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> <channel><title>Techbits &#187; colaboração</title> <atom:link href="http://techbits.com.br/tudo-sobre/colaboracao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://techbits.com.br</link> <description>O Techbits é um blog voltado para discussão de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, segurança e negócios.</description> <lastBuildDate>Thu, 06 Oct 2011 05:55:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>Onde está a maçã verde? O Phil Gomes sabe!</title><link>http://techbits.com.br/2007/onde-esta-a-maca-verde-o-phil-gomes-sabe/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/onde-esta-a-maca-verde-o-phil-gomes-sabe/#comments</comments> <pubDate>Sat, 20 Oct 2007 07:56:18 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[edelman]]></category> <category><![CDATA[maçãs verdes]]></category> <category><![CDATA[phil gomes]]></category> <category><![CDATA[rma]]></category> <category><![CDATA[social media]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/onde-esta-a-maca-verde-o-phil-gomes-sabe/</guid> <description><![CDATA[Dois eventos que participei nos últimos dois dias foram bastante interessantes e discutiram o mesmo assunto, para platéias diferentes. A moda em tecnologia web hoje é falar de social media, blogs, web 2.0, etc&#8230;Empresas estão interessadas nesses assuntos. Executivos estão de olho em como isso muda a organização. O departamento de marketing quer conhecer as [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/rma-macas-verdes.jpg" alt="[Quem mexeu na minha maçã verde?] " title="[Quem mexeu na minha maçã verde?] " class="floatTL"></p><p>Dois eventos que participei nos últimos dois dias foram bastante interessantes e discutiram o mesmo assunto, para platéias diferentes. A moda em tecnologia web hoje é falar de social media, blogs, web 2.0, etc&#8230;Empresas estão interessadas nesses assuntos. Executivos estão de olho em como isso muda a organização. O departamento de marketing quer conhecer as novas formas de interagir com o consumido conectado. Onde está a maçã verde? O Phil Gomes sabe!</p><h3>Maçãs verdes</h3><p>O <a
href="http://www.gruporma.com.br/" title="Grupo RMA" id="e.6o">Grupo RMA</a> promoveu um <a
href="http://macasverdes.wordpress.com/" title="seminário executivo de comunicação e negócios" id="m5.w">seminário executivo de comunicação e negócios</a>, sobre social media, web 2.0, para vários executivos e diretores de empresas, em São Paulo. Aproveitou para convidar alguns blogueiros para fazerem parte do seminário e participar com perguntas no debate. Uma parte do tempo foi usada para mostrar cases da RMA, usando conceitos 2.0, para alavancar grandes empresas brasileiras.</p><p>O Mario Soma, diretor executivo da RMA, veio falar conosco e se mostrou muito entusiasmado em ter blogueiros no seminário.</p><p>É possível perceber que no alto escalão das corporações, todo esse universo novo de conteúdo gerado pelo usuário, colaboração, social media, etc, é quase grego. O ponto positivo é que os executivos estão interessados em absorver essas &#8220;novidades&#8221; e possivelmenteadotá-las em sua organização. Todos querem encontrar a maçã verde.</p><h3>Phil Gomes, VP de me2revolution da Edelman</h3><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/edelman-mashup.jpg" alt="[Mashup da Edelman] " title="[Mashup da Edelman] " />A <a
href="http://www.edelman.com.br/" title="Edelman do Brasil" id="qd8j">Edelman do Brasil</a> convidou alguns blogueiros para uma passeio por São Paulo e um piquenique no Parque do Ibirapuera junto com seu vice-presidente de <a
href="http://www.edelman.com/speak_up/blog/archives/2006/01/the_mea_revolut.html" title="me2revolution" id="i10n">me2revolution</a>, o <a
href="http://philgomes.com/" title="Phil Gomes" id="nda_">Phil Gomes</a>. Figura simpática, teve paciência de nos escutar nos tropeços do inglês, e compartilhou experiências da Edelman no ramo de relações públicas e o mundo 2.0.</p><p>A Thiane Loureiro (Gerente Corporativa, Edelman) nos acompanhou e posteriormente relatou que para eles a experiência foi ótima. Posso dizer que para nós blogueiros, também! O passeio foi interessante, passamos pro vários marcos de São Paulo como o centro histórico e a Av. Paulista, mas o melhor mesmo foram as conversas.</p><h3>Blogosfera Social Networking</h3><p>As figurinhas de sempre da blogosfera compareceram aos dois eventos. O Manoel Netto do Tecnocracia, <a
href="http://www.tecnocracia.com.br/arquivos/blogs-brasileiros-e-concorrencia" title="concorrente declarado do Techbits" id="ppw2">concorrente declarado do Techbits</a>, veio de Londrina para participar desses dois eventos. A <a
href="http://ladybugbrazil.com/" title="Lúcia " id="gj5w">Lúcia &#8220;LadyBug&#8221; Freitas</a>, o <a
href="http://interney.net/" title="Edney Interney" id="r9zk">Edney Interney</a> e o Fugita (eu) também estiveram onipresentes nos dois dias.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/edelman-phil-gomes-piquenique.jpg" alt="[Phil Gomes, piquenique no Ibirapuera] " title="[Phil Gomes, piquenique no Ibirapuera] " class="floatTL"/></p><p>O <a
href="http://boo-box.com/" title="Marco " id="xe7q">Marco &#8220;Boo-box&#8221; Gomes</a> foi convidado para ambos os eventos mas só foi no seminário executivo da RMA. Aliás, ele estava de blusa laranja no meio de um monte de executivos de terno e gravata. Só faltou tirarmos uma foto! <a
href="http://www.jornaldedebates.ig.com.br/" title="Pedro Markun" id="iu2t">Pedro Markun</a>, que se nega a assumir o lado blogueiro, idem, só foi no da RMA pois já estava indo para o <a
href="http://blogblogs.com.br/search/search?query=barcamp+rio&amp;scope=posts" title="BarCamp Rio" id="uy03">BarCamp Rio</a> no horário do encontro com o Phil Gomes da Edelman. Pelo menos deu carona para todo mundo!</p><p>O pessoal do <a
href="http://via6.com/" title="Via6" id="rim3">Via6</a> e <a
href="http://rec6.via6.com/" title="Rec6," id="wc1d">Rec6</a>, o Renato Shirakashi e o Allan Panossian estavam no seminário da RMA. O Henrique Martins, ex-PC World, e atual <a
href="http://zumo.com.br/" title="Zumo" id="o:04">Zumo</a>, foi apenas no encontro da Edelman, assim como o <a
href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/" title="Inagaki" id="fji0">Inagaki</a>. Aliás, <a
href="http://www.contraditorium.com/2007/10/14/breaking-news-fugita-deu-na-epoca/" title="esquecemos de levar nossas katanas" id="q7dl">esquecemos de levar nossas katanas</a>. :-)</p><h4> Leia mais:</h4><ul><li> <a
href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/macas-verdes-fritas">Maçãs verdes fritas</a>, via Tecnocracia</li><li><a
href="http://msoma.wordpress.com/2007/10/19/aprenda-com-os-blogueiros/">aprenda com os blogueiros</a>, via social media club</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/onde-esta-a-maca-verde-o-phil-gomes-sabe/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> <item><title>Re: Fw: Res: En: última versão do Projeto.DOC</title><link>http://techbits.com.br/2007/re-fw-res-en-ultima-versao-do-projetodoc/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/re-fw-res-en-ultima-versao-do-projetodoc/#comments</comments> <pubDate>Tue, 18 Sep 2007 17:29:20 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[google-docs]]></category> <category><![CDATA[office]]></category> <category><![CDATA[powerpoint]]></category> <category><![CDATA[presentation]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/re-fw-res-en-ultima-versao-do-projetodoc/</guid> <description><![CDATA[O título acima parece estranho, mas não é. Quantas vezes já não recebemos um documento que precisa ser editado por várias pessoas e nunca sabemos qual é a versão mais atual? Para quem não sabe como resolver esse problema, a resposta é bastante simples: softwares colaborativos baseados na web. Entre os similares ao office, temos [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/clipes.jpg" title="[Clipes e anexos] " alt="[Clipes e anexos] " />O título acima parece estranho, mas não é. Quantas vezes já não recebemos um documento que precisa ser editado por várias pessoas e nunca sabemos qual é a versão mais atual? Para quem não sabe como resolver esse problema, a resposta é bastante simples: softwares colaborativos baseados na web. Entre os similares ao office, temos o Google Docs (Texto, planilhas e apresentações) e o <a
href="http://www.zoho.com/" id="h3vi" title="Zoho Office">Zoho Office</a>. Pessoalmente prefiro a suíte da Google, mas a outra opção é igualmente interessante.</p><p>Há cerca de uma semana a Microsoft elencou <a
href="http://www.readwriteweb.com/archives/microsoft_10_reasons_against_google_apps.php" id="r4z4" title="10 motivos pelos quais a empresas não deveriam utilizar o Google Apps">10 motivos pelos quais a empresas não deveriam utilizar o Google Apps</a>. Até então a gigante de Redmond dizia que os aplicativos estilo office da Google não representavam uma ameaça. Talvez a lista tenha sido um prenúncio do que a indústria já sabia que estava por vir, o Google Presentation (equivalente ao Powerpoint),<a
href="http://googlediscovery.com/2007/09/18/estreia-o-novo-google-presentation/" id="rs7o" title="lançado hoje pelo pessoal de Montain View">lançado hoje pelo pessoal de Montain View</a>. Podemos dizer que a Microsoft está realmente se sentindo ameaçada pela Google em seus softwares para produtividade?</p><h3>Power o quê?</h3><p>O Google Presentation (Apresentações) é um ótimo acréscimo ao Google Office. Como sempre, preza pela simplicidade. Enquanto na Microsoft quanto mais complicado e cheio de bilhões de funcionalidades, melhor, na Google, quanto mais simples e fácil de usar, melhor. Fico com a segunda opção. O fato de todos esses softwares da Google serem colaborativos é a característica matadora, que diferencia e torna a ferramenta extremamente útil. <a
href="http://www.youtube.com/watch?v=eRqUE6IHTEA" id="a10o" title="Elimina aquele vai-e-vem de arquivos anexos nos emails">Elimina aquele vai-e-vem de arquivos anexos nos emails</a>&#8230; ganho de produtividade.</p><p>O Renê Fraga do Google Discovery <a
