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> <channel><title>Techbits &#187; amazon</title> <atom:link href="http://techbits.com.br/tudo-sobre/amazon/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://techbits.com.br</link> <description>O Techbits é um blog voltado para discussão de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, segurança e negócios.</description> <lastBuildDate>Thu, 06 Oct 2011 05:55:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>Submarino e Americanas: a gigante do e-commerce</title><link>http://techbits.com.br/2006/submarino-e-americanas-a-gigante-com-e-commerce/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/submarino-e-americanas-a-gigante-com-e-commerce/#comments</comments> <pubDate>Thu, 23 Nov 2006 16:17:12 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[amazon]]></category> <category><![CDATA[americanas]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[comércio-eletrônico]]></category> <category><![CDATA[fusão]]></category> <category><![CDATA[submarino]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/submarino-e-americanas-a-gigante-com-e-commerce/</guid> <description><![CDATA[A Americanas.com surgiu como a operação virtual de uma loja conhecida no mundo real, com lojas físicas e tudo mais. O Submarino já nasceu virtual. Tudo isso em 1999, época da primeira grande onda da internet. Enfrentaram o estouro da bolha em 2000 e discutiram pela primeira vez a possibilidade de juntar as operações. Passada [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
title="[Amebarino ou Subericanas?] " alt="[Amebarino ou Subericanas?] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/submarinoamericanas.png" />A Americanas.com surgiu como a operação virtual de uma loja conhecida no mundo real, com lojas físicas e tudo mais. O Submarino já nasceu virtual. Tudo isso em 1999, época da primeira grande onda da internet. Enfrentaram o estouro da bolha em 2000 e discutiram pela primeira vez a possibilidade de juntar as operações. Passada a crise cada uma foi para seu lado, crescendo de forma consistente. Agora os dois maiores players do mercado brasileiro <a
href="http://estadao.com.br/tecnologia/internet/noticias/2006/nov/23/101.htm">se fundem em uma empresa</a> (chamada de B2W) que, estima-se, venderá R$ 2 bilhões este ano.</p><h3>Cauda Longa e Disponibilidade</h3><p>Ambas as empresas já atuam na <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a>. Possuem prateleiras gigantes, quase infinitas, na qual vendem milhares de produtos. Essa é a vantagem de ser virtual. Aparentemente, pelo que entendi dos press releases, as operações de lojas físicas da Americanas ficam de fora do negócio. Desta forma a empresa criada é totalmente virtual e, portanto, consegue tirar vantagem da Cauda Longa. Se bem que se usarem as lojas físicas da Americanas como estoque pode ajudar a diminuir custos de uma prateleira infinita.</p><p>Outro fato que se nota nesta fusão é a atuação múltipla da B2W. <a
href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u99419.shtml">A Americanas havia comprado o canal de TV e e-commerce Shoptime</a>. Por sua vez o Submarino agrega os serviços de vendas do Ingresso.com e da TravelWeb. A B2W atuará no comércio eletrônico de bens de consumo, ingressos, viagens e também tem um canal de TV para divulgar seus produtos. Ou seja, disponibilidade por vários meios. Uma verdadeira potência.</p><h3>Amazon</h3><p>Há rumores que a Amazon está se preparando para finalmente atuar no Brasil. Hoje só podemos comprar livros, se não me engano. Uma operação brasileira da maior do comércio eletrônico mundial seria ótimo para o consumidor. <a
href="http://lulileslie.com/blog/?p=246">Seria a fusão uma indicação de que os rumores da Amazon são pra valer?</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/submarino-e-americanas-a-gigante-com-e-commerce/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>Patenteei o movimento de andar pra frente</title><link>http://techbits.com.br/2006/patenteei-o-movimento-de-andar-pra-frente/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/patenteei-o-movimento-de-andar-pra-frente/#comments</comments> <pubDate>Tue, 24 Oct 2006 14:17:57 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[amazon]]></category> <category><![CDATA[ibm]]></category> <category><![CDATA[patente]]></category> <category><![CDATA[processo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/patenteei-o-movimento-de-andar-pra-frente/</guid> <description><![CDATA[O título deste post parece absurdo. Por que alguém iria patentear o movimento de andar para frente? Com certeza ganharia rios de dinheiro mas esse é um tipo de patente que não se aplica. A IBM acaba de iniciar um processo contra a Amazon por patentes que lhe pertencem e estariam sendo usadas indevidamente pela [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
