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> <channel><title>Techbits &#187; cauda-longa</title> <atom:link href="http://techbits.com.br/tudo-sobre/cauda-longa/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://techbits.com.br</link> <description>O Techbits é um blog voltado para discussão de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, segurança e negócios.</description> <lastBuildDate>Thu, 06 Oct 2011 05:55:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>A nova distribuição de conteúdo</title><link>http://techbits.com.br/2007/a-nova-distribuicao-de-conteudo/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/a-nova-distribuicao-de-conteudo/#comments</comments> <pubDate>Thu, 11 Oct 2007 20:08:16 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[live nation]]></category> <category><![CDATA[madonna]]></category> <category><![CDATA[música]]></category> <category><![CDATA[radiohead]]></category> <category><![CDATA[tropa de elite]]></category> <category><![CDATA[warner]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/a-nova-distribuicao-de-conteudo/</guid> <description><![CDATA[Dias atrás, quando defendi o YouTube frente à TV digital, alguns não entenderam que a minha crítica ia para a forma de distribuição de conteúdo. Não acho que os tradicionais produtores de conteúdo vão deixar de existir. Acho que terão de formular uma nova forma de distribuição. O Tiago Dória, comentando o caso da Madonna [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/tvdigital.jpg" alt="[Distribuição de conteúdo na forma de bits e bytes] " />Dias atrás, <a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-digital-vou-de-youtube/">quando defendi</a> o YouTube frente à TV digital, <a
href="http://www.solonbro.com/?p=239">alguns não entenderam</a> que a minha crítica ia para a forma de distribuição de conteúdo. Não acho que os tradicionais produtores de conteúdo vão deixar de existir. Acho que terão de formular uma nova forma de distribuição. O Tiago Dória, comentando o caso da Madonna <a
href="http://online.wsj.com/article/SB119205443638155166.html" id="okv9" title="que vai abandonar a tradicional Warner pela Live Nation">que vai abandonar a tradicional Warner pela Live Nation</a>, tirou as palavras do meu teclado:</p><blockquote><p>&#8220;(&#8230;) na parte de distribuição [as gravadoras], já perderam o bonde da história para a internet &#8211; já não têm controle sobre como e onde o seu conteúdo será distribuído. Aliás, o que a internet vem mudando é muito mais a indústria da distribuição do que a de produção de conteúdo.&#8221;, <a
href="http://z001.ig.com.br/ig/59/32/896736/blig/tiagodoria/2007_41.html#post_18974428" id="copg" title="Tiago Dória">Tiago  Dória</a></p></blockquote><h3>Somos ladrões?</h3><p>A indústria de entretenimento considera seus consumidores ladrões. Processam pessoas que querem seu produto, mas que estão cansadas da mídia física, que exige, por exemplo, comprar várias músicas ruins quando só queremos uma única faixa. Quando colocam em lojas virtuais como a iTunes, enchem o arquivo de DRM. Ao invés de confiar naqueles que geram sua receita, desconfiam. <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20071004-verdict-is-in.html" id="ssb6" title="Sua incompetência em entender que o mundo mudou é trasnformada em processos">Sua incompetência em entender que o mundo mudou é transformada em processos</a>.  Não é à toa que a troca ilegal de arquivos pela internet corre solta.</p><p>O blog Torrent Freak diz que <a
href="http://torrentfreak.com/steal-our-album-bury-the-label-071009/" id="w_w2" title="uma banda de rock propôs que todos nós roubemos mesmo música das gravadoras">uma banda de rock propôs que todos nós roubemos mesmo música das gravadoras</a>, pois para a banda, dinheiro da venda de CDs nunca aparece. A idéia é mais ou menos essa: se algum fã quer mesmo que o dinheiro chegue ao artista, roube música das gravadoras para acabar de vez com elas, vá aos shows, compre uma camiseta e entoe a canção. Pelo menos o dinheiro entra.</p><p>A mensagem é clara: a distribuição de conteúdo, do jeito que está hoje, não funciona mais como modelo de negócios. <a
href="http://meiobit.com/industria/lembram_do_radiohead_pois_funcionou" id="g6wk" title="Radiohead sabe muito bem disso e publicou seu último albúm somente on-line">Radiohead sabe muito bem disso</a> e publicou seu último álbum somente on-line. <a
href="http://www.messa.com.br/eric/ecode/2007/10/sobre-pirataria-e-um-pouco-de-radiohead.html">Sem falar do caso &#8220;Tropa de Elite&#8221;</a>, que ia cobrir aqui, mas acabou ficando para trás.</p><h3>Barateamento dos meios de distribuição</h3><p>Antes só a <a
href="http://acompanhia.blogarium.net/" id="ejn3" title="Big-Company-Inc-S.A">Big-Company-Inc-S.A.</a> tinha dinheiro para bancar a distribuição de informação, seja ela um texto, uma música ou um filme. Todo mundo está cansado de ouvir, hoje todos podem ter um blog, distribuir músicas, fotos, vídeos. Ficou barato.</p><p>O meio internet, os bits e bytes da grande rede, transformaram a distribuição em <em>commodity</em>, algo que a indústria custa a aceitar. Não é à toa que minha TV, meu jukebox, meu livro, meu jornal, todos são a internet. Continuo aceitando pagar para receber conteúdo como filmes, livros, etc&#8230; Mas prefiro a internet como meio. Ponto final.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">O LOST e o novo paradigma da distribuição de conteúdo</a></li><li><a
href="http://meiobit.com/audio_video_fotografia/caso_madonna_extin_o_ou_evolu_o">Caso Madonna: Extinção ou Evolução?</a>, via Meio Bit</li><li><a
href="http://z001.ig.com.br/ig/59/32/896736/blig/tiagodoria/2007_41.html#post_18974428">Madonna já sabe o que fazer com as gravadoras</a>, via Tiago Dória</li><li><a
href="http://online.wsj.com/article/SB119205443638155166.html">Madonna Heads for Virgin Territory</a>, via The Wall Street Journal</li></ul><p><small>(*) imagem deste post, <a
href="http://flickr.com/photos/75724192@N00/64138013/">via Flickr</a></small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/a-nova-distribuicao-de-conteudo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>8</slash:comments> </item> <item><title>Fiz: fizeram errado</title><link>http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/#comments</comments> <pubDate>Mon, 26 Mar 2007 13:17:36 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[editora-abril]]></category> <category><![CDATA[fiz]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <category><![CDATA[restrições]]></category> <category><![CDATA[tv]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/</guid> <description><![CDATA[O &#8220;Next Big Thing&#8221; da web certamente é o vídeo. O YouTube está aí pra provar, o Joost chega logo mais para quebrar paradigmas e a editora Abril lança o canal Fiz. A proposta do Fiz é, como o próprio nome diz, mostrar vídeos feitos pelo usuário, escolhidos entre aqueles postados no site do serviço. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/fiz_tv.png" alt="[Fiz" title="Fiz TV" />O &#8220;Next Big Thing&#8221; da web certamente é o vídeo. O YouTube está aí pra provar, o <a