href="http://docs.google.com/TeamPresent?fs=true&amp;docid=dcbpq9j6_41hswrpk" id="uj9:" title="criou uma apresentação teste no Presentation">criou uma apresentação teste no Presentation</a>. Convidou alguns geeks para testar. É possível conversar via chat com todas as pessoas que visualizam a apresentação e assumir o controle dos slides, ou seja, você determina o que os outros visualizarão ao mesmo tempo que explica via chat. Foi interessante. Se alguém me pergutar na rua: você usa o Powerpoint? A partir de agora minha resposta será: Power o quê?</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/re-fw-res-en-ultima-versao-do-projetodoc/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>12</slash:comments> </item> <item><title>MediaOn: visões antagônicas</title><link>http://techbits.com.br/2007/mediaon-visoes-antagonicas/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/mediaon-visoes-antagonicas/#comments</comments> <pubDate>Thu, 14 Jun 2007 11:17:46 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[jornalismo-participativo]]></category> <category><![CDATA[mediaon]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/mediaon-visoes-antagonicas/</guid> <description><![CDATA[Termina hoje em São Paulo o Media On, 1o. Seminário de Jornalismo Online. E como não poderia deixar de ser, há transmissão em tempo real dos painéis pela internet, coisas que só a mídia digital permite. Acompanhei algumas discussões de ontem e ao mesmo tempo que fiquei entusiasmado com alguns dos participantes, assustei-me com a [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/mediaon.png" title="[MediaOn] " alt="[MediaOn] " />Termina hoje em São Paulo o <a
href="http://mediaon.terra.com.br/mediaon/index.php" title="Media On">Media On</a>, 1o. Seminário de Jornalismo Online. E como não poderia deixar de ser, há transmissão em tempo real dos painéis pela internet, coisas que só a mídia digital permite. Acompanhei algumas discussões de ontem e ao mesmo tempo que fiquei entusiasmado com alguns dos participantes, assustei-me com a visão retrógrada de outros. O evento discute várias mudanças que o jornalismo está enfrentando com as mídias digitais. Jornais vendem menos, a TV perde audiência. Pessoas procuram a web para se informar, o YouTube para assitir vídeos. Ou seja, o mundo mudou.</p><h3>UOL</h3><p>“O jornalismo participativo é uma atividade parecida com um show de calouros? Os jornalistas farão o papel de jurados?” &#8211; Márion Strecker, diretora de  Conteúdo do UOL. Segundo ela, &#8220;é preocupante que um veículo que se diz jornalístico ‘terceirize’ a responsabilidade sobre o conteúdo para o leitor&#8221;. Sim, isso mesmo, a diretora de conteúdo do UOL deve viver no século XIX. O conteúdo colaborativo é quase uma doença que precisa ser tratada com muito cuidado. Blogs precisam de responsabilidade, &#8220;chamem os jornalistas&#8221; (*), bradou Bob Fernandes (Terra Magazine), ali ao lado. Márion citou veladamente o caso do Engadget que ao divulgar uma notícia supostamente verdadeira que se mostrou falsa minutos depois, causou uma queda de 4 bilhões de dólares no valor das ações da Apple. E a <a
href="http://www.brainstorm9.com.br/archives/2007/06/noticia_falsa_sobre_asteroide_para_divulgar_citroe.html">propaganda disfarçada de notícia do asteróide Pallas na home do UOL</a>, Estadão e Terra? <a
href="http://www.messa.com.br/eric/ecode/2007/06/teaser-de-impacto-da-citroen.html">Enganou todo mundo e causou tumulto na web</a>.</p><p>Fiquei embasbacado com o discurso da diretora de conteúdo do UOL. Como? Sim, UOL, um dos maiores portais brasileiros de informação. Coisas como o Digg seriam a personificação do demônio para ela. Blogs? Só de jornalistas responsáveis. Vendo que seu discurso não agradava, logo tentou consertar dizendo que o UOL possui espaço para blogs pessoais livres. Sim, livres mas que <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-quinto-poder/" title="aceitam intervenção dos coronéis da república">aceitam intervenção dos <em>coroné</em> da república</a>.</p><p><small>(*) nada contra jornalistas. Uma das minhas melhores amigas é jornalista e leitora do Techbits.</small></p><h3>Rosental</h3><p>O oposto foi o Rosental, professor jornalismo da Universidade do Texas. Esse senhor é revolucionário. Afirmou que o jornalismo deixa de ser monopólio de jornalistas, que o hype atual são as conversações entre blogs e também a <em>social media</em>. Disse que em conversas com outros professores de jornalismo muitos afirmam ter medo de ensinar jornalismo digital pois os alunos invariavelmente sabem mais do que eles. O Rosental foi categórico: pois eu adoro ensinar jornalismo digital, deixo meus alunos terem idéias, sirvo mais como um guia e não aquele que detém a última palavra. Falou de uma frase do <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/" title="Chris Anderson, autor do ótimo A Cauda Longa">Chris Anderson, autor do ótimo A Cauda Longa</a>: &#8220;eu faço o que os estagiários me mandam&#8221;.</p><p>Citou o <a
href="http://techbits.com.br/2006/esqueca-o-outsourcing-o-negocio-agora-e-o-crowdsourcing/" title="crowdsourcing">crowdsourcing</a> como parte fundamental da nova era e a mídia epicêntrica na qual o usuário é que decide quando vai consumir o conteúdo. Nada de grade fixa da TV, isso é coisa de dinossauros. Para o Rosental a revolução que estamos vivendo agora é do mesmo grau que séculos atrás <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Johannes_Gutenberg" title="Gutenberg">Gutenberg</a> fez ao inventar os tipo móveis e baratear os custos de distribuição de conteúdo. A internet derruba novamente estes custos, agora para quase zero. Ao ser questionado por uma estudante de jornalismo sobre o que fazer para ficar por dentro do mercado enquanto estudante, Rosental afirmou: &#8220;crie um blog&#8221;. Fantástico.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/mediaon-visoes-antagonicas/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>20</slash:comments> </item> <item><title>Cinema, aspirinas e crowdsourcing</title><link>http://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-crowdsourcing/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-crowdsourcing/#comments</comments> <pubDate>Thu, 29 Mar 2007 00:17:26 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[crowdsourcing]]></category> <category><![CDATA[filmes]]></category> <category><![CDATA[swarm-of-angels]]></category> <category><![CDATA[the-1-second-film]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-crowdsourcing/</guid> <description><![CDATA[Quando defendo aqui no Techbits que a indústria de entretenimento precisa mudar seu modelo de negócios, geralmente falo sobre distribuição de conteúdo. Uma coisa interessante que está acontecendo com pelo menos dois projetos de filmes atualmente é o uso de novos modelos de negócios para a produção e distribuição dos mesmos. Tudo está sendo feito [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/multidao.png" alt="[Multidão] " title="[Multidão] "/>Quando defendo aqui no Techbits que a indústria de entretenimento <a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/" title="precisa mudar seu modelo de negócios">precisa mudar seu modelo de negócios</a>, geralmente falo sobre distribuição de conteúdo. Uma coisa interessante que está acontecendo com pelo menos dois projetos de filmes atualmente é o uso de novos modelos de negócios para a produção e distribuição dos mesmos. Tudo está sendo feito com conceitos de crowdsourcing, o que é muito interessante. Se vai dar certo e sair um filme interessante é outra história&#8230;</p><h3>Swarm of Angels</h3><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/swarmofangels.png" alt="[Swarm of Angels] " title="[Swarm of Angels] "/>O <a
href="http://aswarmofangels.com/" title="Swarm of Angels">Swarm of Angels</a> é o mais crowdsourcizado dos filmes. O financiamento, a produção e a distribuição são realizados com ajuda da multidão. Atualmente há cerca de 900 <a
href="http://www.brpoint.net/arquivo/sites/a-web-20-ataca-novamente.html" title="investidores angel">investidores angel</a> que contribuíram cada um com aproximadamente de 47 dólares. Todos eles tem acesso ao processo criativo, conteúdo exclusivo e podem até se tornar parte da equipe de filmagem. A intenção é arrecadar cerca de 2 milhões de dólares e criar um filme a ser distribuído livremente sob a licença creative commons. <a
href="http://blogs.zdnet.com/social/?p=118" title="Veja uma entrevista com o Matt Hanson">Veja uma entrevista com o Matt Hanson</a>, idealizador do projeto (em inglês).</p><h3>The 1 Second Film</h3><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/the1secondfilm.png" alt="[The 1 Second Film] " title="[The 1 Second Film] "/>A proposta do <a
href="http://www.the1secondfilm.com/" title="The 1 Second Film">The 1 Second Film</a> é estranha: uma animação de 1 segundo seguida de 90 minutos de créditos e um documentário. Neste projeto qualquer um pode contribuir com um dólar e se tornar produtor do filme. Kiefer Sutherland, astro da série 24 horas, foi o famoso que mais doou: US$ 600,23. O maior doador individual é uma empresa ligada ao cinema. A idéia vem também do crowdsourcing, <a
href="http://www.the1secondfilm.com/about" title="segundo a própria descrição do projeto">segundo a própria descrição do projeto</a>: &#8220;Usando micro- colaboração, o The 1 Second Film mistura rede social com a força colaborativa da arte e muitos pequenos   contribuintes que fazem a diferença.&#8221;. Já conseguiram cerca de 150 mil dólares da meta de 1 milhão.</p><h3>O que é crowdsourcing</h3><p>Já falei deste conceito aqui no Techbits há algum tempo. Mas sempre vale a pena revisar pois é interessantíssimo. Várias organizações estão descobrindo o poder das multidões em realizar trabalhos e tarefas em seu tempo ocioso. Milhões de pessoas gastam uma parte de seu tempo e geram resultados em conjunto. A recompensa pode vir na forma de ranking, ou no caso dos filmes acima, como reconhecimento nos créditos/ influência no roteiro, etc&#8230; <a
href="http://techbits.com.br/2006/esqueca-o-outsourcing-o-negocio-agora-e-o-crowdsourcing/" title="Esqueça o outsourcing. O negócio agora é o crowdsourcing">Esqueça  o outsourcing. O negócio agora é o crowdsourcing</a>.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://www.wired.com/wired/archive/14.06/crowds.html" title="The rise of crowdsourcing">The rise of crowdsourcing</a>, via Wired</li><li><a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing" title="Crowdsourcing">Crowdsourcing</a>, via Wikipédia</li><li><a
href="http://www.myspace.com/mymoviemashup" title="MyMovie mashup">MyMovie mashup</a>, outro projeto de crowdsourcing no cinema</li><li><a
href="http://www.readwriteweb.com/archives/crowdsourcing_million_heads.php">Crowdsourcing: A Million Heads is Better than One</a>, via Read/ Write Web</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-crowdsourcing/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>8</slash:comments> </item> <item><title>Rec6: novas categorias</title><link>http://techbits.com.br/2007/rec6-novas-categorias/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/rec6-novas-categorias/#comments</comments> <pubDate>Tue, 27 Mar 2007 13:17:26 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[categorias]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[notícias]]></category> <category><![CDATA[rec6]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/rec6-novas-categorias/</guid> <description><![CDATA[O Rec6 está testando duas novas categorias para se somar às três já existentes: Entretenimento e Mundo e Atualidades. Segundo o Renato Shirakashi, diretor de TI e co-fundador do serviço, esse era um dos pedidos mais freqüentes nos feedbacks de usuários. Nada melhor do que implementá-los. Até hoje as categorias abrangiam gestão e RH, tecnologia [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/rec6.png" alt="[Rec6] " title="[Rec6] " />O Rec6 está testando duas novas categorias para se somar às três já existentes: <a