title="[IBM vs Amazon] " alt="[IBM vs Amazon] " src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/ibmamazon.png" />O título deste post parece absurdo. Por que alguém iria patentear o movimento de andar para frente? Com certeza ganharia rios de dinheiro mas esse é um tipo de patente que não se aplica. <a
href="http://www-03.ibm.com/press/us/en/pressrelease/20481.wss">A IBM acaba de iniciar um processo contra a Amazon</a> por patentes que lhe pertencem e estariam sendo usadas indevidamente pela loja virtual. E o que essas patentes cobrem? Formas de armazenar dados, oferecer sugestões a clientes, de realizar uma compra virtual por catálogo eletrônico (leia-se site), etc&#8230; Ou seja, a IBM patenteou o andar pra frente e agora quer cobrar <em>royalties</em>.</p><h3>Patentes liberadas</h3><p>Ao longo dos últimos anos a IBM adotou uma política bondosa quando se trata de patentes. No ano passado, por exemplo, liberou para uso de desenvolvedores de código aberto (open source) cerca de <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20050111-4514.html">500 de suas patentes</a>. Também no ano passado entrou em acordo com outras empresas <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20051110-5553.html">para compartilhar algumas patentes</a> de interesse mútuo. E mais recentemente resolveu ajudar o USPTO (escritório de patentes dos EUA) a <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20060110-5942.html">organizar melhor seus registros e processos para patentes de software</a>. Todas essas iniciativas têm o intuito de estimular a inovação.</p><h3>IBM vs. Amazon</h3><p>De acordo com a IBM desde 2002 tenta-se negociações com a Amazon, sem sucesso. Não restou outra opção se não processar. As patentes quebradas pela Amazon, segundo a IBM são (tradução aproximada, com original em inglês):</p><ul><li>Apresentar aplicações em um serviço interativo (Presenting Applications in an Interactive Service)</li><li>Armazenar dados em uma rede interativa (Storing Data in an Interactive Network)</li><li>Apresentar propaganda em um serviço interativo (Presenting Advertising in an Interactive Service)</li><li>Ajustar links de hypertexto de acordo com os hábitos do usuário (Adjusting Hypertext Links with Weighted User Goals and Activities)</li><li>Comprar itens usando um catálogo eletrônico (Ordering Items Using an Electronic Catalogue)</li></ul><p>Como é possível observar, todos os cinco itens são parte de qualquer loja virtual que se preze. <a
href="http://centerblue.org/2006/10/23/ibm-vs-amazoncom-patent-lawsuit/">Não há como montar um negócio on-line sem abordar tais patentes</a>, principalmente a última. É como andar pra frente ou respirar.</p><h3>Outras empresas</h3><p>Não é só a IBM que patenteia situações que parecem óbvias. <a
href="http://www.newscientist.com/article.ns?id=dn5072">A Microsoft detém a patente do duplo clique com mouse</a>, obtida em 2004. <a
href="http://www.theregister.co.uk/2001/03/09/apple_patents_desktop_themes/">A Apple patenteou os temas de desktop</a>, e a Netflix tem os direitos sobre uma <a
href="http://www.mercurynews.com/mld/mercurynews/news/local/states/california/northern_california/15335372.htm">forma de organizar uma lista de filmes</a>&#8230; O Google deve ter suas patentes estranhas (não descobri apesar de passar um tempo pesquisando), etc&#8230;</p><p>Obviamente as empresas podem ter as patentes que quiserem, e cobrarem pelo uso delas. Mas o que se observa nas patentes discutidas neste post é que algumas são ações humanas e, tomadas as devidas proporções, quase que instintivas. Clicar com mouse, comprar em site de comércio eletrônico, organizar uma lista de filmes&#8230; são todas ações e não a tecnologia em si que foi patenteada.