h3><p>As figurinhas de sempre da blogosfera compareceram aos dois eventos. O Manoel Netto do Tecnocracia, <a
href="http://www.tecnocracia.com.br/arquivos/blogs-brasileiros-e-concorrencia" title="concorrente declarado do Techbits" id="ppw2">concorrente declarado do Techbits</a>, veio de Londrina para participar desses dois eventos. A <a
href="http://ladybugbrazil.com/" title="Lúcia " id="gj5w">Lúcia &#8220;LadyBug&#8221; Freitas</a>, o <a
href="http://interney.net/" title="Edney Interney" id="r9zk">Edney Interney</a> e o Fugita (eu) também estiveram onipresentes nos dois dias.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/edelman-phil-gomes-piquenique.jpg" alt="[Phil Gomes, piquenique no Ibirapuera] " title="[Phil Gomes, piquenique no Ibirapuera] " class="floatTL"/></p><p>O <a
href="http://boo-box.com/" title="Marco " id="xe7q">Marco &#8220;Boo-box&#8221; Gomes</a> foi convidado para ambos os eventos mas só foi no seminário executivo da RMA. Aliás, ele estava de blusa laranja no meio de um monte de executivos de terno e gravata. Só faltou tirarmos uma foto! <a
href="http://www.jornaldedebates.ig.com.br/" title="Pedro Markun" id="iu2t">Pedro Markun</a>, que se nega a assumir o lado blogueiro, idem, só foi no da RMA pois já estava indo para o <a
href="http://blogblogs.com.br/search/search?query=barcamp+rio&amp;scope=posts" title="BarCamp Rio" id="uy03">BarCamp Rio</a> no horário do encontro com o Phil Gomes da Edelman. Pelo menos deu carona para todo mundo!</p><p>O pessoal do <a
href="http://via6.com/" title="Via6" id="rim3">Via6</a> e <a
href="http://rec6.via6.com/" title="Rec6," id="wc1d">Rec6</a>, o Renato Shirakashi e o Allan Panossian estavam no seminário da RMA. O Henrique Martins, ex-PC World, e atual <a
href="http://zumo.com.br/" title="Zumo" id="o:04">Zumo</a>, foi apenas no encontro da Edelman, assim como o <a
href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/" title="Inagaki" id="fji0">Inagaki</a>. Aliás, <a
href="http://www.contraditorium.com/2007/10/14/breaking-news-fugita-deu-na-epoca/" title="esquecemos de levar nossas katanas" id="q7dl">esquecemos de levar nossas katanas</a>. :-)</p><h4> Leia mais:</h4><ul><li> <a
href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/macas-verdes-fritas">Maçãs verdes fritas</a>, via Tecnocracia</li><li><a
href="http://msoma.wordpress.com/2007/10/19/aprenda-com-os-blogueiros/">aprenda com os blogueiros</a>, via social media club</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/onde-esta-a-maca-verde-o-phil-gomes-sabe/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> <item><title>A nova distribuição de conteúdo</title><link>http://techbits.com.br/2007/a-nova-distribuicao-de-conteudo/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/a-nova-distribuicao-de-conteudo/#comments</comments> <pubDate>Thu, 11 Oct 2007 20:08:16 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[live nation]]></category> <category><![CDATA[madonna]]></category> <category><![CDATA[música]]></category> <category><![CDATA[radiohead]]></category> <category><![CDATA[tropa de elite]]></category> <category><![CDATA[warner]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/a-nova-distribuicao-de-conteudo/</guid> <description><![CDATA[Dias atrás, quando defendi o YouTube frente à TV digital, alguns não entenderam que a minha crítica ia para a forma de distribuição de conteúdo. Não acho que os tradicionais produtores de conteúdo vão deixar de existir. Acho que terão de formular uma nova forma de distribuição. O Tiago Dória, comentando o caso da Madonna [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/tvdigital.jpg" alt="[Distribuição de conteúdo na forma de bits e bytes] " />Dias atrás, <a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-digital-vou-de-youtube/">quando defendi</a> o YouTube frente à TV digital, <a
href="http://www.solonbro.com/?p=239">alguns não entenderam</a> que a minha crítica ia para a forma de distribuição de conteúdo. Não acho que os tradicionais produtores de conteúdo vão deixar de existir. Acho que terão de formular uma nova forma de distribuição. O Tiago Dória, comentando o caso da Madonna <a
href="http://online.wsj.com/article/SB119205443638155166.html" id="okv9" title="que vai abandonar a tradicional Warner pela Live Nation">que vai abandonar a tradicional Warner pela Live Nation</a>, tirou as palavras do meu teclado:</p><blockquote><p>&#8220;(&#8230;) na parte de distribuição [as gravadoras], já perderam o bonde da história para a internet &#8211; já não têm controle sobre como e onde o seu conteúdo será distribuído. Aliás, o que a internet vem mudando é muito mais a indústria da distribuição do que a de produção de conteúdo.&#8221;, <a
href="http://z001.ig.com.br/ig/59/32/896736/blig/tiagodoria/2007_41.html#post_18974428" id="copg" title="Tiago Dória">Tiago  Dória</a></p></blockquote><h3>Somos ladrões?</h3><p>A indústria de entretenimento considera seus consumidores ladrões. Processam pessoas que querem seu produto, mas que estão cansadas da mídia física, que exige, por exemplo, comprar várias músicas ruins quando só queremos uma única faixa. Quando colocam em lojas virtuais como a iTunes, enchem o arquivo de DRM. Ao invés de confiar naqueles que geram sua receita, desconfiam. <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20071004-verdict-is-in.html" id="ssb6" title="Sua incompetência em entender que o mundo mudou é trasnformada em processos">Sua incompetência em entender que o mundo mudou é transformada em processos</a>.  Não é à toa que a troca ilegal de arquivos pela internet corre solta.</p><p>O blog Torrent Freak diz que <a
href="http://torrentfreak.com/steal-our-album-bury-the-label-071009/" id="w_w2" title="uma banda de rock propôs que todos nós roubemos mesmo música das gravadoras">uma banda de rock propôs que todos nós roubemos mesmo música das gravadoras</a>, pois para a banda, dinheiro da venda de CDs nunca aparece. A idéia é mais ou menos essa: se algum fã quer mesmo que o dinheiro chegue ao artista, roube música das gravadoras para acabar de vez com elas, vá aos shows, compre uma camiseta e entoe a canção. Pelo menos o dinheiro entra.</p><p>A mensagem é clara: a distribuição de conteúdo, do jeito que está hoje, não funciona mais como modelo de negócios. <a
href="http://meiobit.com/industria/lembram_do_radiohead_pois_funcionou" id="g6wk" title="Radiohead sabe muito bem disso e publicou seu último albúm somente on-line">Radiohead sabe muito bem disso</a> e publicou seu último álbum somente on-line. <a
href="http://www.messa.com.br/eric/ecode/2007/10/sobre-pirataria-e-um-pouco-de-radiohead.html">Sem falar do caso &#8220;Tropa de Elite&#8221;</a>, que ia cobrir aqui, mas acabou ficando para trás.</p><h3>Barateamento dos meios de distribuição</h3><p>Antes só a <a
href="http://acompanhia.blogarium.net/" id="ejn3" title="Big-Company-Inc-S.A">Big-Company-Inc-S.A.</a> tinha dinheiro para bancar a distribuição de informação, seja ela um texto, uma música ou um filme. Todo mundo está cansado de ouvir, hoje todos podem ter um blog, distribuir músicas, fotos, vídeos. Ficou barato.</p><p>O meio internet, os bits e bytes da grande rede, transformaram a distribuição em <em>commodity</em>, algo que a indústria custa a aceitar. Não é à toa que minha TV, meu jukebox, meu livro, meu jornal, todos são a internet. Continuo aceitando pagar para receber conteúdo como filmes, livros, etc&#8230; Mas prefiro a internet como meio. Ponto final.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">O LOST e o novo paradigma da distribuição de conteúdo</a></li><li><a
href="http://meiobit.com/audio_video_fotografia/caso_madonna_extin_o_ou_evolu_o">Caso Madonna: Extinção ou Evolução?</a>, via Meio Bit</li><li><a
href="http://z001.ig.com.br/ig/59/32/896736/blig/tiagodoria/2007_41.html#post_18974428">Madonna já sabe o que fazer com as gravadoras</a>, via Tiago Dória</li><li><a
href="http://online.wsj.com/article/SB119205443638155166.html">Madonna Heads for Virgin Territory</a>, via The Wall Street Journal</li></ul><p><small>(*) imagem deste post, <a
href="http://flickr.com/photos/75724192@N00/64138013/">via Flickr</a></small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/a-nova-distribuicao-de-conteudo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>8</slash:comments> </item> <item><title>Conteúdo na web: aberto ou fechado?</title><link>http://techbits.com.br/2007/conteudo-na-web-aberto-ou-fechado/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/conteudo-na-web-aberto-ou-fechado/#comments</comments> <pubDate>Mon, 08 Oct 2007 11:58:25 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[aberto]]></category> <category><![CDATA[blogs]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[fechado]]></category> <category><![CDATA[uol]]></category> <category><![CDATA[web]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=287</guid> <description><![CDATA[Essa discussão deve ser antiga&#8230; Um dos maiores portais de informação do Brasil, o UOL, possui inúmeros canais de conteúdo fechado. Só pode ter acesso quem assina o provedor ou o conteúdo em questão. Essa é uma das grandes razões para que eu passe longe do UOL, por melhor que seja seu conteúdo. Encontro a [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/login-uol.png" alt="[Login UOL, bah!] " />Essa discussão deve ser antiga&#8230; Um dos maiores portais de informação do Brasil, o <a
href="http://www.uol.com.br" id="fsv2" title="UOL">UOL</a>, possui inúmeros canais de conteúdo fechado. Só pode ter acesso quem assina o provedor ou o conteúdo em questão. Essa é uma das grandes razões para que eu passe longe do UOL, por melhor que seja seu conteúdo. Encontro a mesma coisa em outros lugares, sem essa restrição. E mesmo textos que tenho acesso por ser assinante pago &#8211; como o da revista Veja &#8211; prefiro não ler na web como faria com qualquer outro assunto.</p><p><a
href="http://techboogie.blogspot.com/2007/08/o-contedo-rei.html" id="fj2k" title="O conteúdo é o rei">O conteúdo é o rei</a>, pelo menos é isso que 11 em cada 10 blogs repetem como mantra. O UOL não está errado em querer ser um portal de conteúdo. Isso traz tráfego, receita, etc. Só que ao dificultar as coisas &#8211; ok, uma caixinha de senha não é tão difícil assim &#8211; perde leitores&#8230; e receita&#8230; e tráfego&#8230; e relevância&#8230; e&#8230; Hoje, quanto mais fácil acessar um conteúdo, quanto mais &#8220;achável&#8221; ele estiver para um mecanismo de busca, <a
href="http://techbits.com.br/2007/a-busca-e-a-prateleira-empoeirada/">melhor</a>. E a desculpa que só com assinantes é que se ganha dinheiro, está ficando ultrapassada na web.</p><p>Claro, nem todo conteúdo do UOL é assim. Mas o fato de eu já ter ficado frustrado várias vezes por querer ler algo e cair em uma página dizendo que só assinantes tem acesso, criou involuntariamente um mecanismo de defesa. Ou seja, automaticamente, evito passar pelo UOL e <a
href="http://www.readwriteweb.com/archives/dear_new_york_times_tear_down_the_registration_wall.php" id="m05x" title="qualquer outro site de conteúdo que exija login para ler um mísero texto">qualquer outro site de conteúdo que exija login para ler um mísero texto</a>.</p><p>Pessoas já me disseram que existem milhares de métodos escusos para conseguir uma senha &#8220;pirateada&#8221; que dê acesso a qualquer um desses sites. Mas sério mesmo, se esses sites não querem que eu leia facilmente seu conteúdo, prefiro mesmo não ler e procurar em outro lugar &#8211; <a
href="http://blogblogs.com.br" id="aafl" title="blogs, por exemplo">blogs, por exemplo</a> &#8211; que muitas vezes oferecem textos melhores, mais informativos e, abertos, sem login e senha, do jeito que é mais fácil para o leitor.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/conteudo-na-web-aberto-ou-fechado/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>19</slash:comments> </item> <item><title>TV digital? Vou de YouTube</title><link>http://techbits.com.br/2007/tv-digital-vou-de-youtube/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/tv-digital-vou-de-youtube/#comments</comments> <pubDate>Wed, 03 Oct 2007 19:35:44 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[abundância]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[escassez]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[tv digital]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/?p=278</guid> <description><![CDATA[Há cinco anos a TV digital era algo legal. Hoje já não parece tão atrativa assim. Ontem finalmente definiram a data de lançamento do sistema no Brasil, que começará progressivamente por São Paulo. A digitalização tem lá suas vantagens, vai permitir interatividade, mais canais por faixa de freqüência, assistir à TV no celular, ver as [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:filmadora digital" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/tvdigital.jpg" alt="[Tv digital] " /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>Há cinco anos a <a
href="http://www.teleco.com.br/tvdigital.asp" id="pgg8" title="TV digital">TV digital</a> era algo legal. Hoje já não parece tão atrativa assim. <a
href="http://idgnow.uol.com.br/telecom/2007/10/02/idgnoticia.2007-09-27.0771115865/" id="rl:0" title="Ontem finalmente definiram a data de lançamento">Ontem finalmente definiram a data de lançamento</a> do sistema no Brasil, que começará progressivamente por São Paulo. A digitalização tem lá suas vantagens, vai permitir interatividade, mais canais por faixa de freqüência, assistir à TV no celular, ver as rugas das atrizes na novela (!)&#8230; Mas tudo isso não serve para nada pois o problema da TV convencional, a restrição e escassez, não são páreos para os os vídeos via internet. Fora que mesmo que feita de zeros e um, a programação dos canais aberto deve continuar o mesmo lixo de sempre.</p><p><small>(*) imagem deste post, <a
href="http://flickr.com/photos/75724192@N00/64138013/">via Flickr</a></small></p><h3>Escassez vs. Abundância</h3><p>Qualquer que seja a grade de programação da TV digital, ela continua a ser exatamente isso, uma grade. Horários definidos pelos exibidores, programação medíocre que faz o país se mobilizar para saber <a
href="http://www.poltrona.tv/quem-matou-tais-globo-anuncia-10-suspeitos/" id="ty5i" title="quem matou a Taís">quem matou a Taís</a> ou quem ganhou o último BBB, <a
href="http://bestblogsbrazil.blogspot.com/" id="zb-f" title="não o dos blogs">não o dos blogs</a>. A TV à cabo, que já é digital, é uma alternativa um pouco mais interessante pois apresenta uma programação bem mais variada, capaz de preencher alguns nichos e não massificar o gado humano. Mas mesmo assim continua com o problema da grade, gerando escassez. <a
href="http://www.viamais.net/blog/?p=64" id="b8fs" title="Isso sem falar do DRM">Isso sem falar do DRM</a>&#8230;</p><p>Daí aparecem uns gênios que criam um site que faz exatamente a mesma coisa que muitos já tentaram &#8211; exibir vídeos na web &#8211; e acertam a mão. O <a
href="http://youtube.com.br" id="vp_8" title="YouTube">YouTube</a> é a verdadeira TV moderna. Não há restrição causada por uma grade de programação escassa. Não existe a imposição de assistir a algo quando bem o dono daquela concessão governamental de TV quiser. Nós fazemos o horário e a programação. Já passei horas vasculhando o YouTube. E foram horas interessantíssimas.</p><p>Outra opção é o <a
href="http://joost.com" id="qmka" title="Joost">Joost</a> que <a
href="http://www.piratadarede.com/blog/?p=1852" id="ysj6" title="finalmente saiu do beta fechado dias atrás">finalmente saiu do beta fechado dias atrás</a> não necessitando mais de convites. Apesar do Joost ainda não ter a abundância de conteúdo de um <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:filmadora digital" class="bbli">YouTube<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> &#8211; e nunca vai ter pois não é voltado para conteúdo gerado pelo usuário &#8211; é muito melhor que a restrição de horários e grade da TV convencional e digital. Outros dizem que o <a
href="http://www.bernabauer.com/joost-e-passado-dnastream-e-o-futuro/" id="r6.8" title="Joost já era e o negócio agora é o DNAStream">Joost já era e o negócio agora é o DNAStream</a>&#8230;</p><h3>700 reais?</h3><p>Uma outra crítica à implantação da TV digital no Brasil é o preço do conversor. Setecentos reais? Fala sério? Na interweb é possível encontrar por meios não exatamente legais, conteúdo digital de alta qualidade, de graça. Outras iniciativas como a o <a
href="http://www.mundorecord.com.br/" id="bt_b" title="Mundo Record">Mundo Record</a> da TV Record, trazem sem custo algum todo o conteúdo de um canal da TV na internet, na hora que quisermos. Canais americanos como a ABC disponibilizam em seus sites algumas das séries mais assistidas, via streaming. <a