href="http://rec6.via6.com/index.php?cat=9" title="Entretenimento">Entretenimento</a> e <a
href="http://rec6.via6.com/index.php?cat=8" title="Mundo e Atualidades">Mundo e Atualidades</a>. Segundo o Renato Shirakashi, diretor de TI e co-fundador do serviço, esse era um dos pedidos mais freqüentes nos feedbacks de usuários. Nada melhor do que implementá-los. Até hoje as categorias abrangiam gestão e RH, tecnologia   e economia e negócios. Agora os horizontes do serviço se expandem. Os testes ainda estão em beta, não aparecem na página do Rec6 como disponíveis mas vocês, leitores do Techbits, terão a oportunidade de testá-los!</p><h3>Mundo e Atualidades</h3><p>Fácil, não precisa explicar muito. Tudo que for notícias relacionadas à  atualidade pode cair aqui. Aconteceu algo que chamou a atenção? Rec6 nele! Se você ainda está na dúvida, tenho certeza que quando achar algo que se encaixa nesta categoria não hesitará em postar. Diria que é uma categoria bem geral que abrange uma gama variada de assuntos.</p><p>Não conheço blogs sobre atualidades mas posso afirmar com certeza que boa parte do que sai notícias em sites como Folha On-line, Estadão, UOL e Terra se inclui nesta categoria. Acesse agora a categoria <a
href="http://rec6.via6.com/index.php?cat=8" title="Mundo e Atualidades">Mundo e Atualidades</a>.</p><h3>Entretenimento</h3><p>Ninguém é de ferro. Cinema, teatro, cultura, diversão em geral. Esse é o tom desta categoria. Tudo que for relacionado a entretenimento ganha energias para brigar por um lugar ao Sol. Se seu blog está relacionado a entretenimento, não perca tempo pois estará exposto em uma ótima vitrine que trará visitantes qualificados.Acesse agora a categoria <a
href="http://rec6.via6.com/index.php?cat=9" title="Entretenimento">Entretenimento</a>.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/rec6_categorias_novas.png" alt="[Novas categorias do Rec6] " title="[Novas categorias do Rec6] " class="floatTL"/></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/rec6-novas-categorias/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>13</slash:comments> </item> <item><title>Fiz: fizeram errado</title><link>http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/#comments</comments> <pubDate>Mon, 26 Mar 2007 13:17:36 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[editora-abril]]></category> <category><![CDATA[fiz]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <category><![CDATA[restrições]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/</guid> <description><![CDATA[O &#8220;Next Big Thing&#8221; da web certamente é o vídeo. O YouTube está aí pra provar, o Joost chega logo mais para quebrar paradigmas e a editora Abril lança o canal Fiz. A proposta do Fiz é, como o próprio nome diz, mostrar vídeos feitos pelo usuário, escolhidos entre aqueles postados no site do serviço. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/fiz_tv.png" alt="[Fiz" title="Fiz TV" />O &#8220;Next Big Thing&#8221; da web certamente é o vídeo. O YouTube está aí pra provar, o <a
href="joost.com">Joost</a> chega logo mais para quebrar paradigmas e a editora Abril lança o canal Fiz. A proposta do Fiz é, como o próprio nome diz, mostrar vídeos feitos pelo usuário, escolhidos entre aqueles postados no site do serviço. O canal será para a TV paga e a programação definida pelo usuário. Deve estrear até o meio deste ano e é uma tentativa de misturar a popularidade do YouTube com a velha mídia chamada de televisão.</p><h3>Restrição não dá certo</h3><p><a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/">O YouTube é diametralmente oposto à  TV</a>. Na TV comum há restrições de horário, grade de programação, variedade de conteúdo e de número de canais. Nada disso existe no YouTube. Você assiste quando quiser, o que quiser, na variedade quase infinita da cauda longa (long tail) dos vídeos. O Fiz tenta fazer uma mistura dos dois modelos mas erra feio exatamente no quesito que o diferencia do YouTube: continua restritivo na distribuição.</p><p>Ao criar um canal de TV paga, o resultado do Fiz será restrito por horários, disponibilidade do espectador, grade, etc&#8230; A única semelhança com o YouTube é a produção do conteúdo, <em>crowdsorcizada</em> para os usuários. O resto não passa da mesma coisa que a decadente TV convencional. Além de tudo isso é TV paga, ou seja, disponível apenas para uma pequena parcela da população.</p><h3>Cauda Longa</h3><p>Não adianta tentar adaptar um serviço de <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">cauda longa</a> que são os vídeos produzidos pelo usuário, para serem massificados através do sinal da TV à  cabo. A cauda longa diz que tudo são pequenos nichos. O Fiz não vai se adaptar a nenhum deles e vai virar um canal de videocassetadas, o popularesco pão e circo que diverte as multidões acéfalas. Nada a ver com o YouTube e muito longe de um concorrente forte. O fato de tentar misturar duas coisas diferentes para tentar criar algo intermediário acaba nivelando o serviço à  sua pior parte que é a restrição do sinal de TV. Nada de assitir ao Tapa na Pantera a hora que você desejar, só no horário nobre. Fala sério.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/">Joost: revolução na TV?</a></li><li><a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">O LOST e o novo paradigma da distribuição de conteúdo</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> <item><title>YouTube Awards: o Oscar 2.0</title><link>http://techbits.com.br/2007/youtube-awards-o-oscar-20/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/youtube-awards-o-oscar-20/#comments</comments> <pubDate>Tue, 20 Mar 2007 21:17:54 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[oscar]]></category> <category><![CDATA[sabedoria-das-multidões]]></category> <category><![CDATA[video-awards]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/youtube-awards-o-oscar-20/</guid> <description><![CDATA[Desde ontem o YouTube está promovendo o prêmio YouTube Awards. Os vídeos escolhidos estão divididos em sete categorias, entre eles criatividade, série e humor. As votações seguem o mesmo estilo do hotsite especial do SuperBowl, com rounds que duram uma hora. Pelo que entendi, a cada hora é possível votar de novo dentro da mesma [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/youtubevideoawards.gif" alt="[YouTube Video Awards 2006] " title="[YouTube Video Awards 2006] " />Desde ontem o YouTube está promovendo o prêmio <a
href="http://youtube.com/ytawards" title="YouTube Awards">YouTube Awards</a>. Os vídeos escolhidos estão divididos em sete categorias, entre eles criatividade, série e humor. As votações seguem o mesmo estilo do hotsite especial do SuperBowl, com rounds que duram uma hora. Pelo que entendi, a cada hora é possível votar de novo dentro da mesma categoria. Por ser um Oscar 2.0, tudo é feito na mesma página, sem necessidade de refresh. Quer assistir ao vídeo? O tubo do YouTube abre com a mágica do ajax. Para votar é só organizar na ordem preferida os vídeos.</p><h3> Concorrentes</h3><p>Um dos personagens mais famosos do YouTube, o Matt, aquele que aparece <a
href="http://youtube.com/watch?v=bNF_P281Uu4" title="dançando em vários lugares do mundo">dançando em vários lugares do mundo</a>, está concorrendo ao prêmio de mais criativo. A <a
href="http://youtube.com/watch?v=Kd15ku_BVR0" title="LonelyGirl">LonelyGirl</a>, aquela garota aborrescente cheia de problemas com o namorado e os pais, concorre ao prêmio de melhor série. Para os desavisados, a LonelyGirl foi uma jogada publicitária e não uma adolescente real.</p><p>Também está presente a impagável série &#8220;<a
href="http://youtube.com/watch?v=B8H29jU8Wrs" title="Will it Blend?">Will it Blend?</a>&#8221; que já destruiu iPods, pilhas, celulares e tudo mais dentro de um aparelho de liquidificador. Sem falar da famosa <a
href="http://youtube.com/watch?v=ARHyRI9_NB4" title="Terranaomi">Terranaomi</a>, aquela cantora que despontou no YouTube, concorrendo a melhor música. Ou ainda o desenho mais interessante de todos, o <a
href="http://youtube.com/watch?v=sdUUx5FdySs" title="Kiwi">Kiwi</a>, aquele pássaro que só pra&#8230; bom, não vou contar o final.</p><h3> Sabedoria das Multidões</h3><p>O mais divertido de tudo isso é a votação pelos usuários, dentro do esperado para um site que segue a proposta colaborativa. O resultado será definido pela <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Wisdom_of_Crowds" title="sabedoria das multidões">sabedoria das multidões</a>. Se tivesse sido assim no Oscar de verdade, o filme &#8220;Os Infiltrados&#8221; não teria ganho o prêmio máximo da Academia. A participação do usuário na criação de conteúdo está mudando muitas coisas. <a
href="http://www.tnow.com.br/internet/youtube-premia-os-melhores-videos-de-2006/" title="O Oscar que se cuide!">O Oscar que se cuide!</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/youtube-awards-o-oscar-20/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>8</slash:comments> </item> <item><title>Web 3.0 = 4C + P + PV</title><link>http://techbits.com.br/2007/web-30-4c-p-pv/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/web-30-4c-p-pv/#comments</comments> <pubDate>Fri, 09 Mar 2007 13:17:23 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[contexto]]></category> <category><![CDATA[personalização]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <category><![CDATA[web-3.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/web-30-4c-p-pv/</guid> <description><![CDATA[Já estou ouvindo as pedradas, mas vamos lá. O termo web 2.0 não é o que podemos chamar de unanimidade na blogosfera, imagine então começarmos a falar de web 3.0. E primeira vidraça foi quebrada. O ótimo Read/ Write Web publicou no mês passado um post explicando o que seria essa fórmula do título. Conteúdo, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/web20.png" title="[Web 3.0] " alt="[Web 3.0] " class="floatTL"/><br
/> Já estou ouvindo as pedradas, mas vamos lá. O termo web 2.0 não é o que podemos chamar de unanimidade na blogosfera, imagine então começarmos a falar de web 3.0. E primeira vidraça foi quebrada. O ótimo <a
href="http://www.readwriteweb.com/archives/web_30_4cpvs.php" title="Read/ Write Web publicou no mês passado">Read/ Write Web publicou no mês passado</a> um post explicando o que seria essa fórmula do título.</p><h3>Conteúdo, Comunidade e Comércio</h3><p>A tônica da web 2.0 tem sido conteúdo e comunidade. Está na moda o usuário criar o conteúdo, seja em redes sociais ou blogs. Exemplos de comunidades não faltam: Orkut, YouTube, Flickr, blogosfera&#8230; Todos eles orbitam na chamada web 2.0.</p><p>A web 1.0, anterior ao que temos hoje, era centrada no comércio. Exemplos são a Amazon, E-bay, Submarino&#8230; Todas elas evoluíram de alguma forma para a web 2.0, algumas mais que outras. Já temos então 3Cs.</p><h3>Personalização e Contexto</h3><p>A personalização é algo extremamente complicado. Nem o Google, com sua <a