href="joost.com">Joost</a> chega logo mais para quebrar paradigmas e a editora Abril lança o canal Fiz. A proposta do Fiz é, como o próprio nome diz, mostrar vídeos feitos pelo usuário, escolhidos entre aqueles postados no site do serviço. O canal será para a TV paga e a programação definida pelo usuário. Deve estrear até o meio deste ano e é uma tentativa de misturar a popularidade do YouTube com a velha mídia chamada de televisão.</p><h3>Restrição não dá certo</h3><p><a
href="http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/">O YouTube é diametralmente oposto à  TV</a>. Na TV comum há restrições de horário, grade de programação, variedade de conteúdo e de número de canais. Nada disso existe no YouTube. Você assiste quando quiser, o que quiser, na variedade quase infinita da cauda longa (long tail) dos vídeos. O Fiz tenta fazer uma mistura dos dois modelos mas erra feio exatamente no quesito que o diferencia do YouTube: continua restritivo na distribuição.</p><p>Ao criar um canal de TV paga, o resultado do Fiz será restrito por horários, disponibilidade do espectador, grade, etc&#8230; A única semelhança com o YouTube é a produção do conteúdo, <em>crowdsorcizada</em> para os usuários. O resto não passa da mesma coisa que a decadente TV convencional. Além de tudo isso é TV paga, ou seja, disponível apenas para uma pequena parcela da população.</p><h3>Cauda Longa</h3><p>Não adianta tentar adaptar um serviço de <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">cauda longa</a> que são os vídeos produzidos pelo usuário, para serem massificados através do sinal da TV à  cabo. A cauda longa diz que tudo são pequenos nichos. O Fiz não vai se adaptar a nenhum deles e vai virar um canal de videocassetadas, o popularesco pão e circo que diverte as multidões acéfalas. Nada a ver com o YouTube e muito longe de um concorrente forte. O fato de tentar misturar duas coisas diferentes para tentar criar algo intermediário acaba nivelando o serviço à  sua pior parte que é a restrição do sinal de TV. Nada de assitir ao Tapa na Pantera a hora que você desejar, só no horário nobre. Fala sério.</p><h4>Leia também:</h4><ul><li><a
href="http://techbits.com.br/2007/joost-revolucao-na-tv/">Joost: revolução na TV?</a></li><li><a
href="http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">O LOST e o novo paradigma da distribuição de conteúdo</a></li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/fiz-fizeram-errado/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> <item><title>TV e YouTube: diametralmente opostos</title><link>http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/#comments</comments> <pubDate>Wed, 10 Jan 2007 22:17:34 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[distribuição]]></category> <category><![CDATA[venice-project]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/</guid> <description><![CDATA[Os últimos dias foram agitados e o assunto do momento foi o YouTube e aquela modelo que estragou sua imagem completamente. Mas quais os motivos para YouTube fazer tanto sucesso? Rede social? Vídeos engraçados? Tapa na Pantera? Não, nada disso. A razão do sucesso é que o YouTube é diametralmente oposto ao que chamamos de [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/youtube.png" alt="[YouTube] " title="[YouTube] " />Os últimos dias foram agitados e o assunto do momento foi o <a
href="http://techbits.com.br/2007/cicatube-a-novela/">YouTube e aquela modelo que estragou sua imagem completamente</a>. Mas quais os motivos para YouTube fazer tanto sucesso? Rede social? Vídeos engraçados? Tapa na Pantera? Não, nada disso. A razão do sucesso é que o YouTube é diametralmente oposto ao que chamamos de TV convencional. A única semelhança é que ambos passam vídeos. Fora isso, há uma explicação para o sucesso deste site de vídeos: <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">a Cauda Longa</a>.</p><h3>Como funciona a TV convencional?</h3><p>Horários fixos na grade de programação. Programas e assuntos definidos pelo editor. Falta de disponibilidade do telespectador. O primeiro problema pode ser resolvido com aparelhos de gravação (DVD e DVR&#8230; tem um tal de VHS, mas alguém se lembra o que é isto?). O segundo problema é menor na TV a cabo, mas ainda assim conta com variedade pequena. O terceiro só pode ser resolvido se o telespectador puder controlar quando quer ver um programa. Concluindo, a TV convencional restringe por  horários fixos, variedade de programação e disponibilidade de tempo do telespectador.</p><h3>E como funciona o YouTube?</h3><p>É exatamente o inverso da TV convencional. Não há restrições de disponibilidade de tempo (você assiste quando quer) e, em relação à  variedade, praticamente encontra-se de tudo, exceto coisas proibidas pelos termos de uso. Ficamos livres para escolher o conteúdo que queremos, na hora que desejarmos.</p><p>Dito tudo isso, chegamos à  conclusão que o YouTube é a Cauda Longa dos vídeos. Variedade quase infinita (leia <a
href="http://lulileslie.com/blog/?p=287">os problemas das escolhas ilimitadas</a> no blog da <a
href="http://lulileslie.com/">Lulileslie</a>) e  nichos com assuntos muito específicos. Também há a possibilidade de busca do conteúdo através de tags (folksonomia), e mais recentemente <a
href="http://techbits.com.br/2007/podzinger-a-busca-que-faltava-ao-youtube/">busca dentro dos vídeos pela linguagem falada</a>. E na TV convencional, nada disso é possível. Só assistir como o Homer faz, e nada mais. Não é à  toa que o YouTube faça tanto sucesso e já substitui a TV convencional em certas faixas etárias.</p><h3>The Venice Project</h3><p>Bom, o suprassumo da distribuição de conteúdo será o <a
href="http://www.theveniceproject.com/">The Venice Project</a> (<a
href="http://www.techcrunch.com/2006/12/21/venice-project-details-and-screen-shots/">info aqui</a>). Trata-se de uma <em>startup</em> criada pelos fundadores do Skype (lembrem, eles venderam o Skype para o e-Bay por cerca de US$ 2 Bi) que vai revolucionar o vídeo. Com lançamento oficial previsto para ainda este ano, será algo estrondoso, que mudará os fundamentos da indústria de entretenimento. Baseia-se em <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P2P">P2P</a> para distribuir conteúdo de forma rápida e legalizada. Aqui no Techbits recebi um convite para ser beta-tester. Agradeço ao <a