href="http://www.i-tecnologia.com/2007/09/brasil-telecon-apresenta-o-videon.html" id="mxh5" title="E a Brasil Telecom acaba de lançar sua IPTV">E a Brasil Telecom acaba de lançar sua IPTV</a>. Minha TV digital definitivamente é a internet.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/tv-digital-vou-de-youtube/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>27</slash:comments> </item> <item><title>Googlezon toma forma</title><link>http://techbits.com.br/2007/googlezon-toma-forma/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/googlezon-toma-forma/#comments</comments> <pubDate>Thu, 13 Sep 2007 15:31:22 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[busca]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[google-news]]></category> <category><![CDATA[googlezon]]></category> <category><![CDATA[mashup]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/googlezon-toma-forma/</guid> <description><![CDATA[Quem se lembra do &#8220;documentário&#8221; EPIC 2014? Naquele vídeo, bastante interessante na época (2004) o autor previa o surgimento do Googlezon e o fim da mídia tradicional como conhecemos. No vídeo máquinas seriam responsáveis por processar todas as notícias e exibi-las de forma personalizada. Uma coisa que aconteceu duas semanas atrás me fez lembrar do [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googlezon.png" title="[Googlezon] " alt="[Googlezon] " />Quem se lembra do <a
href="http://epic.makingithappen.co.uk/" id="asz9">&#8220;documentário&#8221; EPIC 2014</a>? Naquele vídeo, bastante interessante na época (2004) o autor previa o surgimento do <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Googlezon">Googlezon</a> e o fim da mídia tradicional como conhecemos. No vídeo máquinas seriam responsáveis por processar todas as notícias e exibi-las de forma personalizada.</p><p>Uma coisa que aconteceu duas semanas atrás me fez lembrar do Googlezon. <a
href="http://battellemedia.com/archives/003923.php" id="m6.x" title="O Google News passou a licenciar conteúdo de algumas agências de notícias">O Google News passou a licenciar conteúdo de algumas agências de notícias</a>. Até então o serviço apenas vasculhava a web, criava pesquisas com notícias relevantes e encaminhava os leitores para a fonte do texto. Agora passa também a hospedar conteúdo.</p><p>Essa é uma mudança significativa no modelo de negócios do Google News. <a
href="http://techbits.com.br/2007/a-busca-e-a-prateleira-empoeirada/" id="ocia" title="Muitos editores reclamavam">Alguns editores reclamavam</a> que o Google News os indexava e que isso configuraria pirataria, mas na verdade o que o serviço sempre fez foi levar tráfego para as fontes de informação, sem exibir matérias completas. Agora tudo pode mudar. Ao licenciar conteúdo o Google News pode exibir em seu site as notícias e monetizá-las com anúncios direcionados. Elimina a necessidade de visitarmos o Estadão que tem as mesmas notícias da Folha pois ambas compraram textos da <a
href="http://www.afp.com/portugues/home/">France-Presse</a>, por exemplo.</p><p>Notícia pura e simples é commodity. A previsão do Googlezon de reformatar a informação, pegando pedaços aqui e ali, exibindo-as de forma personalizada é perfeitamente possível dentro deste cenário. Notícia pura e simples é commodity. O Google News deu o primeiro passo. Resta saber se irão <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mashup_%28web_application_hybrid%29">mashup-izar</a> esse conteúdo nos moldes do EPIC 2014.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li> <a
href="http://techbits.com.br/2007/a-busca-e-a-prateleira-empoeirada/">A busca e a prateleira empoeirada</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/googlezon-toma-forma/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>Minority Report chegou</title><link>http://techbits.com.br/2007/minority-report-chegou/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/minority-report-chegou/#comments</comments> <pubDate>Thu, 06 Sep 2007 19:04:51 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[apple]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[itms]]></category> <category><![CDATA[itunes]]></category> <category><![CDATA[starbucks]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/minority-report-chegou/</guid> <description><![CDATA[Quem assistiu ao filme Minority Report deve se lembrar das cenas de propaganda personalizada quando o personagem de Tom Cruise passava próximo aos outdoors. Personalização é uma das tendências quentes da web mostrada no Read Write/ Web. Acabei de assistir ao keynote de ontem do Steve Jobs e, fora as notícias que todo mundo publicou, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/apple-starbucks-techbits.png" title="[Apple Starbucks] " alt="[Apple Starbucks] " />Quem assistiu ao filme Minority Report deve se lembrar das cenas de propaganda personalizada quando o personagem de Tom Cruise passava próximo aos outdoors. Personalização é uma das <a
href="http://www.readwriteweb.com/archives/10_future_web_trends.php" id="u2.l" title="tendências quentes da web mostrada no Read Write/ Web">tendências quentes da web</a> mostrada no Read Write/ Web. Acabei de assistir ao <a
href="http://events.apple.com.edgesuite.net/s83522y/event/index.html?internal=g4h5jl83a" id="dasx" title="keynote de ontem do Steve Jobs">keynote de ontem do Steve Jobs</a> e, fora as notícias que <a
href="http://www.objetosdedesejo.com/2007/conheca-os-novos-ipods-qual-deles-e-a-sua-cara/" id="q:0y" title="todo mundo publicou">todo mundo publicou</a>, algo me chamou a atenção mais do que tudo. A Starbucks e a iTunes fizeram um acordo e quando adentrarmos uma loja da rede nos EUA será possível comprar a música ambiente que está tocando no momento e as 10 anteriores através do iPod touch e iPhone. Idéia genial.</p><p>Toda vez que vamos a algum evento, lugar, etc&#8230; e uma música legal toca ao fundo, ficamos curiosos para saber o nome, o artista, essa informações. Certamente ao chegarmos em casa iremos googlar parte da letra na esperança de descobrir a música. Com essa nova funcionalidade do iPod touch e iPhone as coisas ficaram mais simples. E imagino que a Apple pretenda expandir essa forma de comprar música para mais e mais estabelecimentos/ eventos/ shows, etc. É o <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Minority_Report_(film)">Minority Report</a> tornando-se realidade.</p><h3>Enquanto isso na NBC&#8230;</h3><p>Em mais um movimento típico da indústria-que-teima-em-ficar-no-século-XX, na semana passada ficamos sabendo que a <a
href="http://macmagazine.com.br/blog/2007/08/31/nbc-universal-decide-nao-renovar-acordo-com-apple-na-itunes-store/" id="tqwo" title="NBC e a Apple não renovaram contrato de venda de séries via iTunes">NBC e a Apple não renovaram contrato de venda de séries via iTunes</a>. É possível entender perfeitamente os motivos da NBC de querer aumentar os preços. Seus seriados fazem um tremendo sucesso na loja virtual e portanto caberia um reajuste de preços para melhor ajustar o gráfico oferta e demanda. Mas a Apple disse não. A saída da NBC da iTunes é uma grande perda tanto para os fãs (<a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BitTorrent" id="mu:u" title="será mesmo?">será mesmo?</a>) quanto para a própria NBC.</p><p>Claro, existe toda aquela questão do DRM e do fato de ao comprarmos música na iTunes talvez ficaremos preso a ela para sempre. Mas essa altura do campeonato, na qual a iTunes é a maior vendedora de mídia digital do mundo, e terceira maior vendedora de música dos EUA, é uma idiotice ficar fora dela. <a
href="http://techbits.com.br/2007/a-busca-e-a-prateleira-empoeirada/" id="qe:j" title="Mas tem gente que prefere a prateleira empoeirada">Tem gente que prefere a prateleira empoeirada</a>&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/minority-report-chegou/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>10</slash:comments> </item> <item><title>Meme: responsabilidade nos blogs</title><link>http://techbits.com.br/2007/meme-responsabilidade-nos-blogs/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/meme-responsabilidade-nos-blogs/#comments</comments> <pubDate>Mon, 06 Aug 2007 12:17:38 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[blogging]]></category> <category><![CDATA[blogs]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[ética]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <category><![CDATA[responsabilidade]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/meme-responsabilidade-nos-blogs/</guid> <description><![CDATA[Recentemente fui convidado por dois amigos blogueiros &#8211; o Manoel Netto do Tecnocracia e o Wagner Fontoura do Boombust &#8211; a discutir sobre ética e responsabilidade nos blogs. Na medida que os blogs começam a ganhar destaque aqui no Brasil, na medida que somos considerados como fonte de informação para muitas pessoas, surge a necessidade [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/mundopequeno.png" title="[Blogs: teia de relações] " alt="[Blogs: teia de relações] " />Recentemente fui convidado por dois amigos blogueiros &#8211; o <a
href="http://www.tecnocracia.com.br/arquivos/etica-responsabilidade-e-humildade-credibilidade" title="Manoel Neto do Tecnocracia">Manoel Netto do Tecnocracia</a> e o <a
href="http://boombust.blog.br/2007/07/25/falando-de-responsabilidade-social-num-momento-critico-para-os-blogs/" title="Wagner Fontoura do Boombust">Wagner Fontoura do Boombust</a> &#8211; a discutir sobre ética e responsabilidade nos blogs. Na medida que os blogs começam a ganhar destaque aqui no Brasil, na medida que somos considerados como fonte de informação para muitas pessoas, surge a necessidade de um debate mais aprofundado do assunto. Fora do Brasil blogs já são parte do dia-a-dia das pessoas. Aqui, apesar de uma <a
href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2007/08/03/idgnoticia.2007-08-04.2771559306/">pesquisa mostrar que somos o 5o. país que mais lê blogs</a>, somos considerados marginais em relação à grande mídia. Aos poucos a visão do público e das empresas está mudando para melhor.</p><h3>Analogia: quanto mais sexo, melhor</h3><p>Estudiosos aplicando teorias econômicas dizem que se você é uma pessoa prevenida, quanto mais sexo você fizer, mesmo que com diferentes parceiros, estará contribuindo para diminuir a incidências de DSTs como um todo. Para entender melhor, leia a seguir a citação do livro de Steven Landsburg, em seu livro <em>More Sex is Safer Sex</em> (Mais sexo é sexo mais seguro, ainda não publicado no Brasil), <a
href="http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2007/06/veja-1-mais-sexo-menos-aids_09.html" title="publicada na revista Veja">retirado da revista Veja</a>:</p><blockquote><p>&#8220;Se você sempre foi cuidadoso e seletivo, poderá elevar a qualidade média do conjunto de parceiros sexuais. Só por entrar no jogo você o torna mais puro. Graças a você, todos os que vão à caça hoje à noite têm uma chance melhor de encontrar alguém saudável.&#8221;</p></blockquote><p>O que isso tem a ver com blogs? O Manoel Netto <a
href="http://www.tecnocracia.com.br/arquivos/etica-responsabilidade-e-humildade-credibilidade">diz em seu texto sobre responsabilidade em blogs</a> que estamos vendo a ascensão de tubérculos e salsichas à blogosfera. Ele se refere às centenas de blogs de conteúdo de baixa qualidade que surgem e morrem todos os dias e que nada acrescentam à discussão.</p><p>Pois a teoria do Steven Landsburg encaixa-se perfeitamente neste contexto. É só nós, que supostamente publicamos conteúdo de qualidade, continuarmos a publicar mais e mais. O fato de publicarmos com qualidade significa que no geral estaremos aumentando a qualidade geral dos textos da blogosfera, mais ou menos como na teoria do &#8220;mais sexo é sexo mais seguro&#8221;.</p><h3>A confiança do público</h3><p>Quando você vai comprar algo ou usufruir de algum serviço novo, nada como um dica de amigo. Se algum conhecido seu recomendar aquele celular, aquela operadora de internet, aquele filme, certamente você será influenciado caso necessite tomar uma decisão de compra. <a
href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/072007/23072007-1.shl" title="Pois os blogs funcionam de maneira similar">Pois os blogs funcionam de maneira similar</a>. Ao permitir discussões, blogueiros se aproximam de seus leitores, coisa que na chamada mídia tradicional não existe. Um ótimo texto do Júlio Daio Borges do Digestivo Cultural, mostra que <a
href="http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2062" title="jornalista tradicional se assusta com blogs">jornalista tradicional se assusta com blogs</a> pois aqui existem leitores, eles reagem aos textos, comentam, questionam.</p><h3>Responsabilidade e opiniões</h3><p>Uma das discussões da blogosfera é em relação ao formato que os blogs assumiram: <a
href="http://www.contraditorium.com/2007/07/30/solucao-para-os-dilemas-eticos-responsabilidade-credibilidade-bla-bla-e-bla/" title="pitadas de opinião mesclada com outras informações">pitadas de opinião mesclada com outras informações</a>. Na mídia tradicional emitir opinião está fora de questão. Só nos editoriais isso é permitido. Diferentemente, o que os leitores de blogs procuram é exatamente a opinião do blogueiro em relação aos assuntos, o que é perfeitamente natural. Também devemos tomar o cuidado de verificar a fundo os fatos, tentar não &#8220;comer bola&#8221; ou falar alguma besteira infundada. Se possível dar uma visão dos dois lados, mesmo que seja favorável a apenas um.</p><p>Agindo assim ganhar credibilidade frente ao público em geral, empresas e mídia tradicional é uma questão de tempo. E finalmente blogs se tornarão cada vez mais primeira fonte de consulta da maioria das pessoas.</p><h4>Leia mais:</h4><ul><li><a
href="http://marcogomes.com/blog/2007/etica-e-responsabilidade-nos-blogs/" title="Ética e responsabilidade nos blogs">Ética e responsabilidade nos blogs</a>, via Marco Gomes</li><li><a
href="http://www.ofimdavarzea.com/responsabilidade-social-e-blogs/" title="Responsabilidade social e blogs">Responsabilidade social e blogs</a>, via O Fim da Várzea</li><li><a
href="http://oitopassos.com/2007/07/24/quanto-a-responsabilidade-dos-blogs/" title="Quanto a responsabilidade dos blogs">Quanto a responsabilidade dos blogs</a>, via Oito Passos</li><li><a
href="http://blog.fabioseixas.com.br/archives/2007/07/a_responsabilidade_de_um_blog.html">A responsabilidade de um blog</a>, via Fabio Seixas</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/meme-responsabilidade-nos-blogs/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>A questão do plágio na web</title><link>http://techbits.com.br/2007/a-questao-do-plagio-na-web/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/a-questao-do-plagio-na-web/#comments</comments> <pubDate>Sat, 23 Jun 2007 01:17:42 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[blogs]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[creative-commons]]></category> <category><![CDATA[doubleclick]]></category> <category><![CDATA[plágio]]></category> <category><![CDATA[web]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/a-questao-do-plagio-na-web/</guid> <description><![CDATA[Na semana passada fiz um comentário sobre plágio de blogs na lista da blogosfera, que gerou uma série de reações, posts e discussões entre blogueiros, não todas por causa do meu comentário, mas em função do problema ser generalizado. Quem produz conteúdo original e de qualidade acaba vítima de copiadores descarados. E já que acabei [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/plagio.png" />Na semana passada fiz um comentário sobre plágio de blogs na lista da blogosfera, que gerou uma série de reações, posts e discussões entre blogueiros, não todas por causa do meu comentário, mas em função do problema ser generalizado. Quem produz conteúdo original e de qualidade acaba vítima de copiadores descarados. E já que acabei criando esse pseudo-<a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Meme" title="meme">meme</a>, quase que sem querer, vou discutir alguns pontos abaixo.</p><h3>Copiar não traz visitação</h3><p>Quem copia imagina que receberá milhares de visitantes e que o blog crescerá rapidamente. Ledo engano. Primeiro que se não há nada de original no conteúdo de um site, pra quê vou voltar nele? Notícia é commodity, informação é commodity. Diferencie-se para chamar a atenção. Escreva algo original para que os leitores lembrem de você. Traga algo diferente, não seja mais um na multidão. Os copiadores, claro, não fazem idéia do que é uma <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Commodity" title="commodity">commodity</a>&#8230;</p><p>Também, ao copiar, <a
href="http://www.brpoint.net/arquivo/seo/nao-permita-a-indexacao-de-conteudo-duplicado-no-wordpress.html">mecanismos de busca rebaixam a nota de ambos os textos</a>, o original e o copiado, principalmente este último. Se a pretensão do plagiador era aparecer nas primeiras posições do Google, verá sua nota lá (Pagerank) cair ainda mais.</p><h3>Creative Commons</h3><p>O Techbits e uma porção de <a
href="http://blogblogs.com.br/ranking" title="Ranking do BlogBlogs">ótimos blogs</a> por aí licenciam o conteúdo sob Creative Commons. No Techbits a licença permite copiar, distribuir,  modificar e criar obras derivadas desde que, cite a fonte, não faça uso comercial e use a mesma licença. Como a intenção dos copiadores é obter lucro rápido na web acabam invariavelmente ferindo a cláusula do uso comercial. Está na descrição jurídica da licença que não é permitida a obtenção &#8220;<a