href="http://www.marketingdebusca.com.br/buscas-podem-prever-o-futuro/" title="base de dados das intenções">base de dados das intenções</a>, consegue trazer resultados personalizados de busca. Por outro lado a empresa de Montain View é craque em exibir anúncios personalizados. Páginas iniciais como o Netvibes ou Pageflakes são tentativas de personalização, mas feita pelo usuário. A <a
href="http://blog.fabioseixas.com.br/archives/2006/11/sabe_programar_ganhe_1_milhao_de_dolares.html" title="Netflix vai dar 1 milhão de dólares">Netflix vai dar 1 milhão de dólares</a> para quem conseguir desenvolver um algoritmo de sugestão de filmes melhor do que existe hoje. A personalização é um diferencial que as empresas podem oferecer neste mundo massificado de hoje (<a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/" title="Cauda Longa">Cauda Longa</a>).</p><p>Junto com isso chega o contexto. Não adianta nada oferecer anúncios de janelas em um site que fala sobre Windows. Os entusiastas da web semântica &#8211; aquela que nós taggeamos a informação com outra informação &#8211; acreditam que todos os desenvolvedores de sites irão, por boa vontade, usar meta-informações em seu código. Esquecem que ainda hoje encontramos sites que não usam CSS, imagina <a
href="http://www.revolucao.etc.br/archives/microformats/" title="microformatos">microformatos</a>. Vai ser difícil fazer as máquinas entenderem o contexto das coisas. Quem sabe com o advento da <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-singularidade-esta-proxima/" title="singularidade">singularidade</a>&#8230;</p><h3> Pesquisa Vertical</h3><p>Esse é um nicho com enorme potencial. Ao invés de ser generalista como um Google ou Yahoo!, a pesquisa vertical foca em um único mercado. O Buscapé é um exemplo disso, com comparação de preços em lojas virtuais. É uma forma de filtro no mar de informações que crescem a largos passos e que atingiram <a
href="http://omundogira.com/2007/03/08/nao-vai-faltar-espaco-no-hd-vai-sobrar-sobrar-tecnologia/" title="161 Hexabytes no ano passado">161 Hexabytes no ano passado</a>.</p><h3> Imagine</h3><p>Bom, aqui vou reproduzir o exemplo retirado diretamente do Read/ Write Web, em inglês:</p><blockquote><ul><li> I am a petite woman, dark skinned, dark haired, brown eyed. I have a distinct personal style, and only certain designers resonate with it (Context).</li><li> I want my personal <a
href="http://www.saks.com/">SAKS Fifth Avenue</a> which carries clothes by those designers, in my size (Commerce).</li><li> I want my personal <a
href="http://www.vogue.com/">Vogue</a>, which covers articles about that Style, those Designers, and other emerging ones like them (Content).</li><li> I want to exchange notes with others of my size-shape-style-psychographic and discover what else looks good. I also want the recommendation system tell me what they’re buying (Community).</li><li> There’s also some basic principles of what looks good based on skin tone, body shape, hair color, eye color … I want the search engine to be able to filter and match based on an algorithm that builds in this knowledge base (Personalization, Vertical Search).</li></ul></blockquote><h3> Web 3.0 não existe</h3><p>Antes que os puristas da web resolvam fazer um ataque DDoS ao Techbits, vamos deixar claro: Web 3.0 não existe, web 2.0 não existe e web 1.0 não existe! Tudo isso foi invenção de alguém sem nada pra dizer e que foi lido e espalhado por pessoas sem nada pra fazer.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/web-30-4c-p-pv/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>10</slash:comments> </item> <item><title>A cultura do copy/ paste</title><link>http://techbits.com.br/2007/a-cultura-do-copy-paste/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/a-cultura-do-copy-paste/#comments</comments> <pubDate>Wed, 28 Feb 2007 19:17:02 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[carta-capital]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[informação]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[wikipedia]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/a-cultura-do-copy-paste/</guid> <description><![CDATA[Atualmente fazer um trabalho escolar deve ser muito fácil. É só procurar no Google, clicar no primeiro link e fazer um copy/ paste. Mais fácil ainda: segundo matéria da Carta Capital, os alunos vão direto à Wikipédia. “No Google aparecem várias coisas e a gente não sabe qual está certa&#8230; Já na Wiki vai diretinho!”, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/wikipedia.jpg" title="[Wikipédia] " alt="[Wikipédia] " />Atualmente fazer um trabalho escolar deve ser muito fácil. É só procurar no Google, clicar no primeiro link e fazer um copy/ paste. Mais fácil ainda: <a
href="http://www.cartacapital.com.br/edicoes/2007/02/431/referencia-fast-food" title="segundo matéria da Carta Capital">segundo matéria da Carta Capital</a>, os alunos vão direto à <a
href="http://wikipedia.org/" title="Wikipédia">Wikipédia</a>. “No Google aparecem várias coisas e a gente não sabe qual está certa&#8230; Já na Wiki vai diretinho!”, diz alguém citado pela revista. É evidente que há falhas na informação disponibilizada nesta enciclopédia on-line. Mas o mesmo mecanismo que permite alguém postar informações erradas é a forma de corrigir e melhorar o conteúdo colaborativo.</p><h3> Aprenda a aprender</h3><p>O artigo da Carta Capital critica a Wikipédia e nivela por baixo todos os seus colaboradores e usuários. Só esquece de dizer que o importante é pesquisar várias fontes de informação antes de entender completamente algum assunto. Da mesma forma, critica os alunos que fazem uso da Wikipédia, mas não dá uma solução. Na minha opinião os alunos devem sim consultar a Wikipédia mas não como fonte única. Devem aprender, acima de tudo, assimilar pedaços de informações daqui e dali, para criar um resultado único. Aparentemente nem o jornalista pesquisa muitos lugares. Uma das poucas fontes citadas pelo autor do texto é de extrema confiança: <a
href="http://orkut.com/" title="orkut">orkut</a>. Sinceramente, fico com a Wikipédia.</p><h3> Colaboração</h3><p>A base da chamada web 2.0 é a colaboração e interação entre usuários. Não existe mais essa de criar um texto e, pronto, aquela é a verdade absoluta. Blogs estão aí para provar isso. Tudo que escrevo passa pelo escrutínio público e quem não concorda está livre para se manifestar nos comentários abaixo. Uma revista não tem o mesmo espaço quase infinito que disponho para discussão. Recebe centenas ou milhares de cartas (!) e emails e precisa escolher algumas para, após editá-las, publicar.</p><p>Um dos comentários do post <a
href="http://sergioflima.pro.br/blog/blogs/index.php/blogefisica/2007/02/27/wikipedia_e_a_educacao_na_era_da_informa" title="Wikipedia e a Educação na Era da Informação">Wikipedia e a Educação na Era da Informação</a>, do <a
href="http://sergioflima.pro.br/blog/blogs/index.php/sergio_blog" title="Sérgio Lima">Sérgio Lima</a>, que discute o mesmo artigo da Carta Capital, diz &#8220;Vergonha deveria ser encontrar verbetes errados e não corrigir&#8221;. Este é o ponto. O jornalista que criticou a Wikipédia não entendeu nada. Pegou uns três artigos que segundo ele contém &#8220;tolices e contradições&#8221; e os deixou do mesmo jeito, com os erros. Ao corrigir e melhorar o conteúdo, estaria contribuindo para a <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sabedoria_das_Massas" title="Sabedoria das Multidões">Sabedoria das Multidões</a>. Só espero que pelo menos não continue acreditando que o orkut é melhor do que a Wikipédia&#8230;</p><h4>Leia também:</h4><ul><li> <a
href="http://www.dicas-l.com.br/zonadecombate/zonadecombate_20070224.php">Wikis: é preciso aprender a ler</a>, via Dicas-L<a
href="http://www.dicas-l.com.br/zonadecombate/zonadecombate_20070224.php"></a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/a-cultura-do-copy-paste/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>20</slash:comments> </item> <item><title>OutroLado, um Digg mais complicado</title><link>http://techbits.com.br/2007/outrolado-um-digg-mais-complicado/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/outrolado-um-digg-mais-complicado/#comments</comments> <pubDate>Sun, 28 Jan 2007 22:17:19 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[blogs]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[empreendedorismo]]></category> <category><![CDATA[outrolado]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/outrolado-um-digg-mais-complicado/</guid> <description><![CDATA[Nos últimos dias observamos o nascimento de mais um empreendimento na web brasileira que chamou a atenção. Trata-se do OutroLado, site de notícias colaborativas que guarda algumas semelhanças com o Digg e o Rec6. Há um sistema de votação para que artigos mais interessantes ganhem destaque no site, mas a semelhança pára aí. A proposta [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/outrolado.png" title="[OutroLado] " alt="[OutroLado] " />Nos últimos dias observamos o nascimento de mais um empreendimento na web brasileira que chamou a atenção. Trata-se do <a
href="http://www.outrolado.com.br/">OutroLado</a>, site de notícias colaborativas que guarda algumas semelhanças com o <a
href="http://digg.com/">Digg</a> e o <a
href="http://www.syxt.com.br/rec6">Rec6</a>. Há um sistema de votação para que artigos mais interessantes ganhem destaque no site, mas a semelhança pára aí. A proposta do OutroLado é um pouco diferente: você publica seu texto lá e eles ficam com a fama e os anúncios&#8230; Queria ter um blog assim:  quem quiser, pode publicar textos completos, <a
href="http://outrolado.com.br/Artigos/outrolado_voc_publica__eles_lucram">mas a receita de anúncios fica comigo</a>.  Se você gera conteúdo de qualidade melhor ter seu próprio site.</p><h3>Concorrer ou ajudar?</h3><p>Mecanismos de busca como o Google indexam nosso conteúdo mas não os exibem em seus sites. Mostram apenas trechos do texto e um <strong>link direto</strong> ao artigo pesquisado. Sites de notícias colaborativas como o Rec6 e o Digg fazem algo parecido, não exibem todo nosso conteúdo, apenas um resumo e colocam facilmente um <strong>link direto</strong> para o texto original. Todos esses serviços não concorrem diretamente com editores de blogs e mídia tradicional e sim os ajudam, gerando tráfego que pode se converter em leitores qualificados e receita.</p><p>O OutroLado tem uma proposta diferente. <a