href="http://teseeantitese.wordpress.com">José Moreno do Tese e Antítese</a> pelo convite. Farei os devidos testes e em breve escrevo sobre minhas impressões. Enquanto isso, <a
href="http://techbits.com.br/2007/esqueca-o-youtube-vamos-de-metacafe/">esqueçam o Metacafe, voltemos ao YouTube</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>17</slash:comments> </item> <item><title>Que o ano de 2007 seja fantástico para a blogosfera brasileira</title><link>http://techbits.com.br/2007/que-o-ano-de-2007-seja-fantastico-para-a-blogosfera-brasileira/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/que-o-ano-de-2007-seja-fantastico-para-a-blogosfera-brasileira/#comments</comments> <pubDate>Tue, 02 Jan 2007 01:17:33 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[blogosfera]]></category> <category><![CDATA[brasil]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[monetizar]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <category><![CDATA[você]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/que-o-ano-de-2007-seja-fantastico-para-a-blogosfera-brasileira/</guid> <description><![CDATA[Olá, Feliz 2007! Não preparei um post automático para aparecer nos primeiros minutos de 2007. E também faz tempo que não escrevo&#8230; quase que não lembro mais como se posta algo no WordPress, hehehe! Mas foi uma pausa de final de ano para começar 2007 com toda força! Se a revista Time disse que a [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
title="[2007 estilizado, extraído do Flickr, sem nota de copyright] " alt="[2007 estilizado, extraído do Flickr, sem nota de copyright] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/2007.png" class="floatTL"/>Olá, Feliz 2007! Não preparei um post automático para aparecer nos primeiros minutos de 2007. E também faz tempo que não escrevo&#8230; quase que não lembro mais como se posta algo no WordPress, hehehe! Mas foi uma pausa de final de ano para começar 2007 com toda força! Se a <a
href="http://100nexos.com/arquivo/6">revista Time disse que a personalidade do ano passado foi <strong>Você</strong></a>, isso significa que o conteúdo gerado pelo usuário é a grande tendência da web e os blogueiros estão muito bem inseridos neste cenário.</p><p>No meio de tantas redes sociais como as de notícias (<a
href="http://digg.com/">digg</a>), de música (<a
href="http://pandora.com/">Pandora</a>), de vídeos (<a
href="http://youtube.com/">YouTube</a>), de fotos (<a
href="http://flickr.com/">Flickr</a>), de bookmarks (<a
href="http://del.icio.us/">del.icio.us</a>), de azaração (<a
href="http://orkut.com/">orkut</a>), em 2006 os blogs se destacaram como o melhor em informação especializada, em uma espécie de <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a> muito relevante em cada nicho. Em 2007 essa tendência se consolidará com mais e mais pessoas usando blogs como fonte importante de informação. Hoje não é mais necessário ser um grande portal ou site de notícias importante para ser lido. Se <strong>Você</strong> gera conteúdo interessante e de qualidade será encontrado pelos mecanimos de busca e, conseqüentemente, pelas pessoas.</p><p>A blogosfera brasileira mostrou em 2006 um grande crescimento (minha observação empírica, não peça que eu prove esta afirmação, hehe!). Serviços como o <a
href="http://blogblogs.com.br/">BlogBlogs</a> e o <a
href="http://www.syxt.com.br/rec6">Rec6</a> foram criados de olho neste mercado, o que demonstra amadurecimento. Alguns já começaram a <a
href="http://www.contraditorium.com/2006/11/07/esse-google-me-paga/">faturar alto como probloggers</a>. O ano de 2007 promete muita agitação ao redor da esfera brasileira. Tentarei fazer a minha parte. Participe <strong>Você</strong> também!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/que-o-ano-de-2007-seja-fantastico-para-a-blogosfera-brasileira/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>6</slash:comments> </item> <item><title>Submarino e Americanas: a gigante do e-commerce</title><link>http://techbits.com.br/2006/submarino-e-americanas-a-gigante-com-e-commerce/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/submarino-e-americanas-a-gigante-com-e-commerce/#comments</comments> <pubDate>Thu, 23 Nov 2006 16:17:12 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[amazon]]></category> <category><![CDATA[americanas]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[comércio-eletrônico]]></category> <category><![CDATA[fusão]]></category> <category><![CDATA[submarino]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/submarino-e-americanas-a-gigante-com-e-commerce/</guid> <description><![CDATA[A Americanas.com surgiu como a operação virtual de uma loja conhecida no mundo real, com lojas físicas e tudo mais. O Submarino já nasceu virtual. Tudo isso em 1999, época da primeira grande onda da internet. Enfrentaram o estouro da bolha em 2000 e discutiram pela primeira vez a possibilidade de juntar as operações. Passada [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
title="[Amebarino ou Subericanas?] " alt="[Amebarino ou Subericanas?] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/submarinoamericanas.png" />A Americanas.com surgiu como a operação virtual de uma loja conhecida no mundo real, com lojas físicas e tudo mais. O Submarino já nasceu virtual. Tudo isso em 1999, época da primeira grande onda da internet. Enfrentaram o estouro da bolha em 2000 e discutiram pela primeira vez a possibilidade de juntar as operações. Passada a crise cada uma foi para seu lado, crescendo de forma consistente. Agora os dois maiores players do mercado brasileiro <a
href="http://estadao.com.br/tecnologia/internet/noticias/2006/nov/23/101.htm">se fundem em uma empresa</a> (chamada de B2W) que, estima-se, venderá R$ 2 bilhões este ano.</p><h3>Cauda Longa e Disponibilidade</h3><p>Ambas as empresas já atuam na <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a>. Possuem prateleiras gigantes, quase infinitas, na qual vendem milhares de produtos. Essa é a vantagem de ser virtual. Aparentemente, pelo que entendi dos press releases, as operações de lojas físicas da Americanas ficam de fora do negócio. Desta forma a empresa criada é totalmente virtual e, portanto, consegue tirar vantagem da Cauda Longa. Se bem que se usarem as lojas físicas da Americanas como estoque pode ajudar a diminuir custos de uma prateleira infinita.</p><p>Outro fato que se nota nesta fusão é a atuação múltipla da B2W. <a