href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/legalcode" title="de vantagem comercial ou compensação monetária privada">de vantagem comercial ou compensação monetária privada</a>&#8220;. Ou seja, nada de anúncios ao redor do texto copiado.</p><p>Não fosse isso um problema, nenhum plagiador se preocupa em licenciar o conteúdo copiado sob a forma orientada nos termos de uso. A maioria sequer cita a fonte ou muda a pessoa em que o texto está escrito. Vemos os plagiadores falando &#8220;Eu&#8230; qualquer coisa&#8230;&#8221;, quando na verdade o &#8220;eu&#8221; se refere ao autor plagiado. Vai entender esse povo&#8230;</p><h3>Citar é permitido</h3><p>Claro, citar é permitido. Que fique claro que não estou reclamando daqueles que citam trechos de texto que escrevi. Longe disso. Estou reclamando de copiadores reincidentes, que mesmo após vários contatos não colocam o conteúdo duplicado dentro dos termos de uso. Pra finalizar, aviso aos que vão plagiar este texto: tomem o cuidado de trocar todas as citações à palavra &#8220;Techbits&#8221; para o nome do seu blog.</p><h4 id="lista">Leia mais na blogosfera:</h4><ul><li><a
href="http://www.contraditorium.com/2007/06/17/utopia-no-labo-dos-outros-e-refresco-ne/" title="Utopia no labo dos outros é refresco, né?">Utopia no labo dos outros é refresco, né?</a>, via Contraditorium</li><li><a
href="http://sergioflima.pro.br/blog/blogs/index.php/sergio_blog/2007/06/17/copyright_ou_creative_commons" title="Copyright ou Creative Commons?">Copyright ou Creative Commons?</a>, via Sergio Blog 2.3</li><li><a
href="http://www.interney.net/blogs/marmota/2007/06/17/desvendando_o_internauta_padrao_parte_2/" title="Desvendando o Internauta-padrão, parte 2: o plagiador">Desvendando o Internauta-padrão, parte 2: o plagiador</a>, via Marmota</li><li><a
href="http://escritatorta.em.blog.br/archives/188" title="É plágio ou não?">É plágio ou não?</a>, via Escrita Torta em Linha Reta</li><li><a
href="http://www.info-mundo.net/2007/06/22/plagio-na-internet/" title="Plágio na internet">Plágio na internet</a>, via Info-mundo</li><li><a
href="http://mvmr.wordpress.com/2007/06/25/em-defesa-do-techbits/">Em defesa do Techbits</a>, via Mundo Virtual Mundo Real</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/a-questao-do-plagio-na-web/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>25</slash:comments> </item> <item><title>YouTube no Brasil. E agora, Fiz?</title><link>http://techbits.com.br/2007/youtube-no-brasil-e-agora-fiz/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/youtube-no-brasil-e-agora-fiz/#comments</comments> <pubDate>Tue, 19 Jun 2007 16:17:34 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[brasil]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[direitos-autorais]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[fiz]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/youtube-no-brasil-e-agora-fiz/</guid> <description><![CDATA[Hoje, lá pelas 3h da manhã, descobri que o site YouTube.com.br estava redirecionando para uma página em português do YouTube. Como os rumores indicavam o lançamento da versão brasileira do serviço, pensei &#8220;vamos ver se já está no ar&#8221;. E estava. Fiz, então, um post para o Meio Bit já que ninguém (*) havia falado [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/youtube_fiz.png" title="[YouTube] " alt="[YouTube] " />Hoje, lá pelas 3h da manhã, descobri que o site <a
href="http://youtube.com.br" title="YouTube.com.br">YouTube.com.br</a> estava redirecionando para uma página em português do YouTube. Como os <a
href="http://futuro.vc/2007/06/14/confirmado-youtube-brasil-em-19-de-junho" title="rumores">rumores</a> indicavam o lançamento da versão brasileira do serviço, pensei &#8220;vamos ver se já está no ar&#8221;. E estava. Fiz, então, <a
href="http://www.meiobit.com/google/youtube_brasil_j_est_no_ar" title="um post para o Meio Bit">um post para o Meio Bit</a> já que ninguém (*) havia falado sobre o site. Sim, fiz. Fiz&#8230; Fiz também é o nome de um YouTube-killer que está pra ser lançado aqui no Brasil. Mas se o Fiz tinha a vantagem de ser em português, com a chegada do YouTube na nossa língua, qual o apelo do site agora?</p><p><small>(*) depois, pesquisando no Technorati, descobri que o <a
href="http://z001.ig.com.br/ig/59/32/896736/blig/tiagodoria/2007_25.html#post_18878907" title="Tiago Dória foi o primeiro a dar a notícia">Tiago Dória foi o primeiro a dar a notícia</a>.</small></p><h3>Da internê para a tevê</h3><p><a
href="http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/" title="A proposta do Fiz">A proposta do Fiz</a> é jogar para um canal de TV convencional o melhor dos <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:filmadora digital" class="bbli">vídeos<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> do site. Essa é a única diferença e ao meu ver, não muito empolgante. Já disse antes, mas ao restringir a cauda longa dos vídeos para o espaço restrito de 24h de grade da programação da TV convencional não dá certo. E nem é TV convencional e sim TV paga, restringindo ainda mais o público consumidor.</p><h3>YouTube vs. direitos autorais</h3><p>O YouTube está para instalar mecanismos de proteção a direitos autorais em seu serviço. Uma &#8220;impressão digital&#8221; de cada vídeo subido no site será comparada com vídeos protegidos. Em caso de violação de copyright, os detentores dos diretos poderão decidir em manter o vídeo no ar ou compartilhar a receita gerada.</p><h3>IUTUBIU</h3><p>O YouTube é relativamente conhecido no Brasil. Somos o segundo país que mais usa o site de vídeos. Mas ainda está longe de todo mundo conhecer. O nome engraçado não ajuda, <a
href="http://www.youtube.com/watch?v=eNR-9C1xF8w" title="a Sonia que o diga">a Sônia que o diga</a>. Talvez essa seja uma vantagem do Fiz: nome simples e fácil de lembrar. Mas assim como tem gente procurando por <a
href="http://techbits.com.br/2007/que-fim-levou-o-utubecom/" title="UTube">UTube</a> na web, vai existir aqueles que tentarão entrar no Fis ao invés de Fiz.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/youtube-no-brasil-e-agora-fiz/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>12</slash:comments> </item> <item><title>MediaOn: visões antagônicas</title><link>http://techbits.com.br/2007/mediaon-visoes-antagonicas/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/mediaon-visoes-antagonicas/#comments</comments> <pubDate>Thu, 14 Jun 2007 11:17:46 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[jornalismo-participativo]]></category> <category><![CDATA[mediaon]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/mediaon-visoes-antagonicas/</guid> <description><![CDATA[Termina hoje em São Paulo o Media On, 1o. Seminário de Jornalismo Online. E como não poderia deixar de ser, há transmissão em tempo real dos painéis pela internet, coisas que só a mídia digital permite. Acompanhei algumas discussões de ontem e ao mesmo tempo que fiquei entusiasmado com alguns dos participantes, assustei-me com a [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/mediaon.png" title="[MediaOn] " alt="[MediaOn] " />Termina hoje em São Paulo o <a
href="http://mediaon.terra.com.br/mediaon/index.php" title="Media On">Media On</a>, 1o. Seminário de Jornalismo Online. E como não poderia deixar de ser, há transmissão em tempo real dos painéis pela internet, coisas que só a mídia digital permite. Acompanhei algumas discussões de ontem e ao mesmo tempo que fiquei entusiasmado com alguns dos participantes, assustei-me com a visão retrógrada de outros. O evento discute várias mudanças que o jornalismo está enfrentando com as mídias digitais. Jornais vendem menos, a TV perde audiência. Pessoas procuram a web para se informar, o YouTube para assitir vídeos. Ou seja, o mundo mudou.</p><h3>UOL</h3><p>“O jornalismo participativo é uma atividade parecida com um show de calouros? Os jornalistas farão o papel de jurados?” &#8211; Márion Strecker, diretora de  Conteúdo do UOL. Segundo ela, &#8220;é preocupante que um veículo que se diz jornalístico ‘terceirize’ a responsabilidade sobre o conteúdo para o leitor&#8221;. Sim, isso mesmo, a diretora de conteúdo do UOL deve viver no século XIX. O conteúdo colaborativo é quase uma doença que precisa ser tratada com muito cuidado. Blogs precisam de responsabilidade, &#8220;chamem os jornalistas&#8221; (*), bradou Bob Fernandes (Terra Magazine), ali ao lado. Márion citou veladamente o caso do Engadget que ao divulgar uma notícia supostamente verdadeira que se mostrou falsa minutos depois, causou uma queda de 4 bilhões de dólares no valor das ações da Apple. E a <a
href="http://www.brainstorm9.com.br/archives/2007/06/noticia_falsa_sobre_asteroide_para_divulgar_citroe.html">propaganda disfarçada de notícia do asteróide Pallas na home do UOL</a>, Estadão e Terra? <a
href="http://www.messa.com.br/eric/ecode/2007/06/teaser-de-impacto-da-citroen.html">Enganou todo mundo e causou tumulto na web</a>.</p><p>Fiquei embasbacado com o discurso da diretora de conteúdo do UOL. Como? Sim, UOL, um dos maiores portais brasileiros de informação. Coisas como o Digg seriam a personificação do demônio para ela. Blogs? Só de jornalistas responsáveis. Vendo que seu discurso não agradava, logo tentou consertar dizendo que o UOL possui espaço para blogs pessoais livres. Sim, livres mas que <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-quinto-poder/" title="aceitam intervenção dos coronéis da república">aceitam intervenção dos <em>coroné</em> da república</a>.</p><p><small>(*) nada contra jornalistas. Uma das minhas melhores amigas é jornalista e leitora do Techbits.</small></p><h3>Rosental</h3><p>O oposto foi o Rosental, professor jornalismo da Universidade do Texas. Esse senhor é revolucionário. Afirmou que o jornalismo deixa de ser monopólio de jornalistas, que o hype atual são as conversações entre blogs e também a <em>social media</em>. Disse que em conversas com outros professores de jornalismo muitos afirmam ter medo de ensinar jornalismo digital pois os alunos invariavelmente sabem mais do que eles. O Rosental foi categórico: pois eu adoro ensinar jornalismo digital, deixo meus alunos terem idéias, sirvo mais como um guia e não aquele que detém a última palavra. Falou de uma frase do <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/" title="Chris Anderson, autor do ótimo A Cauda Longa">Chris Anderson, autor do ótimo A Cauda Longa</a>: &#8220;eu faço o que os estagiários me mandam&#8221;.</p><p>Citou o <a
href="http://techbits.com.br/2006/esqueca-o-outsourcing-o-negocio-agora-e-o-crowdsourcing/" title="crowdsourcing">crowdsourcing</a> como parte fundamental da nova era e a mídia epicêntrica na qual o usuário é que decide quando vai consumir o conteúdo. Nada de grade fixa da TV, isso é coisa de dinossauros. Para o Rosental a revolução que estamos vivendo agora é do mesmo grau que séculos atrás <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Johannes_Gutenberg" title="Gutenberg">Gutenberg</a> fez ao inventar os tipo móveis e baratear os custos de distribuição de conteúdo. A internet derruba novamente estes custos, agora para quase zero. Ao ser questionado por uma estudante de jornalismo sobre o que fazer para ficar por dentro do mercado enquanto estudante, Rosental afirmou: &#8220;crie um blog&#8221;. Fantástico.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/mediaon-visoes-antagonicas/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>20</slash:comments> </item> <item><title>A importância do Feedburner para o Google</title><link>http://techbits.com.br/2007/a-importancia-do-feedburner-para-o-google/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/a-importancia-do-feedburner-para-o-google/#comments</comments> <pubDate>Sat, 02 Jun 2007 03:17:57 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[feed]]></category> <category><![CDATA[feedburner]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[mashup]]></category> <category><![CDATA[rss]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/a-importancia-do-feedburner-para-o-google/</guid> <description><![CDATA[Toda semana o Google compra alguma empresa. A bola da vez é o Feedburner. Após os rumores da semana passada, foi anunciado oficialmente que o Feedburner é do Google. Não há informação de valores mas o mercado estima que a compra foi feita por 100 milhões de dólares. Para quem não sabe, o Feedburner é [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/google_feedburner.png" title="[Google Feedburner] " alt="[Google Feedburner] " />Toda semana o Google compra alguma empresa. A bola da vez é o <a
href="http://feedburner.com" title="Feedburner">Feedburner</a>. Após os rumores da semana passada, foi anunciado oficialmente que o <a
href="http://www.googlediscovery.com/2007/06/01/google-finaliza-a-compra-do-feedburner/" title="Feedburner é do Google">Feedburner é do Google</a>. Não há informação de valores mas o mercado estima que a compra foi feita por 100 milhões de dólares. Para quem não sabe, o Feedburner é o maior sistema gerenciador de feeds RSS do mundo. É utilizado pela maioria dos blogs &#8211; incluindo o Techbits &#8211; e <a
href="http://marshallk.com/why-buying-feedburner-is-really-smart-of-google" title="muitos sites grandes como PC World e Reuters">muitos sites grandes como PC World e Reuters</a>. Tecnicamente nenhum site precisaria do Feedburner para gerenciar seu RSS. Sistemas de gestão de conteúdo como o WordPress ou Drupal criam seus feeds automaticamente. Mas queimar o feed no Feedburner traz uma série de benefícios para leitores e publicadores. É isso que o Google está comprando.</p><h3>Leitor de feeds é leitor VIP</h3><p>O leitor do seu site que o acompanha através de feed RSS é VIP. Ao assiná-lo esse usuário está dizendo que gosta do seu conteúdo, aprecia as informações e opiniões que passa, está atento ao que é publicado. São leitores fiéis que quando você os encontra, lembram direitinho de um post antigo seu sobre determinado assunto. Ah, e preferem o <a
href="http://arcanjo.org/disponibilize-seu-feed-completo/" title="feed completo">feed completo</a>.</p><p>Em resumo, são leitores que estão realmente interessados em seu conteúdo. Dito isso, vem a pergunta: o que o Google tem a ver com isso? Tudo! Eles estão no negócio de vender anúncios. Faturaram cerca de 10 bilhões de dólares fazendo isso no ano passado. Publicar anúncios para esse público antenado significa atingir em cheio os alvos importantes. Anúncio direcionado para o leitor antenado, simples assim. O potencial é enorme.</p><h3>Distribuição de conteúdo</h3><p>Hoje é impossível manter-se informado tendo que entrar em cada um dos sites que você conhece para obter informação. O negócio é usar RSS para otimizar o tempo e maximizar a absorção de conhecimento. A web continua lá pois é o meio pelo qual sites e blogs são encontráveis, onde a estrutura de hyperlinks funciona e você vê e é visto. Mas a função de distribuir informação de forma eficiente está com o feed RSS.</p><p>Essa aquisição mostra como os feeds estão se tornando parte importante da distribuição de conteúdo. O surgimento de serviços que misturam os feeds (<a
href="http://techbits.com.br/2007/yahoo-pipes-a-web-como-um-banco-de-dados/">Pipes</a>, <a
href="http://techbits.com.br/2007/mashup-para-as-massas/">PopFly</a>) é outro sinal desta importância. A web é a janela para o mundo. O feed é onde você o acompanha.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/a-importancia-do-feedburner-para-o-google/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>14</slash:comments> </item> <item><title>Acharam um modelo para distribuição de conteúdo</title><link>http://techbits.com.br/2007/acharam-um-modelo-para-distribuicao-de-conteudo/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/acharam-um-modelo-para-distribuicao-de-conteudo/#comments</comments> <pubDate>Mon, 14 May 2007 23:17:25 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[joost]]></category> <category><![CDATA[p2p]]></category> <category><![CDATA[publicidade]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/acharam-um-modelo-para-distribuicao-de-conteudo/</guid> <description><![CDATA[A Forrester Research, uns caras que são pagos para inventar descobrir tendências, divulgou um relatório que mostra que o mercado de vídeos on-line pagos vai atingir um pico este ano e declinar. A conclusão é que o modelo de negócios que vai funcionar é o da propaganda junto aos vídeos pela internet e não a [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/heroes_helix.jpg" alt="[Heroes] " title="[Heroes] " />A Forrester Research, uns caras que são pagos para <strike>inventar</strike> descobrir tendências, <a
href="http://home.businesswire.com/portal/site/google/index.jsp?ndmViewId=news_view&amp;newsId=20070514005166&amp;newsLang=en" title="divulgaram um relatório">divulgou um relatório</a> que mostra que o mercado de vídeos on-line pagos vai atingir um pico este ano e declinar. A conclusão é que o modelo de negócios que vai funcionar é o da propaganda junto aos vídeos pela internet e não a cobrança pelo conteúdo. <a
href="http://meiobit.com/itunes_morreu_antes_ele_do_que_eu" title="Como notou o Cardoso">Como notou o Cardoso</a>, no Meio Bit, descobriram o óbvio: voltamos às origens de como sempre funcionou o mundo do conteúdo na televisão, rádio e outros meios de comunicação. Segundo a Forrester, o iTunes e outros players estão fadados a desaparecer. Propaganda é,  e continua a ser, a alma do negócio.</p><h3>YouTube</h3><p>O YouTube começou há alguns dias <a