href="http://outrolado.com.br/Comofunciona.php">O conteúdo é publicado lá</a>. Claro, ninguém é obrigado a postar, quanto mais colocar um texto completo, além do que há a liberdade de colocar apenas um resumo e um link para a fonte. Mas não é simples como no Digg ou Rec6. Ao clicar no artigo publicado na página principal, vamos a outra página dentro do próprio serviço, com o artigo ou resumo. E se quem publicou quiser, aparece um link para o site original.</p><p>O OutroLado não é assim tão rede social quanto o Digg e Rec6 devido a possíveis problemas de direito autoral. Creio que só publicarão lá os donos do conteúdo e não qualquer pessoa que tenha achado a notícia ou artigo interessante. Mas os donos do conteúdo não irão publicar textos completos pois o interesse deles é gerar tráfego para seus próprios sites. No final o OutroLado vai virar um Rec6 ou Digg mais complicado.</p><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/outroladotela.png" title="[OutroLado, exemplo] " alt="[OutroLado, exemplo] " class="floatTL"/></p><h3>Conclusão</h3><p>Sou grande incentivador de novos empreendimentos na web brasileira. Achei a proposta do site interessante, terão o seu público e torço para que façam sucesso. Mas tendo em vista que criar um blog é fácil e barato (e.g., <a
href="http://wordpress.com/">wordpress.com</a>), e que se você gera conteúdo de qualidade é melhor ter seu próprio site, não há estímulo algum para publicar textos no OutroLado.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://www.tecnocracia.com.br/arquivos/overmundo-da-tecnologia">Overmundo da Tecnologia</a>, via Tecnocracia</li><li><a
href="http://blog.fabioseixas.com.br/archives/2007/01/outrolado_no_ar.html">OutroLado no ar</a>, via {versão txt}</li><li><a
href="http://www.carreirasolo.org/archives/outrolado_e_boobox.html">OutroLado e booBox</a>, via Carreira Solo</li><li><a
href="http://desta.ca/blog/2007/01/15/outrolado/">Outrolado</a>, via desta.ca</li><li><a
href="http://www.livrevsa.com.br/opiniaodigital/2007/01/26/lanado-o-outrolado/">Lançado OutroLado</a>, via Opinião digital</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/outrolado-um-digg-mais-complicado/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>20</slash:comments> </item> <item><title>Uma grande perda para a sabedoria das multidões</title><link>http://techbits.com.br/2007/uma-grande-perda-para-a-sabedoria-das-multidoes/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/uma-grande-perda-para-a-sabedoria-das-multidoes/#comments</comments> <pubDate>Mon, 22 Jan 2007 18:17:24 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[nofollow]]></category> <category><![CDATA[sabedoria-das-multidões]]></category> <category><![CDATA[spam]]></category> <category><![CDATA[wikipedia]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/uma-grande-perda-para-a-sabedoria-das-multidoes/</guid> <description><![CDATA[A Wikipédia, enciclopédia on-line colaborativa mais atualizada do mundo, está bloqueando a sabedoria das multidões. Rankings de mecanismos de busca como o do Google são criados a partir de links entre sites, entre outras variáveis. Quanto mais citado é um site, melhor. Quanto mais importante é o site que cita o outro, melhor. Isso faz [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/wikipedia.jpg" title="[Wikipedia] " alt="[Wikipedia] " />A <a
href="http://wikipedia.org/">Wikipédia</a>, enciclopédia on-line colaborativa <a
href="http://techbits.com.br/2006/plutao-wikipedia-10-x-livros-zero/">mais atualizada do mundo</a>, está bloqueando a sabedoria das multidões. Rankings de mecanismos de busca como o do Google são criados a partir de links entre sites, entre outras variáveis. Quanto mais citado é um site, melhor. Quanto mais importante é o site que cita o outro, melhor. Isso faz a pontuação aumentar e, conforme o caso, aparecer na primeira página dos resultados de uma pesquisa. Como a maioria das pessoas só clica em links que aparecem na primeira página, figurar nela é garantia de tráfego. A Wikipédia <a
href="http://sempreon.blogspot.com/2007/01/todos-links-da-wikipedia-agora-so.html">começou a bloquear</a> mecanismos de busca de indexarem esse tipo de link com o objetivo de diminuir o SPAM que suas páginas recebem. Se por um lado a justificativa faz sentido, do outro trata-se de uma grande perda para a sabedoria das multidões pelo bloqueio de links legítimos.</p><h3>Malditos Spammers</h3><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/spam.jpg" title="[Spam enlatado] " alt="[Spam enlatado] " />Spam: isso é o que vai &#8220;acabar&#8221; com a internet. Recebemos diariamente dezenas de spam. O Techbits filtra diariamente outro tanto de comentários spam. Até no orkut há relatos de infestação por spam. A internet é um meio livre e barato de se marcar presença. Fazer spam é um negócio que deve movimentar dinheiro. Se de cada milhão de mensagens spam, 100 pessoas (0,01%) clicarem e comprarem o produto oferecido, o lucro está garantido. Ou outros 99.99% vão perder seu tempo, gastar recursos de internet, ou seja, serão incomodados, às custas do 0,01% dos que caem nessas armadilhas. Por esse motivo &#8211; funcionar &#8211; o spam continua.</p><p>Na Wikipédia, spammers postavam links para seus sites por vandalismo, e até alguém perceber e reverter a mudança, o Google já tinha passado por lá e indexado esse novo link no seu <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PageRank">PageRank</a> (sistema de pontuação de sites do Google). Com isso, conseguiam melhorar posições no Google e outros mecanismos de pesquisa, gerando tráfego, fazendo<a
href="http://www.marketingdebusca.com.br/google-bombing/"> Google Bombing</a> e até ganhando <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/SEO_contest">concursos de SEO</a> (Search Engine Optimization). Por estes motivos, a Wikipédia decidiu, pelo menos por enquanto, bloquear os mecanismos de busca de seguir os links externos através do &#8220;comando&#8221; NOFOLLOW em seu código HTML.</p><h3>A Sabedoria das Multidões</h3><p>A sabedoria das multidões (<a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wisdom_of_crowds">wisdom of crowds</a>) é como se fosse uma inteligência coletiva, um raio X do que as pessoas que estão na web (navegando, blogando, pesquisando) pensam. É a análise de bilhões de pedaços de informação que juntos fazem um sistema de CRM parecer coisa de criança. Dá pra brincar de descobrir o que as pessoa pensam no <a
href="http://google.com/trends">Google Trends</a>.</p><p>Há críticos, claro. Dizem que essa inteligência é na verdade a <a
href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/01/08/a-inteligencia-coletiva-e-a-burrice-das-multidoes/">burrice das multidões</a>. De qualquer forma os motivos da Wikipédia são válidos e os prejuízos para a web, enormes. Malditos sejam os spammers.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/uma-grande-perda-para-a-sabedoria-das-multidoes/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>14</slash:comments> </item> <item><title>Rec6: comentários sincronizados</title><link>http://techbits.com.br/2007/rec6-comentarios-sincronizados/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/rec6-comentarios-sincronizados/#comments</comments> <pubDate>Fri, 05 Jan 2007 18:17:34 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[blogosfera]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[plugin]]></category> <category><![CDATA[rec6]]></category> <category><![CDATA[wordpress]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/rec6-comentarios-sincronizados/</guid> <description><![CDATA[Blogs são conversações. Blogversações. A possibilidade de interação entre quem gera o conteúdo e o leitor é uma das característica que diferenciam essa forma de mídia das outras, chamadas tradicionais. Isso está na essência da web e foi inclusive um dos motivos para escolha pela revista TIME como sendo Você a personalidade do ano. Quanto [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
alt="[Rec6] " title="[Rec6] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/rec6.png" /><a
href="http://sergioflima.pro.br/blog/blogs/index.php?blog=1&#038;title=porque_blogs_sao_doces_conversacoes&#038;more=1&#038;c=1&#038;tb=1&#038;pb=1">Blogs são conversações</a>. Blogversações. A possibilidade de interação entre quem gera o conteúdo e o leitor é uma das característica que diferenciam essa forma de mídia das outras, chamadas tradicionais. Isso está na essência da web e foi inclusive um dos motivos para escolha pela <a
href="http://santaritta.com/2006/12/30/a-personalidade-do-ano-e/">revista TIME como sendo Você a personalidade do ano</a>. Quanto mais comentários e citações em outros blogs, melhor. Todos sabem, o <a
href="http://above.semjuizo.com/2006/12/09/estao-dizendo-por-ai-rec6-sera-o-digg-brasileiro/">Rec6 desponta como o Digg brasileiro</a>. É possível deixar um comentário por lá ou ainda clicar no link e comentar diretamente no blog. Até agora, os comentários do Rec6 e do blog não se misturavam. Isso está pra mudar. O <a
href="http://www.syxt.com.br/rec6">Rec6</a> está testando o Plugin Rec6 Comentários e o Techbits teve a oportunidade de fazer parte dos beta testers. Você também pode testar. É só comentar no Techbits e garantir que o post esteja lá no Rec6 (só comentários após o cadastro do post no Rec6 ficam sincronizados).</p><h3>Plugin Rec6 Comentários</h3><p>O plugin, por enquanto, está em teste fechado. A versão em teste é para WordPress, mas deve sair para outras plataformas também. A previsão do lançamento oficial é até o final de Janeiro. Conversando com o Renato Shirakashi, diretor de TI e co-fundador do Rec6 (<a
href="http://techbits.com.br/2006/entrevista-com-co-fundador-do-rec6-renato-shirakashi/">entrevista</a>), descobri que fizeram vários testes em blogs internos e agora preparam o lançamento com este teste &#8220;<em>in the wild</em>&#8220;. Por isso convoco os leitores do Techbits que usam o Rec6 a publicarem comentários aqui e lá (<a
href="http://www.syxt.com.br/topico.php?cid=7519&#038;tid=38072&#038;id_link_rec6=10010">ver comentários no Rec6 para este post</a>). Tudo isso será importante para avaliar o desempenho do plugin e torná-lo uma das melhores ferramentadas do Rec6 para bloggers,além do que o teste estará sendo monitorado de perto pela equipe do Rec6!<br
/> <img
title="[Teste Plugin Rec6 Comentários] " alt="[Teste Plugin Rec6 Comentários] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/testeRec6.png" class="floatTL"/></p><p><small>obs 1: não trabalho no Rec6! Fui convidado a participar do beta teste e resolvi publicar este post.<br
/> </small></p><p><small>obs 2: <strong>[atualização]</strong> O <a
href="http://www.winajuda.com/2007/01/08/noticias/comentarios-integrados-com-o-rec6/">WinAjuda</a> e o <a
href="http://www.brpoint.net/arquivo/ego-trip/brpoint-entre-os-melhores-de-2006-segundo-o-rec6.html">BrPoint</a> também estão participando do beta teste.<br