href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u99419.shtml">A Americanas havia comprado o canal de TV e e-commerce Shoptime</a>. Por sua vez o Submarino agrega os serviços de vendas do Ingresso.com e da TravelWeb. A B2W atuará no comércio eletrônico de bens de consumo, ingressos, viagens e também tem um canal de TV para divulgar seus produtos. Ou seja, disponibilidade por vários meios. Uma verdadeira potência.</p><h3>Amazon</h3><p>Há rumores que a Amazon está se preparando para finalmente atuar no Brasil. Hoje só podemos comprar livros, se não me engano. Uma operação brasileira da maior do comércio eletrônico mundial seria ótimo para o consumidor. <a
href="http://lulileslie.com/blog/?p=246">Seria a fusão uma indicação de que os rumores da Amazon são pra valer?</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/submarino-e-americanas-a-gigante-com-e-commerce/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>O LOST e o novo paradigma da distribuição de conteúdo</title><link>http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/#comments</comments> <pubDate>Wed, 04 Oct 2006 17:17:02 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[blu-ray]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[conteúdo]]></category> <category><![CDATA[hd-dvd]]></category> <category><![CDATA[lost]]></category> <category><![CDATA[paradigma]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/</guid> <description><![CDATA[Hoje estréia nos EUA a terceira temporada da série Lost. O que isso tem a ver com tecnologia? Fora o fato de todos os geeks assistirem, a pergunta é: como esses geeks vão assistir se a temporada, como já disse, estréia nos EUA e não no Brasil&#8230;? Fácil: BitTorrent. Pra quem não sabe o BitTorrent [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/lost.jpg" alt="[Lost] " title="[Lost] " class="floatTL"/>Hoje estréia nos EUA a terceira temporada da <a
href="http://www.lostcast.com.br/">série Lost</a>. O que isso tem a ver com tecnologia? Fora o fato de todos os geeks assistirem, a pergunta é: como esses geeks vão assistir se a temporada, como já disse, estréia nos EUA e não no Brasil&#8230;? Fácil: BitTorrent. Pra quem não sabe o <a
href="http://www.wired.com/wired/archive/13.01/bittorrent.html?pg=1&amp;topic=bittorrent&amp;topic_set=">BitTorrent é uma forma rápida de compartilhar arquivos</a>. Claro, a indústria de filmes, músicas e seriados enxerga essa tecnologia como o inimigo. Mas chegou a hora de eles entenderem que o <a
href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2005/05/25/nao-vi-na-tv-a-cabo-preferi-baixar-pela-internet/">modo tradicional que usam para distribuir conteúdo precisa de uma reviravolta urgente</a> pois estão sendo atropelados pela tecnologia.</p><h3>O novo broadcast</h3><p>As formas tradicionais de distribuição estão com os dias contados. Nos dias atuais ser fã de um programa de TV é um problemão pois o tempo é escasso e nem sempre estamos disponíveis para ver a transmissão. As emissoras de TV e rádio também sofrem do mesmo problema pois o tempo disponível em suas grades de programação limita-se às 24 horas do dia. Ok, existe o videocassete pra gravar tudo isso. Existe? Atualmente aqui no Brasil as TVs a cabo distribuem conversores digitais que, entre outras funções, também gravam programas. Uma espécie de <a
href="http://www.tivo.com">TiVo</a>, muito comum nos EUA. Parte do problema está resolvido.</p><p>Mas vem da internet a solução completa: o tempo não é mais um problema pois assistimos de acordo com nossa disponibilidade e não seguindo as vontades do programador da emissora de TV. O conteúdo pode ser refinado de acordo com os gostos pessoais, ou seja, vamos gastar o tempo disponível apenas com o que realmente  nos interessa. Achar tal conteúdo é facilitado pelos mecanismos de busca. Isso tá com cara de economia da <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a>&#8230;</p><h3>O fim das mídias físicas</h3><p>Ontem mesmo saiu um artigo no qual um <a
href="http://www.gamesindustry.biz/content_page.php?aid=20115">executivo da Sony prevê o fim das mídias físicas no prazo de 5 anos</a>. Estranho&#8230; deixa eu entender: não é a Sony que está gastando bilhões para emplacar o Blu-Ray? Mas então o que esse executivo da Sony está falando? Parece que eles finalmente entenderam que ninguém se importa com a <a
href="http://techbits.com.br/2006/blu-ray-vs-hd-dvd-quem-se-importa/">guerra particular do HD-DVD vs. Blu-Ray</a>. Que as mídias físicas descansem em paz (e se possível levem o DRM junto&#8230;).</p><p>Apesar de já existirem exemplos do novo broadcast (<a
href="http://techbits.com.br/2006/amazon-unbox-filmes-para-download/">Amazon Unbox</a> ou a Apple ITMS, entre outros) a indústria ainda teme entrar de vez neste mercado. Quanto mais demorarem, pior. A estréia da terceira temporada do Lost, que deveria ser restrita aos EUA mas pode ser considerada mundial, é uma prova disso.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>22</slash:comments> </item> <item><title>Em defesa da Busca</title><link>http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-busca/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-busca/#comments</comments> <pubDate>Tue, 26 Sep 2006 10:17:07 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[busca]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[google]]></category> <category><![CDATA[mídia]]></category> <category><![CDATA[seo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-busca/</guid> <description><![CDATA[Desde que o Techbits existe, cerca de 19% dos visitantes vieram do Google. É provável que uma parte deles tenha se tornado leitor regular. Por isso figurar em mecanismos de buscas como o Google ou Yahoo! é um ótimo negócio: ganha-se visibilidade e novos leitores. Mas não é assim que pensa uma associação de jornais [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/googlenewsbe.png" alt="[Google News] " title="[Google News] " /><a
href="http://techbits.com.br/2006/mais-um-na-multidao/">Desde que o Techbits existe</a>, cerca de 19% dos visitantes vieram do Google. É provável que uma parte deles tenha se tornado leitor regular. Por isso figurar em mecanismos de buscas como o Google ou Yahoo! é um ótimo negócio: ganha-se visibilidade e novos leitores. <a
href="http://blog.estadao.com.br/blog/anderaos/?title=google_e_proibido_de_publicar_conteudo_d&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1">Mas não é assim que pensa uma associação de jornais da Bélgica</a>. Ganharam na justiça uma ação obrigando o Google a não mais indexar suas páginas. Azar deles.</p><h3>A Busca impulsiona os negócios</h3><p>No livro &#8220;A Busca&#8221; (<a
href="http://submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1069563&amp;ST=SE&amp;franq=170303">compre no Submarino</a>), <a