href="http://www.tnow.com.br/negocios/youtube-testa-novos-tipos-de-anuncios/" title="exibir anúncios dentro dos vídeos">exibir anúncios dentro dos vídeos</a>. Não é nada invasivo e ao clicarmos na propaganda somos redirecionados para outro vídeo, do patrocinador. Vale lembrar que nem todos os vídeos do YouTube possuem anúncios e sim alguns selecionados dos produtores de conteúdo original. Além disso alguns usuários do site receberão pelos vídeos postados e vistos milhões de vezes. Assim como o Metacafé, o YouTube agora paga os melhores produtores de conteúdo.</p><h3>Joost</h3><p>No Joost, desde o beta-ultra-fechado-que-ninguém-tinha-acesso, sempre houve propaganda entre os vídeos. Mais  recentemente anunciaram que várias marcas globais estão participando de um teste de modelo de anúncios para os vídeos do serviço. <a
href="http://www.joost.com/press/2007/04/advertising-innovators-embrace-joost.html" title="Entre elas, Coca-Cola, HP, Intel e Nike">Entre elas, Coca-Cola, HP, Intel e Nike</a>. O Joost parece que vai realmente ser um sucesso já que além de cotas de patrocínio, tem assinado muitos contratos de distribuição de conteúdo, incluindo uma gravadora brasileira.</p><h3>P2P</h3><p>Na verdade tudo isso seria a oficialização do que já acontece, com inserção de propaganda. A distribuição de conteúdo por redes de P2P segue firme. Praticamente tudo é ilegal. A indústria, entrando nesse mercado, poderia oficializar os canais de distribuição e inserir propaganda no meio dos vídeos. Torço para que seja assim. Mas temo que nós aqui no Brasil ficaremos privados deste conteúdo gratuito com anúncios: o contrato de propaganda certamente não nos abrangerá&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/acharam-um-modelo-para-distribuicao-de-conteudo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>10</slash:comments> </item> <item><title>Fiz: uma visão geral</title><link>http://techbits.com.br/2007/fiz-uma-visao-geral/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/fiz-uma-visao-geral/#comments</comments> <pubDate>Fri, 27 Apr 2007 20:17:14 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[fiz]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/fiz-uma-visao-geral/</guid> <description><![CDATA[[atualizado em 10/05/2007] Fui convidado esta semana para bater um papo com a equipe do Fiz, aquele canal de TV que a Editora Abril vai lançar em breve. O Fiz é uma tentativa de junção da velha mídia (TV) com a internet. Haverá um site nos moldes do YouTube, uma rede social de vídeos e [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/fiz_tv.png" alt="[Fiz TV] " title="[Fiz TV] " /><strong>[atualizado em 10/05/2007]</strong> Fui convidado esta semana para bater um papo com a equipe do Fiz, aquele canal de TV que a Editora Abril vai lançar em breve. O Fiz é uma tentativa de junção da velha mídia (TV) com a internet. Haverá um site nos moldes do YouTube, uma rede social de vídeos e os melhores vídeos poderão ser promovidos para passarem na TV. No primeiro texto que escrevi sobre eles, <a
href="http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/" title="fiz uma crítica">fiz uma crítica</a> dizendo que a tentativa desta mistura pode resultar em algo que não dará certo. Após conversar com o Marcelo Botta (Gerente de Conteúdo) e a Patrícia Viera (Produtora), pessoas antenadíssimas com as tendências da tecnologia web, e principais responsáveis pelo &#8220;programação&#8221; do canal, tenho que fazer uma revisão daquela opinião.</p><h3>Teaser</h3><p>Essa informação é exclusiva do Techbits. O <a
href="http://www.fiztv.com.br" title="Fiz TV">Fiz TV</a> já tem um site e nele encontramos <a
href="http://www.fiztv.com.br/" title="um teaser com 7 vídeos diferentes">um teaser com 7 vídeos diferentes</a> (imagem abaixo é de um dos teasers) e uma surpresa para quem possui web cam. Por enquanto é possível apenas se inscrever para receber informações em primeira mão do Fiz. <strike>Dentro de alguns dias será</strike> Já é possível fazer uploads de vídeos de até 50 MB que serão guardados para a estréia do site e canal. <strike>Assim que essa funcionalidade ficar disponível faço uma atualização neste post</strike>.</p><p>A equipe do Fiz já está em contato com universidades, bandas e produtores independentes para instigá-los a publicar material próprio no site. Quando estrearem já contarão com uma base interessante de conteúdo.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/fiz_tv_playmobil.jpg" title="[Fiz TV teaser: Playmobil] " alt="[Fiz TV teaser: Playmobil] " class="floatTL"/></p><h3>Canais</h3><p>O Fiz TV terá vários &#8220;canais&#8221;, cada um voltado para um público de nicho diferente. Inicialmente serão Fiz.em casa, Fiz.doc, Fiz.anima, Fiz.curta, Fiz.humor e Fiz.clipe. Cada um desses canais terá um espaço na grade de programação da TV, passando os melhores vídeos seqüencialmente, sejam eles de 30 segundos ou 5 minutos. Por exemplo, no Fiz.humor pode haver 15 vídeos interessantes para passarem na TV, com tempos de duração variável. Já no Fiz.doc, um documentário pode ter quase uma hora, e se for de interesse do público, ganhará seu espaço na telinha.</p><p>O problema da grade de programação fixa será resolvido com reprises em horários e dias diferentes e também com a possível escolha pela audiência de qual horário é melhor para cada programa. Isso é uma solução intermediária já que o ideal seria escolhermos nossos próprios horários para assistir ao que quisermos. Nada impede, claro, de extrapolarmos essas limitações no site do Fiz, escolhendo nossa própria programação.</p><h3>Datas</h3><p>O teaser já está no ar, o recebimento de vídeos deve começar em breve, o site passará a funcionar efetivamente a partir de 1o. de junho e o canal estréia na TVA em 30 de julho.</p><h3>Idéias, idéias</h3><p>As idéias da equipe do Fiz não param. Há muita coisa interessante que discutimos na reunião. Vi uma apresentação com os moldes do Fiz, algumas vinhetas do canal e uma idéia geral de como funcionará o serviço. Na verdade o Fiz acaba agregando conceitos da web 2.0, cauda longa, <a
href="http://techbits.com.br/2006/esqueca-o-outsourcing-o-negocio-agora-e-o-crowdsourcing/" title="crowdsourcing">crowdsourcing</a>, rede social, social media, entre outros. Essa mistura deve resultar em um serviço interessante. Pelo menos na web.</p><p>O grande problema que ainda vejo é a distribuição na telinha da TV. Não há como evitar as restrições impostas pela escassez de espaço disponível. 24h de TV podem não ser suficientes para alocar toda a quantidade de conteúdo que o serviço pretende atingir. E também limitar pela grade da programação fixa soa século XX, coisas da mídia antiga. Como disse antes sempre existe a opção de esquecer o canal da TV e ficar só com o site da internet. Mas que sair na TV chama atenção, chama.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/" title="TV e YouTube: diametralmente opostos">TV e YouTube: diametralmente opostos</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/fiz-uma-visao-geral/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>22</slash:comments> </item> <item><title>Wikipédia off-line</title><link>http://techbits.com.br/2007/wikipedia-off-line/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/wikipedia-off-line/#comments</comments> <pubDate>Fri, 20 Apr 2007 16:17:50 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[dvd]]></category> <category><![CDATA[wikipedia]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/wikipedia-off-line/</guid> <description><![CDATA[Calma, não é o site da Wikipédia que está fora do ar, e sim o seu conteúdo que acaba de ser lançado em DVD. Na verdade foram escolhidos cerca de 2000 artigos, selecionados de acordo com alguns critérios de qualidade e importância com ajuda da comunidade wikipediana. Os artigos passaram pelo crivo de um professor [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/wikipediaondvd.jpg" alt="[Wikipédia on a DVD] " title="[Wikipédia on a DVD] " />Calma, não é o site da <a
href="http://wikipedia.org/" title="Wikipédia">Wikipédia</a> que está fora do ar, e sim o seu conteúdo que <a
href="http://www.wikipediaondvd.com/site.php" title="acaba de ser lançado em DVD">acaba de ser lançado em DVD</a>. Na verdade foram escolhidos cerca de 2000 artigos, selecionados de acordo com alguns critérios de qualidade e importância com <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Version_1.0_Editorial_Team" title="ajuda da comunidade wikipediana">ajuda da comunidade wikipediana</a>. Os artigos passaram pelo crivo de um professor da Univ. de Nova York e são, segundo ele, livres de erros, bias, vandalismo ou marketing, coisas comuns em alguns artigos da enciclopédia on-line.</p><h3>Desatualizado</h3><p>O DVD é vendido por 14 dólares mas também é possível baixar a <a
href="http://www.wikipediaondvd.com/site.php?temp=down" title="imagem ISO gratuitamente direto por FTP ou torrent">imagem ISO gratuitamente</a> ou navegar pela <a
href="http://www.wikipediaondvd.com/nav/art/d/w.html" title="versão on-line do disco">versão on-line do disco</a>. Na verdade não entendo o sentido de transformarem uma enciclopédia dinâmica, atualizada constantemente por seus usuários, em algo que necessita de distribuição física como um DVD. Por mais que os artigos escolhidos estejam completos, certamente algumas coisas já estão desatualizadas desde o momento da impressão dos discos.</p><p>Aí entra aquela velha história de que restringir a distribuição de um conteúdo para dentro de uma mídia física implica em perder tudo aquilo que a internet proporciona. Quando na web, a Wikipédia é viva, está disponível em toda sua extensão, ou seja, há uma variedade gigante de artigos e possibilidades e recebe referências de sites externos, aumentando sua visibilidade. Todo esse brilho se perde quando o conteúdo fica preso dentro de um DVD, acumulando poeira na prateleira.</p><p>Para quem simpatiza com a fundação Wikimedia, que recentemente esteve no centro das atenções por uma <a
href="http://br-linux.org/linux/campanha-wikipedia" title="possível falta de fundos">possível falta de fundos</a> (<a
href="http://techbits.com.br/2007/wikipedia-nao-vai-fechar/" title="desmentida">desmentida</a>), é uma forma de contribuir. No mais, trata-se de um DVD com artigos bons mas desatualizados.</p><h4>Leia mais:</h4><ul><li><a
href="http://futuro.vc/2007/04/21/wikipedia-em-dvd">Ótimo artigo no futuro.vc</a> sobre o mesmo assunto</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/wikipedia-off-line/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>14</slash:comments> </item> <item><title>Clown co.: o YouTube killer</title><link>http://techbits.com.br/2007/clown-co-o-youtube-killer/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/clown-co-o-youtube-killer/#comments</comments> <pubDate>Fri, 23 Mar 2007 16:17:56 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[clown-co.]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[fox]]></category> <category><![CDATA[killer]]></category> <category><![CDATA[nbc]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/clown-co-o-youtube-killer/</guid> <description><![CDATA[Ontem as redes de TV americanas Fox e NBC anunciaram a criação, para este ano, de mais um YouTube killer. Mas segundo o TechCrunch, há um pequeno problema: o serviço não tem nome e a piada interna dentro do GooTube chama essa associação de Clown co. (palhaço, pra quem não sabe). Por causa disso perderam [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/youtubekiller.png" atl="[YouTube killer] " title="[YouTube killer] "/>Ontem as redes de TV americanas Fox e NBC <a
href="http://www.diogoazevedo.com/2007/03/nbc-e-news-corp-preparam-concorrente-para-o-youtube/" title="anunciaram a criação">anunciaram a criação</a>, para este ano, de mais um YouTube killer. Mas <a
href="http://www.techcrunch.com/2007/03/23/what-we-know-so-far-about-newtube-isnt-good/" title="segundo o TchCrunch,">segundo o TechCrunch,</a> há um pequeno problema: o serviço não tem nome e a piada interna dentro do GooTube chama essa associação de Clown co. (palhaço, pra quem não sabe). Por causa disso perderam várias oportunidades de divulgação e se demorarem muito para escolher um nome correm o risco do Clown co. tornar-se o apelido oficial do site a ser lançado.</p><h3>Um pouco de história</h3><p>Quando o YouTube surgiu todos ficaram maravilhados. Quando o site ficou famoso e os vídeos ilegais fazendo sucesso, as redes de TV ficaram com um pé atrás e preocupadas. Aí o Google comprou e os advogados ficaram atiçados. Alguns fizeram <a
href="http://www.googlediscovery.com/2007/03/google-fecha-acordo-com-bbc-para-exibir.html" title="acordos como a BBC">acordos como a BBC</a> e outros <a
href="http://www.meiobit.com/industria/youtube_o_mark_cuban_estava_certo" title="processaram como a Viacom">processaram como a Viacom</a>. Todas sabem que se não mudarem seu modelo de negócios vão perder dinheiro. Por isso essa idéia do YouTube killer.</p><h3>Distribuição de conteúdo</h3><p>Já falei várias vezes no Techbits e volto a repetir. O atual estado da distribuição de conteúdo não é nada favorável ao consumidor. <a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/" title="O YouTube é o oposto da TV">O YouTube é o oposto da TV</a>, por isso seu sucesso. Além disso as restrições são em parte responsável pelo surgimento do mercado paralelo de pirataria e P2P.</p><p>As criadoras de conteúdo estão preocupadas. Não sabem que direção tomar. O surgimento da Clown co. pode ser a mudança que todos esperamos. Ou não. O fato de somente duas empresas terem feito acordo para criação deste novo serviço pode ser sinal de problemas. Cadê os outros? Será que cada um vai tentar criar seu próprio YouTube killer? A Viacom já fez das suas, criou um site para assistir aos seus programas e tem acordo com o<a
href="http://joost.com" title="Joost"> Joost</a> (<a
href="http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/" title="ver análise do Joost aqui">ver análise do Joost aqui</a>), este sim um candidato fortíssimo a competidor do YouTube.</p><p>Vamos esperar pra ver. E o governo brasileiro ainda insiste em discutir e regulamentar a TV digital&#8230; Pra mim é uma tecnologia que quando surgir já estará morta.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/clown-co-o-youtube-killer/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>Se vai copiar, faça direito</title><link>http://techbits.com.br/2007/se-vai-copiar-faca-direito/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/se-vai-copiar-faca-direito/#comments</comments> <pubDate>Fri, 16 Mar 2007 20:17:06 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[cópia]]></category> <category><![CDATA[creative-commons]]></category> <category><![CDATA[idgnow]]></category> <category><![CDATA[maringá-fm]]></category> <category><![CDATA[techbits]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/se-vai-copiar-faca-direito/</guid> <description><![CDATA[Esses dias o Techbits foi &#8220;atacado&#8221; pela enésima vez por copiadores descarados de conteúdo. Tentei resolver com o blog copiador mas ao contrário das outras vezes, não consegui. Não há email ou qualquer forma de contato. Tive que apelar para outros artifícios. Ainda bem que na web, deixam-se rastros. O copiador, editor do Joost Brasil [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/cc.png" alt="[Creative Commons] " title="[Creative Commons] " />Esses dias o Techbits foi &#8220;atacado&#8221; pela enésima vez por copiadores descarados de conteúdo. Tentei resolver com o blog copiador mas ao contrário das outras vezes, não consegui. Não há email ou qualquer forma de contato. Tive que apelar para outros artifícios. Ainda bem que na web, deixam-se rastros. O copiador, editor do Joost Brasil e que se auto proclama Safadonis, é facilmente rastreável. É o que sempre digo, o Google é um perigo, <a
href="http://techbits.com.br/2007/voce-vai-querer-permanecer-anonimo/" title="você vai querer permanecer anônimo">você vai querer permanecer anônimo</a>.</p><h3>Maringá FM</h3><p>Ontem mesmo o <a
href="http://www.contraditorium.com/" title="Cardoso do Contraditorium">Cardoso do Contraditorium</a> publicou o <a
href="http://www.contraditorium.com/2007/03/15/maring-fm-descobre-que-o-buraco-mais-embaixo/" title="vexame público que a rádio Maringá FM">vexame público que a rádio Maringá FM</a> se auto-impôs ao copiar um texto e sugar uma foto de servidor alheio. Vexame total. Copiadores são tão preguiçosos &#8211; e por isso seus sites estão fadados ao fracasso &#8211; que sequer colocam imagens em servidores próprios, sequer alteram os links do texto original e sequer mudam a narração em primeira pessoa quando o texto original está assim.</p><h3>IDGNow!</h3><p>Recentemente o <a
href="http://idgnow.uol.com.br/home" title="IDGNow!">IDGNow!</a> percebeu ser vítima de cópia por um desses blogs que surgem tão rápido quanto desaparecem. O Guilherme Felitti, repórter do IDGNow! e blogueiro do <a
href="http://felitti.wordpress.com/" title="Chá Quente">Chá Quente</a> escreveu sobre o assunto chamando o problema como a <a