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/patenteei-o-movimento-de-andar-pra-frente/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>Amazon Unbox: filmes para download</title><link>http://techbits.com.br/2006/amazon-unbox-filmes-para-download/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/amazon-unbox-filmes-para-download/#comments</comments> <pubDate>Fri, 08 Sep 2006 00:17:48 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[amazon]]></category> <category><![CDATA[apple]]></category> <category><![CDATA[blu-ray]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[filmes]]></category> <category><![CDATA[hd-dvd]]></category> <category><![CDATA[itunes]]></category> <category><![CDATA[unbox]]></category> <category><![CDATA[vídeo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/amazon-unbox-filmes-para-download/</guid> <description><![CDATA[Acaba de entrar no ar o novo serviço de vídeos da Amazon, chamado de Unbox. Como eu já havia dito antes, esqueça Blu-Ray vs. HD-DVD. O pessoal do Caveat Emptor tem lá seus argumentos para a guerra de formatos de discos digitais. Mas a batalha é outra: Amazon Unbox vs. Apple ITMS (iTunes Movie Store). [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/amazonunbox.png" title="Amazon Unbox - o fim das mídias físicas?" alt="Amazon Unbox - o fim das mídias físicas?" />Acaba de entrar no ar o novo serviço de vídeos da Amazon, chamado de <a
href="http://unbox.com/">Unbox</a>. Como eu já havia dito antes, <a
href="http://techbits.com.br/2006/blu-ray-vs-hd-dvd-quem-se-importa/">esqueça Blu-Ray vs. HD-DVD</a>. O pessoal do <a
href="http://www.solonbro.com/?p=57">Caveat Emptor</a> tem lá seus argumentos para a guerra de formatos de discos digitais. Mas a batalha é outra: <a
href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20060906-7677.html">Amazon Unbox vs. Apple ITMS</a> (iTunes Movie Store). E dessa vez, a Amazon saiu na frente. Vamos esperar até a próxima terça (12/09) pra ver se os <a
href="http://techbits.com.br/2006/blu-ray-vs-hd-dvd-quem-se-importa/#itms">rumores da Apple</a> se concretizam.</p><h3>A Cauda Longa e os filmes</h3><p>Até hoje o mercado de filmes foi regido pela escassez. Dos milhares de filmes feitos por ano, pouquíssimos são exibidos em cinemas e uma parte ligeiramente maior sai em DVD. A grande maioria não consegue atingir esses canais de distribuição e ficam restritos a festivais de cinema-cabeça. Podem ser ótimos filmes, mas são vistos por poucas pessoas.</p><p>Com o lançamento do Amazon Unbox entramos finalmente na <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/">Cauda Longa</a> dos filmes. Não só sucessos arrasa-quarteirão de <a
href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:170303/tags:DVD" class="bbli">Hollywood<img
src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com"></script> serão vendidos, como também filmes obscuros ou de <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bollywood">Bollywood</a> terão sua vez. Vai depender da preferência de cada um. Ningúem mais ficará restrito a assistir apenas os sucessos. Poderá escolher de uma variedade imensa aquilo que agrada.</p><p>Isso só é possível com a economia da Cauda Longa. <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/#prateleira">Prateleiras infinitas</a> para divulgar os filmes. Mecanismos de busca poderosos para filtrar individualmente o que é relevante. Internet e banda larga para distribuir. Abundância de escolhas, custos mais baixos. Sinto muito: adeus Blu-Ray e adeus HD-DVD.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/amazon-unbox-filmes-para-download/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>7</slash:comments> </item> <item><title>A Cauda Longa</title><link>http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/#comments</comments> <pubDate>Mon, 21 Aug 2006 20:17:04 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[amazon]]></category> <category><![CDATA[cauda-longa]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <category><![CDATA[negócios]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/</guid> <description><![CDATA[Há cerca de um ano li um artigo chamado The Long Tail que descreve como empresas de internet utilizam o conceito da Cauda Longa para ganhar dinheiro. Entre os exemplos estão: Google, Amazon e iTunes. O artigo se desenvolveu em blog e agora virou o livro A Cauda Longa &#8211; do mercado de massa para [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://afiliados.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1644179&amp;ST=SE&amp;franq=170303"><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/livrocaudalonga.jpg" title="Capa do livro A Cauda Longa" alt="[Capa do livro A Cauda Longa]" /></a>Há cerca de um ano li um artigo chamado <a
href="http://www.wired.com/wired/archive/12.10/tail.html" title="Surgia o conceito da Cauda Longa">The Long Tail</a> que descreve como empresas de internet utilizam o conceito da Cauda Longa para ganhar dinheiro. Entre os exemplos estão: Google, Amazon e iTunes. O artigo se desenvolveu em <a
href="http://thelongtail.com/" title="o blog do Long Tail">blog</a> e agora virou o livro <em>A Cauda Longa &#8211; do mercado de massa para o mercado de nicho</em> (<a