href="http://battellemedia.com/">John Battelle</a> cita o caso de uma loja de sapatos que, da noite para o dia, viu seu faturamento despencar por ter caído no ranking do Google. A <a
href="http://2bigfeet.com/">loja virtual</a>, que vendia cerca de 40 mil dólares por mês, ficou com estoques encalhados às vésperas do Natal de 2003. A busca impulsiona visitantes, o faturamento e os negócios. Sair da primeira página do Google para outra qualquer fez todos esse índices despencarem.</p><p>Não é à  toa que encontramos pela web empresas vendendo SEO (<a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Seo">Search Engine Optimization</a> &#8211; Otimização em Mecanismos de Busca), muitas delas oferecendo práticas não aceitas pelo Google e, portanto, passíveis de exclusão do mecanismo de busca <a
href="http://news.bbc.co.uk/1/hi/technology/4685750.stm">como ocorreu recentemente com a BMW alemã</a>.</p><h3>Os livros e a prateleira infinita indexável</h3><p>Controvérsia parecida ocorre com as editoras de livros e o Google. O projeto <a
href="http://books.google.com">Google Livros</a> pretende escanear e tornar disponível a busca por todos os livros existentes. <a
href="http://news.com.com/Googles+battle+over+library+books/2100-1025_3-5907506.html">As editoras não gostaram da idéia</a>. Mas como fazer para que aquele livro, perdido em uma estante empoeirada, seja descoberto? Só com a busca na prateleira infinita da <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a>. E isso provavelmente aumentará as vendas.</p><h3>Azar deles</h3><p><a
href="http://hmtk.com/blog/index.php?/archives/45-Google-convicted-in-case-brought-by-Belgian-press.html">Dizem por aí que cerca de 40% das visitas</a> a sites de notícia originam-se de serviços agregadores como o <a
href="http://news.google.com.br/">Google News</a>. Por que então uma empresa de mídia prefere ficar fora do Google? A verdade é que as empresas representadas neste processo querem continuar no Google News, mas exigem pagamento de taxas de direito de uso de trechos de seus textos.</p><p><a
href="http://googleblog.blogspot.com/2006/09/about-google-news-case-in-belgium.html">O Google defende-se</a> dizendo que não fatura em cima do serviço Google News (não há anúncios), e que qualquer site pode se auto excluir de mecanismos de buscas apenas configurando corretamente o <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Robots.txt">robots.txt</a>, arquivo padronizado que alerta robôs de mecanismos de buscas sobre qual conteúdo [não] indexar.</p><p>Só posso entender que os jornais belgas não querem atrair leitores&#8230; azar deles.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-busca/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>6</slash:comments> </item> <item><title>YouTube: vale US$ 1,5 bilhão?</title><link>http://techbits.com.br/2006/youtube-vale-us-15-bilhao/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/youtube-vale-us-15-bilhao/#comments</comments> <pubDate>Thu, 21 Sep 2006 18:17:36 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[direitos-autorais]]></category> <category><![CDATA[monetizar]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <category><![CDATA[youtube]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/youtube-vale-us-15-bilhao/</guid> <description><![CDATA[Se você acabou de cair na Terra e nunca ouviu falar do YouTube, pare de ler imediatamente e vá visitar o site. O YouTube é um sucesso. Já passaram por lá Vanucci, Ronaldinho, a novela Páginas da Vida e mais recentemente Cicarelli (*). O grande problema que muitos apontam é que o site, com um [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/youtube.gif" alt="[YouTube] " title="[YouTube] " />Se você acabou de cair na Terra e nunca ouviu falar do <a
href="http://youtube.com">YouTube</a>, pare de ler imediatamente e vá visitar o site. O YouTube é um sucesso. Já passaram por lá <a
href="http://youtube.com/watch?v=kKQAAAmPhtQ">Vanucci</a>, <a
href="http://youtube.com/watch?v=i_hJaSQ5n2o">Ronaldinho</a>, a novela <a
href="http://youtube.com/watch?v=7KxrdNmhMDw">Páginas da Vida</a> e mais recentemente Cicarelli (*). O grande problema que muitos apontam é que o site, com um tráfego imenso, não tem receita suficiente para pagar por seu uso de banda. E o dinheiro recebido de <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Venture_capital">capital de risco</a> no final de 2005, está acabando. Mas isso está para ser resolvido. O NY Post de hoje traz uma matéria que informa que o <a
href="http://www.nypost.com/business/youtubes_got_a_fat_idea_of_itself_business_sam_gustin.htm">valor de venda do site seria de US$ 1,5 bilhão</a>&#8230; e há interessados.</p><h3>100 milhões de vídeos por dia</h3><p>Em julho o YouTube transmitia <a
href="http://news.bbc.co.uk/1/hi/technology/5186618.stm">100 milhões de vídeos por dia</a>. Recentemente estatísticas mostraram que o YouTube já havia passado quase <a
href="http://www.techconsumer.com/2006/08/30/youtube-stats-revealed-total-viewing-time-9305-years/">10 mil anos de vídeos</a>. Essa grande visitação é um ponto forte para a venda do site que poderia ser explorado com anúncios. Hoje há anúncios do Google Adsense. O ideal seria colocar propaganda nos vídeos. Mas como boa parte do material do YouTube infringe leis de direitos autorais (90% segundo estimativas), colocar anúncios dessa forma exige primeiro <a
href="http://www.techcrunch.com/2006/09/21/youtubes-magic-number-15-billion/">regularizar a situação dos vídeos</a>.</p><h3>YouTube com os dias contados</h3><p>Mais polêmico, o blogger Mark Cuban diz que o <a
href="http://www.blogmaverick.com/2006/09/17/the-coming-dramatic-decline-of-youtube/">YouTube está fadado ao fracasso</a>. Aponta duas evidências: primeiro pergunta &#8220;por que usar minha largura de banda para vídeos se posso obter isso de graça?&#8221;. Blogs, sites, emails, qualquer coisa que aceite códigos <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Html">HTML</a> pode ter um vídeo do YouTube sem usar a própria banda. Uma verdadeira torneira aberta que joga custos lá no alto.</p><p>O segundo motivo é o problema de vídeos <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20060716-7273.html">que infringem leis de direitos autorais</a>. O YouTube retira do ar material postado irregularmente após solicitação dos detentores dos direitos legais. Mas por enquanto a maioria das empresas de mídia parece não se preocupar com isso (<a