href="http://felitti.wordpress.com/2007/03/07/a-lei-do-gerson-da-web-20-brasileira/" title="Lei de Gérson da Web 2.0">Lei de Gérson da Web 2.0 brasileira</a>. A conclusão dele é interessante: &#8220;Comunidades digitais são feitas por pessoas e vale lembrar que, por mais que algum esperto lembre do Gérson, <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Wisdom_of_Crowds">a sabedoria da multidão </a>ainda é mais importante e impactante.&#8221;</p><h3>Techbits</h3><p>O Techbits adota licença de uso chamada <a
href="http://www.creativecommons.org.br/" title="Creative Commons">Creative Commons</a>, que dá o direito de outros copiarem e reproduzirem todo material, desde que <a
href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/">sigam algumas regras</a>. E o pessoal insiste em não seguir, mesmo ciente desta necessidade. O colega blogueiro copiador usou imagens hospedadas no servidor do Techbits. Não tive dúvidas, troquei por uma mensagem informando da origem do texto. <a
href="http://www.carloscardoso.com/?p=283" title="Sou mais bonzinho">Sou mais bonzinho</a> que o Cardoso e seus <a
href="http://papelpop.com/" title="discípulos">discípulos</a>.</p><p>Logo depois o blogueiro copiador retirou todo o post do ar e colocou, na maior cara de pau, uma mensagem de problemas técnicos. Hoje volta com o mesmíssimo post copiado sem a referência para meu texto original. Com a reincidência fiquei bravo. Se vai copiar, faça direito e coloque meu link lá!</p><p>Com ajuda do Rafael Arcanjo do <a
href="http://arcanjo.org" title="Arcanjo.org">Arcanjo.org</a> e do <a
href="http://imperador.org/" title="Imperador.org">Imperador.org</a>, descobri o nome do copiador, a data de nascimento do sujeito, a cidade em que mora e até seus gostos musicais. Ah, boa sorte no vestibular! Quer Administração, não? Só não faça <a
href="http://techbits.com.br/2007/a-cultura-do-copy-paste/" title="copy/ paste nos trabalhos da faculdade">copy/ paste nos trabalhos da faculdade</a>. Pode se dar muito mal.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/copiador.jpg" alt="[Copiador do techbits] " title="[Copiador do techbits] " class="floatTL"/></p><p><small>obs: devido à reincidência, falta de resposta e providências por parte do copiador, o caso foi comunicado ao Adsense e ao Blogger para que tomem as medidas necessárias. Informo que tentei várias formas de resolver a situação para que o copiador se adequasse </small>à<small>s normas definidas no Techbits.</small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/se-vai-copiar-faca-direito/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>39</slash:comments> </item> <item><title>Web 3.0 = 4C + P + PV</title><link>http://techbits.com.br/2007/web-30-4c-p-pv/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/web-30-4c-p-pv/#comments</comments> <pubDate>Fri, 09 Mar 2007 13:17:23 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[contexto]]></category> <category><![CDATA[personalização]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <category><![CDATA[web-3.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/web-30-4c-p-pv/</guid> <description><![CDATA[Já estou ouvindo as pedradas, mas vamos lá. O termo web 2.0 não é o que podemos chamar de unanimidade na blogosfera, imagine então começarmos a falar de web 3.0. E primeira vidraça foi quebrada. O ótimo Read/ Write Web publicou no mês passado um post explicando o que seria essa fórmula do título. Conteúdo, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/web20.png" title="[Web 3.0] " alt="[Web 3.0] " class="floatTL"/><br
/> Já estou ouvindo as pedradas, mas vamos lá. O termo web 2.0 não é o que podemos chamar de unanimidade na blogosfera, imagine então começarmos a falar de web 3.0. E primeira vidraça foi quebrada. O ótimo <a
href="http://www.readwriteweb.com/archives/web_30_4cpvs.php" title="Read/ Write Web publicou no mês passado">Read/ Write Web publicou no mês passado</a> um post explicando o que seria essa fórmula do título.</p><h3>Conteúdo, Comunidade e Comércio</h3><p>A tônica da web 2.0 tem sido conteúdo e comunidade. Está na moda o usuário criar o conteúdo, seja em redes sociais ou blogs. Exemplos de comunidades não faltam: Orkut, YouTube, Flickr, blogosfera&#8230; Todos eles orbitam na chamada web 2.0.</p><p>A web 1.0, anterior ao que temos hoje, era centrada no comércio. Exemplos são a Amazon, E-bay, Submarino&#8230; Todas elas evoluíram de alguma forma para a web 2.0, algumas mais que outras. Já temos então 3Cs.</p><h3>Personalização e Contexto</h3><p>A personalização é algo extremamente complicado. Nem o Google, com sua <a
href="http://www.marketingdebusca.com.br/buscas-podem-prever-o-futuro/" title="base de dados das intenções">base de dados das intenções</a>, consegue trazer resultados personalizados de busca. Por outro lado a empresa de Montain View é craque em exibir anúncios personalizados. Páginas iniciais como o Netvibes ou Pageflakes são tentativas de personalização, mas feita pelo usuário. A <a
href="http://blog.fabioseixas.com.br/archives/2006/11/sabe_programar_ganhe_1_milhao_de_dolares.html" title="Netflix vai dar 1 milhão de dólares">Netflix vai dar 1 milhão de dólares</a> para quem conseguir desenvolver um algoritmo de sugestão de filmes melhor do que existe hoje. A personalização é um diferencial que as empresas podem oferecer neste mundo massificado de hoje (<a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/" title="Cauda Longa">Cauda Longa</a>).</p><p>Junto com isso chega o contexto. Não adianta nada oferecer anúncios de janelas em um site que fala sobre Windows. Os entusiastas da web semântica &#8211; aquela que nós taggeamos a informação com outra informação &#8211; acreditam que todos os desenvolvedores de sites irão, por boa vontade, usar meta-informações em seu código. Esquecem que ainda hoje encontramos sites que não usam CSS, imagina <a
href="http://www.revolucao.etc.br/archives/microformats/" title="microformatos">microformatos</a>. Vai ser difícil fazer as máquinas entenderem o contexto das coisas. Quem sabe com o advento da <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-singularidade-esta-proxima/" title="singularidade">singularidade</a>&#8230;</p><h3> Pesquisa Vertical</h3><p>Esse é um nicho com enorme potencial. Ao invés de ser generalista como um Google ou Yahoo!, a pesquisa vertical foca em um único mercado. O Buscapé é um exemplo disso, com comparação de preços em lojas virtuais. É uma forma de filtro no mar de informações que crescem a largos passos e que atingiram <a
href="http://omundogira.com/2007/03/08/nao-vai-faltar-espaco-no-hd-vai-sobrar-sobrar-tecnologia/" title="161 Hexabytes no ano passado">161 Hexabytes no ano passado</a>.</p><h3> Imagine</h3><p>Bom, aqui vou reproduzir o exemplo retirado diretamente do Read/ Write Web, em inglês:</p><blockquote><ul><li> I am a petite woman, dark skinned, dark haired, brown eyed. I have a distinct personal style, and only certain designers resonate with it (Context).</li><li> I want my personal <a
href="http://www.saks.com/">SAKS Fifth Avenue</a> which carries clothes by those designers, in my size (Commerce).</li><li> I want my personal <a
href="http://www.vogue.com/">Vogue</a>, which covers articles about that Style, those Designers, and other emerging ones like them (Content).</li><li> I want to exchange notes with others of my size-shape-style-psychographic and discover what else looks good. I also want the recommendation system tell me what they’re buying (Community).</li><li> There’s also some basic principles of what looks good based on skin tone, body shape, hair color, eye color … I want the search engine to be able to filter and match based on an algorithm that builds in this knowledge base (Personalization, Vertical Search).</li></ul></blockquote><h3> Web 3.0 não existe</h3><p>Antes que os puristas da web resolvam fazer um ataque DDoS ao Techbits, vamos deixar claro: Web 3.0 não existe, web 2.0 não existe e web 1.0 não existe! Tudo isso foi invenção de alguém sem nada pra dizer e que foi lido e espalhado por pessoas sem nada pra fazer.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/web-30-4c-p-pv/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>10</slash:comments> </item> <item><title>Ei, eyeballs: prestem atenção!</title><link>http://techbits.com.br/2007/ei-eyeballs-prestem-atencao/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/ei-eyeballs-prestem-atencao/#comments</comments> <pubDate>Mon, 05 Mar 2007 19:17:09 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[economia-atenção]]></category> <category><![CDATA[eyeballs]]></category> <category><![CDATA[filtros]]></category> <category><![CDATA[informação]]></category> <category><![CDATA[life-hack]]></category> <category><![CDATA[rss]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/ei-eyeballs-prestem-atencao/</guid> <description><![CDATA[A cada dia, mais e mais informação é disponibilizada na web, o crescimento é exponencial. Uma notícia, que tinha vida útil de várias horas na era do jornal, na web, passa a ser importante apenas por alguns minutos. A todo momento estamos procurando por novidades. O jornal impresso de hoje só trás notícias de ontem. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/eyeballs.jpg" title="[Eyeballs] " alt="[Eyeballs] " />A cada dia, mais e mais informação é disponibilizada na web,  o crescimento é exponencial. Uma notícia, que tinha vida útil de várias horas na era do jornal, na web, passa a ser importante apenas por alguns minutos. A todo momento estamos procurando por novidades. O jornal impresso de hoje só trás notícias de ontem. Ultrapassado. Em tempos de web as pessoas só vão ler algo quando encontrarem informação relevante que valha seu precioso tempo. Blogs surgem aos montes, sites de notícias conheço às duzias. Todas competem pelo mesmo &#8220;produto&#8221;, <a
href="http://www.readwriteweb.com/archives/attention_economy_overview.php" title="The Attention Economy: An Overview, via Read/ Write Web">nossa atenção</a>, nossos <em>eyeballs</em>.</p><h3>RSSzando suas leituras</h3><p>Pra quem lê muita coisa ou precisa acompanhar várias fontes de informação ao   mesmo tempo, nada melhor que o <a
href="http://techbits.com.br/2006/rss-que-diabos-e-isso/" title="RSS, que diabos é isso?, via Techbits">RSS</a>. No começo é uma maravilha. Todo aquele tempo que você gastava entrando de site em site para descobrir coisas novas pode ser resumido a uma passada pelo seu agregador favorito. Aqueles que têm novidades ficam em destaque e não perdemos tempo. O problema chega quando o número de feeds que se acompanha toma proporções gigantes (meu caso). Significa que chegou a hora de cancelar a assinatura de alguns sites, <a
href="http://www.solonbro.com/?p=214" title="cancelem suas assinaturas, via Caveat Emptor">algo que pouca gente faz</a>.</p><h3>Filtros de conteúdo</h3><p>Há muitos serviços que filtram conteúdo e oferecem assuntos mais relevantes para determinado público. É o caso dos sites de <a
href="http://rec6.via6.com/" title="notícias colaborativas como o   Rec6">notícias colaborativas como o   Rec6</a> que, dependendo do que os usuários acharem das matérias lá postadas, pode cair no ostracismo ou ser promovida à  página principal.</p><p>Mas nem sempre o que é relevante para os outros é relevante para você. Então é hora de criar o próprio filtro. O <a
href="http://pipes.yahoo.com/" title="Yahoo! Pipes">Yahoo! Pipes</a> cumpre bem este serviço, filtrando ainda mais informações das   mais variadas fontes. Não entendeu nada como funciona? <a
href="http://www.meiobit.com/tutorial_usando_o_yahoo_pipes" title="O Bruno Alves fez um   tutorial">O Bruno Alves fez um   tutorial</a>.</p><h3>Busca automática e filtrada</h3><p>Na verdade seu hábito é sempre procurar os mesmos determinados assuntos nos mecanismos de busca. É possível automatizar isso. O <a
href="http://technorati.com/" title="Technorati">Technorati</a>, buscador de blogs, oferece   feed RSS de cada pesquisa que você faz. Criei, por exemplo, <a
href="http://feeds.technorati.com/search/msx?language=pt" title="um feed de tudo   que sai sobre MSX">um feed de tudo   que sai sobre MSX</a> (aquele micro de 8 bits da década de 1980) na blogosfera   brasileira.</p><p>Se quero pesquisar notícias em andamento, como por exemplo, o   caso Vivo, Portugal Telecom e grupo Sonae, posso criar um feed (<a
href="http://news.google.com.br/news?hl=pt-BR&amp;ned=pt-BR_br&amp;q=vivo+sonae+portugal+telecom&amp;ie=UTF-8&amp;scoring=d&amp;output=rss" title="este aqui">este aqui</a>) com   essa pesquisa no <a
href="http://news.google.com.br/" title="Google News">Google News</a>. Simples, fácil, e se você souber usar essas e outras ferramentas conseguirá informações relevantes, com pouco ruído e poderá gastar o precioso tempo dos seus eyeballs com o que realmente interessa.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/ei-eyeballs-prestem-atencao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>16</slash:comments> </item> <item><title>E o Oscar vai para&#8230;</title><link>http://techbits.com.br/2007/e-o-oscar-vai-para/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/e-o-oscar-vai-para/#comments</comments> <pubDate>Mon, 12 Feb 2007 15:17:20 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[bittorrent]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[download]]></category> <category><![CDATA[filmes]]></category> <category><![CDATA[oscar]]></category> <category><![CDATA[oscartorrents]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/e-o-oscar-vai-para/</guid> <description><![CDATA[Daqui duas semanas ocorre a cerimônia de entrega do Oscar. Creio que pouca gente consegue assistir a todos os filmes concorrentes antes da entrega do prêmio, nem o mais cinéfilo dos cinéfilos. Há vários fatores limitantes e o maior deles é a disponibilidade de um filme. No processo atual de distribuição de conteúdo, boa parte [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/oscartorrents.png" alt="[Oscar Torrents] " title="[Oscar Torrents] " />Daqui duas semanas ocorre a cerimônia de entrega do Oscar. Creio que pouca gente consegue assistir a <a
href="http://www.carreirasolo.org/archives/lista_dos_indicados_.html">todos os filmes concorrentes</a> antes da entrega do prêmio, nem o mais cinéfilo dos cinéfilos. Há vários fatores limitantes e o maior deles é a disponibilidade de um filme. No processo atual de distribuição de conteúdo, boa parte dos filmes concorrentes ao Oscar só foi exibida na sala de cinema, nada de DVD, nada de download legal via internet. Somente os sortudos que moram próximos às salas que passaram tais filmes, e conseguiram organizar seu tempo, puderam acompanhar essas manifestações da sétima arte. Mas isso agora é passado, conheça o <a
href="http://oscartorrents.com/">OscarTorrents.com</a>, onde é possível encontrar todos os filmes que concorrem ao prêmio deste ano.</p><h3>A nova distribuição de conteúdo</h3><p>A atual distribuição de conteúdo é péssima. Nos <a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/">restringem</a> por localização geográfica (filmes costumam estrear no exterior antes do que no Brasil), por opções disponíveis (alguns filmes só passam em salas específicas), por falta de escolha (só no cinema, nada de DVD ou download legal pela internet), etc, etc, etc&#8230; Essa é a velha escola, a economia do século XX, coisas da era industrial. Estamos em pleno século XXI na chamada era da informação (ou será que já passamos dela também?). Somos imediatistas e queremos recompensa instantânea. Não dá pra esperar a emissora local resolver passar o <a
href="http://www.lostcast.com.br/">LOST</a> meio ano depois que estreou na TV americana. Não dá pra esperar as distribuidoras resolverem passar um filme do Oscar naquela sala obscura, sabe-se lá quando, em horários rigidamente determinados por um curto período de tempo. Como já disse, somos imediatistas e queremos recompensa instantânea.</p><p>Já que a indústria não nos provê essa possibilidade, uma série de pessoas resolveu agir por conta própria. Dentre eles destaco o <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Shawn_Fanning">Shawn Fanning</a>, o <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dvd_jon">DVD Jon</a> e o <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Muslix64">Mulix64</a>. São quase visionários e arriscaram sua reputação em nome da revolução dos costumes. A indústria de entretenimento sabe do problema que eles causaram e que precisam mudar seus modelos de negócios. Mas são lentas, demoram para absorver novas tecnologias. Pra se ter uma idéia ainda discutem quem vai ganhar a guerra: HD-DVD ou Blu-Ray&#8230; Como? <a
href="http://techbits.com.br/2006/blu-ray-vs-hd-dvd-quem-se-importa/">Mídias físicas estão mortas</a>. Perderam tempo em discussões inúteis que daqui 5 anos serão peças de museu.</p><p>O site OscarTorrents.com é só uma evidência de que a multidão grita por mudanças. A indústria se faz de surda, finge não entender que a realidade do mercado mudou. Arriscam algumas coisas como vender filmes por download no Wal-Mart, Apple ou Amazon, mas continuam com aquela mentalidade de que <a