href="http://afiliados.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1644179&amp;ST=SE&amp;franq=170303" title="Programa afiliados do Submarino">compre no Submarino</a>), lançado este mês aqui no Brasil.</p><h3>O que é a Cauda Longa?</h3><p>A Cauda Longa é um fenômeno observado em empresas de internet que conseguem faturar com produtos de nicho tanto quanto, ou até mais que os tradicionais arrasa-quarteirão. Isso se tornou viável com o advento da internet já que a inexistência de limitação do espaço físico para exibição de produtos faz com que os mercados de nicho sejam explorados da mesma forma que o mercado de massas.</p><h3 id="prateleira">A prateleira infinita</h3><p>Dizem por aí que a &#8220;<a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pareto_principle" title="Princípio de Pareto: foi determinado empiricamente...">regra dos 80/20</a>&#8221; rege o faturamento das empresas, ou seja, 20% dos produtos representam 80% do faturamento. Se a loja é uma livraria, sabemos que a última aventura do Harry Potter vai vender tanto que representará uma parcela significativa do faturamento. Por este motivo a livraria acaba colocando em suas prateleiras aqueles títulos que têm mais chance de vender. Como o espaço físico de uma loja é limitado e tem um custo, só é possível disponibilizar uma quantidade limitada de títulos diferentes, exatamente aqueles que vendem. Faz sentido? Certamente.</p><p>Na internet tudo isso muda. Uma livraria virtual possui prateleiras de tamanho teoricamente infinito, cuja limitação é a quantidade de títulos oferecidos e não o espaço físico. Ao invés de disponibilizar apenas aqueles &#8220;xis&#8221; mil títulos que são os que mais vendem, é possível ter em catálogo um número muito maior. No livro &#8220;A Cauda Longa&#8221;, o autor Chris Anderson mostra que uma loja física de uma grande livraria nos EUA possui em média 100 mil títulos diferentes disponíveis. Ao mesmo tempo a loja virtual <a
href="http://amazon.com" title="Amazon, a maior loja virtual">Amazon.com</a> possui em suas &#8220;prateleiras&#8221; cerca de 3,7 milhões de livros diferentes. Note que o fato da Amazon possuir o título na &#8220;prateleira&#8221; não significa necessariamente que ele esteja em estoque.</p><p><img
src="/img/ext/caudalonga.png" title="o gráfico da Cauda Longa" alt="[o gráfico da Cauda Longa]" class="floatTL" />A grande descoberta veio da análise das quantidades vendidas dos produtos. Um estudo feito com a Amazon mostrou que, por ter uma &#8220;prateleira&#8221; maior de livros à  venda, o faturamento dos livros menos polulares (fora dos 100 mil principais títulos) representava em torno de um quarto da receita. Analisando o gráfico (acima) temos a impressão de que são produtos que não vale a pena vender. Sim, isso é verdade para uma loja física tracional. No varejo da internet descobriu-se o poder da Cauda Longa e da prateleira de tamanho infinito.</p><h3>O fim da era dos arrasa-quarteirão</h3><p>Na economia da Cauda Longa, o que faz a diferença é a abundância, ao contrário da escassez que existia até então. Em um mercado que predomina a escassez o que faz sentido é explorar aquilo que vende mais, ou seja, os arrasa-quarteirão, os hits. Nesse novo conceito de negócios (a abundância da Cauda Longa) o <a
href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG74764-6012-426,00.html" title="Revista Época">não-hit</a> acaba se tornando uma parcela importante do faturamento e concorre diretamente com os poucos e efêmeros sucessos do momento. Saber explorar isso tem feito empresas como o Google ou Amazon crescerem vertiginosamente, tornando-as gigantes da nova era.</p><p>A ironia é que um livro que analisa, entre outras, <a
href="http://www.brainstorm9.com.br/archives/2006/07/the_long_tail.html" title="O fim está próximo...">o fim da era dos arrasa-quarteirão</a> acabou virando best-seller internacional.</p><p><strong>Na blogosfera:</strong></p><ul><li><a
href="http://brunotorres.net/2006/08/27/revista-epoca-long-tail-e-as-varias-estatisticas-da-amazon">Bruno Torres</a>: Revista época, long tail e as várias estatísticas da Amazon</li><li><a
href="http://www.crisdias.com/2006/08/26/the-long-dong-tail/">Cris Dias</a>: The Long Dong Tail agora em português</li><li><a
href="http://debatebate.blogspot.com/2006/08/long-tail.html">Debate Bate</a>: The Long Tail</li><li><a
href="http://www.brainstorm9.com.br/archives/2006/08/braincast_2_longtail.html">Braincast#9</a>: Podcast: Long Tail</li><li><a
href="http://www.egocheese.com/archives/2006/07/12/a-cauda-longa">Egocheese</a>: A Cauda Longa</li></ul> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>70</slash:comments> </item> </channel> </rss>