href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2006/09/15/idgnoticia.2006-09-15.4957464181/IDGNoticia_view">exceto a Universal</a>). Estão esperando para ver no que vai dar. O Google mostrou que a busca aumenta o interesse (e os lucros). Talvez o YouTube prove o mesmo para os vídeos.</p><p>O ValleyWag aponta que o YouTube encontra-se em uma encruzilhada: debatendo o recente acordo do site com a Warner para distribuição de conteúdo, diz &#8220;<a
href="http://www.valleywag.com/tech/youtube/feature-why-youtubes-best-deal-will-be-its-death-201378.php">este acordo é a mudança do YouTube do &#8216;nós adoramos nossos usuários&#8217; para o &#8216;putz, precisamos ter lucro&#8217;</a> &#8220;.</p><h3>O YouTube, a Busca, e a Cauda Longa</h3><p>O sucesso do YouTube está ligado a dois fatores presentes nas organizações de maior sucesso da internet: A <a
href="http://battellemedia.com/">Busca</a> e a <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a>. Por busca entende-se a facilidade de achar vídeos interessantes no site que são <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tag_%28metadata%29">taguizados</a>, característica da web semântica e web 2.0. Quando se trata da Cauda Longa podemos dizer que há mercado para todo tipo de conteúdo e que o barateamento da distribuição permitida pelo YouTube, juntamente com o poder da busca, cria esse que é um dos mais recentes sucessos da web.</p><h4>Leia também:</h4><h3><a
href="http://techbits.com.br/%20Confirmado:%20Google%20compra%20YouTube%20por%20US$%201,65%20bilh%E3o">Confirmado: Google compra YouTube por US$ 1,65 bilhão</a></h3><p><small>(*) fora do ar no YouTube, mas disponível por aí pela internet&#8230;</small></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/youtube-vale-us-15-bilhao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>11</slash:comments> </item> <item><title>Eu curti. E você?</title><link>http://techbits.com.br/2006/eu-curti-e-voce/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/eu-curti-e-voce/#comments</comments> <pubDate>Thu, 14 Sep 2006 14:17:43 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[digg]]></category> <category><![CDATA[eu-curti]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[rede-social]]></category> <category><![CDATA[web-2.0]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/eu-curti-e-voce/</guid> <description><![CDATA[Venho acompanhando há algum tempo o site que, parece, tornará-se o Digg brasileiro. O Eu Curti é uma rede social colaborativa de notícias. Exatamente o mesmo conceito que tenho do Digg, com a vantagem de ser em português. São sites que na essência dão o &#8220;controle editorial&#8221; aos usuários ao permitir que enviem notícias (publicadas [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
alt="[Eu curti] " title="[Eu curti] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/eucurti.gif" />Venho acompanhando há algum tempo o site que, parece, tornará-se o Digg brasileiro. O <a
href="http://eucurti.com.br/">Eu Curti</a> é uma rede social colaborativa de notícias. Exatamente o mesmo conceito que tenho do <a
href="http://digg.com/">Digg</a>, com a vantagem de ser em português. São sites que na essência <a
href="http://techbits.com.br/2006/pagar-nao-rima-com-cavar/">dão o &#8220;controle editorial&#8221; aos usuários</a> ao permitir que enviem notícias (publicadas em outros sites), votem nelas (a favor ou contra) e, se a multidão achar relevante, promover para a página principal.</p><p>Explicando melhor: há um algoritimo que mede a intensidade de interesse por determinada notícia de acordo com os votos recebidos e a votação geral do site. Esse algoritimo promove notícias para a página principal ou as mantém no ostracismo. Os <a
href="http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-privacidade/#multidao">desejos da multidão</a> é que decidem.</p><h3>O efeito digg</h3><p>Os sites e blogs escritos em inglês podem sofrer do <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Digg_effect">efeito digg</a> (o novo efeito slashdot). Isso significa que seus posts ganharam a simpatia da multidão e foram parar na página principal. Ou seja, o site foi <em>digged</em>. O fluxo de leitores dispara a níveis astronômicos e, de tantos acessos simultâneos o site pode sair do ar. Quase que um <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DDoS">ataque de negação de serviço</a> (DDoS), mas gerado por sucesso de um post e não por hackers.</p><p>O Eu Curti cresceu bastante de movimento nos últimos dias, após <a
href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2006/09/13/idgnoticia.2006-09-13.5130350098/IDGNoticia_view">publicação de uma matéria no IDGNow</a>. Está ganhando massa crítica com mais notícias sendo postadas e mais pessoas votando. Em breve deve surgir o efeito eu curti. E os sites que sairem do ar poderão dizer: fui curtido.</p><h3>Concorrentes</h3><p>Na onda da web 2.0 brasileira existem vários serviços similares ao Eu Curti. Quem deu a dica foi o <a
href="http://www.diogoazevedo.com/2006/09/voce-conhece-os-diggs-nacionais/">Diogo Azevedo</a>, em uma ótima análise publicada em seu blog recentemente. Entre os concorrentes temos o <a
href="http://www.ouvidizer.com/">Ouvi Dizer</a>, o <a
href="http://www.linkk.com.br/">LinkK</a>, o <a
href="http://www.syxt.com.br/rec6/index.php">rec6</a> e o <a
href="http://www.overmundo.com.br/">Overmundo</a>. Este último é voltado para cultura, ou seja, explora um nicho bem específico e já é bastante conhecido pelos internautas. Dos outros três, o rec6 é o que tem a interface mais com cara de web 2.0. Os três aparentemente não têm o mesmo número de usuários que o Eu Curti, mas estão em busca por um lugar ao Sol.</p><h3>Cauda Longa da notícia</h3><p>Temos um agregador (Eu Curti), uma rede social colaborativa e uma infinidade de blogs e sites na disputa pela atenção do leitor. Um blog de nicho consegue através do Eu Curti atingir um público muito maior, demonstrando que <a
href="http://9rules.com/blog/2006/08/9rules-long-tail/">há demanda para qualquer conteúdo</a>. Não importa qual site que você está lendo e sim se o conteúdo é relevante para seus interesses. Essa é a <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a> da notícia.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/eu-curti-e-voce/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>12</slash:comments> </item> <item><title>Amazon Unbox: filmes para download</title><link>http://techbits.com.br/2006/amazon-unbox-filmes-para-download/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/amazon-unbox-filmes-para-download/#comments</comments> <pubDate>Fri, 08 Sep 2006 00:17:48 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[amazon]]></category> <category><![CDATA[apple]]></category> <category><![CDATA[blu-ray]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[filmes]]></category> <category><![CDATA[hd-dvd]]></category> <category><![CDATA[itunes]]></category> <category><![CDATA[unbox]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/amazon-unbox-filmes-para-download/</guid> <description><![CDATA[Acaba de entrar no ar o novo serviço de vídeos da Amazon, chamado de Unbox. Como eu já havia dito antes, esqueça Blu-Ray vs. HD-DVD. O pessoal do Caveat Emptor tem lá seus argumentos para a guerra de formatos de discos digitais. Mas a batalha é outra: Amazon Unbox vs. Apple ITMS (iTunes Movie Store). [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/amazonunbox.png" title="Amazon Unbox - o fim das mídias físicas?" alt="Amazon Unbox - o fim das mídias físicas?" />Acaba de entrar no ar o novo serviço de vídeos da Amazon, chamado de <a