href="http://www.odontopalm.com.br/gsf/arquivo/2006/08/o_dops_da_msica.html">consumidor é ladrão</a> e tascam DRM. Sonho com o dia que a indústria de entretenimento mudar de visão e se aliar aos consumidores. Será benéfico a todos, com lucros para os estúdios e felicidade para os cinéfilos e audiófilos.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/e-o-oscar-vai-para/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>14</slash:comments> </item> <item><title>Joost: revolução na TV?</title><link>http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/#comments</comments> <pubDate>Fri, 09 Feb 2007 18:17:07 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[joost]]></category> <category><![CDATA[p2p]]></category> <category><![CDATA[paradigma]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/</guid> <description><![CDATA[[Atualizado] Lembro-me que antigamente vídeos pela internet eram terrivelmente ruins. Aquelas imagens em movimento com resolução 50 x 30 pixels não ajudavam em nada. Os tempos mudaram e veio o YouTube. Felizmente a tecnologia não pára e recentemente surgiu o Joost, uma forma inovadora de TV via internet. A distribuição de conteúdo se dá por [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/joost.png" title="[Joost] " alt="[Joost] " /><strong>[Atualizado]</strong> Lembro-me que antigamente vídeos pela internet eram terrivelmente ruins. Aquelas imagens em movimento com resolução 50 x 30 pixels não ajudavam em nada. Os tempos mudaram e veio o YouTube. Felizmente a tecnologia não pára e recentemente surgiu o <a
href="http://joost.com/">Joost</a>, uma forma inovadora de TV via internet. A distribuição de conteúdo se dá por P2P (<a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P2P">Peer-to-peer</a>) e o &#8220;sinal&#8221; chega de forma rápida e com boa qualidade. É provável que faça muito sucesso pois tem como criadores os mesmos gênios por trás do <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Skype" class="bbli">Skype<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>. A idéia em si é simples e a implementação, inovadora. Tem tudo para mudar radicalmente a distribuição de conteúdo nos próximos anos e talvez transformar o YouTube em peça de museu.</p><h3>Como o Joost funciona?</h3><p>Primeiro vamos olhar para o YouTube. Lá um vídeo é postado e quando você quer assistí-lo, o &#8220;sinal&#8221; (ou streaming) vem direto dos servidores do YouTube. No ano passado, quando o serviço ficou conhecido do grande público, uma das discussões intermináveis era <a
href="http://belavidabesta.blogspot.com/2006/08/youtube.html">como o YouTube estava pagando suas despesas com gastos de banda</a>, pois os cálculos mostravam números gigantescos. Tempos depois o site foi comprado pela <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Google" class="bbli">Google<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> e esses problemas, minimizados. Mas olhando o funcionamento do YouTube percebemos que quanto mais um vídeo é assistido, mais banda do site é gasta, gerando despesas.</p><p>O Joost (<a
href="http://horizontal.wordpress.com/2007/01/22/125/">ex-Venice Project</a>) adota uma forma diferente, mais eficiente em termos de gastos de banda, dividindo entre seus usuários esta carga. Como? Vem aí a &#8220;mágica&#8221; do P2P. Ao mesmo tempo que um telespectador do Joost recebe e consome megabytes de vídeo, está enviando outros tantos megabytes para os demais usuários. É mais ou menos o mesmo princípio de funcionamento do torrent. Para se ter uma idéia, uma hora de Joost <a
href="http://www.joost.com/blog/2007/01/venice-s-bandwidth-usage.html">consome entre 220 e 425 MB de banda</a>, contando download e upload, dependendo da qualidade do vídeo. É uma quantidade enorme de dados, compensadas com a qualidade relativamente boa da transmissão.</p><h3>Usando o Joost</h3><p>Atualmente estão disponíveis 22 canais contendo 422 programas de TV, o que dá uma média de 19 atrações por canal. A duração de cada programa varia bastante, desde 3 minutos, chegando até quase 90 minutos. Há algumas propagandas, coisa de 2 segundos, só mostrando a logomarca do patrocinador. A transição entre um programa e outro demora alguns segundos, típico de transmissões digitais.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/joost_telas.jpg" title="[Telas do Joost] " alt="[Telas do Joost] " class="floatTL" /></p><p>A variedade de assuntos vai de documentários, clipes musicais, desenhos, esportes com carros, mais clipes e desenhos&#8230; Por estar em teste beta, a variedade não é o forte. Creio que seja possível gastar umas 48h direto assistindo a todos os programas seqüencialmente, mas está longe do ideal. É bem provável que quando lançado oficialmente muito mais conteúdo esteja disponível.<img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/joost_plugin.jpg" title="[Plugin Joost] " alt="[Plugin Joost] " class="floatTL" /></p><h3>O futuro da TV</h3><p>Certamente o futuro da TV não está no VHF ou UHF. Nem na TV à  cabo. Tudo será transportado pela internet. Problemas antes insolúveis como os gastos com banda acharam uma solução. A multidão pede programas via internet, vide o sucesso do YouTube e de downloads do Lost nas redes de bittorrent. Talvez o Joost represente <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">a revolução que a TV necessita</a>, uma quebra de paradigmas, sei lá. Vamos aguardar para assistir.</p><h3>Requisitos mínimos</h3><p>Seguindo sugestão do <a
href="http://sergioflima.pro.br/blog/blogs">Sérgio Lima</a> (comentário #6, abaixo), acrescento os <a
href="http://www.joostfan.com/2007/02/01/joost-system-requirements/">requisitos mínimos</a> de hardware. Por enquanto só funciona na plataforma <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:Windows software" class="bbli">Windows<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>. Mac e Linux estão em desenvolvimento.</p><ul><li>Windows XP SP2</li><li>Pentium 4, 1GHz, 512 MB RAM</li><li>Placa de Vídeo com 32 MB e que suporte DirectX 9.0c</li><li>500 MB livres no HD</li><li>Banda Larga de 1 Mbit/s de download e 512 kbit/s de upload</li></ul><h3></h3><h4>Leia mais em:</h4><ul><li><a
href="http://mvmr.wordpress.com/2007/01/30/joost-seu-tv-agora-e-no-pc/">Joost: Sua TV agora é no PC</a>, via <a
href="http://mvmr.wordpress.com/">Mundo Virtual Mundo Real</a></li><li><a
href="http://www.tnow.com.br/negocios/joost-sera-o-mais-novo-rival-das-emissoras-de-televisao/">Joost será o mais novo rival das emissoras de televisão</a>, via <a
href="http://www.tnow.com.br">TNow</a></li><li><a
href="http://www.nerdgames.net/blog/conheca-melhor-como-funciona-o-joost/">Conheça melhor como funciona o Joost</a>, via <a
href="http://www.nerdgames.net">NerdGames</a></li><li><a
href="http://www.undergoogle.com/blog/2007/02/google-descarta-tv-na-web-para-alegria.html">Google descarta TV na web, para alegria das operadoras</a>, via <a
href="http://www.undergoogle.com/blog/">UnderGoogle</a></li><li><a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/">TV e YouTube: diametralmente opostos</a>, via Techbits</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>468</slash:comments> </item> <item><title>DRM: escassez vs. abundância</title><link>http://techbits.com.br/2007/drm-escassez-vs-abundancia/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/drm-escassez-vs-abundancia/#comments</comments> <pubDate>Thu, 08 Feb 2007 17:17:28 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[abundância]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[drm]]></category> <category><![CDATA[escassez]]></category> <category><![CDATA[restrições]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/drm-escassez-vs-abundancia/</guid> <description><![CDATA[O fato é: em um futuro próximo as compras de música e filmes serão feitas, em sua maioria, através de arquivos digitais. Um exemplo da mudança nesta direção é o anúncio da Wal-Mart que agora passará a vender filmes por download ao mesmo tempo que vende em mídias físicas. No mercado de música a Apple [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/antidrm.jpg" title="[Anti-DRM, CC by-nc-sa, http://www.sevensheaven.nl/] " alt="[Anti-DRM, CC by-nc-sa, http://www.sevensheaven.nl/] " />O fato é: em um futuro próximo as compras de música e filmes serão feitas, em sua maioria, através de arquivos digitais. Um exemplo da mudança nesta direção é o anúncio da <a
href="http://www.solonbro.com/?p=206">Wal-Mart que agora passará a vender filmes por download</a> ao mesmo tempo que vende em mídias físicas. No mercado de música a Apple é responsável por boa parte das vendas digitais através da sua loja virtual ITMS. Para se ter uma idéia, já venderam mais de 2 bilhões de músicas (com DRM) através deste sistema. Mas tudo isso traz um problema: antes a escassez era controlada pois era necessário fabricar mídias físicas para vender. Agora, a escassez é gerada artificialmente com o DRM. <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20070115-8616.html">Restringir o uso</a> é a função desta tecnologia. Alguns comentários como a recente carta do Steve Jobs e <a
href="http://aldemirsilva.blogspot.com/2006/12/bill-gates-blogueiros-e-o-futuro-do.html">declaração similar do Bill Gates</a> sinalizam uma mudança da escassez para a abundância. Será o fim do DRM?</p><h3>DRM: inimigo número 1</h3><p>O uso do DRM gera escassez em um ambiente puro de abundância: arquivos digitais. Até outro dia nós consumidores é que éramos contra o DRM. Dizíamos palavras impublicáveis contra essa tecnologia restritiva. Nos últimos tempos os supostos inimigos viraram nossos amigos. Gates e Jobs deram suas visões e ambos, pelo menos em público, são contra o DRM.</p><p><a
href="http://www.apple.com/hotnews/thoughtsonmusic/">A carta aberta do Steve Jobs</a> analisou três cenários futuros. O primeiro seria continuarmos do jeito que está, ou seja, cada mp3 player só toca músicas com DRM compradas da loja virtual correspondente. Nada mais restritivo do que isso. O segundo cenário analisado seria criar um DRM igual para todas as lojas virtuais, uma espécie de abundância controlada. Mas logo descarta essa possibilidade pois assim que alguém conseguir quebrar tal proteção, seria impossível atualizar todos os dispositivos, de todas as licenciadas com um novo DRM até que seja novamente quebrado. Uma briga de gato e rato.</p><p>O último cenário foi o mais discutido na blogosfera (<a
href="http://teknologico.net/2007/02/leitores-mp3/adeus-ao-drm-da-apple/">1</a>, <a
href="http://vidaportatil.com.br/vp/2007/02/07/steve-jobs-critica-o-drm/">2</a>, <a
href="http://www.updateordie.com/tecnologia/2007/02/jobs-e-o-drm/">3</a> e <a
href="http://www.tellesfera.com/?p=230">4</a>) e seria libertar toda indústria do DRM. Jobs exemplificou dizendo que os CDs, em sua maioria, são desprotegidos de DRM e ainda representam boa parte do faturamento da indústria. Essa seria com certeza a melhor opção já que eliminaria as restrições, dando aos consumidores exatamente o que queremos: abundância e possibilidade de escolha na grande variedade de arquivos digitais. Claro, o Steve Jobs está tirando o corpo fora e passando a culpa para os detentores dos direitos autorais. Não sei se isso é um sinal de fim do DRM ou apenas algo para ficar de bem com o público.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/drm-escassez-vs-abundancia/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>Blogs: mídia de credibilidade</title><link>http://techbits.com.br/2007/blogs-midia-de-credibilidade/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/blogs-midia-de-credibilidade/#comments</comments> <pubDate>Thu, 01 Feb 2007 14:17:50 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[blogosfera]]></category> <category><![CDATA[blogs]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[credibilidade]]></category> <category><![CDATA[mídia-tradicional]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/blogs-midia-de-credibilidade/</guid> <description><![CDATA[Uma coisa que nós blogueiros sabemos e nossos leitores também sabem é que blogs são uma mídia confiável. Informações por nós divulgadas são tão ou até mais precisas do que as encontradas na chamada mídia tradicional. Nos últimos tempos juntei alguns fatos que podem demonstrar isso na prática. Um dos casos envolve a confirmação do bloqueio do YouTube feita pela Garota Sem Fio, Bia Kunze. Tem também uma matéria que saiu na última revista Veja sobre blogs de adolescentes e ainda a capa da revista SuperInteressante. Há vários outros casos, mas vou analisar somente estes três.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/blogosfera.gif" title="[Blogosfera] " alt="[Blogosfera] " class="floatTL"/>Uma coisa que nós blogueiros sabemos e nossos leitores também sabem é que blogs são uma mídia confiável. Informações por nós divulgadas são tão ou até mais precisas do que as encontradas na chamada mídia tradicional. Nos últimos tempos juntei alguns fatos que podem demonstrar isso na prática. Um dos casos envolve a confirmação do bloqueio do YouTube feita pela <a
href="http://www.odontopalm.com.br/gsf/">Garota Sem Fio, Bia Kunze</a>. Tem também uma matéria que saiu na última revista Veja sobre blogs de adolescentes e ainda a capa da revista SuperInteressante. <a
href="http://kadu.ducz.com/?p=535">Há vários outros casos</a>, mas vou analisar somente estes três.</p><h3>Garota Sem Fio descobre o bloqueio do YouTube</h3><p>Na manhã do primeiro Domingo de 2007, a blogger Bia Kunze (com ajuda do <a
href="http://www.contraditorium.com/">Cardoso</a> e da CBN Curitiba) divulgou com <a
href="http://www.odontopalm.com.br/gsf/arquivo/2007/01/exclusivo_brasi.html">exclusividade o bloqueio do YouTube pela Brasil Telecom</a>. Neste mesmo momento ela enviou esse material para uma série de empresas de mídia tradicional (leia-se jornais, revistas, portais, TVs), dizendo que já havia confirmado diretamente com a assessoria de imprensa da Brasil Telecom da existência do bloqueio. Somente uma hora depois, segundo a Garota Sem Fio, um grande portal divulgou a mesma notícia e citou como fonte a revista Info, que tinha divulgado com esse mesmo atraso em relação ao blog da curitibana.</p><p>Em entrevista ao Leonardo do <a
href="http://www.blogueisso.com/">Blogue Isso!</a>, a Bia Kunze <a
href="http://www.blogueisso.com/2007/01/20/bia-kunze-a-garota-sem-fio/">conta todo seu drama</a>. Ao cobrar deste grande portal que a fonte era ela e não a revista Info, recebeu como resposta que ela é apenas uma blogueira e que a revista tem mais credibilidade. O fato é: ela apurou a notícia, antes de todo mundo, e divulgou em primeira mão. Não recebeu os méritos da imprensa tradicional que preferiram citar a Info ou aguardar o pronunciamento oficial da operadora que só ocorreu no dia seguinte.</p><h3>Melissa patrocina fotologs</h3><p>As blogueiras <a
href="http://www.fotolog.com/marimoon">Mari Moon</a>, <a
href="http://www.fotolog.com/impar">Apê</a>, <a
href="http://www.fotolog.com/maluka_">Maluka</a> e <a
href="http://www.fotolog.com/lolly_alves">Lolly</a> ganharam patrocínio da fabricante de calçados Melissa em seus blogs. O público delas é adolescente e as tomam como celebridades virtuais e modelos de comportamento. Nada mais natural uma grande empresa patrociná-las. O que no começo era apenas uma brincadeira virou um negócio sério. A confiança que as leitoras destes blogs depositam no que é postado faz delas investimento certo de empresas que querem atingir este público.</p><h3>SuperInteressante: já li isso em algum lugar</h3><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/superinteressante.jpg" title="[Super Interessante] " alt="[Super Interessante] " />Quando vi a capa da revista SuperInteressante deste mês nas bancas, a primeira coisa que pensei: já escrevi exatamente sobre a mesma coisa 4 meses atrás. O título do meu texto era: <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">LOST e o paradigma da distribuição do conteúdo</a>. Virou <a
href="http://super.abril.com.br/super/conteudo_207887.shtml">LOST, e o fim da TV</a>. Passei na livraria mais próxima e folheei a matéria. Mais ou menos fala da mesma coisa tratada aqui no Techbits (e provavelmente em outros blogs) meses atrás. (obs: não estou dizendo que a idéia veio do Techbits, mas que saiu na blogosfera antes do que na revista).</p><p>Fora do Brasil os blogs já possuem um status de bastante credibilidade. Aqui a situação é outra&#8230; Concluindo: quer ficar sabendo das últimas? Quer saber o que os jornais e revistas da semana que vem estarão falando? Leia blogs.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://sergioflima.pro.br/blog/blogs/index.php/sergio_blog/2006/04/22/fisl_ou_quem_precisa_da_grande_imprensa">Cobertura do FISL ou quem precisa da grande imprensa?</a>, via <a
href="http://sergioflima.pro.br/blog/blogs/index.php/sergio_blog/2006/04/22/fisl_ou_quem_precisa_da_grande_imprensa"></a><a
href="http://sergioflima.pro.br/blog/blogs/index.php/sergio_blog">Sérgio Blog 2.3</a></li><li><a
href="http://www.blogueisso.com/2007/02/02/credibilidade-de-autor-e-de-veiculo/">Credibilidade de autor e de veículo</a>, via <a
href="http://www.blogueisso.com/2007/02/02/credibilidade-de-autor-e-de-veiculo/"></a><a
href="http://www.blogueisso.com/">Blogue Isso!</a></li><li><a
href="http://www.plugbr.net/?p=111">Notícias linkadas ou simplesmente roubadas de blogs, o pólen está ar</a>, via <a
href="http://www.plugbr.net/">Plugbr</a></li><li><a
href="http://memoriasfracas.semjuizo.com/2007/02/06/e-mail-de-10-minutos-atraso-de-2-meses/">E-mail de 10 minutos. Atraso de 2 meses</a>, via <a