/> </small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/rec6-comentarios-sincronizados/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>36</slash:comments> </item> <item><title>Techbits é destaque em tecnologia</title><link>http://techbits.com.br/2007/techbits-e-destaque-em-tecnologia/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/techbits-e-destaque-em-tecnologia/#comments</comments> <pubDate>Wed, 03 Jan 2007 15:17:11 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[rec6]]></category> <category><![CDATA[sabedoria-das-multidões]]></category> <category><![CDATA[techbits]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/techbits-e-destaque-em-tecnologia/</guid> <description><![CDATA[O site de notícias colaborativas Rec6 divulgou ontem a lista de sites que se destacaram em 2006. Para os que não sabem, o Rec6 promove notícias enviadas pelos seus usuários à sua página principal de acordo com o desejo a sabedoria das multidões, ou seja, os próprios usuários. Através de um algoritmo que analisa votos, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/rec6.png" alt="[Rec6] " title="[Rec6] " /><a
href="http://www.syxt.com.br/rec6/">O site de notícias colaborativas Rec6</a> divulgou ontem a lista de sites que se destacaram em 2006. Para os que não sabem, o Rec6 promove notícias enviadas pelos seus usuários à  sua página principal de acordo com <strike>o desejo</strike> a sabedoria das multidões, ou seja, os próprios usuários. Através de um algoritmo que analisa votos, quantidade de cliques e votos por unidade de tempo, etc, as notícias enviadas são classificadas e, se for o caso, vão parar na página principal, mostrando que aquele texto em particular é interessante para os usuários do site. O que me deixou feliz e surpreso é que o Techbits foi muito bem classificado na lista do Rec6. Ficou em segundo lugar entre os sites de tecnologia! Uau! Para um blog criado há apenas 5 meses, isso é um feito e tanto. <a
href="http://www.googlediscovery.com/2007/01/google-discovery-eleito-melhor-domnio.html">Confira a lista no blog Google Discovery</a>.</p><h3>O que esse ranking significa?</h3><p>O ranking significa que os sites que nela constam publicaram artigos e notícias interessantes para a multidão antenada em tecnologia do Brasil. Apesar do Techbits aparecer como o segundo da lista chamada, <a
href="http://kadu.ducz.com/?p=620">incorretamente segundo alguns</a>, de  &#8220;Melhores de 2006&#8243;, isso não significa que o Techbits seja o segundo melhor blog de tecnologia do Brasil. Longe disso. Apenas foram publicados aqui coisas interessantes.</p><p>Algo que me incomoda é que a maioria das notícias promovidas do Techbits fui eu quem postei, e não os leitores do blog. Talvez isso seja um viés estatístico que tenha contribuído para este blog aparecer no ranking, mas os votos foram dados pela multidão, o que, na minha humilde opinião, valida o resultado. Por isso, a partir de hoje, para tirar esse viés do caminho e como forma de comemorar, implementarei ao longo do dia as ferramentas do Rec6, algo que já deveria ter feito há tempos.</p><p>Vale lembrar que o Rec6 é uma <em>startup</em> relativamente nova (surgiu em setembro de 2006, veja <a
href="http://techbits.com.br/2006/entrevista-com-co-fundador-do-rec6-renato-shirakashi/">uma entrevista com o Renato Shirakashi</a>, um dos fundadores do serviço) e que portanto os resultados contemplam apenas os últimos 4 meses de 2006. E mesmo com pouco tempo de estrada, com certeza o <a
href="http://www.brpoint.net/arquivo/sites/escolhi-meu-digg-nacional-o-rec6.html">Rec6 é o Digg nacional</a>!</p><h3>Wisdom of Crowds &#8211; <strike>O desejo</strike> A sabedoria das multidões</h3><p>Já tratei brevemente sobre esse assunto, e é algo que fascina. <strike>O desejo</strike> A sabedoria das multidões é como se fosse uma inteligência global, conectando todos que usam a internet e interagem com seus serviços indiretamente com as outras pessoas. Analisando milhares, milhões, bilhões de pedaços de informação e comportamento dos internautas, é possível extrair padrões, tendências, ou seja, descobrir <a
href="http://google.com/trends">o que as pessoas estão pensando</a>!</p><p>Serviços como o Rec6, o Google ou ainda a Amazon utilizam do <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Wisdom_of_Crowds">wisdom of crowds</a> para melhorar a relevância do que é mostrado aos usuários, refletindo indiretamente a tendência do que as pessoas desejam. Como já disse, isso é algo que fascina: uma consciência coletiva que consegue exprimir os pensamentos da multidão.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/techbits-e-destaque-em-tecnologia/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> <item><title>Google Docs, o office on-line</title><link>http://techbits.com.br/2006/google-docs-o-office-on-line/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/google-docs-o-office-on-line/#comments</comments> <pubDate>Wed, 11 Oct 2006 06:17:03 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[google-docs]]></category> <category><![CDATA[googleos]]></category> <category><![CDATA[microsoft]]></category> <category><![CDATA[office]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/google-docs-o-office-on-line/</guid> <description><![CDATA[Esqueça o Word, esqueça o Excel. Acaba de entrar no ar o Google Docs. Não é exatamente um lançamento. Trata-se na verdade da integração dos serviços office do Google (Writely + Spreadsheets) em uma única interface. Planilhas, textos, colaboração entre usuários e chat para trocar informações. Tudo simples e eficiente, pois quase ninguém usa mais [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googledocs.gif" alt="[Google Docs &amp; Spreadsheets] " title="[Google Docs &amp; Spreadsheets] " />Esqueça o Word, esqueça o Excel. Acaba de entrar no ar o <a
href="http://docs.google.com">Google Docs</a>. Não é exatamente um lançamento. Trata-se na verdade da integração dos serviços office do Google (Writely + Spreadsheets) em uma única interface. Planilhas, textos, colaboração entre usuários e chat para trocar informações. Tudo simples e eficiente, pois quase ninguém usa mais do que 10% dos recursos do Word ou Excel. Em se tratando de office, <a
href="http://techbits.com.br/2006/office-cada-vez-mais-prefiro-o-google-a-microsoft/">cada vez prefiro mais o Google à  Microsoft</a>.<br
/> <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:google livro" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googledocs1.png" title="[Google Docs] " alt="[Google Docs] " class="floatTL" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script></p><h3>Colaboração on-line</h3><p>Muitos não acreditam mas criar um documento em colaboração é fácil com o Google Docs. Ao mesmo tempo várias pessoas podem atualizar o mesmo documento. E todas elas estão em contato constante via chat (somente no Spreadsheets, por enquanto). Você pode achar que irão ocorrer conflitos, ou seja, duas pessoas tentando editar o mesmo trecho mas, nas raras vezes em que isso acontece, o <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:google livros" class="bbli">Google Docs<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> avisa e solicita escolher entre uma das versões ou voltar ao estado anterior.<br
/> <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:google livro" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googledocs3.png" title="[Colabore no GoogleDocs] " alt="[Colabore no GoogleDocs] " /><a
href="http://googleblog.blogspot.com/2006/10/better-together-docs-spreadsheets.html"></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>Colaborar desta forma é muito melhor</a> do que o método antigo. Nele, ao alterar um texto Word ou planilha Excel era necessário enviar por email a nova versão para todos os interessados. E se alguém também tivesse editado o mesmo arquivo, a confusão estava armada. Agora é diferente: o método do Google Docs elimina totalmente esse problema. A versão que todos têm acesso é sempre a mais recente, não importa se você alterou uma vírgula há apenas 30 segundos. Não há o que me faça voltar ao método antigo.</p><p>Além disso o editor de textos possui suporte a <a
href="http://techbits.com.br/2006/rss-que-diabos-e-isso/">RSS</a>, de forma que seus colaboradores podem acompanhar o andamento dos trabalhos através do agredador de feeds RSS favorito de cada um.</p><h3>Você confia no Google?</h3><p>Uma questão importante que surge com os softwares on-line, <a
href="http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/">é a confiança que depositamos na empresa que guarda essas informações, no caso o Google</a>. Tudo estará acessível com um login e senha, por isso o cuidado é fundamental. Antes de mais nada, use senhas difíceis de serem descobertas. Parece bobagem mas conheço dezenas de pessoas que insistem em usar a data de aniversário ou o nome do cachorro em senhas. Sem comentários. E se a informação é tão confidencial que não pode cair na mãos de ninguém, melhor não colocar on-line, guarde para você mesmo. Quanto à  possibilidade do Google vasculhar seus dados deliberadamente, é improvável, fique tranqüilo.</p><p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:[Google Docs &amp; Spreadsheet] " class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googledocs2.png" title="[Google Docs &amp; Spreadsheet] " alt="[Google Docs &amp; Spreadsheet] " class="floatTL" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script></p><h3>Zoho Virtual Office</h3><p>Entre hoje e amanhã acontece a <a
href="http://office20con.com/">Conferência Office 2.0</a>. Além do Google, uma <em>startup</em> está finalmente integrando seus serviços de escritório on-line. Trata-se do <a
href="http://zoho.com/">Zoho Virtual Office</a>, suíte com vários serviços que incluem calendário, processador de textos, planilhas, apresentações e outras ferramentas de produtividade. A Microsoft que se cuide&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/google-docs-o-office-on-line/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>10</slash:comments> </item> <item><title>Esqueça o outsourcing. O negócio agora é o crowdsourcing</title><link>http://techbits.com.br/2006/esqueca-o-outsourcing-o-negocio-agora-e-o-crowdsourcing/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/esqueca-o-outsourcing-o-negocio-agora-e-o-crowdsourcing/#comments</comments> <pubDate>Tue, 03 Oct 2006 10:17:10 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[crowdsourcing]]></category> <category><![CDATA[darpa]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[negócios]]></category> <category><![CDATA[netflix]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/esqueca-o-outsourcing-o-negocio-agora-e-o-crowdsourcing/</guid> <description><![CDATA[Claro, estou exagerando. Há alguns meses um artigo na revista Wired chamado The Rise of Crowdsourcing mostrou como a multidão pode ajudar organizações a completar tarefas e diminuir custos. O crowdsourcing é o &#8220;novo lugar da mão-de-obra barata: pessoas no dia-a-dia usando seus momentos ociosos para criar conteúdo, resolver problemas e até mesmo para pesquisa [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/multidao.png" title="[crowdsourcing ]" alt="[crowdsourcing ]" />Claro, estou exagerando. Há alguns meses um artigo na revista Wired chamado <a