href="http://unbox.com/">Unbox</a>. Como eu já havia dito antes, <a
href="http://techbits.com.br/2006/blu-ray-vs-hd-dvd-quem-se-importa/">esqueça Blu-Ray vs. HD-DVD</a>. O pessoal do <a
href="http://www.solonbro.com/?p=57">Caveat Emptor</a> tem lá seus argumentos para a guerra de formatos de discos digitais. Mas a batalha é outra: <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20060906-7677.html">Amazon Unbox vs. Apple ITMS</a> (iTunes Movie Store). E dessa vez, a Amazon saiu na frente. Vamos esperar até a próxima terça (12/09) pra ver se os <a
href="http://techbits.com.br/2006/blu-ray-vs-hd-dvd-quem-se-importa/#itms">rumores da Apple</a> se concretizam.</p><h3>A Cauda Longa e os filmes</h3><p>Até hoje o mercado de filmes foi regido pela escassez. Dos milhares de filmes feitos por ano, pouquíssimos são exibidos em cinemas e uma parte ligeiramente maior sai em DVD. A grande maioria não consegue atingir esses canais de distribuição e ficam restritos a festivais de cinema-cabeça. Podem ser ótimos filmes, mas são vistos por poucas pessoas.</p><p>Com o lançamento do Amazon Unbox entramos finalmente na <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a> dos filmes. Não só sucessos arrasa-quarteirão de <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:DVD" class="bbli">Hollywood<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> serão vendidos, como também filmes obscuros ou de <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bollywood">Bollywood</a> terão sua vez. Vai depender da preferência de cada um. Ningúem mais ficará restrito a assistir apenas os sucessos. Poderá escolher de uma variedade imensa aquilo que agrada.</p><p>Isso só é possível com a economia da Cauda Longa. <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/#prateleira">Prateleiras infinitas</a> para divulgar os filmes. Mecanismos de busca poderosos para filtrar individualmente o que é relevante. Internet e banda larga para distribuir. Abundância de escolhas, custos mais baixos. Sinto muito: adeus Blu-Ray e adeus HD-DVD.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/amazon-unbox-filmes-para-download/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>7</slash:comments> </item> <item><title>Plutão: Wikipédia 10 x Livros, zero</title><link>http://techbits.com.br/2006/plutao-wikipedia-10-x-livros-zero/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/plutao-wikipedia-10-x-livros-zero/#comments</comments> <pubDate>Fri, 25 Aug 2006 18:17:22 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[colaboração]]></category> <category><![CDATA[livro]]></category> <category><![CDATA[multidão]]></category> <category><![CDATA[paradigma]]></category> <category><![CDATA[wikipedia]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/plutao-wikipedia-10-x-livros-zero/</guid> <description><![CDATA[Uma notícia interessante desta semana é que Plutão não é mais um planeta. Foi rebaixado para planeta-anão. Mas o que isso tem a ver com tecnologia? Bom, enquanto na Wikipédia o verbete destinado ao ex-planeta foi alterado horas após o anúncio da nova classificação pela UAI, os livros didáticos brasileiros só serão atualizados em&#8230; 2008. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/wikipedia.png" alt="Wikipédia, A enciclopéia" title="Wikipédia, A enciclopéia" />Uma notícia interessante desta semana é que <a
href="http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/ago/24/104.htm" title="Plutão, anão">Plutão não é mais um planeta</a>. Foi rebaixado para planeta-anão. Mas o que isso tem a ver com tecnologia? Bom, enquanto na Wikipédia o verbete destinado ao ex-planeta <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Plut%C3%A3o" title="Wikipédia = agilidade">foi alterado horas após o anúncio</a> da nova classificação pela UAI, os livros didáticos brasileiros <a
href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u15080.shtml" title="Livros já saem desatualizados">só serão atualizados em&#8230; 2008</a>.</p><h3>O poder da produção colaborativa</h3><p>Para os que não conhecem, a <a
href="http://pt.wikipedia.org" title="Wikipédia em português">Wikipédia</a> é uma enciclopédia colaborativa disponível gratuitamente e on-line. A essência da Wikipédia é a interação entre usuários e sua colaboração na geração de conteúdo. Em uma enciclopédia tradicional cada verbete é submetido a vários especialistas renomados para então se definir o que será publicado. Na Wikipédia qualquer um pode criar ou alterar verbetes. Aparentemente isso poderia causar o caos, mas o fato de milhares de pessoas interagirem fazendo feedback entre elas leva a um conteúdo, se não correto, muito próximo disso.</p><p>É de novo aquela história da <a
href="http://techbits.com.br/2006/em-defesa-da-privacidade/" title="Wisdom of crowds">sabedoria das multidões</a>. O conhecimento agregado de cada pessoa se manifesta em artigos com qualidade comparável às melhores enciclopédias. <a
href="http://www.nature.com/news/2005/051212/full/438900a.html" title="Nature: Wikipedia 4 erros, Britannica 3">A revista Nature fez um estudo e detectou, em média, 4 erros por artigo na Wikipédia contra 3 na Enciclopédia Britannica</a>. Com um diferencial: após a descoberta dos erros a comunidade wikipediana corrigiu-os prontamente&#8230; enquanto isso, na Britannica&#8230; você sabe&#8230; só em um futuro distante&#8230;</p><h3>Os livros estão mortos?</h3><p>Não. Pelo menos por enquanto. Os livros ainda exercem papel fundamental no mundo moderno que é o de guardar informação. O grande problema sempre foi achar essa informação dentro deles. Mas a economia da <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/" title="A Cauda Longa">Cauda Longa</a> ajuda a manter os livros em alta: lojas virtuais como a Amazon permitem buscar palavras no interior de livros e o Google tem um<a