href="http://memoriasfracas.semjuizo.com/">Memórias Fraca</a>s</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/blogs-midia-de-credibilidade/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>28</slash:comments> </item> <item><title>OutroLado, um Digg mais complicado</title><link>http://techbits.com.br/2007/outrolado-um-digg-mais-complicado/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/outrolado-um-digg-mais-complicado/#comments</comments> <pubDate>Sun, 28 Jan 2007 22:17:19 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[blogs]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[empreendedorismo]]></category> <category><![CDATA[outrolado]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/outrolado-um-digg-mais-complicado/</guid> <description><![CDATA[Nos últimos dias observamos o nascimento de mais um empreendimento na web brasileira que chamou a atenção. Trata-se do OutroLado, site de notícias colaborativas que guarda algumas semelhanças com o Digg e o Rec6. Há um sistema de votação para que artigos mais interessantes ganhem destaque no site, mas a semelhança pára aí. A proposta [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/outrolado.png" title="[OutroLado] " alt="[OutroLado] " />Nos últimos dias observamos o nascimento de mais um empreendimento na web brasileira que chamou a atenção. Trata-se do <a
href="http://www.outrolado.com.br/">OutroLado</a>, site de notícias colaborativas que guarda algumas semelhanças com o <a
href="http://digg.com/">Digg</a> e o <a
href="http://www.syxt.com.br/rec6">Rec6</a>. Há um sistema de votação para que artigos mais interessantes ganhem destaque no site, mas a semelhança pára aí. A proposta do OutroLado é um pouco diferente: você publica seu texto lá e eles ficam com a fama e os anúncios&#8230; Queria ter um blog assim:  quem quiser, pode publicar textos completos, <a
href="http://outrolado.com.br/Artigos/outrolado_voc_publica__eles_lucram">mas a receita de anúncios fica comigo</a>.  Se você gera conteúdo de qualidade melhor ter seu próprio site.</p><h3>Concorrer ou ajudar?</h3><p>Mecanismos de busca como o Google indexam nosso conteúdo mas não os exibem em seus sites. Mostram apenas trechos do texto e um <strong>link direto</strong> ao artigo pesquisado. Sites de notícias colaborativas como o Rec6 e o Digg fazem algo parecido, não exibem todo nosso conteúdo, apenas um resumo e colocam facilmente um <strong>link direto</strong> para o texto original. Todos esses serviços não concorrem diretamente com editores de blogs e mídia tradicional e sim os ajudam, gerando tráfego que pode se converter em leitores qualificados e receita.</p><p>O OutroLado tem uma proposta diferente. <a
href="http://outrolado.com.br/Comofunciona.php">O conteúdo é publicado lá</a>. Claro, ninguém é obrigado a postar, quanto mais colocar um texto completo, além do que há a liberdade de colocar apenas um resumo e um link para a fonte. Mas não é simples como no Digg ou Rec6. Ao clicar no artigo publicado na página principal, vamos a outra página dentro do próprio serviço, com o artigo ou resumo. E se quem publicou quiser, aparece um link para o site original.</p><p>O OutroLado não é assim tão rede social quanto o Digg e Rec6 devido a possíveis problemas de direito autoral. Creio que só publicarão lá os donos do conteúdo e não qualquer pessoa que tenha achado a notícia ou artigo interessante. Mas os donos do conteúdo não irão publicar textos completos pois o interesse deles é gerar tráfego para seus próprios sites. No final o OutroLado vai virar um Rec6 ou Digg mais complicado.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/outroladotela.png" title="[OutroLado, exemplo] " alt="[OutroLado, exemplo] " class="floatTL"/></p><h3>Conclusão</h3><p>Sou grande incentivador de novos empreendimentos na web brasileira. Achei a proposta do site interessante, terão o seu público e torço para que façam sucesso. Mas tendo em vista que criar um blog é fácil e barato (e.g., <a
href="http://wordpress.com/">wordpress.com</a>), e que se você gera conteúdo de qualidade é melhor ter seu próprio site, não há estímulo algum para publicar textos no OutroLado.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://www.tecnocracia.com.br/arquivos/overmundo-da-tecnologia">Overmundo da Tecnologia</a>, via Tecnocracia</li><li><a
href="http://blog.fabioseixas.com.br/archives/2007/01/outrolado_no_ar.html">OutroLado no ar</a>, via {versão txt}</li><li><a
href="http://www.carreirasolo.org/archives/outrolado_e_boobox.html">OutroLado e booBox</a>, via Carreira Solo</li><li><a
href="http://desta.ca/blog/2007/01/15/outrolado/">Outrolado</a>, via desta.ca</li><li><a
href="http://www.livrevsa.com.br/opiniaodigital/2007/01/26/lanado-o-outrolado/">Lançado OutroLado</a>, via Opinião digital</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/outrolado-um-digg-mais-complicado/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>20</slash:comments> </item> <item><title>TV e YouTube: diametralmente opostos</title><link>http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/#comments</comments> <pubDate>Wed, 10 Jan 2007 22:17:34 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[venice-project]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/</guid> <description><![CDATA[Os últimos dias foram agitados e o assunto do momento foi o YouTube e aquela modelo que estragou sua imagem completamente. Mas quais os motivos para YouTube fazer tanto sucesso? Rede social? Vídeos engraçados? Tapa na Pantera? Não, nada disso. A razão do sucesso é que o YouTube é diametralmente oposto ao que chamamos de [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/youtube.png" alt="[YouTube] " title="[YouTube] " />Os últimos dias foram agitados e o assunto do momento foi o <a
href="http://techbits.com.br/2007/cicatube-a-novela/">YouTube e aquela modelo que estragou sua imagem completamente</a>. Mas quais os motivos para YouTube fazer tanto sucesso? Rede social? Vídeos engraçados? Tapa na Pantera? Não, nada disso. A razão do sucesso é que o YouTube é diametralmente oposto ao que chamamos de TV convencional. A única semelhança é que ambos passam vídeos. Fora isso, há uma explicação para o sucesso deste site de vídeos: <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">a Cauda Longa</a>.</p><h3>Como funciona a TV convencional?</h3><p>Horários fixos na grade de programação. Programas e assuntos definidos pelo editor. Falta de disponibilidade do telespectador. O primeiro problema pode ser resolvido com aparelhos de gravação (DVD e DVR&#8230; tem um tal de VHS, mas alguém se lembra o que é isto?). O segundo problema é menor na TV a cabo, mas ainda assim conta com variedade pequena. O terceiro só pode ser resolvido se o telespectador puder controlar quando quer ver um programa. Concluindo, a TV convencional restringe por  horários fixos, variedade de programação e disponibilidade de tempo do telespectador.</p><h3>E como funciona o YouTube?</h3><p>É exatamente o inverso da TV convencional. Não há restrições de disponibilidade de tempo (você assiste quando quer) e, em relação à  variedade, praticamente encontra-se de tudo, exceto coisas proibidas pelos termos de uso. Ficamos livres para escolher o conteúdo que queremos, na hora que desejarmos.</p><p>Dito tudo isso, chegamos à  conclusão que o YouTube é a Cauda Longa dos vídeos. Variedade quase infinita (leia <a
href="http://lulileslie.com/blog/?p=287">os problemas das escolhas ilimitadas</a> no blog da <a
href="http://lulileslie.com/">Lulileslie</a>) e  nichos com assuntos muito específicos. Também há a possibilidade de busca do conteúdo através de tags (folksonomia), e mais recentemente <a
href="http://techbits.com.br/2007/podzinger-a-busca-que-faltava-ao-youtube/">busca dentro dos vídeos pela linguagem falada</a>. E na TV convencional, nada disso é possível. Só assistir como o Homer faz, e nada mais. Não é à  toa que o YouTube faça tanto sucesso e já substitui a TV convencional em certas faixas etárias.</p><h3>The Venice Project</h3><p>Bom, o suprassumo da distribuição de conteúdo será o <a
href="http://www.theveniceproject.com/">The Venice Project</a> (<a
href="http://www.techcrunch.com/2006/12/21/venice-project-details-and-screen-shots/">info aqui</a>). Trata-se de uma <em>startup</em> criada pelos fundadores do Skype (lembrem, eles venderam o Skype para o e-Bay por cerca de US$ 2 Bi) que vai revolucionar o vídeo. Com lançamento oficial previsto para ainda este ano, será algo estrondoso, que mudará os fundamentos da indústria de entretenimento. Baseia-se em <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P2P">P2P</a> para distribuir conteúdo de forma rápida e legalizada. Aqui no Techbits recebi um convite para ser beta-tester. Agradeço ao <a
href="http://teseeantitese.wordpress.com">José Moreno do Tese e Antítese</a> pelo convite. Farei os devidos testes e em breve escrevo sobre minhas impressões. Enquanto isso, <a
href="http://techbits.com.br/2007/esqueca-o-youtube-vamos-de-metacafe/">esqueçam o Metacafe, voltemos ao YouTube</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>17</slash:comments> </item> <item><title>Esqueça o YouTube, vamos de Metacafe</title><link>http://techbits.com.br/2007/esqueca-o-youtube-vamos-de-metacafe/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/esqueca-o-youtube-vamos-de-metacafe/#comments</comments> <pubDate>Tue, 09 Jan 2007 05:17:03 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cicatube]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[metacafe]]></category> <category><![CDATA[venice-project]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/esqueca-o-youtube-vamos-de-metacafe/</guid> <description><![CDATA[O YouTube já era. Brasil Telecom, Telefonica, Embratel, todo mundo foi intimado a bloquear o site que faz parte do novo paradigma da distribuição de conteúdo. Talvez neste exato momento o embargo CicaTube esteja em pleno vigor e o YouTube simplesmente não exista para nós brasileiros, fora do ar. Claro, há meios de burlar (1, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/metacafe.gif" title="[Metacafe] " alt="[Metacafe] " />O <a
href="http://youtube.com/">YouTube</a> já era. Brasil Telecom, Telefonica, Embratel, todo mundo foi intimado a bloquear o site que faz parte do novo paradigma da distribuição de conteúdo. Talvez neste exato momento o <a
href="http://techbits.com.br/2007/cicatube-a-novela/">embargo CicaTube</a> esteja em pleno vigor e o<a
href="http://www.meiobit.com/vergonha"> YouTube simplesmente não exista para nós brasileiros</a>, fora do ar. Claro, há meios de burlar (<a
href="http://tecnoblog.net/archives/como-acessar-o-youtube.php">1</a>, <a
href="http://br-linux.org/linux/bloqueio-como-acessar-youtube-censurado">2</a>, <a
href="http://blog.navegantes.org/index.php?title=acessar_youtube_sem_modificar_o_dns_ou_a&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1">3</a>, <a
href="http://www.ofimdavarzea.com/2007/01/07/acesse-o-youtube-em-1-clique/">4</a>, <a
href="http://futilidadepublica.semjuizo.com/09/01/2007/youtube-cicarelli-e-justica/">5</a>, etc&#8230;) essa restrição, mas dá trabalho. Portanto, esqueça o YouTube. Pelo menos por enquanto. Daqui a alguns dias é possível que essa liminar bloqueando a melhor rede social de vídeos da internet caia e tudo volte ao normal, sem antes levar a <a
href="http://www.boicoteacicarelli.com/">Cicarelli ao ostracismo</a>. Bem vindo, <a
href="http://www.metacafe.com/">Metacafe</a>!</p><p><strong> [atualização]:</strong> <a
href="http://www.meiobit.com/comunicacao_digital/desembargador_determina_liberacao_do_youtube">O embargo CicaTube foi suspenso</a>. Voltemos ao YouTube!</p><h3>Metacafe</h3><p>Ok, o nome não é tão legal quanto o do YouTube. Mas o <a
href="http://www.metacafe.com/">Metacafe</a> é um site de vídeos respeitável. Pouco conhecido dos brasileiros, tem aparecido por aí, na blogosfera internacional. Talvez não tenha o mesmo gigantesco conteúdo do YouTube, não tenha a mesma grande comunidade, não tenha várias coisas que estamos acostumados, mas vamos dar uma chance. É uma aposta forte em <a
href="http://boo-box.com/link/aff:buscapeid/uid:996698/tags:filmadora digital" class="bbli">vídeos<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>, a grande nova mania da internet. Assim como o YouTube, está enquadrada na chamada <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Web_2">web 2.0</a>, usa <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">conceitos de Cauda Longa</a>, permite a colocação de vídeos em sites e blogs alheios. Ok, ok, não tem o cacife do Google por trás, mas o YouTube quando surgiu também não tinha.</p><p><strong>[atualização]:</strong> bem lembrado pelo <a
href="http://futilidadepublica.semjuizo.com/">Rafael Silva do Futilidade Pública</a>, o Metacafe paga aos diretores de vídeos postados conforme a quantidade de visualizações. <a
href="http://www.metacafe.com/producer_rewards/">20 mil acessos equivalem a 100 dólares</a>.</p><h3>Outras opções</h3><p>Existem outras opções para vídeo na internet. Uma delas, do próprio Google, o <a
href="http://video.google.com/">Google Vídeo</a>. Há também opções pagas como o <a
href="http://www.guba.com/">Guba</a>, ou ainda o <a
href="http://bolt.com/">Bolt</a> e o <a
href="http://grouper.com/">Grouper</a>. Resta apenas saber quem, dentre essas opções substuirá o YouTube se caso CicaTube mostrar mesmo que a China é aqui. Mas de que adianta tudo isso se daqui a meio ano o YouTube da vez vai ser o <a
href="http://www.bernabauer.com/the-venice-project-tv-p2p/">The Venice Project</a>?</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/esqueca-o-youtube-vamos-de-metacafe/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>16</slash:comments> </item> <item><title>Finalmente alguém processa o YouTube</title><link>http://techbits.com.br/2006/finalmente-alguem-processa-o-youtube/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/finalmente-alguem-processa-o-youtube/#comments</comments> <pubDate>Thu, 02 Nov 2006 04:17:17 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[ddos]]></category> <category><![CDATA[domínios]]></category> <category><![CDATA[processo]]></category> <category><![CDATA[utube]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/finalmente-alguem-processa-o-youtube/</guid> <description><![CDATA[Música de fundo, trechos de filmes ou programas de TV. Todos sabem que no YouTube boa parte do material publicado pelos usuários fere de alguma forma direitos autorais. Mas até agora ninguém processou o site por causa disso. Muito pelo contrário, as empresas de mídia e conteúdo fecharam acordos com o YouTube para não ficar [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/youtube.png" title="[YouTube] " alt="[YouTube] "/>Música de fundo, trechos de filmes ou programas de TV. Todos sabem que no YouTube boa parte do material publicado pelos usuários fere de alguma forma direitos autorais. Mas até agora <a
href="http://techbits.com.br/2006/ninguem-vai-processar-o-youtube/">ninguém processou</a> o site por causa disso. Muito pelo contrário, as empresas de mídia e conteúdo fecharam acordos com o YouTube para não ficar de fora do hit do momento. Só que finalmente alguém resolveu  processar o YouTube e, surpreendentemente, não é por causa de direitos autorais.</p><p><strong>[atualização em 8/1/7]</strong>: leia também sobre o <a
href="http://techbits.com.br/2007/cicatube-a-novela/">YouTube e o caso Cicarelli</a></p><h3>UTube.com</h3><p>A Universal Tube é uma empresa que fabrica tubos, canos e outros equipamentos, cujo site <a
href="http://utube.com">UTube.com</a> está recebendo uma quantidade enorme de visitantes que o confundem com o seu quase homônimo e ligeiramente mais famoso <a
href="http://youtube.com">YouTube.com</a>. A empresa tem 22 anos de mercado e seu site está no ar desde 1994. Mas desde a <a
href="http://techbits.com.br/2006/confirmado-google-compra-youtube-por-us-165-bilhao/">venda do YouTube para o Google</a>, constantemente o UTube.com fica fora do ar devido à  quantidade enorme de acessos em uma espécie de <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DDoS">DDoS</a> involuntário por parte dos internautas.<br
/> <img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/utube.png" title="[utube.com] " alt="[utube.com] " class="floatTL"/>Só pra ter uma idéia antes recebiam 1500 visitantes únicos por mês. <a
href="http://mashable.com/2006/11/01/breaking-utube-sues-youtube/">Agora esse número subiu para 2 milhões</a>. É o sonho de qualquer site mas uma verdadeira dor de cabeça para uma empresa que negocia basicamente pela internet e está perdendo clientes com um site fora do ar. A Universal Tube diz que já teve que mudar de servidor 5 vezes e que o custo com o tráfego aumentou 100 vezes.</p><p>No processo a UTube.com exige que o YouTube mude de nome para evitar ser confundido com fabricante de canos. Também deve aproveitar para tirar uns trocados do site famoso.</p><h3>YouTube e os vídeos fora do ar</h3><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/comedycentral.gif" alt="[Comedy Central] " title="[Comedy Central] " />Mesmo antes da venda para o Google, o YouTube já retirava vídeos com material ilegal do seu site. Bastava os donos do conteúdo solicitarem. Eu já havia me deparado com uma mensagem informando que determinado vídeo não estava disponível por problemas de direito autoral. Mas isso nunca foi notícia&#8230; pelo menos antes da venda.</p><p>Agora, qualquer vídeo retirado vira notícia. Tivemos o caso dos vídeos de canais de TV japoneses retirados do ar que <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20061020-8038.html">gerou especulações sobre o começo do fim do YouTube</a>. E mais recentemente vídeos do Comedy Central, canal humorístico da TV americana que também saíram do ar e foram parar nas manchetes por toda a web. Neste último caso um acordo fez <a
