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> <channel><title>Techbits &#187; 11-de-setembro</title> <atom:link href="http://techbits.com.br/tudo-sobre/11-de-setembro/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://techbits.com.br</link> <description>O Techbits é um blog voltado para discussão de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, segurança e negócios.</description> <lastBuildDate>Thu, 06 Oct 2011 05:55:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>A Síndrome do Boeing</title><link>http://techbits.com.br/2007/a-sindrome-do-boeing-2/</link> <comments>http://techbits.com.br/2007/a-sindrome-do-boeing-2/#comments</comments> <pubDate>Tue, 11 Sep 2007 12:20:41 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[11-de-setembro]]></category> <category><![CDATA[continuidade]]></category> <category><![CDATA[desastre]]></category> <category><![CDATA[drp]]></category> <category><![CDATA[síndrome-do-boeing]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2007/a-sindrome-do-boeing-2/</guid> <description><![CDATA[Um ano atrás escrevi um texto com exatamente o mesmo título que este. Naquela época ninguém lia o Techbits, tinha recebido nem mil visitantes no total naqueles primeiros 40 dias de blog. Acontece que hoje é uma data importante da história recente e que nos faz lembrar que toda empresa, seja ela ligada à tecnologia [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/wtc.png" alt="[WTC] " />Um ano atrás escrevi <a
href="http://techbits.com.br/2006/a-sindrome-do-boeing/">um texto com exatamente o mesmo título</a> que este. Naquela época ninguém lia o Techbits, tinha recebido nem mil visitantes no total naqueles primeiros 40 dias de blog. Acontece que hoje é uma data importante da história recente e que nos faz lembrar que toda empresa, seja ela ligada à tecnologia ou não, precisa tomar alguns cuidados para simplesmente não desaparecer da noite para o dia. Há exatos 6 anos ocorreram os ataques ao WTC em Nova York, entre outros. Segundo o meu próprio texto:</p><blockquote><p>Naquele 11 de setembro empresas literalmente evaporaram. Colaboradores mortos, infra-estrutura destruída. Nada disso impediu que algumas organizações <a
href="http://www.gihyo.co.jp/magazine/SD/pacific/SD_0112.html">voltassem a operar poucas horas após os prédios terem caído</a>. O caso mais grave envolveu um banco de investimentos de títulos do governo americano <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cantor_Fitzgerald" title="Cantor Fitzgerald">que teve cerca de 70% de seus funcionários mortos (658 no total)</a>. Voltou a operar 2 dias depois.</p><p>Fornecedores de hardware e serviços também foram testados. Reza a lenda que a Dell enviou imediatamente 5000 computadores à região do ataque para suprir a demanda de seus clientes. Conta-se também que a IBM, menos de uma hora após o primeiro avião bater em uma das torres, já oferecia instalações temporárias a seus clientes em uma cidade vizinha a Nova York.</p></blockquote><p>Claro, não é minha intenção ensinar métodos de DRP (<a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Disaster_recovery" id="ivh1" title="Disaster Recovery Plan">Disaster Recovery Plan</a>) aqui. Mas este texto é só uma lembrança que o pior pode acontecer e qualquer organização deste mundo precisa estar preparada caso um Boeing/ um terremoto/ qualquer coisa resolva atacar seus servidores e infraestrutura mínima para manter os serviços funcionando.</p><p>Já fez o seu backup hoje? Você os mantém em dois lugares fisicamente separados? Outras pessoas na sua organização têm acesso aos planos de emergência? Testou se tudo isso funciona em caso de necessidade? Mesmo que você seja apenas um blog, fique preparado. Muitos de nós usamos servidores estrangeiros, invariavelmente localizados na Califórnia&#8230; Já ouviu falar do <a
href="http://noticias.uol.com.br/licaodecasa/curiosidade/ult2836u40.jhtm" id="lp0m" title="Big One">Big One</a>?</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2007/a-sindrome-do-boeing-2/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>12</slash:comments> </item> <item><title>A Síndrome do Boeing</title><link>http://techbits.com.br/2006/a-sindrome-do-boeing/</link> <comments>http://techbits.com.br/2006/a-sindrome-do-boeing/#comments</comments> <pubDate>Mon, 11 Sep 2006 16:17:28 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Fugita</dc:creator> <category><![CDATA[blog]]></category> <category><![CDATA[11-de-setembro]]></category> <category><![CDATA[continuidade]]></category> <category><![CDATA[dell]]></category> <category><![CDATA[desastre]]></category> <category><![CDATA[drp]]></category> <category><![CDATA[ibm]]></category> <category><![CDATA[síndrome-do-boeing]]></category> <category><![CDATA[ti]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://techbits.com.br/2006/a-sindrome-do-boeing/</guid> <description><![CDATA[Os negócios não podem parar. O mundo é 24/7. Imagine agora o pior dos cenários para uma organização: um Boeing cai sobre sua infra-estrutura de TI. O que acontece? A empresa pára? Deixa de existir? Não. Precisa estar preparada para reagir imediatamente e voltar a operar em pouquíssimo tempo. Algumas horas, no máximo. Esse cenário [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/wtc.png" title="[wtc, 11/9] " alt="[wtc, 11/9] " />Os negócios não podem parar. O mundo é <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/24/7" title="24 horas por dia, 7 dias por semana">24/7</a>. Imagine agora o pior dos cenários para uma organização: um Boeing cai sobre sua infra-estrutura de TI. O que acontece? A empresa pára? Deixa de existir? Não. Precisa estar preparada para reagir imediatamente e voltar a operar em pouquíssimo tempo. Algumas horas, no máximo. Esse cenário de um avião caindo sobre um prédio ficou conhecido como a <a
href="http://www.yourwindow.to/information-security/gl_boeingsyndrome.htm">síndrome do Boeing</a> e deve fazer parte dos planos de recuperação de <a
href="http://info.abril.com.br/corporate/edicoes/15/estudo/conteudo_58666.shtml">desastres</a> (disaster recovery plan<a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Disaster_recovery" title="Na Wikipedia..."> </a>- <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Disaster_recovery" title="Na Wikipedia...">DRP</a>) das empresas.</p><h3>História</h3><p>Hoje faz 5 anos do ataque terrorista mais impactante de todos os tempos. Naquele 11 de setembro empresas literalmente evaporaram. Colaboradores mortos, infra-estrutura destruída. Nada disso impediu que algumas organizações <a
href="http://www.gihyo.co.jp/magazine/SD/pacific/SD_0112.html">voltassem a operar poucas horas após os prédios terem caído</a>. O caso mais grave envolveu um banco de investimentos de títulos do governo americano <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cantor_Fitzgerald" title="Cantor Fitzgerald">que teve cerca de 70% de seus funcionários mortos (658 no total)</a>. Voltou a operar 2 dias depois.</p><p>Fornecedores de hardware e serviços também foram testados. Reza a lenda que a Dell enviou imediatamente 5000 computadores à  região do ataque para suprir a demanda de seus clientes. Conta-se também que a IBM, menos de uma hora após o primeiro avião bater em uma das torres, já oferecia instalações temporárias a seus clientes em uma cidade vizinha a Nova York.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://techbits.com.br/2006/a-sindrome-do-boeing/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>8</slash:comments> </item> </channel> </rss>