href="http://books.google.com.br" title="Google Books agora em português"> projeto</a> em andamento para digitalizar e, por conseqüência, facilitar a busca no conteúdo de todos os livros existentes. Aquele livro desconhecido, com a exata informação que você procura, não mais ficará perdido em uma prateleira empoeirada. Mas quando, em 2008, Plutão virar planeta-anão nos livros didáticos, pode ser que essa informação já esteja desatualizada.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/plutao-wikipedia-10-x-livros-zero/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>4</slash:comments> </item> <item><title>A Cauda Longa</title><link>http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/#comments</comments> <pubDate>Mon, 21 Aug 2006 20:17:04 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[amazon]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[negócios]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/</guid> <description><![CDATA[Há cerca de um ano li um artigo chamado The Long Tail que descreve como empresas de internet utilizam o conceito da Cauda Longa para ganhar dinheiro. Entre os exemplos estão: Google, Amazon e iTunes. O artigo se desenvolveu em blog e agora virou o livro A Cauda Longa &#8211; do mercado de massa para [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://afiliados.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1644179&amp;ST=SE&amp;franq=170303"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/livrocaudalonga.jpg" title="Capa do livro A Cauda Longa" alt="[Capa do livro A Cauda Longa]" /></a>Há cerca de um ano li um artigo chamado <a
href="http://www.wired.com/wired/archive/12.10/tail.html" title="Surgia o conceito da Cauda Longa">The Long Tail</a> que descreve como empresas de internet utilizam o conceito da Cauda Longa para ganhar dinheiro. Entre os exemplos estão: Google, Amazon e iTunes. O artigo se desenvolveu em <a
href="http://thelongtail.com/" title="o blog do Long Tail">blog</a> e agora virou o livro <em>A Cauda Longa &#8211; do mercado de massa para o mercado de nicho</em> (<a
href="http://afiliados.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1644179&amp;ST=SE&amp;franq=170303" title="Programa afiliados do Submarino">compre no Submarino</a>), lançado este mês aqui no Brasil.</p><h3>O que é a Cauda Longa?</h3><p>A Cauda Longa é um fenômeno observado em empresas de internet que conseguem faturar com produtos de nicho tanto quanto, ou até mais que os tradicionais arrasa-quarteirão. Isso se tornou viável com o advento da internet já que a inexistência de limitação do espaço físico para exibição de produtos faz com que os mercados de nicho sejam explorados da mesma forma que o mercado de massas.</p><h3 id="prateleira">A prateleira infinita</h3><p>Dizem por aí que a &#8220;<a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pareto_principle" title="Princípio de Pareto: foi determinado empiricamente...">regra dos 80/20</a>&#8221; rege o faturamento das empresas, ou seja, 20% dos produtos representam 80% do faturamento. Se a loja é uma livraria, sabemos que a última aventura do Harry Potter vai vender tanto que representará uma parcela significativa do faturamento. Por este motivo a livraria acaba colocando em suas prateleiras aqueles títulos que têm mais chance de vender. Como o espaço físico de uma loja é limitado e tem um custo, só é possível disponibilizar uma quantidade limitada de títulos diferentes, exatamente aqueles que vendem. Faz sentido? Certamente.</p><p>Na internet tudo isso muda. Uma livraria virtual possui prateleiras de tamanho teoricamente infinito, cuja limitação é a quantidade de títulos oferecidos e não o espaço físico. Ao invés de disponibilizar apenas aqueles &#8220;xis&#8221; mil títulos que são os que mais vendem, é possível ter em catálogo um número muito maior. No livro &#8220;A Cauda Longa&#8221;, o autor Chris Anderson mostra que uma loja física de uma grande livraria nos EUA possui em média 100 mil títulos diferentes disponíveis. Ao mesmo tempo a loja virtual <a
href="http://amazon.com" title="Amazon, a maior loja virtual">Amazon.com</a> possui em suas &#8220;prateleiras&#8221; cerca de 3,7 milhões de livros diferentes. Note que o fato da Amazon possuir o título na &#8220;prateleira&#8221; não significa necessariamente que ele esteja em estoque.</p><p><img
src="/img/ext/caudalonga.png" title="o gráfico da Cauda Longa" alt="[o gráfico da Cauda Longa]" class="floatTL" />A grande descoberta veio da análise das quantidades vendidas dos produtos. Um estudo feito com a Amazon mostrou que, por ter uma &#8220;prateleira&#8221; maior de livros à  venda, o faturamento dos livros menos polulares (fora dos 100 mil principais títulos) representava em torno de um quarto da receita. Analisando o gráfico (acima) temos a impressão de que são produtos que não vale a pena vender. Sim, isso é verdade para uma loja física tracional. No varejo da internet descobriu-se o poder da Cauda Longa e da prateleira de tamanho infinito.</p><h3>O fim da era dos arrasa-quarteirão</h3><p>Na economia da Cauda Longa, o que faz a diferença é a abundância, ao contrário da escassez que existia até então. Em um mercado que predomina a escassez o que faz sentido é explorar aquilo que vende mais, ou seja, os arrasa-quarteirão, os hits. Nesse novo conceito de negócios (a abundância da Cauda Longa) o <a
href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG74764-6012-426,00.html" title="Revista Época">não-hit</a> acaba se tornando uma parcela importante do faturamento e concorre diretamente com os poucos e efêmeros sucessos do momento. Saber explorar isso tem feito empresas como o Google ou Amazon crescerem vertiginosamente, tornando-as gigantes da nova era.</p><p>A ironia é que um livro que analisa, entre outras, <a
href="http://www.brainstorm9.com.br/archives/2006/07/the_long_tail.html" title="O fim está próximo...">o fim da era dos arrasa-quarteirão</a> acabou virando best-seller internacional.</p><p><strong>Na blogosfera:</strong></p><ul><li><a
href="http://brunotorres.net/2006/08/27/revista-epoca-long-tail-e-as-varias-estatisticas-da-amazon">Bruno Torres</a>: Revista época, long tail e as várias estatísticas da Amazon</li><li><a
href="http://www.crisdias.com/2006/08/26/the-long-dong-tail/">Cris Dias</a>: The Long Dong Tail agora em português</li><li><a
href="http://debatebate.blogspot.com/2006/08/long-tail.html">Debate Bate</a>: The Long Tail</li><li><a
href="http://www.brainstorm9.com.br/archives/2006/08/braincast_2_longtail.html">Braincast#9</a>: Podcast: Long Tail</li><li><a
href="http://www.egocheese.com/archives/2006/07/12/a-cauda-longa">Egocheese</a>: A Cauda Longa</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>70</slash:comments> </item> </channel> </rss>