href="http://www.wired.com/wired/archive/14.06/crowds.html">The Rise of Crowdsourcing</a> mostrou como a multidão pode ajudar organizações a completar tarefas e diminuir custos. O crowdsourcing é o &#8220;novo lugar da mão-de-obra barata: pessoas no dia-a-dia usando seus momentos ociosos para criar conteúdo, resolver problemas e até mesmo para pesquisa e desenvolvimento&#8221;.</p><h3>Netflix</h3><p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/netflix.png" alt="[Netflix] " title="[Netflix] " />A <a
href="http://www.netflix.com">Netflix</a> é uma locadora de DVD&#8217;s dos EUA que aluga filmes pela internet e entrega pelos correios. Quebrou paradigmas e fez a Blockbuster rever seu negócio. Mas o que traz a Netflix para este artigo é que <a
href="http://www.diogoazevedo.com/2006/10/netflix-cria-premio-de-1-mi/">acabam de anunciar um prêmio de  US$ 1 milhão</a> a quem (sim, qualquer pessoa) desenvolver um algoritimo 10 % melhor no quesito sugestão de filmes do que o sistema atual deles. Já que exploram a <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a> dos filmes, querem que as sugestões atinjam de forma mais certeira os gostos pessoais de cada um. É a essência do crowdsourcing: colocam a multidão para trabalhar e se alguém conseguir resultados, pagam.</p><h3>Google</h3><p>Recentemente o Google lançou um jogo on-line chamado <a
href="http://images.google.com/imagelabeler/">Google Image Labeler</a>. Um claro exemplo de crowdsourcing. As duplas precisam dar nomes às imagens que vão aparecendo na tela. Ganha-se pontos se os dois (desconhecidos entre si, localizados em diferentes partes da Terra) derem o mesmo nome à  figura. Parece algo idiota mas é na verdade uma grande sacada. Ao invés de contratar pessoas para identificar as imagens, o Google resolveu usar o poder da multidão para completar a tarefa. Pessoas aleatórias ao redor do mundo jogam em duplas e ganham pontos. Essa é a recompensa delas. Dessa forma o <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Google" class="bbli">Google<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> consegue identificar milhões e milhões de imagens de forma rápida e barata.</p><h3>DARPA</h3><p><a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:Inteligência artificial livro" class="bbli"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/stanley.gif" title="[Stanley, o vencedor do DARPA Grand Challenge 2005] " alt="[Stanley, o vencedor do DARPA Grand Challenge 2005] " /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script>Não, nada a ver com o <a
href="http://www.lostcast.com.br">seriado Lost</a>. Lá a sigla onipresente é DHARMA. O <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Darpa">DARPA</a> é um órgão militar do governo americano que faz pesquisas. E não é que eles usam o crowdsourcing para melhorar essas pesquisas? Desde 2004 organizam uma competição de carros robôs guiados por inteligência artificial. <a
href="http://www.wired.com/wired/archive/14.01/stanley.html">No ano passado finalmente um carro totalmente controlado por computadores conseguiu terminar a prova realizada no deserto</a>. O próximo desafio é um carro inteligente conseguir trafegar em vias urbanas. Claro, os vencedores ganham um prêmio.</p><h3>Juntando as peças</h3><p>A Netflix e o DARPA procuram soluções para seus problemas. Mas investir internamente ou contratar outra empresa para realizar pesquisas sairia muito caro. A solução encontrada é deixar a multidão pensar. <a
href="http://www.businessweek.com/innovate/content/jul2006/id20060713_755844.htm">Centenas, milhares, talvez milhões de pessoas em um brainstorm</a>. Uma ou outra idéia boa deve surgir, mas quase tudo é lixo. A vantagem: só se paga por resultado, ou seja, o custo pode parecer alto, mas dividido pela quantidade de cérebros envolvidos, acaba sendo um ótimo negócio.</p><p>O Google não paga em dinheiro, e sim em pontos. Dos pontos surge um ranking que gera satisfação para os que lá figuram. Tarefa realizada. E melhor: nada de problemas trabalhistas.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/esqueca-o-outsourcing-o-negocio-agora-e-o-crowdsourcing/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>24</slash:comments> </item> <item><title>Office: cada vez mais prefiro o Google à Microsoft</title><link>http://techbits.com.br/2006/office-cada-vez-mais-prefiro-o-google-a-microsoft/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/office-cada-vez-mais-prefiro-o-google-a-microsoft/#comments</comments> <pubDate>Sat, 23 Sep 2006 17:17:49 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[calendário]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[googleos]]></category> <category><![CDATA[microsoft]]></category> <category><![CDATA[office]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/office-cada-vez-mais-prefiro-o-google-a-microsoft/</guid> <description><![CDATA[Não, não sou ativista contra a Microsoft. Uso diariamente software deles mas encontrei substitutos muito bons para coisas como processador de textos, planilhas e calendário. O conceito de software do Google é bastante diferente daquilo que a Microsoft oferece atualmente. E na minha humilde opinião, melhor. Google vs. Microsoft (ou o novo vs. o antigo) [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googlems.png" alt="[Google vs Microsoft] " title="[Google vs Microsoft] " />Não, não sou ativista contra a <a
href="http://www.microsoft.com/brasil/">Microsoft</a>. Uso diariamente software deles mas encontrei substitutos muito bons para coisas como processador de textos, planilhas e calendário. O conceito de software do <a
href="http://www.google.com.br">Google</a> é bastante diferente daquilo que a Microsoft oferece atualmente. E na minha humilde opinião, melhor.</p><h3>Google vs. Microsoft (ou o novo vs. o antigo)</h3><p>No pacote office da Microsoft precisamos instalar programas no computador. Os documentos gerados são salvos, na maioria das vezes, localmente em sua própria máquina. Ou seja, são acessíveis apenas daquela máquina. No pacote office do Google não precisamos instalar nada. Só há a necessidade de ter um navegador moderno (IE, Firefox, Safari, Opera), algo que a maioria dos computadores já possuem. Os documentos gerados são salvos nos servidores do Google. São acessíveis de qualquer computador que possua acesso à  internet. Viu a diferença?</p><h3>Colaboração, esta é a chave</h3><p>Nos serviços do Google é possível compartilhar os documentos com outras pessoas. E mais, elas podem editar ao mesmo tempo que você os edita. Acredite, isso é uma grande vantagem. Não há necessidade de ficar enviando por email a nova versão do documento para os colaboradores. Com os softwares do Google todos têm acesso ao mesmo tempo à  última versão do documento. Depois de começar a usar algo com esse conceito é quase impossível voltar para o modo antigo. No pacote da Microsoft ao mudar uma vírgula você terá que enviar a nova versão para os colaboradores. E se o outro também mudou suas vírgulas? Aí tudo complica&#8230; Viu a diferença?</p><p>Além disso os arquivos sempre podem ser baixados para seu computador nos formatos padrões do Word (.doc), Excel (.xls) ou ainda em PDF.</p><h3>Writely, o editor de textos on-line</h3><p>O <a
href="http://writely.com/">Writely</a> é um editor de textos on-line com as principais funções de seu equivalente MS Word. Todos os textos deste blog são editados no Writely, desde o começo. O Writely foi comprado pelo Google no início deste ano, tornou-se beta público há cerca de um mês e nesta semana passou a integrar definitivamente os serviços web do Google ao aceitar o Contas Google como forma de login.<img
src="/img/ext/writely.gif" title="[Writely] " alt="[Writely] " class="floatTL"/></p><h3>Spreadsheets, a planilha on-line</h3><p>O <a
href="http://spreadsheet.google.com/">Google Spreadsheets</a> é uma planilha on-line que rivaliza com seu equivalente MS Excel. Possui as funções principais usadas em uma planilha e não decepciona. Permite edição simultânea e também já integra chat para conversar com quem estiver editando o mesmo documento naquele momento. Só não possui ainda suporte a macros. Mas quantos usam isso?<img
src="/img/ext/spreadsheets.gif" title="[Spreadsheets] " alt="[Spreadsheets] " class="floatTL"/></p><h3>Agenda, o calendário on-line</h3><p>O nome em inglês do serviço é Calendar. Essa semana foi lançado em português com o nome de <a
href="http://www.google.com/calendar">Agenda</a>. É o melhor gerenciador de agendas que conheço. É possível compartilhar parte dos compromissos com as pessoas que precisam saber (ideal para agenda de negócios ou para casais que querem gerenciar melhor o tempo), entre outras vantagens.<img
src="/img/ext/agenda.jpg" title="[Agenda] " alt="[Agenda] " class="floatTL"/></p><h3>Google em overdrive</h3><p>O <a
href="http://www.solonbro.com/?p=58">Google está em overdrive</a>. Parte desta constatação é que recentemente lançaram o Google Apps for your Domain (Aplicações Google para seu Site). Uma integração de seus melhores serviços destinadas às pequenas e médias organizações. A questão que fica é: <a
href="http://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/">você confiaria seus dados ao Google?</a> Eu confio.</p><h4>Leia também:</h4><p><a
href="http://techbits.com.br/2006/google-docs-o-office-on-line/">Google Docs, o office on-line </a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/office-cada-vez-mais-prefiro-o-google-a-microsoft/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>24</slash:comments> </item> <item><title>Eu curti. E você?</title><link>http://techbits.com.br/2006/eu-curti-e-voce/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/eu-curti-e-voce/#comments</comments> <pubDate>Thu, 14 Sep 2006 14:17:43 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[digg]]></category> <category><![CDATA[eu-curti]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/eu-curti-e-voce/</guid> <description><![CDATA[Venho acompanhando há algum tempo o site que, parece, tornará-se o Digg brasileiro. O Eu Curti é uma rede social colaborativa de notícias. Exatamente o mesmo conceito que tenho do Digg, com a vantagem de ser em português. São sites que na essência dão o &#8220;controle editorial&#8221; aos usuários ao permitir que enviem notícias (publicadas [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
alt="[Eu curti] " title="[Eu curti] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/eucurti.gif" />Venho acompanhando há algum tempo o site que, parece, tornará-se o Digg brasileiro. O <a
href="http://eucurti.com.br/">Eu Curti</a> é uma rede social colaborativa de notícias. Exatamente o mesmo conceito que tenho do <a
href="http://digg.com/">Digg</a>, com a vantagem de ser em português. São sites que na essência <a