href="http://www.diogoazevedo.com/2006/11/comedy-central-de-volta-ao-youtube/">tudo voltar à  normalidade</a>.</p><p>Torço para que todos os vídeos continuem no YouTube e que essa seja a <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">revolução que nós consumidores desejamos</a> quando se fala de distribuição de conteúdo.</p><p><strong>[atualização em 8/1/7]</strong>: leia também sobre o <a
href="http://techbits.com.br/2007/cicatube-a-novela/">YouTube e o caso Cicarelli</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/finalmente-alguem-processa-o-youtube/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>18</slash:comments> </item> <item><title>Ninguém vai processar o YouTube?</title><link>http://techbits.com.br/2006/ninguem-vai-processar-o-youtube/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/ninguem-vai-processar-o-youtube/#comments</comments> <pubDate>Wed, 18 Oct 2006 20:17:44 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[bolt]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[grouper]]></category> <category><![CDATA[processo]]></category> <category><![CDATA[universal]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/ninguem-vai-processar-o-youtube/</guid> <description><![CDATA[A história que todos esperavam ver essa semana era alguma grande empresa de mídia processando o YouTube. Afinal, após sua compra pelo Google, deve haver dinheiro em caixa. Mas isso não aconteceu e parece que não acontecerá. Por outro lado, a Universal Music abriu processo contra dois sites pouco conhecidos de compartilhamento de vídeos: Grouper [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
title="[Universal Tube Bolt Grouper]  " alt="[Universal Tube Bolt Grouper]  " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/universaltubeboltgrouper.gif" />A história que todos esperavam ver essa semana era alguma grande empresa de mídia processando o YouTube. Afinal, <a
href="http://techbits.com.br/2006/confirmado-google-compra-youtube-por-us-165-bilhao/">após sua compra pelo Google</a>, deve haver dinheiro em caixa. Mas isso não aconteceu e parece que não acontecerá. Por outro lado, <a
href="http://mashable.com/2006/10/17/universal-music-sues-grouper-and-boltcom-youtube-escapes/">a Universal Music abriu processo</a> contra dois sites pouco conhecidos de compartilhamento de vídeos: <a
href="http://grouper.com/">Grouper</a> e <a
href="http://bolt.com">Bolt</a>. Seria isso uma forma de pressionar por acordos?</p><h3>Os acordos do YouTube</h3><p>No mesmo dia que foi vendido o YouTube anunciou <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20061009-7935.html">uma série de acordos com a indústria de mídia</a>. Esse foi um sinal de que as negociações estavam caminhando muito bem e que uma solução para o problema dos direitos autorais está a caminho. Antes disso havia sempre a ameaça de processo, principalmente por parte da Universal, mas isso nunca aconteceu. Foi uma forma de pressionar o YouTube a ficar de olho em material postado ilegalmente. De qualquer forma o site sempre tirou vídeos do ar quando foi solicitado.</p><h3>Grouper e Bolt.com</h3><p>Aparentemente tanto o Grouper quanto o Bolt <a
href="http://www.techcrunch.com/2006/10/17/universal-music-files-suit-against-grouper-boltcom/">viraram bode expiatório</a>. Há outros sites de compartilhamento de vídeos nos mesmos moldes deles e que não tiveram problemas. São eles o <a
href="http://www.guba.com">Guba</a> e o <a
href="http://www.metacafe.com">Metacafe</a>, só pra ficar em dois exemplos. O fato é que nenhum desses sites estimula o conteúdo ilegal, mas qualquer serviço de compartilhamento de vídeos que tenha um público mínimo enfrenta problemas de uploads de material que infringe direitos autorais.</p><p>É complicado controlar a multidão. Enquanto isso o YouTube se safa com muito dinheiro no bolso e bons advogados do Google de plantão&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/ninguem-vai-processar-o-youtube/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>Pirataria como modelo de negócios</title><link>http://techbits.com.br/2006/pirataria-como-modelo-de-negocios/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/pirataria-como-modelo-de-negocios/#comments</comments> <pubDate>Sat, 14 Oct 2006 19:17:48 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[disney]]></category> <category><![CDATA[disponibilidade]]></category> <category><![CDATA[entretenimento]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[paradigma]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/pirataria-como-modelo-de-negocios/</guid> <description><![CDATA[Em uma semana que fomos surpreendidos com a venda do YouTube para o Google, e em um mundo em que a distribuição de conteúdo enfrenta novos paradigmas, finalmente veio a declaração que todos esperavam: Anne Sweeney, presidente do grupo de TV Disney-ABC, que faz entre outras a série Lost, reconheceu que a pirataria é um [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
alt="[Pirataria] " title="[Pirataria] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/tpb.jpg" />Em uma semana que fomos surpreendidos com a <a
href="http://techbits.com.br/2006/confirmado-google-compra-youtube-por-us-165-bilhao/">venda do YouTube para o Google</a>, e em um mundo em que a distribuição de conteúdo enfrenta novos paradigmas, finalmente veio a declaração que todos esperavam: Anne Sweeney, presidente do grupo de TV Disney-ABC, que faz entre outras a <a
href="http://www.lostcast.com.br/">série Lost</a>, reconheceu que a pirataria é um modelo de negócios e que compete com os meios tradicionais de distribuição de conteúdo. E a constatação veio da observação de que 15 minutos após o término da transmissão de suas séries pela TV, arquivos digitais de alta qualidade já estavam disponíveis para download na internet.</p><h3>A declaração</h3><p>&#8220;Então, nós entendemos a pirataria como modelo de negócios. Ela existe para suprir uma necessidade do mercado, especificamente para aqueles consumidores que querem conteúdo de TV sob demanda, e compete conosco da mesma forma que fazemos, através de alta qualidade, preço e disponibilidade. Nós não gostamos da pirataria, mas percebemos que se trata de um importante competidor. E nós criamos uma estratégia para contornar esta ameaça com meios atrativos e fáceis dos espectadores conseguirem o conteúdo desejado de nós, legalmente. Em outras palavras, manter pessoas honestas, honestas.&#8221;</p><h3>Disponibilidade de conteúdo</h3><p>A Disney reconheceu que <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">o que o consumidor quer é disponibilidade de conteúdo</a>. Talvez você tenha perdido sua série favorita na TV. Atualmente a Disney-ABC disponibiliza via internet, com propagandas, o mesmo episódio que passou na TV, horas após a transmissão original. A qualidade não é lá essas coisas, não é possível gravar em seu computador, e o serviço está restrito aos EUA. Mas já é um avanço.</p><p>Nas redes de BitTorrent, minutos após a transmissão de séries americanas de TV, já é possível baixá-las para assistir em qualquer lugar do mundo. A disponibilidade é o rei pois é isso que <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20061010-7946.html">os consumidores querem</a>. Ao invés de tratar os fãs como inimigos, que tal se juntar a eles? É isso que indica a nova postura da Disney-ABC. E essa disponibilidade, ao contrário do que se imagina, aumenta a audiência do programa de TV, que por conseqüência aumenta a receita com anúncios, e todo mundo fica satisfeito.</p><p>Só resta saber se essa declaração foi montada para agradar a audiência ou realmente trata-se de uma mudança na postura da indústria.</p><h4>Leia também, assunto relacionado:</h4><p>Blog do Rafael Arcanjo: <a
href="http://www.arcanjo.org/blog/?p=59">Microsoft x SPP + Vista = Tiro no Pé</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/pirataria-como-modelo-de-negocios/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>A multidão faz a notícia</title><link>http://techbits.com.br/2006/a-multidao-faz-a-noticia/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/a-multidao-faz-a-noticia/#comments</comments> <pubDate>Wed, 11 Oct 2006 22:17:05 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[acidente]]></category> <category><![CDATA[blogosfera]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[flickr]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[quinto-poder]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/a-multidao-faz-a-noticia/</guid> <description><![CDATA[Hoje aconteceu um acidente em Nova York. Um avião de pequeno porte chocou-se com um prédio residencial em Manhattan. É provavelmente um Cirrus SR-20 que não conta com o TCAS de aeronaves maiores. Como aconteceu nos atentados a Londres em 2005, pessoas por toda Nova York, testemunhas oculares dos acontecimentos, estão publicando fotos na internet [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
title="[foto retirada do Flickr] " alt="[foto retirada do Flickr] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/aviaonyc.jpg" class="floatTL"/>Hoje aconteceu um acidente em Nova York. Um avião de pequeno porte chocou-se com um prédio residencial em Manhattan. É provavelmente um Cirrus SR-20 que não conta com o <a
href="http://techbits.com.br/2006/tcas-sistema-que-evita-a-colisao-entre-avioes/">TCAS de aeronaves</a> maiores. Como aconteceu nos atentados a Londres em 2005, pessoas por toda Nova York, testemunhas oculares dos acontecimentos, estão publicando fotos na internet (acima, <a
href="http://www.flickr.com/photos/83369484@N00/267217423/">via Flickr</a>) quase que imediatamente após o clique. É a multidão fazendo a notícia e gerando o conteúdo.</p><h3>Flickr</h3><p><img
alt="[Flickr] " title="[Flickr] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/flickr.gif" />Um dos lugares que <a
href="http://www.flickr.com/search/?q=crash+plane+nyc&#038;m=text">fotos começaram a aparecer</a> logo após o acidente foi no Flickr. O <a
href="http://flickr.com">Flickr</a> é a rede social da fotografia. Comprada pela Yahoo! no início de 2005, possui uma grande base de fotos amadoras colocadas pelos próprios usuários. O interessante é que cada foto é etiquetada com tags o que facilita a busca pelo que procuramos. As tags são definidas pelos usuários, em qualquer ordem, com qualquer nome. A massa de tags define as tendências e os assuntos mais postados. Faz parte da essência da web 2.0.</p><p>Ah, claro, a Wikipédia, outro lugar que a multidão publica coisas, já tem <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/October_11%2C_2006_New_York_City_plane_crash">um artigo dedicado ao fato</a>. E quer saber, é o melhor lugar para conseguir as informações mais consistentes e atualizadas.</p><h3>A grande mídia e a multidão</h3><p>A CNN está dando uma grande cobertura para o caso neste momento. É interessante que algumas das imagens exibidas foram enviadas por espectadores do canal de notícias. A CNN possui o <a
href="http://edition.cnn.com/exchange/">i-Report</a>, uma forma de pessoas comuns enviarem material jornalístico como fotos e vídeos para exibição na TV ou site.</p><p><img
alt="[Foto Repórter] " title="[Foto Repórter] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/fotoreporter.gif" />No Brasil o jornal O Estado de S.Paulo foi pioneiro nessa integração da grande mídia com a multidão. A iniciativa do <a
href="http://www5.estadao.com.br/fotoreporter/index.htm">Foto Repórter</a> surgiu exatamente para explorar a tendência observada nos atentados de Londres quando passageiros do metrô, munidos de celulares com câmeras, tiraram fotos exclusivas do que havia acontecido nos subterrâneos. No caso do Estadão, qualquer pessoa que tenha uma foto recente com conteúdo jornalístico pode enviá-la ao jornal.</p><h3>Blogs, o quinto poder</h3><p>A imprensa é conhecida como o quarto poder. O motivo do nome é a força que possui para influenciar a política das nações. Alguns chamam a <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-quinto-poder/">blogosfera de o quinto poder</a>. Um exemplo recente foi a campanha feita por um blog <a
href="http://alcineacavalcante.blogspot.com/2006/09/sarney-no-vai-conseguir-me-calar.html">contra a candidatura de um senador</a> no Amapá. Ganhou adeptos e foi citada até pela imprensa.</p><p>No recente caso da compra do YouTube pelo Google, a primeira fonte do rumor partiu de um blog chamado <a
href="http://techcrunch.com/">TechCrunch</a>. Alguns duvidaram mas até o Wall Street Journal e o New York Times citaram o site como fonte segura. <a
href="http://techbits.com.br/2006/confirmado-google-compra-youtube-por-us-165-bilhao/">No final era tudo verdade</a> como vimos dias atrás. Que a força esteja com os blogs.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/a-multidao-faz-a-noticia/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> <item><title>O LOST e o novo paradigma da distribuição de conteúdo</title><link>http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/#comments</comments> <pubDate>Wed, 04 Oct 2006 17:17:02 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[blu-ray]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[hd-dvd]]></category> <category><![CDATA[lost]]></category> <category><![CDATA[paradigma]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/</guid> <description><![CDATA[Hoje estréia nos EUA a terceira temporada da série Lost. O que isso tem a ver com tecnologia? Fora o fato de todos os geeks assistirem, a pergunta é: como esses geeks vão assistir se a temporada, como já disse, estréia nos EUA e não no Brasil&#8230;? Fácil: BitTorrent. Pra quem não sabe o BitTorrent [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/lost.jpg" alt="[Lost] " title="[Lost] " class="floatTL"/>Hoje estréia nos EUA a terceira temporada da <a
href="http://www.lostcast.com.br/">série Lost</a>. O que isso tem a ver com tecnologia? Fora o fato de todos os geeks assistirem, a pergunta é: como esses geeks vão assistir se a temporada, como já disse, estréia nos EUA e não no Brasil&#8230;? Fácil: BitTorrent. Pra quem não sabe o <a
href="http://www.wired.com/wired/archive/13.01/bittorrent.html?pg=1&amp;topic=bittorrent&amp;topic_set=">BitTorrent é uma forma rápida de compartilhar arquivos</a>. Claro, a indústria de filmes, músicas e seriados enxerga essa tecnologia como o inimigo. Mas chegou a hora de eles entenderem que o <a
href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2005/05/25/nao-vi-na-tv-a-cabo-preferi-baixar-pela-internet/">modo tradicional que usam para distribuir conteúdo precisa de uma reviravolta urgente</a> pois estão sendo atropelados pela tecnologia.</p><h3>O novo broadcast</h3><p>As formas tradicionais de distribuição estão com os dias contados. Nos dias atuais ser fã de um programa de TV é um problemão pois o tempo é escasso e nem sempre estamos disponíveis para ver a transmissão. As emissoras de TV e rádio também sofrem do mesmo problema pois o tempo disponível em suas grades de programação limita-se às 24 horas do dia. Ok, existe o videocassete pra gravar tudo isso. Existe? Atualmente aqui no Brasil as TVs a cabo distribuem conversores digitais que, entre outras funções, também gravam programas. Uma espécie de <a
href="http://www.tivo.com">TiVo</a>, muito comum nos EUA. Parte do problema está resolvido.</p><p>Mas vem da internet a solução completa: o tempo não é mais um problema pois assistimos de acordo com nossa disponibilidade e não seguindo as vontades do programador da emissora de TV. O conteúdo pode ser refinado de acordo com os gostos pessoais, ou seja, vamos gastar o tempo disponível apenas com o que realmente  nos interessa. Achar tal conteúdo é facilitado pelos mecanismos de busca. Isso tá com cara de economia da <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a>&#8230;</p><h3>O fim das mídias físicas</h3><p>Ontem mesmo saiu um artigo no qual um <a
href="http://www.gamesindustry.biz/content_page.php?aid=20115">executivo da Sony prevê o fim das mídias físicas no prazo de 5 anos</a>. Estranho&#8230; deixa eu entender: não é a Sony que está gastando bilhões para emplacar o Blu-Ray? Mas então o que esse executivo da Sony está falando? Parece que eles finalmente entenderam que ninguém se importa com a <a
href="http://techbits.com.br/2006/blu-ray-vs-hd-dvd-quem-se-importa/">guerra particular do HD-DVD vs. Blu-Ray</a>. Que as mídias físicas descansem em paz (e se possível levem o DRM junto&#8230;).</p><p>Apesar de já existirem exemplos do novo broadcast (<a
href="http://techbits.com.br/2006/amazon-unbox-filmes-para-download/">Amazon Unbox</a> ou a Apple ITMS, entre outros) a indústria ainda teme entrar de vez neste mercado. Quanto mais demorarem, pior. A estréia da terceira temporada do Lost, que deveria ser restrita aos EUA mas pode ser considerada mundial, é uma prova disso.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>22</slash:comments> </item> </channel> </rss>