href="http://techbits.com.br/2006/pagar-nao-rima-com-cavar/">dão o &#8220;controle editorial&#8221; aos usuários</a> ao permitir que enviem notícias (publicadas em outros sites), votem nelas (a favor ou contra) e, se a multidão achar relevante, promover para a página principal.</p><p>Explicando melhor: há um algoritimo que mede a intensidade de interesse por determinada notícia de acordo com os votos recebidos e a votação geral do site. Esse algoritimo promove notícias para a página principal ou as mantém no ostracismo. Os <a
href="http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-privacidade/#multidao">desejos da multidão</a> é que decidem.</p><h3>O efeito digg</h3><p>Os sites e blogs escritos em inglês podem sofrer do <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Digg_effect">efeito digg</a> (o novo efeito slashdot). Isso significa que seus posts ganharam a simpatia da multidão e foram parar na página principal. Ou seja, o site foi <em>digged</em>. O fluxo de leitores dispara a níveis astronômicos e, de tantos acessos simultâneos o site pode sair do ar. Quase que um <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DDoS">ataque de negação de serviço</a> (DDoS), mas gerado por sucesso de um post e não por hackers.</p><p>O Eu Curti cresceu bastante de movimento nos últimos dias, após <a
href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2006/09/13/idgnoticia.2006-09-13.5130350098/IDGNoticia_view">publicação de uma matéria no IDGNow</a>. Está ganhando massa crítica com mais notícias sendo postadas e mais pessoas votando. Em breve deve surgir o efeito eu curti. E os sites que sairem do ar poderão dizer: fui curtido.</p><h3>Concorrentes</h3><p>Na onda da web 2.0 brasileira existem vários serviços similares ao Eu Curti. Quem deu a dica foi o <a
href="http://www.diogoazevedo.com/2006/09/voce-conhece-os-diggs-nacionais/">Diogo Azevedo</a>, em uma ótima análise publicada em seu blog recentemente. Entre os concorrentes temos o <a
href="http://www.ouvidizer.com/">Ouvi Dizer</a>, o <a
href="http://www.linkk.com.br/">LinkK</a>, o <a
href="http://www.syxt.com.br/rec6/index.php">rec6</a> e o <a
href="http://www.overmundo.com.br/">Overmundo</a>. Este último é voltado para cultura, ou seja, explora um nicho bem específico e já é bastante conhecido pelos internautas. Dos outros três, o rec6 é o que tem a interface mais com cara de web 2.0. Os três aparentemente não têm o mesmo número de usuários que o Eu Curti, mas estão em busca por um lugar ao Sol.</p><h3>Cauda Longa da notícia</h3><p>Temos um agregador (Eu Curti), uma rede social colaborativa e uma infinidade de blogs e sites na disputa pela atenção do leitor. Um blog de nicho consegue através do Eu Curti atingir um público muito maior, demonstrando que <a
href="http://9rules.com/blog/2006/08/9rules-long-tail/">há demanda para qualquer conteúdo</a>. Não importa qual site que você está lendo e sim se o conteúdo é relevante para seus interesses. Essa é a <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a> da notícia.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/eu-curti-e-voce/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>12</slash:comments> </item> <item><title>Plutão: Wikipédia 10 x Livros, zero</title><link>http://techbits.com.br/2006/plutao-wikipedia-10-x-livros-zero/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/plutao-wikipedia-10-x-livros-zero/#comments</comments> <pubDate>Fri, 25 Aug 2006 18:17:22 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[livro]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[paradigma]]></category> <category><![CDATA[wikipedia]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/plutao-wikipedia-10-x-livros-zero/</guid> <description><![CDATA[Uma notícia interessante desta semana é que Plutão não é mais um planeta. Foi rebaixado para planeta-anão. Mas o que isso tem a ver com tecnologia? Bom, enquanto na Wikipédia o verbete destinado ao ex-planeta foi alterado horas após o anúncio da nova classificação pela UAI, os livros didáticos brasileiros só serão atualizados em&#8230; 2008. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/wikipedia.png" alt="Wikipédia, A enciclopéia" title="Wikipédia, A enciclopéia" />Uma notícia interessante desta semana é que <a
href="http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/ago/24/104.htm" title="Plutão, anão">Plutão não é mais um planeta</a>. Foi rebaixado para planeta-anão. Mas o que isso tem a ver com tecnologia? Bom, enquanto na Wikipédia o verbete destinado ao ex-planeta <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Plut%C3%A3o" title="Wikipédia = agilidade">foi alterado horas após o anúncio</a> da nova classificação pela UAI, os livros didáticos brasileiros <a
href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u15080.shtml" title="Livros já saem desatualizados">só serão atualizados em&#8230; 2008</a>.</p><h3>O poder da produção colaborativa</h3><p>Para os que não conhecem, a <a
href="http://pt.wikipedia.org" title="Wikipédia em português">Wikipédia</a> é uma enciclopédia colaborativa disponível gratuitamente e on-line. A essência da Wikipédia é a interação entre usuários e sua colaboração na geração de conteúdo. Em uma enciclopédia tradicional cada verbete é submetido a vários especialistas renomados para então se definir o que será publicado. Na Wikipédia qualquer um pode criar ou alterar verbetes. Aparentemente isso poderia causar o caos, mas o fato de milhares de pessoas interagirem fazendo feedback entre elas leva a um conteúdo, se não correto, muito próximo disso.</p><p>É de novo aquela história da <a
href="http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-privacidade/" title="Wisdom of crowds">sabedoria das multidões</a>. O conhecimento agregado de cada pessoa se manifesta em artigos com qualidade comparável às melhores enciclopédias. <a
href="http://www.nature.com/news/2005/051212/full/438900a.html" title="Nature: Wikipedia 4 erros, Britannica 3">A revista Nature fez um estudo e detectou, em média, 4 erros por artigo na Wikipédia contra 3 na Enciclopédia Britannica</a>. Com um diferencial: após a descoberta dos erros a comunidade wikipediana corrigiu-os prontamente&#8230; enquanto isso, na Britannica&#8230; você sabe&#8230; só em um futuro distante&#8230;</p><h3>Os livros estão mortos?</h3><p>Não. Pelo menos por enquanto. Os livros ainda exercem papel fundamental no mundo moderno que é o de guardar informação. O grande problema sempre foi achar essa informação dentro deles. Mas a economia da <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/" title="A Cauda Longa">Cauda Longa</a> ajuda a manter os livros em alta: lojas virtuais como a Amazon permitem buscar palavras no interior de livros e o Google tem um<a
href="http://books.google.com.br" title="Google Books agora em português"> projeto</a> em andamento para digitalizar e, por conseqüência, facilitar a busca no conteúdo de todos os livros existentes. Aquele livro desconhecido, com a exata informação que você procura, não mais ficará perdido em uma prateleira empoeirada. Mas quando, em 2008, Plutão virar planeta-anão nos livros didáticos, pode ser que essa informação já esteja desatualizada.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/plutao-wikipedia-10-x-livros-zero/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>4</slash:comments> </item> <item><title>Pagar não rima com cavar</title><link>http://techbits.com.br/2006/pagar-nao-rima-com-cavar/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/pagar-nao-rima-com-cavar/#comments</comments> <pubDate>Thu, 03 Aug 2006 10:17:27 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[digg]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[netscape]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/pagar-combina-com-cavar/</guid> <description><![CDATA[Definitivamente as redes sociais estão na moda. Aqui no Brasil temos o orkut no qual não ter um perfil significa praticamente não existir. Nos EUA temos o MySpace que começa a provocar discussões em torno da privacidade e acesso a menores de idade. Mas será que a única forma de rede social que existe é [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
title="Digg vs Netscape" alt="[Digg vs Netscape]" src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/diggvsnetscape.png" />Definitivamente as redes sociais estão na moda. Aqui no Brasil temos o <a
title="Você não está no orkut?" href="http://www.orkut.com">orkut</a> no qual não ter um perfil  significa praticamente não existir. Nos EUA temos o <a
title="MySpace, o site mais visitado dos EUA" href="http://myspace.com">MySpace</a> que começa a provocar discussões <a
title="MySpace restrito" href="http://news.yahoo.com/s/nf/20060801/bs_nf/45024">em torno da privacidade e acesso a menores de idade</a>. Mas será que a única forma de rede social que existe é essa, na qual as pessoas se expõe para se relacionar? Felizmente a resposta é não!</p><p>Um dos fenômenos mais interessantes das redes sociais está na área de mídia e se chama <a
title="Cave o digg" href="http://digg.com">Digg</a>. É um site que mistura colaboração, rede social, bookmarking e notícias. Como conseqüência torna-se uma fonte de informações quentíssimas.  Não é exagero dizer que mudou os hábitos da web.</p><h3>Cadê os editores?</h3><p>Na verdade o Digg não produz seu próprio conteúdo. Sua página principal exibe resumos de matérias publicadas em sites por toda a internet. A grande novidade é a ausência de editores internos. Tudo depende dos usuários. Todos possuem poder de voto (a favor ou contra) e todos podem postar notícias. As mais relevantes, de acordo com a multidão, saem na página principal. Essa é a essência de uma rede social colaborativa.</p><h3>Digg vs Netscape</h3><p>O sucesso do Digg é tão grande que recentemente <a
title="O clone do Digg" href="http://netscape.com/">surgiu um clone</a> . Estamos falando da Netscape, que já foi <a
title="Foi browser, virou mídia" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2001/06/07/netscape-mais-midia-menos-browser/">um browser de sucesso</a> e hoje cria polêmica oferecendo dinheiro para os melhores usuários do Digg.</p><p>Na essência o pensamento da Netscape é o seguinte: há um grupo de usuários que são os mais ativos do Digg. Por que não recompensá-los financeiramente para postar no Netscape ao invés de no Digg?</p><p><a
title="Digg vs Netscape" href="http://leoville.vox.com/library/post/rose-vs-calacanis.html">A questão é complexa</a> mas parece consenso geral que o pagamento de pessoas para postar no site seria algo como voltar ao tradicional pequeno grupo de editores que definem os assuntos importantes. Aquela história de feedback de uma comunidade que se auto regula, acaba. E tudo volta a ser como era antes.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/pagar-nao-rima-com-cavar/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> </channel> </rss>
